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Feb 23, 2012, 9:03:24 PM2/23/12
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    "Mauricio David" <mauric...@terra.com.br> Feb 23 08:49PM -0200  

    A polêmica entrevista de Paul Krugman
     
    23/02/2012
     

     
    Um sujeito que ganhou a "John Bates Clark Medal" e o premio Nobel de economia tem credencial para falar de economia e ser ouvido. Paul Krugman é um daqueles economistas que junto com o Joseph Stiglitz irritam várias outros economistas por divergirem do mainstream da profissão.
     
    Ele muda de opinião (já mudou sobre o papel de política industrial e sobre os efeitos da globalização nos salários dos trabalhadores de baixa qualificação), às vezes exagera nas críticas ao tentar ridicularizar outros economistas famosos (Robert Lucas, Eugene Fama, etc.), mas é justamente por suas polêmicas (além é claro de seus trabalhos acadêmicos) que Krugman é interessante.
     
    Assim, sugiro fortemente a leitura da longa entrevista de Krugman à revista Playboy (em inglês) na edição de fevereiro (a seguir). Ele defende não uma, mas várias teses polêmicas. Em especial:
     
    (1) Acredita fortemente que o governo tem os meios para superar a depressão americana e reduzir a taxa de desemprego por meio de uma forte expansão dos gastos públicos. Essa visão bate de frente com vários outros economistas americanos que estão preocupados com o rápido crescimento da dívida pública e do impacto (que ainda não ocorreu) no custo de financiamento da mesma.
     
    (2) Acredita que o aumento do gasto público direcionado para grandes projetos de infraestrutura faria o trabalho de tirar a economia americana do atoleiro no qual se encontra. Grandes obras de infraestrutura com recursos públicos como foi o Erie Canal seriam a solução.
     
    (3) Os EUA são uma "banana republic". Esse termo foi utilizado por vários anos de forma pejorativa para descrever as dificuldades de economias Latino Americanas formarem o consenso para resolver os problemas que atrapalhavam o crescimento. Parece que o mesmo poderia ser dito hoje dos EUA e do seu radicalismo político que torna o processo de tomada de decisão extremamente difícil.
     
    (4) Deixa claro que o problema da crise financeira dos EUA decorre de um problema de falha de regulação e de algumas pessoas que sabiam dos riscos e foram omissas. Entre elas o (já não tão mais respeitado) ex-presidente do FED Alan Grespan. Adicionalmente, Krugman acha que algumas pessoas de Wall Street deveriam estar na cadeia - em artigo recente, too big to jail, o economista Simon Johnson (MIT) (a seguir) defende a mesma ideia.
     
    (5) Argumenta que o presidente Obama não fazia ideia da real extensão dos problemas americanos e que se aconselhou com as pessoas erradas que são ligadas aos interesses de Wall Street. No mais, qualifica o presidente americano como sendo um político mais ao centro do espectro ideológico do que à esquerda como muitos dos seus eleitores pensavam.
     
    (6) Defende que o problema da crescente desigualdade de renda nos EUA está ligado também à questão de regulação e perda de poder dos sindicatos dos trabalhadores. Segundo ele, maiores investimentos em educação não resolverão o problema da desigualdade.
     
    (7) Por fim, coloca de forma clara e sem subterfúgios que a China hoje traz mais problemas do que benefícios para economia americana devido à política de taxa de câmbio fixa.
     
    Observações
     
    Alguns dos pontos que destaquei acima são polêmicos e não são consensuais entre economistas. No caso do papel dos sindicatos, por exemplo, desde os estudos do economista Mancur Olson (ver The Logicof Collective Action, 1971 e The Rise and Decline of Nations, 1984) muitos economistas passaram a ter uma visão negativa do funcionamento de grupos organizados (seja de empresários ou de trabalhadores).
     
    A questão do uso crescente do déficit público como instrumento de política econômica é um tema longe de ser consensual entre economistas americanos de primeira linha. Em especial, vale a pena ver a briga entre Krugman (A Note On The Ricardian Equivalence Argument Against Stimulus (Slightly Wonkish) (http://krugman.blogs.nytimes.com/2011/12/26/a-note-on-the-ricardian-equivalence-argument-against-stimulus-slightly-wonkish/) versus Robert Lucas (clique aqui) e Robert Barro (a seguir) sobre o papel do estimulo fiscal para reativar a economia. Todo esse debate gira em torno do valor do multiplicador fiscal de um aumento do gasto público e dos impostos.
     
    No caso dos maiores gastos em infraestrutura, o economista de Harvard, Edward Glaeser, tem uma visão completamente diferente de Krugman. Para Glaeser ( http://www.bloomberg.com/news/2012-02-14/spending-won-t-fix-what-ails-u-s-transport-commentary-by-edward-glaeser.html), os EUA não precisam de grandes projetos de infraestrutura, mas de investimentos em obras que o custo seja pago pelos usuários, uma melhor regulação, um fundo voltado para a manutenção da infra-estrutura que já existe, etc.
     
    O escândalo recente do uso político do órgão regulador dos aeroportos e portos de New York e New Jersey (ver Restore Integrity at the Port Authority) (http://www.nytimes.com/2012/02/21/opinion/restore-integrity-at-the-port-authority.html?_r=1&pagewanted=all?src=tp) é dos pontos destacados por Glaeser. O problema dos portos e aeroportos nesses dois estados seria muito mais um problema do uso político de uma agência reguladora e sua captura pelas empresas reguladas do que a falta de recursos para um "mega projeto de infraestrutura".
     
    A verdade é que, por mais que a teoria econômica tenha avançado, quando saímos da teoria para proposições de política econômica é fácil encontrar economistas top das melhores universidades do mundo defendendo políticas que são não apenas diferentes, mas às vezes conflitantes. E o debate passa a ser mais pessoal e menos baseado na evidência.
     
    Como podemos cobrar coerência da classe política nos EUA se os melhores economistas do mundo não concordam sobre o que fazer e nem sobre a evidência empírica? No Brasil, o debate é diferente pois aqui seja no curto ou no longo-prazo há uma excessiva dependência do governo.
     
    (Mansueto Almeida, do IPEA)
     

     
    ...
     

     
     
     
    AUTHOR JONATHAN TASINI PHOTOGRAPHER DAVID ROSE
     
    How can winning a Nobel Prize in economics seem like it's no big deal? Well, if you've already won the John Bates Clark Medal-an honor bestowed biennially on the American economist under 40 who has made major contributions to his profession-you've already taken home a piece of hardware considered by many economists to be slightly harder to win than a Nobel. Only 12 people have won both, including Paul Krugman, who collected the 1991 Clark and then snagged the Nobel (and its $1.4 million check) in 2008.
     
    While Krugman's elite status within the economics profession rests on his groundbreaking theory of international trade and his expertise on a host of international financial crises, his broader national influence comes from the media real estate he occupies on the op-ed page of The New York Times, a column he began writing in 1999.
     
    Pointing to his relentless attacks on the Bush administration-which usually included creative ways to say "liar"-conservatives fume that Krugman is a partisan Democrat. The current occupant of the White House may politely disagree with that accusation, as Krugman has also directed withering criticism at Barack Obama. Krugman is not hitting a man when he's down: While many of his peers in intellectual circles were swooning, Krugman was blistering candidate Obama during the 2008 Democratic primaries.
     
    But there is a difference between the Bush years and now: This administration frets about what Krugman says, partly because of his ideas but mainly because his voice is listened to by legions of liberals disappointed with what they perceive to be the president's failures. The administration courts him-he has dined on roast beef with the president at the White House, along with such other critics as fellow Nobel Prize winner Joseph Stiglitz. Krugman's tone of "I knew it first" and "If you had listened to me." can be annoying to some politicos. But the problem is that he has more often than not been right.
     
    PLAYBOY sent noted economics writer Jonathan Tasini to find out Krugman's thinking about the current economic crisis, the Obama administration's handling of the financial meltdown, the politics rippling through the country as the 2012 presidential election looms and whether anything can be done to drag us back from the abyss. After many hours of conversation in New York and in Krugman's Princeton University office, Tasini says, "Krugman is a man who made his reputation, in part, on his fascination with and intellectual work on financial panics and collapses. So he is in his element now because he loves a good crisis. As he admitted candidly, he is not a bright-eyed, slap-you-on-the-back, optimistic cheerleader. Quite the opposite. The global economy is giving him a great canvas to draw a depressing picture, but he's also agitating for action that he says can get us out of the mess we're in."
     
    PLAYBOY: It seems every month various people debate whether we're in a depression or a recession. Where are we-recession, depression? Or is it something else?
     
    KRUGMAN: The recession officially ended in June 2009 because that was the point when some things-industrial production, GDP, but not employment-started to go up again. But I say we're still in a depression. I've taken to calling what we're in the Lesser Depression. It's not as bad as the Great Depression, but it's like the Great Depression. It's a prolonged period. We're now four years into high unemployment and lousy economic prospects for most people. If you've lost your job, your chance of getting another is small. The number of people who've been unemployed for long periods is at a level we certainly haven't seen since the 1930s. What we're experiencing is an economy that probably feels in a lot of ways like the U.S. economy in 1937, when, almost everyone now agrees, policy makers were way too complacent and should have kept on pushing for more employment. It's lousy.
     
    PLAYBOY: In 2002 you wrote that you were worried about the unemployment rate-and it was only 5.7 percent. You also made the point that people had been out of work for longer periods than before, that people had given up looking. Now we're almost double that rate.
     
    KRUGMAN: It really is catastrophic. If you include people who aren't actively searching for a job and people who are working part-time even though they want full-time work, we're up to about one in seven. That means the unemployment rate is 16 percent. I live in a fairly rarefied social class now and so probably hear a lot fewer personal horror stories. But I do hear them: people my age, 58-year-old guys who've lost jobs and see no chance of ever getting another one; young people out of college with good qualifications who can't find anything, who can't get their lives started. The human damage is enormous.
     
    PLAYBOY: Some of that debate is irrelevant to the average person. All they know is they don't have a job or they don't have a job that pays enough.
     
    KRUGMAN: The point is there's a tremendous amount of suffering. A lot of America is much worse off than it was four years ago. I think the main reason you should be angry about it is that it's gratuitous. This doesn't have to be happening. We actually have the tools to make most of this go away. If we could throw aside the political prejudices and bad ideas that are crippling us, in 18 months we could be back to something that feels like a much better economy.
     
    PLAYBOY: So people in America today are suffering when they don't have to be because of policy makers who won't do the right thing?
     
