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Feb 21, 2012, 7:17:07 PM2/21/12
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    "MVMeireles" <mvmei...@uol.com.br> Feb 21 06:16PM -0200  

    Documentário histórico. Vale assistir e guardar.
     
     
    Sent: terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
     
    Subject: A revolução não será televisionada - O golpe na Venezuela
     
     
     
    A revolução não será televisionada - O golpe na Venezuela
     
     

     
     
     
    Em abril de 2002, na Venezuela, após uma série de ataques da mídia local, o presidente Hugo Chávez sofre um golpe e é sequestrado. Uma equipe de TV da Irlanda estava no país desde setembro de 2001, para realizar um documentário sobre o presidente e sua administração popular. Kim Bartley e Donnacha O’Briain, ao perceberem a movimentação política do país, registraram as manifestações, pró e contra, que culminaram no golpe. Esses registros, com imagens inclusive do interior do palácio, se tornaram o documentário “A Revolução não será televisionada”, lançado em 2003.
     
    A elite venezuelana estava insatisfeita com a administração de Chávez, pois essa reduziu as suas regalias. A mídia, principalmente televisiva, noticiava, mentirosamente, fatos contra o presidente, inclusive que Chavistas teriam assassinado várias pessoas em um protesto. Nos dias do golpe, foi divulgado que presidente renunciou, o que era mentira. A TV omitiu o fato de que Chávez não assinou a renúncia e que ele somente se entregou aos golpistas sob a ameaça de o palácio presidencial ser bombardeado por militares contrários ao regime Bolivariano. Naquele momento era impossível que a verdade chegasse ao povo, pois os canais que apoiavam Chávez sofreram sabotagem técnica e ficaram fora do ar. Assumiu, com o apoio da mídia e com toda a arrogância, Pedro Carmona, destituindo os poderes até então constituídos.
     
    Chama a atenção, também, uma transmissão de TV, nas primeiras horas pós-golpe, em que, imaginando já terem ganhado a “guerra”, uma pessoa agradece as cinco redes de TV comerciais, nome por nome, que ajudaram na conquista daquele “final feliz”, para as elites, claro. Quanto ao destino de Chávez e os movimentos populares em apoio ao presidente, as emissoras literalmente se calaram. Ao contrário, elas insistiam no sucesso do golpe a “vendiam” a imagem da paz a partir daquele momento.
     
    Porém, algumas pessoas tiveram acesso às notícias de outros países e descobriram que o que aconteceu de verdade, é que o presidente foi sequestrado. A informação logo se espalhou e o povo saiu em protesto até o palácio presidencial. Milhares de manifestantes pressionaram e, após uma reação dos militares Chavistas que guardavam o palácio, os golpistas foram presos. Em seguida, o canal estatal voltou ao ar e, como Chávez não chegou a assinar a renúncia, foi transmitida a posse do seu sucessor, segundo a Constituição Federal, o presidente da Câmara dos Deputados.
     
    O documentário aborda esses fatos com muita maestria. Ele mostra os acontecimentos de forma cronológica e aborda o poder manipulante da mídia, desmentindo as montagens e edições feitas nas filmagens da TV comercial. São apresentadas as declarações de jornalistas contra Chávez, que se provaram mentirosas. Claramente, fica demonstrada a relação da imprensa local com a elite econômica do país. “A revolução não será televisionada” usa, inclusive, ironia comparando o que os oposicionistas afirmavam, com a verdade. Percebe-se, com as declarações transmitidas pelas cinco redes comerciais, que Hugo Chávez não censurava a imprensa, pelo contrário, eram faladas coisas terríveis, agressivas e mentirosas.
     
    O vídeo incluiu entrevistas com a população, tanto favoráveis ao presidente, como contra. Essa abordagem das entrevistas, sem dúvidas, conferiu maior credibilidade ao documentário. É mostrada, também, uma cena que chega a ser cômica: A equipe de Carmona, antes arrogante, presa no interior do palácio Miraflores. Demonstrando os ideais obscuros dos golpistas, o documentário mostra o cofre do palácio esvaziado.
     
    Fica explicado no vídeo, porque Hugo Chávez passou a se preocupar com as comunicações, criando emissoras estatais e não renovando a concessão da RCTV (Comparativamente a Rede Globo da Venezuela, à época), após a apresentação da fala de seu Ministro do Desenvolvimento: “os adversários eram muito poderosos e não deu tempo... Não organizamos uma política de comunicações”. Em meio ao desânimo de sua equipe de governo, Chávez aparenta acreditar realmente que voltaria ao governo. A força do povo fez com que ele realmente voltasse ainda mais fortalecido.
     
    O documentário não é amplamente distribuído e foi exibido no Brasil pela TV Câmara.
    Ficha técnica
     
    Gênero: Documentário
    Data: 2003
    País: Irlanda
    Filmado e dirigido por: Kim Bartley e Donnacha O'Briain
    Produzido por: Power Picture associada à Agencia de Cinema da Irlanda.
    Edição: Angel H. Zoido
    Produtor Executivo: Rod Stonemann
    Produzido por: David Power
    Duração:74 minutos
     
    http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=MTui69j4XvQ#!
     
     
     
     
     
    Pesquisa no youtube
     
     
     
    De: http://contextolivre.blogspot.com/2012/02/revolucao-nao-sera-televisionada-o.html?spref=tw

     

    Castor Filho <casto...@gmail.com> Feb 21 09:43PM -0200  

    De: Vanderley
     
     
     
     
     
     
    *Entrevista*
     
    *Michel Chossudovsky: EUA são piores do que a inquisição espanhola*
    <http://www.patrialatina.com.br/fotos/20-02-2012_17_51_55_.jpg> **
     
     
    Presidente e diretor do Centro de Pesquisa em Globalização (Centre for
    Research on Globalization), Michel Chossudovsky conversou com o
    ODiário.Info sobre a discussão de uma possível terceira guerra mundial, de
    que fala no seu livro “Towards a World War III Scenario: The Dangers of
    Nuclear War”.
     
     
    *Por Sara Sanz Pinto* *
     
     
    Crítico da fortificação militar que os Estados Unidos estão construindo em
    torno da China, o professor canadiano da Universidade de Otava defende que
    a opinião pública é fundamental para evitar uma guerra nuclear.
     
    *ODiário.Info:** Diz no seu livro que a guerra com o Irã já começou e que
    os Estados Unidos estão apenas à espera de um rosto humano para lhe dar.
    Acredita que os objetivos políticos e geoestratégicos de Washington podem
    levar-nos a uma guerra nuclear com consequências para toda a humanidade?*
    *Michel Chossudovsky:* Não quero fazer previsões e ir além do que
    aconteceu. Tudo o que posso dizer, e tenho vindo a dizê-lo de forma
    repetida, é que a preparação para a guerra está a um nível muito elevado.
    Se será levada a cabo ou não é outro patamar, e ainda não o podemos
    afirmar. Esperemos que não. Mas temos de considerar seriamente o fato de
    que este destacamento de tropas é o maior da história mundial. Estamos
    assistindo o envio de forças navais, homens, sistemas de armamento de
    ponta, controlados através do comando estratégico norte-americano em Omaha,
    Nebrasca, e que envolve uma coordenação entre EUA, Otan e forças
    israelitas, além de outros aliados no golfo Pérsico (Arábia Saudita e
    estados do Golfo).
    Estas forças estão a postos. Isto não significa necessariamente que vamos
    entrar num cenário de terceira guerra mundial, mas os planos militares no
    Pentágono, nas bases da Otan, em Bruxelas e em Israel, estão a ser feitos.
    E temos de levá-los muito a sério. Tudo pode acontecer, estamos numa
    encruzilhada muito perigosa e infelizmente a opinião pública está mal
    informada. Dão espaço a Hollywood, aos crimes e a todo o tipo de
    acontecimentos banais, mas, no que toca a este destacamento militar que
    poderá levar-nos a uma terceira guerra mundial, ninguém diz nada. Isso é um
    dos problemas, porque a opinião pública é muito importante para evitar esta
    guerra.
    E isso não está a acontecer, as pessoas não estão se organizando para se
    oporem à guerra. Isto não é uma questão política, é um problema muito
    maior, e tenho de dizer que os meios de comunicação ocidentais estão
    envolvidos em atos de camuflagem absolutamente criminosos. Só o fato de
    alinharem com a agenda militar, como estão a fazer na Síria, onde sabemos
    que os rebeldes são apoiados pela Otan, na Arábia Saudita e em Israel, e
    como fizeram na Líbia, é chocante do meu ponto de vista, porque as mentiras
    que se criam servem para justificar uma intervenção humanitária. Em vez de
    uma guerra nuclear, não podemos assistir a um cenário semelhante à Guerra
    Fria, com os EUA, a União Europeia e Israel de um lado e a China, a Rússia
    e o Irã do outro?
    Esse cenário já é visível. A Otan e os EUA militarizaram a sua fronteira
    com a Rússia e a Europa de Leste, com os chamados escudos de defesa
    antimíssil – todos esses mísseis estão apontados a cidades russas. Obama
    sublinhou em declarações recentes que a China é uma ameaça no Pacífico –
    uma ameaça a quê? A China é um país que nunca saiu das suas fronteiras em 2
    mil anos. E eu sei, porque investigo este tema há muito tempo, que está
    sendo construída toda uma fortaleza militar em volta da China, no mar, na
    península da Coreia, e o país está cercado, pelo menos na sua fronteira a
    sul. Por isso a China não é a ameaça. Os EUA são a ameaça à segurança da
    China. E estamos numa situação de Guerra Fria. Devo mencionar, porque é
    importante para a UE, que, no limite, os EUA, no que toca à sua postura
    financeira, bancária, militar e petrolífera, também estão a ameaçar a UE.
    Estão por trás da destabilização do sistema bancário europeu.
     
    *ODiário.Info:** E a colocação de mais tropas em torno da China vai trazer
    mais tensão à região.*
    *MC:* Quanto a isso não tenho dúvidas, porque os EUA estão aumentando a sua
    presença militar no Pacífico, no oceano Índico e estão tentando ter o apoio
    das Filipinas e de outros países no Sudeste Asiático, como o Japão, a
    Coreia, Singapura, a Malásia (que durante muitos anos esteve reticente a
    juntar-se a esta aliança). Portanto, Washington está formando uma extensão
    da Otan na região da Ásia-Pacífico, direcionada contra a China. Não há
    dúvidas quanto a isto. E não se vence uma guerra contra a China. É um país
    com uma população de 1,4 bilhões de pessoas, com um número significativo de
    forças, tanto convencionais como estratégicas. Por isso, com este confronto
    entre a Otan e os EUA, de um lado, e a China, do outro, estamos num cenário
    de terceira guerra mundial. E toda a gente vai perder esta guerra. Qualquer
    pessoa com um entendimento mínimo de planejamento militar sabe que este
    tipo de confronto entre superpotências – incluindo o Irã, que é uma
    potência regional no Médio Oriente, com uma população de 80 milhões de
    pessoas – poderá levar-nos a uma guerra nuclear. E digo isto porque os EUA
    e os seus aliados implementaram as chamadas armas nucleares tácticas –
    mudaram o nome das bombas e dizem que são inofensivas para os civis, o que
    é uma grande mentira.
     
    *ODiário.Info:** Mentira porquê?*
    *MC:* Está escrito em todos os documentos que a B61-11 [arma nuclear
    convencional] não faz mal às pessoas e planeiam usá-la. Tenho examinado
    estes planos de guerra nos últimos oito anos, e posso garantir que estão
    prontos a ser usados e podem ser acionados sem uma ordem do presidente dos
    EUA. Olhe para o que eles designam “Nuclear Posture Review” de 2001, um
    relatório fulcral que integra as armas nucleares no arsenal convencional,
    sublinhando a distinção entre os diferentes tipos de armas e apresentando a
    noção daquilo que chamam “caixa de ferramentas”. E a caixa de ferramentas é
    uma coleção de armas variadas, que o comandante na região ou no terreno
    pode escolher, onde estão estas B61-11, que são consideradas armas
    convencionais. Se quiser posso fazer uma analogia, é a mesma coisa que
    dizer que fumar é bom para a saúde. As armas nucleares não são boas para a
    saúde, mudaram o rótulo e chamaram–lhes bombas humanitárias, mas têm uma
    capacidade destruidora seis vezes superior à de Hiroxima.
    *
    ODiário.Info:** Mas a maior parte das pessoas não parece consciente da
    gravidade do cenário…*
    *MC:* A ironia é que a terceira guerra mundial pode começar e ninguém
    estará sequer a par, porque não vai estar nas primeiras páginas. Na
    verdade, a guerra já começou no Irã. Têm forças especiais no terreno,
    instigaram todo este tipo de mecanismos para desestabilizar a economia
    iraniana através do congelamento de bens. Há uma guerra da moeda em curso –
    isto faz parte da agenda militar. Desestabilizando-se a moeda de um país
    desestabiliza-se a sua economia, bloqueiam-se as exportações de petróleo, e
    isto antecede a implementação de uma agenda militar. Se eles puderem evitar
    uma aventura militar contra o Irã e ocupar o país através de outros meios,
    fá-lo-ão. É isso que estão a tentar neste momento. Querem a mudança de
    regime, o colapso das petrolíferas, apropriar-se dos recursos do país, e
    têm capacidade para fazer isto tudo sem uma intervenção militar, embora
    alguma possa vir a ser necessária. Mas o Irã é considerado uma das maiores
    potências militares da região e basta olharmos para as análises da sua
    força aérea, a sua capacidade em mísseis, as suas forças convencionais que
    ultrapassam um milhão de homens (entre ativo e reserva), o que permite que
    de um dia para o outro consiga mobilizar cerca de metade, ou até mais.
    Tendo em conta estes números, os EUA e os seus aliados não conseguem vencer
    uma guerra convencional contra o Irã, daí a razão pela qual estão a tentar
    fazer a guerra com outros meios, e um desses meios é o pretexto das armas
    nucleares.
     
    *ODiário.Info: **Acha que o Ocidente pode lançar um ataque preventivo
    contra o Irão mesmo sem provas?*
    *MC: *Claro que sim! Olhe para a história dos pretextos para lançar
    guerras. Olhe para trás, para todas as guerras que os EUA começaram, a
    partir do século XIX. O que fazem sistematicamente é criar aquilo que
    chamamos incidente provocado para começar a guerra. Um incidente que lhes
    permite justificar o início de um conflito por motivos humanitários. Isto é
    muito óbvio. Em Pearl Harbor, por exemplo, sabe-se que foi uma provocação,
    porque os EUA sabiam que iam ser atacados e deixaram que tal acontecesse. O
    mesmo se passou com o incidente no golfo de Tonkin, que levou à guerra do
    Vietnã. E agora são vários os pretextos que emergem contra o Irã: as
    alegadas armas nucleares são um, outro é o alegado papel nos atentados 11
    de Setembro, pois desde o primeiro dia que acusam o país de apoiar os
    ataques, a afirmação mais absurda que podem fazer, pois não existem
    quaisquer provas. Mas os media agarram nestas coisas e dizem “sim, claro”.
    *
    ODiário.Info: Pode explicar às pessoas de uma forma simples a relação entre
    guerra contra o terrorismo e batalha pelo petróleo?*
    *MC: *A guerra contra o terrorismo é uma farsa, é uma forma de demonizar os
    muçulmanos e é também a criação, através de operações em segredo dos
    serviços secretos, de brigadas islâmicas, controladas pelos EUA. Sabemos
    disso! Estas forças, ligadas à Al-Qaeda, são uma criação da CIA de 1979.
    Por isso a guerra contra o terrorismo é apenas um pretexto e uma
    justificação para lançar uma guerra de conquista. É uma tentativa de
    convencer as pessoas de que os muçulmanos são uma ameaça e de que estão a
    protegê-las e para isso têm de invadir países perigosos, como o Irã, o
    Iraque, a Síria e a Coreia do Norte, que perdeu 25% da sua população
    durante a Guerra da Coreia, mas, no entanto, continua a ser tida como uma
    ameaça para Washington. É absurdo! Os americanos são um pouco como a
    inquisição espanhola. Aliás, piores! O que mais me choca é que os EUA
    conseguem virar a realidade ao contrário, sabendo que são mentiras e mesmo
    assim acreditando nelas. A guerra contra o terrorismo é uma mentira enorme,
    mas todas as pessoas acreditam e o mesmo se passava com a inquisição
    espanhola – ninguém a questionava. As pessoas conformam-se com consensos e
    quem assume a posição de que isto não passa de um conjunto de mentiras é
    considerado alguém em quem não se pode confiar e provavelmente perderá o
    emprego. Por isso esta guerra é contra a verdade, muito mais séria que a
    agenda militar. Contra a consciência das pessoas – parece que ninguém está
    autorizado a pensar. E depois vêm dizer-nos “Ah, mas as armas nucleares são
    seguras para os civis”. E as pessoas acreditam.
     
    *ODiário.Info: **Será Israel capaz de atacar Irã sem o apoio dos EUA?*
    *MC: *Não. Eles podem enviar as suas forças, por exemplo para o Líbano, mas
    o seu sistema está integrado no dos EUA e, como o Irã tem mísseis, têm de
    estar coordenados com Washington. É uma impossibilidade em termos
    militares. Em 2008, o sistema de defesa aérea de Israel foi integrado no
    dos EUA. Estamos a falar de estruturas de comando integradas. Quer dizer,
    Israel pode lançar uma pequena guerra contra o Hezbollah ou até contra a
    Síria, mas contra o Irã terá de ser com a intervenção do Pentágono. Embora
    tendo uma fatia significativa de militares, Israel tem uma população de 7
    milhões de pessoas e não tem capacidade para lançar uma grande ofensiva
    contra o Irã.
     
    *Por Sara Sanz Pinto é jornalista.
     
    Fonte: ODiário.info
     
     
    _______________________________________________
     
    *Respeitamos seu direito de privacidade na internet, caso não queira
    continuar recebendo nossas mensagens, basta responder este e-mail com o
    assunto: REMOVER*

     

    Castor Filho <casto...@gmail.com> Feb 21 09:39PM -0200  

    De: Fernanda Tardin
     
     
    A SEMANA COM CARNAVAL E TUDO – “AI QUE SAPUCA!”
    <http://juntosomos-fortes.blogspot.com/2012/02/semana-com-carnaval-e-tudo-ai-que.html>
    Coluna semanal do Blog Juntos Somos Fortes)
     
    Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2012 10:51
     
    *A SEMANA *
     
    *COM CARNAVAL E TUDO – “AI QUE SAPUCA!”*
     
     
    Laerte Braga
     
     
    Imagino que Narcisa Tamborindeguy deve ter sido socorrida por um batalhão
    de especialistas após “produzir” o seu bordão para o carnaval deste ano –
    “Ai que Sacupa!”. O esforço mental deve ter poluído toda a Baía de
    Guanabara. Em anos passados, chamada a participar de uma novela da GLOBO –
    é amiga do diretor do BBB – viveu dois ou três segundos de fama por outro
    bordão – “Ai que loucura”.
     
    Fora isso e além de ser rica, a senhora em tela fazia parte – ou faz, não
    se sei se continua – da turma que jogava água suja em pessoas que passavam
    na calçada de uma das ruas de Copacabana, definindo-as – ao seu talante –
    se eram “dignas” ou apenas “prostitutas”.
     
    Em sua defesa, depois de denunciado o fato e confirmada a presença de
    Narcisa, Boninho e outros mais, alegou que em determinados momentos jogava
    rosas sobre os “pobres que iam para o trabalho”.
     
    Consta que em algumas áreas próximas ao sambódromo foram encontrados
    dejetos semelhantes a um cérebro. Vão se prestar a estudos sobre o posar
    nua ou não posar “por dinheiro nenhum do mundo”. É um tema que vai tomar
    conta dos debates do reality show de uma das redes nacionais de tevê
    brasileiras, no caso a BANDEIRANTES. O reality é sobre mulheres ricas.
     
    De inestimável valor cultural e suma importância para os telespectadores no
    processo “hei de ser Narcisa um dia”. A legião de zumbis.
     
    Joãozinho Trinta foi um dos destaques do desfile de escolas de samba no Rio
    de Janeiro. O extraordinário caráter apoteótico do carnavalesco surgiu
    pelas mãos de Fernando Pamplona no Salgueiro – foi assistente de Pamplona
    –, Transformou a revolução que Pamplona promoveu nos desfiles de escolas em
    algo feérico e o fez com incrível capacidade de assombrar pela
    extraordinária e rica imaginação.
     
    Nada a ver com Narcisa Tamborindeguy.
     
    A América Latina por conta de um tratado internacional é considerada zona
    livre de armas nucleares. A antiga Grã Bretanha – hoje é colônia dos EUA –
    construiu e mantém nas ilhas Malvinas (território argentino) uma base
    militar com armas nucleares. É apoiada pelos norte-americanos. Uma espécie
    de “prevenção” para eventuais “necessidades” do complexo terrorista
    ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A nessa parte do mundo.
     
    Daí a resistência dos britânicos em discutir a devolução das Malvinas aos
    argentinos e a absoluta omissão dos EUA no assunto.
     
    É uma situação de extrema gravidade para toda a América Latina,
    particularmente os países da América do Sul. As Malvinas deixam de ser um
    problema exclusivamente entre a Argentina e a Grã Bretanha para ganhar uma
    dimensão bem mais ampla. É de toda a América Latina. A Argentina e
    argentinos somos todos nós.
     
    Típico caso de sanções contra a Grã Bretanha. Não vão acontecer. O mundo
    globalizado pela força do terror capitalista – “globalitarizado” – tem mão
    única no entender das potências que controlam os arsenais nucleares.
     
    A Grã Bretanha – Mini Bretanha – não é mais um império, nem propriamente
    uma potência, mas a mais importante colônia dos EUA na Europa. Não importa
    que partido esteja no governo. Sejam os trabalhistas, ou os conservadores.
    Os liberais são adereço, pelo menos por enquanto.
     
    O Brasil, neste momento, tem uma política externa dúbia, há recuos
    lamentáveis do governo Dilma Roussef em relação ao governo Lula. Os
    caminhos próprios que falam que a presidente quer trilhar parecem não ter
    nada a ver com os compromissos de campanha, mas com a estrada para a
    reeleição em 2014. O viés é neoliberal.
     
    A propósito, a escola de samba Gaviões da Fiel – a maior e melhor
    organizada torcida do Corinthians, um dos grandes clubes de massa no Brasil
    – decidiu homenagear o ex-presidente Lula.
     
    Foi patética a transmissão da GLOBO. Os carros alegóricos que falavam da
    ditadura militar foram chamados de “carros do período dos governos
    militares”. Sobre prisões nada além de comentários insossos e sobre tortura
    nem uma palavra. Sobre o ex-presidente o mínimo de comentários que pudessem
    destacar a figura de Lula. Nos bastidores uma pressão sobre autoridades
    paulistas e jurados para que a escola não venha a ser a ganhadora do
    carnaval neste ano. Se foi ou não, escrevo antes de ser divulgado o
    resultado do desfile, não sei.
     
    Quando era governador do Rio de Janeiro Leonel Brizola abriu as
    transmissões do desfile de escolas de samba no sambódromo – construído em
    seu governo – a todas as redes de tevê que o quisessem. A afirmação de
    Brizola para justificar sua decisão foi simples – “é um espetáculo público,
    tem dinheiro público envolvido e por isso pertence a todos, não pode ser
    monopólio de uma só rede”.
     
    Imaginar que Geraldo Alckimin ou Gilberto Kassab possam tomar uma atitude
    desse porte é demais. O máximo que os caras fazem a andar joelhos quando se
    trata da máfia dos Marinhos. Via de regra deitam-se para a família não se
    veja obrigada a pisar em poças d’água enquanto caminha. E de quebra
    contratos milionários de publicidade.
     
    A mais importante rival de Narcisa Tamborindeguy, a socialite Val
    Marchiori, alvo da atenção de alguns foliões do bloco os FILHOS DE GANDHI
    (deram vários colares à senhora referida), no camarote da REDE BANDEIRANTES
    em Salvador, depois de desfilar por uma escola de São Paulo, assediada por
    tentativas de beijos, resolveu retirar as pulseiras Chanel que usava e
    jogou-as para o público.
     
    Ato contínuo desceu até a rua – cercada por uma legião de seguranças – e
    bebeu champanhe para ganhar uma aposta feita com Adriane Galisteu,
    “apresentadora” da mesma rede de tevê.
     
    Segundo disse a jornalistas “dei uma secadinha para entrar em forma, estão
    todos elogiando a minha forma”. Ao contrário de sua rival no reality show –
    Narcisa Tamborindeguy – está disposta a posar nua para provar que sua forma
    não se restringe ao que vem mostrando. Há segredos guardados.
     
    Deve ser propaganda de algum cirurgião plástico.
     
    O problema não é ser rica e nem posar nua, ou deixar de posar, o que pega
    nesse tipo de “transmissão do carnaval pelo Brasil” é o absoluto vazio que
    preenche as redes de tevê numa festa popular que ainda sobrevive a todas as
    tentativas de transformá-la num evento para turistas, uma espécie de arena
    para mulheres ricas, palco para grandes empresas entreterem seus clientes e
    assim por diante.
     
    Um site desses de nada, está sugerindo aos seus leitores que falem direto
    com as figuras que estão no camarote de determinada marca de cerveja e
    bebidas outras.
     
    O distinto cidadão, ou cidadã vai lá e digita um “helloooooo”, palavra de
    ordem de Val Marchiori, recebe outro “hellooooooo” e pronto, “falei com a
    Val”.
     
    O tema do Big Brother Brasil nesse ano deixou de ser implícito e escancarou
    – NINGUÉM É DE NINGUÉM. Tentativa desesperada de salvar o programa, manter
    pelo menos a perspectiva de mais três ou quatro edições. A fábrica de
    heróis.
     
