Clipping : E-mail de compilação para clipping-do-arthur@googlegroups.com - 22 mensagens em 22 tópicos

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Feb 17, 2012, 11:01:24 PM2/17/12
to Destinatários de e-mail de compilação

Grupo: http://groups.google.com/group/clipping-do-arthur/topics

    clipping-d...@googlegroups.com Feb 18 01:33AM  

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    Resumo do tópico de hoje
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    Grupo: clipping-d...@googlegroups.com
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/topics
     
    - FORUM PERMANENTE TVC Seminário Internacional Regulação da Comunicação Pública [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/7d47a2c9c29269e
    - FORUM PERMANENTE TVC PAN - MINAS GERAIS [1 Anexo] [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/c15081d97ea577b1
    - FORUM PERMANENTE TVC Fwd: Reportagem - Conversas com Dr. DOPS [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/6bd2b32e9bcda1e0
    - FINANCIAL TIMES / Lula for World Bank ( Lula para Presidente do Banco Mundial) [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/d75194b78692d9d8
    - [Minha Mosca] Notícias do Dia 18-19/02/2012 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/fa157e82b370693c
    - {Amig@s de Los Necios} Vídeo aficionado confirma que hubo disparos en el interior del Centro Penal de Comayagua [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/1e68f5587a948d17
    - sul21: Comissão diz que ex-diretores estão entre responsáveis por irregularidades no Daer: Sex 17/02/12 19:32 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/cd740e924de24d1e
    - [Cubadebate] Boletín de noticias del 2012-02-16: Sex 17/02/12 04:00 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/b89c63be6e5dcf06
    - Blog do Planalto: Sex 17/02/12 17:12 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/11bc4a61e0e0a530
    - La pupila insomne, 17 febrero, 2012 - 20:57 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/252f4c8dbb4690df
    - AEPET DIRETO(27/02/2012): Sex 17/02/12 20:59 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/c9a53c3c8c793680
    - [APN] (17/02): Eleição no CA da Petrobrás: Silvio Sinedino, candidato do Sindipetro-RJ e da Aepet, está no 2o turno [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/e06a407ff23caea1
    - [ECONOMIA & POLÍTICA] Amorim defende base industrial forte como parte de estratégia de dissuasão [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/73cbc48f188f4a7
    - [ECONOMIA & POLÍTICA] O perfil da defesa do futuro [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/ca8614679d0e3cca
    - [ECONOMIA & POLÍTICA] Se não é guerra, o que é? [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/f83d16064fed0d2a
    - [ECONOMIA & POLÍTICA] A ESTRATÉGIA DE DEFESA E O PRE-SAL [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/2bc6c97abed9e5ed
    - Cúpula das Américas: Qui 16/02/12 22:33 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/5809a77323073e1c
    - AEPET DIRETO(17/02/2012): Qui 16/02/12 20:51 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/5bb6ed7fc7d9d25a
    - La pupila insomne en 16 de febrero de 2012 - 23:46 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/bfb154bd0793c29e
     
     
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    Tópico: FORUM PERMANENTE TVC Seminário Internacional Regulação da Comunicação Pública
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/7d47a2c9c29269e
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    ---------- 1 de 1 ----------
    De: Antonio Marques dos Santos <abrac...@yahoo.com.br>
    Data: Feb 17 11:04AM -0800
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/f11d4b2c04e1730f
     
    Repassando para conhecimento de todos!!!!!!
     
    Seminário Internacional Regulação da Comunicação Pública
    De 21 a 23 de março de 2012 | Auditório Nereu Ramos – Anexo II da Câmara dos Deputados, Brasília/DF 
     
     
    PROGRAMAÇÃO 
     
    :: 21 de março (quarta-feira) ::
     
    8 horas | Credenciamento
     
    8h30 | Mesa de Abertura 
     
    Convidados:
    * Deputado Marco Maia, Presidente da Câmara dos Deputados;
    * Senador José Sarney, Presidente do Senado Federal;
    * Deputada Luiza Erundina, Coordenadora da Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e pelo Direito à Comunicação com Participação Popular (Frentecom);
    * Nelson Breve, Diretor-Presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC);
    * Paulo Bernardo, Ministro das Comunicações;
    * Helena Chagas, Ministra da Secretaria de Comunicação da Presidência da República;
    * Rosane Bertotti, Coordenadora-Geral do Fórum Nacional pela Democratização das Comunicações;
    * Deputado Bruno Araújo, Presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados;
    * Senador Eduardo Braga, Presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado Federal.
     
    10h30 | Mesa 1 – Legislação: conceitos, outorgas e regulação do campo público 
    Discussão sobre a necessidade de atualização da legislação do campo público, a complementariedade dos sistemas público, privado e estatal, o uso do espectro eletromagnético por emissoras do campo público, modelo de outorgas.
     
    Convidados:
    * Luis Lazzaro, Coordenador-Geral da Autoridade Federal de Serviços de Comunicação Audiovisual (AFSCA);
    * Prof. Marcos Dantas, da Universidade federal do Rio de Janeiro (UFRJ);
    * Póla Ribeiro, Presidente da Associação Brasileira das Emissoras Públicas, Educativas e Culturais (ABEPEC);
    * Jonas Valente, do Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social.
     
    Mediação: Deputado Emiliano José
     
    15 horas | Mesa 2 – Gestão: participação e controle social 
    A permeabilidade da comunicação pública à sociedade, seus pleitos, suas avaliações, sugestões e críticas. A transparência e a participação efetiva da sociedade no processo de gestão. 
     
    Convidados:
    * Letícia Salas Torres, Diretora-Geral do Canal do Congresso Mexicano;
    * Ana Luíza Fleck Saibro, Presidente do Conselho Curador da EBC;
    * Regina Lima, da Ouvidora-Geral da EBC;
    * Cláudio Magalhães, Presidente da Associação Brasileira de Televisão Universitária (ABTU).
     
    Mediação: Deputada Luciana Santos
     
    17 horas | Mesa 3 – Gestão: financiamento e autonomia 
    As diferentes formas de financiamento no curto, médio e longo prazos, seus pontos positivos e negativos e as suas implicações na autonomia da comunicação pública. 
     
    Convidados:
    * Cynthia Fenneman, da  American Public Television (APT);
    * Senador Walter Pinheiro;
    * Mario Jefferson Leite Melo, Coordenador da Frente Nacional pela Valorização das TVs do Campo Público (FRENAVATEC);
    * Eduardo Castro, Diretor-Geral da EBC;
    * Prof. Murilo Ramos, do Laboratório de Políticas de Comunicação da Universidade de Brasília (LaPCom/UnB).
     
    Mediação: Deputado Stepan Nercessian
     
     
    :: 22 de março (quinta-feira) :: 
     
    9 horas | Mesa 4  – Regulação de conteúdo e diversidade na comunicação pública 
    Como regular a comunicação pública para que ela cumpra seu papel na complementariedade dos sistemas, na regionalização e no fomento à diversidade. 
     
    Convidados:
    * Carlos Magno Castanheira, da Entidade Reguladora para a Comunicação Social – ERC / Portugal;
    * José Antônio de Jesus da Silva, Coordenador-Geral da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Radiodifusão e Televisão (FITERT);
    * Ana Veloso, da Rede Mulher e Mídia;
    * Juliana Cézar Nunes, da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (CONAJIRA);
    * Marco Altberg, Presidente da Associação Brasileira de Produtoras Independentes de Televisão (ABPITV).
     
