Clipping : E-mail de compilação para clipping-do-arthur@googlegroups.com - 20 mensagens em 20 tópicos

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Feb 23, 2012, 10:50:34 PM2/23/12
to Destinatários de e-mail de compilação

Grupo: http://groups.google.com/group/clipping-do-arthur/topics

    clipping-d...@googlegroups.com Feb 24 02:03AM  

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    Resumo do tópico de hoje
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    Grupo: clipping-d...@googlegroups.com
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/topics
     
    - A entrevista de Paul Krugman - o prêmio Nobel de Economia - à revista Playboy aprofunda debate sobre a crise entre os economistas [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/e47e091b4b5eede9
    - De volta ao faturo à custa dos bobos: Qui 23/02/12 13:43 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/b416e9e9e824384a
    - La Paz, la paloma hambrienta y las llaves del banquero [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/776a5de18a647197
    - Blog do Planalto: Qui 23/02/12 18:08 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/a875499f3bcf3b74
    - FORUM PERMANENTE TVC Alckmin, Sartori e Naji Nahas devem ser presos por crimes no Pinheirinho, afirma procurador [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/35cc37fddb58c799
    - China completa a sua revolução capitalista e se prepara para seguir recomendações do Banco Mundial [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/b7fe13b108072798
    - Pinheirinho: Alckmin e Naji Nahas, entre outros, podem ir para a prisão por crimes cometidos, afirma procurador [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/3d323555f9e6a75c
    - A liberdade de expressão não pode acobertar a injúria: Qui 23/02/12 15:44 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/26ea2a1748b51468
    - Para Saber: Qui 23/02/12 11:31 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/f377489a96602249
    - Carta Maior: Tarso Genro: Uma agenda para a esquerda só pode ser mundial: Qui 23/02/12 12:36 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/73732881c00a91b
    - BRASIL! BRASIL!: Qui 23/02/12 11:10 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/db732cb4163b2ef8
    - Notícias do Vermelho: Qui 23/02/12 09:30 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/86c8b80c454d41b0
    - Após crise, países não serão mais os mesmos, diz o economista Fernando Sarti: Qui 23/02/12 08:48 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/160fdbb350c20388
    - [FNRP.informa] Noticiero Radial de la Red Morazánica de Información - 22 de febrero de 2012 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/c2817832b3f4e544
    - [lalineadefuego] SIRIA,LOS MEDIOS Y LAS IZQUIERDAS: cuatro puntos de vista [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/72ce851acee18b6b
    - Digest Boletimdiplo, volume 50, assunto 5 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/7b7d0adefed3a03a
    - Vai lá ver no Oásis, pô! [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/8fa290d9d053ff44
    - [tribuna_da_internet] Resumo 5869 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/9a64fce89b11f050
    - Clipping : E-mail de compilação para clipping-...@googlegroups.com - 14 mensagens em 14 tópicos [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/c3852a56fea263f7
    - [Minha Mosca] Notícias do Dia 23/02/2012 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/9b966d3509979cb1
     
     
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    Tópico: A entrevista de Paul Krugman - o prêmio Nobel de Economia - à revista Playboy aprofunda debate sobre a crise entre os economistas
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/e47e091b4b5eede9
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    ---------- 1 de 1 ----------
    De: "Mauricio David" <mauric...@terra.com.br>
    Data: Feb 23 08:49PM -0200
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/edc298f6c5603534
     
    A polêmica entrevista de Paul Krugman
     
    23/02/2012
     

     
    Um sujeito que ganhou a "John Bates Clark Medal" e o premio Nobel de economia tem credencial para falar de economia e ser ouvido. Paul Krugman é um daqueles economistas que junto com o Joseph Stiglitz irritam várias outros economistas por divergirem do mainstream da profissão.
     
    Ele muda de opinião (já mudou sobre o papel de política industrial e sobre os efeitos da globalização nos salários dos trabalhadores de baixa qualificação), às vezes exagera nas críticas ao tentar ridicularizar outros economistas famosos (Robert Lucas, Eugene Fama, etc.), mas é justamente por suas polêmicas (além é claro de seus trabalhos acadêmicos) que Krugman é interessante.
     
