Para Saber: Qui 23/02/12 11:31

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Ana Santanna

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Feb 23, 2012, 2:20:51 PM2/23/12
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From: Beatrice

Para Saber – 23.02.12

A capacidade de geração de energia no Brasil chegou a 117.134,72 Megawatts (MW), originários de 2608 usinas hidrelétricas, termelétricas, eólicas, nucleares, pequenas centrais hidrelétricas e centrais geradoras hidrelétricas, informou nesta quarta-feira a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Segundo a agência, a energia das hidrelétricas responde por 66,91% da capacidade instalada do país, seguida das termelétricas (26,67%) e das pequenas centrais hidrelétricas (3,3%). Compõem ainda a matrix de potência de usinas nucleares (1,71%), de eólicas (1,22%) e das centrais geradoras (0,18%).

Ainda de acordo com a Aneel os empreendimentos que entraram em operação comercial  ao longo de 2011 geraram uma potência de 4.199,3 MW. Deste total, 1.142,8MW são de hidrelétricas, 432,7 MW de pequenas centrais hidrelétricas (PCH), 498,3 MW de eólicas e 2.125,5 MW de UTEs, divididas entre térmicas e movidas a combustível fóssil (1.206,45 MW) e à biomassa (919,05 MW).

Fonte: ultimoinstante

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BRASÍLIA - O Ministério Público do Pará divulgou nota sobre a assinatura de acordo pelas siderúrgicas Sidepar, Iberica e Cosipar para regularização ambiental de suas atividades. As empresas devem manter banco de dados atualizados e disponíveis sobre a origem do carvão consumido, com detalhes sobre as fontes de suprimento e fornecedores.

No acordo as siderúrgicas se comprometeram a publicar dados sobre a produção anual de ferro-gusa e indicar permanentemente quais são os compradores do produto final. Também terão de informar detalhadamente a situação de seus projetos de reflorestamento e de reposição florestal, que serão auditados.

O MPF esclarece que no dia 14 deste mês a juíza Nair Cristina Corado Pimenta de Castro concedeu liminares bloqueando um total de R$ 145 milhões das três siderúrgicas para garantir a recomposição dos danos à floresta amazônica. Além do bloqueio as empresas foram proibidas de adquirir carvão até que toda a matéria-prima florestal e a cadeia de custódia fosse auditada em campo pela Secretária Estadual do Meio Ambiente (Sema) e certificada pelo Ibama.

Fonte:AE - Agencia Estado

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O Spreeder Truss, uma estrutura de 18 metros de comprimento, seis metros de largura, pesando 14 toneladas, fabricada pela Cooperativa dos Trabalhadores Metalúrgicos de Canoas (CTMC) para a plataforma P-55, chega nesta quinta-feira ao Estaleiro Rio Grande (ERG1). O transporte da peça, desde Canoas, é feito em uma carreta extensiva que viaja com velocidade de 30km/h, acompanhada pela Polícia Rodoviária Federal e Estadual, mais escoltas particulares e uma viatura da Pacheco Logística (Grupo Darcy Pacheco). O veículo saiu de Canoas às 10h de segunda-feira e, às 17h de ontem, chegou ao Posto Ongaratto, no Povo Novo. Na manhã desta quinta-feira, segue para o ERG1, onde está localizado o dique seco, no qual ocorre a construção da P-55.

Conforme o gerente de Logística do Grupo Darcy Pacheco, Newvani Cirolini Correa, o percurso da viagem abrangeu inicialmente a rodovia Canoas-Porto Alegre (BR-116), seguindo por Pantano Grande pela estrada Porto Alegre - Pantano Grande (BR-290). A partir de Pantano, em direção ao sul do Estado, a rodovia Rio Pardo - Canguçu (ERS-471) e depois a BR-392, fazendo o caminho final: Canguçu - Rio Grande.

Avaliada em R$ 960 mil, a estrutura foi fabricada em 30 dias. O equipamento é uma peça auxiliar para movimentar o módulo da plataforma, que será acoplado ao cais no Estaleiro Rio Grande. A plataforma P-55 está sendo executada pela Quip S/A e a previsão é de que ela fique pronta em dezembro de 2012. Depois de pronta, a P-55, que é uma unidade do tipo semissubmersível, atuará no Campo de Roncador, localizado na Bacia de Campos, onde ficará ancorada em profundidade de 1.800 metros e terá, no total, 18 poços a ela ligados.

Fonbte: Jornal Agora (RS)
 
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Brasília – As operações de crédito da Caixa Econômica Federal para o setor de petróleo e gás somaram R$ 10 bilhões em 2011. De acordo com números divulgados ontem (22) pela instituição financeira, mais R$ 12 bilhões devem ser liberados neste ano. O valor representa a soma dos projetos em análise pelo banco.

De acordo com a Caixa, cerca de R$ 600 milhões foram emprestados a grandes grupos empresariais para financiamento de investimentos estruturantes. Além disso, R$ 371 milhões do Fundo da Marinha Mercante (FMM) foram aplicados no projeto de barcaças para o transporte de etanol pela Transpetro, subsidiária da Petrobras, no Rio Tietê, em São Paulo.

No crédito a pessoas físicas, o banco informou ter dobrado no ano passado os empréstimos aos petroleiros. Os destaques foram os créditos para a conta salário, financiamentos imobiliários e empréstimos consignados. As operações do Portal Progredir, que permite a fornecedores da Petrobras e da cadeia produtiva ligada à estatal receber pagamentos com antecedência, somaram R$ 675 milhões.

Fonte: Agência Brasil/Wellton Máximo
 


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