Clipping : E-mail de compilação para clipping-do-arthur@googlegroups.com - 25 mensagens em 23 tópicos

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Feb 7, 2012, 8:43:51 PM2/7/12
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Grupo: http://groups.google.com/group/clipping-do-arthur/topics

    clipping-d...@googlegroups.com Feb 08 01:28AM  

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    Resumo do tópico de hoje
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    Grupo: clipping-d...@googlegroups.com
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/topics
     
    - Deu na VEJA : novo diretor de Infraestrutura no BNDES será apadrinhado do Zé Dirceu e do Gushinken [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/a3eecf6a6c2d4c63
    - FORUM PERMANENTE TVC 12 lugares no mundo que baniram ou taxaram o uso de sacola plástica [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/9ceea27006545169
    - FORUM PERMANENTE TVC Enc: Informe Asaprev 07.02.2012 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/733ff87083542d2c
    - FORUM PERMANENTE TVC Dilma promete universalização do serviço de Radcom até 2013 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/aa624f1dfa1b7134
    - [tribuna_da_internet] Resumo 5853 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/2536ade8b11b4d42
    - Clipping : E-mail de compilação para clipping-...@googlegroups.com - 20 mensagens em 20 tópicos [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/86af2433d025a45c
    - Operadoras estrangeiras arrematam aeroportos no Brasil [1 atualização]
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    - [ PAZ con DIGNIDAD ] Vicky Peláez: Al parecer eso de que “América Latina es el patio trasero” ya es cuento viejo [1 atualização]
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    - AEPET DIRETO(07/02/2012): Seg 06/02/12 20:54 [1 atualização]
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    - La pupila insomne en 6 febrero, 2012 - 23:25 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/d95c25ad957b23af
    - El festín de los buitres [1 atualização]
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    - [ PAZ con DIGNIDAD ] Israel mantiene como prisioneros a miles de niños palestinos [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/ce50728c32cffaaa
     
     
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    Tópico: Deu na VEJA : novo diretor de Infraestrutura no BNDES será apadrinhado do Zé Dirceu e do Gushinken
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/a3eecf6a6c2d4c63
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    De: "Mauricio David" <mauric...@terra.com.br>
    Data: Feb 07 07:44PM -0200
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/4b805c3ad130e31
     
    Mas, Renato...Lembre-se que quando quiseram prender Sartre em 1969 quando estava distribuindo no Quartier Latin o jornal maoista (interditado) La Cause du Peuple, De Gaulle mandou soltá-lo e disse : - Não se prende Voltaire !...
     
    No fundo, sou um pouco como Voltaire... Sem com isto pretender ser arrogante ou pretencioso, mas no sentido de me perguntar : como podemos suportar um estado de coisas em que o ignóbil prevalece sobre o correto, em que os corruptos escudam-se nos tribunais para estabelecer o seu império, em que a verdade deve ficar oculta pelas conveniências ?
     
    Penso nas palavras do velho Rui : "de tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto."
     
    Terei que domesticar a minha indignação, começar a adotar a política da conveniência e do mutismo e ter que passar a ostentar a vergonha de ser honesto ?
     
    Mauricio
     
     
    From: Renato Tonini
    Sent: Tuesday, February 07, 2012 2:16 PM
    To: 'Mauricio David'
    Subject: RES: Deu na VEJA : novo diretor de Infraestrutura no BNDES será apadrinhado do Zé Dirceu e do Gushinken
     
     
    Maurício, Maurício ... você não está em condição de responde a outro processo ... Você mandou esse email para muita gente?
     

     
    Renato
     

     
    De: Mauricio David [mailto:mauric...@terra.com.br]
    Enviada em: terça-feira, 7 de fevereiro de 2012 13:39
    Para: master...@bndes.gov.br
    Assunto: Deu na VEJA : novo diretor de Infraestrutura no BNDES será apadrinhado do Zé Dirceu e do Gushinken
     

     

     
    Mas também, depois do famoso Vágner Bittencourt ser diretor de Infraestrutura do BNDES, tudo é possível...
     
     

     
     
     
    04/02/2012

     

     

     
    Radar
     
    Governo
     

     
    Aos companheiros, bons cargos
     

     
    O PT se mexe, aparentemente com sucesso, para conseguir um cargo de respeito (e poder) para Guilherme Lacerda, ex-presidente da Funcef, o fundo de pensão da Caixa. Amigo de Luiz Gushiken e ligado a José Dirceu, Lacerda tentou eleger-se deputado federal em 2010. Fez uma das campanhas mais caras do Espírito Santo (2 milhões de reais declarados), mas o eleitor capixaba não se comoveu com o seu discurso. Sem emprego, Lacerda trabalhou por uma boquinha e agora está prestes a ser nomeado diretor de Infraestrutura do BNDES.

     

     
     
     
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    Tópico: FORUM PERMANENTE TVC 12 lugares no mundo que baniram ou taxaram o uso de sacola plástica
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/9ceea27006545169
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    De: "fabiano....@globalgarbage.org" <fabiano...@globalgarbage.org>
    Data: Feb 07 07:24PM +0100
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/6c7d9772aad11f91
     
    http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/sustentabilidade/noticias/12-lugares-no-mundo-que-baniram-ou-taxaram-o-uso-de-sacola-plastica
     
    Imagine 1,3 bilhões de habitantes, cerca de um sétimo da população
    mundial, consumindo e descartando sacolinhas plásticas todos os dias
    dentro de um só país? Pois era assim na China até 2008, quando as
    sacolas plásticas foram banidas do país. Antes disso, os chineses
    consumiam cerca de 3 bilhões de sacolinhas por dia.
     
    Também foi proibida a produção, distribuição e uso de saquinhos menores
    e mais finos, como os usados para embalar produtos a granel (frutas e
    vegetais) nos mercados. Segundo reportagem do britânico The Guardian, a
    iniciativa evitou o uso de 1,6 milhões de toneladas de petróleo no seu
    primeiro ano.
     
     
     
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    Tópico: FORUM PERMANENTE TVC Enc: Informe Asaprev 07.02.2012
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/733ff87083542d2c
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    De: Alcides Ribeiro <fap...@yahoo.com.br>
    Data: Feb 07 01:38PM -0800
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/2f8e6f4ada24dcf3
     
    repassando...
     
    Alcides dos Santos Ribeiro - Presidente
    FAPEMS - Fed.das Assoc.dos Apos.e Pens.do Estado do Mato Grosso do Sul
    67-9983 8267
    www.fapems.wordpress.com
    www.twitter.com/fapems
     
     
     
     
     
    ----- Mensagem encaminhada -----
     
     
     
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    Tópico: FORUM PERMANENTE TVC Dilma promete universalização do serviço de Radcom até 2013
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/aa624f1dfa1b7134
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    De: Antonio Marques dos Santos <abrac...@yahoo.com.br>
    Data: Feb 07 10:27AM -0800
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/cbd32f08036c821
     
    Dilma promete universalização do serviço de Radcom até 2013
     
    Em uma mensagem enviada ao Congresso Nacional nesta quinta-feira(2), a Presidente Dilma Rousseff prometeu a universalização do serviço de radiodifusão comunitária até 2013. Falando sobre a conclusão de revisão do Marco Regulatório das comunicações, a carta diz que “com o objetivo de integrar em um único regulamento os procedimentos relativos a todos os serviços de radiodifusão, seus ancilares e auxiliares, bem como outras evoluções visando à simplificação dos processos de outorga e pós-outorga”, assegurou.
    A presidente afirmou que para a radiodifusão comunitária, o objetivo do governo é ter agilidade e eficiência a partir deste ano. Para isso combinou dois conjuntos de ações: a de universalização, possibilitando o alcance de municípios ainda não cobertos pelo serviço, e a de atendimento de demanda reprimida, o que totalizará 1.425 municípios com emissoras comunitárias.
    O Coordenador Executivo da Abraço Nacional (AssociaçãoBrasileira de Radiodifusão Comunitária), José Sóter, disse que a universalização anunciada é bem recebida, embora seja preciso atingir muito mais localidades do que as cerca de 1500 ditas na mensagem de Dilma. “Atualmente temos cerca de 30mil localidades sem qualquer meio de comunicação e com o anunciado deveremos chegar acerca de 6.000 localidades, portanto ainda ficarão faltando cerca de24.000”, argumentou.
    Sóter ressaltou ainda que a importância do serviço de radiodifusão comunitária, não fica devendo a nenhum outro tipo de veículo, portanto não deveria ter tratamento diferente. “Nós da Abraço sempre defendemos que a regulação da radiodifusão deveria ser comum a todos os serviços, pois não podemos continuar sendo tratados como um veículo de segunda categoria. A radcom é radiodifusão”, .afirmou.
    Bruno Caetano
    Da Redação
    http://www.agenciaabraco.org.br/dilma-promete-universalizacao-do-servico-de-radcom-ate-2013 
     
    Antonio Marques dos Santos (Tony Marques)
    Tucurui - Pará - Amazônia - Brasil
    http://comunicadortonymarques.blogspot.com
    CELULAR 55 (094) 91364508/81152354
    MSN: comunicadortonymarques
    @ com_tonymarques
     
     
     
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    Tópico: [tribuna_da_internet] Resumo 5853
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/2536ade8b11b4d42
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    ---------- 1 de 1 ----------
    De: tribuna_d...@yahoogrupos.com.br
    Data: Feb 07 09:41AM
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/f3dd566532713bfa
     
    Tribuna da Internet
     
    Mensagens neste resumo (4 Mensagens)
     
    1.1. Re: Drogas Uma guerra Perdida/ - URGE ADESAO DE TODOS a esta luta p De: Luiz GA de Mello Gaia
     
    2. McDonald's muda receita ap€ ós den€ úncia de Jamie Oliver - 27/01/ De: MVMeireles
     
    3. [Carta O BERRO] Segundo Boletim do Projeto "Mem€ ¢Ã³rias da Resist De: Vanderley - Revista
     
    4. A prisão De: Carceroni48
     
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    Mensagens
     
    1.1.
     
    Re: Drogas Uma guerra Perdida/ - URGE ADESAO DE TODOS a esta luta p
     
    Enviado por: "Luiz GA de Mello Gaia" lgam...@hotmail.com lgamgaia
     
    Seg, 6 de Fev de 2012 8:36 am
     
    Quando se fala em combater o consumo de Crack, todos s€ ão a favor, mas se este combate se estende a maconha, come€ çam a aparecer os defensores da mesma, com a alega€ ção de que a mesma n€ ão € é nefasta. No meu entender todas as drogas deveriam ser combatidas, inclusive o alcool, pois n€ ão deixa de ser uma porta de entrada para uma de maior potencial devastador.
     
    Luiz Gast€ ão A. Mello Gaia
     
    Dignidade Sempre
     
    Minas Gerais, n€ ão d€ á para explicar, tem que viver
     
    To: casto...@gmail.com
     
    CC: saberp...@googlegroups.com; reformapoli...@yahoogrupos.com.br; encontronacion...@yahoogrupos.com.br
     
    From: nanda...@yahoo.com.br
     
    Date: Sun, 5 Feb 2012 17:12:10 -0800
     
    Subject: [tribuna_da_internet] Drogas Uma guerra Perdida/ - URGE ADESAO DE TODOS a esta luta pela VIDA de TODOS.
     
