envolvi] E-mail de compilação para desenvolvimentistas@googlegroups.com - 19 mensagens em 18 tópicos

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desenvolv...@googlegroups.com

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Feb 14, 2012, 4:04:36 AM2/14/12
to Destinatários de e-mail de compilação

Grupo: http://groups.google.com/group/desenvolvimentistas/topics

    clipping-d...@googlegroups.com Feb 14 01:38AM  

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    Resumo do tópico de hoje
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    Grupo: clipping-d...@googlegroups.com
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/topics
     
    - FORUM PERMANENTE TVC O governo diz e a gente finge que acredita!Descrimacao aos deficientes fisiacos [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/7fc5bf65e5172446
    - [lalineadefuego] “HAY QUE ESTIPULAR MEDIDAS PARA DESALENTAR EL CONSUMO”. libro Tim Jackson [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/c04d99fb3a3f1ec0
     
     
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    Tópico: FORUM PERMANENTE TVC O governo diz e a gente finge que acredita!Descrimacao aos deficientes fisiacos
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/7fc5bf65e5172446
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    ---------- 1 de 1 ----------
    De: Laercio Reporter <laercio...@hotmail.com>
    Data: Feb 13 08:24PM -0300
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/c342ccb086748182
     
    ANCINE DIZ QUE NAO ESTA NEM AI PARA DEFICIENTE FISICO E QUE COMO A LEI 12845/20110 nao fala nada eles nao vao fazer nada para incluir na norma a inclusao.Laercioreporter chama atencao do representantes e diz que a acessibildade pode nao ser uma obrigacao d lei mais e uma obrigacao social garantida pela constituicao federal e lei editada por Lula . Percebi que a audiencia publica nao passou de um evento so para validar a minuta. Joao Brand do intervozes participou e teve uma otima participacao.
     
     
    From: laercio...@hotmail.com
    To: televisa...@yahoogrupos.com.br; conferencia...@listas.internetlivre.org; 3se...@yahoogrupos.com.br
    Date: Wed, 8 Feb 2012 15:20:05 -0300
    Subject: [conferencia.comunicacao] A manipulação da agencia Ancine e Anatel para aprovar marcos regulatórios
     
     
     
     
     
     
     
     
     
    Exemplo: Em reunião da Diretoria Colegiada da ANCINE realizada na terça-feira, 17, foi aprovada a Minuta de Instrução Normativa geral que regulamentará dispositivos da Lei 12.485/2011 relativos à Comunicação Audiovisual no Serviço de Acesso Condicionado – SeAC, substituto dos atuais serviços de TV Paga.
    O texto entrou em Consulta Pública na quinta-feira, 19, e permanecerá aberto a contribuições até 3 de março. Ele também será enviado ao Senado, para que seja avaliado pelo Conselho de Comunicação Social.

    NOTA: Como não existe o conselho de Comunicação Social do Congresso a lei passa sem o crivo do congresso.

    Com isso o poder executivo faz e acontece e aproveita as valas da lei para burla o que determina a constituição Federal sobre a competencia do Congresso Nacional...

    Cade o organização do nosso congresso, porque não criaram o conselho Social de Comunicação?

    Laercioreporter -Drt 048/Lutando pela democratização da comunicação.
     

     
    _______________________________________________
    Conferencia.comunicacao mailing list
    Conferencia...@listas.internetlivre.org
    http://listas.internetlivre.org/listinfo.cgi/conferencia.comunicacao-internetlivre.org
     
     
     
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    Tópico: [lalineadefuego] “HAY QUE ESTIPULAR MEDIDAS PARA DESALENTAR EL CONSUMO”. libro Tim Jackson
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/c04d99fb3a3f1ec0
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    ---------- 1 de 1 ----------
    De: Ana Santanna <anapai...@gmail.com>
    Data: Feb 12 12:18AM -0200
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/571d91234ae64432
     
    *Tim Jackson, profesor de desarrollo sostenible en la Universidad de Surrey*
    *“HAY QUE ESTIPULAR MEDIDAS PARA DESALENTAR EL CONSUMO”*
    Victor-M Amela, Ima Sanchís, Lluís Amiguet. La Vanguardia
    <www.lavanguardia.com>
    *Un raro en el reino*
    Como comisionado de Economía del Gobierno británico, Jackson presentó a
    Gordon Brown un informe (2009) para la reunión convocada con los líderes del
    G-20. El informe proponía una economía estable, sin crecimiento, que evite
    tanto el colapso financiero como el ecológico. Ningún líder se lo miró,
    pero fue el informe más descargado entre analistas financieros.....
    LEER TODO:
    http://lalineadefuego.info/2012/02/11/hay-que-estipular-medidas-para-desalentar-el-consumo-libro-de-tim-jackson/
     
     
    *LA “REVOLUCIÓN CIUDADANA” DE CORREA, NO ES
    MÁS QUE UNA MARCA PUBLICITARIA.*
    Ramiro Vinueza. Periodico Opcion
    Mucho se habla en estos días de revolución, el término ha sido usado para
    describir hechos ciertamente trascendentes como los levantamientos
    populares de
    Túnez y Egipto o para describir el movimiento de los indignados en España,
    pero que, sin embargo, no son una revolución. Son hechos que pueden dar
    origen
    a un proceso revolucionario, pero eso aún no es una revolución.....
    LEER TODO:
    http://lalineadefuego.info/2012/02/11/la-revolucion-ciudadana-de-correa-no-es-mas-que-una-marca-publicitaria-por-ramiro-vinueza/
     
     
    *REFORMAS ELECTORALES: ENTREVISTA FRANCISCO CEVALLOS*
    DE RUPTURA ‘EL PLURALISMO, BASE DE LA DEMOCRACIA’*
    Diario El Comercio <www.elcomercio.com>
    Su punto de vista. Las reformas electorales que ya entraron en vigencia solo
    tienden a concentrar poder para el modelo autoritario del Gobierno.
    ¿Qué consecuencias traerá, en su criterio, las reformas electorales que ya
    fueron publicadas ayer en el Registro Oficial?
    En términos democráticos es un retroceso. Las fórmulas a aplicar restringen
    la representación de las minorías. Un sistema democrático no puede solo
    representar a las llamadas mayorías......
    LEER TODO:
    http://lalineadefuego.info/2012/02/11/el-pluralismo-base-de-la-democracia-entrevista-francisco-cevallos-de-ruptura/
     
     
     
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    "Carlos Ferreira" <ferre...@oi.com.br> Feb 13 09:08PM -0200  

    Abs,
     
    Carlos
     

     

     
     
    <http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-plano-brasil-maior-por-mauro-borges-lemos> O Plano Brasil Maior, por Mauro Borges Lemos
     
     
    Enviado por luisnassif, seg, 13/02/2012 - 14:41
     
    Por Chico Pedro
     
    Comentário do post " <http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-partido-industrial-por-renato-janine-ribeiro#comment-787218> O partido industrial, por Renato Janine Ribeiro"
     
    Copio abaixo informações prestadas pelo professor Mauro Borges Lemos - UFMG/CEDEPLAR - sobre o Plano Brasil Maior.
     
    ---
     
    O objetivo estratégico do Plano Brasil Maior é promover um salto na produtividade do trabalho da indústria e da rede de serviços para produção. Parte do diagnóstico de que o padrão de crescimento extensivo da produtividade, baseado em tecnologias dominadas, mão de obra de baixa qualificação e presença ativa do Estado na produção, se esgotou.
     
    Os novos parâmetros mundiais exigem investimento em pesquisa e desenvolvimento, força de trabalho qualificada e estruturas corporativas flexíveis. A economia do conhecimento requer uma política industrial que conduza o país a um crescimento da produtividade, ancorado no uso intensivo da tecnologia. Para tanto, o Brasil Maior tem como foco o adensamento de cadeias produtivas, que exige inovação e qualificação profissional.
     
    p>Passados seis meses do seu lançamento, 17 das 36 medidas anunciadas já estão em operação, enquanto 16 estão em fase avançada de implementação. Desoneração da folha de pagamento, devolução de créditos a exportadores, criação e ampliação de linhas de financiamento e melhorias no marco legal da inovação são alguns dos avanços obtidos. Porém, muito ainda está por vir. Com o pleno funcionamento dos 19 Comitês Executivos e Conselhos de Competitividade Setoriais, serão construídas agendas estratégicas que sustentarão novos programas de apoio à competitividade. Além disso, as nove coordenações sistêmicas detalharão propostas que nortearão ações em favor do desenvolvimento industrial.
     