    De quebra o carnaval virou dor de cabeça para um bando de políticos com a
    vigência da lei da FICHA LIMPA já nas eleições municipais deste ano. Nem
    choro e nem vela, a despeito do esforço de Gilmar Mendes e Tófoli para
    manter intocados os fichas sujas.
     
    A semana registrou o incêndio num presídio em Honduras, nas imediações de
    Tegucigalpa, a capital. Perto de 400 mortos. Segundo o “presidente” Pepe
    Lobo, espécie de capataz dos norte-americanos, presos comuns, episódio
    lamentável, “vou apurar os fatos e punir os responsáveis”. Segundo
    autoridades católicas do país, entidades de direitos humanos e dos
    movimentos de resistência à ditadura/democracia naquele país, presos
    políticos misturados a presos comuns, incêndio conveniente para um regime
    brutal e ilegítimo, produto de um golpe tramado em Washington e executado
    pelos militares hondurenhos, quer dizer, militares a soldos dos EUA.
     
    No Espírito Santo um estudante que protestava contra o aumento das tarifas
    de transportes coletivos urbanos foi preso acusado de portar explosivos,
    levado para um presídio de segurança máxima e uma semana depois, diante de
    imensa pressão de vários setores, solto com a explicação que era inocente.
    Foi o preso político do governo fantoche de Renato Casagrande, banana que
    ocupa o palácio, enquanto o criminoso Paulo Hartung comanda, manda e
    desmanda no estado.
     
    É por ai que figuras como Narcisa Tamborindeguy, vazia, sem a menor
    percepção da vida e seu sentido é jogada para as manchetes no afã que a
    mídia cumpre de desinformar e alienar. De vender o modelo boneca de vento
    cheia de dinheiro oriundo da corrupção (o pai era ou é empresário de
    transportes coletivos urbanos em cidades do grande Rio, a mãe foi deputada
    e as acusações são inúmeras)
     
    “AI QUE SAPUCA!” É isso, a coisa tentando ser gente.E o processo de
    transformação de gente em coisa.
     
    "Ou Brilhamos Todos Ou Não Brilha Ninguem".
    http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/
    Blog de Visibilidade de debates da Sociedade ORGANIZADA
    que discute com politicos UM NOVO ES É POSSIVEL,
    Divulgue-nos, Juntos Somos Fortes
    http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/
    Somos a base da piramide, 180 milhoes de brasileiro,
    porque sUstentar um Topo que nos oprime?"
    Bjs
    Nanda Tardin
    32 91363332
     
     
     
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    Ana Santanna <anapai...@gmail.com> Feb 21 09:35PM -0200  

    *No sacrifício dos servidores mais uma de bandeja para o sistema financeiro*
     
    Depois do carnaval, Câmara vota maior fundo de aposentadoria complementar
    de viés privatizante
     
     
    **
    *
     
    "O Funpresp apresenta um viés totalmente voltado para o mercado. A Lei não
    define a participação do trabalhador na construção do fundo, pelo
    contrário, ele terá autogestão e será manipulado por instituições privadas.
    Ou seja, será concebido como uma máquina do capital, sendo usado pelos
    bancos e instituições financeiras em transações e especulações."
    João Paulo Ribeiro, secretário da Central dos Trabalhadores do Brasil.
     
     
    Tão logo passe o carnaval, o bicho vai pegar em Brasília. Está tudo
    ensaiado para a votação na Câmara Federal do novo regime de previdência dos
    servidores públicos, medida, que, de fato, se insere no conjunto de
    constrangimentos destinados a desfigurar a própria natureza do Estado com a
    desmotivação do seu pessoal até a terceirização e privatização de seus
    serviços.
     
     
    Pelo projeto 1992, de 2007, subproduto da "reforma" de 2003, os novos
    servidores e os que "optarem" agora passarão a contribuir para um fundo de
    pensão estruturado na forma de fundação com personalidade jurídica de
    direito privado, e entrarão no mesmo limbo de incertezas que hoje subordina
    o benefício aos caprichos do "mercado".
     
    Isto é, balizados pelo parágrafo 15 do artigo 40 da Constituição Federal
    (enxerto inconstitucional da Emenda 41) os benefícios obedecerão aos
    limites da "contribuição definida". O que resultará dela vai depender dos
    humores contábeis, que poderão descarregar sobre os aposentados todo o
    prejuízo de uma má gestão ou das conjecturas econômicas.
     
    Essa fórmula foi introduzida no Brasil sob influência do modelo
    norte-americano e já provocou muitas frustrações nos países que a adotaram.
    O gestor do fundo se sente de certa forma desobrigado a trabalhar direito,
    já que não precisa se preocupar com o benefício determinado, como acontecia
    no modelo anterior de previdência complementar.
     
    No bojo dessa proposta, um tremendo imbróglio pela inexistência de
    garantias sobre a portabilidade dos benefícios numa eventual migração do
    servidor entre os vários segmentos do poder público. Este é, aliás, o maior
    prejuízo detectado pelas entidades classistas, que apontam a precariedade
    do trato da matéria sem as salvaguardas pertinentes.
     
     
    CLIQUE AQUI<http://fonacate.org.br/v2/public/web_disk/documentos/2011/manifesto_coletico_contra_o_pl_1992.pdf>e
    veja o manifesto coletivo dos servidores contra o projeto
     
    O mais grave em tudo isso, porém, é o aviltamento profissional do servidor
    de carreira, concursado, que perde uma das principais razões de permanecer
    prestando serviços ao Estado, mesmo diante de melhores ofertas na área
    privada.
     
    O discurso da uniformidade dos regimes previdenciários é falacioso, pois
    só é usado quando se trata de enquadrar os servidores públicos, já
    submetidos a outras exigências, como a idade mínima da aposentadoria junto
    com a soma do tempo de serviço.
     
    Em termos políticos, ao disseminar a idéia de que os funcionários são
    privilegiados e até "indolentes", enquanto lhes solapa cada vez mais os
    direitos históricos, os articuladores do "Estado fraco e vulnerável" fazem
    da má fé a sua arma mais usual.
     
    A verdade é que a grande maioria dos servidores percebe remuneração
    baixíssima, principalmente nas áreas em que o poder público é mais
    necessário, como educação, saúde e segurança. A esses o teto não assusta,
    mas a inexistência das garantias de portabilidade vai pesar negativamente
    na sua aposentadoria futura.
     
    É verdade também que mesmo nas carreiras em que melhor se situam no
    patamar remuneratório é flagrante a insuficiência do ganho, quer
    comparando-se ao setor privado, quer avaliando o retorno do seu desempenho
    em favor do Estado.
     
    Não faz muito, o contrato do servidor público era tão peculiar que embutia
    na sua remuneração, como forma compensatória, os compromissos com a sua
    inatividade. O Estado não é uma empresa que pode existir hoje e amanhã
    fechar as portas. Seus servidores não costumam trocar de patrões e não
    gozam das salvaguardas trabalhistas, incluindo o FGTS e outros benefícios
    específicos dos trabalhadores expostos ao arbítrio das empresas, às quais
    se ligam pelas leis de mercado e sem necessidade de prestarem concursos
    públicos.
     
    Os patrões dos servidores somos nós, os contribuintes de impostos. Somos
    nós, portanto, seus fiscais naturais. O estatuto que lhes foi deferido tem
    a ver com mudanças de governos e no interior destes. Eles não poderiam
    depender de caprichos eventuais em relação às suas obrigações.
     
    Aos poucos, no entanto, o sistema de forte indutor privatizante vem
    assestando golpes seguidos sobre os servidores, fazendo de tudo para
    torná-los amargos, insatisfeitos e inúteis, ao ponto de pagarem ao um
    terceirizado, que não prestou concurso e tem vínculo casual, no desempenho
    das mesmas tarefas, três vezes mais do que a eles.
     
    A criação do regime de previdência complementar dos servidores não trará
    os resultados contábeis alegados por seus defensores, mas afetará o moral
    de uma corporação que vem sendo sistematicamente espezinhada com a
    introdução de enxertos deformadores do seu papel e de sua índole funcional.
     
    O que acontecerá, na prática, será o desvio dos recursos públicos para o
    sistema financeiro, ainda que, de imediato, entenda-se que a fundação terá
    o controle do seu patrocinador.
     
    Esses recursos poderão ser aplicados livremente nas empresas privadas, como
    aconteceu com os fundos das estatais, que alimentaram e alimentam a
    privataria. Será menos dinheiro nos cofres públicos e mais elementos
    especulativos na ciranda financeira.
     
    O Estado institucional não vai ganhar nada com esse novo modelo
    previdenciário e seus servidores, que são sua alma, serão lançados na vala
    das incertezas em relação ao seu futuro, cada dia mais sombrio, no que se
    tornarão mais vulneráveis aos encantos dos interesses que os assediam
    diuturnamente.
     
    Isso tudo é um jogo baixo de cartas marcadas que parece resultar de
    negociações indefensáveis ou de sujeição à estratégia de fragmentação da
    própria soberania nacional, através da miniaturização do Estado soberano.
     
    A votação do novo regime previdenciário na Câmara está prevista para os
    próximos dias, quando a população ainda estará emocionalmente mergulhada
    nos embalos do carnaval, esses dias em que, como já disse, a alma humana
    tenta afogar as tristezas, os tormentos e a impotência em que se debate o
    ano inteiro. Será na ressaca, e na ressaca ninguém tem cabeça para nada.
    *
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    Ana Santanna <anapai...@gmail.com> Feb 21 09:29PM -0200  

    From: *Beatrice*
    *
    ***
     
    *Museu nos EUA cancela mostra com desenhos de crianças palestinas*
     
    Trabalhos mostram conflitos e sofrimento provocados pelos ataques a Gaza
     
    [image: clip_image001]
     
     
     
    Da Redação
     
    Pressões de organizações pró-Israel motivaram o cancelamento de uma
    exposição de desenhos de crianças palestinas programada no Museu de Arte
    para Crianças (Mocha), em Oakland, nos Estados Unidos. A mostra estava
    prevista para ocorrer em setembro, promovida pela Aliança do Oriente Médio
    para a Infância (Meca).
     
    Mais sobre Oriente Médio:
     
    *Gershon Knispel: os protestos trouxeram Gilad Shalit de volta para
    casa<http://carosamigos.terra.com.br/index2/index.php/component/content/article/159-edicao-177/2301-oriente-medio-o-preco-foi-alto-demais>
    *
     
    *José Arbex Jr. fala sobre as provocações e ameaças de Israel em cima
    do Irã<http://carosamigos.terra.com.br/index2/index.php/component/content/article/159-edicao-177/2305-jose-arbex-jr-tambores-da-barbarie>
    *
     
    Batizada em tradução livre de "Um olhar de criança sobre Gaza", as imagens
    proibidas foram feitas por crianças palestinas e abordam os conflitos com
    Israel. "Os únicos ganhadores aqui são os que gastam milhões de dólares
    para censurar toda crítica a Israel e o silenciamento das vozes das
    crianças que vivem todos os dias sob o cerco militar e com a ocupação",
    afirmou a diretora executiva da Meca, Barbara Lubin, em entrevista ao *site
    do Movimento Palestina Livre<http://www.freepalestinemovement.org/mocha.html>
    *.
     
    Confira abaixo algumas das imagens proibidas no museu dos Estados Unidos e
    que circulam em blogs e emails.
     
     
     
    [image: clip_image002]
     
     
     
    [image: clip_image003]
     
     
     
    [image: clip_image004]
     
     
     
    [image: clip_image005]
     
     
     
    [image: clip_image006]
     
     
     
     
     
    [image: clip_image007]
     
     
     
    [image: clip_image008]
     
    http://carosamigos.terra.com.br/index2/index.php/noticias/2369-museu-nos-eua-cancela-mostra-com-desenhos-de-criancas-palestinas
    **
     
     
     
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    Ana Santanna <anapai...@gmail.com> Feb 21 09:28PM -0200  

    ****
    Blog do Planalto <http://blog.planalto.gov.br>
     
    <http://fusion.google.com/add?source=atgs&feedurl=http://feeds.feedburner.com/blogplanalto>
    <http://blog.planalto.gov.br>
    ------------------------------
     
    Presidenta Dilma afirma que obras de integração do São Francisco vão entrar
    no ritmo adequado<http://blog.planalto.gov.br/presidenta-dilma-afirma-que-obras-de-integracao-do-sao-francisco-vao-entrar-no-ritmo-adequado/>
     
    Posted: 21 Feb 2012 03:07 AM PST
     
    [image: Conversa com a
    Presidenta]<http://blog.planalto.gov.br/categoria/destaques/conversa-com-a-presidenta/>
     
     
    Na coluna *Conversa com a Presidenta*, publicada hoje (21) nos jornais, a
    presidenta Dilma Rousseff garantiu que, após a renegociação dos contratos e
    a definição de um novo modelo para o monitoramento, as obras de integração
    do Rio São Francisco vão entrar num ritmo adequado. Na resposta ao
    professor universitário Francisco Xavier Lima e Souza, de Xapuri (AC), a
    presidenta ressaltou que o Projeto de Integração do São Francisco é uma
    obra fundamental para 12 milhões de pessoas de 390 cidades. Segundo ela, a
    situação hoje é de retomada das obras, algumas já em ritmo normal e outras
    sendo reiniciadas em nove dos 14 lotes que compõem os eixos Leste e Norte.
     
    “Nós renegociamos os contratos, removemos os obstáculos dos problemas
    técnicos, mas agora queremos resultados e cumprimento dos prazos. Vou
    cobrar do ministro, que vai cobrar de todos os funcionários de seu
    Ministério e todos nós, juntos, vamos cobrar das empresas privadas e do
    Exército, que estão executando as obras. Chegou a hora de criar todas as
    condições para que o Nordeste tenha água suficiente para o consumo humano,
    para os animais e para alimentar o seu processo de desenvolvimento”, disse
    a presidenta.
     
    Ela afirmou ainda que o governo federal pretende construir e equipar 6.427
    novas creches e pré-escolas até 2014 com recursos incluídos no Programa de
    Aceleração do Crescimento (PAC 2). Na resposta à assistente social Maria
    Regina dos Santos Silva, de Salvador (BA), a presidenta reiterou seu
    compromisso com a educação das crianças de zero a cinco anos e informou que
    já foram assinados convênios com os municípios para a construção de 1.507
    unidades.
     
    “Estamos investindo na melhoria da educação desde os primeiros anos de vida
    da criança, consolidando uma base de aprendizado que será fundamental nas
    demais etapas do processo educacional. Esse é o caminho para formarmos
    cidadãos plenamente capazes de participar ativamente da construção do nosso
    país.”
     
    Na coluna, ela também comentou os dados dos transplantes realizados no
    Brasil. Ao representante comercial João Canuto, morador de Duque de Caxias
    (RJ), a presidenta informou que, dos 23.397 transplantes realizados no país
    em 2011, 95% foram feitos pelo SUS, de forma totalmente gratuita.
     
    “Para você ter uma ideia da evolução, em 2001 foram realizados 10.428
    transplantes. O Brasil já se consolidou como referência por ter o maior
    sistema público de transplantes de todo o mundo”, disse Dilma Rousseff.
     
    Segundo ela, os recursos destinados ao Sistema Nacional de Transplantes, em
    2011, alcançaram R$ 1,3 bilhão, quatro vezes mais que os R$ 328 milhões
    aplicados em 2003.E desde o início de 2011, acrescentou a presidenta, o
    governo autorizou o funcionamento de 54 novos centros de transplantes e
    credenciou 72 novas equipes para a realização das cirurgia
    Artigos relacionados
     
    - Agenda: visita às obras do Projeto de Integração do Rio São
    Francisco<http://blog.planalto.gov.br/agenda-visita-as-obras-do-projeto-de-integracao-do-rio-sao-francisco/>
    - Governo quer resultados, diz presidenta Dilma sobre obra de integração
    do São Francisco<http://blog.planalto.gov.br/governo-quer-resultados-diz-presidenta-dilma-sobre-obra-de-integracao-do-sao-francisco/>
    - Para presidenta, integração do São Francisco vai assegurar o
    desenvolvimento do
    Nordeste<http://blog.planalto.gov.br/para-presidenta-integracao-do-sao-francisco-vai-assegurar-o-desenvolvimento-do-nordeste/>
     
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    *
    *

     

    Ana Santanna <anapai...@gmail.com> Feb 21 09:27PM -0200  

    **
    *From: Beatrice
    ***
     
    *Occupy e os repolhos da esquerda*
     
    [image: clip_image001]<http://www.quadradodosloucos.com.br/wp-content/uploads/2012/02/dancedancesocialistrevolution1.gif>
    *Só posso acreditar num Lênin que saiba dançar*
     
    “*A erva existe exclusivamente entre grandes espaços cultivados. Ela
    preenche os vazios. Ela cresce entre, e no meio das outras coisas. A flor é
    bela, o repolho útil, a papoula enlouquece. Mas a erva é transbordamento,
    ela é uma lição de moral.*”
    — Henry Miller, Hamlet.
     
     
     
    O velho mundo morre enquanto o novo tarda a aparecer. No claro-escuro
    perfilam os monstros. A citação é de Gramsci e se aplica bem ao momento que
    vivemos. Quando um futuro já presente, tão alegre, se debate para existir;
    um presente já passado teima seus últimos golpes sem direção, em triste
    agonia. Nesse jogo de sombras, os monstros abrem os olhos. Despertam,
    caminham e logo se perguntam: quem somos? Não sabemos. Mas não deixamos de
    reconhecer a força, a natureza disfome, a imprevisibilidade, e os seus
    perigos e é bom que assustem e inspirem receios e desconfianças. Em todo
    processo transformador, o medo tem que mudar de lado. E se existem monstros
    do bem e monstros do mal, de qualquer modo, é só frequentar o cinema para
    saber que os monstros desejam a mesma coisa: amar e serem amados. Este
    grande amor, monstruoso e nada sentimental, não pode faltar em todas as
    lutas generosas e produtivas mobilizações por um outro mundo.
     
    Enquanto isso, os jornalistas de esquerda não conseguem captar, buscam
    pautas cristalinas e líderes visíveis e acontecimentos inequívocos. Vamos
    dar um desconto: eles são jornalistas. Pedem fatos jornalísticos. Estamos
    fazendo outra coisa. Menos sintetizar do que multiplicar: produzir o máximo
    existencial, não se separar do turbilhão.
     
    O movimento já mudou o léxico da política, resgatou palavras e conceitos
    fora de uso geral, desestabilizou o que se apresentava como dogma e senso
    comum. Alastrou um desejo de mudança que chacoalha o dito “campo das
    esquerdas”. Apesar do dissenso a respeito, penso eu que, em meio a tantas
    palavras e conceitos em estado de fluidez, seja importante às Ocupas
    articularem um discurso *do ponto de vista da* *esquerda*.
     
    Mas não esquerda como os partidos se entendem por esquerda. Porque o Occupy
    não se filiou a eles, não lhe interessa a máquina da representação. Os
    partidos de esquerda sondam no Occupy algum ponto de acoplamento para a
    agenda e os mandatos, alguma maneira de enquadrá-lo nas campanhas
    eleitorais. Como se os movimentos devessem parar de sonhar monstros e se
    esforçar para funcionar conforme o modelo representativo existente, nesse
    subcosmo de estado e mercado, público e privado. Os partidos de esquerda
    são os repolhos de Henry Miller. Nem tampouco esquerda como os sindicatos e
    as centrais sindicais se entendem por esquerda. Não é isso. Porque esses
    cobrem apenas uma mínima fração da classe trabalhadora: formal ou informal,
    reconhecida ou não, isso quando não se prestam a organizar uma gestão mais
    horizontal da exploração do trabalho, cooptados. Os partidos e os
    sindicatos de esquerda se esforçam por disputar o estado e a fábrica,
    quando o estado e a fábrica são parte fundamental do problema.
     
    Nesse sentido de esquerda, realmente não dá. Essa esquerda que joga com a
    direita por melhores negócios, por melhores condições para fazer negócios e
    gerir os lucros e investimentos. Têm pessoas de esquerda que não nasceram
    na família certa ou não conhecem as pessoas certas, a fim de vir a
    gerenciar uma grande empresa ou banco, então resolveram ser empresários e
    banqueiros através do estado. Além disso, do outro lado, toda grande
    empresa ou banco faz negócios, direta ou indiretamente, por dentro do
    estado; ou simplesmente não é viável. Esse agenciamento de uns e outros
    coloca o estado como o balcão onde se viabilizam e realizam negócios, onde
    são mediadas as demandas e os conflitos, sempre em nome de melhores
    negócios. É onde as políticas públicas cada vez mais não passam de novos
    modelos de gestão e negócio, cada vez mais eficientes e transparentes e
    sustentáveis. É o estado-empresa, sem política, isto é, sem antagonismo,
    que mistifica as causas sistêmicas e estruturais por meio de causas morais
    e acessórias.
     
    Isto não significa aderir à pauta ultraliberal da sociedade civil contra o
    estado, como se não fossem dois lados da mesma moeda. Nesta, o estado
    impediria a liberdade individual e a livre circulação dos produtos, ou
    seja, o mercado livre. É o discurso que clama por uma unificação ao redor
    do combate à corrupção e aos impostos, e contra a especulação financeira
    dos yuppies de Wall Street, como se a “economia real” não fosse ela mesma o
    problema. Esse populismo que se diz acima da divisão entre esquerda e
    direita, todavia francamente direitoso, aparece no movimento Cansei e numa
    famosa capa da Veja com o símbolo do Anonymous; mas também no *Tea Party, *nos
    *libertarians* e no guru da cultura livre, Lawrence Lessig, que muito
    eloquentemente declarou seria interessante uma aliança entre o TP e o
    movimento Occupy.
     
    Nesse outro sentido pós-esquerda, também não dá. Se o movimento Occupy é
    monstruoso, é porque resgata o sentido político do conflito, por afirmar
    com todas as letras que a luta é dos 99% contra o 1%. Aí se resgata o
    sentido de esquerda que importa, colocar-se *na perspectiva dos pobres*. E
    não dos modelos de negócios (certas “políticas públicas”) ou da ideologia
    (apelo à “gestão sustentável e eficiente”). Na perspectiva dos pobres, de
    esquerda!, trata-se de confrontar a desigualdade social em todas as suas
    expressões paralelas de opressão: classe, sexualidade, gênero, raça,
    imigração. É combater para sabotar as estruturas e discursos que produzem e
    conservam a desigualdade em primeiro lugar. E reapropriar-se da riqueza
    social, de baixo pra cima, apesar dos especialistas gestores, dos
    representantes partidários e sindicais, e também da opinião pública e seus
    fatos, isto é, dos jornalistas e da miséria do jornalismo.
     
    Nas Ocupas do Brasil, o problema foi colocado além de qualquer abstração
    quando foram inundadas de pobres, com seu sentido pleno de vitalidade e
    liberdade. Uma quermesse de monstros metropolitanos. Pode não ter achado as
    soluções, mas achou os problemas e vem colhendo falas e contribuições em
    lugares e pessoas desprezados pela esquerda institucional. Quando se
    levantaram e tomaram a palavra, as pessoas em situação de rua, os que lutam
    por moradia e terras, pelo direito de produzir direitos, os resistentes
    terapeutizados pelo choque de ordem, o racismo de sempre e o urbanismo dos
    megaeventos, quando esse rio subterrâneo e lamacento por debaixo do Brasil
    oficial irrompeu em toda a sua feiúra, em seus dentes estragados e cabelos
    desgrenhados, em sua potência constituinte. Das Ocupas, incipientemente, se
    produziu esse não-lugar onde as vozes outras puderam articular a cultura de
    resistência que já corre pelo subsolo, pelos esgotos da classe média de
    esquerda, pelos fluxos da cidade, centros e periferias. Sem teto, sem
    renda, sem estudo, sem consideração, enfim, essa violência da miséria,
    plena de sentidos e pulsante de vida, comunicada abertamente. Que é
    violenta mesmo e por isso nos reeduca, nós os mal educados pelo estudo
    formal, porque a única forma de comunicar a miséria é pela violência,
    alegórica ou física — de toda sorte, política. Já não era outro o
    ensinamento da estética da fome, nos filmes de Gláuber Rocha. O câncer não
    está no movimento social, mas na Sociedade (1% e seus representantes) que o
    fratura de injustiça, exclusão e porrada.
     
    O Occupy pode ser a nova esquerda. Não significa que deva refundá-la do
    zero, mas reorganizá-la, inclusive por dentro de forças transformadoras
    através de partidos e sindicatos. Sem desprezar instituições, mas as
    atravessando. Já está fazendo isso. A esquerda tradicional tem mais a
    aprender com o ciclo de lutas de que 2011 foi tão marcante, enriquecendo o
    seu patoá magro, do que o inverso. O movimento Occupy não tem que pedir
    permissão para fazer política e bagunçar o quintal da esquerda. O Occupy é
    erva daninha, monstruosa, e não adianta insistir que quem está nele não vai
    querer plantar mais um repolho.
     
    http://www.quadradodosloucos.com.br/2676/ocuppy-e-os-repolhos-da-esquerda/
     
    ------------------------------
     
    [A rede castorphoto é uma rede independente tem perto de 41.000
    correspondentes no Brasil e no exterior. Estão divididos em 28
    operadores/repetidores e 232 distribuidores; não está vinculada a nenhum
    portal nem a nenhum blog ou sítio. Os operadores recolhem ou recebem
    material de diversos blogs, sítios, agências, jornais e revistas
    eletrônicos, articulistas e outras fontes no Brasil e no exterior para
    distribuição na rede]
     
    *Respeitamos seu direito de privacidade na internet, caso não queira
    continuar recebendo nossas mensagens, basta responder este e-mail com o
    assunto: REMOVER*

     

    marlos mello <mtbm...@gmail.com> Feb 21 11:20AM -0200  

    CONSELHOS DE COMUNICAÇÃO<http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed682_quem_esta_censurando_quem>
    Quem
    está censurando
    quem?<http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed682_quem_esta_censurando_quem>
     
    Por Marlos Mello em 21/02/2012 na edição 682
     
    “O tabu que eu falo aqui, da comunicação e do debate, é um tabu carregado
    de estigmas, porque conselho de comunicação virou sinônimo de controle da
    mídia, virou sinônimo de censura, que é o absurdo dos absurdos porque
    censuram a nossa liberdade de discutir comunicação”(Robinson Almeida,
    secretário de Comunicação do Estado da Bahia, durante o seminário
    “Comunicação em Pauta”, realizado em Porto Alegre, RS, 8 de dezembro de
    2011)
     
    A discussão da relação comunicação e censura talvez ainda seja o grande
    “tabu” presente na democracia brasileira. No entanto, esse é um dos temas
    mais significativos para a compreensão dos novos cenários políticos e
    econômicos que compõem a sociedade. É inegável que nessas mais de duas
    décadas de redemocratização da política brasileira aconteceram avanços e
    conquistas em vários espaços sociais e em várias áreas de atuação. Avanços
    importantes em segmentos antes fadados e tachados como inadequados, o que é
    o caso da participação das mulheres na política, por exemplo. Hoje temos a
    primeira mulher presidenta do Brasil e houve a ascensão de setores das
    esferas mais exploradas da sociedade que passaram a ocupar espaços de
    poder. Segmentos sociais também discriminados estão tendo a oportunidade de
    ocupar espaços importantes na política brasileira.
     