    Mediação: Deputado Jean Willys
     
    14 horas | Mesa 5 – Distribuição do sinal, infraestrutura e operador de rede 
    O desafio da universalização do acesso à comunicação pública passa pelo planejamento e implantação de recursos físicos, com bases normativas e legais, no sentido de se buscar a otimização desses recursos.
     
    Convidados:
    * Takashi Tome, Pesquisador do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD);
    * Caio Bonilha, Presidente da Telebras;
    * Gunnar Bedicks, Chefe do Laboratório de TV Digital da Universidade Mackenzie;
    * Antônio Vital, Presidente da Associação Brasileira de TVs e Rádios Legislativas (Astral);
    * Telmo Lustosa, do Clube de Engenharia do Rio de Janeiro;
    * André Barbosa, Superintendente de Suporte da EBC.
     
    Mediação: Deputado Paulo Pimenta
     
    17 horas | Mesa 6 — Interatividade, convergência e acessibilidade 
    As novidades tecnológicas que impactam a produção e o consumo das mídias. 
    Como o processo regulatório pode garantir aos meios públicos condições de acessar tais mudanças. 
     
    Convidados:
    * Prof. Luiz Fernando Gomes Soares, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ);
    * Marcus Manhães, da Federação Brasileira de Trabalhadores em Telecomunicações (FITTEL);
    * Mário Sartorello, Presidente da Associação das Rádios Públicas do Brasil (ARPUB);
    * Prof. Pedro Ortiz, Diretor da TV USP;
    * Sueli Navarro Garcia, Diretora da Secretaria de Comunicação da Câmara dos Deputados.
     
    Mediação: Deputada Rosinha da Adefal
     
     
    :: 23 de março (sexta-feira) ::
     
    9 horas | Plenárias Setoriais
    * Emissoras Educativas
    * Emissoras Universitárias
    * Emissoras Legislativas
    * Emissoras Comunitárias
    * Movimentos Sociais
     
    15 horas | Plenário Final
     
     
    Antonio Marques dos Santos (Tony Marques)
    Tucurui - Pará - Amazônia - Brasil
    http://comunicadortonymarques.blogspot.com
    CELULAR 55 (094) 91364508/81152354
    MSN: comunicadortonymarques
    @ com_tonymarques
     
     
     
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    Tópico: FORUM PERMANENTE TVC PAN - MINAS GERAIS [1 Anexo]
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/c15081d97ea577b1
    =============================================================================
     
    ---------- 1 de 1 ----------
    De: "Carlos Magno" <cur...@consae.com.br>
    Data: Feb 17 04:57PM -0200
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/6dc83ba0862ebe93
     
    Prezado,
     
     
    Segue o Blog, o Facebook, o MSN e o Twitter do PAN de Minas Gerais, divulgue
    para os seus amigos.
     
     
    MSN DO PAN-MG
    pan...@hotmail.com
     

     
    FACEBOOK DO PAN-MG
     
    http://www.facebook.com/profile.php?id=100001855309822
     
     
     
    TWITTER DO PAN-MG
     
    https://twitter.com/panmg26
     
     
     
    BLOG DO PAN-MG
     
    http://www.panmg26.blogspot.com <http://www.panmg26.blogspot.com/>
     
     
     
    Um Forte Abraço
    Partido dos Aposentados da Nação-MG
     
     
     
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    Tópico: FORUM PERMANENTE TVC Fwd: Reportagem - Conversas com Dr. DOPS
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/6bd2b32e9bcda1e0
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    ---------- 1 de 1 ----------
    De: Imprensa Apropuc <imprens...@gmail.com>
    Data: Feb 17 05:56PM -0300
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/53dd6e14e16bfe79
     
    _____________________________
     
    http://apublica.org/2012/02/conversas-mr-dops/
     
     
    [image: José Paulo Bonchristiano no sofá de seu apartamento no Brooklin,
    zona Sul de São Paulo (Foto: Julia
    Rodrigues)]<
    http://apublica.org/2012/02/conversas-mr-dops/sao-paulo-sp-brasil-17-11-2011-dr-jose-paulo-bonchristiano-ex-delegado-do-dops-foto-
    julia-rodrigues/<http://apublica.org/2012/02/conversas-mr-dops/sao-paulo-sp-brasil-17-11-2011-dr-jose-paulo-bonchristiano-ex-delegado-do-dops-foto-%0Ajulia-rodrigues/>
     
    Conversas com Mr. DOPS 09.02.12
     
    Nossa repórter passou mais de 15 horas entrevistando um dos poucos
    delegados do DOPS ainda vivos, entre os que atuaram nos anos mais duros da
    ditadura. Enfrentou resistência, informações desencontradas e até um
    suposto pacto de silêncio – um embate que antecipa os desafios da Comissão
    da Verdade
     
     
    Aos 80 anos, José Paulo Bonchristiano conserva o porte imponente dos tempos
    em que era o “doutor Paulo”, delegado do Departamento de Ordem Política e
    Social de São Paulo, “o melhor departamento de polícia da América Latina”,
    não se cansa de repetir.“O DOPS era um órgão de inteligência policial,
    fazíamos o levantamento de todo e qualquer cidadão que tivesse alguma coisa
    contra o governo, chegamos a ter fichas de 200 mil pessoas durante a
    revolução”, diz, referindo-se ao golpe militar de 1964, que deu origem aos
    20 anos de ditadura no Brasil.
     
    Embora esteja aposentado há 27 anos, não há nada de senil em sua atitude ou
    aparência. Os olhos astutos de policial ainda dispensam os óculos para
    perscrutar o rosto do interlocutor, endurecendo quando o delegado acha que
    é hora de encerrar o assunto.
     
    Bonchristiano gosta de dar entrevistas, mas não de responder a perguntas
    que lancem luz sobre os crimes cometidos pelo aparelho policial-militar da
    ditadura do qual participou entre 1964 e 1983: prisões ilegais, sequestros,
    torturas, lesões corporais, estupros e homicídios que, segundo estimativas
    da Procuradoria da República, vitimaram cerca de 30 mil cidadãos. Destes,
    376 foram mortos, incluindo mais de 200 que continuam até hoje
    desaparecidos.
     
    Os arquivos do DOPS se tornaram públicos em 1992, mas muitos documentos
    foram retirados pelos policiais quando estavam sob a guarda do então
    diretor da Polícia Federal e ex-diretor geral do DOPS, Romeu Tuma. Entre os
    remanescentes estão os laudos periciais falsos, produzidos no próprio DOPS,
    que transformavam homicídios cometidos pelos agentes do Estado em
    suicídios, atropelamentos, fugas. No caso dos desaparecidos, os corpos eram
    enterrados sob nomes falsos em valas de indigentes em cemitérios de
    periferia.
     
    *Globo, Folha, Bradesco – e Niles Bond*
     
    Bonchristiano é um dos poucos delegados ainda vivos que participaram desse
    período, mas ele evita falar sobre os crimes. Prefere soltar o vozeirão
    para contar casos do tempo em que os generais e empresários o tratavam pelo
    nome. Roberto Marinho, da Globo, diz, “passava no DOPS para conversar com a
    gente quando estava em São Paulo”, e ele podia telefonar a Octávio Frias,
    da Folha de S. Paulo “para pedir o que o DOPS precisasse”. Quando
    participou da montagem da Polícia Federal em São Paulo, conta, o fundador
    do Bradesco mobiliou a sede, em Higienópolis: “Nós do DOPS falamos com o
    Amador Aguiar ele mandou por tudo dentro da rua Piauí, até máquina de
    escrever”.
     