    Desde o princípio, o plano foi alvo de críticas que condenam seu conteúdo protecionista. Exemplos citados são a desvalorização do câmbio via “subsídio tributário”, margens de preferência para fornecedores nacionais em compras públicas, exigência de conteúdo local para financiamento e equalizações de juros. Segundo os críticos, essa alocação de recursos favoreceria produtores ineficientes, gerando impactos negativos sobre a produtividade. Um corolário da crítica é que o plano nada mais seria que a reedição da política de substituição de importações do passado. Mas, afinal, uma política industrial ainda faz sentido? Se os mercados, ainda que imperfeitos, operam eficientemente via sistema de preços, por que desorganizá-los com intervenções setoriais inadequadas?
     
    A experiência chinesa dá uma boa pista para afirmar a atualidade da política industrial. Cinco são as razões fundamentais: 1) a integração produtiva e financeira evidenciou os limites dos mercados globais, fragilizados pelas políticas econômicas dos países hegemônicos; 2) os acordos na OMC são frágeis para garantir o livre comércio e controlar a propriedade intelectual; 3) a falta de regulação do sistema financeiro mundial incita o protecionismo cambial; 4) políticas de pleno emprego e segurança nacional induzem à defesa da produção nacional; 5) oportunidades tecnológicas são janelas que se abrem por curto espaço de tempo, de modo que se busca explorá-las por meio de múltiplos instrumentos.
     
    Políticas em educação e áreas tecnológicas estratégicas não são novidade na história de construção da competitividade das nações, remontando a experiências de industrialização do século 19 e chegando aos recentes modelos de substituição de importações de países asiáticos. A diferença das políticas atuais é o contexto do capitalismo contemporâneo, com forte integração financeira e produtiva global. Evidências históricas mostram que os benefícios de longo prazo de uma política baseada em ganhos de produtividade são mais elevados que seus custos de curto prazo. Os argumentos de viés liberal contrários à política industrial não resistem, portanto, às evidências históricas.
     
    No caso dos críticos favoráveis a uma política industrial nos moldes do Brasil Maior, os argumentos mais contundentes são ajustes macroeconômicos, para “acertar” juros e câmbio e aumentar a competitividade da indústria; ausência de medidas para enfrentar problemas de competitividade sistêmica; e falta de visão estratégica (medidas de curto prazo com efeitos contraditórios).
     
    A apreciação do real frente às moedas de circulação mundial – resultante de juros reais elevados, do esforço de estabilização monetária, dos termos de troca favoráveis das commodities e da atração de capitais motivada pelo vigor do mercado interno – é fator de forte restrição competitiva. Porém, ainda que o ajuste cambial seja desejável, parte importante da apreciação é fruto do próprio sucesso da política macroeconômica.
     
    Infelizmente, fatores sistêmicos de apoio à competitividade não sofreram alterações radicais na última década. A retomada do investimento público, especialmente com o PAC, foi fundamental para sustentar taxas mais elevadas de crescimento, porém insuficiente para alterar a participação relativa do investimento em infraestrutura no PIB, considerando o ciclo de expansão iniciado em 2004. Isso porque o equacionamento do déficit histórico requereria crescimento da infraestrutura em ritmo superior ao do produto. Os esforços de coordenação macroeconômica, do PAC e da política industrial gerarão resultados ao longo do tempo.
     
    A crítica de que o plano carece de visão estratégica tampouco se sustenta. Tomar como base para essa conclusão as medidas de lançamento demonstra um entendimento limitado da proposta. Essas medidas foram uma “bandeirada” e não o ponto de chegada. Uma análise dos documentos, metas, sistema de gestão e agendas sistêmicas e setoriais em construção revela aonde se quer chegar. São mais de 500 pessoas mobilizadas para construir e executar a agenda estratégica sob a supervisão do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial, composto por ministros, empresários e trabalhadores.
     
    Trata-se de uma gestão sofisticada e de apostas consistentes para a indústria nacional alcançar um novo padrão de crescimento da produtividade, baseado na inovação e no desenvolvimento tecnológico. Esses são os desafios da era do conhecimento.
     

     
    _____
     
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    clipping-d...@googlegroups.com Feb 13 10:52PM  

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    Resumo do tópico de hoje
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    Grupo: clipping-d...@googlegroups.com
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/topics
     
    - FORUM PERMANENTE TVC Revista Veja manipula informação [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/db4f93192515270a
    - FORUM PERMANENTE TVC Enc: Convite Medalha e Diploma do Mérito Aloísio Magalhães ao Clube Carnavalesco Vassourinhas [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/72316ac9aa432c55
    - FORUM PERMANENTE TVC Re: [AMS] ENC: 16 anos de prisão aos barões do amianto [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/b6d796dfd6c5d4e4
    - A "Concessão" dos aeroportos [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/4b8e87032bc3c923
    - FORUM PERMANENTE TVC Como lucrar com uma máquina de espionagem [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/a5f3276e2cbec97f
    - Continúa la polémica entre Ricardo Salgado y Maximiliano Fuentes [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/2369403b37b4856a
    - BRASIL! BRASIL!: Seg 13/02/12 11:19 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/a99416d800d77e37
    - Notícias do Vermelho: Seg 13/02/12 10:01 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/6dadd761c7e036ac
    - "Correio do Brasil": Notícias do CdB em destaque nesta Segunda-Feira, 13/02/12 03:01 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/d5b63d14b84b69ef
    - VEJA / A privatização decola...(mas vai dar m..., como diria o Chico Buarque...) [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/8a8bba11e4419bbf
    - POR QUE EXISTE A DIREITA? [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/e2990f8ac21c39e8
    - As empresas petrolíferas ocident: Seg 13/02/12 07:52 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/ccda25ee37948f4b
    - : Seg 13/02/12 08:39: Globo é expulsa das ruas... Muito bom, os bombeiros [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/ee9476af41523d19
    - [ PAZ con DIGNIDAD ] La independencia, condición primera para el desarrollo, afirmó Chávez [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/95244ba1e27c4ddb
    - INVITACION al ENCUENTRO Internacional de Derechos Humanos en Solidaridad con Honduras + BOLETIN [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/5848fc1e3863ed91
    - Para que você não se deixe cegar pelas cortinas de fumaça do sistema [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/a8b7162e38dfa0ba
    - Revista Veja manipula informação para atingir o Gilberto Carvalho – veja aqui [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/a28881c626ecb188
    - [ PAZ con DIGNIDAD ] GRECIA : El KKE colgó una nueva manta desde la Acrópolis con el lema :¡Abajo la dictadura de los monopolios-de la UE! [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/56df3913c5bd0923
    - [Minha Mosca] Notícias do Dia 13/02/2012 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/3ee95d88bea233a7
    - [Newsletternomade] Exploração 2.0 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/9b85c582edbd557d
    - FORUM PERMANENTE TVC Coluna Arrumadinho - Jornal O Jabá, edição de Fevereiro/2012. [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/70829f32772b3126
    - RES: FORUM PERMANENTE TVC FW: Esta é para refletir bem sobre os governos [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/d6ee46118892b912
    - [tribuna_da_internet] Resumo 5859 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/e4598ef595d88726
    - Clipping : E-mail de compilação para clipping-...@googlegroups.com - 14 mensagens em 14 tópicos [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/2ef6719b08cb1905
    - La pupila insomne en 12 de febrerode 2012 - 23:10 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/31aa1f5252e8677e
     
     
    =============================================================================
    Tópico: FORUM PERMANENTE TVC Revista Veja manipula informação
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/db4f93192515270a
    =============================================================================
     
    ---------- 1 de 1 ----------
    De: "MVM<==>News" <mvmei...@uol.com.br>
    Data: Feb 13 10:27AM -0200
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/b9276b8493d3a34b
     
    De: Augusto Da Fonseca
    De: Rede Castorphoto
    De: Grupo Beatrice
     
    Sent: segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
     
     
     
    Revista Veja manipula informação para atingir o Gilberto Carvalho – veja aqui
     
     