    Mas se, por um lado, o Brasil avançou, por outro ainda é um país imerso em
    proibições, estigmas e interdições. Dentre essas, uma com um grande valor
    de importância é o tema dos conselhos de comunicação que, segundo o
    secretário Robinson Almeida, é o ponto estratégico que precisa ser
    enfrentado pela sociedade brasileira.
     
    *Cenário de polêmicas*
     
    A comunicação no Brasil, no sentido econômico, tem funcionado como mero
    valor de troca comercial, empresarial e político. É um capital relevante
    para o processo produtivo, transforma-se em consumo imediato e é temporário
    e descartável porque a última tecnologia é a que tem valor. A comunicação,
    no sentido neoliberal, não é agente de transformação, mas apenas um dos
    elementos que agregam valor à mão-de-obra e um dos garantidores de que o
    produto final terá consumidores.
     
    No entanto, o que faz o tema da comunicação ser tão polêmico é a forma como
    vem sendo abordado pelas autoridades ao longo de muitos anos. Ao contrário
    do que acontece na educação, na saúde e na assistência social – serviços
    vitais e básicos que têm, além do conselho nacional, conselhos estaduais e
    municipais que possuem a finalidade principal de servir como instrumento
    para garantir a participação popular na construção das políticas e dos
    serviços públicos –, a comunicação parece não possuir esse direito
    (ver aqui<http://www.portaltransparencia.gov.br/controleSocial/ConselhosMunicipaiseControleSocial.asp>).
     
     
    *Técnica* *versus* *sociedade democrática*
     
    Durante sua fala no Seminário “Comunicação em Pauta”, o secretário Robinson
    Almeida fez o seguinte comentário:
     
    “A sociedade que nós temos que ter como sociedade democrática é uma decisão
    dos homens e das mulheres pra que o modelo possa convergir e não uma
    imposição da técnica sobre a vontade humana. Então, não é a economia que
    deve presidir a política, não é a comunicação que deve presidir a política,
    é a política no sentido amplo, do desejo coletivo, pactuado na sociedade,
    não to falando na política no sentido pequeno dela do espaço de poder.
    Então, essa compreensão que nos levou a pensar uma estratégia de elevar a
    comunicação a um status de política pública” Robinson Almeida, secretário
    de Comunicação do Estado da Bahia, durante o seminário “Comunicação em
    Pauta” realizado em Porto Alegre, RS, 8 de dezembro de 2011.
     
    Na minha interpretação, o que o secretário Robinson quer dizer é o
    seguinte: a criação de conselhos de comunicação passa pela vontade das
    pessoas, homens e mulheres, que devem decidir sobre o assunto. E mais: essa
    vontade não pode ser representada apenas pela técnica, ou então pela
    argumentação ideologizada, mas sim, pelo debate amplo “na” e “da”
    sociedade. Na Bahia, por exemplo, já foram promovidas duas conferências
    estaduais de comunicação com o objetivo de evidenciar os problemas e as
    soluções para a política de comunicação no estado e essas conferências
    auxiliaram no processo de criação do Conselho de Comunicação do Estado da
    Bahia (ver aqui<http://www.comunicacao.ba.gov.br/noticias/2012/01/10/representantes-do-conselho-de-comunicacao-social-da-bahia-tomam-posse>).
     
     
    Contudo, considerando-se através de um panorama geral brasileiro, é
    possível perceber que embora haja debates sobre comunicação por todo o
    Brasil, os debates “legitimados”, ou seja, os que valem mesmo, sobre a
    comunicação, estão localizados especificamente em dois espaços da
    sociedade: a) nas universidades e b) nos órgãos de imprensa. São esses dois
    organismos da sociedade, principalmente o “b”, que pautam o tema da
    comunicação no cenário político brasileiro.
     
    *Uma sugestão final*
     
    De maneira geral, parece não haver dúvidas de que, assim como a saúde, a
    educação e a assistência social, a comunicação é um tema de grande
    importância que deveria ser tratado com total transparência. No entanto,
    mesmo fazendo parte dos temas “quentes” e abrigando grandes contradições, a
    comunicação não é levada a sério quando se fala em controle social. Para
    mim, a comunicação no Brasil encontra-se numa “névoa”, num espaço onde não
    podem ocorrer debates, ou melhor, onde se debate de tudo menos comunicação.
    Nesse espaço, só alguns possuem o conhecimento necessário e podem ter o
    direito de falar sobre comunicação. E mais: só alguns podem regulamentar o
    famoso tema da “autorregulamentação” (ver
    aqui<http://portalimprensa.uol.com.br/colunistas/colunas/2010/09/01/imprensa747.shtml>).
     
     
    Sobre o que foi destacado acima, Vera Spolidoro, secretária de comunicação
    do Estado do Rio Grande do Sul, tem a seguinte opinião:
     
    “Se o estado mostrar-se submisso à agenda da mídia estará dependente de uma
    agenda de classe em disputa. Os sistemas de comunicação comercial no Brasil
    quase sempre constituem a principal fonte de informação para a maioria da
    população e sob monopólio exercem determinações sobre a cultura, política e
    sobre a economia. Cabe, portanto, entender os limites dessa
    interdependência na execução de uma política pública de comunicação” (Vera
    Spolidoro, secretária de Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul durante
    o seminário “Comunicação em Pauta” realizado em Porto Alegre, RS, 8 de
    dezembro de 2011).
     
    Assim, é necessário o abandono dessa “névoa”, desse “estigma”, dessa
    “censura”, como afirmou o secretário Robinson Almeida, que não permite o
    debate da comunicação no Brasil. Os conselhos de comunicação representam
    uma das possibilidades de se fazerem debates democráticos, amplos e abertos
    sobre quaisquer temas propostos, inclusive a democratização dos meios de
    comunicação e a regulamentação dos artigos da Constituição (ver
    aqui<http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/mais_de_duas_decadas_depois>).
    Romper com essa lógica perversa de que a comunicação não é importante ao
    interesse público é papel de todos.
     
    Uma sugestão final aos leitores deste artigo. Comecem observando e pensem
    se os órgãos de comunicação da sua cidade são os ideais, se correspondem à
    proposta de uma cobertura democrática e ampla dos acontecimentos
    cotidianos. Questionem os espaços de participação nos meios de comunicação,
    especialmente rádio e televisão, que são concessões públicas e têm de
    garantir o direito à comunicação.
     
    *Metas e objetivos no RS*
     
    Abaixo as metas e objetivos principais da Secretaria de Comunicação e
    Inclusão Digital do Estado do Rio Grande do Sul citados durante o seminário
    “Comunicação em Pauta”.
     
    Metas e objetivos principais da Secretaria de Comunicação e Inclusão
    Digital do Estado do Rio Grande do Sul:
     
    1 – Desenvolver debates e ações para inclusão digital. Ampliação da
    banda-larga e acesso as novas mídias. Trata-se de estabelecer parcerias com
    entidades e instituições governamentais e não-governamentais que operem
    tais propósitos.
     
    2 – implementar redes de produção e difusão de informações que ampliem a
    visibilidade do governo através de sistemas e novas tecnologias.
     
    3 – reverter a política de investimento de recursos publicitários
    assegurando condições isonômicas na destinação das verbas oficiais aos
    veículos públicos e comunitários, blogs, sites, rádios e televisões
    comunitárias como forma de incentivar o desenvolvimento de mídias com maior
    expressão da pluralidade de pensamento.
     
    4 – propor que um percentual das verbas oficiais de publicidade constituam
    um fundo para o desenvolvimento da mídia pública e comunitária. As formas
    de acesso aos recursos e a gestão do fundo serão objeto de lei específica a
    ser encaminhada à Assembleia Legislativa.
     
    5 – garantir a adoção de critérios na produção gráfica e eletrônica do
    governo que promovam a inclusão de diferentes setores sociais e que não
    deixem margem ao discurso discriminatório de raça, gênero, orientação
    sexual, geracional ou econômica. Incluir na rede estadual o debate sobre
    conteúdos que resgatem o caráter dialógico da comunicação com programas que
    contemplem a leitura crítica da mídia, formação de um quadro docente para
    tal através da universidade estadual em articulação com faculdades de
    comunicação. Estabelecer parceiras entre a fundação Piratini – que é a
    nossa fundação de televisão pública – TV e rádio e a EBC – empresa
    brasileira de comunicação, buscando a ampliação do investimento,
    atualização técnica, qualificação profissional de programação. Debater a
    migração da fundação Piratini do sistema estatal para o sistema público e,
    por fim, colocar em pauta no conselhão – conselho de desenvolvimento
    econômico e social – a criação de um conselho estadual de comunicação
    integrado pela sociedade, de caráter público, autônomo e deliberativo com
    objetivo de debater os debates relacionados ao setor no formato de
    comunicação social escrito na constituição brasileira e, para tanto, deverá
    ser instituído no conselhão, na câmara temática relacionada a comunicação.
     
    ***
     
    [Marlos Mello é psicólogo social, Porto Alegre, RS]

     

    marlos mello <mtbm...@gmail.com> Feb 21 02:28AM -0200  

    CONSELHOS DE COMUNICAÇÃO<http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed682_quem_esta_censurando_quem>
    Quem
    está censurando
    quem?<http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed682_quem_esta_censurando_quem>
     
    Por Marlos Mello em 21/02/2012 na edição 682
     
    “O tabu que eu falo aqui, da comunicação e do debate, é um tabu carregado
    de estigmas, porque conselho de comunicação virou sinônimo de controle da
    mídia, virou sinônimo de censura, que é o absurdo dos absurdos porque
    censuram a nossa liberdade de discutir comunicação”(Robinson Almeida,
    secretário de Comunicação do Estado da Bahia, durante o seminário
    “Comunicação em Pauta”, realizado em Porto Alegre, RS, 8 de dezembro de
    2011)
     
    A discussão da relação comunicação e censura talvez ainda seja o grande
    “tabu” presente na democracia brasileira. No entanto, esse é um dos temas
    mais significativos para a compreensão dos novos cenários políticos e
    econômicos que compõem a sociedade. É inegável que nessas mais de duas
    décadas de redemocratização da política brasileira aconteceram avanços e
    conquistas em vários espaços sociais e em várias áreas de atuação. Avanços
    importantes em segmentos antes fadados e tachados como inadequados, o que é
    o caso da participação das mulheres na política, por exemplo. Hoje temos a
    primeira mulher presidenta do Brasil e houve a ascensão de setores das
    esferas mais exploradas da sociedade que passaram a ocupar espaços de
    poder. Segmentos sociais também discriminados estão tendo a oportunidade de
    ocupar espaços importantes na política brasileira.
     
    Mas se, por um lado, o Brasil avançou, por outro ainda é um país imerso em
    proibições, estigmas e interdições. Dentre essas, uma com um grande valor
    de importância é o tema dos conselhos de comunicação que, segundo o
    secretário Robinson Almeida, é o ponto estratégico que precisa ser
    enfrentado pela sociedade brasileira.
     
    *Cenário de polêmicas*
     
    A comunicação no Brasil, no sentido econômico, tem funcionado como mero
    valor de troca comercial, empresarial e político. É um capital relevante
    para o processo produtivo, transforma-se em consumo imediato e é temporário
    e descartável porque a última tecnologia é a que tem valor. A comunicação,
    no sentido neoliberal, não é agente de transformação, mas apenas um dos
    elementos que agregam valor à mão-de-obra e um dos garantidores de que o
    produto final terá consumidores.
     
    No entanto, o que faz o tema da comunicação ser tão polêmico é a forma como
    vem sendo abordado pelas autoridades ao longo de muitos anos. Ao contrário
    do que acontece na educação, na saúde e na assistência social – serviços
    vitais e básicos que têm, além do conselho nacional, conselhos estaduais e
    municipais que possuem a finalidade principal de servir como instrumento
    para garantir a participação popular na construção das políticas e dos
    serviços públicos –, a comunicação parece não possuir esse direito
    (ver aqui<http://www.portaltransparencia.gov.br/controleSocial/ConselhosMunicipaiseControleSocial.asp>).
     
     
    *Técnica* *versus* *sociedade democrática*
     
    Durante sua fala no Seminário “Comunicação em Pauta”, o secretário Robinson
    Almeida fez o seguinte comentário:
     
    “A sociedade que nós temos que ter como sociedade democrática é uma decisão
    dos homens e das mulheres pra que o modelo possa convergir e não uma
    imposição da técnica sobre a vontade humana. Então, não é a economia que
    deve presidir a política, não é a comunicação que deve presidir a política,
    é a política no sentido amplo, do desejo coletivo, pactuado na sociedade,
    não to falando na política no sentido pequeno dela do espaço de poder.
    Então, essa compreensão que nos levou a pensar uma estratégia de elevar a
    comunicação a um status de política pública” Robinson Almeida, secretário
    de Comunicação do Estado da Bahia, durante o seminário “Comunicação em
    Pauta” realizado em Porto Alegre, RS, 8 de dezembro de 2011.
     
    Na minha interpretação, o que o secretário Robinson quer dizer é o
    seguinte: a criação de conselhos de comunicação passa pela vontade das
    pessoas, homens e mulheres, que devem decidir sobre o assunto. E mais: essa
    vontade não pode ser representada apenas pela técnica, ou então pela
    argumentação ideologizada, mas sim, pelo debate amplo “na” e “da”
    sociedade. Na Bahia, por exemplo, já foram promovidas duas conferências
    estaduais de comunicação com o objetivo de evidenciar os problemas e as
    soluções para a política de comunicação no estado e essas conferências
    auxiliaram no processo de criação do Conselho de Comunicação do Estado da
    Bahia (ver aqui<http://www.comunicacao.ba.gov.br/noticias/2012/01/10/representantes-do-conselho-de-comunicacao-social-da-bahia-tomam-posse>).
     
     
    Contudo, considerando-se através de um panorama geral brasileiro, é
    possível perceber que embora haja debates sobre comunicação por todo o
    Brasil, os debates “legitimados”, ou seja, os que valem mesmo, sobre a
    comunicação, estão localizados especificamente em dois espaços da
    sociedade: a) nas universidades e b) nos órgãos de imprensa. São esses dois
    organismos da sociedade, principalmente o “b”, que pautam o tema da
    comunicação no cenário político brasileiro.
     
    *Uma sugestão final*
     
    De maneira geral, parece não haver dúvidas de que, assim como a saúde, a
    educação e a assistência social, a comunicação é um tema de grande
    importância que deveria ser tratado com total transparência. No entanto,
    mesmo fazendo parte dos temas “quentes” e abrigando grandes contradições, a
    comunicação não é levada a sério quando se fala em controle social. Para
    mim, a comunicação no Brasil encontra-se numa “névoa”, num espaço onde não
    podem ocorrer debates, ou melhor, onde se debate de tudo menos comunicação.
    Nesse espaço, só alguns possuem o conhecimento necessário e podem ter o
    direito de falar sobre comunicação. E mais: só alguns podem regulamentar o
    famoso tema da “autorregulamentação” (ver
    aqui<http://portalimprensa.uol.com.br/colunistas/colunas/2010/09/01/imprensa747.shtml>).
     
     
    Sobre o que foi destacado acima, Vera Spolidoro, secretária de comunicação
    do Estado do Rio Grande do Sul, tem a seguinte opinião:
     
    “Se o estado mostrar-se submisso à agenda da mídia estará dependente de uma
    agenda de classe em disputa. Os sistemas de comunicação comercial no Brasil
    quase sempre constituem a principal fonte de informação para a maioria da
    população e sob monopólio exercem determinações sobre a cultura, política e
    sobre a economia. Cabe, portanto, entender os limites dessa
    interdependência na execução de uma política pública de comunicação” (Vera
    Spolidoro, secretária de Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul durante
    o seminário “Comunicação em Pauta” realizado em Porto Alegre, RS, 8 de
    dezembro de 2011).
     
    Assim, é necessário o abandono dessa “névoa”, desse “estigma”, dessa
    “censura”, como afirmou o secretário Robinson Almeida, que não permite o
    debate da comunicação no Brasil. Os conselhos de comunicação representam
    uma das possibilidades de se fazerem debates democráticos, amplos e abertos
    sobre quaisquer temas propostos, inclusive a democratização dos meios de
    comunicação e a regulamentação dos artigos da Constituição (ver
    aqui<http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/mais_de_duas_decadas_depois>).
    Romper com essa lógica perversa de que a comunicação não é importante ao
    interesse público é papel de todos.
     
    Uma sugestão final aos leitores deste artigo. Comecem observando e pensem
    se os órgãos de comunicação da sua cidade são os ideais, se correspondem à
    proposta de uma cobertura democrática e ampla dos acontecimentos
    cotidianos. Questionem os espaços de participação nos meios de comunicação,
    especialmente rádio e televisão, que são concessões públicas e têm de
    garantir o direito à comunicação.
     
    *Metas e objetivos no RS*
     
    Abaixo as metas e objetivos principais da Secretaria de Comunicação e
    Inclusão Digital do Estado do Rio Grande do Sul citados durante o seminário
    “Comunicação em Pauta”.
     
    Metas e objetivos principais da Secretaria de Comunicação e Inclusão
    Digital do Estado do Rio Grande do Sul:
     
    1 – Desenvolver debates e ações para inclusão digital. Ampliação da
    banda-larga e acesso as novas mídias. Trata-se de estabelecer parcerias com
    entidades e instituições governamentais e não-governamentais que operem
    tais propósitos.
     
    2 – implementar redes de produção e difusão de informações que ampliem a
    visibilidade do governo através de sistemas e novas tecnologias.
     
    3 – reverter a política de investimento de recursos publicitários
    assegurando condições isonômicas na destinação das verbas oficiais aos
    veículos públicos e comunitários, blogs, sites, rádios e televisões
    comunitárias como forma de incentivar o desenvolvimento de mídias com maior
    expressão da pluralidade de pensamento.
     
    4 – propor que um percentual das verbas oficiais de publicidade constituam
    um fundo para o desenvolvimento da mídia pública e comunitária. As formas
    de acesso aos recursos e a gestão do fundo serão objeto de lei específica a
    ser encaminhada à Assembleia Legislativa.
     
    5 – garantir a adoção de critérios na produção gráfica e eletrônica do
    governo que promovam a inclusão de diferentes setores sociais e que não
    deixem margem ao discurso discriminatório de raça, gênero, orientação
    sexual, geracional ou econômica. Incluir na rede estadual o debate sobre
    conteúdos que resgatem o caráter dialógico da comunicação com programas que
    contemplem a leitura crítica da mídia, formação de um quadro docente para
    tal através da universidade estadual em articulação com faculdades de
    comunicação. Estabelecer parceiras entre a fundação Piratini – que é a
    nossa fundação de televisão pública – TV e rádio e a EBC – empresa
    brasileira de comunicação, buscando a ampliação do investimento,
    atualização técnica, qualificação profissional de programação. Debater a
    migração da fundação Piratini do sistema estatal para o sistema público e,
    por fim, colocar em pauta no conselhão – conselho de desenvolvimento
    econômico e social – a criação de um conselho estadual de comunicação
    integrado pela sociedade, de caráter público, autônomo e deliberativo com
    objetivo de debater os debates relacionados ao setor no formato de
    comunicação social escrito na constituição brasileira e, para tanto, deverá
    ser instituído no conselhão, na câmara temática relacionada a comunicação.
     
    ***
     
    [Marlos Mello é psicólogo social, Porto Alegre, RS]

     

    Laercio Reporter <laercio...@hotmail.com> Feb 21 07:14PM -0400  

    Porque criar conselhos de comunicação, se nem o congresso nacional quer um conselho, porque o povo tem que ter um conselho se cada um é responsavel pelo seus atos. conselho era muitio usado pela Policia federal para proibir, controlar a sociedade civil.
    Num pais democratico criar conselho pra que.com que intenção. Liberdade de expressão esta na constituição Federal. LaercioreporterTo:
    From: mtbm...@gmail.com
    Date: Tue, 21 Feb 2012 02:28:52 -0200
    Subject: FORUM PERMANENTE TVC CONSELHOS DE COMUNICAÇÃO Quem está censurando quem? Por Marlos Mello em 21/02/2012 na edição 682
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     

     
     
     

     
     




    CONSELHOS DE COMUNICAÇÃO


    Quem está censurando quem?


    Por Marlos Mello em 21/02/2012 na edição 682


    “O tabu que eu falo
    aqui, da comunicação e do debate, é um tabu carregado de estigmas,
    porque conselho de comunicação virou sinônimo de controle da mídia,
    virou sinônimo de censura, que é o absurdo dos absurdos porque censuram a
    nossa liberdade de discutir comunicação”(Robinson Almeida, secretário
    de Comunicação do Estado da Bahia, durante o seminário “Comunicação em
    Pauta”, realizado em Porto Alegre, RS, 8 de dezembro de 2011)


    A discussão da relação comunicação e censura talvez ainda
    seja o grande “tabu” presente na democracia brasileira. No entanto, esse
    é um dos temas mais significativos para a compreensão dos novos
    cenários políticos e econômicos que compõem a sociedade. É inegável que
    nessas mais de duas décadas de redemocratização da política brasileira
    aconteceram avanços e conquistas em vários espaços sociais e em várias
    áreas de atuação. Avanços importantes em segmentos antes fadados e
    tachados como inadequados, o que é o caso da participação das mulheres
    na política, por exemplo. Hoje temos a primeira mulher presidenta do
    Brasil e houve a ascensão de setores das esferas mais exploradas da
    sociedade que passaram a ocupar espaços de poder. Segmentos sociais
    também discriminados estão tendo a oportunidade de ocupar espaços
    importantes na política brasileira.


    Mas se, por um lado, o Brasil avançou, por outro ainda é um
    país imerso em proibições, estigmas e interdições. Dentre essas, uma com
    um grande valor de importância é o tema dos conselhos de comunicação
    que, segundo o secretário Robinson Almeida, é o ponto estratégico que
    precisa ser enfrentado pela sociedade brasileira.


    Cenário de polêmicas


    A comunicação no Brasil, no sentido econômico, tem
    funcionado como mero valor de troca comercial, empresarial e político. É
    um capital relevante para o processo produtivo, transforma-se em
    consumo imediato e é temporário e descartável porque a última tecnologia
    é a que tem valor. A comunicação, no sentido neoliberal, não é agente
    de transformação, mas apenas um dos elementos que agregam valor à
    mão-de-obra e um dos garantidores de que o produto final terá
    consumidores.


    No entanto, o que faz o tema da comunicação ser tão polêmico
    é a forma como vem sendo abordado pelas autoridades ao longo de muitos
    anos. Ao contrário do que acontece na educação, na saúde e na
    assistência social – serviços vitais e básicos que têm, além do conselho
    nacional, conselhos estaduais e municipais que possuem a finalidade
    principal de servir como instrumento para garantir a participação
    popular na construção das políticas e dos serviços públicos –, a
    comunicação parece não possuir esse direito (ver aqui).


    Técnica versus sociedade democrática


    Durante sua fala no Seminário “Comunicação em Pauta”, o secretário Robinson Almeida fez o seguinte comentário:


    “A sociedade que nós temos que ter como sociedade
    democrática é uma decisão dos homens e das mulheres pra que o modelo
    possa convergir e não uma imposição da técnica sobre a vontade humana.
    Então, não é a economia que deve presidir a política, não é a
    comunicação que deve presidir a política, é a política no sentido amplo,
    do desejo coletivo, pactuado na sociedade, não to falando na política
    no sentido pequeno dela do espaço de poder. Então, essa compreensão que
    nos levou a pensar uma estratégia de elevar a comunicação a um status de
    política pública” Robinson Almeida, secretário de Comunicação do Estado
    da Bahia, durante o seminário “Comunicação em Pauta” realizado em Porto
    Alegre, RS, 8 de dezembro de 2011.


    Na minha interpretação, o que o secretário Robinson quer
    dizer é o seguinte: a criação de conselhos de comunicação passa pela
    vontade das pessoas, homens e mulheres, que devem decidir sobre o
    assunto. E mais: essa vontade não pode ser representada apenas pela
    técnica, ou então pela argumentação ideologizada, mas sim, pelo debate
    amplo “na” e “da” sociedade. Na Bahia, por exemplo, já foram promovidas
    duas conferências estaduais de comunicação com o objetivo de evidenciar
    os problemas e as soluções para a política de comunicação no estado e
    essas conferências auxiliaram no processo de criação do Conselho de
    Comunicação do Estado da Bahia (ver aqui).