    KRUGMAN: That's right. I've gotten some grief for my remark that if it were announced that we faced a threat from space aliens and needed to build up to defend ourselves, we'd have full employment in a year and a half. But that's true. Why couldn't we do that to repair our sewer systems and put an extra tunnel under the Hudson instead of to fight imaginary space aliens? Everybody in the world except us is doing a lot of investment in infrastructure and education. This is the country of the Erie Canal and the Interstate Highway System. The Erie Canal was a huge public infrastructure project financed with no private or public-private partnership. Can you imagine doing that in 21st century America? We really have slid backward for the past 200 years from the kinds of things we used to understand needed to be done now and then. And all of that because we are shackled to the wrong ideas.
     
    PLAYBOY: Many people still believe efficient financial markets exist. Did that blind many economists to the biggest financial bubble in history?
     
    KRUGMAN: Environmental regulations could actually be creating jobs right now, but people say, "Oh, that's crazy. How could that be true? Regulations add to costs." My answer is this: Does the story about the world that underlies what you guys are saying allow for what we see all around us? Do your theories explain nine percent unemployment and this monstrous economic collapse?
     
    PLAYBOY: Is the United States becoming a banana republic?
     
    KRUGMAN: In some important ways, yes. We used to talk about the classic problems of typically Latin American countries where the inability to achieve political consensus made it impossible to have effective economic policies. Well, that's us. And, of course, there are the levels of inequality. In a lot of ways, America now looks like the classic Latin American problem.
     
    PLAYBOY: During the financial crisis and particularly in the aftermath, many pundits blamed regular Americans for buying houses that were too expensive. Is that the cause of the financial crisis, people buying big houses?
     
    KRUGMAN: No, it's not. They did that because they believed the prices would continue to rise, and the lenders believed the prices would continue to rise. It's not an evil thing to buy a house in the belief that if things go well, you will be able to afford it or sell it and pay off the mortgage. Of course, as always, people are trying to make it into "those people" being irresponsible and doing in the financial system. But it's not that story. It's just a classic bubble, but it's an enormous one.
     
    PLAYBOY: What about Wall Street's role?
     
    KRUGMAN: If you're asking why people were buying those houses, it's because the money was being made available. Why was the money being made available? You had a whole machine making it seem as if dicey loans were actually safe, and a fair bit of predatory stuff was also going on. People were being pushed into mortgages they were told they could afford because they didn't understand the fine print. Of course there was the slicing and dicing and tranching and making subprime toxic waste appear as triple-A bonds.
     
    PLAYBOY: Were there people who knew what they were doing was wrong and yet kept doing it?
     
    KRUGMAN: Yeah, exactly. Money was flowing easily. Regulators were largely absent on both sides of the Atlantic. In the United States it was more systematic deregulation and nobody willing to say, "Hey, wait, this doesn't make sense." I doubt that many of them really understood just how bad it was going to be. But there were certainly people who understood they were cutting corners and taking risks that were much bigger than anyone was acknowledging. We have a situation in which people in the financial industry are very much "Heads I win, tails someone else loses." The whole way compensation works is that if you can create even the illusion of high profitability for a few years, then when the thing collapses you can walk out of the wreckage a very rich man.
     
    PLAYBOY: Were crimes committed here, and should people be in jail?
     
    KRUGMAN: It's hard for me to believe there were no crimes. Given the scale of this, given how many corners were being cut, some people must have violated laws.

     

    Ana Santanna <anapai...@gmail.com> Feb 23 07:00PM -0200  

    From: Azalea Robles
     
    La Paz, la paloma hambrienta y las llaves del
    banquero<http://www.azalearobles.blogspot.com/2012/02/la-paz-la-paloma-hambrienta-y-las.html>
    Por Azalea Robles <http://www.azalearobles.blogspot.com/>
     
     
    Hoy vuela una paloma enferma, pasea su mirada por el mundo que se
    deshilacha en angustias; pedazos de su carne quedan en las esquirlas *
    ‘humanitarias’* de los cínicos; dulzura de sus plumas sepulta corazones de
    recién nacidos estallados de hambre. Pasea su mirada y constata mundo.
     
    El hambre es guerra: Los huesos de los niños de las grandes capitales
    amanecen pegados al cemento; algunos entretejidos en racimos humanos para
    calentarse del viento de la indiferencia, otros apuñalados: con la retina
    muerta y el cuerpo saqueado. Frías las madrugadas y frías las miradas de la
    sociedad cuya empatía es asesinada por manipulaciones y terror;
    siniestramente cálido el abrazo del pegamento. Duelen las articulaciones
    del alma.
     
    <http://2.bp.blogspot.com/-2T58xKZcGFw/T0JEhPEpgLI/AAAAAAAAAx4/FolBMzsrWWs/s1600/Losni9b.jpg>
    La explotación es guerra: se pierden manitas infantiles en el socavón.
    Siniestras esmeraldas devoran retoños de vida, nauseabundas canteras
    depredan sonrisas, prostíbulos despellejan ternuras, mientras el banquero
    alcanza fortunas inusitadas. Asimetría expele gargajos entre bambalinas,
    antes de posar en el cinismo.
     
    Sobre la piedra del lavadero una niña reducida se debate entre toneladas de
    ropa sucia, desgajando sueños infantiles: quedan encarnadas sus uñas y su
    porvenir en la casa de la Doña. Barre el piso, sube el desayuno, limpia la
    casa, extiende la ropa, prepara el almuerzo, baña al perro, arregla la
    cocina, pule los muebles, prepara café, escapa del señorito, plancha la
    ropa, recoge a los niños en la parada del autobús, prepara la comida,
    ordena juguetes, termina de doblar la ropa, se cae del cansancio, sirve la
    comida, recoge la ropa sucia, ordena la sala, lava los platos, se cae del
    cansancio, escapa del señorito, lleva una bandeja, corre por la casa, sube
    y baja escaleras… ya son las 24h00 y sus 13 años no dan más, en unas 5
    horas estará nuevamente preparando el desayuno.
     
    La paloma de la paz ya no quiere cargar una rama de olivo de fibra
    sintética; necesita cargar un pan, un lápiz, un libro, una guitarra.
     
    Por elevar sus reivindicaciones, a la paloma de la paz la sindican de
    rebelde, la encarcelan y la tachan de *‘terrorista’. *
    *
    *
     
    I. La paz desposeída y desaparecida
     
     
    <http://3.bp.blogspot.com/-bfxqNrK_46Q/T0JKkoMsB1I/AAAAAAAAAzQ/m8knS5SC33w/s1600/Paramilitares__Fosas_comunes__Zapatos_con_huesos.jpg>
    La paz desposeída [1] , explotada y desnutrida alzó su voz reclamando
    tierra, comida y justicia: no la volvieron a ver. Dicen que detrás del
    batallón en que la encarcelaron hay una fosa común. Común porque las voces
    de dignidad son allí sepultadas en masa [2]. Así cumplen los militares: a
    rajatabla obedecen a los instructores de la voz de caucho y la mirada de
    acero. En la plaza pública hoy alza la bandera un cabo condecorado con
    lamentos humanos, bajo un sol avergonzado.
     
     
     
    II. La paz violada, desplazada
     
     
     
    <http://2.bp.blogspot.com/-2617kjO5R9I/T0JFJ-O-TXI/AAAAAAAAAyI/AtOg0-4-jM0/s1600/1_opt.jpeg>La
    paz violada alzó su voz en la hacienda del latifundista; luego los hombres
    del capitán la visitaron de nuevo, esta vez quebraron la infancia de su
    hermana menor y ardieron los gritos de su padre en la hoguera de la
    impotencia. La vida decidió escaparse del cuerpo más infantil. Con 12 años
    y preñada de abuso, cogió su camino la paz humillada, junto a ella su madre
    rota, y una abuela naufragada. La luna alumbra la montaña: miles de ojos
    ven desde la espesura a otra familia campesina arrastrar sus pasos, caminar
    huellas de terror y súplicas hacia la ciudad.
     
    La paz desplazada se asentó entre cloacas, exiliada de campo y cantares de
    río, salió a buscar el sustento entre reciclajes de plásticos y
    allanamientos de su cuerpo.
     
    Mientras tanto se ensancha la propiedad de la multinacional; electrifican
    algunos predios recién ‘adquiridos’: la llave del sistema de rejas y
    descargas la gestionarán los mercenarios con voz de caucho. Don Mario, el
    Patrón paramilitar de la región, es recompensado con varias hectáreas y la
    impunidad para su caprichos: le gusta ‘desflorar’ -como dice-, a niñas cada
    vez más jóvenes [3].
     
    III. La paz explotada y los sicarios de los saqueadores
     
     
    La paz explotada reclamó contra la multinacional que se lleva el oro negro
    y deja la muerte empotrada en los flancos de la tierra y en el magro jornal
    del trabajador. En estas semanas acostumbraba a seguirla un policía
    agitando una sonrisa cínica. Hoy al llegar a su casa, acompañada de su
    esposo, los acribillaron de siete tiros en el umbral de la puerta: cinco
    hijos menores gritaron hasta hacer temblar la tierra [4].
     
    Los sicarios desaparecieron en la noche, sacudiéndose esos gritos
    infantiles del hombro, como quién se sacude la caspa, y rápidamente dieron
    el *parte de guerra*: asesinados por la espalda dos civiles que habían
    cometido el crimen de no callarse ante lo injusto. Los saqueadores
    recibieron la noticia con satisfacción. La fuerza pública inició la
    “investigación” del crimen celebrando con los sicarios en un garito, entre
    cervezas y chistes.
     
    IV. La sonrisa más agria
     
    Vibra la sangre en el cemento, como laguna que suspira las despedidas más
    terribles: aquellas que dejan el terror grabado en el futuro. Arden las
    venas de los vivos.
     
    Vibra la sangre en los valles, en las parcelas humildes del campesino
    torturado [5]. Regimientos del ejército cuentan sus hazañas en la larga
    vergüenza de su uniforme. Niños violados y enterrados en fosas esperan
    todavía justicia [6]. Pero ante los tribunales sonríen los militares: la
    impunidad para ellos es absoluta. La jueza incorruptible fue asesinada por
    no entender *“cómo funciona esto”* [7]. Los niños de Arauca son mancillados
    dos veces.
     
    Llora la tierra de aspersiones venenosas, de *Planes Colombia* y de los
    gritos de sus hijos. Se esparcen lamentos entre las montañas.
     