    Veja manipula! http://festivaldebesteirasnaimprensa.files.wordpress.com/2012/02/manipulac3a7c3a3o-da-veja.jpg
    A matéria de capa da Veja é daquelas que tenta – usando todos os artifícios possíveis – construir situações que sirvam para desgastar o governo Dilma.
    A historinha, que tentarei demonstrar fortemente manipulada, é que uma mulher teria se infiltrado nos instestinos do governo para facilitar a corrupção.
    Na verdade, a mulher (Christiane Araujo) era do esquema Durval Barbosa, o tal que comandava o esquema de corrupção, que levou o ex-governador do DEM José Arruda à prisão e à renúncia.
    A Veja pretende demonstrar que o Gilberto Carvalho teria se comprometido a convencer o Lula a nomear o procurador Leonardo Bandarra (que estava ligado também ao esquema Durval/Arruda) e, portanto, poderia ter alguma coisa a ver com esse esquema.
    Como prova mostra emails que fotografei e mostro no início deste post.
    A Veja tenta mostrar a seguinte sequência:
    1. A Christiane pede o apoio do Gilberto para convencer o Lula a indicar o Bandarra
    2. O Gilberto se compromete a levar o assunto ao presidente Lula
    3. A Christiane agradece a atenção do Gilberto
    4. O Gilberto diz que ficou satisfeito com a nomeação
    Agora, prestem atenção nas datas e horários dos emails e constatem a manipulação da Veja
    O email em que a Christiane pede o apoio é posterior ao que Gilberto diz que levará o assunto ao presidente, o que mostra que a sequência da Veja é manipulação pura.
    Assim, a sequencia correta é a seguinte:
    1. O Gilberto se compromete a levar algum assunto (não se sabe qual) ao presidente Lula – dia 25/6/2008, às 18:00
    2. A Christiane pede o apoio do Gilberto para convencer o Lula a indicar o Bandarra – dia 25/6/2008, às 21:53
    3. O Gilberto não responde a esse pleito – se tivesse respondido, a Veja apresentaria esse email
    4. A Christiane agradece a atenção do Gilberto, sem especificar do que se tratava – 8/7/2008
    5. O Gilberto, cortesmente, diz que ficou satisfeito com a nomeação – 15/7/2008
    Ou seja, se vc excluir a manipulação da Veja, não sobra indício algum de esquema para facilitar a máfia do Arruda e do DEM, a não ser a palavra de alguém que está respondendo a processos referentes à Máfia dos Sanguessugas e era ligada ao esquema do Durval Barbosa.
    Lamentável o jornalismo da Veja!
    *
     
    De: http://festivaldebesteirasnaimprensa.wordpress.com/2012/02/13/veja-manipula-informacao-para-atingir-o-gilberto-carvalho-veja-aqui/
     
     
     
    =============================================================================
    Tópico: FORUM PERMANENTE TVC Enc: Convite Medalha e Diploma do Mérito Aloísio Magalhães ao Clube Carnavalesco Vassourinhas
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/72316ac9aa432c55
    =============================================================================
     
    ---------- 1 de 1 ----------
    De: Marcelo Santa Cruz <adv.marcel...@yahoo.com.br>
    Data: Feb 13 05:39AM -0800
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/4910fa303a5683f9
     
    Marcelo Santa Cruz
     
    Fone:(81) 9971.0147 / 9705.6538
     
    Blog: www.marcelosantacruzpt.blogspot.com
     
    Twitter : @marcelo_stacruz
     
    Siga-me: facebook e orkut
     
     
    --- Em seg, 13/2/12, Marcelo Santa Cruz <adv.marcel...@yahoo.com.br> escreveu:
     
     
    De: Marcelo Santa Cruz <adv.marcel...@yahoo.com.br>
    Assunto: Convite Medalha e Diploma do Mérito Aloísio Magalhães ao Clube Carnavalesco Vassourinhas
    Para: "marcelo santa cruz" <adv.marcel...@yahoo.com.br>
    Data: Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012, 10:46
     
     
     
     
     
     
    CONVITE
     
     
              O VEREADOR MARCELO SANTA CRUZ (PT), CONVIDA PARA SESSÃO SOLENE DE ENTREGA MEDALHA  E DIPLOMA DO MÉRITO ALOSÍO MAGALHÃES AO CLUBE CARNAVALESCO MISTO VASSOURINHAS DE OLINDA.                                               
     
     
    Data: 14 de Fevereiro de 2012(terça-feira)
    Horário: ás 19:00 horas
    Local: Plenário da Câmara Municipal de Olinda
    Rua. 15 DE NOVEMBRO,93, Varadouro, Olinda-PE
     
     
    Contato: (081)34945544/34391966 – R. 243
    Email: gabmarcel...@yahoo.com.br
     
     
     
     
    Marcelo Santa Cruz
     
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    Tópico: FORUM PERMANENTE TVC Re: [AMS] ENC: 16 anos de prisão aos barões do amianto
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/b6d796dfd6c5d4e4
    =============================================================================
     
    ---------- 1 de 1 ----------
    De: zoraide vilasboas <ass...@gmail.com>
    Data: Feb 13 05:36PM -0200
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/bcf26b995faefdf4
     
    Ex-diretores da Eternit condenados por uso de amianto
     
    (AFP) – Há 3 horas
     
    TURIM, Itália — O tribunal de Justiça de Turim (norte da Itália) condenou
    nesta segunda-feira a 16 anos de prisão dois ex-diretores da multinacional
    Eternit por terem causado a morte de 3.000 pessoas com o uso do amianto em
    seus materiais de construção.
     
    O julgamento foi considerado "histórico" e a sentença, recebida com gritos,
    aplausos e choro, tanto por familiares das vítimas, que pediam justiça há
    anos, quanto pela condenação exemplar de ex-executivos da empresa, de alto
    escalão.
     
    O ex-proprietário do grupo, o bilionário suíço Stephan Schmidheiny, de 65
    anos, e o ex-acionista belga, o barão Jean-Louis Marie Ghislain de Cartier
    de Marchienne, de 91 anos, foram condenados por terem provocado de modo
    intencional uma catástrofe, além de terem violado regras de segurança em
    suas fábricas da Itália, que funcionaram de 1976 a 1986.
     
    Trata-se do maior julgamento organizado até agora pelo uso de amianto, um
    mineral fibroso - do qual faz parte o asbesto - um produto responsabilizado
    por entidades médicas internacionais de causar câncer e provocar uma
    elevada mortalidade.
     
    Seu uso foi proibido há anos em todos os países industrializados, embora
    ainda continue sendo utilizado em outras nações em desenvolvimento, quase
    todos da América Latina, entre elas o Brasil.
     
    A defesa negou a responsabilidade direta dos dois acusados, que nunca
    estiveram presentes às audiências, sendo condenados à revelia.
     
    O Ministério Público pediu a pena mais severa, isto é, de vinte anos,
    devido à gravidade do crime: as pessoas expostas ao amianto podem ficar
    doente muitas décadas depois.
     
    Tanto o barão belga quanto o bilionário suíço, mesmo sabendo que o amianto
    era perigoso, decidiram manter suas fábricas abertas sem preocupação de
    aconselhar aos empregados o uso de luvas e máscaras, como primeira medida
    de proteção, para evitar que milhares de pessoas contraíssem tumores nos
    pulmões e sofressem de asbestose - pneumoconiose produzida pela inalação de
    fibras de asbesto e que, além de ocasionar fibrose pulmonar, pode estar
    acompanhada de câncer brônquico - pela inalação do pó.
     
    O processo começou em dezembro de 2009 em Turim (norte) e reuniu mais de
    6.000 queixosos.
     
    "Foi uma sentença histórica, tanto pelos aspectos sociais quanto por seu
    caráter técnico-jurídico", comentou o ministro da Saúde italiano, Renato
    Balduzzi, destacando o apoio do Estado e das instituições italianas aos
    familiares das vítimas.
     
    "Trata-se de uma sentença equilibrada, agora é preciso ver se os condenados
    vão cumprir com suas obrigações", reagiu Sergio Bonetto, um dos advogados
    dos familiares, que teme a interposição de recursos legais impedindo o
    pagamento das indenizações estabelecidas.
     
    A sentença dispôs do pagamento de dezenas de milhões de euros, entre
    outros, à Asociação Medicina Democrática e a várias prefeituras, como a de
    Casale Monferrato, a cidade com o maior número de mortos.
     
    "Foi o maior julgamento realizado no mundo relacionado a um assunto de
    segurança no trabalho", admitiu o promotor Raffaele Guariniello, elogiado
    por associações e familiares.
     
    Uma enorme faixa com os dizeres "Eternit Justiça" foi colocada na sala de
    audiências, na qual estavam também representantes das vítimas de outros
    países, entre eles numerosos provenientes da França.
     
    "Trabalhávamos sem nenhuma proteção", recordou Piero Ferraris, filho de
    Evasio, que morreu de câncer, em 1988, aos 63 anos, depois de ter
    trabalhado na fábrica da Eternit de Casale Monferrato de 1946 a 1979.
     
    "Casale é uma cidade mártir, cheia de gente doente", comentou Remo Viotto,
    de 77 anos, que trabalhou por 32 anos como caminhoneiro da Eternit e luta
    há 18 anos contra um câncer.
     