    Contudo, considerando-se através de um panorama geral
    brasileiro, é possível perceber que embora haja debates sobre
    comunicação por todo o Brasil, os debates “legitimados”, ou seja, os que
    valem mesmo, sobre a comunicação, estão localizados especificamente em
    dois espaços da sociedade: a) nas universidades e b) nos órgãos de
    imprensa. São esses dois organismos da sociedade, principalmente o “b”,
    que pautam o tema da comunicação no cenário político brasileiro.


    Uma sugestão final


    De maneira geral, parece não haver dúvidas de que, assim
    como a saúde, a educação e a assistência social, a comunicação é um tema
    de grande importância que deveria ser tratado com total transparência.
    No entanto, mesmo fazendo parte dos temas “quentes” e abrigando grandes
    contradições, a comunicação não é levada a sério quando se fala em
    controle social. Para mim, a comunicação no Brasil encontra-se numa
    “névoa”, num espaço onde não podem ocorrer debates, ou melhor, onde se
    debate de tudo menos comunicação. Nesse espaço, só alguns possuem o
    conhecimento necessário e podem ter o direito de falar sobre
    comunicação. E mais: só alguns podem regulamentar o famoso tema da
    “autorregulamentação” (ver aqui).


    Sobre o que foi destacado acima, Vera Spolidoro, secretária
    de comunicação do Estado do Rio Grande do Sul, tem a seguinte opinião:


    “Se o estado mostrar-se submisso à agenda da mídia estará
    dependente de uma agenda de classe em disputa. Os sistemas de
    comunicação comercial no Brasil quase sempre constituem a principal
    fonte de informação para a maioria da população e sob monopólio exercem
    determinações sobre a cultura, política e sobre a economia. Cabe,
    portanto, entender os limites dessa interdependência na execução de uma
    política pública de comunicação” (Vera Spolidoro, secretária de
    Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul durante o seminário
    “Comunicação em Pauta” realizado em Porto Alegre, RS, 8 de dezembro de
    2011).


    Assim, é necessário o abandono dessa “névoa”, desse
    “estigma”, dessa “censura”, como afirmou o secretário Robinson Almeida,
    que não permite o debate da comunicação no Brasil. Os conselhos de
    comunicação representam uma das possibilidades de se fazerem debates
    democráticos, amplos e abertos sobre quaisquer temas propostos,
    inclusive a democratização dos meios de comunicação e a regulamentação
    dos artigos da Constituição (ver aqui). Romper com essa lógica perversa de que a comunicação não é importante ao interesse público é papel de todos.


    Uma sugestão final aos leitores deste artigo. Comecem
    observando e pensem se os órgãos de comunicação da sua cidade são os
    ideais, se correspondem à proposta de uma cobertura democrática e ampla
    dos acontecimentos cotidianos. Questionem os espaços de participação nos
    meios de comunicação, especialmente rádio e televisão, que são
    concessões públicas e têm de garantir o direito à comunicação.


    Metas e objetivos no RS


    Abaixo as metas e objetivos principais da Secretaria de
    Comunicação e Inclusão Digital do Estado do Rio Grande do Sul citados
    durante o seminário “Comunicação em Pauta”.


    Metas e objetivos principais da Secretaria de Comunicação e Inclusão Digital do Estado do Rio Grande do Sul:


    1 – Desenvolver debates e ações para inclusão digital.
    Ampliação da banda-larga e acesso as novas mídias. Trata-se de
    estabelecer parcerias com entidades e instituições governamentais e
    não-governamentais que operem tais propósitos.


    2 – implementar redes de produção e difusão de informações
    que ampliem a visibilidade do governo através de sistemas e novas
    tecnologias.


    3 – reverter a política de investimento de recursos
    publicitários assegurando condições isonômicas na destinação das verbas
    oficiais aos veículos públicos e comunitários, blogs, sites, rádios e
    televisões comunitárias como forma de incentivar o desenvolvimento de
    mídias com maior expressão da pluralidade de pensamento.


    4 – propor que um percentual das verbas oficiais de
    publicidade constituam um fundo para o desenvolvimento da mídia pública e
    comunitária. As formas de acesso aos recursos e a gestão do fundo serão
    objeto de lei específica a ser encaminhada à Assembleia Legislativa.


    5 – garantir a adoção de critérios na produção gráfica e
    eletrônica do governo que promovam a inclusão de diferentes setores
    sociais e que não deixem margem ao discurso discriminatório de raça,
    gênero, orientação sexual, geracional ou econômica. Incluir na rede
    estadual o debate sobre conteúdos que resgatem o caráter dialógico da
    comunicação com programas que contemplem a leitura crítica da mídia,
    formação de um quadro docente para tal através da universidade estadual
    em articulação com faculdades de comunicação. Estabelecer parceiras
    entre a fundação Piratini – que é a nossa fundação de televisão pública –
    TV e rádio e a EBC – empresa brasileira de comunicação, buscando a
    ampliação do investimento, atualização técnica, qualificação
    profissional de programação. Debater a migração da fundação Piratini do
    sistema estatal para o sistema público e, por fim, colocar em pauta no
    conselhão – conselho de desenvolvimento econômico e social – a criação
    de um conselho estadual de comunicação integrado pela sociedade, de
    caráter público, autônomo e deliberativo com objetivo de debater os
    debates relacionados ao setor no formato de comunicação social escrito
    na constituição brasileira e, para tanto, deverá ser instituído no
    conselhão, na câmara temática relacionada a comunicação.


    ***


    [Marlos Mello é psicólogo social, Porto Alegre, RS]

     

    Alcides Ribeiro <fap...@yahoo.com.br> Feb 21 11:12AM -0800  

     
    ----- Mensagem encaminhada -----
     
     
     
    >8. Eliminação do voto secreto, em todas votações do legislativo. 

    >9. Eliminação do voto de Liderança. (O Voto é dado ao candidato para
    ser exercido individualmente e não pode ser substalecido).

    >10. Estabelecimento de prazos de no máximo 30 dias para as votações em
    plenário, das matérias aprovadas nas comissões.

    >11. A faixa salarial de cada poder será fixada pelo Executivo, não
    podendo ser superior ao salário do presidente da República e não permitindo
    qualquer complemento que possa burlar este artigo.

    >E também:
    >Porque não pensarmos numa mudança bem radical e própria para nossos
    dias, dias de vésperas da crise que se aproxima. Hoje a Europa já contabiliza
    27 milhões de desempregados. Acho que o Brasil já precisa por as barbas de
    molho. Veja só toda vez que se fala em crise, a primeiro providência que nossos
    políticos pensam, é em achatar os salários, reduzir as aposentadorias, aumentar
    os juros.
    >Eu já penso diferente, e quero submeter ao grupo os meus pensamentos:
    >Se a nossa presidenta quiser mesmo reduzir as despesas para enfrentar a
    possível crise, que tal começar a eliminar o supérfluo:
    >Para que manter duas casas do poder legislativo? Basta uma só. E a meu
    ver teria que ser o Senado Federal com o mesmo número de senadores. 
    >Assim através de um decreto, ou sei lá o que, ela decretaria o
    fechamento da Câmara Federal e demitiria todos assessores. A figura de
    deputados ficaria somente para os Estados. E no Federal somente os Senadores.
    Assim ficaria implantado o regime unicameral. Que acha? se gostou passe para
    frente... pode até melhorar a ideia.

    >Alcides dos Santos Ribeiro - Presidente 
    >FAPEMS - Fed.das Assoc.dos Apos.e Pens.do Estado do Mato Grosso do
    Sul 
    >            67-9983 8267    
      

     

    Laercio Reporter <laercio...@hotmail.com> Feb 21 03:25PM -0400  

    Representante dizem que só querem trabalhar em paz, com liberdade de expressão e sem interferencia administrativa nas associações pelo estado, pois O planalto através da lei 12 485 quer dar o mesmo tratamento para as tv comunitária ( privada) como estatais o que é inconstitucional. E que isso pode ser consertado se houver boa vondade democratica de Dilma na regulamentação da lei 12485, bastar colocar salvo as propraganda públicas e comerciais para sustentação do canal privado, conforme determinou o juiz da 4 vara civil federal do MS. já que as mesma não depente de autorização e outorgas e não tão poucos são estatais ou governamentais. È peciso diferencia na norma o que é canal governamental, Estatal e privado. diz o presidente da frenavatec Mario Jeferson que entregou uma notificação extra judicial na audiencia da Ancine para suspender todos os itens que vier a colocar em risco a nossa sobrevivencia. Segundo Jeferson até hoje o governo não nos convidou para saber o que precisamos, simplesmente decidiram pelo setor sem nos ouvir e isso é pessimos para o Governo de Dilma, no qual empenhamos tanto em sua campanha. Hoje somente a Tvcom de Campo Grande pode inserir publiciadade e ate propaganda comercial para sua sobrevivencia. já que a questao da ação foi a proibição de se inserir propaganda comercial. Mesmo a norma tento sido substituida epal lei 12845, o merido da questão já julgada tem que ser respeitada. TVC PAINEL DA FOLHA DE HOJE EXPOE BRIGA DAS TVS COMUNITARIAS COM DILMA
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     

     
     
     

     
     



    PAINEL DA FOLHA
     
     
     
    A coluna PAINEL DA FOLHA DE SP, um dos mais lidos no país, no dia de hoje, publica com destaque com o título SINAL FECHADO 1 e SINAL FECHADO 2, o descontentamento das TVS COMUNITARIAS que trabalharam na campanha de Dilma Roussef, com relação a Lei 12.485.
     
     
     
    Leiam a integra
     
     
     
    http://sergyovitro.blogspot.com/2012/02/painel-renata-lo-prete_21.html

     

    Valter Xeu <valt...@gmail.com> Feb 21 09:11AM -0200  

    PÁTRIA LATINA <http://www.patrialatina.com.br>
    www.patrialatina.com.br
     
    SALVADOR, 21 DE FEVEREIRO DE 2012 <http://www.patrialatina.com.br>
     
    Editor: Valter Xéu <http://www.patrialatina.com.br>
     
    PAPO DO DIA <http://www.patrialatina.com.br>
    A CHEGADA DO GOVERNO MUNDIAL <http://www.patrialatina.com.br>
     
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    "Mauricio David" <mauric...@terra.com.br> Feb 21 01:31PM -0200  

    Sofrer sem ganhar :: Paul Krugman
    Programas de austeridade impostos aos países em crise, especialmente na Europa, têm se revelado, na prática, um fracasso catastrófico
     
     
    Na semana passada, a Comissão Europeia confirmou o que todos suspeitavam: as economias que ela monitora estão encolhendo, não crescendo. Não é uma recessão oficial ainda, mas a única questão real é qual será a gravidade da retração.
     
     
    E essa retração está atingindo países que nunca se recuperaram da última recessão. Apesar de todos os problemas dos Estados Unidos, seu produto interno bruto finalmente ultrapassou seu pico anterior à crise; o da Europa, não. E alguns países estão sofrendo dissabores do nível da Grande Depressão: Grécia e Irlanda tiveram quedas de dois dígitos na produção; a Espanha enfrenta 23% de desemprego; e a retração atual da Grã-Bretanha já é mais prolongada que a que enfrentou nos anos 1930.
     
     
    Pior ainda, alguns líderes europeus - e uma boa quantidade de players americanos influentes - ainda estão casados com a doutrina econômica responsável por esse desastre.
     
     
    As coisas não precisavam estar tão ruins. A Grécia estaria enfrentando um problema grave independentemente da decisões políticas tomadas, e o mesmo vale, em menor escala, para outros países da periferia da Europa.
     
     
    Mas as coisas foram agravadas bem mais que o necessário pela maneira como líderes da Europa, e, mais amplamente, sua elite política, substituíram moralização por análise e fantasias pelas lições de história.
     
     
    Especificamente, a economia de austeridade do começo de 2010 - a insistência de que governos deviam cortar gastos mesmo em face do alto desemprego - virou moda nas capitais europeias. A doutrina afirmava que os efeitos negativos diretos do corte de gastos sobre o emprego seriam compensados por alterações na "confiança", que os cortes de gastos radicais acarretariam um aumento dos gastos industriais e de consumo, enquanto os países que não conseguissem fazer esses cortes sofreriam uma fuga de capitais e uma alta das taxas de juros. Se isso lhe parecer algo que Herbert Hoover poderia ter dito, você está certo: parece mesmo e ele disse.
     
     
    Agora, os resultados estão visíveis - e eles são exatamente o que três gerações de análise econômica e todas as lições da História poderiam ter-lhes dito que ocorreria. A fada da confiança não apareceu: nenhum dos países que cortaram gastos viu o antecipado crescimento do setor privado. Em vez disso, os efeitos depressivos da austeridade fiscal foram reforçados pela queda dos gastos privados.
     
     
    Mais ainda, os mercados de bônus continuam sem querer cooperar. Mesmo os bons alunos da austeridade, países que, como Portugal e Irlanda, fizeram tudo que lhes foi pedido, ainda enfrentam custos siderais para a captação de empréstimos. Por quê? Porque os cortes de gastos deprimiram profundamente suas economias, solapando suas bases fiscais de tal maneira que a relação de dívida para o PIB, o indicador do padrão de evolução fiscal, está se agravando ao invés de melhorar.
     
     
    Enquanto isso, países que não entraram no trem da austeridade - mais especialmente o Japão e os Estados Unidos - continuam tendo custos de captação muito baixos, contrariando as previsões soturnas dos falcões fiscais.
     
     
    Nem tudo deu errado, porém. No fim do ano passado, os custos para espanhóis e italianos tomarem empréstimos subiram, ameaçando um derretimento financeiro geral. Esses custos agora caíram em meio a suspiros gerais de alívio. Mas a boa nova foi, de fato, um triunfo da antiausteridade: Mario Draghi, o novo presidente do Banco Central Europeu (BCE), desconsiderou os preocupados com inflação e arquitetou uma grande expansão do crédito, que é precisamente o que o médico havia receitado.
     
     
    O que será preciso, então, para convencer a Convenção da Dor, as pessoas de ambos os lados do Atlântico que insistem em que os cortes permitirão avançarmos para a prosperidade, de que ela está errada? Afinal, os suspeitos de sempre foram rápidos em declarar morta para sempre a ideia do estímulo fiscal, depois que os esforços do presidente Obama não conseguiram produzir uma rápida queda do desemprego - apesar de muitos economistas terem advertido previamente que o estímulo era demasiado pequeno.
     
     
    Até onde posso dizer, porém, a austeridade ainda é considerada responsável e necessária, apesar de seu fracasso catastrófico na prática.
     
     
    A questão é que poderíamos realmente fazer muita coisa para ajudar nossas economias pela simples reversão da austeridade destrutiva dos últimos dois anos. Isso vale mesmo para os Estados Unidos, que evitaram uma austeridade estrita em nível federal, mas tiveram grandes cortes de gastos e emprego nos níveis estadual e local. Lembram todo o barulho sobre se havia projetos prontos em número suficiente para tornar factível o estímulo em larga escala? Bem, não importa: tudo que o governo federal precisa fazer para dar um grande impulso à economia é prover ajuda aos governos de níveis inferiores, permitindo que esses governos recontratem as centenas de milhares de professores que dispensaram e recomecem a construir e a manter projetos que cancelaram.
     
     
    Vejam, eu compreendo por que pessoas influentes relutam em admitir que ideias políticas que, a seu ver, refletiam uma sabedoria profunda na verdade não passam de uma loucura total e destrutiva. Mas já passou da hora de deixarmos para trás as crenças ilusórias sobre as virtudes da austeridade numa economia deprimida. / THE NEW YORK TIMES

     

    "Mauricio David" <mauric...@terra.com.br> Feb 21 01:12PM -0200  

    Tenho visto aqui no Master um debate - acalorado, às vezes - sobre o voto nulo como uma forma de protesto ante o estado de coisas que nos assola... Respeitando as posições de uns e outros, deparei-me hoje com esta reflexão da grande Hannah Arendt que joga alguma luz sobre a controversa questão da renúncia à participação política :
     

    Hannah Arendt: A Renúncia ao Poder
     
    "O único fator material indispensável para a geração do poder é a convivência entre os homens. Estes só retêm poder quando vivem tão próximos uns dos outros que as potencialidades da ação estão sempre presentes; e, portanto, a fundação de cidades que, como as cidades-estado, se converteram em paradigmas para toda a organização
    política ocidental, foi na verdade a condição prévia material mais importante do poder.
     
     
    O que mantém unidas as pessoas depois de ter passado o momento fugaz da ação (aquilo que hoje chamamos «organização») e o que elas, por sua vez, mantêm vivo ao permanecerem unidas é o poder. Todo aquele que, por algum motivo, se isola e não participa dessa convivência renuncia ao poder e torna-se impotente, por maior que seja a sua força e por mais válidas que sejam as suas razões."
     
     
    Hannah Arendt, in 'A Condição Humana', pág. 251- 11º edição. Forense Universitária, Rio de Janeiro, 2010.

     

    "Mauricio David" <mauric...@terra.com.br> Feb 21 12:44PM -0200  

    O que há de errado no Carnaval ?
    Carnaval é como a lei da gravidade: não dá para escapar.
     
     
    Reclamar do carnaval é mais ou menos como tropeçar e xingar Newton: efeito zero. Não sou ruim da cabeça, até gosto de samba, mas sou doente do pé. E excessivamente racional. Por isso, há anos tento me entrosar com o carnaval sem sucesso.
     
    São vários problemas. O axé, por exemplo. Para mim, axé é música de adestrar cachorro: "abaixa um pouquinho, põe a mão no joelhinho, sacode a bundinha!" Dançar esse tipo de coisa parece um insulto a Darwin. Também não consigo entender samba-enredo. Já fui duas vezes ao desfile no sambódromo. Não entendi nada. Mas fiquei com um refrão de 2003 na cabeça até hoje:
     
    Bahia, Bahia. divina dança dos orixás
    Tua magia contagia o nosso ar
    O sol, o céu e o mar
     
    (bonito, né?)
     
    Tenho dificuldade em perceber qual é a ligação entre Nabucodonosor, "Niemayer, seu passado de glórias" e 80 passistas com espanador na cabeça. As letras são uma mistura estranha e desconexa de palavras como "glória", "esplendor", "Iemanjá" e "aaaaiii!". Só perde para as letras do Djavan.
     
    Também não me convenço pelo discurso de valorização cultural do carnaval, como se fosse algo obrigatoriamente ligado à nossa identidade. O carnaval é uma festa antiga que existe muito antes do Brasil ser descoberto. Era uma licença ao caos em países europeus. Permitia que escravos brincassem com seus donos, etc. Para um país como o nosso, onde o caos já reina durante o ano inteiro, o carnaval me parece um pleonasmo cívico.
     
    E que está sendo cada vez mais enquadrado pelas convenções. O desfile em avenida é uma invenção getulista, que tentou moralizar a farra, criando critérios de votação e essa ideia estranha de desfilar ordenadamente pela avenida, como um exército em 7 de setembro. Vem daí a ideia de exaltar símbolos nacionais em troca de dinheiro para as escolas. Agora imagine: neste ano, A Rosas de Ouro, em São Paulo, vai homenagear Roberto Justus.
     
    Faz sentido?
     
     
    Até o carnaval no Nordeste, que sempre foi mais popular, está sendo lentamente enquadrado. Esse lance de pagar uma fortuna por um abadá apenas para poder ficar dentro do cordão é uma forma de renegar o espírito democrático da farra, em que, supostamente, madames dançam com a empregada.
     
    Quando eu era moleque, carnaval era o momento de jogar água um nos outros com bisnaga. Os adultos ficavam putos com a zona, mas "é carnaval, o que vai se fazer?". A gente dançava desordenadamente aquelas músicas meio bobas que falavam de colombina e cabeleira do Zezé. Era farra, não tinha ordem. Não tinha essa de seguir a coreografia da " Dança do morto muito louco" e ficar todo mundo com cara de aluno de aula aeróbica, decorando os passos.
     
    Caos no carnaval agora é só engarrafamento para descer a serra, cerveja a 7 pilas e aumento no números de acidentes por embriaguez. Perdemos algo do carnaval no meio do caminho.
     
    Se a ideia é celebrar a farra e o caos, que seja de verdade. Mas por enquanto, a madame continua no camarote, a Globeleza está no carro alegórico e a turma da favela vai suando atrás, empurrando a tralha toda. Festa democrática um cazzo.
     
    Mas continuo insistindo. Todo carnaval eu vou pra paia, me entupo de picanha e cerveja. Com sorte, lá pela 5ª hora eu até começo a entender a graça de "tchubirabiron", do Parangolé.
     
    Por enquanto tá difícil pacas.
     
    Walter Carrilho ( na verdade, o pseudônimo de um jornalista que prefere manter o anonimato)

     

    Ana Santanna <anapai...@gmail.com> Feb 21 11:21AM -0200  

    **
    ****
    Octopus <http://octopedia.blogspot.com/>
     
    <http://fusion.google.com/add?source=atgs&feedurl=http://feeds.feedburner.com/blogspot/ufsF>
    ------------------------------
     
    Um dos tentáculos do polvo: a Fundação
    Ford.<http://feedproxy.google.com/%7Er/blogspot/ufsF/%7E3/cwhM8cyWrgo/um-dos-tentaculos-do-polvo-fundacao.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email>
     
    Posted: 20 Feb 2012 08:47 AM PST
    .
     
     
     
     
    <http://www.lesfilsdelaliberte.net/images//ford-foundation-logo.jpg>
     
     
     
    *A maior organização filantrópica do mundo, a Fundação Ford, é na realidade
    a maior fachada da CIA par subverter regimes políticos estrangeiros,
    fomentar revoltas e penetrar nos movimentos alternativos mundiais, tudo em
    nome da hegemonia económica americana.*
     
     
     
     
    *Uma curiosa fundação filantrópica.*
     
     
    A Fundação Ford é uma organização filantrópica, com sede em Nova Iorque,
    que tem oficialmente como objectivo o financiamento de projectos como os da
    defesa da democracia e a redução da miséria.
     
     
    Foi criada em 1936 por Henry Ford, figura lendária da indústria automóvel,
    mas também antissemita militante, que financiou o nacional-socialismo
    alemão e que detinha uma grande parte do capital da empresa química IG
    Farben, frabicante do gás zyklon B. Também foi ele que nos anos trinta
    construiu as primeiras fabricas de produção automóvel para Stalin.
     
     
     
    <http://3.bp.blogspot.com/-9Eg34AE4gwg/TmWlj_0JqdI/AAAAAAAABcg/y0ds96sprEg/s1600/CIA.jpeg.bmp>
     
    *Uma fachada da CIA. *
     
     
    A Fundação Ford é a maior fundação filantrópica do mundo, mas na
    realidade, foi fundada para servir de fachada às operações financiadas pela
    CIA. O objectivo é interferir no regimes políticos dos outros países
    isolando movimentos de oposição aos interesses americanos. Funciona como
    uma extensão do governo dos Estados Unidos.
     
     
    Um caso típico, é o financiamento do Congresso para a Liberdade da Cultura
    (Congress for Cultural Freedom), fundada em 1950, com sede em Paris, que é
    financiado pela CIA através da Fundação Ford.
     
     
    Durante a "guerra fria" este Congresso tinha por missão a elaboração de
    uma ideologia anti-comunista aceitável tanto para a direita conservadora,
    como para a esquerda socialista e reformista. Uma das suas criações foi a
    retórica da possibilidade da existência de uma "terceira via" que era, nem
    mais nem menos, uma "desmarxialização" dos meios intelectuais ligados aos
    Partidos Comunistas europeus.
     
     
     
    *Neutralizar os opositores.*
     
     
    Desde a sua criação, a Fundação Ford não mudou os seus objectivos: a
    defesa dos interesses estratégicos dos Estados Unidos. A diferença, é que
    actualmente tem vindo a desenvolver um novo método de ingerência: o "soft
    power", isto é, intervir nos debates internos dos seus adversários, através
    de subvenções, de modo a favorecer entre os vários grupos rivalidades
    esterilizantes.
     
     
    Antigamente, os dirigentes da fundação e os da CIA iam-se revezando.
    Actualmente, a presidente da fundação é Susan Berresford, membro executivo
    do Chase Manhattan Bank, mas ela também é membro da Comissão Trilateral e
    do Council on Foreign Relation (CFR).
     
     
    O conselho de administração da Fundação Ford é composto por membros da
    Xerox, Alcoa, Coca Cola, Levi-Strauss, Reuters, Time warner, CBS, Bank of
    Enlgand, J.P. Morgan, Texaco,Carlyle,...
     
     
    O combate actual da fundação já não é o perigo comunista, mas sim, formar
    os futuros dirigentes mundiais para os tornar mais compatíveis com o
    pensamento económico americano e assegurar-se de que os que se opõem à
    hegemonia dos Estados Unidos não irão muito para além das suas simples
    campanhas eleitorais.
     
     
    A Fundação Ford também financia os movimentos de oposição aos regimes
    inimigos. Financia o National Endowment for Deemocracy e assegura-se da
    vassalagem dos dirigentes da Nigéria e de Angola por causa do seu petróleo.
     
     
     
     
    <http://www.planetenonviolence.org/photo/art/default/498135-608950.jpg?v=1289419733>
    *O controlo da ONU. *
     
     
    O outro grande domínio de influência da Fundação Ford é a junto à ONU.
    Aqui, a fundação promove um modelo menos agressivo do que o dos
    neo-conservadores, dando a sensação de uma maior abertura à ONU e uma
    diplomacia menos agressiva.
     
     
    Foi assim que Koffi Annan, com a sua aparência moderada, foi eleito para a
    ONU. Koffi Annan foi financiado pela fundação Ford para ir estudar nos
    Estados Unidos, no MIT, antes de prosseguir os seus estudos na Suíça.
    Próximo de Madeleine Albright, foi nomeado secretário-geral da ONU por ser
    tido como "o homem dos americanos".
     