    Assim, sugiro fortemente a leitura da longa entrevista de Krugman à revista Playboy (em inglês) na edição de fevereiro (a seguir). Ele defende não uma, mas várias teses polêmicas. Em especial:
     
    (1) Acredita fortemente que o governo tem os meios para superar a depressão americana e reduzir a taxa de desemprego por meio de uma forte expansão dos gastos públicos. Essa visão bate de frente com vários outros economistas americanos que estão preocupados com o rápido crescimento da dívida pública e do impacto (que ainda não ocorreu) no custo de financiamento da mesma.
     
    (2) Acredita que o aumento do gasto público direcionado para grandes projetos de infraestrutura faria o trabalho de tirar a economia americana do atoleiro no qual se encontra. Grandes obras de infraestrutura com recursos públicos como foi o Erie Canal seriam a solução.
     
    (3) Os EUA são uma "banana republic". Esse termo foi utilizado por vários anos de forma pejorativa para descrever as dificuldades de economias Latino Americanas formarem o consenso para resolver os problemas que atrapalhavam o crescimento. Parece que o mesmo poderia ser dito hoje dos EUA e do seu radicalismo político que torna o processo de tomada de decisão extremamente difícil.
     
    (4) Deixa claro que o problema da crise financeira dos EUA decorre de um problema de falha de regulação e de algumas pessoas que sabiam dos riscos e foram omissas. Entre elas o (já não tão mais respeitado) ex-presidente do FED Alan Grespan. Adicionalmente, Krugman acha que algumas pessoas de Wall Street deveriam estar na cadeia - em artigo recente, too big to jail, o economista Simon Johnson (MIT) (a seguir) defende a mesma ideia.
     
    (5) Argumenta que o presidente Obama não fazia ideia da real extensão dos problemas americanos e que se aconselhou com as pessoas erradas que são ligadas aos interesses de Wall Street. No mais, qualifica o presidente americano como sendo um político mais ao centro do espectro ideológico do que à esquerda como muitos dos seus eleitores pensavam.
     
    (6) Defende que o problema da crescente desigualdade de renda nos EUA está ligado também à questão de regulação e perda de poder dos sindicatos dos trabalhadores. Segundo ele, maiores investimentos em educação não resolverão o problema da desigualdade.
     
    (7) Por fim, coloca de forma clara e sem subterfúgios que a China hoje traz mais problemas do que benefícios para economia americana devido à política de taxa de câmbio fixa.
     
    Observações
     
    Alguns dos pontos que destaquei acima são polêmicos e não são consensuais entre economistas. No caso do papel dos sindicatos, por exemplo, desde os estudos do economista Mancur Olson (ver The Logicof Collective Action, 1971 e The Rise and Decline of Nations, 1984) muitos economistas passaram a ter uma visão negativa do funcionamento de grupos organizados (seja de empresários ou de trabalhadores).
     
    A questão do uso crescente do déficit público como instrumento de política econômica é um tema longe de ser consensual entre economistas americanos de primeira linha. Em especial, vale a pena ver a briga entre Krugman (A Note On The Ricardian Equivalence Argument Against Stimulus (Slightly Wonkish) (http://krugman.blogs.nytimes.com/2011/12/26/a-note-on-the-ricardian-equivalence-argument-against-stimulus-slightly-wonkish/) versus Robert Lucas (clique aqui) e Robert Barro (a seguir) sobre o papel do estimulo fiscal para reativar a economia. Todo esse debate gira em torno do valor do multiplicador fiscal de um aumento do gasto público e dos impostos.
     
    No caso dos maiores gastos em infraestrutura, o economista de Harvard, Edward Glaeser, tem uma visão completamente diferente de Krugman. Para Glaeser ( http://www.bloomberg.com/news/2012-02-14/spending-won-t-fix-what-ails-u-s-transport-commentary-by-edward-glaeser.html), os EUA não precisam de grandes projetos de infraestrutura, mas de investimentos em obras que o custo seja pago pelos usuários, uma melhor regulação, um fundo voltado para a manutenção da infra-estrutura que já existe, etc.
     