    Drogas Uma guerra Perdida/
     
    paper que redimos ser divulgado ao maximo por todos, se possivel pautado ou retransmitido em palestras, debates, grupos, foruns...Blogs com livre publica€ ção e janelas. :https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnxuYW5kYXRhcmRpbmpzZnxneDplNmY0NGM5YWEwMWQwZDQ&pli=1,
     
    Foto retirada do yahoo da serie Fotos da semana que registrava a manifesta€ ção pedindo prov. contra CRACK
     
    DROGAS
     
    UMA GUERRA PERDIDA? A Primeira condi€ ção para se mudar a realidade € é
     
    conhece-la - Eduardo Galeano. -' S€ ó a Participa€ ção Cidada € é Capaz de
     
    Mudar o pa€ í'. Betinho . N€ ão fique fora desta, participe, UM OUTRO MUNDO
     
    € É POSSIVEL e Juntos Somos Fortes. Este PPS faz parte do PROJETO
     
    COMPAIX€ ÃO E Cidadania que agora abra€ çamos e divulgamos sugerindo a
     
    todos repetir o feito. Compas,
     
    semana passada 'comemorei' aqui minha volta a campo segurando a maior
     
    dentre as minhas ( NOSSAS) bandeiras:Agora fa€ ço parte do Conselho da
     
    Vara de Execu€ ção penal de JF Zona da Mata e de volta a campo , 5 anos
     
    depois das denuncias de Tortura nos presidios do ES, aONU.... voltei a
     
    estudar a realidade piorada do atual sistema carcerario que a TODOS N€ ÓS
     
    tem rela€ ção e afeta. NINGUEM est€ á livre das consequencias e ninguem
     
    est€ á livre do PROBLEMA MAIOR : DROGAS). Tenho um pedido a vc. e
     
    todos: Bora iniciar campanha para conscientiza€ ção da sociedade e uniao
     
    para vencer o que est€ á nos exterminando: a droga? olha€ í € ó:https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnxuYW5kYXRhcmRpbmpzZnxneDplNmY0NGM5YWEwMWQwZDQ&pli=1,
     
    claro que vamos fazer um destrinchamento em cima deste paper, enviado
     
    pelo coordenador do NEAD - Nucleo de Estudos sobre alcool e outras
     
    Drogas da UFES, feito para ilustrar a realidade cruel que AFETA A TODOS
     
    feito pelo Projeto Compaixao e Cidadania, topa? JUNTOS SOMOS FORTES,
     
    ... bjao a todos ta€ í talvez nosso desafio maior que envolve todas as
     
    lutas em um s€ ó tema: DROGAS.
     
    bj,
     
    Nanda Tardin
     
    "Ou Brilhamos Todos Ou N€ ão Brilha Ninguem".
     
    http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/
     
    Blog de Visibilidade de debates da Sociedade ORGANIZADA
     
    que discute com politicos UM NOVO ES € É POSSIVEL,
     
    Divulgue-nos, Juntos Somos Fortes http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/
     
    Somos a base da piramide, 180 milhoes de brasileiro,
     
    porque sUstentar um Topo que nos oprime?"
     
    Bjs
     
    Nanda Tardin
     
    32 91363332
     
    Voltar ao topo
     
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    Mensagens neste t€ ¦ópico (2)
     
    2.
     
    McDonald's muda receita ap€ ós den€ úncia de Jamie Oliver - 27/01/
     
    Enviado por: "MVMeireles" mvmei...@uol.com.br mcmeireles
     
    Seg, 6 de Fev de 2012 2:24 pm
     
    Estados Unidos | 27/01/2012
     
    McDonald's muda receita ap€ ós den€ úncia de Jamie Oliver
     
    Chef brit€ ânico mostrou em programa que rede de fast-food usava hidr€ óxido de am€ ônio para converter sobras de carne gordurosa em recheio
     
    McDonald€ '²s/Divulga€ ção
     
    McDonald€ '²s: empresa mudar€ á receita nos Estados Unidos, mas n€ ão admite que esteja sendo pressionada por den€ úncia de chef
     
    S€ ão Paulo - A rede de fast-food McDonald's anunciou que mudar€ á a receita de seus hamb€ úrgueres nos Estados Unidos. A mudan€ ça acontece pouco tempo ap€ ós o chef de cozinha brit€ ânico Jamie Oliver descobrir e mostrar em um programa de TV que a rede usa hidr€ óxido de am€ ônio para converter partes gordurosas de carne em recheio para seus produtos, segundo

     

    arthur garbayo <arthur...@gmail.com> Feb 07 05:13PM -0200  

    *7 de fevereiro de 2012*
     
     
    *Indústria Regional
    Fechamento de 2011: estagnação
    no Sudeste e retração no Nordeste*
     
    ------------------------------
    * *
     
     
    O fraquíssimo desempenho da produção da indústria brasileira em 2011 (de
    0,3%) refletiu, sobretudo, o que ocorreu nos três principais parques
    industriais do País: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. No estado
    paulista, a produção industrial ficou praticamente estagnada, ao avançar
    somente 0,2% em 2011. No Rio e em Minas, a situação da indústria não foi
    melhor: a produção em ambos os estados cresceu 0,3% no ano passado.
    Destaca-se também, nos dados divulgados hoje pelo IBGE, a forte retração
    (–4,7%) na região Nordeste em 2011, resultado do recuo das atividades
    produtivas das indústrias do Ceará (–11,7%) e Bahia (–4,4%) – a indústria
    pernambucana apresentou crescimento nulo.
     
    Os motivos mais gerais que explicam essa evolução da indústria brasileira
    em 2011 têm sido colocados por esta Análise. A indústria não vive um
    momento favorável, e o que causa maior preocupação é que ela vem perdendo
    dinamismo. Para se ter uma idéia, na comparação trimestre contra trimestre
    imediatamente anterior com ajuste sazonal, a produção industrial apresentou
    o seguinte comportamento: 1,1%, –0,7%, –0,8% e –1,4% do primeiro ao quarto
    trimestre deste ano, nessa ordem. Se tomarmos o semestre e compará-lo com
    mesmo período do ano anterior, a produção cresceu 1,7% no primeiro semestre
    e recuou 1,0% no segundo.
     
    Comportamento semelhante pode ser visto em São Paulo, Rio, Minas e em
    outras localidades. No entanto, isso não significa que a indústria nacional
    não tem como reagir a esse movimento desfavorável. O que os números do IBGE
    mostram é que a perda de competitividade das empresas brasileiras devido ao
    Custo Brasil e ao câmbio está levando sim a um processo de
    desindustrialização, o qual, se ainda não é caracterizado por um mais
    evidente desaparecimento de elos das diferentes cadeias produtivas, é
    marcado pelo enfraquecimento deles, notadamente pela perda de seus mercados
    internos para produtos importados. Abaixo, segue um panorama de fechamento
    de ano da produção industrial nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro,
    Minas Gerais e na Região Nordeste.
     
    Em São Paulo, nove dos vinte segmentos pesquisados apresentaram variação
    negativa em 2011. Quem mais puxou para baixo foram os segmentos de veículos
    automotores (–3,0%) e de máquinas para escritório e equipamentos de
    informática (–15,6%), devido, em grande parte, pelas quedas na produção de
    automóveis; e de computadores e monitores de vídeo, respectivamente –
    também exerceram influência negativa importante os segmentos de açúcar
    cristal e suco de laranja. Por outro lado, as maiores contribuições
    positivas vieram da indústria farmacêutica (7,6%, sobretudo medicamentos),
    do refino de petróleo e produção de álcool (5,3%, com destaque para
    gasolina automotiva), de material eletrônico, aparelhos e equipamentos de
    comunicações (9,5%, sobressaindo aparelhos de comutação para telefonia e
    telefones celulares) e outros equipamentos de transporte (5,8%, notadamente
    aviões). Ao se comparar trimestre contra trimestre imediatamente anterior
    (com ajuste sazonal), a evolução da indústria em geral de São Paulo em 2011
    foi a seguinte: 2,7%, –1,7%, –0,8% e –4,1% do primeiro ao quarto trimestre,
    nessa ordem.
     
    No Rio de Janeiro, a variação positiva de 0,3% em 2011 decorreu do
    desempenho e do maior peso de sua indústria de transformação (cujo
    crescimento foi de 2,6%), já que o setor extrativo assinalou forte recuo de
    8,7%, como resultado, sobretudo, da queda da extração de petróleo. Com sete
    dos doze segmentos assinalando variações positivas na indústria de
    transformação em 2011, destacaram-se o setor de veículos automotores
    (15,4%, em grande parte devido ao aumento da produção de caminhões), outros
    produtos químicos (5,8%) e metalurgia básica (3,4%, sobretudo vergalhões de
    aços ao carbono). O segmento farmacêutico, cuja produção caiu 2,9% em 2011,
    foi o que mais influenciou negativamente o comportamento da indústria
    fluminense, decorrente da menor fabricação de medicamentos. Na comparação
    trimestre contra trimestre imediatamente anterior (com ajuste sazonal), a
    evolução da indústria do Rio em 2011 foi a seguinte: –1,0%, –1,2%, 0,7% e
    –1,0% do primeiro ao quarto trimestre, respectivamente.
     
    O crescimento de 0,3% em Minas refletiu o avanço de sete dos treze
    segmentos pesquisados pelo IBGE. Os que mais influenciaram positivamente
    foram: outros produtos químicos (12,5%, inseticidas para uso na agricultura
    e superfosfatos), produtos de metal (17,3%, esquadrias de ferro e aço e
    cordas, cabos e artefatos semelhantes de ferro e aço) e indústrias
    extrativas (1,6%, sobressaindo minérios de ferro). Já os setores de refino
    de petróleo e produção de álcool (–9,9%), máquinas e equipamentos (–7,9%) e
    têxtil (–13,7%) exerceram os principais impactos negativos na produção
    mineira em 2011, devido, em grande medida, pelos recuos na produção de óleo
    diesel e álcool; motoniveladores e eletroportáteis domésticos; e tecidos de
    algodão em geral e fios de algodão retorcidos, respectivamente. No caso da
    indústria de total de Minas, ao se comparar trimestre contra trimestre
    imediatamente anterior (com ajuste sazonal), a evolução de sua produção em
    2011 foi: 0,6%, –0,2%, –2,6% e 1,1% do primeiro ao quarto trimestre, nessa
    ordem.
     
    Na Região Nordeste, o movimento de retração da produção industrial é mais
    acentuado: sete dos onze setores pesquisados assinalaram taxas negativas em
    2011. Os principais impactos negativos vieram dos segmentos têxtil
    (–24,2%), refino de petróleo e produção de álcool (–8,2%), produtos
    químicos (–5,6%) e calçados e artigos de couro (–13,3%), em razão, como
    assinala o IBGE, da menor produção de tecidos e fios de algodão; óleo
    diesel e naftas para petroquímica; etileno nãosaturado, polipropileno,
    policloreto de vinila e polietileno de baixa e alta densidade; e calçados
    de material sintético para uso feminino. Por outro lado, o segmento de
    metalurgia básica (3,3%) foi o que mais contribuiu positivamente para a
    Região Nordeste, devido, sobretudo, ao bom desempenho da produção de óxido
    de alumínio e vergalhões de aços ao carbono. No Nordeste, a evolução da
    indústria total na comparação trimestre contra trimestre imediatamente
    anterior (com ajuste sazonal) foi: –1,9%, 2,4%, –1,6% e –1,9%,
    respectivamente, do primeiro ao quarto trimestre de 2011.
     