    O amianto, usado durante décadas como material milagroso por sua
    resistência ao calor e ao fogo, foi proibido em toda a União Europeia em
    2005 quando entrou em vigor uma diretriz, em 1999, lutando-se, agora, por
    uma proibição mundial para pôr um ponto final a esse drama.
     
    Na América Latina, foi dado um primeiro passo em 2008, quando uma lei do
    Estado de São Paulo, que proibia o uso do amianto na região, foi
    considerada constitucional, apesar de um recurso apresentado por
    industriais, recordou Mauro de Azevedo Menezes, advogado da Associação
    brasileira de Vítimas (Abrea).
     
    -------------------------------------------
     
    *E a nossa grande guerreira, Fernanda Giannasi, Coordenadora da Rede
    Virtual-Cidadã pelo Banimento do Amianto na América Latina e fundadora da
    ABREA – Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto, **estava lá, em
    Turim, acompanhando este importante momento da luta mundial antiamianto.
    Parabens Fernanda e a todos que que estão envolvidos em prol desta causa no
    Brasil e no mundo.*
     
    *Zoraide Vilasboas *
     
     
     
     
    =============================================================================
    Tópico: A "Concessão" dos aeroportos
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/4b8e87032bc3c923
    =============================================================================
     
    ---------- 1 de 1 ----------
    De: "Mauricio David" <mauric...@terra.com.br>
    Data: Feb 13 05:07PM -0200
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/74d9e00baf66cbeb
     
    Repasso

     
    Dilma entendeu de cara, a fria em que estava entrando.
     
    Acompanhou o leilão em tempo real mas, em vez de comemorar os R$ 24,5 bilhões "angariados" - muito, mas muito mesmo a mais do que qualquer pessoa séria esperava que oferecessem pelo que estava à venda - saiu murmurando entre dentes:
     
    "Vocês sabem como é governo: faz uma etapa e tem de fazer todas as outras. Agora tem que fazer com que as

     

    "Márcio Oliveira" <gime...@gmail.com> Feb 13 08:24PM -0200  

    Gustavo,
    O que vc quer dizer com estatizar?
    Existem inúmeras possibilidades debaixo desse guarda-chuva, variando por
    setor no tempo e no espaço. Sem conseguirmos ser mais precisos não sairemos
    da etapa dos lamentos. É mais fácil tacar pedra do que construir algo
    coletivamente. Que tal começarmos a proposta de Plano Nacional de
    Desenvolmimento a partir da distinção por setor do que deve ser de execução
    estatal e privada, e em que condições, coniderando as atribuições
    federativas?
    Em 12/02/2012 16:44, "Gustavo" <gustavoa...@gmail.com> escreveu:

     

    gustavo santos <gustavoa...@gmail.com> Feb 13 05:47PM -0200  

    O partido industrial
     
    *Renato Janine Ribeiro *
     
    Há no Brasil um projeto político - sem partido - composto daqueles que se
    inquietam com a desindustrialização do país, ou melhor, com a redução da
    parte da indústria em nossa produção e exportações. Em meados do século 20,
    quando o subdesenvolvimento e seus males despertaram reflexões de alta
    qualidade, entendeu-se que, para saírem da miséria, os países mais pobres
    deveriam ir além da agricultura, pecuária e extração de minérios. A única
    forma de se desenvolverem seria agregando valor-trabalho a seus produtos.
    As mercadorias com baixa quantidade de riqueza gerada pelo homem acabam
    valendo menos. Mesmo a grande exceção dentre os produtos coletados, o
    petróleo - que, por sinal, começou a se tornar mais caro apenas na década
    de 1970 -, não é uma benção para as nações que o extraem. A grande exceção
    são os Estados Unidos, mas justamente porque sua produção de petróleo é
    apenas um item numa economia complexa e rica. Em outros lugares, o petróleo
    desestimula a geração de riquezas pelo trabalho humano. Mas, ficando no
    Brasil, entendeu-se que a solução de nossos males passava pela
    industrialização. É o que une Volta Redonda, construída ainda na ditadura
    Vargas, os projetos de JK na década de 1960, o planejamento de Celso
    Furtado e as grandes obras da ditadura militar.
     
    *Riqueza natural não basta para fazer rico um país*
     
    Contudo, os dois últimos presidentes da República, FHC e Lula, conviveram
    bem com o que desde a década de 1990 alguns chamaram de
    desindustrialização. Voltou a crescer, em nossa pauta de exportações, o que
    vem da terra: seja a riqueza mineral gerada ao longo de milhões de anos e
    que desaparece para sempre, seja o produto do campo, ora lavoura, ora
    pecuária. Na análise que a Cepal fazia das causas da pobreza, trata-se de
    produtos honrosos, mas que não permitiriam dar o salto para o
    desenvolvimento. É verdade que a agropecuária e a extração de minérios hoje
    têm uma qualidade nunca antes vista. Ciência e tecnologia estão embutidas
    nelas. Por outro lado, hoje não basta ter indústrias: há as de primeiro e
    de segundo time. Só as melhores representam um diferencial. O trabalho
    agora valorizado não é qualquer um - é, sobretudo, o intelectual. Ou seja,
    a diferença de nossos dias não é bem entre indústria e agricultura: é entre
    o uso da inteligência e o uso dos braços. Mesmo assim, o fato é que nas
    últimas décadas - por coincidência as mais estáveis de nossa história
    política, as que também mais contribuíram para a redução da miséria e da
    pobreza - nossa economia de exportação voltou a se constituir
    principalmente de produtos com pouca agregação de valor. Há, aí, pelo menos
    um paradoxo, e talvez um risco.
     
    Testemunhei um episódio dessa história quando jovem. Meu pai, Benedicto
    Ribeiro, jornalista econômico (ver José Venâncio de Resende, "Construtores
    do Jornalismo Econômico", 2005), trabalhava em 1967 com Horácio Coimbra,
    que presidia o Instituto Brasileiro do Café. Horácio, dono da Cia. Cacique
    de Café Solúvel, perdeu o cargo, vítima das pressões norte-americanas para
    que o Brasil não exportasse café solúvel, mas só em grão. Em plena vigência
    do Ato-5, o então deputado Helio Duque relatou esse caso em "A guerra do
    café solúvel" (1970). A simples transformação do café para solúvel,
    incluindo mais trabalho no valor do produto, já era um elemento de combate
    ao subdesenvolvimento.
     
    Temos economistas e políticos preocupados com essa redução da qualidade do
    que exportamos. Os nomes óbvios são Luiz Carlos Bresser-Pereira, que deixou
    o PSDB no ano passado (como revelou ao jornal *Valor*), e José Serra, que
    em sua carreira se empenhou na defesa da indústria. Contudo, este assunto
    hoje não é pauta de discussão política. Não tem destaque na maior parte dos
    jornais, nem na televisão aberta. Apenas devo lembrar, aqui, que não se
    trata exatamente de defender a indústria na exportação brasileira; é antes
    de mais nada entender que o país não pode depender tanto da exportação,
    digamos, de soja para alimentar o gado estrangeiro. É ótimo exportarmos
    esses produtos, mas não bastam. Ou seja, o que chamei de partido industrial
    não é bem um defensor só da indústria, ou de qualquer indústria: o que o
    incomoda é a hipercommoditização do que mandamos para fora, que nos deixa
    econômica e politicamente vulneráveis, e o que ele quer é agregar trabalho
    brasileiro para o país produzir mais riquezas. Mais ainda: pretende romper
    com a ideia do país "rico por natureza", quando riqueza é o que fazemos,
    com o trabalho e, cada vez mais, a inteligência.
     
    O problema é que esse partido da agregação do valor-trabalho não existe. Há
    economistas preocupados com o problema. Só que o assunto não vai à praça
    pública. Nem sei se Serra ainda lhe dá importância: na campanha, mal o
    mencionou. Pode ser tema impopular - é tão barato importar da China... Mas
    os pontos cruciais são dois: aparentemente, vemos aqui o calcanhar de
    Aquiles de nossa economia, que tem permitido uma redução drástica da
    pobreza; e, seguramente, é o assunto de que não se fala. Haverá políticos
    querendo trazer o assunto para o debate? Na verdade, o que chamei de
    partido industrial deveria ser conhecido como o "partido da inteligência
    como força produtiva". Talvez aí esteja o problema: ele se concentra demais
    no Ministério da Ciência, Tecnologia e, agora, Inovação. Poucos sabem dele.
    Mas é prioritário para nosso desenvolvimento. Não sei, a rigor, se ele tem
    que virar partido. Como os empreendedores de quem falei na coluna passada,
    talvez seja melhor que contaminem as diversas forças políticas. Mas tem que
    fazer-se presente no debate público.
     