    O escândalo recente do uso político do órgão regulador dos aeroportos e portos de New York e New Jersey (ver Restore Integrity at the Port Authority) (http://www.nytimes.com/2012/02/21/opinion/restore-integrity-at-the-port-authority.html?_r=1&pagewanted=all?src=tp) é dos pontos destacados por Glaeser. O problema dos portos e aeroportos nesses dois estados seria muito mais um problema do uso político de uma agência reguladora e sua captura pelas empresas reguladas do que a falta de recursos para um "mega projeto de infraestrutura".
     
    A verdade é que, por mais que a teoria econômica tenha avançado, quando saímos da teoria para proposições de política econômica é fácil encontrar economistas top das melhores universidades do mundo defendendo políticas que são não apenas diferentes, mas às vezes conflitantes. E o debate passa a ser mais pessoal e menos baseado na evidência.
     
    Como podemos cobrar coerência da classe política nos EUA se os melhores economistas do mundo não concordam sobre o que fazer e nem sobre a evidência empírica? No Brasil, o debate é diferente pois aqui seja no curto ou no longo-prazo há uma excessiva dependência do governo.
     
    (Mansueto Almeida, do IPEA)
     

     
    ...
     

     
     
     
    AUTHOR JONATHAN TASINI PHOTOGRAPHER DAVID ROSE
     
    How can winning a Nobel Prize in economics seem like it's no big deal? Well, if you've already won the John Bates Clark Medal-an honor bestowed biennially on the American economist under 40 who has made major contributions to his profession-you've already taken home a piece of hardware considered by many economists to be slightly harder to win than a Nobel. Only 12 people have won both, including Paul Krugman, who collected the 1991 Clark and then snagged the Nobel (and its $1.4 million check) in 2008.
     
    While Krugman's elite status within the economics profession rests on his groundbreaking theory of international trade and his expertise on a host of international financial crises, his broader national influence comes from the media real estate he occupies on the op-ed page of The New York Times, a column he began writing in 1999.
     
    Pointing to his relentless attacks on the Bush administration-which usually included creative ways to say "liar"-conservatives fume that Krugman is a partisan Democrat. The current occupant of the White House may politely disagree with that accusation, as Krugman has also directed withering criticism at Barack Obama. Krugman is not hitting a man when he's down: While many of his peers in intellectual circles were swooning, Krugman was blistering candidate Obama during the 2008 Democratic primaries.
     
    But there is a difference between the Bush years and now: This administration frets about what Krugman says, partly because of his ideas but mainly because his voice is listened to by legions of liberals disappointed with what they perceive to be the president's failures. The administration courts him-he has dined on roast beef with the president at the White House, along with such other critics as fellow Nobel Prize winner Joseph Stiglitz. Krugman's tone of "I knew it first" and "If you had listened to me." can be annoying to some politicos. But the problem is that he has more often than not been right.
     
    PLAYBOY sent noted economics writer Jonathan Tasini to find out Krugman's thinking about the current economic crisis, the Obama administration's handling of the financial meltdown, the politics rippling through the country as the 2012 presidential election looms and whether anything can be done to drag us back from the abyss. After many hours of conversation in New York and in Krugman's Princeton University office, Tasini says, "Krugman is a man who made his reputation, in part, on his fascination with and intellectual work on financial panics and collapses. So he is in his element now because he loves a good crisis. As he admitted candidly, he is not a bright-eyed, slap-you-on-the-back, optimistic cheerleader. Quite the opposite. The global economy is giving him a great canvas to draw a depressing picture, but he's also agitating for action that he says can get us out of the mess we're in."
     
    PLAYBOY: It seems every month various people debate whether we're in a depression or a recession. Where are we-recession, depression? Or is it something else?
     
    KRUGMAN: The recession officially ended in June 2009 because that was the point when some things-industrial production, GDP, but not employment-started to go up again. But I say we're still in a depression. I've taken to calling what we're in the Lesser Depression. It's not as bad as the Great Depression, but it's like the Great Depression. It's a prolonged period. We're now four years into high unemployment and lousy economic prospects for most people. If you've lost your job, your chance of getting another is small. The number of people who've been unemployed for long periods is at a level we certainly haven't seen since the 1930s. What we're experiencing is an economy that probably feels in a lot of ways like the U.S. economy in 1937, when, almost everyone now agrees, policy makers were way too complacent and should have kept on pushing for more employment. It's lousy.
     