    O “doutor Paulo” sorri enlevado ao lembrar dos momentos passados com o
    marechal Costa e Silva (o presidente que assinou o AI-5 em dezembro de
    1968, suspendendo as garantias constitucionais da população). “O Costa e
    Silva, quando vinha a São Paulo, dizia: ‘Eu quero o doutor Paulo
    Bonchristiano’”, e imita a voz do marechal – ele adora representar os casos
    que conta.
     
    “Eu fazia a escolta dele e ele me chamava para tomar um suco de laranja ou
    comer um sanduíche misto na padaria Miami, na rua Tutóia, vizinha ao
    quartel do II Exército. Todo mundo querendo saber onde estava o presidente
    da República, e eu ali”, delicia-se.
     
    Gaba-se de ter sido enviado para “cursos de treinamento em Langley” nos
    Estados Unidos, pelo cônsul geral em São Paulo, Niles Bond, que admirava a
    “eficiência” da polícia política paulista. E o chamava de “Mr. Dops”.
     
    Orgulha-se também de outro apelido – “Paulão, Cacete e Bala” – que diz ter
    saído da boca dos “tiras” quando “caçava bandidos” na RUDI (Rotas

     

    arthur garbayo <arthur...@gmail.com> Feb 17 06:20PM -0200  

    [image: The Economist]
    Free exchangeLatin lessonsIn a guest article, Mario Blejer (pictured left)
    and Guillermo Ortiz, former central-bank governors of Argentina and Mexico
    respectively, explain why Greece should not leave the euro
     
    Feb 18th 2012 | from the print edition
     
    EUROPE’S handling of its sovereign-debt crisis has been disastrous.
    Euro-zone leaders succeeded in turning a manageable economic problem in
    Greece into a political conundrum that jeopardises the single currency. A
    premature insistence that private-sector creditors take a hit on Greece has
    fostered contagion. Massive write-offs are necessary but nobody yet knows
    what constitutes sustainable debt or what Greece’s “real” GDP is. In Latin
    America in the 1990s debt relief was granted only when fiscal adjustment
    and structural reforms were very advanced. This is certainly not the case
    in Greece. Although the European Central Bank’s three-year liquidity
    operations and the probable provision of more bail-out money for Athens
    provide a breathing space for a more comprehensive solution, Greece will
    remain a source of uncertainty. The country is in a deep recession: its GDP
    has fallen and unemployment has risen for three consecutive years. More
    austerity will only increase economic and social pressures within the
    country.
     
    Given this grim outlook many analysts suggest that it would be better for
    Greece to exit the euro zone. They often cite Argentina’s exit from its
    currency board in 2002 as evidence of the benefits that would accrue to
    Greece if it reintroduced its own currency. It is true that following the
    peso devaluation, and after a painful (but short) adjustment period,
    Argentina enjoyed six years of rapid growth. But Argentina’s experience was
    singular. Strong export prices resulted in sustainable external surpluses,
    and prudent fiscal management ensured internal balance. Greece, on the
    other hand, cannot rely on favourable external conditions and is already in
    a deep, fiscally induced recession.
     
    In practice, moreover, Argentina had no choice after defaulting but to
    ditch its peg since the currency board was a unilateral arrangement that
    did not envisage counterparty support or institutional safety nets. Unlike
    Argentina, Greece belongs to a formal multilateral arrangement that could
    provide the intensive care and official finance needed to smooth the
    adjustment. Indeed, we argue that an analysis of the costs incurred by
    Argentina strengthens the case for Greece to remain within the euro zone.
     
    *Corralito chaos*
     
    What were those costs? First, a bank run. As soon as devaluation was
    considered possible, a persistent bank run took place in Argentina. It
    lasted for over a year and consumed two-thirds of the country’s
    foreign-exchange reserves. To avoid total meltdown in the financial sector
    the only choice was to impose limits on bank withdrawals. Argentina had a
    disastrous experience in this regard. When cash withdrawals were severely
    restricted (the infamous set of measures known as the *corralito*) output
    collapsed because of a credit and liquidity crunch. The *corralito* led to
    unrest, bewilderment, chaos and, eventually, to the fall of the government.
    The anticipation of Greece abandoning the euro would also cause a
    generalised bank run, but it would be much more destructive and widespread
    than Argentina’s, given European financial integration.
     
    Exiting the euro would require the compulsory redenomination of banks’
    assets and liabilities, and of practically all contracts, prices and wages.
    In Argentina, where dollars were widely used as a unit of account,
    redenomination took the form of “pesification”. It had vast redistributive
    consequences. If Greece abandons the euro the “drachmatisation” of loans
    and deposits—and the exchange-rate movements that would follow—would
    benefit bank debtors and harm depositors, leading to further social turmoil.
     
    Argentina’s experience also shows that exiting a long-term peg tends to
    sink large private corporations with access to international financial
    markets, because their foreign-currency liabilities cannot be
    redenominated. Indeed, Argentina’s companies devoted years to negotiations
    with their foreign creditors and many had no choice but to default. The
    position of Greek companies in this regard may be even worse. Many
    Argentinian contracts had continued to be denominated in pesos, since the
    currency board did not eliminate the local currency. These contracts, at
    least, could be honoured. But Greece would have to deal with the complete
    universe of covenants since every contract would need redenomination. A sea
    of bankruptcies would follow.
     
    *For richer, for poorer*
     
    The end of Argentina’s currency board was harrowing. It led to endless
    violations of contracts that left an enduring stain on the investment
    environment. But reintroducing an abandoned currency is even more
    difficult. Argentina never stopped using the peso, but Greece discarded the
    drachma. To generate confidence in the drachma in the midst of a crisis
    would be very challenging. Convincing potential investors to commit to
    projects denominated in a reintroduced currency is an almost unachievable
    task.
     
    The proponents of a euro-zone exit for Greece grossly underestimate its
    devastating consequences. Argentina’s experience should deter rather than
    promote the thought of exit. Nevertheless, a real problem remains: how does
    Greece regain competitiveness? Doing so without devaluation is difficult.
    All successful adjustments in Latin America involved huge initial
    devaluations and immediate reductions in real wages, thus cutting unit
    labour costs. In normal circumstances, in order to cut real wages,
    devaluing the currency is more palatable than reducing nominal wages. But
    when devaluation requires exiting a monetary union, the resulting financial
    implosion has to be factored in.
     
    What is required is not an abandonment of the euro but a framework adapted
    to the specific context of the euro zone and of Greece itself. Such a
    framework should recognise that the process of adjustment and reform will
    extend over a long time horizon (about ten years). Competitiveness will
    arise as a result of adjustment and structural reform, not as a
    precondition of support. The programme should acknowledge that markets are
    likely to remain shut to Greece and that lots of long-term official finance
    will be needed. Equal emphasis should be put on public-sector adjustment
    and nominal-wage reduction in the private sector.
     
    This type of programme is best designed and implemented within the euro
    framework. The IMF is analytically ill-equipped for long-term engagements.
    Greece is in for a long and difficult journey, but the voyage will be less
    traumatic and more successful if it is undertaken within the euro zone, not
    outside it.
     