     
    <http://3.bp.blogspot.com/-_-QnQOGeoW4/T0JHO2vohaI/AAAAAAAAAyw/NNULHyrh71I/s1600/ciudad-de-los-fotografos.jpg>Desgarran
    el cielo las aves de metal que cargan en su seno la muerte más fiera.
    Llevan apodos tales como ‘*Fantasmas’, ‘Tucanos’, ‘Kfir’, ‘B52’, ‘Black
    hawk’,*…* *y todas les letras del alfabeto conjugadas en la mayor infamia
    de la humanidad: el comercio de la muerte. Las lágrimas del pueblo son las
    llaves de la sonrisa más agria: la sonrisa del mercader de armas.
     
     
     
    V. La paz ocupada
     
    La paz ocupada reclamó contra las bases militares de los hombres de la voz
    de caucho, cuya mirada afilada se posa en niñas al amparo de la impunidad
    otorgada desde la presidencia [8]. La paz ocupada volvió a su casa al
    anochecer, tras una de esas jornadas largas de estudios y trabajo; desde la
    esquina vio arder su pasado en un allanamiento que presenció arropada por
    la oscuridad y el sigilo. Besó a su madre, posando sólo sus labios en la
    respiración de la callejuela, sin poder acercarse siquiera a esa mejilla
    cálida, a esa dulzura materna que ya no volvería a ver. Decidió sobrevivir
    y caminó por las hojas de helechos y orquídeas, adentrándose en un lugar en
    el que espera no le quitarán tan fácilmente la vida y los sueños.
     
     
    VI. La paz en infancia perdida y el banquero
     
    La paz infantil acompañó a su padre a la reunión de los mineros
    artesanales: la preocupación por la llegada de la multinacional es el
    principal asunto en la región. Los ‘*Misters’ *aducen que tienen títulos de
    propiedad; pero lo que más preocupa es que manejan la motosierra del
    paramilitar. *El Negro Jairo*, arrugado como un acordeón, se acuerda de
    tiempos remotos en que él ya amaba a esta tierra… otro desplazamiento, a su
    edad, no lo va a aceptar: resistirá para impedir la llegada de las
    retroexcavadoras. La paz infantil abre unos ojos como platos ante los
    relatos que alertan sobre las masacres ocurridas en comunidades aledañas:
    los lingotes previstos para la banca de Londres ya están cotizados, y al
    parecer ese oro ya lleva incrustado un exterminio premeditado.
     
    <http://4.bp.blogspot.com/-m6dvItLHFJg/T0JIuCztUyI/AAAAAAAAAzA/_mokCpnYxoQ/s1600/1336_ImgArticulo_T1_50107_2007128_165148.jpg>
    De repente se agotan los segundos, se rompe el paisaje, y todo va muy
    rápido: cae sobre los humanos la orden codiciosa emitida desde el
    terciopelo de alguna oficina en el hemisferio norte. La paz infantil se
    esconde en un recoveco de tierra. El capitán del ejército y los
    paramilitares hacen sonar las motosierras [9]: gritos, aullidos y súplicas
    tiñen la vida de manera indeleble. Cortados los humanos como pronto será
    cortada la montaña; pulverizados sus sueños como pronto será ultrajada la
    cordillera, dinamitados sus paisajes, removida de la existencia.
     
    Son siglos hasta que se van. La paz infantil deja pasar unas horas y sale
    de su escondite: pedazos humanos y gemidos ya leves sobresalen entre los
    buitres. No encuentra a su padre. Los humanos fueron desmembrados, sus
    cabezas casi todas lanzadas al río. La paz infantil siente que hoy muere su
    infancia.
     
    El banquero al mismo instante ya manosea en bolsa los efectos de la *
    adquisición*: hoy irá a admirar el destello solar de los lingotes presos en
    su banco, en la noche criminal de sus negocios. Se apresta a tan
    emocionante visita –en solitario-; saca sus llaves multiformes y secretas,
    más secretas aún que la manera en que obtiene su riqueza. Los lingotes de
    oro aparecen como pequeños ataúdes dorados.
     
     
    VII. La paz exiliada
     
    La paz se exilia tras el asesinato de sus compañeros, de sus familiares.
    Antes del exterminio de su partido, los descalzos de la tierra la habían
    elegido [10]. Hubo un instante de esperanza en el sistema de urnas; pero
    rápidamente las fieras del poder eliminaron la posibilidad de cambio. La
    paz exiliada siente lacerantes punzadas de hielo en los inviernos nórdicos
    y en los abismos del desarraigo. Nostalgias anudan su pecho, canciones y
    sabores pueblan su mirada perdida. La biometría de su alma presenta, ante
    los mostradores del *control de identidad,* la lágrima de los que sufren
    ver a su pueblo humillado en eternas masacres y saqueos. Pero no se resigna
    a este exilio, y sigue trabajando por su pueblo. La paz periodista
    construye dignidad a miles de kilómetros de distancia física, y a escasos
    milímetros en distancia empática de su terruño natal. Deviene un humano
    universal, con cariño fiel a sus primeros años.
     
    VIII. La paz entregada a sus verdugos
     
    Viaja despreocupada la paz exiliada y periodista a un país hermano, lleva
    una camisa roja, porque en el país hermano pregonan la justicia social;
    pero a su arribo sufre la traición desmedida. Es apresada la paz
    periodista, no hay ley ni convenio que sea respetado, no hay ética ni
    coherencia que frene lo atroz: es entregada a sus verdugos [11]. La paz
    periodista apenas alcanza a entender que sus hermanos la entregan a sus
    torturadores: mil preguntas cavan la fosa más honda de su alma. Este es un
    funeral muy triste.
     
    IX. El Plan Cóndor sepultando hermanos
     
    Tras huir para salvar su vida, tras vivir décadas en los helados parajes
    del exilio; hoy la paz periodista entierra la confianza. Bolívar se siente
    utilizado, incómodo en iconografías que son parapeto a convenios
    comerciales y militares con los *Santanderes* más carniceros. Los verdugos
    ríen como hienas sobre el cadáver de la confianza y alzan triunfantes su
    llave desmovilizadora: *“el hombre es un lobo para el hombre”.* Mientras
    trasladan a la paz periodista en esos vuelos sórdidos que llevan los
    trofeos de cacería humana al aparato de moler vidas, en la calle solidaria
    alzan su voz algunos ciudadanos de la dignidad humana; pero los medios
    mienten, y son muchos los que callan. Miles de justificadores de lo
    injustificable hilvanan mentiras con agujas de ceguera. Muchos de los que
    parecían hermanos, que dicen enarbolar la defensa de la vida, de la
    humanidad, de la solidaridad, hoy se esmeran en ahogar los gritos
    solidarios, en obviar los mínimos tratados humanitarios, en pisotear el
    derecho de asilo y en apedrear la ética con acusaciones inquisidoras:
    curiosa y terrible locura, incoherencia que arde. Las llaves de la
    esperanza parecen derretirse.
     
    Luego es apresado un cantor enfermo, un artista que subió a las montañas
    tras sufrir persecución, y que hoy ya viejo busca asilo en el país hermano
    [12]. Hilos muy finos sostienen aún la esperanza. Pero lo encarcelan
    ilegalmente y le otorgan el privilegio al régimen persecutor de que viole
    los plazos legales una y otra vez… tiembla la pobre esperanza. Los poetas
    alzan sus voces de protesta recordando a Víctor Jara; pero las hordas de
    persecutores se quieren llevar al poeta a sus cárceles-tortura. El Plan
    Cóndor de los hombres de la voz de caucho quiere envolver en infamias a
    unos y otros. La dignidad tiene una oportunidad para hacer oír su voz
    contra complicidades abyectas.
     
     
    X. La Paz estudiante
     
    La paz estudiante camina protestas y construcciones colectivas: quiere un
    país con una educación que enseñe a la gente a pensarse para la soberanía,
    no para la sumisión [13]. Quiere que la educación sea accesible a todos, y
    no sólo a una minoría privilegiada. Quiere estudiar la historia de su
    pueblo, la realidad del campesino, y se atreve a investigar. Es encarcelada
    bajo los cargos de *‘rebelión y terrorismo’*. Las llaves austeras y
    agresivas se agitan a su llegada en las manos de los carceleros:
    adiestrados en la frustración y la inhumanidad.
     
     
    XI. Alas arrancadas
     
    Entre rejas percibe que son miles y miles las alas de libertad truncadas:
    sueños enjaulados, familias destruidas, comunidades apaleadas. Oye a lo
    lejos ruidos de huesos rotos: alas arrancadas y arrojadas a un despeñadero
    que pretende ser de olvido. Pero no lo será.
     
    La paz es torturada: sus gritos aislados, su dignidad golpeada y
    martillada, su manos de acariciar deformadas, arrancadas sus uñas, orinada
    su osadía: pero no se doblega y crece. La paz es sacada del calabozo
    amoratada, le niegan asistencia médica. Sangra por la boca, pierde la
    visión, se entumecen sus miembros. Los demás presos reclaman que le sea
    brindada asistencia médica, les contestan con palizas y gases [14]. Al cabo
    de una semana sin recibir curación muere el cuerpo de la paz torturada;
    pero le sobrevive su sueño, en todo un pueblo.
     
     
    XII. Paloma soñando
     
    El sueño sigue vivo y va volando como una paloma rebelde, como un colibrí
    regando polen de ideas, ternura persistente.
     
    La paloma de la paz sigue viva; estupefacta mira la representación del
    mundo que sale de la pantalla televisiva: ahí descubre que crearon robots a
    su imagen y semejanza. Ella ve a sus clones desfilar en las pantallas de
    inocular realidad virtual: unas palomas gordas con movimientos mecánicos,
    cuya función consiste en hacerle creer al mundo que la paz no es
    reivindicación, ‘*que para nada, que eso está reñido’*. Se les ve la pluma
    mecánica a esas falsas palomas: aparece una llave que sirve para darles
    cuerda. Son robots bastante vulgares; pero los medios hacen bien su trabajo
    de adormilar a la gente.
     