     
     
    <http://www.mecanopolis.org/wp-content/uploads/2009/09/medias-cia.jpg>
    *Controlo da informação e movimentos alternativos. *
     
     
    A Fundação Ford tem um grande peso nos media. No passado financiava os
    jornais anti-comunistas, actualmente financia jornais alternativos,
    juntamente com o Instituto de George Soros. A finalidade é penetrar os
    reservatórios do pensamento critico que constituem esses jornais
    alternativos, para os sabotar do interior focando a critica sobre temas bem
    definidos e omitidos informação perturbadora para o sistema americano.
     
     
    A Fundação Ford também financia abundantemente os movimentos e reuniões
    alter-mundialistas como o Fórum Social Mundial. Esta intrusão permite-lhe
    ter um peso decisivo nos debates dessas organizações. Para perceber bem
    essa influência, chegou-se ao ponto de ouvir dizer a alguns militantes
    desses fórum que punham em causa o FMI e o Banco Mundial, e que seria
    necessária uma taxa sobre as transacções financeiras que essa deveria ser
    colectada e gerida pelo....FMI.
     
     
    Convém não esquecer que a Fundação Ford não financia o Fórum Social
    Mundial por partilhar das suas ideias, mas ao contrário financia-o para o
    poder neutralizar. O mesmo se passa com os financiamentos de organizações
    estrangeiras. Estas servem para alimentar os conflitos e as rivalidades
    internas de um país, enfraquecendo os movimentos anti-americanos e
    facilitando o triunfo dos mais brandos sobre os mais perturbadores para os
    Estados Unidos.
     
     
     
     
    http://guerre.libreinfo.org/manipulations/mensonges-de-guerre/83-fondation-ford/781-ford-subventionne-contestation.html<http://www.blogger.com/goog_719798129>
     
    <http://www.blogger.com/goog_719798129>
    http://fr.wikipedia.org/wiki/Congr%C3%A8s_pour_la_libert%C3%A9_de_la_culture<http://www.blogger.com/goog_719798129>
     
    <http://www.blogger.com/goog_719798129>
    http://www.voltairenet.org/Quand-la-CIA-financait-les<http://www.blogger.com/goog_719798129>
     
    <http://www.blogger.com/goog_719798129>
    http://www.voltairenet.org/La-Fondation-Ford-paravent
     
     
     
    [A rede castorphoto é uma rede independente tem perto de 41.000
    correspondentes no Brasil e no exterior. Estão divididos em 28
    operadores/repetidores e 232 distribuidores; não está vinculada a nenhum
    portal nem a nenhum blog ou sítio. Os operadores recolhem ou recebem
    material de diversos blogs, sítios, agências, jornais e revistas
    eletrônicos, articulistas e outras fontes no Brasil e no exterior para
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    *Respeitamos seu direito de privacidade na internet, caso não queira
    continuar recebendo nossas mensagens, basta responder este e-mail com o
    assunto: REMOVER*

     

    Ana Santanna <anapai...@gmail.com> Feb 21 11:18AM -0200  

    From: Marlos Mello
    ** CONSELHOS DE
    COMUNICAÇÃO<http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed682_quem_esta_censurando_quem>
    Quem
    está censurando
    quem?<http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed682_quem_esta_censurando_quem>
     
    Por Marlos Mello em 20/02/2012 na edição 682
     
    “O tabu que eu falo aqui, da comunicação e do debate, é um tabu carregado
    de estigmas, porque conselho de comunicação virou sinônimo de controle da
    mídia, virou sinônimo de censura, que é o absurdo dos absurdos porque
    censuram a nossa liberdade de discutir comunicação”(Robinson Almeida,
    secretário de Comunicação do Estado da Bahia, durante o seminário
    “Comunicação em Pauta”, realizado em Porto Alegre, RS, 8 de dezembro de
    2011)
     
    A discussão da relação comunicação e censura talvez ainda seja o grande
    “tabu” presente na democracia brasileira. No entanto, esse é um dos temas
    mais significativos para a compreensão dos novos cenários políticos e
    econômicos que compõem a sociedade. É inegável que nessas mais de duas
    décadas de redemocratização da política brasileira aconteceram avanços e
    conquistas em vários espaços sociais e em várias áreas de atuação. Avanços
    importantes em segmentos antes fadados e tachados como inadequados, o que é
    o caso da participação das mulheres na política, por exemplo. Hoje temos a
    primeira mulher presidenta do Brasil e houve a ascensão de setores das
    esferas mais exploradas da sociedade que passaram a ocupar espaços de
    poder. Segmentos sociais também discriminados estão tendo a oportunidade de
    ocupar espaços importantes na política brasileira.
     
    Mas se, por um lado, o Brasil avançou, por outro ainda é um país imerso em
    proibições, estigmas e interdições. Dentre essas, uma com um grande valor
    de importância é o tema dos conselhos de comunicação que, segundo o
    secretário Robinson Almeida, é o ponto estratégico que precisa ser
    enfrentado pela sociedade brasileira.
     
    *Cenário de polêmicas*
     
    A comunicação no Brasil, no sentido econômico, tem funcionado como mero
    valor de troca comercial, empresarial e político. É um capital relevante
    para o processo produtivo, transforma-se em consumo imediato e é temporário
    e descartável porque a última tecnologia é a que tem valor. A comunicação,
    no sentido neoliberal, não é agente de transformação, mas apenas um dos
    elementos que agregam valor à mão-de-obra e um dos garantidores de que o
    produto final terá consumidores.
     
    No entanto, o que faz o tema da comunicação ser tão polêmico é a forma como
    vem sendo abordado pelas autoridades ao longo de muitos anos. Ao contrário
    do que acontece na educação, na saúde e na assistência social – serviços
    vitais e básicos que têm, além do conselho nacional, conselhos estaduais e
    municipais que possuem a finalidade principal de servir como instrumento
    para garantir a participação popular na construção das políticas e dos
    serviços públicos –, a comunicação parece não possuir esse direito
    (ver aqui<http://www.portaltransparencia.gov.br/controleSocial/ConselhosMunicipaiseControleSocial.asp>).
     
     
    *Técnica* *versus* *sociedade democrática*
     
    Durante sua fala no Seminário “Comunicação em Pauta”, o secretário Robinson
    Almeida fez o seguinte comentário:
     
    “A sociedade que nós temos que ter como sociedade democrática é uma decisão
    dos homens e das mulheres pra que o modelo possa convergir e não uma
    imposição da técnica sobre a vontade humana. Então, não é a economia que
    deve presidir a política, não é a comunicação que deve presidir a política,
    é a política no sentido amplo, do desejo coletivo, pactuado na sociedade,
    não to falando na política no sentido pequeno dela do espaço de poder.
    Então, essa compreensão que nos levou a pensar uma estratégia de elevar a
    comunicação a um status de política pública” Robinson Almeida, secretário
    de Comunicação do Estado da Bahia, durante o seminário “Comunicação em
    Pauta” realizado em Porto Alegre, RS, 8 de dezembro de 2011.
     
    Na minha interpretação, o que o secretário Robinson quer dizer é o
    seguinte: a criação de conselhos de comunicação passa pela vontade das
    pessoas, homens e mulheres, que devem decidir sobre o assunto. E mais: essa
    vontade não pode ser representada apenas pela técnica, ou então pela
    argumentação ideologizada, mas sim, pelo debate amplo “na” e “da”
    sociedade. Na Bahia, por exemplo, já foram promovidas duas conferências
    estaduais de comunicação com o objetivo de evidenciar os problemas e as
    soluções para a política de comunicação no estado e essas conferências
    auxiliaram no processo de criação do Conselho de Comunicação do Estado da
    Bahia (ver aqui<http://www.comunicacao.ba.gov.br/noticias/2012/01/10/representantes-do-conselho-de-comunicacao-social-da-bahia-tomam-posse>).
     
     
    Contudo, considerando-se através de um panorama geral brasileiro, é
    possível perceber que embora haja debates sobre comunicação por todo o
    Brasil, os debates “legitimados”, ou seja, os que valem mesmo, sobre a
    comunicação, estão localizados especificamente em dois espaços da
    sociedade: a) nas universidades e b) nos órgãos de imprensa. São esses dois
    organismos da sociedade, principalmente o “b”, que pautam o tema da
    comunicação no cenário político brasileiro.
     
    *Uma sugestão final*
     
    De maneira geral, parece não haver dúvidas de que, assim como a saúde, a
    educação e a assistência social, a comunicação é um tema de grande
    importância que deveria ser tratado com total transparência. No entanto,
    mesmo fazendo parte dos temas “quentes” e abrigando grandes contradições, a
    comunicação não é levada a sério quando se fala em controle social. Para
    mim, a comunicação no Brasil encontra-se numa “névoa”, num espaço onde não
    podem ocorrer debates, ou melhor, onde se debate de tudo menos comunicação.
    Nesse espaço, só alguns possuem o conhecimento necessário e podem ter o
    direito de falar sobre comunicação. E mais: só alguns podem regulamentar o
    famoso tema da “autorregulamentação” (ver
    aqui<http://portalimprensa.uol.com.br/colunistas/colunas/2010/09/01/imprensa747.shtml>).
     
     
    Sobre o que foi destacado acima, Vera Spolidoro, secretária de comunicação
    do Estado do Rio Grande do Sul, tem a seguinte opinião:
     
    “Se o estado mostrar-se submisso à agenda da mídia estará dependente de uma
    agenda de classe em disputa. Os sistemas de comunicação comercial no Brasil
    quase sempre constituem a principal fonte de informação para a maioria da
    população e sob monopólio exercem determinações sobre a cultura, política e
    sobre a economia. Cabe, portanto, entender os limites dessa
    interdependência na execução de uma política pública de comunicação” (Vera
    Spolidoro, secretária de Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul durante
    o seminário “Comunicação em Pauta” realizado em Porto Alegre, RS, 8 de
    dezembro de 2011).
     
    Assim, é necessário o abandono dessa “névoa”, desse “estigma”, dessa
    “censura”, como afirmou o secretário Robinson Almeida, que não permite o
    debate da comunicação no Brasil. Os conselhos de comunicação representam
    uma das possibilidades de se fazerem debates democráticos, amplos e abertos
    sobre quaisquer temas propostos, inclusive a democratização dos meios de
    comunicação e a regulamentação dos artigos da Constituição (ver
    aqui<http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/mais_de_duas_decadas_depois>).
    Romper com essa lógica perversa de que a comunicação não é importante ao
    interesse público é papel de todos.
     
    Uma sugestão final aos leitores deste artigo. Comecem observando e pensem
    se os órgãos de comunicação da sua cidade são os ideais, se correspondem à
    proposta de uma cobertura democrática e ampla dos acontecimentos
    cotidianos. Questionem os espaços de participação nos meios de comunicação,
    especialmente rádio e televisão, que são concessões públicas e têm de
    garantir o direito à comunicação.
     
    *Metas e objetivos no RS*
     
    Abaixo as metas e objetivos principais da Secretaria de Comunicação e
    Inclusão Digital do Estado do Rio Grande do Sul citados durante o seminário
    “Comunicação em Pauta”.
     
    Metas e objetivos principais da Secretaria de Comunicação e Inclusão
    Digital do Estado do Rio Grande do Sul:
     
    1 – Desenvolver debates e ações para inclusão digital. Ampliação da
    banda-larga e acesso as novas mídias. Trata-se de estabelecer parcerias com
    entidades e instituições governamentais e não-governamentais que operem
    tais propósitos.
     
    2 – implementar redes de produção e difusão de informações que ampliem a
    visibilidade do governo através de sistemas e novas tecnologias.
     
    3 – reverter a política de investimento de recursos publicitários
    assegurando condições isonômicas na destinação das verbas oficiais aos
    veículos públicos e comunitários, blogs, sites, rádios e televisões
    comunitárias como forma de incentivar o desenvolvimento de mídias com maior
    expressão da pluralidade de pensamento.
     
    4 – propor que um percentual das verbas oficiais de publicidade constituam
    um fundo para o desenvolvimento da mídia pública e comunitária. As formas
    de acesso aos recursos e a gestão do fundo serão objeto de lei específica a
    ser encaminhada à Assembleia Legislativa.
     
    5 – garantir a adoção de critérios na produção gráfica e eletrônica do
    governo que promovam a inclusão de diferentes setores sociais e que não
    deixem margem ao discurso discriminatório de raça, gênero, orientação
    sexual, geracional ou econômica. Incluir na rede estadual o debate sobre
    conteúdos que resgatem o caráter dialógico da comunicação com programas que
    contemplem a leitura crítica da mídia, formação de um quadro docente para
    tal através da universidade estadual em articulação com faculdades de
    comunicação. Estabelecer parceiras entre a fundação Piratini – que é a
    nossa fundação de televisão pública – TV e rádio e a EBC – empresa
    brasileira de comunicação, buscando a ampliação do investimento,
    atualização técnica, qualificação profissional de programação. Debater a
    migração da fundação Piratini do sistema estatal para o sistema público e,
    por fim, colocar em pauta no conselhão – (conselho de desenvolvimento
    econômico e social) – a criação de um conselho estadual de comunicação
    integrado pela sociedade, de caráter público, autônomo e deliberativo com
    objetivo de debater os debates relacionados ao setor no formato de
    comunicação social escrito na constituição brasileira e, para tanto, deverá
    ser instituído no conselhão, na câmara temática relacionada a comunicação.
     
    ***
     
    [Marlos Mello é psicólogo social, Porto Alegre, RS]
     
    [A rede castorphoto é uma rede independente tem perto de 41.000
    correspondentes no Brasil e no exterior. Estão divididos em 28
    operadores/repetidores e 232 distribuidores; não está vinculada a nenhum
    portal nem a nenhum blog ou sítio. Os operadores recolhem ou recebem
    material de diversos blogs, sítios, agências, jornais e revistas
    eletrônicos, articulistas e outras fontes no Brasil e no exterior para
    distribuição na rede]
     
    *Respeitamos seu direito de privacidade na internet, caso não queira
    continuar recebendo nossas mensagens, basta responder este e-mail com o
    assunto: REMOVER*

     

    Ana Santanna <anapai...@gmail.com> Feb 21 11:17AM -0200  

    From: Darío Botero
     
    En vista de la extensión del escrito, lo he dividido para remitirlo en dos
    envíos. Un tercero contendrá los anexos que lo complementan. Hoy hago el
    primero.
     
     
     
    VITAL AGENDA GLOBAL (Parte uno)
     
    Darío Botero Pérez
     
     
     
     
    0/5 Justificación de la agenda
     
    En la Historia, la lógica de las relaciones sociales ha sido la del
    desequilibrio rastrero, deliberado y constante, basado en la división de la
    población en clases sociales, una de las cuales subyuga a las demás
    mediante la violencia física e ideológica ejercida sobre el individuo desde
    que nace.
     
     
    El período que podría seguir tras la fenecida Historia, si somos capaces
    de gestarlo y consolidarlo, habrá de basarse en la igualdad esencial de
    todos los seres humanos, tanto como en el respeto a la dignidad de la Vida
    y al planeta que la alberga, de modo que la noción de “clase social”
    perderá cualquier fundamento.
     
     
    El gobierno de la Sociedad Democrática Global que materializará estas
    conquistas, será definido por todos los que deseen participar con el fin de
    establecer normas claras y precisas, de validez mundial tanto como local,
    que nos amparen a todos sin discriminaciones de ningún tipo.
     
     
    La guía de la convivencia no será la Violencia sino la concertación
    pacífica de las reglas del juego entre iguales que se respetan.
     
     
    Tales acuerdos colectivos habrán de garantizar la plena realización de la
    singular individualidad de cada uno. Paradójicamente, serán la expresión
    concreta del reconocimiento por ley de esa igualdad esencial que le
    reconoce al individuo único y diferente el derecho a ser él.
     
     
    Se trata de un derecho innato, de cada uno y para todos, pero pisoteado
    constantemente durante la Historia, cuyas sociedades dominantes siempre han
    sido jerárquicas y autocráticas, de modo que se esmeraron por robarles su
    identidad a los miembros de las clases subyugadas mientras exaltaban la
    grandeza de los potentados hasta el punto de tratarlos como a dioses a
    pesar de su evidente condición humana.
     
     
    En consecuencia, si somos capaces de trascender la funesta Historia para
    establecer un período antropológico caracterizado por el respeto a la
    dignidad de cada ser y al milagro de la Vida que le ha dado su existencia,
    cada uno podrá desarrollar sus talentos libremente, disponiendo de lo
    necesario y sin subordinársele a nadie, contradiciendo la vil Historia que,
    acudiendo a la violencia, ha desconocido y atropellado persistentemente la
    dignidad de las mayorías en beneficio de los peores ejemplares de la
    especie.
     
     
    Se trata de auténticos cánceres para la Vida y la Madre Tierra que estamos
    obligados a vencer y marginar del poder, recuperando la disposición de la
    riqueza social para todos los seres humanos en vez de permitir que los
    Rotschild y similares las monopolicen a costa de la miseria de las
    mayorías, que suelen morir de hambre sin que los banqueros se conmuevan o,
    siquiera, se den por enterados.
     
     
    Para superar esta cruel realidad, la nueva sociedad será plana u
    horizontal, en vez de jerárquica o piramidal, como las dominantes en la
    Historia y que, actualmente, nos amenazan con el Apocalipsis que frustraría
    los anhelos de futuro digno que anhelan las mayorías.
     
     
    Por tanto, el cambio institucional tanto como el de los valores aceptados
    para la convivencia y la dirección de la propia Vida, y otros más, serán
    radicales, buscando que la Vida sea amable y digna de vivirse, en medio de
    un planeta diverso y protegido por nosotros en vez de seguir convirtiéndolo
    en un basurero estéril e invivible, como hace el consumismo a un ritmo
    infernal e insostenible.
     
     
    Pero semejante cambio sólo lo puede lograr la Humanidad concertada y
    consciente, dispuesta a develar todas las mentiras y castigar a los
    mentirosos que les han amargado la existencia a las mayorías, trocándoles
    sus vidas en tormento.
     
     
    O sea, cada ser consciente puede apoyar la causa común para que su triunfo
    esté asegurado, frustrando las intenciones de masones y sionistas por
    apurar el Armagedón. Este propósito lo están desarrollando aceleradamente,
    a la plena vista, mientras los Rotschild se apoderan de todo, incluidos los
    países soberanos que habrán de reaccionar, como le toca a Grecia, España,
    Portugal, Irlanda y tantos más.
     
     
    Como nadie es más que nadie, el número que apoye cada causa cuenta y
    determinará cuál triunfará: la de los potentados degenerados interesados en
    diezmarnos y destruir los hábitat, o la de la Vida apoyada por cada
    individuo que haya conquistado su libertad mental y su independencia
    crítica.
     
     
    Cada uno resuelve si se integra a esa Humanidad consciente, pues el asunto
    lo resuelven, conviene insistir para despejar dudas:
     
    a) la cantidad de personas, proveniente del 99% despojado y condenado por
    los potentados, que resuelvan luchar por su destino, y cuya victoria será
    posible una vez se alcance la masa crítica necesaria, o
     
    b) los potentados criminales que nos han condenado al Fin del Mundo, y que,
    a la vista de todos, están afanados por, y dedicados a, destruir la
    biosfera, condenar los pueblos a la miseria con el pretexto de pagar la
    deuda externa, y desatar la tercera guerra mundial que les garantizaría su
    triunfo.
     
     
    ¡Esa es la cuestión! Por eso no es indiferente para ningún individuo; y tú
    eres uno, aunque no te lo creas.
     
     
     
    1/5. Orígenes, tergiversaciones, agresiones y despojos
     
    1.1 Mitos y hechos
     
    La existencia de la Vida en la Tierra es un asunto polémico, atado a la
    divinidad y al cosmos, pero que bien puede explicarse como un proceso
    evolutivo que permite la aparición de especies según el desarrollo del
    medio en el que se encuentran. Esto es, a medida que las condiciones
    físico-químicas, magnéticas y energéticas van siendo apropiadas para que
    surjan y se desarrollen determinadas formas de Vida, cada vez más
    complejas, éstas no han dejado de surgir y pelechar.
     
     
    La última hipótesis parece la más plausible, pues es la única que aporta
    pruebas objetivas mediante la biología comparada de los restos hallados en
    las excavaciones arqueológicas. Por ende, es sensato postular su validez
    real tanto como su superioridad intelectual respecto a las teorías
    metafísicas, pues sus hipótesis están sujetas a la demostración, de modo
    que pueden cambiar si la realidad no las corrobora.
     
     
    En cambio, los dogmas religiosos e ideológicos son intocables y
    justifican, a los ojos del creyente, el desprecio y hasta la eliminación de
    quien no los comparte, de modo que se convierten en razones de
    enfrentamiento irreductibles e incuestionables.
     
     
    Óptimamente, es hasta posible que los mitos creacionales de las diferentes
    religiones o de las ideologías totalitarias encuentren en la explicación
    científica una manera de coincidir en su apreciación de la realidad, aunque
    el dogmatismo se oponga.
     
     
    Afortunadamente, todos -excepto los sicópatas que nos han subyugado-
    tenemos cerebro evolucionado, sensibilidad y capacidad de reflexión, de
    modo que podemos identificar y rechazar el error conceptual de cualquier
    teoría o planteamiento, si juzgamos con honestidad y sin prejuicios,
    intentando hallar la Verdad que nos hará libres y que se enriquece con cada
    punto de vista que la exprese honradamente, aunque nunca podrá suplantar la
    realidad objetiva ni dar cuenta plena de ella.
     
     
    En consecuencia, es adecuado admitir que quizás entre los creyentes haya
    quienes entiendan que la fe es un asunto personal y cultural sujeto a toda
    clase de arbitrariedades y ajeno a la razón, de modo que no se puede aducir
    como recurso para negar lo evidente, desconociendo la dignidad del hereje o
    del contradictor tanto como su derecho a ser libre y a pensar y actuar como
    tal.
     
     
    No obstante, los dogmas, generalmente presentados como la voluntad divina,
    o la profecía materialista del gran científico social, o la inspiración
    sagrada de un caudillo iluminado, gozan de mucho respaldo entre los
    fanáticos de ideologías inhumanas que desprecian la Vida.
     
     
    Semejantes seres se consideran dueños del Universo, pues, como sostienen
    los sionistas inspirados por los masones, Dios lo habría hecho para ellos,
    según lo dice la Biblia. O, para otras ideologías, como la nazi, el
    determinismo histórico los señalaría como los auténticos dueños del destino
    común.
     
     
    En consecuencia, con base en sus dogmas, al menos los fanáticos religiosos
    que han dominado a occidente están decididos a cumplir el destino que nos
    han postulado los herederos de Abraham encabezados por los arrogantes
    sionistas instigados por los masones: precipitar el Fin del Mundo.
     
     
    Semejantes delirios, tan pueriles, desmesurados e irracionales, no
    merecerían considerarse, a no ser porque su amenaza es real y tangible,
    como lo vemos con las agresiones de las multinacionales depredadoras contra
    la biosfera, la Vida y la Humanidad. Igualmente los constatamos con la
    condena a la miseria de los pueblos para que les paguen a los banqueros lo
    que se han robado los funcionarios. El mismo propósito genocida lo denota
    el esfuerzo para desatar la guerra mundial, que, a los ojos de Benjamín
    Netanyahu, encuentra en Corea del Norte y en Irán la justificación para su
    crimen apocalíptico de estirpe sionista.
     
     
    Es que estos apocalípticos hacen todo lo posible por destruir las
    condiciones geológicas, energéticas y bióticas que le han otorgado al
    planeta el equilibrio suficiente para sustentar formas de Vida que llamamos
    superiores y hasta inteligentes, como la especie humana, la canina o la de
    los cetáceos, y cuya conservación depende de que ese frágil equilibrio
    ecológico se mantenga.
     
     
    Incidentalmente, entre estas formas superiores de Vida se hallan los
    sabios y útiles “perros de la pradera”, que los depredadores de USA
    consideraban una peste y asesinaban por montones, desoyendo las
    advertencias sobre la fragilidad de la pradera expresadas por el gran jefe
    Sioux, inquieto particularmente por la sobrevivencia de los bisontes, a
    quien los hechos le han dado la razón aunque las bestias consumistas siguen
    depredando, lo cual demuestra que su verdadero propósito es causar y
    acelerar la destrucción, disfrazándola de ambición por riquezas, de destino
    manifiesto o de voluntad divina.
     
     
    En consecuencia, las ansias de enriquecimiento no pasan de ser pretextos
    para causar la envidia de los simples, mientras quienes los gobiernan
    profundizan la destrucción ocultando su crimen, camuflándolo como el
    universal anhelo de riqueza, pues a las mayorías corrompidas por el
    mercantilismo la codicia las enceguece, convirtiéndolas en cómplices de su
    suicidio y del exterminio del resto; y ni caen en cuenta de que las
    actividades desarrolladas por los potentados pueden frustrar sus pequeñas y
    viles ambiciones.
     
     
    1.2 Farsantes sicópatas
     
    Independientemente de la ideología nazi, falangista, fascista, liberal,
    imperialista, teocrática, agnóstica, cientifista, comunista, socialista, o
    lo que sea que prediquen los caudillos impostores para engañar a los
    pueblos que subyugan mientras negocian con el patrimonio público y las
    riquezas naturales, los sionistas se han apoderado del monopolio financiero
    mundial y, de contera, de todas las empresas estratégicas y de los recursos
    naturales, aprovechando la ruindad de la inmensa mayoría de los políticos y
    los gobernantes, pues todos tienden a corromperse, como lo señaló
    acertadamente lord Acton desde el s. XIX, de modo que es hora de entenderlo
    y denunciarlo para evitarlo.
     
     
    Ignorarlo constituye un error mortal que nos impedirá vencer a los
    caudillos y demás individuos con complejos de grandeza, para alcanzar la
    Sociedad Democrática Global que nos reconoce a todos igual dignidad.
     