    PLAYBOY: In 2002 you wrote that you were worried about the unemployment rate-and it was only 5.7 percent. You also made the point that people had been out of work for longer periods than before, that people had given up looking. Now we're almost double that rate.
     
    KRUGMAN: It really is catastrophic. If you include people who aren't actively searching for a job and people who are working part-time even though they want full-time work, we're up to about one in seven. That means the unemployment rate is 16 percent. I live in a fairly rarefied social class now and so probably hear a lot fewer personal horror stories. But I do hear them: people my age, 58-year-old guys who've lost jobs and see no chance of ever getting another one; young people out of college with good qualifications who can't find anything, who can't get their lives started. The human damage is enormous.
     
    PLAYBOY: Some of that debate is irrelevant to the average person. All they know is they don't have a job or they don't have a job that pays enough.
     
    KRUGMAN: The point is there's a tremendous amount of suffering. A lot of America is much worse off than it was four years ago. I think the main reason you should be angry about it is that it's gratuitous. This doesn't have to be happening. We actually have the tools to make most of this go away. If we could throw aside the political prejudices and bad ideas that are crippling us, in 18 months we could be back to something that feels like a much better economy.
     
    PLAYBOY: So people in America today are suffering when they don't have to be because of policy makers who won't do the right thing?

     

    gustavo santos <gustavoa...@gmail.com> Feb 23 05:29PM -0200  

    Samuel,
    só fiz o PDF está em ANEXO com nosso logo. Não estamos conseguindo gerar o
    link hoje porque nossos blogs não estão funcionando, parece que deu um
    vírus ou bug sei lá.
    amanhã deve estar melhor.
    abraços
     
     
    --
    Leia:
    www.desenvolvimentistas.com.br
     
    Visite São Bartolomeu – Distrito mais antigo de Ouro Preto
    http://saobartolomeu.com/
     
    --
    Notícias, Informações e Debates
    sobre o Desenvolvimento do Brasil:
     
    www.desenvolvimentistas.com.br

     

    Samuel Gomes <professo...@gmail.com> Feb 23 01:55PM -0300  

    Amigos
     
    Em anexo, a Carta aos Senadores, relativamente aos riscos que o país corre
    com a recondução do atual Diretor Geral da ANTT.
     
    Para não alimentar polêmicas, sugiro que seja publicada no blog como
    iniciativa daqueles que já a subscreveram. Os demais companheiros, se
    quiserem podem subscrevê-la como está ou alterá-la e mandar aos senadores
    ou fazer um texto completamente nova para divulgar e mandar aos senadores.
     
    O que não podemos, nem devemos, é, agora, não fazer nada.
     
    Até agora, segundo entendo, assinaram:
     
    Flávio
    Carlos
    Gustavo
    Samuel
    Rodrigo
     
    Aguardamos a manifestação das associações do Fórum de Planejamento e
    Orçamento e outras.
     
    O importante é que a Carta seja publicada no blog como uma proposta de quem
    assinou para que outras pessoas e entidades possam aderir.
     
    Samuel
     
     
    Um grande abraço.
     
    --
    Notícias, Informações e Debates
    sobre o Desenvolvimento do Brasil:
     
    www.desenvolvimentistas.com.br

     

    Flavio Tavares de Lyra <lyra....@gmail.com> Feb 23 12:28PM -0300  

    Caro amigo: Segue o texto solicitado. Por favor, confirme o recebimento.
    Um abraço.
    Flavio
     
    Em 23 de fevereiro de 2012 02:34, Rogerio Lessa Benemond
     
    --
    Notícias, Informações e Debates
    sobre o Desenvolvimento do Brasil:
     
    www.desenvolvimentistas.com.br

     

    Samuel Gomes <professo...@gmail.com> Feb 23 12:16PM -0200  

    Sim. Precisamos de um texto comum. A Carta dos Desenvolvimentistas é um bom
    resumo. Está aprovada? Pode ser colocada no site do blog? É importante para
    podermos linkar.
    A versão mais atualizada é a que coloco em anexo.
    Abraço
    S.
     