     
     
    De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal Regional do IBGE, na passagem de
    novembro para dezembro, com dados ajustados sazonalmente, a produção
    industrial cresceu em oito dos catorze locais pesquisados. O maior
    crescimento foi no Paraná (6,5%), seguido por Pará (3,3%), Rio Grande do
    Sul (2,3%), Pernambuco (2,1%), Amazonas (1,5%) e Santa Catarina (1,0%).
    Ceará (0,1%) e São Paulo (0,3%) assinalaram crescimento menor do que a
    média da indústria nacional (0,9%). Com recuo na produção aparecem: região
    Nordeste (–1,2%), Espírito Santo (–1,8%), Minas Gerais (–2,8%), Rio de
    Janeiro (–3,1%), Bahia (–5,2%) e Goiás (–7,0%).
     
    Na comparação mês contra mesmo mês do ano anterior, os estados de Santa
    Catarina (–10,9%), Ceará (–7,4%), Bahia (–4,9%), região Nordeste (–3,7%),
    São Paulo (–3,2%), Minas Gerais (–2,8%) e Rio de Janeiro (–2,1%),
    assinalaram fortes quedas em dezembro. Por outro lado, os destaques
    positivos foram registrados no estado do Paraná (23,5%), Espírito Santo
    (7,4%), Goiás (6,6%), Pará (5,2%), Pernambuco (3,8%), Amazonas (3,6%) e Rio
    Grande do Sul (3,2%).
     
    A produção industrial acumulada entre janeiro e dezembro apresentou
    crescimento em nove das quatorze localidades. As ampliações mais
    significativas no desempenho regional foram registradas pelos estados do
    Paraná (7,0%) e Minas Gerais (6,8%). Obteve também crescimento nessa mesma
    base de comparação os estados do Amazonas (4,0%), Pará (2,7%), Rio Grande
    do Sul (1,9%), Minas Gerais e Rio de Janeiro (0,3%) e São Paulo (0,2%). Já
    o estado de Pernambuco apresentou variação nula. Por outro lado, os locais
    que apresentaram queda foram: Ceará (–11,7%), Santa Catarina (–5,1%),
    Nordeste (–4,7%) e Bahia (–4,4%).
     
     
     
     
    *Paraná. *Em dezembro, frente novembro, com dados já descontados dos
    efeitos sazonais, a produção industrial paranaense apresentou avanço de
    6,5%. No confronto com dezembro de 2010, constatou-se avanço de 23,5%, taxa
    influenciada pelos setores: Veículos automotores (50,9%), edição e
    impressão (73,9%). Em sentido oposto, os setores de: artigos do mobiliário
    (–9,4%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (–10,7%). No acumulado
    no ano de 2011, a produção industrial obteve alta de 7,0%. Os setores de:
    veículos automotores (29,9%) e refino de petróleo e produção de álcool
    (12,1%), apresentaram alta em sua produção. Por outro lado, os setores de:
    edição e impressão (–5,2%) e máquinas e equipamentos (–4,2%) apresentaram
    queda em sua produção.
     
    *Pará. *A partir de dados livres de efeitos sazonais observa-se que a
    indústria paraense, na passagem de novembro para dezembro, registrou
    crescimento de 3,3%. Na comparação dezembro de 2011 contra igual mês de
    2010, houve acréscimo de 5,2%, taxa influenciada pelos setores: indústria
    extrativa (9,0%) e alimentos e bebidas (28,4%). Por outro lado, os setores
    de: madeira (–45,1%) e metalurgia básica (–2,0%) apresentaram queda em sua
    produção. Na comparação acumulada no ano, o estado registrou crescimento de
    2,7%, taxa impulsionada pelos setores de: setor extrativo (7,3%) e
    alimentos e bebidas (3,0%). Por outro lado, os setores que apresentaram
    queda foram: indústria de transformação (–1,6%) e madeira (–32,4%).
     
    *Bahia. *Em dezembro, a indústria baiana apresentou queda de (5,2%), com
    dados livres de efeitos sazonais. Na comparação mensal (mês/ mesmo mês do
    ano anterior), o estado registrou queda de 4,9%, taxa impulsionada pelos
    setores de: refino de petróleo e produção de álcool (–24,1%), indústrias
    extrativas (–8,7%), veículos automotores (–15,3%) e produtos químicos
    (–0,3%) apresentaram queda em seu crescimento. A produção industrial no
    período entre janeiro e dezembro de 2011 atingiu (–4,4%), graças ao
    desempenho da indústria de refino de petróleo e produção de álcool (–9,6%),
    produtos químicos (–7,5%) e metalurgia básica (–10,7%). Por outro lado, o
    setor de alimentos e bebidas apresentou alta de 7,7%.
     
     
     
     
     
     
     
     
     
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    *Para ter mais informação acesse estes portais:
    www.desenvolvimentistas.com.br e http://www.joserobertoafonso.ecn.br/*

     

    clipping-d...@googlegroups.com Feb 07 06:22PM  

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    Resumo do tópico de hoje
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    Grupo: clipping-d...@googlegroups.com
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/topics
     
    - Dica de leitura : " Capitalismo coronário" ( Kenneth Rogoff, professor de Harvard e ex economista-chefe do FMI) [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/6ed06ceba6e9e363
    - Para Rubens Ricupero, teses de Prebisch continuam válidas para a América Latina [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/7a4202688187aad6
    - FORUM PERMANENTE TVC IRÃ NEWS: Pacifistas marcham em EUA e Canadá contra ameaça de guerra ao Irã [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/fe732c46107c6246
    - FORUM PERMANENTE TVC Enc: A FRENTE INFORMA - DIVERSOS [8 Anexos] [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/1ae6f7c050938fc1
    - FORUM PERMANENTE TVC Seu Carro Novo de Novo [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/559ffaadc3b41d6d
    - FORUM PERMANENTE TVC STOP A DESTRUIÇÃO DO MUNDO! [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/f6253bd0136e9a8
    - FORUM PERMANENTE TVC Fiscalização da Fazenda Estadual nos dias 8 e 10 de Fevereiro - Informativo Prosofti Tecnologia [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/5787d4f80d0c6a23
    - FORUM PERMANENTE TVC VEJAM O PORQUE DO BANCO DA SEGURIDADE SOCIAL! [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/e71a3be9e9f3843
    - FORUM PERMANENTE TVC COMUNICADO DO OUVIDOR GERAL DO ESTADO DA BAHIA [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/8aaf418fe78cd6f8
    - [APN] (7/02): Boletim Semanal APN [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/5e7708e8fad8bc98
    - [lalineadefuego] EL CODIGO PENAL ES POPULISTA Y PELIGRO: Entrevista MARIA PAULA ROMOSO [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/1a66bc79bceb277e
    - Carta Maior: Sindicatos convocam nova greve geral na Grécia: Ter 07/02/12 10:48 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/5b6fe1e46649af0b
    - BRASIL! BRASIL!Ter 07/02/12 11:09 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/92835c63aa790eed
    - ESTADAO / Guilherme de Lacerda é nomeado diretor do BNDES [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/95e4766335d70334
    - Nasceu o Facebookson [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/33c4821f16414bf0
    - Deu na VEJA : novo diretor de Infraestrutura no BNDES será apadrinhado do Zé Dirceu e do Gushinken [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/a3eecf6a6c2d4c63
    - LOS NULE Y “LOS NULOS” DEL SISTEMA PENITENCIARIO COLOMBIANO. Artículo del profesor Miguel Ángel Beltrán, perseguido político [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/dc595104dd07528e
    - A Insurreição na Bahia: Ter 07/02/12 10:01 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/b42f83a0460ef592
    - Notícias do Vermelho: Ter 07/02/12 10:01 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/684f279910340e87
    - ANAIS POLÍTICOS: Ter 07/02/12 05:15 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/e10a925bcb416798
    - "Correio do Brasil": Notícias do CdB em destaque nesta Terça-Feira, 07/02/12 03:01 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/9bf64496d7f57a9c
    - FORUM PERMANENTE TVC para partcipar da Audiencia publica -precisa de credenciamento ate hoje [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/4daa71a21b562c19
    - 07/02 Vídeo: Abuso sexual e tortura, praticados por PMs no Pinheirinho, são investigados. E tem + [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/60c6eea300ec29ca
    - [Minha Mosca] Notícias do Dia 07/02/2012 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/a61f19c53d3856fa
    - Digest Boletimdiplo, volume 50, assunto 3 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/fdac1f8c09e1e654
     
     
    =============================================================================
    Tópico: Dica de leitura : " Capitalismo coronário" ( Kenneth Rogoff, professor de Harvard e ex economista-chefe do FMI)
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/6ed06ceba6e9e363
    =============================================================================
     
    ---------- 1 de 1 ----------
    De: "Mauricio David" <mauric...@terra.com.br>
    Data: Feb 07 04:16PM -0200
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/5da701ff73ad604a
     
    Interessante artigo do Kenneth Rogoff ( da Harvard University, ex economista-chefe do FMI) comparando a crise econômica global a um artigo cardíaco ( " a insalubre dinâmica política-regulatória-financeira que levou a economia global ao ataque cardíaco de 2008"). " Precisamos desenvolver instituições novas e muito melhores para proteger os interesses a longo prazo da sociedade", é a proposição do economista de Harvard.
     
     
    Capitalismo coronário
    KENNETH ROGOFF
    A ampla e sistemática falha da regulamentação é o elefante na loja de louças quando se fala em reformar o capitalismo ocidental de hoje. Sim, muito foi dito sobre a insalubre dinâmica política- regulatória-financeira que levou a economia global ao ataque cardíaco de 2008 (iniciando o que Carmen Reinhart e eu chamamos de "A segunda grande contração"). Mas o problema é exclusivamente do setor financeiro ou ele exemplifica uma falha mais profunda do capitalismo ocidental? Considere a indústria alimentícia, particularmente sua às vezes maligna influência sobre a saúde e a nutrição.
     
    As taxas de obesidade estão subindo em todo o mundo, embora, entre os grandes países, o problema seja talvez mais grave nos Estados Unidos.
     
    Segundo o Centro para Prevenção e Controle de Doenças dos EUA, cerca de um terço dos adultos americanos são obesos (ou seja, têm índice de massa corporal acima de 30). Ainda mais chocante, mais de um sexto de crianças e adolescentes estão obesos, uma taxa que triplicou desde 1980. (Transparência: minha mulher produz programas na TV e na internet, cujo objetivo é combater a obesidade infantil.) Obviamente, os problemas da indústria alimentícia foram vigorosamente destacados por especialistas em nutrição e saúde, incluindo Michael Pollan e David Katz, e certamente por muitos economistas também.
     
    E há numerosos outros exemplos, dentro de uma ampla variedade de bens e serviços, em que se podem achar questões similares. Aqui, contudo, quero focalizar na ligação entre a indústria alimentícia e problemas mais amplos do capitalismo contemporâneo (que certamente facilitaram a explosão de obesidade mundial), e em por que o sistema político americano devotou notavelmente pouca atenção a esse fato (embora a primeira- dama Michelle Obama tenha feito um esforço importante para aumentar a consciência sobre isso).
     