    <http://1.bp.blogspot.com/-P9xNIZ6S2fQ/T0JI3gTt9gI/AAAAAAAAAzI/4J5rBXGxs2I/s1600/masacres-del-paramiilitarismo.jpg>Los
    mecanismos de alienación masiva se articulan en el engranaje de mentiras y
    terror para paralizar al pensamiento crítico. La empatía es declarada
    objetivo militar. Los medios degradan la condición humana para legitimar el
    exterminio: el opositor es

     

    Lucia Rodrigues <luciaro...@estadao.com.br> Feb 23 12:01PM -0300  

    Compas,
     
    segue o link com o áudio de uma entrevista importante
     
    http://www.redebrasilatual.com.br/radio/programas/jornal-brasil-atual/alckmin-desembargador-sartori-e-naji-nahas-devem-ser-presos-por-crimes-no-pinheirinho-afirma-procurador/view
     
    O procurador do Estado de São Paulo Marcio Sotelo Felippe afirma que o
    governador Geraldo Alckmin, o presidente do Tribunal de Justiça,
    desembargador Ivan Sartori, e Naji Nahas devem ser presos pelos crimes
    cometidos contra a humanidade no Pinheirinho, em São José dos Campos,
    interior de São Paulo. O jurista, que já ocupou o cargo de procurador geral
    do Estado na gestão do governador Mário Covas, considera que o Tribunal
    Penal Internacional tem de expedir mandado de prisão contra os três. Ele
    analisou a documentação sobre o processo de falência da empresa Selecta do
    megaespeculador Naji Nahas e descobriu que toda a ação para expulsar
    milhares de pessoas no dia 22 de janeiro do Pinheirinho, quando a Tropa de
    Choque da PM invadiu a área, serviu única e exclusivamente para beneficiar
    o megaespeculador. Entrevista à repórter Marilu Cabañas.
     
     
     
     
     
     
     
    --
    Ousar lutar, ousar vencer
    Carlos Lamarca
     
    É preciso não ter medo, é preciso ter a coragem de dizer
    Carlos Marighella

     

    "Mauricio David" <mauric...@terra.com.br> Feb 23 05:47PM -0200  

    UERJ CEDES/Centro de Estudos de Estratégias de Desenvolvimento/Núcleo Brasil-China-Índia
     

     
    Relatório influente sugere à China reformas profundas
     

     
    Por Bob Davis | The Wall Street Journal, de Pequim
     

     
    A China poderá enfrentar uma crise econômica, a menos que implemente reformas profundas, de acordo com um relatório do Banco Mundial e um influente centro de estudos do governo chinês, que exorta Pequim a reduzir suas vastas estatais e fazê-las operar mais como empresas comerciais.
     
    A recomendação é feita no relatório "China 2030", cujo lançamento está programado para segunda-feira, de acordo com seis pessoas envolvidas na preparação e análise do relatório.
     
    O relatório, que aborda algumas das questões econômicas politicamente mais sensíveis da China, foi projetado para influenciar a próxima geração de líderes chineses que assumirá o poder a partir deste ano, dizem essas pessoas. Ele desafia a forma como o modelo econômico da China se desenvolveu nos últimos dez anos, sob o comando do presidente Hu Jintao, quando o papel do Estado na segunda maior economia do mundo foi constantemente ampliado.
     
    O "China 2030" adverte que o crescimento do país está em perigo de desacelerar de forma rápida e imprevisível, como ocorreu com muitos países em desenvolvimento depois de atingirem um determinado nível de renda, um fenômeno que economistas do desenvolvimento chamam de "armadilha da renda média". Uma forte desaceleração poderia aprofundar os problemas no setor bancário e em outras áreas, adverte o relatório, e poderia levar a uma crise, segundo os envolvidos com o projeto.
     
    O estudo recomenda que empresas estatais sejam supervisionadas por firmas de administração de ativos, dizem os envolvidos no relatório. Também insta a China a reformar as finanças de governos locais e promover concorrência e empreendedorismo.
     
    "O setor estatal da China está numa encruzilhada", disse Fred Hu, diretor-presidente da Primavera Capital Group, uma firma de investimentos de Pequim. O governo chinês deve decidir "se quer capitalismo liderado pelo Estado e dominado por estatais gigantescas ou pelo empreendedorismo do livre mercado".
     
    Mesmo antes de seu lançamento oficial, o relatório já provocou uma feroz resistência dos burocratas que administram estatais, de acordo com vários indivíduos envolvidos nas discussões.
     
    O herdeiro aparente da liderança política da China, o atual vice-presidente Jinping Xi, deu até agora poucas pistas sobre suas políticas econômicas. Analistas esperam que o influente relatório encoraje Xi e seus aliados a discutirem alterações num modelo econômico que é liderado pelo Estado, alarma os empresários chineses, e está se tornando uma fonte de crescente tensão entre a China e seus principais parceiros comerciais.
     
    Os autores do relatório dizem que ter o imprimatur do Banco Mundial e do Centro de Pesquisa de Desenvolvimento chinês, ou CPD - subordinado ao Conselho de Estado, o poder executivo da China - vai adicionar peso político às propostas. O Banco Mundial é amplamente admirado nos círculos governamentais chineses, particularmente pelo assessoramento que deu à China na fase em que projetou suas primeiras reformas de mercado.
     
    "O relatório apresenta recomendações para um caminho de crescimento e desenvolvimento no médio prazo, ajudando a China a fazer a transição para ser uma sociedade de alta renda", disse o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, em um comunicado no qual anunciava o lançamento do estudo.
     
    Nem o Banco Mundial nem o CPD quiseram comentar especificamente sobre as constatações do "China 2030".
     
    O vice-premier chinês, Li Keqiang, que, muitos esperam, será promovido a premier no próximo ano, aprovou o projeto conjunto entre o Banco Mundial e o CPD, quando Zoellick o propôs durante uma viagem a Pequim em setembro de 2010. Seus autores estão contando também com o segundo no escalão do CPD, Liu He, que também é conselheiro sênior do todo-poderoso Comitê Permanente do Politburo, para ajudar a garantir que as suas conclusões sejam consideradas seriamente pelos líderes chineses. Liu não quis comentar.
     
    Entre as áreas mais polêmicas do relatório estão sugestões sobre como gerir as empresas estatais, que dominam os setores de energia, recursos naturais, telecomunicações e infraestrutura e têm fácil acesso a empréstimos com juros baixos de bancos estatais. O secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, e outras autoridades ocidentais dizem que os subsídios para as empresas prejudicam a concorrência internacional. Internamente, os críticos reclamam que as estatais sufocam a concorrência, utilizam os lucros do monopólio para se expandir para outras áreas, e pagam minguados dividendos.
     
    O Banco Mundial e o CPD argumentam que as estatais devem ser supervisionadas por firmas de administração de ativos, dizem os envolvidos no relatório. Os gestores de ativos tentariam garantir que as empresas sejam dirigidas no mesmo estilo de empresas comerciais e não para fins políticos.
     
    "A China precisa restringir o papel das estatais, acabar com os monopólios, diversificar a propriedade, e reduzir as barreiras para a entrada de empresas privadas", disse Zoellick em uma palestra para economistas em Chicago no mês passado.
     
    O relatório também recomenda um aumento acentuado nos dividendos que as estatais pagam, o que aumentaria a receita do governo e poderia financiar programas sociais, disseram os envolvidos com o relatório.
     
    "É uma proposta inovadora", disse Yiping Huang, um economista da Barclays Capital. Mas outros argumentam que as propostas não vão longe o suficiente. Nem o Banco Mundial nem o CPD propuseram a privatização de estatais, concluindo que isso seria politicamente inaceitável.

     

    Castor Filho <casto...@gmail.com> Feb 23 05:45PM -0200  

    De: Paulo Dantas
     
     
    *CONLUIO DE AUTORIDADES E JUSTIÇA COM NAJI NAHAS NO PINHEIRINHO: *
     
    *PROCURADOR MARCIO SOTELO FELIPPE - JURISTA E PROCURADOR GERAL DO ESTADO NA
    GESTÃO MÁRIO COVAS - ANALISOU A DOCUMENTAÇÃO SOBRE A FALÊNCIA DA EMPRESA
    SELECTA E DESCOBRIU UM CONLUIO ENVOLVENDO GOVERNOS ALCKMIN E EDUARDO CURY
    COM A JUSTIÇA PARA EXPULSAR MORADORES DO PINHEIRINHO E BENEFICIAR ÚNICA E
    EXCLUSIVAMENTE O MEGAESPECULADOR NAJI NAHAS.*
     
    *CONHEÇA OS DETALHES DESTA GRAVE DENÚNCIA NOS LINKS ABAIXO*
     
     
     
    Rede Brasil Atual – 23/02/2012
     
    *Alckmin e Nahas podem responder por crime contra humanidade, diz
    procurador Marcio Sotelo Felippe*
     
    Marcio Sotelo Felippe é jurista e ocupou o cargo de procurador geral do
    Estado na gestão do governador Mário Covas
     
    http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidadania/2012/02/alckmin-e-nahas-podem-responder-por-crime-contra-humanidade-diz-procurador
     
    Rádio Brasil Atual
    *Ouça a entrevista de Marcio Sotelo Felippe à repórter Marilu Cabaña*
    O procurador do Estado de São Paulo Marcio Sotelo Felippe afirma que o
    governador Geraldo Alckmin, o presidente do Tribunal de Justiça,
    desembargador Ivan Sartori, e Naji Nahas devem ser presos pelos crimes
    cometidos contra a humanidade no Pinheirinho, em São José dos Campos,
    interior de São Paulo. O jurista, que já ocupou o cargo de procurador geral
    do Estado na gestão do governador Mário Covas, considera que o Tribunal
    Penal Internacional tem de expedir mandado de prisão contra os três. Ele
    analisou a documentação sobre o processo de falência da empresa Selecta do
    megaespeculador Naji Nahas e descobriu que toda a ação para expulsar
    milhares de pessoas no dia 22 de janeiro do Pinheirinho, quando a Tropa de
    Choque da PM invadiu a área, serviu única e exclusivamente para beneficiar
    o megaespeculador
    http://www.redebrasilatual.com.br/radio/programas/jornal-brasil-atual/alckmin-desembargador-sartori-e-naji-nahas-devem-ser-presos-por-crimes-no-pinheirinho-afirma-procurador/audio_view
     
     
     
    --
     
    *Respeitamos seu direito de privacidade na internet, caso não queira
    continuar recebendo nossas mensagens, basta responder este e-mail com o
    assunto: REMOVER*

     

    Ana Santanna <anapai...@gmail.com> Feb 23 05:22PM -0200  

    *From: "Max Altman" *
    **
     
    **** **
     
    *A liberdade de expressão não pode acobertar a injúria*
     
    ** **
     
    Em editorial publicado na edição de 18 de fevereiro sob o título “Rafael
    Correa, ditador”, o jornal Folha de S. Paulo afirma que a possibilidade do
    governante equatoriano se sujeitar a críticas públicas, “ainda que
    veementes, mesmo se injustas, sem que o autor seja punido por expressá-las”
    não existe mais no Equador.****
     