    Em 23 de fevereiro de 2012 12:12, Rodrigo Medeiros
    > Notícias, Informações e Debates
    > sobre o Desenvolvimento do Brasil:
     
    > www.desenvolvimentistas.com.br
     
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    Samuel Gomes
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    Skype: samuel_gomes_
    Facebook: Samuel Gomes
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    sobre o Desenvolvimento do Brasil:
     
    www.desenvolvimentistas.com.br

     

    arthur garbayo <arthur...@gmail.com> Feb 23 10:59AM -0200  

    ASCENT AFTER DECLINE: REGROWING GLOBAL ECONOMIES AFTER THE GREAT RECESSION
     
    The great recession of 2007-09 has left permanent scars in the world
    economy, and the global recovery has lost steam. Advanced economies are
    still struggling with high unemployment and debt, and the remarkable role
    that emerging markets have played as engines of the recovery is no longer
    certain.
     
    Are emerging markets still capable of saving the global economy? What can
    the industrialized world do to help ensure that robust global growth is
    restored? What is the role of government in bringing the world economy back
    on track?
     
    In this new book, co-edited by Otaviano Canuto and Danny M. Leipziger, more
    than a dozen distinguished contributors scan the economic horizon, spell
    out the new fiscal reality, and highlight the policy choices on which
    economic regrowth will depend.
    http://web.worldbank.org/WBSITE/EXTERNAL/EXTABOUTUS/ORGANIZATION/EXTPREMNET/0,,contentMDK:23117096~pagePK:64159605~piPK:64157667~theSitePK:489961,00.html
    --
     
    *Para ter mais informação acesse estes portais:
    www.desenvolvimentistas.com.br e http://www.joserobertoafonso.ecn.br/*

     

    "Ricardo Bergamini" <ricardob...@ricardobergamini.com.br> Feb 23 06:25AM -0200  

    Pesquisa Mensal de Comércio - Fonte IBGE
     
    Base: Ano de 2011
     
    Vendas no varejo variam 0,3% em dezembro e fecham 2011 em 6,7%
     
     
     
    Em dezembro, o comércio varejista do país registrou crescimento de 0,3% no volume de vendas em relação ao mês anterior, na série com ajuste sazonal. A receita nominal também cresceu 0,3%. Com isso, o setor completa quatro meses consecutivos de taxas positivas em volume de vendas e 38 meses seguidos em receita nominal. Os outros índices, sem ajuste sazonal, apresentaram crescimento no volume de vendas de 6,7% sobre dezembro de 2010e de 6,7% no acumulado do ano. Já a receita nominal obteve taxas de 10,1% com relação a dezembro de 2010 e de 11,5% no ano.
     
     
     
    Entre as dez atividades, sete têm variação positiva
     
    Na série com ajuste sazonal, sete das dez atividades obtiveram variações positivas em volume de vendas: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (6,9%); Móveis e eletrodomésticos (2,6%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,3%); Tecidos vestuário e calçados (0,9%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,6%). As variações negativas ocorreram em Livros, jornais, revistas e papelaria (-5,3%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,5%) e Combustíveis e lubrificantes (-0,5%).
     
    Já na comparação com dezembro de 2010, apenas uma atividade apresentou resultado negativo: Livros, jornais, revistas e papelaria (-2,3%). As taxas positivas, por ordem de importância no resultado global, foram em Móveis e eletrodomésticos (15,3%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (4,6%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (34,8%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (7,0%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (3,4%); Tecidos, vestuário e calçados (0,8%) e Combustíveis e lubrificantes (0,4%).
     