    A obesidade afeta a expectativa de vida de numerosas formas, que vão de doença cardiovascular a alguns tipos de câncer. Além disso, a obesidade - certamente em manifestações mórbidas - pode afetar a qualidade de vida. Os custos não só sobre o indivíduo, mas também sobre a sociedade - diretamente, através do sistema de saúde, ou indiretamente, via perda de produtividade, por exemplo, e custos mais elevados de transporte (mais combustível para jatos, assentos maiores etc.).
     
    Mas a obesidade epidêmica dificilmente se parece com um assassino de crescimento. Produtos alimentícios baseados no milho e com muitos aditivos químicos são reconhecidamente um dos maiores indutores do ganho de peso; mas, de uma perspectiva convencional de contabilidade de crescimento, são uma grande coisa.
     
    O agronegócio é pago para cultivar o milho (frequentemente subsidiado pelo governo), e os processadores de alimentos são pagos para adicionar toneladas de químicos para criar um produto formador de hábito - desta forma, irresistível. Ao longo do caminho, cientistas são pagos para descobrir a melhor mistura de sal, açúcar e químicos para tornar o último alimento instantâneo viciante ao máximo; publicitários são pagos para criar interesse em torno dele; e a indústria farmacêutica faz uma fortuna tratando das doenças que dele inevitavelmente resultam.
     
    O capitalismo coronário é fantástico para o mercado acionário, que inclui companhias de todas essas indústrias.
     
    Alimentos altamente processados são bons também para criação de empregos, incluindo os de ponta em pesquisa, propaganda e saúde.
     
    Então, quem pode se queixar? Certamente não os políticos, que se reelegem quando há emprego abundante e valorização das ações em bolsa - e recebem doações de todas as indústrias que participam da produção de alimentos processados. De fato, nos EUA, políticos que ousam falar sobre as implicações dos alimentos processados para saúde, ambiente e sustentabilidade em muitos casos descobrem que não receberam fundos para a campanha.
     
    É verdade, as forças do mercado impulsionaram a inovação, que tem continuamente barateado o preço dos alimentos processados, embora o das velhas e simples frutas e verduras tenha subido. Este é um ponto justo, mas negligencia a enorme falha do mercado.
     
    Os consumidores recebem muito pouca informação preciosa de escolas, bibliotecas ou campanhas de saúde; ao invés, são inundados de desinformação via propaganda. As ações são particularmente alarmantes para as crianças. Com pouca verba para TV pública de alta qualidade na maioria dos países, as crianças são cooptadas por canais sustentados pela publicidade, inclusive da indústria alimentícia.
     
    Para além da desinformação, os produtores têm pouco incentivo para absorver os custos do dano ambiental que causam. Igualmente, os consumidores têm pouco incentivo para absorver os custos médicos de suas escolhas alimentares.
     
    Se nossos problemas fossem apenas a indústria alimentícia causar ataques cardíacos e a indústria financeira causar seu equivalente econômico, já seria ruim o bastante. Mas a patológica dinâmica regulatória-política- econômica que caracteriza essas indústrias é muito mais ampla.
     
    Precisamos desenvolver instituições novas e muito melhores para proteger os interesses a longo prazo da sociedade.
     
    É claro que o equilíbrio entre a soberania do consumidor e o paternalismo é sempre delicado. Mas certamente poderíamos começar a obter um equilíbrio mais saudável que o que temos dando ao público mais e melhor informação através de diversas plataformas, de forma que ele pudesse fazer escolhas políticas e de consumo mais conscientes.
    Kenneth Rogoff
     
     
     
    =============================================================================
    Tópico: Para Rubens Ricupero, teses de Prebisch continuam válidas para a América Latina
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/7a4202688187aad6
    =============================================================================
     
    ---------- 1 de 1 ----------
    De: "Mauricio David" <mauric...@terra.com.br>
    Data: Feb 07 03:59PM -0200
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/68628d7849f7af17
     
    No arquivo anexo, entrevista com o Ex-ministro da Fazenda, embaixador Rubens Ricupero :
     
     
     
     
    ENTREVISTA
     
    Para Rubens Ricupero, teses de Prebisch continuam válidas para a América Latina
     
     
     
    =============================================================================
    Tópico: FORUM PERMANENTE TVC IRÃ NEWS: Pacifistas marcham em EUA e Canadá contra ameaça de guerra ao Irã
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/fe732c46107c6246
    =============================================================================
     
    ---------- 1 de 1 ----------
    De: Iran News <iranews...@gmail.com>
    Data: Feb 06 08:47PM -0200
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/f7b296a724655cc6
     
    IRÃ NEWS <http://www.iranews.com.br>
    www.iranews.com.br
     
    Ministro russo explica veto à Resolução sobre Síria<http://www.iranews.com.br>
     
    ONU:duplo veto contra "mudança de regime" na Síria<http://www.iranews.com.br>
     
    Pacifistas marcham em EUA e Canadá contra ameaça de guerra ao
    Irã<http://www.iranews.com.br>
     
    Líder supremo iraniano adverte ao Ocidente que resistirá às
    agressões<http://www.iranews.com.br>
     
    Por que o Oriente Médio (e o Brasil bem informado!) NÃO PODEM levar a sério
    a ‘promoção da democracia’ à moda EUA <http://www.iranews.com.br>
     
    2012: a crise americana cinco anos depois <http://www.iranews.com.br>
     
     
     
    =============================================================================
    Tópico: FORUM PERMANENTE TVC Enc: A FRENTE INFORMA - DIVERSOS [8 Anexos]
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/1ae6f7c050938fc1
    =============================================================================
     
    ---------- 1 de 1 ----------
    De: Alcides Ribeiro <fap...@yahoo.com.br>
    Data: Feb 06 12:56PM -0800
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/1a06252a87c5f410
     
     A FRENTE 
    informa -  020  -  2012
    -   ( FEV 04 )
    Produzido pela Frente Parlamentar e de
    Entidades Civis e Militares em Defesa da PREVIDÊNCIA
    SOCIAL PÚBLICA - Desde 1995 na Luta pela SEGURIDADE SOCIAL e CIDADANIA
     
     
    SUCESSO EM APARECIDA-Aposentados
    e pensionistas demonstram disposição de luta
    Ao lotar o Santuário de Aparecida e ocupar
    a rodovia Dutra, no domingo 29/1, os aposentados, pensionistas e idosos do
    Brasil deram início ao ano de lutas e enfrentamento ao Governo Dilma.
    Foi sucesso total a manifestação liderada
    pela COBAP, Federações estaduais, Entidades de Base e apoio de diversas
    centrais sindicais, como Conlutas, CGTB, UGT, CUT, Força Sindical, CTB, NCST e
    Fórum Sindical dos Trabalhadores. Rodovia
    é totalmente ocupada
    Minas Gerais participou com caravana de
    sete ônibus, marcando presença e demonstrando a insatisfação com a situação
    atual, em especial o reajuste de apenas 6,08% para os aposentados do INSS que
    ganham acima de um salário mínimo.
    A Carta de Aparecida, lida na igreja pelo
    presidente da FAP/MG, Robson de Souza Bittencourt, e transmitida por rede
    nacional de televisões católicas, teve o mesmo tema da Campanha da Fraternidade
    deste ano: Fraternidade e saúde pública - Que a saúde se difunda sobre a
    terra!
    Destacamos que, “para o envelhecimento ativo e saudável são essenciais
    rendimentos dignos e condizentes com o padrão alcançado na maturidade.
    Infelizmente, esta não tem sido a regra na Previdência Social pública, que
    priva milhões de aposentados da justa remuneração, paritária com as contribuições
    realizadas por décadas para o sistema, conforme determina a Constituição
    federal e as leis.
    O
    descumprimento desses preceitos, embora dissimulado pela falácia de falta de
    recursos públicos, ocorre única e exclusivamente por falta de respeito ao cidadão
    e de justiça neste país. A Seguridade nunca foi deficitária e Governo sabe bem
    disso.
    Reivindicamos
    o fim dos desvios dos recursos próprios da Seguridade Social, por meio das
    “Desvinculações de Receitas da União” (DRU) ou de nefastas reformas tributárias.
    Que a saúde e a dignidade do povo brasileiro não sejam reduzidas a negócios e
    negociatas, onde o que importa é o lucro de grupos privados que financiam as

     

    arthur garbayo <arthur...@gmail.com> Feb 07 04:08PM -0200  

    FINANCIAL TIMES
    07fev12
     
     
    [Guest post]: sudden shifts in capital flows – a risk for EM investors
    February 7, 2012 3:12 pm by
    beyondbrics<http://blogs.ft.com/beyond-brics/author/beyond-brics/>
     
    <http://blogs.r.ftdata.co.uk/beyond-brics/files/2012/02/Manoj-Pradhan-Morgan-Stanley-2012.jpg>
    *By Manoj Pradhan*
     
    Emerging market economies cannot decouple. More importantly, they shouldn’t
    try to if they want to protect growth. Wondering whether EM economies will
    decouple is surely pointless when we say in the same breath that markets
    are rapidly becoming more internationally integrated.
     
    What has changed, however, is the origin and nature of EM crises.
    Ironically, it is the very success of EM economies in attracting capital
    inflows and lending from global banks that exposes them to the risk of a
    sudden shocks should these inflows slow down dramatically, or even
    reverse.<http://www.ft.com/cms/s/0/eb4877b6-4106-11e1-8c33-00144feab49a.html>
     
    Not unlike the 2008 financial crisis, the shock that could set off sudden
    stops in EMs now is more likely to come from outside than within. With the
    US economy seeing better growth than was expected, the world economy is in
    a better place than seemed to be the case just a few months ago.
     
    However, despite the relief of Greece approaching an agreement with its
    creditors, the risk of a serious shock emanating from Europe cannot be
    ruled out since so many critical issues still need to be resolved.
     
    But do we really still need to worry about EM sudden stops even today?
    Haven’t EM economies built up substantial FX reserves as insurance? Don’t
    most of them now run current account surpluses which makes them net
    exporters of capital? Aren’t their fundamentals better than ever? Valid
    points all. However, sudden stops occur when gross liabilities cannot be
    rolled over. Net positions and fundamentals matter but may not be enough to
    prevent a sharp fall. A look at the changing nature of EM crises tells us
    why.
     
    Old- style EM crises – the kind that happened before the 1980s – consisted
    of bouts of overspending and worsening current account deficits that
    ultimately resulted in currency devaluations. Compared to events over the
    last two or three decades, such crises occurred almost in slow motion and
    the adjustments were small in size as well. Importantly, the origin of
    these crises was almost entirely domestic in nature.
     
    The crises of the 1980s and 1990s involved public or private balance sheet
    issues along with sharp exchange rate movements. It didn’t matter which
    came first, the other always followed in tow. The Latin American debt
    crisis stretching from Mexico’s default in 1982 to Brazil’s 1998 episode
    all occurred due to the inability of servicing US dollar denominated public
    debt. The Asian crisis of the late 1990s was precipitated by the private
    sector balance sheet.
     