    *Renato Janine Ribeiro é professor titular de ética e filosofia política na
    Universidade de São Paulo. Escreve às segundas-feiras*
     
    *E-mail; rja...@usp.br*

     

    gustavo santos <gustavoa...@gmail.com> Feb 13 05:30PM -0200  

    *Repasso*
     
    * *
     
    Dilma entendeu de cara, a fria em que estava entrando.****
     
    Acompanhou o leilão em tempo real mas, em vez de comemorar os R$ 24,5
    bilhões “angariados” – muito, mas muito mesmo a mais do que qualquer pessoa
    séria esperava que oferecessem pelo que estava à venda – saiu murmurando
    entre dentes:****
     
    “*Vocês sabem como é governo: faz uma etapa e tem de fazer todas as
    outras. Agora tem que fazer com que as outras etapas aconteçam*“.****
     
    Deve ter passado a noite em claro sonhando acordada com os instrumentos
    medievais de tortura que gostaria de usar em Wagner Bittencourt, o
    Secretário de Aviação Civil da Presidência da República que a enfiou nessa
    enrascada.****
     
    ** **
     
    *[image: http://fernaslm.files.wordpress.com/2012/02/aer8.jpg?w=480]*<http://fernaslm.files.wordpress.com/2012/02/aer8.jpg>
    ****
     
    São 30% dos passageiros e 57% da carga do transporte aéreo nacional
    entregues a uma empresa africana de credenciais duvidosas que ficou com
    nada mais nada menos que Guarulhos; um trambiqueiro argentino de extensa
    folha corrida que, muito adequadamente, ficou com Brasília; e uma
    operadorazinha francesa especializada em negociar com genocidas africanos
    que levou Viracopos.****
     
    Se os dois outros vencedores são duvidosos, o argentino que levou Brasília
    é explícito. Daqueles que não regula mixaria. “Pagou” nada menos que
    673,39% de ágio! R$ 4,5 bi pela outorga mais compromissos contratuais de R$
    2,8 bi de investimentos.****
     
    Andou fazendo coisa parecida na Argentina, onde opera aeroportozinhos
    regionais. Prometeu mundos e fundos. Quando as contas começaram a indicar
    que seria mais caro para o governo retomar os aeroportos que renegociar o
    contrato com o espertalhão, ele começou a cutucar o palácio.****
     
    ** **
     
    *[image: http://fernaslm.files.wordpress.com/2012/02/aer6.jpg?w=480]*<http://fernaslm.files.wordpress.com/2012/02/aer6.jpg>
    ****
     
    Tentou com Duhalde em 2003. Não conseguiu. Empurra daqui, empurra dali,
    acabou arrancando uma renegociação de Nestor Kirshner.****
     
    Em vez dos *royalties* anuais devidos (equivalentes às nossas prestações
    pela outorga), devolveu ao governo 15% das receitas, quaisquer que fossem
    elas. E evidentemente elas são muito menores do que os *royalties* devidos.
    Repactuou também os planos de investimentos e emitiu títulos para pagar com
    papéis o resto do que devia.****
     
    Ainda assim, continua devendo US$ 104 milhões para a Casa Rosada, segundo o
    jornal *Valor*. Como um tipo desses leva o aeroporto da capital do Brasil
    com a simples promessa de pagar quase sete vezes o que foi pedido pela
    concessão é coisa que o PT terá de explicar logo logo à Nação…****
     
    ** **
     
    ******
     
    Já Guarulhos, o maior aeroporto do país, fica para uma obscura companhia da
    África do Sul que se apresenta à frente dos – adivinhem? – fundos de pensão
    das estatais (leia-se, o próprio PT). Esse consórcio *Invepar* é da
    onipresente Previ, que tem 38% do capital, da Funcef e da Petros, seus
    fiéis escudeiros representando os funcionários da “nossa” Caixa e do
    “nosso” petróleo (o Brasil bem que merece!), e ainda da OAS (19,4%), aquela
    empreiteira da família do finado Antônio Carlos Magalhães que andou
    encolhendo desde que ele se foi deste mundo.****
     
    Pois é. O dinheiro tem o condão de enterrar ideologias…****
     
    O governo não esperava obter por Guarulhos mais que R$ 6 bi. Quando o
    leilão chegou aos R$ 12 bi, um *adviser* das companhias mais sérias e
    experientes do mundo na administração de aeroportos já garantia aos
    presentes que “*essa conta não fecha*“. Pois depois disso ela aumentou mais
    um terço. Foi a R$ 16,2 bi, mais R$ 4,6 bi em reformas contratuais para a
    Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016!****
     
    A receita total do aeroporto de Guarulhos calculada pelo governo para os 20
    anos da concessão é de R$ 17 bi, apenas 5% a mais do que os fundos do PT
    pagaram só pela outorga.****
     
    ** **
     
    ******
     
    As prestações por essa outorga, posto esse número, sobem a R$ 800 milhões
    por ano. Hoje o faturamento total de Guarulhos é de R$ 500 milhões…****
     
    Como fechar a conta se o contrato diz que as tarifas aeroportuárias não
    podem subir?****
     
    “*Com receitas não tarifárias como estacionamentos e restaurantes*“, diz
    candidamente Gustavo Rocha, presidente da Invepar . (E com financiamentos
    do BNDES, é claro).****
     
    Nada, enfim, como fazer contas com dinheiro “nosso”…****
     
    Ao fim e ao cabo, a proposta mais “pé no chão” foi a do endividado Grupo
    Triunfo com seus franceses misteriosos, que pagou “apenas” 159% de ágio por
    Viracopos. É o mesmo grupo que, em 2008, “levou” as rodovias Ayrton Senna e
    Carvalho Pinto, em São Paulo, mas acabou sendo desabilitado porque não
    conseguiu cumprir o que prometeu. Pelo menos ele devolveu o que não
    conseguiu pagar.****
     
    ** **
     
    *[image: http://fernaslm.files.wordpress.com/2012/02/aer5.jpg?w=480]*<http://fernaslm.files.wordpress.com/2012/02/aer5.jpg>
     
    **
     
     
     
    --
    Leia:
    www.desenvolvimentistas.com.br
     
    Visite São Bartolomeu – Distrito mais antigo de Ouro Preto
    http://saobartolomeu.com/

     

    ROGERIO LESSA BENEMOND <roger...@ig.com.br> Feb 13 04:16PM -0300  

    Oi Ceci,
    lamentavelmente, no Brasil essas notícias não costumam sair.
     
    Abs,
    Rogério
     
    2012/2/11 <ceci....@terra.com.br>
     

     

    fsiqueira fsiqueira <fsiq...@aepet.org.br> Feb 13 02:36PM -0300  

    Caros Jornalistas
    Fv inserir no aepet direto.
    Abraços
    Fernando
     
    ---------- Mensagem encaminhada ----------
    De: Imprensa - Aepet <jorna...@aepet.org.br>
    Data: 13 de fevereiro de 2012 13:47
    Assunto: Fwd: ARTIGO DE PEDRO SIMON
    Para: "fsiq...@aepet.org.br" <fsiq...@aepet.org.br>
     
     
    pode colcar no sepet direto/
     
    -------- Mensagem original -------- Assunto: ARTIGO DE PEDRO SIMON Data: Mon,
    13 Feb 2012 12:24:28 +0000 De: Imprensa Senador Pedro Simon
    <imprensa....@senado.gov.br> <imprensa....@senado.gov.br> Para:
    'impr...@imprensa.org.br'
    <impr...@imprensa.org.br><impr...@imprensa.org.br>
     
    *2012 e a corrupção*
     
    *Pedro Simon*
     
    *Folha de São Paulo – 12/02/2012*
     
    Depois de perder a chance, em 1995, de instalar uma CPI para identificar os
    corruptores, agora o Brasil tem uma nova oportunidade ****
     
    O ano de 2012 começou com uma vitória importante para a democracia no
    Brasil. ****
     
    O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a atribuição constitucional do
    Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de instaurar inquéritos, promover
    investigações e punir juízes. De fato, o país vive hoje um novo momento -um
    clichê cujo uso aqui é plenamente justificado. ****
     
    As manifestações contra a corrupção e a impunidade ocorridas no ano passado
    sacudiram uma aparente passividade dos brasileiros diante da apropriação
    privada do dinheiro público para o enriquecimento pessoal, para a obtenção
    de contratos com o governo ou para o financiamento de campanhas eleitorais.
    ****
     