    O jornal se referia a que na quinta-feira, 16 de fevereiro, a Corte
    Nacional de Justiça, que é a suprema instância daquele país, confirmou por
    unanimidade, após recursos em outras instâncias, a sentença inicial que
    condenou diretores e colunista do diário El Universo a três anos de prisão
    e multas que somadas totalizam 40 milhões de dólares, por crime de injúria.*
    ***
     
    É preciso que se diga, a bem da verdade, que críticas veementes, amiúde
    injustas e caluniosas, contra Rafael Correa foram e são estampadas na
    imprensa equatoriana, antes, durante e depois do processo que condenou os
    diretores de El Universo. Basta ler editoriais, matérias de opinião e até
    simples reportagens publicadas diariamente em publicações locais como
    Diario Hoy, La Hora, El Telegrafo, El Comercio, alem do próprio El
    Universo, só para citar as mais importantes. E como a Folha pretende aferir
    se existe democracia no Equador, basta acrescentar à ampla liberdade de
    imprensa o fato de Rafael Correa ter sido eleito e reeleito por destacada
    maioria, da atual Constituição ter sido redigida após pleito constituinte
    específico e ela ter passado por aprovação popular após demorada discussão.*
    ***
     
    Aos fatos. Em 6 de fevereiro de 2011, no exercício da liberdade de
    expressão, um dos pilares da democracia, o colunista Emílio Palácio, editor
    de opinião do jornal El Universo, publicou um pesadíssimo artigo sob o
    título “No a las mentiras”. O texto, que em nenhum momento se refere ao
    presidente pelo seu nome e sim pelo epíteto “Dictador”, conclui com os
    seguintes parágrafos: “O Ditador deveria recordar, por último, e isto é
    muito importante, que com o indulto [aos acusados da tentativa de golpe
    contra Correa em 30 de setembro de 2010], no futuro, um novo presidente,
    talvez inimigo seu, poderia levá-lo diante de uma corte penal por ter
    ordenado fogo a vontade e sem prévio aviso contra um hospital cheio de
    civis e gente inocente. “ E “Os crimes de lesa humanidade, que não
    esqueça, não prescrevem.”****
     
    Sentindo-se injuriado e caluniado, Correa, incontinente, exigiu uma pronta
    e cabal retratação. O jornal a tanto se recusou, seguindo em sua linha de
    ataque, desta vez acusando-o de cercear a liberdade de imprensa.****
     
    Recorde-se que naquele mesmo artigo, o Sr. Palacio escrevera “se cometi
    algum delito [ele estava sendo acusado como um dos instigadores da
    tentativa de golpe de Estado] exijo que se prove; do contrário não espero
    nenhum perdão judicial e sim as devidas desculpas.” Era exatamente o que o
    presidente Correa estava pretendendo.****
     
    Em 21 de março, no exercício em defesa de sua honra, outro pilar da
    democracia, tão importante quanto a liberdade de expressão, ingressou na
    justiça. Não mandou esbirros empastelar o jornal como já ocorrera na
    própria história de países de nossa região. Democraticamente, em respeito a
    uma das instituições fundamentais da democracia, passou a aguardar a
    decisão judicial. ****
     
    Em 19 de julho, após meses de entreveros e percebendo, diante da tenacidade
    de Correa em defesa de seus direitos, que o clima não lhes era favorável, a
    direção de El Universo envia em 19 de julho uma carta aberta ao presidente:
    “O Senhor vem exigindo que retifiquemos dito artigo, advertindo-nos que “se
    a empresa quebra, será porque El Universo não se retratou”. Não obstante,
    sendo para nós impossível retificar afirmações que não foram nossas (sic) –
    e sem poder antecipar que a retificação que façamos coincida com seu
    pensamento – lhe oferecemos que nos faça chegar o texto da retificação
    exigida para dispor sua reprodução integral em El Universo, no dia e espaço
    que o senhor assinalar.”****
     
    Rafael Correa considerou extemporânea a retificação proposta pelo
    periódico. Disse que se devia fazê-lo no dia seguinte das acusações, como
    reiteradamente havia pedido. Agora preferia esperar a decisão da justiça.***
    *
     
    Os diretores do El Universo se defenderam no processo alegando que a ação
    de Correa tinha por objeto silenciar toda crítica, restringindo o direito
    às liberdades de opinião e expressão. Arrazoaram mais que o juízo violava o
    ordenamento jurídico e, principalmente, alguns dos principais direitos
    fundamentais reconhecidos internacionalmente. E mais, não se podia abrir um
    processo penal com respeito a juízos de valor emitidos ao amparo das
    liberdades de pensamento, de opinião e de expressão e que as injúrias a uma
    autoridade pública, relacionadas com o desempenho de seu cargo, não
    constituem delitos.****
     
    O tribunal argumentou que ao ler o artigo “Não às mentiras” desde seu
    início, se vai preparando e induzindo o leitor contra o “Ditador” com uma
    série de injúrias menores que buscam incutir na mente do leitor um marcado
    desafeto contra o senhor Rafael Correa. E chega ao seu zênite com o final
    em que o acusa de ser autor de delito de lesa humanidade. Para que exista
    injúria é necessária a existência de “animus injuriandi”, quer dizer, a
    intenção ou ânimo de injuriar, de ofender, de desonrar ou desacreditar a
    vítima. O articulista e o jornal sabiam que ditas expressões causariam um
    dano irreparável à fama e o bom nome do presidente por tratar-se de
    expressões que o acusam de cometimento de um delito grave, talvez o pior
    que exista no mundo, o de lesa humanidade, como o de “ter ordenado fogo à
    vontade num hospital cheio de civis”. A liberdade de expressão tem um
    limite. Para aquelas pessoas que não o tenham claro, se chama injúria e é
    um delito que como tal se julga pela via penal. No âmbito internacional o
    direito à honra tem seus antecedentes positivos na Declaração Americana de
    Direitos Humanos e Deveres do Homem que dispõe claramente em seu art. 5º:
    “Toda pessoa tem direito à proteção da lei contra os ataques abusivos a sua
    honra e a receber proteção dela.” Também na Comissão Americana sobre
    Direitos Humanos se estabelece a proteção da honra e da dignidade em seu
    art. 11 que dispõe: “Toda pessoa tem direito ao respeito a sua honra,
    ninguém pode ser objeto de ataques legais a sua honra ou reputação, toda
    pessoa tem direito à proteção da lei contra essas ingerências ou esses
    ataques”.****
     
    A Folha, assim como os demais veículos de comunicação, televisivos,
    radiofônicos ou escritos, têm o direito inalienável de expressar livremente
    sua opinião. Porém, conscientes sempre que o jornalismo tem o dever de
    buscar a verdade, a objetividade e o equilíbrio. Podem, como o fazem,
    defender seus interesses de classe e sua ideologia. Podem, mas não devem,
    se substituir aos partidos políticos que respondem aos seus princípios,
    definindo sua agenda política. Costumam pôr-se, mas não podem, no lugar da
    polícia, do ministério público e da justiça, apontando, indiciando,
    julgando e condenando, a um só tempo e a seu bel-prazer, com ou sem provas,
    os desafetos e inimigos políticos.****
     
    Mas se o exemplo dado ao mundo por Rafael Correa for seguido, não ficarão
    sem resposta. ****
     
    ** **
     
    Max Altman****
     
    18 de fevereiro de 2012****
     
    **
     
    [A rede castorphoto é uma rede independente tem perto de 41.000
    correspondentes no Brasil e no exterior. Estão divididos em 28
    operadores/repetidores e 232 distribuidores; não está vinculada a nenhum
    portal nem a nenhum blog ou sítio. Os operadores recolhem ou recebem
    material de diversos blogs, sítios, agências, jornais e revistas
    eletrônicos, articulistas e outras fontes no Brasil e no exterior para
    distribuição na rede]
     
    *Respeitamos seu direito de privacidade na internet, caso não queira
    continuar recebendo nossas mensagens, basta responder este e-mail com o
    assunto: REMOVER*
     
     
     
    *
    ***
     
    ** **

     

    Ana Santanna <anapai...@gmail.com> Feb 23 05:20PM -0200  

    *From: Beatrice
     
    ***
    Para Saber – 23.02.12
     
    A capacidade de geração de energia no Brasil chegou a 117.134,72 Megawatts
    (MW), originários de 2608 usinas hidrelétricas, termelétricas, eólicas,
    nucleares, pequenas centrais hidrelétricas e centrais geradoras
    hidrelétricas, informou nesta quarta-feira a Agência Nacional de Energia
    Elétrica (Aneel).
     
    Segundo a agência, a energia das hidrelétricas responde por 66,91% da
    capacidade instalada do país, seguida das termelétricas (26,67%) e das
    pequenas centrais hidrelétricas (3,3%). Compõem ainda a matrix de potência
    de usinas nucleares (1,71%), de eólicas (1,22%) e das centrais geradoras
    (0,18%).
     
    Ainda de acordo com a Aneel os empreendimentos que entraram em operação
    comercial ao longo de 2011 geraram uma potência de 4.199,3 MW. Deste
    total, 1.142,8MW são de hidrelétricas, 432,7 MW de pequenas centrais
    hidrelétricas (PCH), 498,3 MW de eólicas e 2.125,5 MW de UTEs, divididas
    entre térmicas e movidas a combustível fóssil (1.206,45 MW) e à biomassa
    (919,05 MW).
     
    Fonte: ultimoinstante
     
    +++
     
    BRASÍLIA - O Ministério Público do Pará divulgou nota sobre a assinatura de
    acordo pelas siderúrgicas Sidepar, Iberica e Cosipar para regularização
    ambiental de suas atividades. As empresas devem manter banco de dados
    atualizados e disponíveis sobre a origem do carvão consumido, com detalhes
    sobre as fontes de suprimento e fornecedores.
     
    No acordo as siderúrgicas se comprometeram a publicar dados sobre a
    produção anual de ferro-gusa e indicar permanentemente quais são os
    compradores do produto final. Também terão de informar detalhadamente a
    situação de seus projetos de reflorestamento e de reposição florestal, que
    serão auditados.
     
    O MPF esclarece que no dia 14 deste mês a juíza Nair Cristina Corado
    Pimenta de Castro concedeu liminares bloqueando um total de R$ 145 milhões
    das três siderúrgicas para garantir a recomposição dos danos à floresta
    amazônica. Além do bloqueio as empresas foram proibidas de adquirir carvão
    até que toda a matéria-prima florestal e a cadeia de custódia fosse
    auditada em campo pela Secretária Estadual do Meio Ambiente (Sema) e
    certificada pelo Ibama.
     