    What differentiated such crises from previous ones is the speed with which
    capital flowed out, resulting in almost total depletion of the small amount
    of FX reserves and a crash in currency values. In both types of crises, the
    IMF played a critical role in not just providing funds but also credibility
    to the post-crisis macro reconstruction. The role of global factors in
    these episodes was likely a contributing factor but not the main one.
     
    Since then, things have changed again. Lessons have been learnt. Current
    account surpluses rather than deficits are more the rule for the EM
    economies that we cover (though the prominent exceptions are deficits in
    Turkey, India, Brazil and Poland). National balance sheets are in much
    better shape now, with FX reserves more than enough to cover external
    short-term hard-currency obligations. These improvements had even the IMF
    wondering about its own role in the world before the Great Financial Crisis
    roared it back into relevance.
     
    So why are EM economies not ‘safe’ now? The truth is that they are safer
    than they were, but are still not immune.
     
    EM economies have been victims of their own success. Lending by global
    banks to EM economies and capital flows thanks in particular to QE have
    pushed capital into these economies to chase higher growth and returns.
    Together, the increased gross exposure and the surge of capital inflows
    means that EM economies remain exposed to the risk of sudden stops.
     
    <http://blogs.r.ftdata.co.uk/beyond-brics/files/2012/02/Feb2012MorganStanleyCapitalflowschart.jpg>
     
    In a recent note, my Morgan Stanley colleague Patryk Drozdzik and I
    identified Turkey, Poland, Chile, the Czech Republic, Mexico, Hungary and
    Brazil as most exposed to a sudden stop (i.e., a dramatic slowdown or even
    outright reversal of capital inflows that they have received over the last
    couple of years). To see which economies are in the line of fire
    <http://blogs.ft.com/beyond-brics/2012/01/20/chart-of-the-week-whos-most-at-risk-from-a-credit-squeeze/>if
    capital inflows halt or reverse direction, we used four ‘triggers’:
     
    (i) A surge of portfolio inflows from the recovery in 1Q09 until the EM
    slowdown started in 2Q11,
     
    (ii) The surge in global (particularly European) bank lending to EM
    economies over the same time period,
     
    (iii) A metric that measures the ‘original sin’ – the amount of short-term
    external debt relative to the total external debt burden as well as the
    amount of FX reserves held.
     
    (iv) The joint concerns of financing a current account deficit and running
    credit growth in excess of nominal GDP growth.
    *Who is Most Exposed?*Most exposedModerately exposedLeast exposedTurkey,
    Poland, Chile, Czech Republic, Mexico, Hungary, BrazilIsrael, Indonesia,
    Argentina, Korea, Romania, South Africa, India, UkraineChina, Russia,
    Colombia, Peru, Malaysia, Thailand
     
    The economies at risk do have protection. For example, Turkey has a high
    stock of gross assets so that its net position is far less worrisome while
    Chile and even Hungary run current account surpluses. Poland and Mexico
    have access to a flexible credit line from the IMF that it has not tapped.
    But these economies remain at risk. Why?
     
    It’s the gross exposure that matters. Net positions come into play only
    after the initial shock. When an economy is no longer able to roll over its
    gross liabilities (usually private sector liabilities), it may well use its
    assets to pay off its obligations. Thus, we may not have defaults, but the
    activities that were being financed by those liabilities also have to be
    wound down rapidly. This implies a macroeconomic shock due to the sudden
    stop in funding markets.
     
    By the time FX reserves (assets on the public sector’s balance sheet) are
    used to counter these problems, the damage to the currency, to domestic
    markets and to investor positions will already have been done. Recognising
    the better fundamentals and improved valuations, capital may come back to
    these economies but the rise will come only after the fall.
     
    In a nutshell, EM economies have better fundamentals and better insurance
    against crises, but they are not immune. Surges of capital inflows into EM
    economies raise the risk of a sudden stop should these flows stop or
    reverse direction. The greater inflow of capital they have received exposes
    the economies we identify in our note to a higher risk of a sudden stop
    relative to their peers.
     
    The shock that triggers a sudden stop is likely to come from developed
    markets. Critically, this means that the old weapon of past crises –
    improving competitiveness of exports due to a depreciation of the currency
    – is no longer effective. If the shock is global in nature, then world
    trade could shrink, meaning reliance on exports would hurt, not help.
    Despite their much improved dynamics, EM economies cannot decouple from
    their developed market counterparts. What is also a new truth, however, is
    that developed markets can no longer decouple from EM growth either.
     
     
    *Manoj Pradhan is global emerging markets economist at Morgan Stanley*
     
     
    --
     
    *Para ter mais informação acesse estes portais:
    www.desenvolvimentistas.com.br e http://www.joserobertoafonso.ecn.br/*

     

    arthur garbayo <arthur...@gmail.com> Feb 07 01:31PM -0200  

    Clique aqui caso não consiga visualizar o
    e-mail<http://cps.fgv.br/pt-br/email_senai>
    ****As Razões da Educação Profissional*****Olhar da Demanda***** [image:
    CAPA_SENAI_FRENTE_LEVE.jpg]****
     
     
     
    *A Fundação Getulio Vargas e o Senai lançam novo levantamento apresentado**e
    ** coordenado por **
    **Rafael Lucchesi (CNI/SENAI) e Marcelo Neri (CPS/FGV)** *****
     
    *http://www.fgv.br/cps/senai *****
     
    ****
     
    * **O levantamento será divulgado em coletiva para a imprensa -
    Amanhã – Quarta - Dia 08/02/2012, às 11:00h na sede da Confederação
    Nacional da Indústria (CNI) -
    Edifício Roberto Simonsen - Setor Bancário Norte Quadra 01 / Bloco C –
    Brasília** ***
     
    ** **
     
    *Confirme sua presença através do telefone (21) 3799-6887 ou 6881 ou
    através do email c...@fgv.br** ** *
     
    ****
     
    * *
     
    * *
     
    *Um retrato da demanda por educação profissional no País*****
     
    ****
     
    A pesquisa avalia os vários percalços existentes desde a decisão de fazer,
    ou não, cursos de educação profissional até a sua aceitação, ou não, no
    mercado de trabalho, passando pela possibilidade de desistência do curso no
    meio. O estudo lança luz sobre as razões da educação profissional do ponto
    de vista de pessoas e empresas envolvidas. O que explica a
    baixa adesão nestes cursos? Falta de oferta (curso, vaga, etc) ou falta de
    demanda (interesse, renda, etc) nos cursos? Ou ainda naqueles que entraram
    no curso, quantos não concluíram e por que abandonaram? E para
    os concluintes dos cursos, quantos trabalham efetivamente na área dos
    cursos. Quais são as causas do binômio sucesso/insucesso associadas ao
    casamento entre cursos e trabalho? ****
     
    ** **
     
    A resposta a estas perguntas relativas aos determinantes da demanda por
    educação profissional permite direcionar o desenho de políticas públicas e
    ações privadas na área como a oferta de bolsas de estudo
    profissionalizantes ao estilo Pro Uni, ligações com o programa Bolsa
    Família, ou em iniciativas locais de governos estaduais e municipais.****
     
    ** **
     
    A pesquisa traça um amplo panorama das motivações relacionadas
    ao ensino profissionalizante no país, abertos por características
    sócio-demográficas como sexo, idade, escolaridade, posição na ocupação e
    por atributos dos cursos como nível, área, turno, presencial ou à
    distância, etc.
    Será disponibilizado uma série de rankings por estados, capitais e
    periferias metropolitanas de quem lidera a educação profissional e os
    principais motivos para isso desde a perspectiva dos estudantes. ****
     
    ** **
     
    O site da pesquisa (*http://www.fgv.br/cps/senai) *vai também
    disponibilizar um amplo banco de dados com dispositivos interativos e
    amigáveis de consulta às informações. Através dele, o usuário pode avaliar
    os motivos da falta de acesso a educação profissional (dividido em três
    grandes grupos que são: oferta, demanda por falta de interesse e demanda
    por falta de recursos). O usuário vai poder calcular, por exemplo, a
    probabilidade de um indivíduo, dadas suas características, estar ou não
    frequentando escola ou qual seria o motivo de não estar matriculado. As
    estatísticas foram processadas a partir de microdados do Suplemento
    Especial da PNAD, da PME e do Gallup World Pool para mais de 130 países. **
    **
     
    ****
     
    *A pesquisa estará disponível no endereço eletrônico** **
    http://www.fgv.br/cps/senai **após o lançamento *****
     
    ****
     
    ****
     
    ****
     
    *>> Para mais informações entre em contato com**: *****
     
    * *
     
    *Marcelo Neri - *Centro de Políticas Sociais – Fundação Getulio Vargas
    Celular (21) 9868-1211 ou 9914-0809 e Telefone: (21) 3799-6887 / 6885
    E-mail: mcn...@fgv.br
    Site: www.fgv.br/cps****
     
    ** **
     
    *Rafael Lucchesi **–** *Confederação Nacional da Indústria (CNI/SENAI)
    Tel: (61) 3317-9040* *
     
    E-mail:* **lucc...@cni.org.br** *
     
    Site:* *www.cni.org.br * ** ** *****
     
    * *
     
    ****
     
    ****
     
    *SERVIÇO:*
    *Coletiva de imprensa:* Lançamento da pesquisa *“As Razões da Educação
    Profissional: Olhar da Demanda” – FGV e SENAI*****
     
    *Data: *Quarta 8/02/2012* *****
     
    *Horário: *11h*
    Local:* Confederação Nacional da Indústria (CNI) - Edifício Roberto
    Simonsen: Setor Bancário Norte Quadra 01 / Bloco C - Brasília****
     
    *Confirme sua presença através do telefone (21) 3799-6887 ou 6881 ou
    através do email **c...@fgv.br** *
     
    ****
     
    ****
     
     
     
    --
     
    *Para ter mais informação acesse estes portais:
    www.desenvolvimentistas.com.br e http://www.joserobertoafonso.ecn.br/*

     

    arthur garbayo <arthur...@gmail.com> Feb 07 12:45PM -0200  

    BRASIL ECONOMICO
    07fev12
     
    Três perguntas a......Jorge Leal de medeirosBrasil Econômico - 07/02/2012*"Esse
    resultado estimulará o governo a fazer novos leilões"*Professor da USP e
    consultor na área de transportes aéreos
     
     
    O engenheiro Jorge Eduardo Leal de Medeiros tem propriedade quando o
    assunto é a aviação brasileira. Com passagens pelas diretorias de
    companhias aéreas como Varig e Vasp, e ex-chefe de gabinete da presidência
    da Anac, Medeiros é hoje professor de aeroportos e transporte aéreo da
    escola politécnica da USP e consultor na área. Nessa entrevista ao BRASIL
    ECONÔMICO, ele comenta o leilão dos aeroportos brasileiros e destaca o bom
    retorno que o governo federal teve com a iniciativa, mas ressalta que os
    serviços propostos terão que ser cumpridos.
     
     
    Qual a sua avaliação sobre o resultado do leilão dos aeroportos
    brasileiros?
     
     
    Foi uma iniciativa correta pois o Poder Público não se mostrou competente
    para fazer as reformas necessárias principalmente nos grandes aeroportos.
    Além disso, destacam-se a rápida entrada de capital privado na área e os
    valores bem maiores que o previsto. Agora, resta saber se a garantia dos
    serviços propostos será realizada e a Anac terá de assegurar a qualidade
    dos trabalhos e tarifas com preços justos.
     