    O povo levou sua indignação às ruas em jornadas convocadas de forma inédita
    pelas redes sociais, atraindo a atenção da opinião pública mundial para um
    país que avança também no plano institucional. ****
     
    Não existem corruptos sem que do outro lado do balcão atuem aqueles que
    corrompem, o reverso da moeda. Ainda não foi possível uma CPI com a
    finalidade de identificar e levar os corruptores à Justiça. Mas talvez o
    momento tenha chegado. ****
     
    O Congresso Nacional já esteve perto de instalar uma comissão de inquérito
    com esse objetivo. Foi em 1995, em sequência às então recém-concluídas CPIs
    do PC Farias (também denominada CPI do impeachment) e dos anões do
    Orçamento, cujo trabalho levou à cassação de mandatos de parlamentares
    acusados de manipular recursos públicos. ****
     
    Depois de cortar na própria carne, o parlamento adquirira a obrigação e a
    condição moral de levar adiante o trabalho. Mas não era o que pensava o
    governo, que inviabilizou a CPI ao determinar a retirada de assinaturas de
    parlamentares aliados. ****
     
    Corrupção não é privilégio do Brasil, "coisa nossa" e inerente à cultura
    brasileira. Existe em todos os lugares. Diversos países e governos no mundo
    enfrentam essa chaga. A diferença entre o Brasil e essas nações, contudo, é
    a impunidade que aqui vigora. De acordo com o senso popular, "aqui, só
    ladrão de galinha vai para a cadeia". Prisão é um transtorno poupado aos
    poderosos. ****
     
    Os brasileiros demonstram que não estão felizes com esse estado de coisas
    e, com a sua mobilização, impulsionam mudanças institucionais
    significativas e históricas. ****
     
    Um exemplo é a aprovação da Lei da Ficha Limpa, que veio para aperfeiçoar
    as eleições, exigindo dos candidatos o respeito à Constituição. O artigo
    14, parágrafo 9, estabelece que deve ser considerada a vida pregressa do
    candidato, "a fim de proteger a probidade administrativa e a moralidade
    para o exercício do mandato". ****
     
    A sociedade segue mobilizada e vigilante, consciente de que vem dando
    passos decisivos na construção de uma democracia verdadeira, transparente e
    de maior conteúdo social. ****
     
    Nessa jornada, a responsabilidade do Congresso Nacional é imensa, diante
    dos desafios que virão. Diferentemente de governos anteriores, a atual
    administração adota uma postura mais rigorosa diante de desvios éticos,
    permitindo-nos maior otimismo quanto ao futuro. ****
    ------------------------------
     
    *PEDRO SIMON*, 82, advogado, é senador da República pelo PMDB-RS. Foi líder
    do governo no Senado Federal (governo Itamar Franco), governador do Rio
    Grande do Sul (1987-91) e ministro da Agricultura (governo Sarney) ****
     
    ** **
     
    ** **
     
    *Luiz Fonseca*****
     
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    *imprensa....@senado.gov.br*****
     
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    ceci....@terra.com.br Feb 13 04:57PM  

    'Other news' es una iniciativa personal, que tiene el fin de
    proporcionar material que tendria que estar en los medios, y no esta
    por los criterios comerciales de la informacion. Esta abierta a
    recibir contribuciones de todos. Su area de trabajo es informar sobre
    temas globales, relaciones norte-sur, y gobernabilidad de la
    globalizacion. Roberto Savio //Reproducción prohibida, nota
    enviada a título informativo//
    Entrevista a Boaventura de Sousa Santos*
    Fernando Arellano Ortiz - Cronicon.net
    "El neoliberalismo facilitó el secuestro del derecho por las
    transnacionales, hasta el punto que la legalidad va a la par con la
    ilegalidad"
    Si bien el sistema imperante en el mundo no tiene respuestas a los
    requerimientos sociales, como consecuencia de la crueldad del
    neoliberalismo, las luchas y las protestas de movimientos como los
    Indignados y los Ocupa, llaman al "optimismo trágico", afirma el
    científico social portugués Boaventura de Sousa Santos, quien
    explica que en medio de las múltiples dificultades están surgiendo
    alternativas sustentadas en lo que denomina sicología de las
    emergencias y en los nuevos procesos de producción y de valoración
    de conocimientos válidos, científicos y no científicos que recoge
    en su teoría de la Epistemología del Sur.
    Los presupuestos de la Epistemología del Sur son la ecología de los
    saberes y la traducción intercultural que proyectan un pensamiento
    alternativo basándose en experiencias prácticas, en luchas sociales
    y en trabajos de campo en diversos rincones del mundo.
    La ecología de los saberes lo explica De Sousa Santos tanto en sus
    textos como en sus conferencias es "el diálogo horizontal entre
    conocimientos diversos, incluyendo el científico, pero también el
    campesino, el artístico, el indígena, el popular y otros tantos que
    son descartados por la cuadrícula académica tradicional". En tanto
    que la traducción intercultural es el procedimiento que posibilita
    crear entendimiento recíproco entre las diversas experiencias del
    mundo.
    De esta manera, señala, se pueden asimilar otras concepciones de
    vida productiva distintas a las del capitalismo reproducidas por la
    ciencia económica convencional, como por ejemplo el "swadeshi",
    estrategia formulada por el mahatma Gandhi que plantea la
    autosuficiencia económica y el autogobierno; o el "sumak kawsay", el
    concepto indígena del buen vivir incorporado en las constituciones de
    Ecuador y Bolivia y que significa reconocer y aprender de las
    sabidurías de los pueblos originarios que en América Latina han
    estado ligadas a la naturaleza y su buen aprovechamiento. Estas
    experiencias productivas se asientan en la sustentabilidad,
    solidaridad y reciprocidad.
    Al mismo tiempo, este sociólogo andariego e intelectual militante
    como se define, considera que buena parte del mundo, sobre todo
    Occidente, está entrando en un proceso postinstitucional por cuanto
    la política olvidó a los ciudadanos y ello se evidencia en su activa
    presencia en las calles y plazas que "aún no han sido colonizadas por
    las transnacionales".
    Plantea por ello la refundación del Estado, pero también de los
    partidos políticos, sobre todo de los de izquierda, para cambiar no
    solamente el modelo económico criminal que está acabando con el
    planeta, sino para organizar de una manera más humana la vida,
    elevando los niveles de participación democrática y respondiendo de
    manera satisfactoria los requerimientos y necesidades sociales. Es
    que, agrega, "los conceptos jurídicos y sociológicos tradicionales o
    eurocéntricos son ahora muy débiles para enfrenta la realidad social
    actual".
    Caso patético es la consecuencia funesta generada por el
    neoliberalismo y su afán de ganancia desaforada al haber superado el
    ámbito jurídico hasta el punto que hoy no es claro definir lo legal
    de lo ilegal. "Según los criterios de poder se determina la
    ilegalidad o legalidad", sostiene.
    Para ahondar sobre estos y otros temas de la conflictividad social
    del mundo, el Observatorio Sociopolítico Latinoamericano
    www.cronicon.net [1] entrevistó a Boaventura de Sousa Santos durante
    su última visita a Bogotá, invitado por la Facultad de Derecho de la
    Universidad de Los Andes que le hizo entrega de la distinción
    Sócrates por su aporte a la sociología jurídica, los derechos
    humanos y la transformación social.
    En desarrollo de este acto académico el profesor portugués dictó
    la conferencia "Para una teoría jurídica de los indignados" .
    De Sousa Santos, doctor en Sociología del Derecho de la Universidad
    de Yale y catedrático de la Universidad de Coímbra, es además
    director del Centro de Estudios Sociales de esta institución, así
    como profesor distinguido de la Universidad de Wisconsin-Madison y de
    diversos establecimientos académicos del mundo. Es uno de los
    científicos sociales e investigadores más importantes en el área de
    la sociología jurídica [2] y cumple un papel de activista desde el
    Foro Social Mundial. Sus múltiples libros, ensayos y artículos
    periodísticos son referentes del pensamiento alternativo por cuanto
    analiza con visión aguda y hasta autocrítica temas como la
    globalización, la sociología del derecho y del Estado, los
    movimientos sociales, la epistemología y la geopolítica.
    La irrupción de los Indignados, punto de partida del cambio social
    - No obstante que como bien usted ha señalado los movimientos
    espontáneos de los Indignados y de los Ocupa no tienen una
    articulación política, ¿en ellos se estaría gestando un sujeto
    político que presione los cambios socioeconómicos que requiere el
    mundo?
    - Yo estoy seguro que sí, considero que esto es un comienzo, un
    punto de partida, y por eso varios de los análisis que miran a los
    Indignados como algo que ya está consolidado están equivocados,
    porque por el contrario, me parece que este es un síntoma de las
    cosas malas que están ocurriendo en nuestras democracias y es un
    inicio de algo que no sabemos cómo va a continuar. Estos movimientos
    que son de jóvenes no tienen vinculación con los partidos políticos
    porque muchos de los partidos progresistas perdieron a la juventud, no
    de ahora sino de mucho tiempo atrás. Ahora mismo vengo de Brasil y
    una de las discusiones que tuve con los dirigentes del Partido de los
    Trabajadores (PT) fue cómo renovar el partido con la participación
    de los jóvenes.
    También tuve un encuentro de hip hop, con los jóvenes de las
    periferias que me acogieron y con quienes trabajé y escribí cosas
    que después musicalizaron. La revuelta y la rabia de la juventud se
    expresa en la cultura hip hop de los suburbios de las ciudades y el PT
    no sabe quiénes son ellos, no conocen que es hip hop, no saben qué
    es la cultura urbana de nuestros tiempos, entonces hay aquí una
    distancia entre los partidos políticos y sobre todo de izquierda, con
    los jóvenes. El segundo elemento que me parece muy importante es que
    nosotros en la política de izquierda y en la teoría crítica siempre
    nos preocupó la sociedad civil organizada, nos centramos mucho en la
    relación partidos-movimientos porque la izquierda eurocéntrica nace
    como un movimiento que luego se transforma en partido. Después los
    partidos se desconectaron, asumieron que tenían el monopolio de la
    representación de los intereses de clase o de grupos sociales y no
    atendieron los intereses de los movimientos, pero todo ha cambiado en
    los últimos treinta años sobre todo cuando los nuevos movimientos
    sociales que defienden los derechos humanos y ciudadanos, de las
    mujeres, los indígenas, de los campesinos, el derecho a la vivienda,
    etc., empezaron a tener una presencia muy fuerte frente a los viejos,
    como el movimiento obrero y los sindicatos. Pero además, los
    movimientos terminaron compitiendo con los partidos, y ese es el
    camino que hemos recorrido hasta ahora. El Foro Social Mundial de
    alguna manera es un síntoma de que los partidos ya no tenían el
    monopolio de la representación, y al contrario, se daba una gran
    prioridad a los movimientos sociales y así hemos pasado la década
    pasada.
    El fracaso de la Socialdemocracia
    - Y por eso la irrupción tan fuerte de los Ocupa y los Indignados...
     