    Fonte:AE - Agencia Estado
     
    +++
    O Spreeder Truss, uma estrutura de 18 metros de comprimento, seis metros de
    largura, pesando 14 toneladas, fabricada pela Cooperativa dos Trabalhadores
    Metalúrgicos de Canoas (CTMC) para a plataforma P-55, chega nesta
    quinta-feira ao Estaleiro Rio Grande (ERG1). O transporte da peça, desde
    Canoas, é feito em uma carreta extensiva que viaja com velocidade de
    30km/h, acompanhada pela Polícia Rodoviária Federal e Estadual, mais
    escoltas particulares e uma viatura da Pacheco Logística (Grupo Darcy
    Pacheco). O veículo saiu de Canoas às 10h de segunda-feira e, às 17h de
    ontem, chegou ao Posto Ongaratto, no Povo Novo. Na manhã desta
    quinta-feira, segue para o ERG1, onde está localizado o dique seco, no qual
    ocorre a construção da P-55.
     
    Conforme o gerente de Logística do Grupo Darcy Pacheco, Newvani Cirolini
    Correa, o percurso da viagem abrangeu inicialmente a rodovia Canoas-Porto
    Alegre (BR-116), seguindo por Pantano Grande pela estrada Porto Alegre -
    Pantano Grande (BR-290). A partir de Pantano, em direção ao sul do Estado,
    a rodovia Rio Pardo - Canguçu (ERS-471) e depois a BR-392, fazendo o
    caminho final: Canguçu - Rio Grande.
     
    Avaliada em R$ 960 mil, a estrutura foi fabricada em 30 dias. O equipamento
    é uma peça auxiliar para movimentar o módulo da plataforma, que será
    acoplado ao cais no Estaleiro Rio Grande. A plataforma P-55 está sendo
    executada pela Quip S/A e a previsão é de que ela fique pronta em dezembro
    de 2012. Depois de pronta, a P-55, que é uma unidade do tipo
    semissubmersível, atuará no Campo de Roncador, localizado na Bacia de
    Campos, onde ficará ancorada em profundidade de 1.800 metros e terá, no
    total, 18 poços a ela ligados.
     
    Fonbte: Jornal Agora (RS)
     
    +++
     
    Brasília – As operações de crédito da Caixa Econômica Federal para o setor
    de petróleo e gás somaram R$ 10 bilhões em 2011. De acordo com números
    divulgados ontem (22) pela instituição financeira, mais R$ 12 bilhões devem
    ser liberados neste ano. O valor representa a soma dos projetos em análise
    pelo banco.
     
    De acordo com a Caixa, cerca de R$ 600 milhões foram emprestados a grandes
    grupos empresariais para financiamento de investimentos estruturantes. Além
    disso, R$ 371 milhões do Fundo da Marinha Mercante (FMM) foram aplicados no
    projeto de barcaças para o transporte de etanol pela Transpetro,
    subsidiária da Petrobras, no Rio Tietê, em São Paulo.
     
    No crédito a pessoas físicas, o banco informou ter dobrado no ano passado
    os empréstimos aos petroleiros. Os destaques foram os créditos para a conta
    salário, financiamentos imobiliários e empréstimos consignados. As
    operações do Portal Progredir, que permite a fornecedores da Petrobras e da
    cadeia produtiva ligada à estatal receber pagamentos com antecedência,
    somaram R$ 675 milhões.
     
    Fonte: Agência Brasil/Wellton Máximo
     
     
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    Ana Santanna <anapai...@gmail.com> Feb 23 05:15PM -0200  

    *From: "MVM==News"*
    **
    *18/02/2012
    Jornal do Brasil - Economia -
    Apuração: Carolina Mazzi
     
    *
    *Após crise, países não serão mais os mesmos, diz o economista Fernando
    Sarti
    *
    **
    *Três anos após a falência de diversos bancos americanos determinando o
    início da crise do Subprime, o mundo permanece cheio de incertezas. Na
    Europa, países como a Grécia ainda sofrem para controlar as contas
    nacionais e aliviar o déficit na economia. E apenas agora os Estados Unidos
    apresentam indícios de uma retomada no crescimento, embora ainda tímido.
     
     
    A única certeza é a de que o mundo não será mais o mesmo. É o que acredita
    o economista Fernando Sarti, diretor da Escola de Economia da Universidade
    de Campinas (Unicamp). Para Sarti, as relações comerciais e econômicas que
    aconteceram nos últimos 30 anos foram determinantes para uma mudança
    estrutural no planeta.
     
    “Independentemente da crise, os países emergentes passaram a ser também
    protagonistas nas relações mundiais, e isso não mudará mais. A crise é
    parte desta mudança, assim como uma evidência clara de que ela aconteceu”,
    analisa.
     
     
    Neste tempo, principalmente países como a Coreia e outros asiáticos já
    vinham desempenhando um papel importante nas relações econômicas, como
    produtores que ofereciam condições competitivas para as grandes
    multinacionais.
     
    “As empresas norte-americanas, então, migraram para estes locais mais
    ‘periféricos’. Porém, o produto final voltava para os centros urbanos dos
    desenvolvidos, que eram os grandes consumidores”, afirma o economista.
     
     
    A transferência dessas multinacionais para os emergentes determinou a
    entrada, principalmente da China, na cadeia econômica mundial. Com isso, a
    “periferia” também passou a consumir.
     
    “E não foi só um consumo das famílias, mas uma demanda por investimento e
    capital também, um consumo geral”, relembra Sarti.
     
     
    Com essa mudança, que, segundo o economista, condicionou uma nova dinâmica
    no mercado, as consequências da crise ainda são difíceis de prever.
     
    “O que é certo é que tanto a Europa quanto os Estados Unidos sairão mais
    injustos e desiguais do que entraram”, afirma.
     
     
    A União Europeia, que já sofre com as diferenças estruturais de cada país
    membro, deve esquecer o sonho de um “padrão europeu” para todos, acredita
    Sarti.
     
     
    O economista diz que, se a infra-estrutura dos países já era desigual,
    agora essas diferenças ficarão mais claras.
     
    “Além disso, fica evidente que a rede de proteção social destes países será
    fragilizada. Com o corte de gastos acontecendo na Grécia, Portugal e
    Espanha para conter o déficit nas contas públicas, a estrutura social será
    muito afetada e os países sairão da crise menos iguais”, analisa.
     
     
    Com uma economia dinâmica, um forte mercado interno, uma indústria de alta
    competitividade e demanda para a exportação, a Alemanha é a única exceção
    do bloco e deverá continuar "firme e forte", afirma Sarti.
     
     
    EUA
     
    Os Estados Unidos começam a engatinhar rumo a uma recuperação econômica.
    Porém, a nova estrutura do mundo não permitirá que o país recupere a força
    que um dia já teve.
     
    “Com certeza, eles saíram muito mais desiguais e injustos do que quando
    entraram na crise. Apesar do dinamismo e da força que a economia americana
    ainda sustenta, com grande capacidade de inovação, falta ao país um setor
    para liderar a geração de empregos”, afirma.
     
     
    O problema da desigualdade social e de renda se agrava com a falta de uma
    rede de proteção social para as camadas mais vulneráveis da população.
     
    “E tem uma questão cultural também, imposta, em que eles ignoram as
    diferenças de oportunidades da camada mais excluída da população, que não
    terá a mesma força de competição dos demais”, analisa.
     
     
    No Brasil, as possibilidades são quase tão grandes quanto as incertezas.
    Segundo Sarti, o pré-sal e o agronegócio se colocam como boas oportunidades
    para o crescimento e desenvolvimento do país.
     
    “A oportunidade só será ótima se soubermos aproveitar a demanda que a
    exploração deste petróleo vai trazer. Não adianta ter demanda para consumir
    máquinas, se não consumirmos dentro do país, gerando competitividade e
    desenvolvimento no Brasil. Tanto o agronegócio quanto o pré-sal demandam
    uma cadeia de fornecimento e consumo que podem ser grandes oportunidades”,
    acredita.
     
     
    Para o professor, é preciso que as políticas industriais, tecnológicas e de
    produção foquem na construção de uma economia abrangente e dinâmica e não
    se prendam completamente a questões financeiras e de pressão inflacionária,
    por exemplo.
     
    “Temos excelentes chances a nossa frente, mas depende de como vamos agir em
    relação a elas. Vamos capturar as oportunidades que surgirem? É uma
    pergunta para reflexão”, conclui Sarti.
     
     
     
     
    De:
    http://www.jb.com.br/economia/noticias/2012/02/18/apos-crise-paises-nao-serao-mais-os-mesmos-diz-economista/
    *
     
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    *
    *

     

    Ana Santanna <anapai...@gmail.com> Feb 23 05:14PM -0200  

    *
    *
    *IZQUIERDA DESORIENTADA*
    Jorge G. León Trujillo
    ¿Por qué la izquierda se empecina en defender la reacción?
    Reacción es el rechazo al cambio o la simple reivindicación del pasado o de
    un orden conservador. Esto se repite claramente con Siria ahora. El camino
    está trazado, la represión del dictador da justificativos para que funcione
    el llamado “imperialismo humanitario” y para que luego lleguen al poder no
    las fuerzas renovadoras sino la reacción islámica y gane la geopolítica de
    las grandes potencias.....
    LEER TODO:
    http://lalineadefuego.info/2012/02/23/izquierda-desorientada-por-jorge-g-leon-trujillo/
     
     
    *EL IMPASSE SIRIO*
    Immanuel Wallerstein. La jornada www.jornada.unam.mx
    Bashar Assad se ha elevado a las alturas de ser uno de los hombres menos
    populares en el mundo. Casi todos lo han denunciado como tirano –de hecho un
    tirano muy sanguinario. Incluso aquellos gobiernos que se niegan a
    denunciarlo
    parecen aconsejarle que refrene sus modos represivos y haga algún tipo de
    concesiones políticas a sus oponentes internos.....
    LEER TODO: http://lalineadefuego.info/2012/02/23/2228/
     
    *PERO ¿REALMENTE QUIERE USTED SABER LO QUE SUCEDE EN SIRIA?*
    Por Eduardo Luque. Canarias Semanal <www.canarias-semanal.com>
    Independientemente de lo que cada uno pueda pensar sobre la calidad
    democrática del gobierno sirio, cada vez es más evidente que estamos ante
    una
    repetición del caso libio. Pero ¿le interesa a usted realmente saber lo que
    está sucediendo en Siria? Si es así, por favor, lea este articulo. De lo
    contrario, un día podría sorprenderse a sí mismo reclamando de la OTAN una
    “intervención humanitaria”.....
    LEER TODO:
    http://lalineadefuego.info/2012/02/23/pero-realmente-quiere-usted-saber-lo-que-sucede-en-siria-por-eduardo-luque/
    *
     