     
    Qual a importância dessa iniciativa para futuras concessões?
     
     
    Esse resultado estimulará o governo a realizar outras iniciativas como essa
    pois o retorno ficou bem acima do esperado. A concessão do aeroporto de São
    Gonçalo do Amarante (RN), no ano passado, teve um valor três vezes acima do
    esperado e agora foi de cinco vezes. E é um dinheiro carimbado, que
    certamente implicará em investimentos nos aeroportos.
     
     
    Há tempo hábil para realizar todos os projetos previstos até 2014?
     
     
    A Copa do Mundo será um evento de grande oportunidade para o país mas a
    necessidade é hoje. Minha preocupação é com o que está acontecendo agora
    pois a demanda na aviação brasileira tem crescido a taxas de 20% ao ano. Se
    conseguirmos atender as necessidades desse ano e de 2013, com certeza
    chegaremos a 2014 preparados.
     
     
    Opinião divergenteBrasil Econômico - 07/02/2012*"Esse modelo tem que ser
    repensado pelo governo"*...HUGO BRAGA TADEU, Professor associado da
    Fundação Dom Cabral
     
    Consultor na área de transportes e professor associado da Fundação Dom
    Cabral, Hugo Braga Tadeu faz críticas ao modelo adotado na concessão dos
    aeroportos. Segundo ele, a participação da Infraero deveria diminuir com o
    tempo para garantir a entrada de novos sócios e mais investimentos no
    segmento.
     
    Qual a sua avaliação sobre o leilão dos aeroportos?
     
    A modelagem utilizada no leilão só é interessante para o curto prazo pois
    do jeito que está, os operadores terão que investir muito mais do que o
    esperado. O país não terá demanda somente com a Copa do Mundo em 2014 e as
    Olimpíadas em 2016. A necessidade já está no próprio crescimento do mercado
    que, segundo estudos, vai aumentar em dois dígitos pelos próximos 20 anos.
    Se o segmento trabalhava com uma taxa de retorno de 20% do investimento,
    com essa modelagem utilizada as empresas não vão conseguir mais que 6%.
    Além disso, o governo tem que fiscalizar mais e atuar menos. Essa
    participação de 49% da Infraero, por exemplo, deveria ser diluída com o
    passar do tempo pois garantiria assim mais investimentos nos terminais com
    a entrada de novos sócios.
     
    Qual a importância dessa iniciativa para futuras concessões no país?
     
    Esse modelo tem que ser repensado para fazer sentido. Não acredito que vá
    se perdurar nas próximas concessões pois não privilegia o investimento no
    longo prazo. Para que os próximos leilões sejam satisfatórios, o governo
    tem duas hipóteses: ou tira a Infraero da sociedade e ela passa a ter uma
    função mais fiscalizadora ou precisa rever todo o modelo de concessão. E é
    isso que acredito que irá acontecer.
     
    E há tempo hábil para realizar todos os projetos previstos até 2014?
     
    Bom, temos dois anos para concluir todas as obras. A Alemanha fez os
    investimentos necessários com cerca de 4 anos, antes da Copa do Mundo
    começar. Esse leilão foi pensando nesses investimentos, mas eles estão se
    esquecendo do crescimento anual do nosso mercado.
     
    --
     
    *Para ter mais informação acesse estes portais:
    www.desenvolvimentistas.com.br e http://www.joserobertoafonso.ecn.br/*

     

    desenvolv...@googlegroups.com Feb 07 10:53AM  

    =============================================================================
    Resumo do tópico de hoje
    =============================================================================
     
    Grupo: desenvolv...@googlegroups.com
    URL: http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/topics
     
    - E-mail de compilação para desenvolv...@googlegroups.com - 25 mensagens em 14 tópicos [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/62a4b02dfef6ab94
    - alguém sabe ? [2 atualizações]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/495a0704d478c8d6
    - o Brizola do RGS [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/6eb234e11a644f13
    - Os novos limites do possível - Por André Lara Resende , Ex. PRES.BNDES | Para o Valor, de São Paulo / Enviado por MAURICIO DIAS DAVID, a quem agradeço.Timm [8 atualizações]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/ca8aa83d352a22a6
    - virada na política externa também? [2 atualizações]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/d3bb3911261a71f4
    - Somos todos Pinheirinho! [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/1afb91025cab70cb
    - para reflexão critica [5 atualizações]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/59920f4350555eea
    - FW: China [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/c47ecc925888f4b6
    - Os limites do adesismo [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/e281dd78106efd91
    - Big droga [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/b3386c2b8d7f1a38
    - Quatro das dez maiores empresas do mundo são estatais [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/4fc0183d40048ca6
    - PT tunga a aposentadoria dos servidores públicos... [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/410f9084fd00e877
     
     
    =============================================================================
    Tópico: E-mail de compilação para desenvolv...@googlegroups.com - 25 mensagens em 14 tópicos
    URL: http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/62a4b02dfef6ab94
    =============================================================================
     
    ---------- 1 de 1 ----------
    De: Geraldo Serathiuk <gsera...@yahoo.com.br>
    Data: Feb 07 01:59AM -0800
    URL: http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/msg/713692fe6f724be1
     
    RECEBI DE ONTEM PARA HOJE 10 EMAILS IGUAL A ESTE.....
    FAVOR PARAR DE ENVIAR TANTOS EMAILS...
     
    GERALDO
     
     
     
    ________________________________
    De: "desenvolv...@googlegroups.com" <desenvolv...@googlegroups.com>
    Para: Destinatários de e-mail de compilação <desenvolv...@googlegroups.com>
    Enviadas: Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012 7:24
    Assunto: envolvi] E-mail de compilação para desenvolv...@googlegroups.com - 25 mensagens em 14 tópicos

     
      Resumo do tópico de hoje
    Grupo: http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/topics
    * Clipping : E-mail de compilação para clipping-...@googlegroups.com - 20 mensagens em 20 tópicos [1 atualização]
    * Novo artigo: "Privataria do PT" [1 atualização]
    * sobre o crescimento dos Desenvolvimentistas [3 atualizações]
    * Clipping de Esquerda E-mail de compilação para clipping-d...@googlegroups.com - 8 mensagens em 8 tópicos [1 atualização]
    * Inglaterra e Irã: uma velha inimizade [2 atualizações]
    * Clipping de Esquerda E-mail de compilação para clipping-d...@googlegroups.com - 25 mensagens em 22 tópicos [1 atualização]
    * RES: envolvi] Hipóteses de agressão [3 atualizações]
    * A SUÍÇA ESTREMECE ...!!! [3 atualizações]
    * "Hipóteses de agressão" no clipping da Representação Brasileira no Parlasul [1 atualização]
    * Desembargadores querem reduzir os poderes do Coaf [1 atualização]
    * FORUM SOCIAL MUNDIAL 2012 & CONEXÕES- PORTO ALEGRE - Interressados: Melhor cobertura: www.sul21.com.br -( dossiê anexo) [2 atualizações]
    * alguém sabe ? [4 atualizações]
    * O primado do dinheiro, ou como parar o mundo [1 atualização]
    * O primado do dinheiro, ou como parar o mundo [1 atualização]
     Clipping : E-mail de compilação para clipping-...@googlegroups.com - 20 mensagens em 20 tópicos
     Novo artigo: "Privataria do PT"
     sobre o crescimento dos Desenvolvimentistas
     Clipping de Esquerda E-mail de compilação para clipping-d...@googlegroups.com - 8 mensagens em 8 tópicos
     Inglaterra e Irã: uma velha inimizade
     Clipping de Esquerda E-mail de compilação para clipping-d...@googlegroups.com - 25 mensagens em 22 tópicos
     RES: envolvi] Hipóteses de agressão
     A SUÍÇA ESTREMECE ...!!!
     "Hipóteses de agressão" no clipping da Representação Brasileira no Parlasul
     Desembargadores querem reduzir os poderes do Coaf
     FORUM SOCIAL MUNDIAL 2012 & CONEXÕES- PORTO ALEGRE - Interressados: Melhor cobertura: www.sul21.com.br -( dossiê anexo)
     alguém sabe ?
     O primado do dinheiro, ou como parar o mundo
     O primado do dinheiro, ou como parar o mundo
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    Notícias, Informações e Debates
    sobre o Desenvolvimento do Brasil:
     
    www.desenvolvimentistas.com.br
     
     
     
    =============================================================================
    Tópico: alguém sabe ?
    URL: http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/495a0704d478c8d6
    =============================================================================
     
    ---------- 1 de 2 ----------
    De: ceci....@terra.com.br
    Data: Jan 24 11:16AM
    URL: http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/msg/c5f8446b0a8dfff
     
    Relembro que a pergunta inicial por mim feita era:
    Um país que tem quase 400 bilhões de dólares em fundo chamado
    'soberano', precisa ou deve deve emitir títulos de dívida externa
    para captar mais dólares, sujeitando-se ao risco cambial além de
    suportar o ônus de taxa de juros provavelmente flutuante ? Que
    razões poderiam justificar tal decisão ? Que restrições existem
    para a utilização do fundo soberano?
    Ceci
     
     
    ---------- 2 de 2 ----------
    De: Rodrigo Medeiros <medro...@gmail.com>
    Data: Jan 24 09:44AM -0200
    URL: http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/msg/141d03e968be8e0a
     
    Restrições ideológicas, pois até a revista The Economist fez recentemente
    matéria sobre o assunto mostrando como alguns países operam com tal
    instrumento. Há problemas de transparência e prestação de contas, algo
    comum na política desde os tempos de Platão.
     
    http://www.economist.com/node/21542925
     
    Cordialmente,
     
    Rodrigo
     
    2012/1/24 <ceci....@terra.com.br>
     
     
     
     
    =============================================================================
    Tópico: o Brizola do RGS
    URL: http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/6eb234e11a644f13
    =============================================================================
     
    ---------- 1 de 1 ----------
    De: ceci....@terra.com.br
    Data: Jan 23 08:05PM
    URL: http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/msg/30f5e3415359cd3
     
    Brizola foi em quem eu votei em 1962. Sempre me choca a diferença
    entre este e o que veio a ser governador do Rio de Janeiro, o que para
    mim é um exemplo de como o contexto social e histórico determina os
    limites do comportamento humano. O Brizola do RJ queixava-se do
    déficit do metrô, culpava os altos salários por parte deste
    déficit, defendia a concorrência nos transportes, enfim não se
    oporia à privatização do metrô que afinal acabou sendo feita por
    um pedetista brizolista - Marcelo de Alencar. Ceci
    JUREMIR MACHADO: 90 ANOS DE BRIZOLA E A LUTA PELA REFORMA AGRáRIA
    Por Juremir Machado da Silva
    Em O Correio do Povo
    Hoje, se vivo fosse, Leonel "Itagiba" de Moura Brizola completaria 90
    anos de idade. Pode-se dizer, sem exagero, Brizola Vive! Ele, Jango e
    Getúlio formam a trinca de políticos gaúchos mais importantes dos
    últimos 80 anos. Brizola ainda deslumbra seus admiradores pela
    coragem, pela ousadia, pelas grandes reformas - encampou duas empresas
    multinacionais incompetentes e parasitas - e pelo papel que
    desempenhou em relação à reforma agrária e à educação.
     