     
    En consecuencia, la inhumación de las sociedades jerárquicas es
    imprescindible si aspiramos a vivir con dignidad en la sociedad plana que
    las remplace.
     
     
    Esta sería, hay que repetirlo, la Sociedad Democrática Global que nos
    corresponde concertar mundialmente para derrotar el Nuevo Orden Mundial de
    los potentados, que tan avanzado llevan y están desesperados por
    consolidar, como lo demuestra la lamentable situación de la otrora
    orgullosa Europa, ahora víctima de una moneda común y de unas políticas
    imperialistas representadas por Angela Merkel y su peón francés, Nicolás
    Sarkozy, que les roba la soberanía a los países, sometiéndolos a la
    dictadura de los banqueros ladrones encabezados por el sionismo.
     
     
    Simultáneamente, los potentados causan la degradación acelerada de la Vida
    mediante la destrucción de la biosfera con sus consecuentes envenenamientos
    de las aguas, los aires y los suelos y la extinción de especies vegetales y
    animales.
     
     
    El resultado social para los humanos es la creciente miseria de los
    pueblos y el paralelo “enriquecimiento” relativo de los vendepatrias que, a
    cambio de papeles basura (las divisas con valor negativo) y visas USA, les
    ceden las riquezas naturales a las multinacionales depredadoras, como las
    mineras, las madereras, las pesqueras, las constructoras de grandes
    represas y demás infraestructura letal...
     
     
    También están apurados por desatar la guerra mundial, que impediría que
    paguen sus crímenes mientras reduciría el exceso poblacional. Éste lo
    postulan los maltusianos, desde el s. XIX, como el gran problema de la
    Humanidad, pues su incapacidad -que suponen nos aqueja a los demás, porque
    ”el ladrón juzga por su condición”- les impide concebir soluciones capaces
    de respetar y fomentar la Vida.
     
     
    1.3 Despojo del conocimiento
     
    Con sus demenciales actuaciones pretenden impedir que la Humanidad disfrute
    del alto nivel de desarrollo técnico científico alcanzado, pero que las
    grandes corporaciones nos quieren robar con el embeleco de la “propiedad
    intelectual”.
     
     
    Con esta artificial noción despojan a los creadores de sus obras, pues los
    “derechos de autor” no les merecen tanto respeto como la “propiedad
    intelectual”, una noción eminentemente jurídica, cocinada para justificar
    las inmensas fortunas de los enemigos comunes, que serían demostrativas de
    su falaz grandeza, según su ruin opinión de zánganos estériles con
    complejos de dioses y actitudes de demonios.
     
     
    La razón para sus abusos es que carecen de capacidad creativa real porque
    son monstruos amorales, estériles para lo digno pero expertos en estafas,
    saqueos, violencias, leguleyadas e imposturas que les permiten apropiarse
    de las posesiones, las creaciones y los descubrimientos ajenos con absoluto
    cinismo, pues saben que las autoridades venales los protegen, y hasta
    honrados los consideran mientras persiguen como ladrones a los verdaderos
    creadores y propietarios.
     
     
    De esta manera impiden que los aportes humanos fluyan libremente a fin de
    que todo el que lo desee los use en su beneficio personal, enriqueciéndolos
    para beneficio y complacencia de la gente decente y solidaria.
     
     
    Mediante las “patentes”, que legalizan la artificial y abusiva “propiedad
    intelectual”, nos despojan a las mayorías, incluidos los autores, de los
    aportes de los genios que tienen el talento suficiente para enriquecer el
    bagaje común.
     
     
    Así pasa con medicinas esenciales que hace rato cumplieron sus ciclos
    destinados a retribuir al creador, de modo que ya deberían ser patrimonio
    común de la Humanidad, capaz de librarla de flagelos como el Sida y tantas
    más enfermedades tropicales (o de pobres).
     
     
     
    2/5. Perversidad ecocida
     
    2.1 Ideologías y prácticas letales
     
    A los enemigos comunes cada vez les queda más difícil justificar la guerra,
    a medida que el falso patriotismo -con el que inducen a los jóvenes e
    ingenuos soldaditos a

     

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unread,
Feb 24, 2012, 3:47:07 PM2/24/12
to Destinatários de e-mail de compilação
    Ana Santanna <anapai...@gmail.com> Feb 24 06:40PM -0200  

    *
    *
    *¿POR QUÉ SALIR A LAS CALLES EL 8 DE MARZO?*
    Henry Llanes
    Hay varios motivos para salir a las calles, a los caminos y a las plazas del
    Ecuador: el abuso de poder, la corrupción gubernamental, la violación de los
    derechos laborales, la imposición de políticas extractivistas, el racismo,
    la
    desestabilización de centros de estudios de educación superior poniendo en
    riesgo la carrera universitaria a miles de estudiantes, la metida de mano
    en la
    justicia como el caso último del juicio al Diario el Universo, las
    violaciones
    constitucionales y legales, la desnacionalización del petróleo.....
    LEER TODO:
    http://lalineadefuego.info/2012/02/24/por-que-salir-a-las-calles-el-8-de-marzo-por-henry-llanes/
     
    *
    LA REAPARICIÓN DEL CÁNCER EN HUGO CHÁVEZ*
    Heinz Dieterich (*) La Jornada <www.jornada.unam.mx>
    La reaparición del cáncer en Hugo Chávez (recidiva tumoral) —más allá
    de la tragedia humana que significa toda enfermedad de este tipo— plantea
    dos interrogantes fundamentales para América Latina. 1. Quién se queda con
    el
    poder del Proyecto chavista en Venezuela? 2. Quién llenará el vacío
    estratégico en el pensamiento y praxis política de América Latina que
    dejará la probable incapacitación de Chávez?......
    LEER TODO:
    http://lalineadefuego.info/2012/02/24/la-reaparicion-del-cancer-en-hugo-chavez-por-heinz-dieterich/
     
     
    *CUANDO EL ENEMIGO SE HACE PUEBLO*
    Íñigo Errejon. Rebelión <www.rebelion.org>
    El 20 de febrero, en una rueda de prensa urgente junto con la Delegada del
    Gobierno en Valencia, el Jefe Superior de la policía del País Valenciano,
    Antonio Moreno, designado por Rubalcaba en la anterior legislatura, mentía
    sobre supuestas agresiones a la policía para justificar la brutalidad que
    ésta empleó contra los estudiantes del Instituto de Enseñanza Secundaria
    Lluís Vives, que se manifestaban contra los profundos recortes en
    educación.....
    LEER TODO:
    http://lalineadefuego.info/2012/02/24/cuando-el-enemigo-se-hace-pueblo-por-inigo-errejon/

     
     
     
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    correspondentes no Brasil e no exterior. Estão divididos em 28
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    *Respeitamos seu direito de privacidade na internet, caso não queira
    continuar recebendo nossas mensagens, basta responder este e-mail com o
    assunto: REMOVER*

     

      Castor Filho <casto...@gmail.com> Feb 24 05:51PM -0200  

      De: Baby Siqueira Abrão
       
      Sim, há uma saída para a Palestina.
       
      Advogado que assessorou equipe palestina em negociações com Israel sugere a
      Mahmoud Abbas que afirme a existência e a realidade do Estado da Palestina
      de várias maneiras, por meio de uma sucessão constante de manifestações de
      independência, construindo um recorde tangível de sucessos.
       
      Trata-se de uma saída diplomática interessante, que ele mostra como fazer
      didaticamente, passo a passo.
       
      Traduzi a carta aberta de John Whitebeck e a coloquei no meu novo artigo
      para a Carta Maior. Aqui:
       
      http://cartamaior.com.br/templates/analiseMostrar.cfm?coluna_id=5487
       
      --
      Baby Siqueira Abrão
      Brazilian journalist - Middle East correspondent
      *Brasil de Fato - Carta Maior - Opera Mundi*
      00 xx 972 59 857-4459 or 00 xx 972 54 885-1944 (international calls)
      059 857-4459 or 054 885-1944 (local calls)
      Skype ID: alo.baby
      P. O. Box 1028, Ramallah, West Bank

       
       
       
      *Respeitamos seu direito de privacidade na internet, caso não queira
      continuar recebendo nossas mensagens, basta responder este e-mail com o
      assunto: REMOVER*

       

        lalo...@usp.br Feb 24 12:46PM -0200  

        Solicito a retirada do meu endereço eletrônico dessa lista.
         
        Obrigado

         

        MARIO JEFFERSON LEITE Melo <jefferso...@gmail.com> Feb 24 02:36PM -0200  

        Querido Lalo,
         
         
        Em nome da democracia, da pluralidade de idéias e da boa discussão em torno
        de temas que nos são caros, solicito ao amigo que permaneça ainda por aqui,
        mesmo que apenas receptivo. Precisamos de pareceres de pessoas balisadas e
        sérias como você. Nem sempre, manifestações de ordem pessoal dizem respeito
        ao pensamento do coletivo, principalmente, das TVs Comunitárias. Sabemos
        que é o momento da coerencia, do diálogo, do sentar-se à mesa e buscar
        formas e fórmulas de se criar um novo MARCO REGULATÓRIO para a comunicação
        brasileira. E são de pessoas como voce que precisamos neste processo de
        discussão. Por favor, em nome de nossa amizade e respeito, peço que
        reconsidere sua decisão.
         
        abraços fraternos
         
        Jéfferson Mello
        Moderador
         
         
        --
        *FRENAVATEC - A LUTA DE TODOS NÓS.*

         

        Takashi <tak...@gmail.com> Feb 24 02:40PM -0200  

        Isso aí, Jeffinho!
         
        Qualquer debate, sem o Lalo, fica muito mais pobre.
         
        []s
         
        Takashi
         
         
         
        Em 24 de fevereiro de 2012 14:36, MARIO JEFFERSON LEITE Melo <

         

        Alcides Ribeiro <fap...@yahoo.com.br> Feb 24 05:50AM -0800  

        ESTA AÍ UMA BOA RAZÃO PARA A EXISTÊNCIA  DA COMISSÃO DA VERDADE. ALÉM DE INVESTIGAR QUEM ESTÁ RECEBENDO O BOLSA FAMÍLIA E OU OUTRAS BOLSAS, PODERIA TAMBÉM É INVESTIGAR O ENRIQUECIMENTO DE TODOS OS POLÍTICOS QUE PASSARAM POR MANDATOS NAS TRÊS ESFERAS DO GOVERNO, OS MINISTÉRIOS E AS ESTATAIS.. 

         
        Alcides dos Santos Ribeiro - Presidente
        FAPEMS - Fed.das Assoc.dos Apos.e Pens.do Estado do Mato Grosso do Sul
        67-9983 8267
        Alcides Ribeiro <fap...@yahoo.com.br> Feb 24 06:32AM -0800  

        No Brasil temos verdadeiros crimes praticados contra o erário
        público recentemente e que não estão sendo realmente investigados. Temos ainda
        esse brutal ataque do governo contra os aposentados. E mais programas Sociais
        somente para fins eleitoreiros. Tem sim muitas coisas mais úteis para serem
        investigadas e que estão acontecendo em nossos dias. Será que também deixaremos
        para as gerações futuras estas investigações e a punição daqueles que até lá já
        estarão mortos. Não podemos cometer os mesmos erros do passado.

         
        Alcides dos Santos Ribeiro - Presidente
        FAPEMS - Fed.das Assoc.dos Apos.e Pens.do Estado do Mato Grosso do Sul
        67-9983 8267
        www.fapems.wordpress.com
        www.twitter.com/fapems
         
         
         
         
         
         
        >Enviadas: Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012 13:20
        >Assunto: RES: [Brasil-Política] Enc: Fwd: Mulheres cearenses - acredite se quiser!
         
        >Estão confundindo alhos com bugalhos. Isso não passa de uma
        manobra diversionista. A Comissão da verdade foi criada para investigar crimes
        contra a pessoa humana praticados durante o regime militar e antes.

        >De:brasil-...@googlegroups.com [mailto:brasil-...@googlegroups.com] Em
        nome de Alcides Ribeiro
        >Enviada em: sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012 10:51
        >Para: Grupo Politica
        >Assunto: [Brasil-Política] Enc: Fwd: Mulheres cearenses - acredite se
        quiser!

        >ESTA AÍ UMA BOA RAZÃO PARA A EXISTÊNCIA  DA COMISSÃO DA
        VERDADE. ALÉM DE INVESTIGAR QUEM ESTÁ RECEBENDO O BOLSA FAMÍLIA E OU
        OUTRAS BOLSAS, PODERIA TAMBÉM É INVESTIGAR O ENRIQUECIMENTO DE TODOS OS
        POLÍTICOS QUE PASSARAM POR MANDATOS NAS TRÊS ESFERAS DO GOVERNO,
        OS MINISTÉRIOS E AS ESTATAIS.. 
        >>Enviadas: Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012 11:38
        >>Assunto: Fwd: Mulheres cearenses - acredite se quiser!
        >>Fraterno
        abraço.
        >>De: Orlando W Bandeira<owban...@inmetro.gov.br>
        >>Data: 23 de fevereiro de 2012 10:37
        >>Assunto: ENC: Mulheres cearenses - acredite se
        quiser!
        >>Para:
        >>Assunto:Fw:
        Mulheres cearenses - acredite se quiser! 
        >Edison Evaristo
        >Moderador do Grupo Brasil-Política
        >edison....@gmail.com
        --

         

        "Gerhard Erich Boehme" <ger...@boehme.com.br> Feb 24 01:54PM -0200  

        Mensagem encaminhada a Grupos de Debates sobre Direitos Humanos e à Sra.
        Maria do Rosário Nunes - Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da
        República.


        Prezado Coronel Brilhante Ustra,
        Prezada Sra. Maria do Rosário Nunes,

        "A liberdade é, na filosofia, a razão; na arte, a inspiração; na política, o
        direito." (Victor Hugo –Victor-Marie Hugo)

        No dia de hoje serão entre 530 e 600 os brasileiros que irão perder a vida
        devido a violência, muitos com requintes de crueldade jamais vistos em todo
        o mundo, igualmente serão mas de 15 mil os torturados, como o foi com a
        Dona Josélia¹ que perdeu seu filho. Muitos serão os torturados nas filas ou
        por falta de atendimento nos hospitais. Quando não devido a péssima
        qualidade dos serviços públicos.

        “Bens e serviços públicos têm como característica essencial a
        impossibilidade de limitar o seu uso àqueles que pagam por ele ou a
        impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições seletivas,
        com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado
        aos portadores de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a
        idade ou aquelas resultantes de sequelas de acidentes ou fruto da
        violência.” (Gerhard Erich Boehme)

        Esta é a realidade que temos que mudar, e não criar privilégios para aqueles
        que lutaram contra o Brasil, que queriam aqui implantar uma “ditadura do
        proletariado”, como chamam as ditaduras que promovem e sustentam as
        "nomenklaturas" e realizam suas diásporas, como ocorreu em Cuba, com minha
        família na extinta DDR (República Democrática da Alemanha), etc.. Quando não
        visam promover e dar publicidade a autores da mentira, com seus livros,
        filmes, documentários etc. E o mais grave, induzem as pessoas a analisarem
        os fatos passados sob o cenário atual, desconsiderando a realidade de então,
        de um mundo dividido e em vias de um conflito mundial.

        Muito se deve ao fato do Estado não atuar onde deveria, e para tal concorrem
        todos os que hoje estão empoleirados no governo, com destaque a todos os que
        ocupam cargos na tal da “Secretaria de Direitos Humanos”, na realidade
        “SECRETARIA DOS DIREITOS DOS MANOS”, com seus privilégios, pois
        desconsideram as razões da violência que hoje temos no Brasil, pois são eles
        mesmos os principais agentes, muito se deve a eles e a ideologia que
        defendem.

        Recomendo que leiam: “Drogas – Um debate sem respostas”?


        <http://www.saudecomdilma.com.br/index.php/2011/08/15/drogas-e-a-violencia-u
        m-debate-superficial-e-sem-respostas/>
        http://www.saudecomdilma.com.br/index.php/2011/08/15/drogas-e-a-violencia-um
        -debate-superficial-e-sem-respostas/

        No mais recomento a leitura do texto sobre as drogas e que que se responda
        aos questionamento abaixo, pois quanto a violência, esta muito deve hoje às
        drogas.


        <http://saudedilma.wordpress.com/category/autores-do-saude-com-dilma/gerhard
        -erich-boehme/>
        http://saudedilma.wordpress.com/category/autores-do-saude-com-dilma/gerhard-
        erich-boehme/

        14 cidades brasileiras estão entre as 50 mais violentas do mundo

        <http://forumdaliberdade.com.br/fl25/blog/2012/14-cidades-brasileiras-estao-
        entre-as-50-mais-violentas-do-mundo/agencia_brasil/>
        http://forumdaliberdade.com.br/fl25/blog/2012/14-cidades-brasileiras-estao-e
        ntre-as-50-mais-violentas-do-mundo/agencia_brasil/

        E para entenderem de fato o que ocorreu nos anos 60 do século passado:


        <http://pt.scribd.com/doc/43854365/A-Revolucao-de-31-de-Marco-de-1964-Gen-Di
        v-Ulisses-Perazzo-Lannes>
        http://pt.scribd.com/doc/43854365/A-Revolucao-de-31-de-Marco-de-1964-Gen-Div
        -Ulisses-Perazzo-Lannes

        Com os comentários:

        Revisão da Anistia ou a Paz Social

        <http://xa.yimg.com/kq/groups/14203410/190343498/name/Revis%C3%A3o+da+Anisti
        a+ou+a+Paz+Social.pdf>
        http://xa.yimg.com/kq/groups/14203410/190343498/name/Revis%C3%A3o+da+Anistia
        +ou+a+Paz+Social.pdf

        Comissão da verdade ou da mentira

        <http://xa.yimg.com/kq/groups/6603531/884034652/name/Comissao+Nacional+da+Ve
        rdade+ou+da+Mentira.pdf>
        http://xa.yimg.com/kq/groups/6603531/884034652/name/Comissao+Nacional+da+Ver
        dade+ou+da+Mentira.pdf
        Em um mundo polarizado entre uma esquerda violenta e irracional e uma
        direita subjugada a um poder econômico, mas sem liberdade de mercado, os
        militares asseguraram ao Brasil a liberdade e a condução do país à
        democracia. Infelizmente falharam, falharam muito, pois nos legaram o dono
        do Brasil, Sr. José Ribamar Ferreira de Araújo Costa e seus sucessores:
        Fernando Collor de Mello, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso e o pior
        deles, cria do General Golbery, da CNBB e da USP, que é hoje o dono da
        consciência dos brasileiros, o Sr. Luiz I. da Silva.

        Seguramente durante o regime militar houve erros, mas o resultado foi o
        melhor para o nosso país, caso os militares deixassem que as direitas
        (lideradas pelos que também foram cassados, mas não é dito pela esquerda,
        Adhemar de Barros e Carlos Lacerda e suas milícias) e as esquerdas
        (terroristas e bolsistas de Havana e Moscou) se enfrentassem. Livraram o
        Brasil de uma potencial divisão e milhões de mortos e perseguidos políticos.
        Mas nem tudo foram acertos, dentre os inúmeros erros que os militares
        cometeram, um deles foi o de agravar as diferenças entre os nossos
        coeficientes eleitorais, que os esquerdistas, por ignorância ou por serem
        atoleimados, não denunciam. Outro foi, e igualmente ainda hoje é, é o caso
        dos vereadores.

        Seria interessante sabermos a respostas deles para a questão: Qual a razão
        deles também não denunciarem este grave erro dos militares e o que é pior,
        darem sustentação ao mesmo?

        Tirante os municípios de capitais e os que tinham mais de 100 mil
        habitantes, determinava a Constituição de 1967, em sua versão original,
        gratuidade no exercício da vereança.

        Ao estabelecer que, conforme limites e critérios de lei municipal, teriam os
        Vereadores direito à remuneração, a Emenda Constitucional nº 4, de 1975, na
        prática, rompe com a falta de retribuição pecuniária para todo e qualquer
        Vereador.

        No dizer de Ivan Barbosa Rigolin, até a edição do sobredito regramento: a)
        não se falava em subsídio, mas apenas em remuneração dos Vereadores; b) é
        antiga, mais que quarentenária, a preocupação com dividir faixas
        populacionais para efeito de remuneração de Vereadores; c) também conta mais
        de quarenta anos a preocupação legal em limitar a despesa anual do Município
        com relação àquela despesa de remuneração parlamentar, e d) tem a mesma
        idade a regra tanto da anterioridade (fixação em uma legislatura para
        vigorar na seguinte) quanto a da irreajustabilidade, dentro de cada
        legislatura, da remuneração estabelecida na anterior ......" (*)

        A partir de então, várias outras leis complementares alteraram o modo de
        pagar o Edil; no entanto, não mais se regressou àquele estado de gratuidade
        e exercício de cidadania.

        "Um dos grandes erros dos militares, durante o Regime Militar, foi o
        instituir um salário aos vereadores. Antes disso era como em qualquer país
        livre e democrático, um exercício de cidadania. Agora forma-se políticos
        que, já no início de suas carreiras, estarão acostumados a se locupletarem
        do Estado, melhor, do bolso do contribuinte." (Gerhard Erich Boehme)

        O site <http://vereadores.wikia.com/> Adote um Vereador foi idealizado pelo
        Instituto Ágora em Defesa do Eleitor e da Democracia, inspirado em desafio
        lançado pelo jornalista Milton Jung da rádio CBN, em seu programa CBN São
        Paulo, convidando seus ouvintes a adotar um vereador da capital paulista.

        Inicialmente, o objetivo era levar o ouvinte a acompanhar o trabalho de um
        vereador de sua simpatia e a acioná-lo com propostas para serem apresentadas
        à Câmara Municipal. Em pouco tempo, porém, os ouvintes – e depois
        internautas – “desvirtuaram” a ideia e passaram a escolher o vereador de que
        eles menos gostam, para fiscalizá-lo de perto, acompanhar seu comportamento,
        verificar quanto gastam para manter o gabinete e se comparecem à Câmara ou
        participam das comissões permanentes.

        O site foi montado no começo de janeiro sobre uma plataforma wiki, que vem
        sendo mantida, de forma voluntária, seguindo os princípios da Wikimedia
        Brasil. Desde então, o Adote já conquistou a adoção de mais de 80% dos
        vereadores paulistanos e expandiu-se para outras cidades. Em Taboão da Serra
        (SP), por exemplo, todos os vereadores já foram adotados.


        No mais recomendo a leitura atenta aos artigos “A escolha errada dos
        brasileiros”:

        <http://xa.yimg.com/kq/groups/13772711/1262354662/name/Um+artigo+que+trata+d
        as+escolhas+erradas+dos+brasileiros.pdf>
        http://xa.yimg.com/kq/groups/13772711/1262354662/name/Um+artigo+que+trata+da
        s+escolhas+erradas+dos+brasileiros.pdf

        “A verdadeira riqueza das nações”:

        <http://saudedilma.files.wordpress.com/2011/04/a-verdadeira-riqueza-das-nac3
        a7c3b5es.pdf>
        http://saudedilma.files.wordpress.com/2011/04/a-verdadeira-riqueza-das-nac3a
        7c3b5es.pdf

        “Drogas e violência: Um debate sem respostas”

        <http://xa.yimg.com/kq/groups/9567009/320864600/name/Drogas+e+a+violência+%C
        2%96+Um+debate+sem+respostas.pdf>
        http://xa.yimg.com/kq/groups/9567009/320864600/name/Drogas+e+a+violência+%C2
        %96+Um+debate+sem+respostas.pdf

        Mas se podemos citar erros, seguramente os dois maiores erros cometidos
        durante o Regime Militar foram quanto ao coeficiente eleitoral, pois
        ampliaram a grave distorção republicana e ampliaram a representatividade dos
        chamados “Currais eleitorais”, bem como talvez o mais grave, o de não
        seguirem o exemplo chileno no que se refere à condução de sua economia, e
        felizmente não a seguiram quanto a repreensão. Hoje por conta da condução da
        economia chilena de forma acertada, o Chile é um dos países que conquistou o
        melhor desenvolvimento econômico e social, mas para isso é necessário
        entender os princípios da liberdade. Leia “IDH – A verdadeira riqueza das
        nações”:

        <http://saudedilma.files.wordpress.com/2011/04/a-verdadeira-riqueza-das-nac3
        a7c3b5es.pdf>
        http://saudedilma.files.wordpress.com/2011/04/a-verdadeira-riqueza-das-nac3a
        7c3b5es.pdf

        Com as devidas atualizações feitas pelo Professor Ricardo Bergamini para o
        ano de 2011:

        <http://www.ricardobergamini.com.br/portal/index.php?option=com_content&view
        =article&id=321:indice-de-desenvolvimento-humano-idh-do-brasil--fonte-onu-ba
        se-ano-de-2011&catid=36:indice-de-desenvolvimento-humano-idh-do-brasil&Itemi
        d=41>
        http://www.ricardobergamini.com.br/portal/index.php?option=com_content&view=
        article&id=321:indice-de-desenvolvimento-humano-idh-do-brasil--fonte-onu-bas
        e-ano-de-2011&catid=36:indice-de-desenvolvimento-humano-idh-do-brasil&Itemid
        =41

        A realidade é triste, principalmente se olharmos para o universo dos
        cadeirantes que se somam aos demais a cada dia. E pior que isso são as mais
        de 530 famílias que estão perdendo seus entes queridos a cada dia devido a
        violência, onde a ideologia que você defende tem um componente importante.
        Muito se deve, como provo abaixo, a ideologia que você defende.

        O que as empresas estão fazendo para melhorar a saúde do trabalhador? E os
        órgãos públicos?

        Esta é uma importante pergunta, pois o que observamos é uma infinidade de
        ações, muitas delas efetivas¹, eficientes² e/ou eficazes³. Ocorre porém que
        a realidade que vivemos no Brasil é triste, como se não nos bastasse sermos
        recordistas mundiais em violência, que compromete mais de 5% de nosso PIB,
        segundo estudos do IPEA, eu estimo em mais de 10% e posso lhe provar, as
        mortes chegam a 195 mil por ano e custam, ao Estado, entenda-se o
        contribuinte, metade do que gastamos com saúde. E mais grave, pela forma com
        que nos sensibiliza.