    - Los movimientos de los Indignados y de los Ocupa lo que representan
    es algo nuevo, en el sentido de que nosotros en la teoría crítica y
    en la política de izquierda nos olvidamos mucho tiempo de que la gran
    mayoría de las personas no es militante de ningún partido ni se
    moviliza en movimientos sociales, consideramos que esta gente no es un
    actor político porque no se organiza para eso. Estos jóvenes han
    mostrado que hay momentos de definición y entonces surgen y se
    movilizan por cosas y causas que les merecen respeto, saliendo a la
    calle, arriesgando empleo, amigos y comodidades. En la izquierda no
    habíamos conocido cómo es esta dinámica y por esos estamos
    desarmados.
    La izquierda está totalmente desarmada porque estos movimientos, en
    su gran mayoría, están en contra de la política institucional y en
    rechazo a los partidos sin hacer distinción entre los de izquierda y
    derecha. Y esto es muy peligroso sobre todo para la izquierda, porque
    cuando no se hace la distinción sale favorecida la derecha que es la
    que domina nuestras sociedades, la política, la economía, los medios
    de comunicación, etc. Y esta crítica de no reconocer la distinción
    viene realmente de muchos errores institucionales de la izquierda en
    las últimas dos décadas, específicamente de la socialdemócrata que
    en Europa y en otros países adoptó lo que en Inglaterra se llamó la
    Tercera Vía impulsada por el Partido Laborista inglés que luego se
    propagó por otros continentes y que no fue otra cosa que aceptar el
    dogma del neoliberalismo. Con esto la izquierda socialdemócrata
    intentó que el neoliberalismo tuviera una fase humana mediante la
    aplicación de algunas políticas sociales, pero sustentada en el
    mercado y en la economía más que en el Estado.
    - Un modus vivendi dentro del capitalismo que permitiera minimizar
    los costos sociales, como lo ha denominado usted en uno de sus
    libros...
    - Exactamente. Lo que pasó es que esta izquierda socialdemócrata
    que pensaba que había una alternativa dentro del marco neoliberal
    fracasó. Porque de hecho como lo hemos visto claramente en Europa, no
    hay alternativa alguna dentro del neoliberalismo, y la izquierda que
    aceptó las recetas y las condicionalidades del Banco Mundial, del
    Fondo Monetario Internacional y de las agencias que comandan este
    modelo financiero, terminó desarmada y lo hemos visto en Portugal, en
    España, en Grecia, con la caída de los partidos socialistas y en
    Inglaterra con el Partido Laborista del exprimer ministro Gordon
    Brown. O sea, hubo un colapso de la izquierda socialdemócrata en
    Europa que nos hace pensar. En contraste, los partidos progresistas
    que están gobernando algunos países latinoamericanos como Brasil,
    Argentina, Bolivia, Ecuador, Uruguay y Venezuela no han aceptada las
    recetas neoliberales y están haciendo lo que podríamos denominar
    capitalismo de Estado. O sea, un control mucho más grande por parte
    del Estado de los recursos económicos.
    El enfoque económico de los gobiernos progresistas de América
    Latina
    - Usted lo ha definido como una socialdemocracia de nuevo tipo...
    - Sí, porque se pensaba que podían seguir con el estilo de la
    socialdemocracia europea que fue un proceso de compatibilizar
    democracia con capitalismo a través de grandes redistribuciones de
    riqueza universales, lo que se denominó derechos económicos y
    sociales, o Estado de bienestar, que se desarrolló en Europa más que
    en otro continente. Los países latinoamericanos sabían que quizá no
    sería posible impulsar este tipo de derechos sociales y económicos
    universales y por eso fueron por otro tipo de políticas sociales que
    se han concretado en la política de los bonos que no son muy
    distantes de lo que proponía el Banco Mundial, pero que están
    dirigidos y enfocados a sectores vulnerables de la población que en
    los diversos países se distribuyen con diferentes nombres. En Brasil:
    bolsa familia; en Bolivia; Juancito Pinto; en Argentina: asignación
    universal por hijo, etc. Son políticas selectivas que no se presentan
    como derecho social. Pueden ser eliminados si no hay condiciones pero
    sobre todo no cambian el modelo económico, no hacen una regulación
    del capitalismo y no permiten, por ejemplo, que las personas
    vulnerables salgan por sí mismas de la pobreza, ni cuentan con una
    política, excepto Brasil, para desarrollar formas de economía
    solidaria ni cooperativa que puedan organizar a esta gente de manera
    que tenga capacidad de generar ingresos, hacer microempresas y de esta
    manera deje de necesitar los bonos. Este, entonces, es el modelo de
    socialdemocracia latinoamericana que hasta ahora ha dado resultado
    porque coincidió con un periodo de valorización de las materias
    primas de este continente debido al gran avance de China, lo cual ha
    permitido que países que tenían déficits comerciales ahora tengan
    superávit como son los casos de Brasil y Argentina.
    - La socialdemocracia europea al poner en marcha políticas
    neoliberales traicionó su identidad ideológica y como dice el
    sociólogo argentino Atilio Borón, es mejor el original que la copia,
    por eso es dable que hayan retornado los gobiernos de derecha en el
    viejo continente que saben ejecutar de manera más drástica y sin
    ningún pudor el recetario del libre mercado, ¿no le parece?
    - Sí, sí, esa es nuestra lectura desde hace algún tiempo, nosotros
    criticamos este desvío de la socialdemocracia hace más de veinte
    años cuando todo esto empezó.
    - ¿Y la Tercera Vía formulada por el sociólogo inglés Anthony
    Giddens es una concepción de derecha?
    - Sí claro, la Tercera Vía fue iniciada en Australia, y Giddens
    como asesor de Tony Blair después la teorizó para desarrollarla en
    Inglaterra, aunque fue aplicada en otros países por partidos
    laboristas y socialdemócratas. Propugna porque hay que aceptar todos
    los criterios de competencia que el mercado determina para las
    agencias públicas. Plantea, por ejemplo, un mercado interno para los
    servicios de salud y educación, fomentado la competencia so pretexto
    de reducir los costos de esos servicios, abriendo el espacio para que
    el sector público no se distinga del sector privado. Su objetivo es
    la ganancia mediante el sistema contributivo de las personas y por eso
    se inventaron las tasas moderadoras y los copagos que los ciudadanos
    deben hacer para poder acceder a una cirugía o a una consulta
    médica.
    De esa manera, legitimó la entrada del capital privado en los
    servicios públicos, sobre todo en la salud, en la seguridad social,
    en la educación y en el sistema de pensiones. Esto a mi juicio fue lo
    que destruyó toda la socialdemocracia en Europa y es por eso que yo
    pienso que tiene que refundarse. Vamos a ver lo que va a pasar con el
    candidato presidencial socialista François Hollande en Francia. Pueda
    ser que la gente que está descontenta con la políticas de austeridad
    de Sarkozy le dé la victoria a Hollande, pero éste no tiene ningún
    programa alternativo que vaya más allá de las condicionalidades del
    Fondo Monetario Internacional y de la ortodoxia de los capitales
    financieros no regulados.
    El neoliberalismo que produjo la crisis está intentando "resolverla"
     