    Digo, depois de muito estudar, que Leonel Brizola foi o melhor
    governador da história do Rio Grande do Sul. Hoje também é o dia
    dos 50 anos do começo da luta por reforma agrária no Banhado do
    Colégio, em Camaquã, onde o agricultor Epaminondas Silveira e o
    padre Léo Schneider lideraram comboio de 2 mil pessoas, de carroça,
    charretes, a cavalo e a pé, por 10 quilômetros. Exigiam que o
    governo retomasse terras do Estado griladas por fazendeiros. Brizola
    entrou na parada e mudou o jogo.
    É emocionante ler as manchetes dos jornais da época. Capa da
    Última Hora: "Camaquã imita Sarandi - Mais de 2 mil camponeses pedem
    terra". Outra da intrépida UH: "Colonos de Camaquã - Só a morte nos
    expulsa daqui". Os fazendeiros queriam que o III Exército fizesse o
    serviço sujo e expulsasse os sem-terra. Brizola preferiu um caminho
    inusitado como destaca Elio Copes: "Decretou a área do Banhado do
    Colégio (cerca de 20 mil hectares) de utilidade pública para fins de
    reforma agrária, deu apoio ao acampamento, tais como, alimentação,
    atendimento de saúde e iniciou um trabalho de inscrição dos
    acampados, levantamento da condição social de cada família, que
    serviria para a seleção para, mais tarde, receberem os lotes. Após
    cinco meses do acampamento, tempo que levou para providenciar na
    documentação dos lotes, o então governador Leonel Brizola esteve no
    Banhado do Colégio, onde fez a entrega dos primeiros 134 lotes,
    marcando, assim, um novo marco de desenvolvimento para o local". Algo
    nunca visto antes.
    Elio Copes organiza, em Camaquã, as comemorações desse
    cinquentenário da primeira reforma agrária realmente bem-sucedida do
    Brasil. Brizola era de faca na bota. Fez uma que cala todos os
    maledicentes. Promoveu reforma agrária na fazenda Pangaré, de sua
    propriedade, em Palmares. Distribuiu 1.080 de 2.300 hectares para
    pequenos agricultores plantarem arroz. Cada um recebeu um lote de 35
    hectares, casa e três vacas holandesas.
     
    De fato, esse Brizola era muito perigoso, subversivo, assustador.
    Não cumpriu o papel tradicional de repressor de movimentos sociais,
    criou milhares de escolas, não se mixou para os americanos, enfrentou
    os interesses dos estancieiros donos do Rio Grande do Sul, suportou
    com galhardia o pau que levava diariamente dos setores conservadores
    da Assembleia Legislativa e, findo seu mandado de governador,
    elegeu-se deputado pelo Rio de Janeiro com um voto em cada quatro
    eleitores, como se diz, de cola em pé. Esse era de meter medo. Só
    podia virar inimigo público de todos os reacionários e dos golpistas
    de 1964.
    *Reforma Agrária
    --
    "É preciso transformar desânimos e resignações em esperança
    combativa."
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    Atualizado em 05/09/2011
    -------------------------
    (jaime e brizola1.jpg):
     
     
     
    =============================================================================
    Tópico: Os novos limites do possível - Por André Lara Resende , Ex. PRES.BNDES | Para o Valor, de São Paulo / Enviado por MAURICIO DIAS DAVID, a quem agradeço.Timm
    URL: http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/ca8aa83d352a22a6
    =============================================================================
     
    ---------- 1 de 8 ----------
    De: Paulo Timm <paul...@gmail.com>
    Data: Jan 20 09:30PM -0300
    URL: http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/msg/a621eb1d49fa174c
     
    *Os novos limites do possível*
     
     
     
    Por *André Lara Resende* | Para o Valor, de São Paulo 20 janeiro 12
     
     
     
    A crise financeira mundial já vai completar quatro anos, mas ainda não dá
    sinais de que esteja por se esgotar. Pelo contrário, parece não haver
    economia no mundo, das mais pobres às mais avançadas, que esteja imune ao
    seu agravamento. O paralelo com a Grande Depressão do século XX é cada vez
    mais frequente entre os analistas. Acreditava-se que o antídoto para crises
    destas proporções havia sido descoberto, mas no mundo de hoje existem novas
    restrições que podem inviabilizar as saídas conhecidas.
     
    A analogia assusta, não apenas pela duração e pela profundidade da
    Depressão, mas, sobretudo, pelas consequências. A crise de 30 encerrou um
    período de internacionalização e de prosperidade mundial. Exacerbou o
    nacionalismo, o protecionismo e a xenofobia que levou ao fascismo, ao
    nacional-socialismo nazista e, finalmente, às tensões que desembocaram na
    Segunda Grande Mundial.
     
    Assim como no início dos anos 30, com o fim da Primeira Guerra a exaustão
    de um longo ciclo de prosperidade deixou um legado de endividamento público
    e privado de difícil digestão. Como nos anos 30, temos hoje o esgotamento
    do padrão monetário estabelecido e uma potência hegemônica em crise,
    prestes a ser superada por uma nova estrela econômica e militar.
     
    Neste início do século XXI, a insistência na saída keynesiana da retomada
    do crescimento pode ser uma ortodoxia anacrônica
     
    Ainda nos anos 30, John Maynard Keynes estabeleceu as bases conceituais de
    um fecundo debate sobre as causas, as consequências e as políticas
    necessárias para evitar a repetição de uma experiência tão traumática. Mais
    surpreendente ainda do que as semelhanças objetivas é constatar que o
    debate hoje continua pautado pela mesma polarização dos anos 30: de um
    lado, o fiscalismo e a ortodoxia monetária; do outro, a defesa da retomada
    do crescimento, através dos gastos públicos e de novos estímulos ao consumo.
     
    Em "Lords of Finance", publicado em 2009, Liaquat Ahamed retoma as
    circunstâncias, os personagens e as ideias do tumultuado período entre as
    duas Grandes Guerras do século XX. A partir de cuidadoso trabalho de
    pesquisa, com acesso aos arquivos privados de quatro personagens cruciais,
    os presidentes dos Bancos Centrais da Inglaterra, dos Estados Unidos, da
    França e da Alemanha, Ahamed mantém o leitor fascinado com o desenrolar de
    uma crise que pautou o século XX dali em diante. Não há como escapar à
    sensação de calafrios com as similaridades deste início de século.
     
    Recomendo enfaticamente o livro de Ahamed, mas, apesar das semelhanças, o
    mundo de hoje é outro. Para compreender, avaliar alternativas e traçar
    políticas, a história é fundamental, mas não se pode desconsiderar a
    especificidade das circunstâncias. Tenho a impressão de que, nas condições
    de hoje, o remédio keynesiano deixou de fazer sentido.
     
    Sabemos que esta crise é decorrente do estouro da bolha de preços de
    ativos, principalmente dos imóveis, provocada pelo excesso de
    endividamento. Bolhas são altas de preços induzidas pela disponibilidade de
    crédito. A partir de certo ponto, perdem relação com os fundamentos e
    passam a ser alimentadas exclusivamente pela expectativa de renovada

     

    desenvolv...@googlegroups.com Feb 07 06:13AM  

    =============================================================================
    Resumo do tópico de hoje
    =============================================================================
     
    Grupo: desenvolv...@googlegroups.com
    URL: http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/topics
     
    - DAVOS, A DEMOCRACIA E O CAPITALISMO DE ESTADO _ por Mauro Santayana [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/5bff86ab3b303810
    - ENC: envolvi] Nacionalização da banca JÁ! [3 atualizações]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/4137627c1b2f200c
    - RES: A terra vista do solo (FANTÁSTICO) [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/54e12e0788c86f47
    - Clipping de Esquerda E-mail de compilação para clipping-d...@googlegroups.com - 25 mensagens em 23 tópicos [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/bf5f0f72721b8f2f
    - Rio+20 discute a criação de uma "OMC ambiental" [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/65acb3e49e9502d9
    - Bloco Devassos da Cardeal, NESTE SÁBADO (4/2), a partir de 16h, no Clube Internacional de Regatas [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/73ac6e14af6b24f8
    - O "Vietnã" tupiniquim, por Carlos Lessa [4 atualizações]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/818ceb555e1640d4
    - Nacionalização da banca JÁ! [2 atualizações]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/f7b8d0eeef0aabf6
    - RES: envolvi] ENC: Cristina Kirchner, a mídia e nós [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/ce494f905075e59f
    - ODEBRECHT [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/ce5fd2316dd8fecb
    - Falta uma política bancária ao país [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/f289872c93b7353
    - Clipping de Esquerda E-mail de compilação para clipping-d...@googlegroups.com - 11 mensagens em 11 tópicos [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/5de49ccbb80bb03b
    - Discurso de transmissão de cargo de presidente da Aepet,. [2 atualizações]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/8bf6bcb90ec4e73e
    - (#91638676) Confirmação de encaminhamento do Gmail - Receber e-mail de gustavoa...@gmail.com [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/281d4b209c87c750
    - Em 1980 o parque industrial brasileiro era maior que o da China, Tailândia, Malásia, Coréia do Sul e combinados [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/606a544ea8516200
    - Ato amanhã em solidariedade a Pinheirinho [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/6ae2a515fc39e8b2
    - Corrupção e incompetência [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/eefed65848a5ab43
    - Gabriel Palma: Por que a América Latina não cresce como a Ásia? [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/13bc9539c14d43fd
     
     
    =============================================================================
    Tópico: DAVOS, A DEMOCRACIA E O CAPITALISMO DE ESTADO _ por Mauro Santayana
    URL: http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/5bff86ab3b303810
    =============================================================================
     
    ---------- 1 de 1 ----------
    De: "Carlos Ferreira" <ferre...@oi.com.br>
    Data: Feb 02 10:17PM -0200
    URL: http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/msg/d0d98b60ce76354e
     
    02/02/2012
     
     
    DAVOS, A DEMOCRACIA E O CAPITALISMO DE ESTADO
    <http://www.maurosantayana.com/2012/02/davos-democracia-e-o-capitalismo-de.h
    tml> , por Mauro Santayana
     
     

    <http://4.bp.blogspot.com/-46gz-zJkWEU/TyseydS17AI/AAAAAAAAArw/fnqyh5sDjo8/s
    1600/AWE.jpg> Descrição:
    http://4.bp.blogspot.com/-46gz-zJkWEU/TyseydS17AI/AAAAAAAAArw/fnqyh5sDjo8/s3
    20/AWE.jpg
     
    (JB) - Nos corredores do encontro de Davos, de acordo com matéria de O
    Globo, empresários latino-americanos expressaram os temores de que “o
    capitalismo de Estado” represente um risco para democracia em nosso
    continente. Para entrar no assunto, convém saber o que, para esses senhores,
    é democracia, capitalismo e Estado.
     