        Todos os anos, 6 mil crianças morrem e 140 mil são hospitalizadas vítimas de
        acidentes em decorrência da falta de cultura de prevenção, informação e de
        cuidados no dia-a-dia, da ausência de ambientes adequados à criança e leis
        específicas.

        Outra triste realidade é o resultado que temos no trânsito e a Organização
        Mundial da Saúde (OMS) nos alerta, pois o Brasil é o quinto em número de
        mortes no trânsito de todo o mundo. Uma vergonha, já que não temos uma frota
        de países que estão muito abaixo de nós nas estatísticas e que temos uma
        tradição automobilística, com uma indústria com mais de 50 anos. O dado foi
        divulgado com a publicação do maior estudo já realizado sobre o impacto dos
        desastres para a saúde. Não temos dados mais atualizados, pois a OMS
        utilizou dados de 2007, com o objetivo de comparar todos os países. Segundo
        dados oficiais naquele ano, houve 35,1 mil mortes causadas por desastres com
        automóveis no Brasil. Especialistas acreditam que esse número pode ser bem
        maior, pois só são contabilizadas as mortes que ocorrem no local do
        acidente.

        E somos também recordistas de acidentes de trabalho, o Brasil tem 410 mil
        acidentes de trabalho por ano, que matam oficialmente mais de 3 mil
        brasileiros e custam R$ 32 bilhões ao país. Mas temos ainda a economia
        informal, onde estão mais de 50% dos trabalhadores brasileiros. Estes
        acidentes de trabalho matam, repito, oficialmente, oito trabalhadores
        brasileiros por dia e esta conta pode ser muito maior, já que não inclui os
        40 a 80 milhões de brasileiros da economia informal. Números macabros
        retratam uma triste realidade e não podemos apenas apontar os empresários,
        os funcionários ou apontar falhas do Estado em fiscalizar.

        Mas o que fazer? O que é feito?

        A realidade seguramente é triste, e se levarmos em conta que para cada morte
        temos mais de dez pessoas com sequelas graves que os incapacitam para muitas
        atividades ou que comprometem uma terceira idade com qualidade de vida.

        Podemos, para onde quer que olhamos, achar culpados.
        Entre atuar no efeito e atuar na causa, ainda nos concentramos em atuar nos
        efeitos, é a cultura da lombada, a qual faz parte da cultura do brasileiro.

        Atuar na causa é valorizarmos a prevenção. Começa com pessoas com sua
        responsabilidade individual, passa pelas empresas desenvolvendo todas as
        ações e fazendo investimentos na prevenção e ao Estado legislando,
        fiscalizando e punindo com exemplaridade.

        Se começa com as pessoas, isso requer a responsabilidade individual,
        primeiro temos que reverter um outro aspecto cultural, deixar de priorizar e
        entender que o cidadão deve ser protegido, pois desta mentalidade advém a
        desresponsabilização, cresce o paternalismo e abrimos espaço para a
        demagogia. Mas a responsabilidade individual requer competência e a
        competência decorre de uma infinidade de ações que passam pela educação, com
        destaque à educação fundamental; formação de pessoal, que muitos no Brasil
        chamam de e limitam ao treinamento, com poucas ações, na maioria não
        eficazes; exigem a habilidade, muitas vezes comprovada, como a habilitação
        de um condutor, por exemplo e principalmente a experiência.

        Começa com a educação fundamental, e de cara encontramos inúmeras
        deficiências, as quais necessitam ser eliminadas quando o funcionário é
        contratado. Não ensinamos, no ciclo fundamental, conceitos básicos de
        energia (eletrofrequência, elétrica, cinética, térmica, potencial,
        eletromagnéticas etc.). Conceitos que não foram e não são passados às
        crianças no ciclo básico. Temos professores no ciclo fundamental que não se
        preocupam com a segurança das crianças, desconhecem o básico, como o risco
        das ondas eletromagnéticas produzidas pelas atividades da telefonia celular,
        das linhas de transmissão de energia elétrica, de radares e computadores,

         

        Laercio Reporter <laercio...@hotmail.com> Feb 24 12:24PM -0400  

        Este é lado das duas moedas de quem é refem de empregos no governo, por não ter capacidade de atuar na livre iniciativa privada que paga mais. Não sabe dialogar e discutir com a sociedade Cívil. Fogem do debate e da realidade do mercado. Depois que conseguem um emprego no governo mudam sua pustura é ética e lutam em defesa daquilo que o governo quer em defender "as grandes mídias". abandonam o povo se não, perdem o emprego. Lamentável ver grande camarada hoje preso ao sistema governamental, longe daquilo que sonhamos que é a liberdade de imprensa e de expressão. Eles, mesmo censurado dentro deste proprio governon ão tem direito a falar o que querem., se não ganham um puxão de orelha da mãe Dilma. Na verdade muitos colegas só querem mesmo é um boquina no Governo "Cargo com prazo de validade" Laercioreporter 100% Nacionalista

         

        "MVM<==>News" <mvmei...@uol.com.br> Feb 24 11:43AM -0200  

        De: http://beguerreira.blogspot.com/2012/02/reporter-da-globo-e-expulso-da-marcha.html
         
         
        quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
        Repórter da Globo é expulso da Marcha da Liberdade
         
         
        Mais uma vez a Rede Globo é expulsa de manifestação. Sabemos que o profissional precisa fazer seu trabalho. O Caco Barcelos é um bom profissional, mas a empresa que ele representa já pisou e pisa na bola frequentemente. A hostilidade dos manifestantes é reflexo de anos de silêncio diante da manipulação dessa emissora. É bom a Globo captar a mensagem: "o povo não é bobo..."
         
        Benildes
         
        Assista vídeo extraido do youtube?:
        Marcha da Liberdade expulsa reporter da globo Epic Globo FAIL
        http://www.youtube.com/watch?v=SZjaJ2AOvvM&feature=player_embedded#!
         
         
         
        O jornalista Caco Barcellos da rede globo de televisão foi hostilizado durante à Marcha da Liberdade Caco realizava uma reportagem para o profissao reporter, os manifestantes gritavam "ei, globo vai toma no ...!" e "O povo não é bobo, fora rede globo!". No final ele abandonou a reportagem junto com sua equipe.

         

        Alcides Ribeiro <fap...@yahoo.com.br> Feb 24 06:00AM -0800  

        Não deixo de dar razão aos militares. Essa comissão da verdade deveria mesmo é investigar o enriquecimento de todos os políticos que passaram por mandatos, pelos ministérios, e pelas estatais. Isso sim é que seria bem mais útil ao Brasil.  

         
         
        Alcides dos Santos Ribeiro - Presidente
        FAPEMS - Fed.das Assoc.dos Apos.e Pens.do Estado do Mato Grosso do Sul
        67-9983 8267
        Alcides Ribeiro <fap...@yahoo.com.br> Feb 24 05:31AM -0800  

        Não deixo de dar razão aos militares. Essa comissão da verdade deveria mesmo é investigar o enriquecimento de todos os políticos que passaram por mandatos, pelos ministérios, e pelas estatais. Isso sim é que seria bem mais útil ao Brasil. 

         
         
        Alcides dos Santos Ribeiro - Presidente
        FAPEMS - Fed.das Assoc.dos Apos.e Pens.do Estado do Mato Grosso do Sul
        67-9983 8267
        www.fapems.wordpress.com
        www.twitter.com/fapems
         
         
         
         
         
         
        >Assunto: [resistencia-democratica] Fw: Caserna reage a fala de ministra
         
        >Caserna reage a fala de ministra
        >Maria do Rosário insiste em punir responsáveis por crimes durante a
        ditadura e oficiais reclamam de revanchismo
        >Júnia
        Gama
         
        >Representantes das Forças Armadas reagiram às declarações da
        ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, de que a Comissão
        da Verdade poderá dar origem a um processo de condenações semelhante ao de
        outros países na América Latina. Em entrevista ao Correio, a ministra alterou o
        discurso suave em relação aos efeitos da comissão e defendeu a possibilidade de
        punição àqueles que tenham cometido crimes durante a ditadura militar.
        >Militares criticaram o que chamaram de "postura
        revanchista" de Maria do Rosário e afirmaram que, dificilmente, o prognóstico da
        ministra será cumprido devido a empecilhos jurídicos. Generais da ativa ouvidos
        pelo Correio acreditam que a confirmação da Lei de Anistia, pela Justiça, é uma
        barreira jurídica intransponível a processos que objetivem punir crimes
        cometidos no período. "O Brasil não é revanchista", afirmou um general. Mesmo
        assim, eles consideraram a declaração "preocupante".
         
        >Se os oficiais da ativa preferiram contemporizar,
        os da reserva reagiram duramente às palavras de Maria do Rosário. O general Luiz
        Eduardo Rocha Paiva externou a apreensão da classe com as declarações: "O poder
        modifica o direito e a verdade. É aí que os revanchistas estão investindo". O
        general defende que a Comissão da Verdade deveria investigar também crimes
        cometidos por guerrilheiros. "A investigação unilateral pela comissão vai
        satanizar os agentes do Estado, tenham ou não violado direitos humanos, e
        endeusar os assassinos, terroristas e sequestradores", aponta.
         
        >Na semana passada, a Presidência do Clube
        Militar, que reúne os oficiais da reserva, enviou um manifesto aos membros da
        entidade. O texto, assinado pelos presidentes dos clubes Naval, Militar e da
        Aeronáutica, cita a reportagem do Correio, a nomeação de Eleonora Menicucci para
        a Secretaria de Políticas para as Mulheres e uma das resoluções políticas do PT
        em seu aniversário de 32 anos, sobre o empenho no resgate da memória da luta
        pela democracia durante o período da ditadura militar.
         
        >FONTE: CORREIO BRAZILIENSE
        >em
        23/02/2012

         

        Alcides Ribeiro <fap...@yahoo.com.br> Feb 24 05:23AM -0800  

        Não deixo de dar razão aos militares. Essa comissão da verdade deveria mesmo é investigar o enriquecimento de todos os políticos que passaram por mandatos. Isso sim é que seria bem útil ao Brasil.

         
        Alcides dos Santos Ribeiro - Presidente
        FAPEMS - Fed.das Assoc.dos Apos.e Pens.do Estado do Mato Grosso do Sul
        67-9983 8267

         
         
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              tribuna_d...@yahoogrupos.com.br Feb 24 10:00AM  

              Tribuna da Internet
               
              Mensagens neste resumo (5 Mensagens)
               
              1. Fernando Pessoa e outros, online! Toda a biblioteca no site da Casa De: MVMeireles
               
              2. Após crise, países não serão mais os mesmos, diz o econo De: MVM<==>News
               
              3. China eo novo centro dinâmico - Por Marcio Pochmann - De: MVM<==>News
               
              4. Gaste menos combustível De: Div CB
               
              5. Navios de guerra iranianos rumo à Síria [21/2/2012, MK Bhadrak De: MVMeireles
               
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              1.
               
              Fernando Pessoa e outros, online! Toda a biblioteca no site da Casa
               
              Enviado por: "MVMeireles" mvmei...@uol.com.br mcmeireles
               
              Qui, 23 de Fev de 2012 8:32 am
               
              De: Rede Castorphoto
               
              De: Vanderley
               
              De: Alberto Cosme Gonçalves
               
              Sent: quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
               
              Subject: Fernando Pessoa e outros, online! Toda a biblioteca no site da Casa Fernando Pessoa.
               
              Toda a biblioteca de Fernando Pessoa online....
               
              Os livros da Biblioteca Particular de Fernando Pessoa estão disponíveis gratuitamente online no site da Casa Fernando Pessoa.
               
              Até agora, só uma visita à Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, permitia consultar este acervo que é "riquíssimo", mas com o site, bilingue (português e inglês), e disponível em qualquer lugar do mundo, com uma ligação à Internet, é possível consultar, página a página, os cerca de 1140 volumes da biblioteca, mais as anotações - incluindo poemas – que Fernando Pessoa foi fazendo nas páginas dos livros.
               
              http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt
               
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              Após crise, países não serão mais os mesmos, diz o econo
               
              Enviado por: "MVM<==>News" mvmei...@uol.com.br mcmeireles
               
              Qui, 23 de Fev de 2012 8:49 am
               
              18/02/2012
               
              Jornal do Brasil - Economia -
               
              Apuração: Carolina Mazzi
               
              Após crise, países não serão mais os mesmos, diz o economista Fernando Sarti
               
              Três anos após a falência de diversos bancos americanos determinando o início da crise do Subprime, o mundo permanece cheio de incertezas. Na Europa, países como a Grécia ainda sofrem para controlar as contas nacionais e aliviar o déficit na economia. E apenas agora os Estados Unidos apresentam indícios de uma retomada no crescimento, embora ainda tímido.
               
              A única certeza é a de que o mundo não será mais o mesmo. É o que acredita o economista Fernando Sarti, diretor da Escola de Economia da Universidade de Campinas (Unicamp). Para Sarti, as relações comerciais e econômicas que aconteceram nos últimos 30 anos foram determinantes para uma mudança estrutural no planeta.
               
              “Independentemente da crise, os países emergentes passaram a ser também protagonistas nas relações mundiais, e isso não mudará mais. A crise é parte desta mudança, assim como uma evidência clara de que ela aconteceu”, analisa.
               
              Neste tempo, principalmente países como a Coreia e outros asiáticos já vinham desempenhando um papel importante nas relações econômicas, como produtores que ofereciam condições competitivas para as grandes multinacionais.
               
              “As empresas norte-americanas, então, migraram para estes locais mais 'periféricos'. Porém, o produto final voltava para os centros urbanos dos desenvolvidos, que eram os grandes consumidores”, afirma o economista.
               
              A transferência dessas multinacionais para os emergentes determinou a entrada, principalmente da China, na cadeia econômica mundial. Com isso, a “periferia” também passou a consumir.
               
              “E não foi só um consumo das famílias, mas uma demanda por investimento e capital também, um consumo geral”, relembra Sarti.
               
              Com essa mudança, que, segundo o economista, condicionou uma nova dinâmica no mercado, as consequências da crise ainda são difíceis de prever.
               
              “O que é certo é que tanto a Europa quanto os Estados Unidos sairão mais injustos e desiguais do que entraram”, afirma.
               
              A União Europeia, que já sofre com as diferenças estruturais de cada país membro, deve esquecer o sonho de um “padrão europeu” para todos, acredita Sarti.
               
              O economista diz que, se a infra-estrutura dos países já era desigual, agora essas diferenças ficarão mais claras.
               
              “Além disso, fica evidente que a rede de proteção social destes países será fragilizada. Com o corte de gastos acontecendo na Grécia, Portugal e Espanha para conter o déficit nas contas públicas, a estrutura social será muito afetada e os países sairão da crise menos iguais”, analisa.
               
              Com uma economia dinâmica, um forte mercado interno, uma indústria de alta competitividade e demanda para a exportação, a Alemanha é a única exceção do bloco e deverá continuar "firme e forte", afirma Sarti.
               
              EUA
               
              Os Estados Unidos começam a engatinhar rumo a uma recuperação econômica. Porém, a nova estrutura do mundo não permitirá que o país recupere a força que um dia já teve.
               
              “Com certeza, eles saíram muito mais desiguais e injustos do que quando entraram na crise. Apesar do dinamismo e da força que a economia americana ainda sustenta, com grande capacidade de inovação, falta ao país um setor para liderar a geração de empregos”, afirma.
               
              O problema da desigualdade social e de renda se agrava com a falta de uma rede de proteção social para as camadas mais vulneráveis da população.
               
              “E tem uma questão cultural também, imposta, em que eles ignoram as diferenças de oportunidades da camada mais excluída da população, que não terá a mesma força de competição dos demais”, analisa.
               
              No Brasil, as possibilidades são quase tão grandes quanto as incertezas. Segundo Sarti, o pré-sal eo agronegócio se colocam como boas oportunidades para o crescimento e desenvolvimento do país.
               
              “A oportunidade só será ótima se soubermos aproveitar a demanda que a exploração deste petróleo vai trazer. Não adianta ter demanda para consumir máquinas, se não consumirmos dentro do país, gerando competitividade e desenvolvimento no Brasil. Tanto o agronegócio quanto o pré-sal demandam uma cadeia de fornecimento e consumo que podem ser grandes oportunidades”, acredita.
               
              Para o professor, é preciso que as políticas industriais, tecnológicas e de produção foquem na construção de uma economia abrangente e dinâmica e não se prendam completamente a questões financeiras e de pressão inflacionária, por exemplo.
               
              “Temos excelentes chances a nossa frente, mas depende de como vamos agir em relação a elas. Vamos capturar as oportunidades que surgirem? É uma pergunta para reflexão”, conclui Sarti.
               
              De: http://www.jb.com.br/economia/noticias/2012/02/18/apos-crise-paises-nao-serao-mais-os-mesmos-diz-economista/
               
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              3.
               
              China eo novo centro dinâmico - Por Marcio Pochmann -
               
              Enviado por: "MVM<==>News" mvmei...@uol.com.br mcmeireles
               
              Qui, 23 de Fev de 2012 9:02 am
               
              20 de Fevereiro de 2012 -
               
              Portal Vermelho - Fonte: Revista Fórum -
               
              Marcio Pochmann -
               
              China eo novo centro dinâmico
               
              O sucesso do milagre econômico chinês apresentou ao mundo uma novidade quase não imaginada frente à inconteste hegemonia estadunidense. Seja na evolução do comércio externo ou na presença crescente dos investimentos externos, a China se posiciona de forma cada vez mais sólida como eixo integrador da dinâmica mundial.
               
              Por Marcio Pochmann*
               
              Antes da crise do capitalismo global, a economia estadunidense apresentava sinais de certa decadência frente ao seu esvaziamento produtivo e da relativa perda de importância do dólar. Mas, a partir de 2008, a perda de influência norte-americana tornou-se cada vez mais evidente, sobretudo quando se considera o sucesso transformista chinês.
               
              Para piorar, os Estados Unidos passam a apresentar sinais crescentes de subdesenvolvimento, como no caso da concentração de renda. Nas últimas três décadas, por exemplo, o segmento constituído pela faixa do 1% mais rico da população teve a sua renda aumentada em 256%, enquanto o rendimento dos pobres subiu somente 11%. Como resultado disso, os EUA voltaram a deter um padrão de desigualdade de renda somente verificado antes da Depressão de 1929.
               
              Diante do descenso estadunidense e do auge chinês, os governos têm a oportunidade de rever estrategicamente o posicionamento de suas economias. Do contrário, a trajetória das relações comerciais e de investimento com a China tende cada vez mais a aprofundar as características históricas já notabilizadas, especialmente durante a antiga ordem internacional estabelecida a partir da Inglaterra.
               
              Como a China atual, o Reino Unido dependia fortemente de produtos primários, enquanto se mantinha como forte produtor e exportador de produtos manufaturados. Ou seja, dava-se o estabelecimento de uma convergência internacional para a produção e exportação de produtos primários e simultânea dependência da dinâmica local à internacionalização dos seus parques produtivos segundo a lógica inglesa.
               
              Em geral, a China passa a deter não somente relações comerciais como presença de investimento superiores às dos EUA. Por meio da globalização financeira, não obstante os sinais de certo esvaziamento do seu papel monetário (fim do padrão ouro-dólar nos anos 1970) e de enfraquecimento relativo de sua produção e difusão tecnológica, os Estados Unidos se transformavam praticamente num império unipolar. Tanto assim que prevaleceu a concepção de pensamento único e visão de fim da História, com predomínio da democracia liberal e do livre mercado.
               
              Nos dias de hoje, com o esgotamento do movimento de globalização financeira, registrado por várias crises de dimensão internacional, o milagre chinês ascendeu rapidamente. Assim, a expansão da economia do país possibilitou que em apenas dez anos a sua produção fosse triplicada, contrastando com a realidade estadunidense. Somente entre 1999 e 2010, por exemplo, a variação acumulada do Produto Interno Bruto dos Estados Unidos foi equivalente a apenas 1/8 da verificada na China.
               
              No mesmo sentido, o país asiático responde cada vez mais por uma maior parcela da produção de manufaturados do mundo; em 2009, representou 18% do valor agregado industrial mundial. A participação chinesa no valor adicionado mundial na indústria de transformação de alta tecnologia também saltou de 4%, em 2000, para 18%, em 2009. Atualmente, a China assume a condição de segunda nação mais importante na produção de material de escritório e informática do mundo, na produção de material de rádio, TV e comunicação, ea primeira na produção de veículos automotores e nos investimentos na indústria aeroespacial, de supercomputadores e de núcleos eletrônicos, entre outras posições estratégicas mundiais.
               
              Por conta disso, a China deve ultrapassar a posição dos EUA durante a segunda década do século 21, embora isso não signifique necessariamente o desaparecimento das centralidades dinâmicas das economias pertencentes à União Europeia e aos Estados Unidos, mas o que se destaca é o aparecimento de um mundo multipolar. Além da Ásia – especialmente a China e Índia – há um espaço regional capaz de gerar uma nova centralidade dinâmica no sul do continente americano, com forte importância para a economia brasileira.
               
              Em síntese, o Brasil passa a ter maior relevância num novo contexto mundial multipolarizado, bem distinto daquele verificado durante o momento de sua constituição, em que os Estados Unidos exerciam uma centralidade unipolar. Mas o seu reposicionamento deve partir de um olhar de mais longo prazo, uma vez que as alternativas estão postas.
               
              O deslocamento do centro dinâmico estabelece oportunidades inequívocas de reforço da pujança econômica brasileira. Mas isso pode ocorrer tanto pelo lado da Fazenda, Mineração e Maquiladora dos Produtos Manufaturados (FAMA), como pela via do encadeamento dos sistemas produtivos a partir de maior agregação do Valor Agregado e Conhecimento (VACO).
               
              As alternativas estão postas, com a China presente no novo centro dinâmico mundial. Ao Brasil, cabe uma decisão clara e objetiva em torno do papel que deseja desempenhar neste novo contexto internacional.
               
              *Marcio Pochmann é presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), professor licenciado do Instituto de Economia e do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
               
              De: http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=176136&id_secao=10
               
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              4.
               
              Gaste menos combustível
               
              Enviado por: "Div CB" div...@gmail.com divcb5
               
              Qui, 23 de Fev de 2012 3:38 pm
               
              Caro(a) sr.(a)
               
              Quanto você gasta com combustível para seu veículo em um mês?
               
              Você já pensou na possibilidade de economizar, pelo menos, 10 a 15% deste
               
              gasto, usando hidrogênio como aditivo para o combustível?
               
              Colocamos à sua disposição um kit para produzir hidrogênio sob demanda,
               
              simples de instalar, e você poderá ter uma boa economia no final do mes.
               
              Pense nisso e acesse nosso site para maiores informações ou envie e-mail
               
              para *gerador...@gmail.com*.
               
              Há décadas grandes empresas têm pesquisado veículos que funcionem somente
               
              com hidrogênio, sem grandes resultados práticos. Isso é o que você já deve
               
              ser visto na TV ou em alguma reportagem de revista.
               
              O que não te contaram é que, desde a década de 30 já existem projetos
               
              perfeitamente funcionais de veículos movidos a água. O problema com as
               
              pesquisas recentes é que a indústria não quer que você coloque simplesmente
               
              água no seu tanque de combustível e saia por aí rodando o quanto quiser. A
               
              indústria quer ter você como escravo(a), tendo que comprar combustível o
               
              tempo todo para poder rodar com seu veículo, e principalmente, poder
               
              controlar o preço desse combustível a bel prazer.
               
              Não se deixe mais enganar.
               
              Veja algumas matérias interessantes sobre o assunto em nosso site:
               
              - Carro movido a hidrogênio percorre 3.000 km
               
              (2004)<http://geradorhidrogenio.wordpress.com/2012/02/23/carro-movido-a-hidrogenio-percorre-3-000-km-2004/>
               
              - Inventor de garagem constrói carro movido a água
               
              (2008)<http://geradorhidrogenio.wordpress.com/2012/02/23/inventor-de-garagem-constroi-carro-movido-a-agua-2008/>
               
              - O carro movido a água
               
              (1972)<http://geradorhidrogenio.wordpress.com/2012/02/23/o-carro-movido-a-agua-1972/>
               
              - O carro movido a água
               
              (2006)<http://geradorhidrogenio.wordpress.com/2012/02/23/o-carro-movido-a-agua-2006/>
               
              - Abasteça o seu carro com água do
               
              mar<http://geradorhidrogenio.wordpress.com/2012/02/23/abasteca-o-seu-carro-com-agua-do-mar/>
               
              - Carro hidrogenado<http://geradorhidrogenio.wordpress.com/2012/02/23/carro-hidrogenado/>
               
              - Projeto Chambrin
               
              (1980)<http://geradorhidrogenio.wordpress.com/2012/02/23/projeto-chambrin-1980/>
               
              - Carro movido a água já existe
               
              (2008)<http://geradorhidrogenio.wordpress.com/2012/02/23/carro-movido-a-agua-ja-existe-2008/>
               
              - Carro movido a água e gasolina
               
              (1903)<http://geradorhidrogenio.wordpress.com/2012/02/23/carro-movido-a-agua-e-gasolina/>
               
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              Mensagens neste tópico (1)
               
              5.
               