    Com aumento de 16,6% em relação ao ano anterior, a atividade de Móveis e eletrodomésticosexerceu o maior impacto (45,6%) da taxa anual do varejo. Tal desempenho foi decorrente da manutenção do crescimento do emprego e do rendimento, como também da redução dos preços, principalmente no que tange aos eletrodomésticos (-5,4% no subitem aparelhos eletroeletrônicos do IPCA, comparado com a inflação média do ano de 6,5%) e da disponibilidade de acesso ao crédito.
     
    O segmento de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumoregistrou expansão no volume de vendas em 2011 de 4,0% em relação ao ano anterior, resultado que o levou a responder por 27,3% da taxa anual do varejo, sendo este o segundo principal impacto no resultado anual do varejo. Este desempenho reflete, principalmente, o aumento do poder de compra da população decorrente do aumento da massa de salário da economia (obtida pela melhora da renda e do emprego) e da expansão do crédito.
     
    A atividade de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, que registrou crescimento de 9,7%, em relação ao ano anterior, exerceu a terceira maior contribuição à taxa anual do varejo. A estabilidade do emprego, expansão da massa de salários e disponibilidade do crédito, somado ao caráter de uso essencial e permanente de seus produtos, são os principais fatores explicativos do desempenho positivo pelo oitavo ano consecutivo do segmento.
     
    Varejo ampliado acumula 6,6% em 2011
     
    Para o comércio varejista ampliado, composto do varejo mais as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, as variações observadas em relação ao mês de novembro de 2011, com ajustamento sazonal, foram de 1,6% para o volume e de 1,2% na receita nominal de vendas. Já para os indicadores sem ajustamento, as variações ocorridas foram as seguintes: 4,3% na comparação com dezembro de 2010 e 6,6% no acumulado do ano para o volume de vendas, e de 6,4% e 9,4% para a receita nominal, respectivamente.
     
    Veículos, motos, partes e peças registrou variação no volume de vendas de -0,7% na comparação com dezembro de 2010 e 6,1% no acumulado do ano. Quanto a Material de construção, as variações foram de 5,1% sobre dezembro do ano anterior e 9,1% no acumulado dos últimos 12 meses.
     
     
     
    Na comparação com dezembro de 2010, 17 estados apresentaram variação positiva
     
    Por unidades da federação, os resultados com ajuste sazonal para o volume de vendas apontam, na comparação com o mês anterior, 17 estados com variações positivas, oito com queda e dois sem variação. Os principais acréscimos ocorreram no Acre (8,7%); Tocantins (7,2%); Amapá (1,9%) e em Goiás (1,7%). Já as principais quedas se estabeleceram no Piauí (-7,8%); Amazonas (-1,6%) e Sergipe (-1,4%). As unidades onde não ocorreram variações foram São Paulo e Santa Catarina. Quanto à participação na composição da taxa do comércio varejista, os destaques, pela ordem, foram: São Paulo (6,4%); Minas Gerais (10,4%); Paraná (12,8%); Rio Grande do Sul (7,0%); Santa Catarina (10,3%) e Rio de Janeiro (2,8%)
     
    Em relação ao varejo ampliado, as maiores taxas mensais de desempenho no volume de vendas ocorreram em Tocantins (26,9%); Roraima (13,7%); Mato Grosso (11,2%); Paraná (10,3%) e na Paraíba (10,0%). Em termos de impacto no resultado global do setor, os destaques foram São Paulo (4,7%); Paraná (10,3%); Minas Gerais (4,8%); Rio Grande do Sul (4,7%); Santa Catarina (4,2%) e Mato Grosso (11,2%).
     
    Nenhum estado registrou variação negativa para o resultado acumulado do ano de 2011. Os maiores acréscimos no volume de venda do varejo ocorreram em Tocantins (25,2%); Paraíba (14,2%); Rondônia (10,6%); Roraima (10,6%) e Minas Gerais (10,0%). Para o varejo ampliado, as maiores taxas anuais foram de 22,2% para Tocantins; 15,0% para o Espírito Santo; 10,0% para a Paraíba; 9,6% para o Maranhão e 9,5% para Roraima. A única variação negativa apresentada foi no Amapá (-4,6%) e em Sergipe a variação foi nula.
     
    Arquivos oficiais do governo estão disponíveis aos leitores.
     
     

    Ricardo Bergamini
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