    NB. Guillermo Ortiz is also chairman of Grupo Financiero Banorte Ixe
    --
     
    *Para ter mais informação acesse estes portais:
    www.desenvolvimentistas.com.br e http://www.joserobertoafonso.ecn.br/*

     

    arthur garbayo <arthur...@gmail.com> Feb 17 05:41PM -0200  

    Prezados,
     
    Segue, em anexo, nota metodológica com as mudanças na Sondagem Industrial e
    no Índice de Confiança do Empresário Industrial - ICEI.
     
     
    Atenciosamente,
     
    Alisson de Sá Souza
    CNI - Confederação Nacional da Indústria

     

    arthur garbayo <arthur...@gmail.com> Feb 17 05:16PM -0200  

    The Impact of Competition Practices in International Commodity Markets
     
    *Otaviano Canuto,World Bank Vice President
    Poverty Reduction and Economic Management (PREM) Network*
     
    *Opening Speech for the OECD Global Forum on Competition*
     
    *Paris, February 16, 2012*
     
    It’s an honor to be here today and to have the opportunity to address such
    an expert audience on a topic that affects everyone. Fair competition
    matters, and it matters particularly in international commodity markets.
    This is because when we talk about commodities markets, we are talking
    about the products that contribute to meeting the basic needs of people
    around the world.
     
     
    As I don’t need to tell this crowd, the changing nature of the world
    economy – in particular the expansion of global value chains and increasing
    concentration – are giving rise to new issues in terms of ensuring fair
    competition.
     
    In particular, value chains in the transformation of commodities are
    characterized by market structures with imperfect competition. Input
    suppliers and domestic processors often have a certain degree of market
    power – and a number of them have formed international cartels, as is the
    case of petrochemical industries that supply farmers with fertilizers.
     
    At the same time, the existence of anti-trust exemptions for private export
    cartels, export subsidies or state trading through public monopolies may
    also have an effect on the level of competition in commodity markets.
     
    But to what extent does this matter? There is significant uncertainty and
    ambiguity about whether these practices affect price levels or generate
    excessive volatility in commodity prices.
     
    Recent research conducted by the World Bank – including a paper by Bernard
    Hoekman and Will Martin that is one of the contributions of the book that
    is being launched today – is exploring this issue of negative cross-border
    spillovers from imperfect competition in commodities markets and how it may
    result in price distortions.
     
    From a competition (national welfare) perspective, what matters is whether
    the exercise of buyer power results in higher consumer retail prices. For
    instance, if buyers are purchasing less from input suppliers (so as to
    reduce the input prices paid), the result can be that output available for
    downstream consumers is reduced, thereby generating higher prices. More
    generally, any cost savings may not be passed on to consumers – this is the
    case where there is limited competition or significant barriers to entry.
     
    Traditionally, competition issues are more likely in the case of natural
    resources than food commodities, because production and exports of such
    resources often involves a relatively small number of large firms, often
    with strong links to the state. Some markets – most notably for oil—are
    effectively cartelized. Market power and oligopoly have a number of
    implications, including possible closure of markets for more efficient
    foreign producers. Political uncertainty and risk also have important
    welfare impacts, by precluding efficient investment and generating
    inefficient forms of trade.
     
    The food price hikes of 2006/2007 and 2010/2011 and the situation today
    with relatively low food stocks, has underscored the importance for low
    income countries of greater competition along their agribusiness supply
    chains. The type of bilateral bargaining that occurs between large
    retailers and large producers of processed foods (multinationals) is
    unlikely to reduce output – in fact it may increase it by inducing
    suppliers to compensate for lower prices by producing more.
    Nevertheless, in developing countries, excessive concentration and market
    power within input markets (such as seeds and fertilizers) and output
    markets (trading, processing, manufacturing and retailing) can work against
    the interests of small producers.
     
    For example, in many low income countries in Sub-Saharan Africa, supply of
    seeds for farmers is informal; formal ‘extension services’ remain weak,
    private sector participation is minimal due to limited incentives to enter
    markets, and the reach-out of government supply programs of certified seeds
    is weak or ineffective. At the same time, allegations of excessive pricing
    and shortages are typical in highly concentrated markets. Competition
    concerns related to the marketing of agriculture products arise in relation
    to monopolies that enjoy exclusive marketing rights or the emergence of a
    dominant private firm as a result of privatizations. Add to this,
    strategic, natural and policy-induced barriers to entry that influence the
    market structure, and farmers can be left with little or no bargaining
    power at all.
     
    Further distortions in competition in agriculture markets may arise from
    subsidies or support to state-owned players, absence of competitive
    neutrality (exclusive rights), non-transparent licensing regimes, and of
    course the high investments that can be required that create disincentives
    for private players to enter markets and compete with the state-owned
    enterprises. Concentration among buyers at the farm gate lowers farm gate
    prices for farmers. Disproportionate buyer power, arising from excessive
    concentration of commodity buyers, food processors and retailers also tends
    to depress prices for food, lowering incomes of farmers and wages of farm
    workers.
     
    A new World Bank report on agribusiness in Sub-Saharan Africa also
    highlights further problems. For example, in some countries, the tendering
    processes for fertilizers, and in some cases, exclusion of foreign
    companies from importation reduces competition and adds opportunities for
    collusion and corruption. Countries such as Ethiopia still depend largely
    on the state to import and distribute fertilizers. Other countries manage
    subsidy programs in ways that undermine private initiative. In some cases,
    a legacy of parastatal input distribution is the slow development of input
    dealer networks to complete the fertilizer supply chain from the port to
    farm gate. In many cases, the direct participation of governments crowds
    out private sector investments in input markets. Especially in areas of low
    population density, the cost to farmers to access fertilizers may add
    significantly to its price.
     
    Kenya offers a good example of some of the benefits that can accrue to
    countries that liberalize fertilizer imports. In the early 1990s, Kenya
    embarked on a program of reform that eliminated parastatal operations,
    removed price controls, and eliminated subsidies. By 2001, there were 500
    wholesalers and 7,000 input dealers. The margin between the price at the
    port and at the upcountry wholesale point at Nukuru fell steeply thanks to
    increased competition. From 1997 to 2007, the average distance from the
    farm to an input dealer declined from 8.4 km to 3.4 km. With lower
    fertilizer prices and more accessible supplies, the percentage of
    smallholders using fertilizer increased from 56 percent in 2006 to 70
    percent in 2007, to reach an average of 59 kg per ha of product, nearly
    three times the African average. But the real outcome of all these other
    numbers in terms of the welfare of farmers and citizens is that yields
    increased, perhaps by almost 20 percent.
     
    The degree of competition on each market segment of the value chain affects
    the incentives confronting farmers to invest and improve productivity. In
    particular, market power in downstream segments of the agricultural value
    chain may weaken the link between world and local farm gate prices for
    farmers, especially in developing countries. This in turn can have
    implications for world markets by reducing global supply and thus putting
    upward pressure on prices.
     
    Greater competition among processors in even some African countries and
    export crops would benefit farmers by increasing farm gate prices, while
    being welfare enhancing for consumers. For example, in Kenya, after
    significant liberalization leading to increased competition in processing
    and marketing, milling and marketing margins for maize fell by US$180 per
    ton from 1994-2008, as did real prices to consumers. In many developing
    countries producers are smallholders who depend on a small number of buyers
    that have market power (oligopsony) and are thus able to extract some of
    the surplus that the export market generates.
     
    Matters are complicated however by the fact that buyers often also provide
    ancillary services and working capital (e.g., seeds). Pervasive market
    failures such as lack of access to credit mean that in practice processors
    may provide inputs to farmers in return for agreement to buy their harvest
    at a pre-negotiated price. Given weak capacity to enforce contracts through
    the legal system, the feasibility of such arrangements may depend on the
    buyers having some market power. These kinds of constraints--institutional
    weaknesses and market failures – can reduce the benefits of greater
    competition.
     