    SIRIA, LOS MEDIOS ALTERNATIVOS Y LAS VERDADES PROPAGANDÍSTICAS*
    Santiago Alba Rico. Rebelión <www.rebelion.org>
    El peligro de no comprender la formidable sutileza de los medios (ni sus
    gruesas inercias de promiscuidad desnudamente comercial) es el de acabar
    creyendo que la verdad se alcanzaría mediante la pura inversión mecánica de
    las noticias publicadas en la prensa convencional, simplificación que puede
    llevar muy fácilmente a delirios igualmente intoxicadores......
    LEER TODO:
    http://lalineadefuego.info/2012/02/23/siria-los-medios-alternativos-y-las-verdades-propagandisticas-por-santiago-alba-rico/
     
     
     
    --
     
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    assunto: REMOVER*

     

    "Mauricio David" <mauric...@terra.com.br> Feb 23 01:07PM -0200  

    LIVROS & LEITORES
    Títulos fora de lugar
    Por Lúcio Flávio Pinto em 21/02/2012 na edição 682
     
    Reproduzido do Jornal Pessoal nº 507, 2ª quinzena/fevereiro 2012; título original "Livros & leitores", intertítulo do OI
    O Palácio do Planalto garantiu para os jornalistas credenciados na casa que um dos hábitos preferidos da presidente Dilma Rousseff é o da leitura. Fiquei surpreso. Em agosto de 2010, quando ainda era candidata à sucessão de Lula, numa entrevista gravada, ela foi perguntada sobre seus livros preferidos.
     
    Tentando aparentar naturalidade, domínio do assunto, a candidata disse que dormira na noite anterior justamente abraçada a um livro, que a "impactara" muito. Gaguejou muito até conseguir lembrar o nome do autor. Como um mestre paraense, que passava o lenço pela boca ao pronunciar palavras em outras línguas, Dilma se referiu, por fim, a algo como Sandor Mailaive. Ninguém entendeu. Queria dizer Márai Sándor.
     
    Já o título da obra do escritor húngaro, não saiu. A candidata procurou se lembrar por associação com uma novela da televisão, mas a memória não ajudou. Uma assessora que estava fora de cena (e sem um ponto eletrônico), se agachou ao lado de outra assessora, que estava na mesa, e deu a dica. A informação foi repassada ao pé do ouvido da entrevistada, que, aliviada, declarou em alto e bom som: o livro era As brasas, lançado no Brasil 11 anos antes. Como se tratava de gravação semi-amadora, o cinegrafista registrou a cena. Parecia coisa de Casseta & Planeta.
     
    Ponta da língua
     
    Quem lê livros com certa contumácia jamais entraria nessa saia justa. Simples: saberia do que estava falando. Estaria tranquilo em ambiente do seu domínio. Não pareceu o caso da então candidata do PT. Nem é o caso do governador do Ceará, Cid Gomes, irmão do eterno candidato Ciro Gomes. Obrigado a explicar o que quis dizer ao dizer que fizera um "rolo" com os empresários locais da construção civil, em torno de uma nova linha do metrô de Fortaleza, o governador recorreu aos seus conhecimentos do léxico. O "rolo" cearense teria um sentido distinto de outros "rolos" nacionais. E recomendou ao repórter inquisidor: "Vá ver no Oásis".
     
    Naturalmente, se referia ao Dicionário Houaiss, do nosso distinto e erudito Antônio, já falecido. O conhecimento que estava na ponta da língua de Cid, como na de Dilma, não era o certo. O bom da cultura é que se conhece logo quem realmente lê livros. E também quem diz que lê, mas não lê. Essa prova dos noves não falha.
     
    ***
     
    [Lúcio Flávio Pinto é jornalista e editor do Jornal Pessoal, Belém (PA)]
     
     
     
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    tribuna_d...@yahoogrupos.com.br Feb 23 10:03AM  

    Tribuna da Internet
     
    Mensagens neste resumo (6 Mensagens)
     
    1. A ESPANHA EO PRINCÍPIO DA RECIPROCIDADE De: MVMeireles
     
    2. Resposta: Aos amigos da Tribuna da Internet [Insulto sem nexo.] De: Carceroni48
     
    3. Re: [tribuna_da_internet] Re: MARCOS BASTO - Retratação De: sonia montenegro
     
    4. Re: [tribuna_da_internet] Re: MARCOS BASTO - Retrata�ão De: Sergio Neumayer
     
    5. [Carta O BERRO] Um dos tentáculos do polvo: a Fundação For De: Vanderley - Revista
     
    6. [Carta O BERRO] Fernando Pessoa e outros, online!Toda a biblioteca n De: Vanderley - Revista
     
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    Mensagens
     
    1.
     
    A ESPANHA EO PRINCÍPIO DA RECIPROCIDADE
     
    Enviado por: "MVMeireles" mvmei...@uol.com.br mcmeireles
     
    Qua, 22 de Fev de 2012 2:47 pm
     
    De: Grupo Beatrice
     
    Sent: quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
     
    A ESPANHA EO PRINCÍPIO DA RECIPROCIDADE
     
    Se, conforme o personagem de Guimarães Rosa, cada um de nós tem os seus seis meses, com as sociedades nacionais ocorre a mesma coisa. Em tempos recentes, e as causas são conhecidas, o Brasil passou por momentos amargos, e centenas de milhares de brasileiros se dispersaram pelo mundo – do Japão à Irlanda, de Portugal ao Canadá. Era a diáspora econômica, depois da diáspora política dos anos de chumbo.
     
    Uma onda de xenofobia nos atingiu, principalmente na Península Ibérica. Em Portugal, país de que jamais poderíamos esperar uma atitude dessas, fomos rechaçados como leprosos morais. Foi necessária uma combinação diplomática hábil, entre firmeza e paciência, conduzida, nos momentos mais agudos, pelo Embaixador José Aparecido de Oliveira, que contou com as personalidades políticas mais responsáveis daquele país – entre elas e, em primeiro lugar, Mário Soares – a fim de que o repúdio aos brasileiros se amenizasse.
     
    Dos espanhóis, a quem não nos ligavam os mesmos sentimentos afetivos, recebemos tratamento igual, mas que não nos doeu, naquele momento, tanto quanto o daqueles de quem herdamos a língua ea nossa forma de sentir o mundo.
     
    Na época, muitos brasileiros lembraram, menos como cobrança histórica, mas com perplexidade, da acolhida que o nosso país sempre deu aos europeus, nas épocas de crise, principalmente aos portugueses, mesmo tendo sofrido, como havíamos sofrido, a brutalidade do colonialismo. Em toda a Europa, a situação foi semelhante. Registremos, com justiça, que - mesmo com o rigor de suas leis a respeito do assunto - nos Estados Unidos, no Japão, e no Canadá, os brasileiros não foram vistos com o mesmo desprezo que sofríamos na Europa.
     
    Os ventos históricos movem as nossas velas, neste momento. As circunstâncias internas e externas, aproveitadas com inteligência pelo governo e pela sociedade brasileira, nos permitiram, até agora, fazer frente à crise internacional, e assegurar relativo crescimento ao país. Os que têm bom senso se esquivam de considerar essa situação como adquirida para sempre. Também contraria a nossa índole transformar os êxitos atuais em manifestações grosseiras de desforra. As lições da História não podem ser desprezadas.
     
    Todos os povos são iguais. O sentimento de patriotismo é positivo, mas não pode ser exercido na xenofobia, no chauvinismo, no preconceito étnico. A nossa diplomacia sempre tratou com cautela o problema dos brasileiros no Exterior. Por um lado, em alguns governos, como os de Fernando Collor e Fernando Henrique, fomos conduzidos pelo complexo de inferioridade, e tentávamos entrar no convívio dos países maiores - como fazem os servidores contratados para as festas – pelas portas dos fundos.
     
    Pelo outro, temíamos, ao tratar de tema tão delicado, que o nosso endurecimento pudesse provocar situações ainda mais difíceis aos nossos compatriotas no exterior. Depois que o Tratado de Schengen foi alterado pelos acordos de Lisboa, de2007, a situação dos chamados extracomunitários na Europa se tornou ainda mais dramática. A Espanha, Portugal ea Itália exacerbaram o controle da entrada, em suas fronteiras, dos visitantes latino-americanos em geral - e dos brasileiros, em particular. E, convém registrar: o Aeroporto de Barajas, em Madri, destacou-se na brutalidade em reter os turistas brasileiros em suas instalações, principalmente os mais jovens, antes de devolvê-los, sob o látego da humilhação. Muitos eram algemados, e assim mantidos nas dependências policiais, sem comer, nem beber. Ao mesmo jejum eram submetidas as crianças retidas.
     
    Em 2007, mais de 3.000 brasileiros já haviam sido repatriados dos aeroportos espanhóis, com um prejuízo, só em passagens, de mais de 6 milhões de dólares. Em 2008, foram 2.196. Em 2009, 1.714. Em setembro de 2010, ocorreu a segunda Reunião Consular de Alto Nível entre os dois países, mas nada mudou. Naquele ano foram expulsos mais 1.695 brasileiros.
     
    O governo atual, que procura solucionar problemas antigos, entre eles, os da corrupção no Estado, decidiu reexaminar a questão. O Itamaraty vinha tentando, com a paciência tradicional da Casa, resolver o problema com as autoridades espanholas, sem qualquer êxito. Reuniões se fizeram em Madri e foram feitas promessas, nunca cumpridas.
     
    Diante de tudo isso, a Chancelaria decidiu exercer, na defesa de nossos compatriotas, o direito eo dever da reciprocidade. A partir de dois de abril, os espanhóis que vierem ao Brasil deverão cumprir as mesmas exigências que as autoridades espanholas exigem dos visitantes brasileiros. Nenhuma a mais, nenhuma a menos.
     
    Em conseqüência, um movimento de ódio, insuflado pela extrema-direita espanhola, ocupou a internet, com insultos chulos contra o povo brasileiro. Voltaram aos estereótipos: todo jovem brasileiro que chega a Madri é um travesti; toda jovem, uma prostituta. Travestis e prostitutas existem em todas as sociedades, e se essas pessoas mudam de país é porque encontram em seu destino mercado para as suas atividades. E há mais: as organizações internacionais humanitárias denunciam essa mobilização como tráfico internacional da escravidão branca. Moças e rapazes são seduzidos com falsos contratos de trabalho, ou sob enganosas promessas de casamento, para serem submetidos ao cárcere privado, em prostíbulos.
     