              Navios de guerra iranianos rumo à Síria [21/2/2012, MK Bhadrak
               
              Enviado por: "MVMeireles" mvmei...@uol.com.br mcmeireles
               
              Qui, 23 de Fev de 2012 6:21 pm
               
              From: Vila Vudu
               
              Sent: quinta-feira, 23 de

               


              Resumo do tópico de hoje

              Resumo do tópico de hoje
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              Grupo: clipping-d...@googlegroups.com
              URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/topics
               
              - A entrevista de Paul Krugman - o prêmio Nobel de Economia - à revista Playboy aprofunda debate sobre a crise entre os economistas [1 atualização]
              http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/e47e091b4b5eede9
              - De volta ao faturo à custa dos bobos: Qui 23/02/12 13:43 [1 atualização]
              http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/b416e9e9e824384a
              - La Paz, la paloma hambrienta y las llaves del banquero [1 atualização]
              http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/776a5de18a647197
              - Blog do Planalto: Qui 23/02/12 18:08 [1 atualização]
              http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/a875499f3bcf3b74
              - FORUM PERMANENTE TVC Alckmin, Sartori e Naji Nahas devem ser presos por crimes no Pinheirinho, afirma procurador [1 atualização]
              http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/35cc37fddb58c799
              - China completa a sua revolução capitalista e se prepara para seguir recomendações do Banco Mundial [1 atualização]
              http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/b7fe13b108072798
              - Pinheirinho: Alckmin e Naji Nahas, entre outros, podem ir para a prisão por crimes cometidos, afirma procurador [1 atualização]
              http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/3d323555f9e6a75c
              - A liberdade de expressão não pode acobertar a injúria: Qui 23/02/12 15:44 [1 atualização]
              http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/26ea2a1748b51468
              - Para Saber: Qui 23/02/12 11:31 [1 atualização]
              http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/f377489a96602249
              - Carta Maior: Tarso Genro: Uma agenda para a esquerda só pode ser mundial: Qui 23/02/12 12:36 [1 atualização]
              http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/73732881c00a91b
              - BRASIL! BRASIL!: Qui 23/02/12 11:10 [1 atualização]
              http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/db732cb4163b2ef8
              - Notícias do Vermelho: Qui 23/02/12 09:30 [1 atualização]
              http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/86c8b80c454d41b0
              - Após crise, países não serão mais os mesmos, diz o economista Fernando Sarti: Qui 23/02/12 08:48 [1 atualização]
              http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/160fdbb350c20388
              - [FNRP.informa] Noticiero Radial de la Red Morazánica de Información - 22 de febrero de 2012 [1 atualização]
              http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/c2817832b3f4e544
              - [lalineadefuego] SIRIA,LOS MEDIOS Y LAS IZQUIERDAS: cuatro puntos de vista [1 atualização]
              http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/72ce851acee18b6b
              - Digest Boletimdiplo, volume 50, assunto 5 [1 atualização]
              http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/7b7d0adefed3a03a
              - Vai lá ver no Oásis, pô! [1 atualização]
              http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/8fa290d9d053ff44
              - [tribuna_da_internet] Resumo 5869 [1 atualização]
              http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/9a64fce89b11f050
              - Clipping : E-mail de compilação para clipping-...@googlegroups.com - 14 mensagens em 14 tópicos [1 atualização]
              http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/c3852a56fea263f7
              - [Minha Mosca] Notícias do Dia 23/02/2012 [1 atualização]
              http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/9b966d3509979cb1
               
               
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              Tópico: A entrevista de Paul Krugman - o prêmio Nobel de Economia - à revista Playboy aprofunda debate sobre a crise entre os economistas
              URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/e47e091b4b5eede9
              =============================================================================
               
              ---------- 1 de 1 ----------
              De: "Mauricio David" <mauric...@terra.com.br>
              Data: Feb 23 08:49PM -0200
              URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/edc298f6c5603534
               
              A polêmica entrevista de Paul Krugman
               
              23/02/2012
               

               
              Um sujeito que ganhou a "John Bates Clark Medal" e o premio Nobel de economia tem credencial para falar de economia e ser ouvido. Paul Krugman é um daqueles economistas que junto com o Joseph Stiglitz irritam várias outros economistas por divergirem do mainstream da profissão.
               
              Ele muda de opinião (já mudou sobre o papel de política industrial e sobre os efeitos da globalização nos salários dos trabalhadores de baixa qualificação), às vezes exagera nas críticas ao tentar ridicularizar outros economistas famosos (Robert Lucas, Eugene Fama, etc.), mas é justamente por suas polêmicas (além é claro de seus trabalhos acadêmicos) que Krugman é interessante.
               
              Assim, sugiro fortemente a leitura da longa entrevista de Krugman à revista Playboy (em inglês) na edição de fevereiro (a seguir). Ele defende não uma, mas várias teses polêmicas. Em especial:
               
              (1) Acredita fortemente que o governo tem os meios para superar a depressão americana e reduzir a taxa de desemprego por meio de uma forte expansão dos gastos públicos. Essa visão bate de frente com vários outros economistas americanos que estão preocupados com o rápido crescimento da dívida pública e do impacto (que ainda não ocorreu) no custo de financiamento da mesma.
               
              (2) Acredita que o aumento do gasto público direcionado para grandes projetos de infraestrutura faria o trabalho de tirar a economia americana do atoleiro no qual se encontra. Grandes obras de infraestrutura com recursos públicos como foi o Erie Canal seriam a solução.
               
              (3) Os EUA são uma "banana republic". Esse termo foi utilizado por vários anos de forma pejorativa para descrever as dificuldades de economias Latino Americanas formarem o consenso para resolver os problemas que atrapalhavam o crescimento. Parece que o mesmo poderia ser dito hoje dos EUA e do seu radicalismo político que torna o processo de tomada de decisão extremamente difícil.
               
              (4) Deixa claro que o problema da crise financeira dos EUA decorre de um problema de falha de regulação e de algumas pessoas que sabiam dos riscos e foram omissas. Entre elas o (já não tão mais respeitado) ex-presidente do FED Alan Grespan. Adicionalmente, Krugman acha que algumas pessoas de Wall Street deveriam estar na cadeia - em artigo recente, too big to jail, o economista Simon Johnson (MIT) (a seguir) defende a mesma ideia.
               
              (5) Argumenta que o presidente Obama não fazia ideia da real extensão dos problemas americanos e que se aconselhou com as pessoas erradas que são ligadas aos interesses de Wall Street. No mais, qualifica o presidente americano como sendo um político mais ao centro do espectro ideológico do que à esquerda como muitos dos seus eleitores pensavam.
               
              (6) Defende que o problema da crescente desigualdade de renda nos EUA está ligado também à questão de regulação e perda de poder dos sindicatos dos trabalhadores. Segundo ele, maiores investimentos em educação não resolverão o problema da desigualdade.
               
              (7) Por fim, coloca de forma clara e sem subterfúgios que a China hoje traz mais problemas do que benefícios para economia americana devido à política de taxa de câmbio fixa.
               
              Observações
               
              Alguns dos pontos que destaquei acima são polêmicos e não são consensuais entre economistas. No caso do papel dos sindicatos, por exemplo, desde os estudos do economista Mancur Olson (ver The Logicof Collective Action, 1971 e The Rise and Decline of Nations, 1984) muitos economistas passaram a ter uma visão negativa do funcionamento de grupos organizados (seja de empresários ou de trabalhadores).
               
              A questão do uso crescente do déficit público como instrumento de política econômica é um tema longe de ser consensual entre economistas americanos de primeira linha. Em especial, vale a pena ver a briga entre Krugman (A Note On The Ricardian Equivalence Argument Against Stimulus (Slightly Wonkish) (http://krugman.blogs.nytimes.com/2011/12/26/a-note-on-the-ricardian-equivalence-argument-against-stimulus-slightly-wonkish/) versus Robert Lucas (clique aqui) e Robert Barro (a seguir) sobre o papel do estimulo fiscal para reativar a economia. Todo esse debate gira em torno do valor do multiplicador fiscal de um aumento do gasto público e dos impostos.
               
              No caso dos maiores gastos em infraestrutura, o economista de Harvard, Edward Glaeser, tem uma visão completamente diferente de Krugman. Para Glaeser ( http://www.bloomberg.com/news/2012-02-14/spending-won-t-fix-what-ails-u-s-transport-commentary-by-edward-glaeser.html), os EUA não precisam de grandes projetos de infraestrutura, mas de investimentos em obras que o custo seja pago pelos usuários, uma melhor regulação, um fundo voltado para a manutenção da infra-estrutura que já existe, etc.
               
              O escândalo recente do uso político do órgão regulador dos aeroportos e portos de New York e New Jersey (ver Restore Integrity at the Port Authority) (http://www.nytimes.com/2012/02/21/opinion/restore-integrity-at-the-port-authority.html?_r=1&pagewanted=all?src=tp) é dos pontos destacados por Glaeser. O problema dos portos e aeroportos nesses dois estados seria muito mais um problema do uso político de uma agência reguladora e sua captura pelas empresas reguladas do que a falta de recursos para um "mega projeto de infraestrutura".
               
              A verdade é que, por mais que a teoria econômica tenha avançado, quando saímos da teoria para proposições de política econômica é fácil encontrar economistas top das melhores universidades do mundo defendendo políticas que são não apenas diferentes, mas às vezes conflitantes. E o debate passa a ser mais pessoal e menos baseado na evidência.
               
              Como podemos cobrar coerência da classe política nos EUA se os melhores economistas do mundo não concordam sobre o que fazer e nem sobre a evidência empírica? No Brasil, o debate é diferente pois aqui seja no curto ou no longo-prazo há uma excessiva dependência do governo.
               
              (Mansueto Almeida, do IPEA)
               

               
              ...
               

               
               
               
              AUTHOR JONATHAN TASINI PHOTOGRAPHER DAVID ROSE
               
              How can winning a Nobel Prize in economics seem like it's no big deal? Well, if you've already won the John Bates Clark Medal-an honor bestowed biennially on the American economist under 40 who has made major contributions to his profession-you've already taken home a piece of hardware considered by many economists to be slightly harder to win than a Nobel. Only 12 people have won both, including Paul Krugman, who collected the 1991 Clark and then snagged the Nobel (and its $1.4 million check) in 2008.
               
              While Krugman's elite status within the economics profession rests on his groundbreaking theory of international trade and his expertise on a host of international financial crises, his broader national influence comes from the media real estate he occupies on the op-ed page of The New York Times, a column he began writing in 1999.
               
              Pointing to his relentless attacks on the Bush administration-which usually included creative ways to say "liar"-conservatives fume that Krugman is a partisan Democrat. The current occupant of the White House may politely disagree with that accusation, as Krugman has also directed withering criticism at Barack Obama. Krugman is not hitting a man when he's down: While many of his peers in intellectual circles were swooning, Krugman was blistering candidate Obama during the 2008 Democratic primaries.
               
              But there is a difference between the Bush years and now: This administration frets about what Krugman says, partly because of his ideas but mainly because his voice is listened to by legions of liberals disappointed with what they perceive to be the president's failures.

               


               
               
               
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                Ana Santanna <anapai...@gmail.com> Feb 24 12:31AM -0200  

                ***Resumen diario de noticias del sitio CUBADEBATE*
                www.cubadebate.cu
                 
                Fecha: *2012-02-22*
                 
                ------------------------------
                 
                *Marino Murillo se reúne en China con altos
                dignatarios<http://www.cubadebate.cu/?p=146321>
                *
                El miembro del Buró Político del Partido Comunista de Cuba Marino Murillo
                fue recibido hoy por el alto dirigente de la organización homóloga de China
                Li Changchun, a quien informó los resultados de la reciente Conferencia
                Nacional del PCC. Murillo, quien viajó a Beijing como enviado especial del
                Primer Secretario del PCC, Raúl Castro, para abordar con las autoridades
                partidistas chinas aspectos relativos a la mencionada reunión, intercambió
                también sobre el excelente estado de las relaciones bilaterales.
                 
                *Emergencia en Bolivia por fenómeno climático "La
                Niña"<http://www.cubadebate.cu/?p=146342>
                *
                Este miércoles, el gobierno de Bolivia declaró emergencia nacional por los
                embates del fenómeno climático La Niña que ha dejado a más de nueve mil
                familias damnificadas, informó el ministro de Defensa Rubén Saavedra. La
                medida agilizará los trámites de envío de recursos a las regiones afectadas
                por las inundaciones y facilitará la compra de los bienes necesarios para
                socorrer a los damnificados, reseñó ABI.
                 
                *Twitter censura la etiqueta
                #palantecomandante<http://www.cubadebate.cu/?p=146285>
                *
                Tras convertirse en la expresión más popular de respaldo al primer
                mandatario nacional, la etiqueta #PalanteComandante recorre nuevamente la
                red social Twitter luego de que el presidente Hugo Chávez anunciara que
                será sometido a una operación para extraer una "lesión de dos centímetros
                de diámetro" detectada en el mismo lugar donde fue extraído a mediados de
                2011 un tumor cancerígeno. A pesar del posteo masivo bajo ésta etiqueta,
                resulta que el tema no aparece en el trendic topics del momento para
                nuestro país.
                 
                *Presidente Chávez se operará en La Habana<http://www.cubadebate.cu/?p=146280>
                *
                Este martes, el presidente de la República, Hugo Chávez, informó que se
                operará en La Habana, Cuba, tras detectarse una lesión de dos centímetros
                de diámetro en el mismo lugar en el que se le extrajo el tumor en junio del
                año pasado. Aseguró que está en buenas condiciones físicas para enfrentar
                la nueva batalla a pocos meses de las elecciones presidenciales.
                 
                *Libros frente a las armas: Españoles repudian brutalidad policial contra
                estudiantes (+ Fotos) <http://www.cubadebate.cu/?p=146287>*
                La indignación popular por las desproporcionadas cargas policiales contra
                los estudiantes valencianos fueron ayer más fuertes que las porras. Los
                antidisturbios cambiaron de actitud y vigilaron pasivamente las protestas,
                dirigidas contra la inusitada violencia empleada por los agentes contra los
                estudiantes, muchos de ellos menores.
                 
                *La primavera valenciana, según un joven bloguero
                español<http://www.cubadebate.cu/?p=146300>
                *
                Necesitamos una primavera, el despertar después de un largo y frío invierno
                pero no solo en Valencia, sino aquí en Andalucía por ejemplo, un despertar
                que nos sacuda a esas pulgas chupasangres políticas. O en Madrid, Villa y
                Corte de la Emperatriz Aguirre, o en Cataluña, o en Galicia, o allá donde
                la corrupción política posa sus garras. España necesita a su población
                activa y potente, saliendo a las calles. Me refiero a exigir una sanidad y
                una educación pública y gratuita.
                 
                *Otra vez Santiago-Industriales (+
                Resultados)<http://www.cubadebate.cu/?p=146332>
                *
                Otra vez el clásico entre Santiago e Industriales (cinco carreras por tres)
                llenó estadio. Ya se extrañaba ver las gradas repletas del Gillermón justo
                cuando en el terreno se enfrentaban dos de los equipos de más tradición en
                nuestra pelota. Lo cierto es que las pobres actuaciones de ambas novenas
                durante las campañas anteriores hicieron mella el ánimo de los fanáticos,
                quienes no acudieron a la cita programada durante los seis juegos de la
                temporada anterior.
                 
                *Fin a 66 días de huelga de hambre (+
                Documento)<http://www.cubadebate.cu/?p=146361>
                *
                El prisionero palestino Khader Adnan (foto en mano de una manifestante)
                terminó su huelga de hambre de 66 días ayer, después de que Israel acordara
                liberarlo a mediados de abril, siempre que no se encontrara nueva evidencia
                "significativa" en su contra. Bajo el acuerdo al que llegaron las
                autoridades israelíes y firmado por uno de sus abogados, Adnan, miembro de
                la Jihad islámica palestina, será liberado tres semanas antes de lo
                planeado después de hacer la huelga de hambre más larga registrada por un
                prisionero palestino.
                 
                *Tren choca en Buenos Aires, 340 heridos (+
                Fotos)<http://www.cubadebate.cu/?p=146310>
                *
                Una formación de la línea Sarmiento en la ciudad de Buenos Aires, que
                finalizaba el recorrido, proveniente de Moreno, ingresó al andén a unos 26
                kilómetros e impactó contra una valla de contención. El impacto produjo que
                el primer vagón ingresará seis metros dentro del siguiente, donde aún hay
                gente atrapada y "puede haber vícitimas", informó el Secretario de
                Transporte de la Nación, Juan Pablo Schiavi. El SAME derivó a centenares de
                heridos, incluso el maquinista del tren.
                 
                *Ileana Ros pide a Obama boicotear Cumbre de las Américas si Cuba
                asiste<http://www.cubadebate.cu/?p=146325>
                *
                Ileana Ros-Lehtinen, congresista estadounidense de origen cubano, pidió al
                presidente Barack Obama "boicotear" la Cumbre de las Américas si Cuba es
                invitada, dijo hoy el diario El Nuevo Herald, de Miami. "Cuba no tiene
                derecho a participar en esa cumbre porque no es miembro de la OEA y no
                cumple con los criterios básicos para serlo", añadió en un comunicado
                Ros-Lehtinen, jefa del Comité de Relaciones Internacionales de la Cámara de
                Representantes de EEUU y célebre por su odio al país donde nació.
                 
                *Entérate España: En Cuba "el enemigo" es
                gobierno<http://www.cubadebate.cu/?p=146337>
                *
                En una entrevista al diario El Mundo que muchos medios refirieron bajo el
                titular "Le dije a Hillary Clinton: ¡España ha vuelto!", el canciller
                español José Manuel García-Margallo contó su encuentro en Alemania la
                pasada semana con la Secretaria de Estado norteamericana. García-Margallo
                afirmó en sus declaraciones que le dijo a su homóloga estadounidense que
                España "quiere ser protagonista en la escena internacional" y que el que él
                representa es un "gobierno serio, responsable".
                 
                *Detectan vientos cósmicos más veloces en un agujero
                negro<http://www.cubadebate.cu/?p=146397>
                *
                Los vientos cósmicos más rápidos detectados se mueven a 32 millones de
                kilómetros por hora y salen de un agujero negro de masa estelar, señala un
                estudio divulgado en la revista Astrophysical Journal Letters. Un equipo de
                científicos de la NASA logró medir dicha variable en IGR J17091, un sistema
                binario que se ubica en el saliente de la Vía Láctea a unos 28 mil años luz
                de la Tierra, señala la publicación.
                 
                *Raúl ofrece condolencias por el fallecimiento de exdirigente
                soviético<http://www.cubadebate.cu/?p=146401>
                *
                El presidente cubano, Raúl Castro, envió un mensaje de condolencia por el
                fallecimiento del exdirigente soviético Vitali Vorotnikov, a quien calificó
                de amigo entrañable de su país. El texto, leído en los funerales del
                expresidente del Soviet Supremo de la República Socialista Federativa
                Soviética de Rusia (Rsfsr), expresa gran pesar por la muerte de Vorotnikov,
                recordado en la isla "con afecto y respeto".
                 
                *Hallan ocho cadáveres del Costa Concordia, un mes después del
                hundimiento<http://www.cubadebate.cu/?p=146346>
                *
                Los equipos de rescate encontraron este miércoles ocho cadáveres másen el
                'Costa Concondia', el crucero que encalló y se hundió a mediados de enero
                frente a las costas italianas, según informó el comité que gestiona la
                crisis en la isla de Giglio. Entre los cuerpos está el de la niña de cinco
                años Dayana Arlotti, que desapareció en el accidente junto con su padre,
                William, de 36, y con un solo salvavidas para ambos.
                 
                *La pobreza en España es "más extensa" que
                nunca<http://www.cubadebate.cu/?p=146352>
                *
                Cáritas, la ONG de la Iglesia Católica, advirtió que la pobreza en España
                es "más extensa, más intensa y más crónica que nunca" y de que el aumento
                de la brecha salarial entre ricos y pobres "amenaza con polarizar la
                sociedad" en este país. Éstas son algunas de las conclusiones derivadas del
                informe "Exclusión y desarrollo social 2012" elaborado por la Fundación
                FOESSA y presentado este miércoles por la ONG sobre la situación de la
                pobreza en España.
                 
                *Convocan a I Encuentro Nacional de Cubanos Residentes en
                EEUU<http://www.cubadebate.cu/?p=146389>
                *
                El 28 de abril de 2012 tendrá lugar en la ciudad de Washington DC, el I
                Encuentro Nacional de Cubanos Residentes en los Estados Unidos de América,
                convocado por la Sección de Intereses de Cuba en este país. De acuerdo con
                la nota divulgada por esta sede diplomática en Washington, participarán en
                este evento una representación de de los cubanos que residen en los EEUU.
                Su convocatoria y formulario de acreditación se harán llegar oportunamente
                a los invitados.
                 
                *Accidente de camión deja 53 personas heridas en
                Holguín<http://www.cubadebate.cu/?p=146356>
                *
                Al menos 53 personas resultaron heridas este miércoles en un accidente de
                tráfico ocurrido en la provincia cubana de Holguín, en el oriente de la
                isla, según informaron medios locales. El accidente se produjo en un pasaje
                conocido como Duany Cinco, en el municipio holguinero de Cueto, cuando un
                camión particular destinado a transporte de pasajeros que cubría la ruta
                Santiago de Cuba-Mayarí, volcó al salirse de la vía.
                 
                *Este jueves, tuitazo por los #DerechosdeCuba y a decir lo que calla la
                "prensa libre" <http://www.cubadebate.cu/?p=146372>*
                Tuiteros cubanos convocan a parada en la red social Twitter para este
                jueves 23 de febrero, a partir de las 10 am (15:00 GMT), con la etiqueta
                #DerechosdeCuba. Este miércoles, la Sección de Intereses de los Estados
                Unidos en La Habana (SINA) reunió a sus empleados locales para darles
                instrucciones de cómo organizar provocaciones en los próximos días contra
                el gobierno de la Isla. Lo orden es provocar y caotizar al país para
                construir los pretextos con que nos agreden mediáticamente. Desde las redes
                sociales y con los amigos de Cuba, se responderá de forma contundente a
                esta provocación.
                 
                *Nueve afganos muertos en protestas contra quema de coranes en base de EEUU
                <http://www.cubadebate.cu/?p=146370>*
                Miles de afganos enfurecidos por la quema de coranes en una base militar
                estadounidense se manifestaron en varias ciudades al grito de "Muerte a
                Estados Unidos" y "Muerte a Obama", y protagonizaron violentos incidentes
                que dejaron al menos nueve muertos y decenas de heridos. Un "joven
                manifestante" murió en Jalalabad (este), según Ahmad Ali, médico del
                hospital público de esa ciudad.
                 
                *Policía griega detiene a siete activistas por solidarizarse con
                Cuba<http://www.cubadebate.cu/?p=146382>
                *
                Responsables de la Asociación Heleno-Cubana de Amistad y Solidaridad
                rechazaron hoy la actuación policial contra siete de sus miembros,
                detenidos por manifestarse frente a la embajada de los Estados Unidos en
                esta capital. En su comunicado, los solidarios con Cuba consideraron
                inaceptable la creciente intimidación y represión contra los movimientos
                populares "que está siendo implementada por un gobierno ilegítimo", y
                aseguraron que este no era un caso aislado.
                 
                *Declaración última (+ Fotos) <http://www.cubadebate.cu/?p=146391>*
                Hay ríos de agua y ríos de sangre y ríos, incluso, metafísicos, pero un río
                de piedras no deja de ser una rareza. Eterna y misteriosa y que mejor
                conviene no tentarla demasiado. Un río de piedras no transcurre, por lo que
                no desata, a primera vista, la sabiduría de un filósofo o la confirmación
                de una leyenda. Es un río sin Heráclito y sin monstruos marinos.
                 
                *Santiago cedió ante Industriales en
                extraining<http://www.cubadebate.cu/?p=146402>
                *
                El equipo de Industriales dejó hoy al campo 8-7 en extraining a Santiago de
                Cuba y mantuvo la primera posición de la zona occidental del Campeonato
                Cubano de béisbol. En el superclásico de la pelota nacional, los azules del
                técnico Lázaro Vargas mostraron sus garras en la parte baja del onceno
                capítulo para salir victoriosos por hit impulsor del antesalista Rudy
                Reyes, quien trajo para el plato desde segunda a Alexander Malleta.
                 
                *El choque de trenes en Buenos Aires provocó 50 muertos y 675
                heridos<http://www.cubadebate.cu/?p=146407>
                *
                El secretario de Transporte aseguró que la justicia y el gobierno
                investigarán las causas del choque para fijar responsabilidades y aseguró
                que "el Estado cuenta con todos los elementos necesarios para analizar las
                causas de lo ocurrido". Además, puso a disposición de los pasajeros y sus
                familiares dos nuevos números telefónicos para realizar consultas,
                habilitados por el Ministerio de Desarrollo Social, 4318-3682/3462.
                 
                *Universidad e inserción social <http://www.cubadebate.cu/?p=146417>*
                ¿Por qué decimos universidad y no pluridiversidad? Se trata de una
                institución que aglutina diversas disciplinas. Multicultural, en ella
                cohabita la diversidad de saberes. El título de universidad simboliza la
                sinergia que debiera existir entre los diversos campos del saber.
                 
                *Un paso más cerca de la orejona <http://www.cubadebate.cu/?p=146436>*
                Con algunas sorpresas concluyeron los partidos de ida de octavos de final
                de la Champions League. A pesar de que aún quedan noventa minutos por
                disputar, y este primer encuentro deja la sensación de un primer tiempo,
                son muchas las dudas que surgen con los resultados de esta semana y la
                anterior. No solo Madrid o Barcelona, habituales en Cubadebate para pesar
                de algunos y alegrías de otros, provocaron varias interrogantes.
                 
                *La Colmenita libando con Vista Alegre <http://www.cubadebate.cu/?p=146439>*
                Con una producción del Consejo Nacional de las Artes Escénicas, la EGREM y
                PMM, La Colmenita ofrecerá su versión criolla de "Meñique", basado en el
                texto de nuestro Héroe Nacional y animado en vivo por temas de Los Van Van,
                Adalberto Álvarez y parte de nuestro cancionero infantil y tradicional.
                 
                 
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