    This is well illustrated by remaining parastatals in Sub Saharan Africa,
    which process cash crops for traditional export markets. African farmers
    continue to receive low prices for export commodities relative to world
    prices and relative to prices received by farmers in other regions. At
    times, the demise of export parastatals cut critical services of extension,
    credit and risk management needed for producers to take advantage of higher
    prices through higher productivity. In some cases, such as cocoa from Cote
    d’Ivoire, it has also undermined overall export quality and market
    building. Some form of collective action at the industry level is often
    needed to ensure quality, build external markets, and provide non-price
    support. Cautious reforms of Cocobod for cocoa in Ghana, the Tea Board and
    Tea Development Authority in Kenya, and La Société Burkinabè des Fibres
    Textiles (SOFITEX) for cotton in Burkina Faso have preserved several of
    these functions with considerable success, although other key functions
    such as local purchasing have been liberalized.
     
    From a competition policy perspective, the application of a set of market
    rules that guarantee a level-playing field for all businesses is key to
    increasing economic welfare in developing countries. Competition policy
    entails the definition and enforcement of a legal framework which tackles
    horizontal and cartel agreements, mergers and concentrations, abuse of
    dominance and vertical restraints; and the promotion of pro-competition
    sector policies that will eventually eliminate price controls, minimize
    state aids and other discriminatory treatments, and tear down sector
    specific barriers to competition (entry, foreign direct investment, trade,
    exit).
     
    Successful implementation of competition policy results in more efficient
    markets, increased private sector productivity and the elimination of
    anti-competitive regulation and unnecessary barriers to entry imposed by
    government policies.
     
    In the agriculture sector, reducing concentration fosters competition in
    inputs markets and encourages increased private participation (through
    public-private partnerships) in the marketing of inputs, which may become a
    source of productivity improvement.
     
    Furthermore, the review of composition and modus operandi of price setting
    committees where they exist would address some of the regulatory barriers
    that influence the market structure. In many cases, the private sector --
    including domestic SMEs -- are willing to enter the market but are
    restricted by the statutory monopoly condition of the board or by the price
    and quotas mechanisms set in the market. The competition authorities are
    therefore required to play a major role in closely monitoring the behavior
    of dominant players and advocating for liberalization and opening key
    markets to competition.
     
    Active antitrust enforcement sanctioned by home country jurisdictions is
    equally important to combat international cartels, when incentives to
    collude exist.
     
    From a global rule-making perspective the question is what international
    cooperation can do to address the negative spillovers cross-border that are
    created by the behavior of firms located in a foreign country (or, in the
    case of multinationals, that are subject to multiple jurisdictions).
     
    As one of the three Singapore issues suggested for negotiation at the 1996
    WTO Ministerial Meeting, competition policy was eventually taken off the
    table at the 2003 Cancun ministerial. Most proposals stressed national
    enforcement-related disciplines, including as a mechanism through which to
    deal with the effects of international cartels. International cooperation
    to address negative spillovers of anticompetitive behavior was to be on a
    voluntary basis.
     
    A number of major cases in recent years against global cartels connected
    with the food industry have illustrated the importance of active
    enforcement and international cooperation between competition authorities.
     
    National enforcement capacity is important and there has been a significant
    effort over the years to provide assistance to strengthen such capacity in
    developing countries. But we need to go beyond this and re-visit the case
    for international cooperation to ensure competitive outcomes.
    --
     
    *Para ter mais informação acesse estes portais:
    www.desenvolvimentistas.com.br e http://www.joserobertoafonso.ecn.br/*

     

    arthur garbayo <arthur...@gmail.com> Feb 17 04:49PM -0200  

    *17 de fevereiro de 2012*
     
     
    *Comércio e Indústria
    Os ciclos do varejo e a indústria*
     
    ------------------------------
    * *
     
     
    O aumento real das vendas do varejo brasileiro em 2011, de 6,7% (10,8% em
    2010), revela que a política econômica usou instrumentos que de fato
    permitiram atingir o objetivo de desacelerar a demanda de consumo na
    economia. Aumento de juros, corte de gastos e, especialmente, as medidas
    macroprudenciais na área do crédito foram as ações que levaram ao
    resultado. O fato a ser observado é que a despeito de ter desacelerado seu
    crescimento no ano passado, o comércio manteve evolução significativa,
    denotando que o mercado consumidor brasileiro ainda é capaz de preservar a
    condição que nos últimos anos vem conquistando de constituir um dos poucos
    redutos dinâmicos de vendas em todo o mundo.
     
    É digno de registro também que apesar disto, a indústria doméstica pouco se
    aproveitou desse processo em função de uma concorrência com o produto
    importado que se torna cada vez mais desigual devido a condições internas
    francamente adversas, como por exemplo, na área cambial e tributária. A
    indústria ampliou sua produção em apenas 0,3% em 2011 e a produção de bens
    de consumo que deveria se beneficiar largamente da evolução do poder de
    compra da população brasileira declinou 0,7%.
     
    Retornando ao varejo, além das medidas de política econômica, outros
    fatores estiveram em cena, condicionando o desempenho de vários de seus
    segmentos. Os ciclos do varejo passaram a ter uma complexidade muito maior
    na economia brasileira devido à evolução da renda e do crédito, a mudanças
    nos padrões de gastos das famílias e em decorrência de movimentos decisivos
    em setores de intensa inovação tecnológica. É possível distinguir três
    ciclos no comércio.
     
    Pode ser considerado um ciclo de renda a trajetória que se inicia já em
    fins de 2004 do setor de Supermercados, produtos alimentícios e bebidas.
    Tal ciclo tem fundamento, sobretudo, na redistribuição da renda promovida
    pelos programas sociais e elevação do salário mínimo. Sua evolução chegou a
    8,9% em 2010 e no ano de crise de 2009 seu crescimento até então recorde de
    8,3% constituiu um dos sustentáculos para o bom desempenho do varejo nesse
    ano (5,9%) e serviu como instrumento de ação anti-cíclica para a economia.
     
    O dinamismo do setor que em média no período 2005/2011 teve aumento de
    vendas reais de 6,2% correspondeu à intensificação e diversificação do
    consumo de bens de primeira necessidade de milhões de novas famílias que o
    Brasil iria acrescentar ao seu mercado interno. A desaceleração ocorrida em
    2011, quando as vendas do setor tiveram variação de 4%, reflete um menor
    crescimento da massa de rendimentos da população (dado o menor crescimento
    do PIB no segundo semestre), mas correspondeu também a mudanças no gasto
    desses novos consumidores, que transitam para itens como bens duráveis e
    serviços. Destacadamente, foi a desaceleração desse segmento em 2010 o
    fator que conduziu ao menor ritmo de desempenho do varejo nacional. O forte
    aumento do salário mínimo no corrente ano poderá voltar a despertar o ciclo
    anterior de expansão.
     
    Em termos gerais e guardadas certas peculiaridades, enquadram-se também no
    “ciclo de renda” outros segmentos, como Tecidos, vestuário e calçados,
    Artigos farmacêuticos, médicos, de perfumaria e cosméticos e Livros,
    jornais, revistas e papelaria.
     