    Poucos têm sido, no mundo moderno, os regimes sociais que não se identificam
    como democráticos. Entre eles, como modelos, o nazismo e o fascismo não só
    dispensaram a hipocrisia de se identificarem como democráticos como
    consideraram a democracia um sistema apodrecido. Os novos e superiores
    homens que pretendiam construir - com eugenia social e moral - seriam viris,
    atléticos, cultos, honrados, semideuses. As mulheres, reflexos das
    valquírias, belas, esposas virtuosas, mães devotadas. Quando o nazismo
    desmoronou, de suas ruínas vieram as provas de que as coisas não eram
    exatamente como proclamavam ser. Os líderes não passavam de um bando de
    criminosos insanos, em que havia de tudo, menos virtuosos deuses olímpicos.
     
    A democracia é um processo que se desenvolve em busca da igualdade de
    direitos de todos
     
    Registradas essas exceções, todos os regimes se dizem democráticos. Os
    governos militares em nosso continente – e não só no Brasil – surgiram sob o
    pretexto de que estavam defendendo a democracia. No Chile, nessa inversão da
    linguagem, Pinochet assassinou o regime republicano, que respeitava os
    partidos e realizava eleições regulares e livres. Acompanhei, em Santiago,
    as eleições de março de 1973, vencidas por grande maioria por Allende,
    apesar das dificuldades decorrentes do locaute capitalista, isso seis meses
    antes do golpe. Não há um só país da América Latina que não tenha sofrido
    governos ditatoriais, e nenhum deles, nem mesmo o dos Somoza, na Nicarágua,
    o de Trujillo, na República Dominicana, o dos gorillas da Argentina, e de
    seus vizinhos, no Uruguai, se disseram antidemocráticos.
     
    Antidemocráticos, em seu idioma, eram os povos, que lutavam contra o
    desemprego, a fome, a ignorância, a doença, a humilhação e a morte.
     
    A democracia não é um sistema acabado de organização política da sociedade.
    É um processo que se desenvolve, com seus momentos de avanço e de recuo, em
    busca da igualdade de direitos de todos os seres humanos. De todos os
    direitos – do conhecimento, do trabalho criativo, da vida saudável, da
    expressão intelectual e artística, da alegria, do amor, da dignidade –
    enfim, da vida plena. Sendo assim, a democracia é uma forma de convívio que
    só poderia ser construída onde houvesse liberdade de ação política. Só será
    completa no espaço político em que todos os homens disponham da mesma
    oportunidade de educação, dos mesmos serviços de saúde, da mesma
    possibilidade de trabalho e de formação de sua família.
     
    Para Hannah Arendt, todo assalariado é um escravo em tempo parcial.
     
    O capitalismo sempre existiu, a partir do momento – valha o truísmo
    conhecido – em que surgiram a propriedade privada e as sobras de produção
    familiar. Temos sociedades capitalistas mais primitivas e mais avançadas. Os
    defensores do capitalismo o associam ao direito de propriedade e de livre
    iniciativa. Mas poderemos considerar perfeita uma sociedade capitalista – e
    democrática - em que a livre iniciativa é tolhida pelos cartéis e
    monopólios, montados e conduzidos pelo sistema financeiro que existe acima e
    além dos Estados nacionais?
     
    Os Estados nacionais são a organização possível das sociedades políticas.
    Eles se legitimam na missão essencial e em sua identidade ontológica:
    existem para servir aos homens e à sua sobrevivência como espécie. Sendo
    assim, os Estados serão tanto mais perfeitos quanto mais democráticos venham
    a ser, se a democracia, como a queriam os pensadores antigos, significar a
    plena isonomia entre os seres humanos, e sua participação igualitária nas
    decisões da comunidade política.
     
    A liberdade, portanto, está subordinada às condições objetivas para o seu
    exercício. Mais uma vez, valha o truísmo: quem tem fome não é livre; quem
    não domina os instrumentos básicos do saber não é livre; quem é obrigado a
    vender sua força de trabalho a outro homem tampouco é livre. Na visão de
    Hannah Arendt, todo assalariado é um escravo em tempo parcial.
     
    Ora, em uma situação como essa – e é a que nos toca viver – o capitalismo de
    Estado não pode ser uma maldição e o oposto da democracia. Se o socialismo
    real tem se frustrado no mundo, e o capitalismo financeiro é isso que
    estamos vendo, a solução ideal talvez viesse a ser uma sociedade econômica
    em que os grandes setores estratégicos de produção e de serviços, sobretudo
    os que dependem de recursos naturais (que devem ser de propriedade comum, de
    todo o povo) fossem administrados pelo Estado, em nome da sociedade nacional
    – e os outros fossem deixados à iniciativa privada.
     
    As minas, as águas, os recursos energéticos e sua exploração, as
    telecomunicações, as ferrovias, os transportes aéreos, a emissão da moeda,
    as operações bancárias, os seguros, além dos serviços de saúde, da educação
    e do absolutamente necessário monopólio da violência, a fim de assegurar a
    segurança dos cidadãos e da comunidade, deveriam ser do Estado. A
    agricultura e a pecuária (garantido o acesso familiar à terra), a indústria
    de transformação, os serviços de turismo e de entretenimento, o comércio em
    geral talvez funcionassem melhor no regime da livre concorrência.
     
    Enfim, capitalismo de Estado e democracia não são situações antagônicas. Mas
    não há democracia real – e isso estamos vendo hoje – onde um por cento da
    população vive no fausto, enquanto o restante mal sobrevive, algumas poucas
    famílias do mundo dominam os bancos, e, mediante eles, os Estados e os
    recursos naturais do planeta.
     
    Fonte:
    http://www.maurosantayana.com/2012/02/davos-democracia-e-o-capitalismo-de.ht
    ml
     
     
     
    =============================================================================
    Tópico: ENC: envolvi] Nacionalização da banca JÁ!
    URL: http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/t/4137627c1b2f200c
    =============================================================================
     
    ---------- 1 de 3 ----------
    De: "Adriano Benayon" <abena...@gmail.com>
    Data: Feb 02 11:25AM -0200
    URL: http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/msg/525a0625eab28ac0
     
    À atenção do Gustavo,
     

     
    Você julga ser este tema interessante para ser discutido no blog?
     

     
    Abraço,
     

     
    Adriano
     

     
    De: Adriano Benayon [mailto:abena...@gmail.com]
    Enviada em: quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012 11:24
    Para: 'desenvolv...@googlegroups.com'
    Assunto: RES: envolvi] Nacionalização da banca JÁ!
     

     
    Prezado Marcello Barra,
     

     
    Grato pela transmissão desta informativa matéria sobre os juros da dívida
    pública, publicados no Estadão.
     

     
    Concordo com o nome que você deu ao assunto: “nacionalização da banca JÁ”.
     

     
    Isso deveria ser óbvio, mas não é percebido por todos, já que: 1) a essência
    das coisas geralmente não é mostrada nem pela mídia nem pelas escolas; 2) a
    maioria das pessoas não pára para examinar como as coisas ocorrem.
     

     
    De fato, só há autodeterminação em um País se o governo deste for realmente
    representativo dos interesses da sociedade e se, nesse caso, ele governar a
    moeda e o crédito.
     

     
    Não é o caso no Brasil, primeiro porque o Banco Central, embora público, é
    dirigido segundo os interesses dos grandes bancos privados que ele teria por
    missão controlar.
     

     
    Segundo porque predomina no setor um punhado de bancos, dos quais a maioria
    é privada e, em grande parte, pertencente a instituições estrangeiras, cuja
    participação é grande até mesmo no Banco do Brasil.
     

     
    Ora, a moeda é criada pelo Banco Central que “disciplina” também o crédito,
    e os bancos têm poder de criar crédito, e consequentemente suscitar a
    criação de moeda, através dos empréstimos que concedem. Esse crédito
    inventado nos computadores dos bancos se faz em múltiplos dos depósitos que
    recebem.
     

     
    Portanto, na realidade, os bancos operam com dinheiro dos depositantes e com
    dinheiro que o Banco Central emite e lhes repassa a juros muitíssimo
    inferiores aos que eles cobram de seus devedores. Estes trabalham com aquele
    dinheiro inventado e produzem, gerando dinheiro correspondente a produtos e
    serviços reais, que são a fonte dos recursos para pagar aos bancos as
    amortizações do principal e os juros dos empréstimos tomados.
     

     
    Desse modo, os bancos se cevam através da mágica de inventar dinheiro que a
    nada corresponde (fiat money) e depois receber dinheiro correspondente a
    trabalho e a capital reais.
     

     
    Pergunta-se: por que a sociedade tem de depositar seus salários ou receitas
    das empresas produtivas nos bancos, gerando, com esses recursos, os lucros
    dos bancos que, como se sabe, atingem no Brasil, centenas de bilhões de
    reais por ano?
     

     
    Isso lhes permite acumular capitais imensos e faz com que, por exemplo, um
    banco da oligarquia britânica, supostamente basco, o Santander, tenha, ano
    passado, enviado, de uma vez, ao exterior US$ 2 bilhões e que obtenha no
    Brasil 35% de seus lucros em todo o mundo. Isso sem praticamente nada ter
    investido no País, aquinhoado que foi com uma privatização aburda.
     

     
    Como se sabe também – ou se deveria saber – nas democracias representativas
    de modelo ocidental, o poder do dinheiro e da grande mídia, especialmente a
    televisiva, são determinantes nas eleições que colocam as autoridades
    governamentais em seus postos.
     

     
    É por isso que o poder dos reis (a não ser os que fazem parte da oligarquia
    financeira, como a monarquia britânica, líder das demais) acabou, entre os
    séculos XVI e XIX, na medida em que foram perdendo para os bancos privados o
    poder, antes exclusivo, de criar dinheiro, a não ser onde os bancos e fontes
    estatais de financiamento eram predominantes (caso da Alemanha no Século
    XIX, quando esse país se desenvolveu). Daí que algumas monarquias foram
    substituídas por oligarquias ainda mais tirânicas.
     

     
    Quando havia democracia nos EUA, os Estados não permitiam que os banqueiros
    do eixo City de Londres/Wall Street, N. York atuassem em suas áreas, a fim
    de que a poupança local não fosse apropriada por aqueles centros monetários
    mundiais. Todos os Estados tinham então bancos locais. Hoje nos EUA, há uma
    eminente advogada, Ellen Brown, que, com argumentos sólidos, sustenta a
    criação de bancos estatais e comunitários.
     

     
    Ela, inclusive, dá como exemplo o banco estatal de North Dakota, um dos
    raros espécimes desse tipo, o qual, justamente por isso, é um dos poucos
    bancos norte-americanos que não se envolveu nas alavancagens e derivativos
    causadores da crítica situação que os levou a ser socorridos pelo FED e pelo
    Tesouro dos EUA.
     

     
    Essas duas instituições estão totalmente a serviço dos grandes banqueiros do
    eixo Londres/Nova York, em grande detrimento da sociedade norte-americana,
    que sofre devastadores efeitos da grande depressão econômica, causada pelo
    caos financeiro produzido por aqueles bancos.
     

     
    Lá se está fazendo algo parecido com o que ocorre no Brasil (embora aqui a
    coisa,
     
    como de costume, é mais braba, pois os juros aqui são muito mais altos), a
    saber: o FED concede dinheiro a custo zero aos grandes bancos privados para
    que estes cubram os rombos gerados por suas falcatruas, e estes aplicam esse
    dinheiro em títulos do Tesouro dos EUA, recebendo juros). Esse dinheiro não
    flui para a economia, que segue

     

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