    Em princípio, qualquer estado soberano tem o direito de fechar suas fronteiras a qualquer estrangeiro, negando-lhe a entrada, sem explicar sua atitude. Mas é da boa norma, nas relações internacionais, que trate com dignidade o recusado, favorecendo seu contato com as autoridades consulares de seu país, se as houver, e de prestar-lhe a assistência recomendada nas circunstâncias, como alimentá-lo e dar-lhe alojamento decente, enquanto durar a custódia. Não era o que ocorria aos brasileiros em Madri.
     
    Temos sido muito complacentes – em nome dos interesses dos negócios do turismo – com os estrangeiros. Em certo momento, e já no governo Lula, o ministro do Turismo, Walfrido Mares Guia, propôs que revogássemos, unilateralmente, a exigência de vistos de turismo para os cidadãos norte-americanos. Felizmente, prevaleceu, na ocasião, o bom senso ea ponderação do Itamaraty de que não devíamos fazê-lo. Agora, o mesmo complexo de inferioridade se manifesta. Em programa de televisão, certa senhora de São Paulo, apresentada como analista de não sabemos bem o quê, criticou a posição brasileira. Somos humilhados e ofendidos pelos espanhóis e devemos, conforme essa senhora, tratá-los com o pão, o sal e as flores da velha hospitalidade. Não só devemos oferecer a outra face aos que nos estapeiam, mas, também, beijar as mãos agressoras.
     
    Vamos receber, com o devido respeito, a partir do segundo dia de abril, todos os espanhóis que chegarem às nossas fronteiras, marítimas, aéreas e terrestres, munidos da mesma documentação que nos exigem em seu país, e submetê-los aos mesmos trâmites imigratórios, mas sem nenhum arranhão aos direitos humanos.
     
    O povo de Cervantes e de Picasso, de Goya e de Lorca, é muito maior do que a facção dos Torquemadas e Francos, e merece o nosso respeito. Mas, até mesmo para que dêem valor à nossa acolhida, os espanhóis honrados sabem que devem cumprir as mesmas normas que cumprimos quando visitamos o seu país. Não merece respeito o povo que não respeita os outros povos, nem lhes exige, em troca, o mesmo comportamento.
     
    De: http://www.maurosantayana.com/2012/02/espanha-eo-principio-da-reciprocidade.html
     
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    Mensagens neste tópico (1)
     
    2.
     
    Resposta: Aos amigos da Tribuna da Internet [Insulto sem nexo.]
     
    Enviado por: "Carceroni48" carce...@yahoo.com.br carceroni48
     
    Qua, 22 de Fev de 2012 5:47 pm
     
    Aos amigos da Tribuna da Internet,
     
    Todas as vezes que alguém postar mentiras na internet, contra o PT e Lula, que chegarem ao meu conhecimento, eu desmentirei. Isto eu tenho feito e não esperem nada diferente de mim. Procuro sempre demonstrar como são infundados tais ataques, distribuídos por blogs e sites criados pelo PSDB e outros grupos de direita. Aliás, a Tribuna da Internet foi criada com este objetivo, pelo Sergio Neumayer.
     
    Entretanto, afirmo que de forma alguma eu insultei o Marcos Basto. Insultuoso foi o que ele divulgou sobre a questão da aposentadoria de Lula: Por isto mencionei: "ataques persistentes, infundados e repletos de mentiras são sistematicamente divulgados por Marcos Basto, como persistiu ocorrendo, no anexo por ele enviado. No anexo repassado, ele voltou à carga contra Lula. Na cópia do rendimento do INSS, do ex-presidente, veio acoplado um texto que denunciava como prvilégios indevidos e suspeitos a retroatividade de sua aposentadoria de anistiado, bem como o valor do rendimento.
     
    Assim, contra o que foi postado sobre a aposentadoria de Lula - contendo mentiras sobre uma suposta fraude de sua aposentadoria, por invalidez indevida - não esperem outra atitude, a não ser um desmentido cabal, da mesma forma que sobre as supostas irregularidades na retroatividade e no valor da "aposentadoria de anistiado" de Lula. O pior de tudo. Eu nunca esperei que tivesse de fazer desmentidos, no âmbito da Tribuna da Internet.
     
    Ademais, confirmado por ele mesmo o desmentido, a atitude esperada era que Marcos se insurgisse contra os que lhe enviaram tais informações inverídicas ou com insinuações infundadas, que circulam na internet há anos. Pelo que pressinto do seu ânimo, sua ira nunca focará os que o municiaram de inverdades.
     
    Luiz Fernando Carceroni
     
    Fevereiro de 2012
     
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    -----Mensagem Original-----
     
    De: marcos ferreira pinto basto
     
    Para: Carceroni48
     
    Enviada em: quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012 01:38
     
    Assunto: Insulto sem nexo.
     
    Carceroni, ataques contra o ex-presidente Lula não são democráticos!
     
    A Tribuna da Internet não é espaço próprio para você divulgar uma calúnia contra minha pessoa: A Tribuna da Internet não é o espaço próprio para este exercício. E pior, ataques persistentes, infundados e repletos de mentiras são sistematicamente divulgados por Marcos Basto, como persistiu ocorrendo, no anexo por ele enviado.
     
    Prove o que afirma de forma tão insultuosa!
     
    Marcos Pinto Basto
     
    Tel. 013 3467 4204
     
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    3.
     
    Re: [tribuna_da_internet] Re: MARCOS BASTO - Retratação
     
    Enviado por: "sonia montenegro" smonte...@yahoo.com.br smontenegro47
     
    Qua, 22 de Fev de 2012 7:36 pm
     
    Apoiadíssimo!!!!
     
    Já tem boato demais na rede, e como diria Dilma: aqui é uma democracia, e na democracia se fala a verdade!!!
     
    Sonia..
     
    ----- Original Message -----
     
    From: Sergio Neumayer
     
    To: tribuna_d...@yahoogrupos.com.br
     
    Sent: Wednesday, February 22, 2012 12:03 AM
     
    Subject: [tribuna_da_internet] Re: MARCOS BASTO - Retratação
     
    Marcos,
     
    Considerando o objetivo dessa rede, e após todos os e-mails trocados, seria de bom tom um texto final seu retratando-se das afirmações relativas à aposentadoria do ex-presidente Lula.
     
    Abraço,
     
    SCN
     
    --- Em tribuna_d...@yahoogrupos.com.br, "Sergio Neumayer" <sergio.neumayer@...> escreveu
     
     
    > > --
     
    > > Marcos Pinto Basto
     
    > > Tel. 013 3467 4204
     
     
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    4.
     
    Re: [tribuna_da_internet] Re: MARCOS BASTO - Retrata�ão
     
    Enviado por: "Sergio Neumayer" sergio....@globo.com sergioneumayer
     
    Qua, 22 de Fev de 2012 8:35 pm
     
    1. Retrata�ão aceita;
     
    2. Rea�ão do Carceroni totalmente dentro do esperado de qualquer associado da Tribuna da Internet. Não ocorreu nenhuma ofensa pessoal; os focos dos textos do Carceroni sempre foram os textos postados pelo Marcos. Carceroni está, mais uma vez, de parabens por suas postagens sempre oportunas;
     
    3. Espero que fatos semelhantes não voltem a ocorrer;
     
    4. Acredito que podemos dar por encerrado o assunto.
     
    SCN
     
    ----- Original Message -----
     
    From: marcos ferreira pinto basto
     
    To: tribuna_d...@yahoogrupos.com.br
     
    Sent: Wednesday, February 22, 2012 2:06 AM
     
    Subject: Re: [tribuna_da_internet] Re: MARCOS BASTO - Retrata�ão
     
    Sérgio,
     
    já me retratei de forma bem clara sobre o modo errado como classifiquei a aposentadoria de Lula e este equívoco não dá direito algum ao
     
    Carceroni de postar : > PS2 - Ataques contra o ex-presidente eo Governo Lula são democráticos. Entretanto, A Tribuna da Internet não é o espaço próprio para este exercício. E pior, > PS2 - Ataques contra o ex-presidente eo Governo Lula são democráticos. Entretanto, A Tribuna da Internet não é o espaço próprio para este exercício. E pior, ataques persistentes, infundados e repletos de mentiras são sistematicamente divulgados por Marcos Basto, como persistiu ocorrendo, no anexo por ele enviado.
     
    E pior, ataques persistentes, infundados e repletos de mentiras são sistematicamente divulgados por Marcos Basto, como persistiu ocorrendo, no anexo por ele enviado.
     
    Esta é uma declara�ão muito mentirosa! Que ataques persistentes, infundados e repletos de mentiras?
     
    É uma calúnia que fere os regulamentos da rede, mostrando que não respeita os outros participantes.
     
    Marcos Pinto Basto
     
    Em 22 de fevereiro de 2012 01:03, Sergio Neumayer <sergio....@globo.com> escreveu:
     
    Marcos,
     
    Considerando o objetivo dessa rede, e após todos os e-mails trocados, seria de bom tom um texto final seu retratando-se das afirma�ões relativas à aposentadoria do ex-presidente Lula.
     
    Abraço,
     
    SCN
     
    --- Em tribuna_d...@yahoogrupos.com.br, "Sergio Neumayer" <sergio.neumayer@...> escreveu
     
     
    > > --
     
    > > Marcos Pinto Basto
     
    > > Tel. 013 3467 4204
     
     
    --
     
    Marcos Pinto Basto
     
    Tel. 013 3467 4204
     
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    5.
     
    [Carta O BERRO] Um dos tentáculos do polvo: a Fundação For
     
    Enviado por: "Vanderley - Revista" vanderl...@revistaoberro.com.br vanderleycaixe2003
     
    Qua, 22 de Fev de 2012 8:41 pm
     
    Carta O Berro.........................................................repassem
     
    ----- Original Message -----
     
    From: beatric...@elo.com.br
     
    Octopus
     
    ----------------------------------------------------------
     
    Um dos tentáculos do polvo: a Fundação Ford.
     
    Posted: 20 Feb 2012 08:47 AM PST
     
    .
     
    A maior organização filantrópica do mundo, a Fundação Ford, é na realidade a maior fachada da CIA par subverter regimes políticos estrangeiros, fomentar revoltas e penetrar nos movimentos alternativos mundiais, tudo em nome da hegemonia económica americana.
     
    Uma curiosa fundação filantrópica.
     
    A Fundação Ford é uma organização filantrópica,

     

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