    O ciclo de duráveis teve também por base a evolução da renda, mas seu
    extraordinário crescimento nos últimos sete anos (exceção para 2009), teve
    como alavanca a expansão do crédito para as pessoas físicas promovida pela
    formalização da economia, pela inovação financeira representada pela
    criação do crédito consignado e por uma intensa concorrência bancária que
    procurou atrair a nova clientela de consumidores e que para tanto promoveu
    uma ampla oferta de crédito e expressiva majoração dos prazos de pagamento.
     
    As vendas dos segmentos de Móveis e eletrodomésticos tiveram crescimento
    superior a 10% em vários anos do último ciclo de expansão da economia
    brasileira (média de evolução de 13,3% entre 2005 e 2011). Nesse caso, nem
    mesmo a política de contenção de crédito desacelerou significativamente a
    expansão das vendas em 2011 que preservaram um crescimento de 16,6% (18,3%
    em 2010). É possível que uma desaceleração mais significativa seja a
    trajetória predominante nesse segmento em 2012, a despeito dos incentivos
    que em fins do ano passado o governo concedeu à chamada linha branca.
    Quanto ao outro destacado segmento de duráveis, qual seja, Veículos, mortos
    e auto-peças, também muito dinâmico e que acusou aumento médio anual de
    10,5% no mesmo período, o ciclo já mostrou sinais de desaceleração em 2011,
    ano em que o crescimento foi de 6,1% contra 14,1% em 2010.
     
    Com características próprias por contar com sistema dedicado de
    financiamento e recentemente sendo beneficiado com um ousado programa de
    expansão (o “Minha Casa, Minha Vida”), o varejo de Material de construção
    pode ser incluído no ciclo de duráveis, embora tenha iniciado mais tarde
    seu crescimento (em 2007). A perspectiva para 2012 é de manutenção do
    dinamismo desse segmento que cresceu 9,1% em 2001 e 4,8% na média anual de
    2005-2011.
     
    Finalmente, um longo ciclo de inovação vem dando a tônica do segmento de
    maior expansão do varejo, qual seja, equipamentos de escritório,
    informática e comunicação, com variação real média de nada menos do que
    28,2% no período em foco. Dado o intenso processo inovador que mantém em
    alta velocidade a diferenciação de produtos e o barateamento dos bens, a
    expansão nesse caso chegou a 19,6% em 2011, que pode ser considerada em
    linha com o crescimento de 24,3% em 2010. A continuidade de tão alto padrão
    de vendas dependerá da continuidade das inovações no setor.
     
    É possível que a desaceleração do varejo registrada em 2011 tenha sequência
    em 2012, quando se espera que o quadro negativo da economia mundial
    restrinja o crescimento econômico brasileiro. Mas, os diversos ciclos do
    varejo relatados acima parecem indicar, talvez com exceção do ciclo de
    duráveis, que será mantido um bom ritmo de expansão das vendas. Para a
    indústria, isso significa dizer que haverá espaço de crescimento se as
    condições que atualmente levam à falta de competitividade forem atenuadas.

     

    clipping-d...@googlegroups.com Feb 17 06:36PM  

    =============================================================================
    Resumo do tópico de hoje
    =============================================================================
     
    Grupo: clipping-d...@googlegroups.com
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/topics
     
    - FORUM PERMANENTE TVC CORDEL NO CARNAVAL CARIOCA [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/b2dba67d1519b97a
    - FORUM PERMANENTE TVC Carnaval 2012 / Editais / Evolução HipHop.. [1 Anexo] [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/98ff69104e1fd960
    - BRASIL! BRASIL!: Sex 17/02/12 11:26 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/d83b2539867b9174
    - BOLETÍN AMÉRICAS, 17 de Febrero 2012: Sex 17/02/12 14:39 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/4f03ba1c836415fc
    - Nuestro hombre en La Habana o el extraño caso de Alan Gross [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/c03edc028ead6d06
    - [lalineadefuego] “EL ACUERDO COMERCIAL UE-COLOMBIA AGRAVARÍA EL CONFLICTO SOCIAL Y CAUSARÍA ENORMES DAÑOS ECOLÓGICOS” [1 atualização]
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    - Carta Maior: Após Ficha Limpa, movimentos querem eleições sem verba privada: Sex 17/02/12 10:03 [1 atualização]
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    - Notícias do Vermelho: Sex 17/02/12 10:30 [1 atualização]
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    - FORUM PERMANENTE TVC As ameaças à vida marinha - Bloco 1 (12'09") [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/77e70ab1ed340a00
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    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/44a6dc70a97b8c16
    - 17/02 PT e PSDB buscam saídas pós-arapuca de Kassab. E tem + [1 atualização]
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    - Protesto contra a Vale deixa um morto e vários feridos na Colômbia [1 atualização]
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    - FORUM PERMANENTE TVC Seminário Internacional Regulação da Comunicação Pública De 21 a 23 de março de 2012 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/123d9d2dc9a2bc2
    - ANAIS POLÍTICOS: Sex 17/02/12 05:16 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/289a0048b2cffd5a
    - FORUM PERMANENTE TVC Mais um assassinato na conta de Ali Kamel e da Globo [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/caadd17666a5a6a4
    - FORUM PERMANENTE TVC Seminário Internacional “Regulação da Comunicação Pública” [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/8246ea9ac1fa89c1
    - [tribuna_da_internet] Resumo 5863 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/e6d3348b66dd8f6d
    - Clipping : E-mail de compilação para clipping-...@googlegroups.com - 20 mensagens em 20 tópicos [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/67fcfb4ac23641fc
    - [Minha Mosca] Notícias do Dia 17/02/2012 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/1dc370ce58764f83
    - A Eleição e a Copa do Mundo [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/73ccb0663c6f16e6
    - Notícias sobre Venezuela que a nossa mídia certamente não dará: Qui 16/02/12 22:53 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/69caf596e2ab244
     
     
    =============================================================================
    Tópico: FORUM PERMANENTE TVC CORDEL NO CARNAVAL CARIOCA
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/b2dba67d1519b97a
    =============================================================================
     
    ---------- 1 de 1 ----------
    De: Arievaldo Vianna <acorda...@hotmail.com>
    Data: Feb 17 08:01PM +0300
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/fe25db49564d7ca1
     
    VEJA AGORA, NO BLOG ACORDA CORDEL:

    www.acordacordel.blogspot.com


    DEPOIS
    DA TV, CORDEL GANHA A MARQUÊS DE SAPUCAÍ
     
     
     
     
     
     
    
     
     
     
     
    Dizem que no
    Brasil, tudo acaba em samba... Acabava! Agora acaba tudo em cordel. 90% dos
    encartes de lojas que circularam agora em junho aqui em Fortaleza usaram a
    gravura popular (de capas de folhetos) como principal ilustração. Até anuncios
    da TV seguiram a mesma trilha.
     
    É sempre bom
    ver a cultura nordestina em destaque, sendo reconhecida em outros recantos do
    país. Depois que a
    Rede Globo lançou a novela Cordel Encantado é a vez de uma
    grande escola de samba do Rio de Janeiro (a Acadêmicos do Salgueiro) aproveitar
    o tema para o desfile de 2012. No entanto, essa badalação enorme que se criou em
    torno da Literatura de Cordel às vezes me anima e às vezes me preocupa. Para
    quem lê cordel desde a infância e conhece essa arte como a palma da mão, tais
    manifestações às vezes soam falsas e meio pasteurizadas. A intenção pode ser
    boa, mas o cordel com a sinopse do tema, que irá inspirar os
    compositores na elaboração do samba-enredo da Acadêmicos do Salgueiro mistura,
    equivocadamente, o linguajar matuto (que não é utilizado pelo verdadeiro
    cordelista) com métrica claudicante e rimas duvidosas. É uma simbiose de
    Patativa do Assaré com o samba do crioulo doido. Passa é longe da arte de José
    Camelo de Melo, Leandro Gomes de Barros e José Pacheco da Rocha. Quantas vezes
    vou ter ainda que repertir que CORDEL é uma coisa e POESIA MATUTA é
    outra?
     
    Sinceramente, versos
    como "um cadim de inspiração" doem no ouvido. E
    TROVA rimando com EUROPA é de fazer o velho Manoel D'Almeida Filho
    se remexer na tumba! Outra coisa, ví xilogravuras de J. Borges, Costa Leite,
    Dila e outros artistas compondo o cenário (que por sinal está belíssimo)... Será
    que esses artistas populares nordestinos receberam alguma coisa de direito
    autoral? Afinal de contas, o carnaval carioca é um negócio altamente lucrativo,
    que movimenta cifras astronômicas. Não custa nada deixar uma moedinha cair na
    cuia do ceguinho cantador de feira, não é mesmo?
     
    Salgueiro 2012
    (Cheio de poesia, imaginação e
    encantamento)
     
    Minha "fia", meu senhor
    Deixa eu me apresentar
    Sou
    poeta e meu valor
    Vai na avenida passar
    Basta imaginação
    Um "cadim" de
    inspiração
    Que eu começo a versar
     
    Vou cantar a minha arte
    Que
    nasceu bem lá distante
    Num lugar que hoje é parte
    Da nossa origem
    errante
    Vim das bandas da Europa
    Nas feiras, a boa trova
    Era demais
    importante!
    VER POSTAGEM COMPLETA AQUI: www.acordacordel.blogspot.com
     
     
     
    =============================================================================
    Tópico: FORUM PERMANENTE TVC Carnaval 2012 / Editais / Evolução HipHop.. [1 Anexo]
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/98ff69104e1fd960
    =============================================================================
     
    ---------- 1 de 1 ----------
    De: CMA Hip-Hop <djbran...@yahoo.com.br>
    Data: Feb 17 09:20AM -0800
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/7d7b93538c0d850
     
    CMA HIPHOP INFORMA
     
    ÍNDICE:
    - A música Rap marca presença no Carnaval de Salvador- 
    - Evolução Hip-Hop especial de Carnaval 
    - Novidade do Gandhy será campanha de combate à
    violência contra a mulher
    - Sepromi transmitirá o carnaval de Salvador via Web em
    parceria com o IRDEB
    - Carnaval do Pelô 2012 contará com democrática
    programação temática
    - FUNCEB lança Calendário das Artes
    - Edital Prêmio Cultura Hip-Hop 2011 – Edição Dina Di
                
     
    ________________________________

     
     
    ________________________________

     
    Evolução
    Hip-Hop especial de Carnaval 
     
    O Secretario Municipal da
    Reparação, Ailton Ferreira,a Secretária de Estado de
    Políticas para as Mulheres, Lucinha Barbosa,eSidnei Zapatta, Presidente
    do Sindicatos dos Músicos Profissionais do Estado da Bahia, são os entrevistados do programa Evolução Hip Hop deste sábado (18/02),
    “Especial de Carnaval”, que vai ao
    “AR”, às 17h, na 107.5 Educadora FM.
    Leia mais aqui...
     
     
    ________________________________

     

    Novidade do
    Gandhy será campanha de combate à violência contra a mulher
     
    Com forte trabalho na
    propagação da cultura de paz, o afoxé Filhos de Gandhy abraça o tema do combate à
    violência contra a mulher no Carnaval 2012. O objetivo da mobilização é
    envolver os 15 mil associados, entre baianos e turistas, numa campanha pela
    igualdade de gênero e divulgação da Lei Maria da Penha. O laço branco, símbolo
    da campanha, será atado no braço do presidente do afoxé, Agnaldo Silva, pela
    Secretária Estadual de Políticas para as Mulheres, Vera Lúcia Barbosa, na Praça
    Castro Alves, no domingo (19).
    Leia
    mais aqui...
     
     
    ________________________________

     

    Sepromi
    transmitirá o carnaval de Salvador via Web em parceria com o IRDEB
     
    A Secretaria
    de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) em parceria com Instituto
    de Radiodifusão Educativa da Bahia (Irdeb) transmitirá via web a saída dos dois
    blocos afro mais antigos de Salvador, durante o carnaval de 2012.
    Lei
    mais aqui... 
     
     
    ________________________________

     
     
    Carnaval do
    Pelô 2012 contará com democrática programação temática
     
    O palco principal da folia no
    Centro Histórico será marcado por homenagens e resgates culturais
     
    A programação de
    Carnaval do Pelourinho deste ano terá uniões artístico-culturais inéditas com
    noites temáticas, a partir das 20h, em homenagem à guitarra baiana, samba,
    samba-reggae, forró, orquestras e percussão.
    Leia mais aqui...
     
     
    ________________________________

     

    FUNCEB lança
    Calendário das Artes
     
    Estão abertas inscrições da 1ª
    Chamada do concurso, que premiará propostas que incentivem odesenvolvimento das artes nos Macroterritórios da Bahia
     
    A Fundação Cultural do
    Estado da Bahia (FUNCEB), unidade da Secretaria de Cultura do Estado
    (SecultBA), lança o Calendário das Artes, novo
    mecanismo de incentivo a projetos artísticos e culturais de pequeno porte no
    estado da Bahia, que objetiva estimular o desenvolvimento das artes nos
    Macroterritórios do estado.
    Leia
    mais aqui...
     
     
    ________________________________

     
     
    Edital Prêmio Cultura Hip-Hop 2011 – Edição Dina Di
     
    Serão distribuídos 20 prêmios de R$ 2 mil cada para iniciativas ligadas a
    cultura hip-hop em toda região metropolitana de Campinas
     
    A prefeitura de
    Hortolândia – SP lançou, no início desse ano, um edital de premiação para iniciativas
    ligadas a cultura hip-hop em toda região metropolitana de Campinas – SP.
    Leia mais aqui...
     
     
    ________________________________

     
     
     
     
     
    “Diversidade
    cultural patrimônio comum da humanidade, educação pela comunicação para
    democratizar as oportunidades, a estrada é muito longa cheia de sinais, mas
    nunca apague o farol dos seus ideais ” 
                                                                          Dj
    Branco.
     
    “Por todos os meios necessários” Malcom X.
     
    Comunicação, Militância e Atitude - CMA HipHop
    E-mail: cmahip...@gmail.com /
    Twitter: @evolucaohiphop 
    Blog: WWW.educadora.ba.gov.br/evolucaohiphop 
    Tel: 55 (71) 9151-0631/ DJ Branco / Skype: DjBranco007
    ...Salvador – Bahia – Brasil...
     
     
     
    =============================================================================
    Tópico: BRASIL! BRASIL!: Sex 17/02/12 11:26
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/d83b2539867b9174
    =============================================================================
     
    ---------- 1 de 1 ----------
    De: Ana Santanna <anapai...@gmail.com>
    Data: Feb 17 04:02PM -0200
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/8d78e457626da14e
     
    [image: Brasil! Brasil!]
    ------------------------------
     
    - MPF quer retratação de Silas Malafaia por comentário
    homofóbico<#1358c784129dc4d2_1>
    - Desemprego tem o menor nível para janeiro, afirma
    IBGE<#1358c784129dc4d2_2>
    - “Pibinho” ou “Pibão”? O número e o seu contexto <#1358c784129dc4d2_3>
    - Governo manterá política de redução de tributos que estimulem
    investimentos, diz Mantega <#1358c784129dc4d2_4>
    - Charge do Bessinha <#1358c784129dc4d2_5>
    - Tucanos se organizam contra “golpe” de Serra <#1358c784129dc4d2_6>
    - Dr. Merval “mata” Hugo Chávez até a eleição <#1358c784129dc4d2_7>
    - Repórter da Globo é xingado por atacante do Palmeiras após piada
    durante coletiva <#1358c784129dc4d2_8>
    - Gente é gente <#1358c784129dc4d2_9>
    - Por que Serra paralisa o PT? <#1358c784129dc4d2_10>
    - Alckmin mantém cautela e diz que candidatura de Serra ainda não é
    certa<#1358c784129dc4d2_11>
    - Professores de São Paulo marcam greve para 14 de
    março<#1358c784129dc4d2_12>
    - Charge do Simanca <#1358c784129dc4d2_13>
    - Turma da renúncia já enquadrada pela ficha limpa <#1358c784129dc4d2_14>
    - Senador tucano tem assessora fantasma no gabinete<#1358c784129dc4d2_15>
    - Brasil foi "muito afetado" pela crise econômica, mas reagiu
    fortemente<#1358c784129dc4d2_16>
    - Cientistas preveem popularidade de notícias antes da
    publicação<#1358c784129dc4d2_17>
     
    MPF quer retratação de Silas Malafaia por comentário
    homofóbico<http://feedproxy.google.com/%7Er/BrasilBrasil/%7E3/6lGBZKBxsG0/mpf-quer-retratacao-de-silas-malafaia.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email>
     
    Posted: 17 Feb 2012 05:19 AM PST
     
    <http://1.bp.blogspot.com/-tV6q5qXPMMc/Tz5Te_C5wtI/AAAAAAAAeDg/sfd10vU2joA/s1600/images.jpg>
     
    Ana Cláudia Barros, Terra Magazine <http://terramagazine.terra.com.br/>
     
    “A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão em São Paulo quer
    retratação do programa "Vitória em Cristo", exibido pela Rede Bandeirantes,
    em razão das declarações do pastor Silas Malafaia, veiculadas na atração em
    2 de julho de 2011. A PRDC considerou homofóbicos os comentários do pastor,
    que defendeu "baixar o porrete" e "entrar de pau" contra integrantes da
    Parada Gay.
     
    A ação, que também é contra a TV Bandeirantes, foi proposta nesta
    quinta-feira (16) e tramitará em uma das varas cíveis da Justiça Federal de
    São Paulo. O caso havia sido denunciado pela Associação Brasileira de
    Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) ao Ministério
    Público Federal, o que motivou a abertura de um inquérito civil público.
     
    De acordo com informações publicadas na página da Procuradoria Regional
    dos Direitos do Cidadão em São Paulo, no curso do inquérito, Malafaia
    explicou que tinha feito uma "crítica severa a determinadas atitudes de
    determinadas pessoas desse segmento social, acrescida também de reflexão e

     

    "Carlos Ferreira" <ferre...@oi.com.br> Feb 17 04:21PM -0200  

    Do Sem Fronteira / Terra
     
     
    Gilmar Mendes despreza a opinião pública <http://maierovitch.blog.terra.com.br/2012/02/17/gilmar-mendes-despreza-a-opiniao-publica/>
     
     

     
    Por Wálter Fanganiello Maierovitch
     

     
    <http://maierovitch.blog.terra.com.br/files/2012/02/a-gilmarsalo.jpg> Descrição: Gilmar Mendes
     
    Gilmar Mendes
     
    O reconhecimento pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por 7 contra 4 votos, da constitucionalidade das condições de elegibilidade estabelecidas na chamada Lei da Ficha Limpa foi importante na pavimentação do caminho ético na nossa ainda imperfeita democracia representativa.
     
    No entanto, faltam muitas outras medidas de aperfeiçoamento democrático. A começar pelo “recall” (cassação popular de mandatos) contra aqueles que traem os compromissos assumidos com os eleitores em programas que apresentaram como candidatos.
     
    �ntese. O caso mais recente de recall ocorreu na Califórnia, com o afastamento do governador Gray Davis, do Partido Democrata, e a eleição do republicano Arnold Schwarzenegger. Em muitos cantões da Suíça, o recall pode ser utilizado contra os representantes nas câmaras e nos governos cantoneses. Na Constituição russa de 1918, os leninistas conseguiram introduzir o recall e ele permaneceu nas constituições da União Soviética de 1936 e 1977. Para Lenin, num escrito publicado no seu jornal Iskra, editado na Suíça durante seu exílio, um país não é democrático se o eleitor não contar com um instrumento para retomar o mandato concedido ao eleito. O recall recomendado por Lenin acabou introduzido na então Alemanha Oriental, Hungria, Romênia, Polônia, Tchecoslováquia e Bulgária.
     
    No julgamento de ontem, um fato alarmante não pode cair no esquecimento, em especial por ter a Lei da Ficha Limpa nascido da iniciativa de 1,3 milhão de eleitores. Refiro-me ao proclamado, a plenos pulmões, pelo ministro Gilmar Mendes revelando, como já fizera em outra ocasião o ministro Cezar Peluso, que para ele a opinião pública não conta. Da sua lavra é a frase que, colocada num âmbito de Brasil e não regional, é equivocada: “Não se deve esquecer, ademais, que essa tal opinião pública é a mesma que elege os chamados candidatos ficha suja”.
     
    A “tal opinião pública”, quando se está num regime onde todo o poder provém do povo e será exercido em seu nome, pesa sim. E não pode ser desconsiderada quando em conformidade à Constituição (estado de Direito).
     
    No particular, quem pensa como o ministro Gilmar Mendes num estado democrático revela insensibilidade, autoritarismo, arrogância, prepotência e desconhecimento de que um ministro do STF pertence a um órgão do poder e não é agente de autoridade. E sempre convém lembrar que a palavra grega demokratia é composta de demos (povo) e kratos (poder), que significa “poder do povo”. Do povo, e não de Gilmar Mendes.
     
    A respeito de opinião pública nas democracias, lembro de uma definição inspirada na respeitada Hannah Arendt e transcrita no livro intitulado Corrupção e Sistema Político (acabou de chegar às livrarias), de Leonardo Avritzer e Fernando Figueiras (edição Civilização Brasileira-RJ):
     
    “Entendemos em geral por opinião pública uma esfera em princípio acessível a todos, na qual os indivíduos, enquanto membros do público, podem se comunicar de maneira relativamente livre uns com os outros sobre questões que interessam à comunidade. O acesso sem entraves às informações, à liberdade de expressão e à tolerância recíproca de perspectivas compõe essa opinião pública, fórum de comunicação para todos os que dizem alguma coisa ou que querem escutar o que dizem os outros.”
     
    O certo é que a opinião pública vai continuar a pressionar por melhorias e Gilmar Mendes, desde que rasgou súmula do STF para soltar por habeas corpus o banqueiro Daniel Dantas, pode não estar entre os mais confiáveis se feita uma pesquisa de opinião pública.
     
    Pano rápido. Por pressão da opinião pública, talvez consigamos fixar prazo para mandato de ministros do STF e mudar os critérios de escolha.
     

     
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