    - Si bien es evidente que el sistema capitalismo está en una grave
    crisis, sin embargo el hecho del retorno de gobiernos de derecha en
    los países europeos y la ortodoxia económica aplicada en Estados
    Unidos y en no pocos países de América Latina demuestran que hay un
    robustecimiento del

     

    Alexander Amorim <alexs...@yahoo.com.br> Feb 13 08:52AM -0800  

    Prezados amigos desenvolvimentistas,
     
    Informo que não temos mais recursos em caixa para quitação de despesas.
     
    Quem puder contribuir, os dados da conta são:
      
     
    Banco do Brasil 001
    agência 4296-x
    conta corrente 10042-0
    cpf  02653065665
     
     
    Um abraço,
    Alexander.

     

    Rodrigo Medeiros <medro...@gmail.com> Feb 13 11:32AM -0200  

    O partido industrial
     
    Do Valor Econômico<http://www.valor.com.br/politica/2527590/o-partido-industrial>
    :
     
    Há no Brasil um projeto político - sem partido - composto daqueles que se
    inquietam com a desindustrialização do país, ou melhor, com a redução da
    parte da indústria em nossa produção e exportações. Em meados do século 20,
    quando o subdesenvolvimento e seus males despertaram reflexões de alta
    qualidade, entendeu-se que, para saírem da miséria, os países mais pobres
    deveriam ir além da agricultura, pecuária e extração de minérios. A única
    forma de se desenvolverem seria agregando valor-trabalho a seus produtos.
    As mercadorias com baixa quantidade de riqueza gerada pelo homem acabam
    valendo menos. Mesmo a grande exceção dentre os produtos coletados, o
    petróleo - que, por sinal, começou a se tornar mais caro apenas na década
    de 1970 -, não é uma benção para as nações que o extraem. A grande exceção
    são os Estados Unidos, mas justamente porque sua produção de petróleo é
    apenas um item numa economia complexa e rica. Em outros lugares, o petróleo
    desestimula a geração de riquezas pelo trabalho humano. Mas, ficando no
    Brasil, entendeu-se que a solução de nossos males passava pela
    industrialização. É o que une Volta Redonda, construída ainda na ditadura
    Vargas, os projetos de JK na década de 1960, o planejamento de Celso
    Furtado e as grandes obras da ditadura militar.
     
    *Riqueza natural não basta para fazer rico um país*
     
    Contudo, os dois últimos presidentes da República, FHC e Lula, conviveram
    bem com o que desde a década de 1990 alguns chamaram de
    desindustrialização. Voltou a crescer, em nossa pauta de exportações, o que
    vem da terra: seja a riqueza mineral gerada ao longo de milhões de anos e
    que desaparece para sempre, seja o produto do campo, ora lavoura, ora
    pecuária. Na análise que a Cepal fazia das causas da pobreza, trata-se de
    produtos honrosos, mas que não permitiriam dar o salto para o
    desenvolvimento. É verdade que a agropecuária e a extração de minérios hoje
    têm uma qualidade nunca antes vista. Ciência e tecnologia estão embutidas
    nelas. Por outro lado, hoje não basta ter indústrias: há as de primeiro e
    de segundo time. Só as melhores representam um diferencial. O trabalho
    agora valorizado não é qualquer um - é, sobretudo, o intelectual. Ou seja,
    a diferença de nossos dias não é bem entre indústria e agricultura: é entre
    o uso da inteligência e o uso dos braços. Mesmo assim, o fato é que nas
    últimas décadas - por coincidência as mais estáveis de nossa história
    política, as que também mais contribuíram para a redução da miséria e da
    pobreza - nossa economia de exportação voltou a se constituir
    principalmente de produtos com pouca agregação de valor. Há, aí, pelo menos
    um paradoxo, e talvez um risco.
     
    Testemunhei um episódio dessa história quando jovem. Meu pai, Benedicto
    Ribeiro, jornalista econômico (ver José Venâncio de Resende, "Construtores
    do Jornalismo Econômico", 2005), trabalhava em 1967 com Horácio Coimbra,
    que presidia o Instituto Brasileiro do Café. Horácio, dono da Cia. Cacique
    de Café Solúvel, perdeu o cargo, vítima das pressões norte-americanas para
    que o Brasil não exportasse café solúvel, mas só em grão. Em plena vigência
    do Ato-5, o então deputado Helio Duque relatou esse caso em "A guerra do
    café solúvel" (1970). A simples transformação do café para solúvel,
    incluindo mais trabalho no valor do produto, já era um elemento de combate
    ao subdesenvolvimento.
     
    Temos economistas e políticos preocupados com essa redução da qualidade do
    que exportamos. Os nomes óbvios são Luiz Carlos Bresser-Pereira, que deixou
    o PSDB no ano passado (como revelou ao jornal *Valor*), e José Serra, que
    em sua carreira se empenhou na defesa da indústria. Contudo, este assunto
    hoje não é pauta de discussão política. Não tem destaque na maior parte dos
    jornais, nem na televisão aberta. Apenas devo lembrar, aqui, que não se
    trata exatamente de defender a indústria na exportação brasileira; é antes
    de mais nada entender que o país não pode depender tanto da exportação,
    digamos, de soja para alimentar o gado estrangeiro. É ótimo exportarmos
    esses produtos, mas não bastam. Ou seja, o que chamei de partido industrial
    não é bem um defensor só da indústria, ou de qualquer indústria: o que o
    incomoda é a hipercommoditização do que mandamos para fora, que nos deixa
    econômica e politicamente vulneráveis, e o que ele quer é agregar trabalho
    brasileiro para o país produzir mais riquezas. Mais ainda: pretende romper
    com a ideia do país "rico por natureza", quando riqueza é o que fazemos,
    com o trabalho e, cada vez mais, a inteligência.
     
    O problema é que esse partido da agregação do valor-trabalho não existe. Há
    economistas preocupados com o problema. Só que o assunto não vai à praça
    pública. Nem sei se Serra ainda lhe dá importância: na campanha, mal o
    mencionou. Pode ser tema impopular - é tão barato importar da China... Mas
    os pontos cruciais são dois: aparentemente, vemos aqui o calcanhar de
    Aquiles de nossa economia, que tem permitido uma redução drástica da
    pobreza; e, seguramente, é o assunto de que não se fala. Haverá políticos
    querendo trazer o assunto para o debate? Na verdade, o que chamei de
    partido industrial deveria ser conhecido como o "partido da inteligência
    como força produtiva". Talvez aí esteja o problema: ele se concentra demais
    no Ministério da Ciência, Tecnologia e, agora, Inovação. Poucos sabem dele.
    Mas é prioritário para nosso desenvolvimento. Não sei, a rigor, se ele tem
    que virar partido. Como os empreendedores de quem falei na coluna passada,
    talvez seja melhor que contaminem as diversas forças políticas. Mas tem que
    fazer-se presente no debate público.
     
    *Renato Janine Ribeiro é professor titular de ética e filosofia política na
    Universidade de São Paulo. Escreve às segundas-feiras*
     
    *E-mail; rja...@usp.br*

     

    "Roberto na UOL" <roberto...@uol.com.br> Feb 13 11:02AM -0200  

    Repasso
     

     
    Dilma entendeu de cara, a fria em que estava entrando.
     
    Acompanhou o leilão em tempo real mas, em vez de comemorar os R$ 24,5
    bilhões “angariados” – muito, mas muito mesmo a mais do que qualquer pessoa
    séria esperava que oferecessem pelo que estava à venda – saiu murmurando
    entre dentes:
     
    “Vocês sabem como é governo: faz uma etapa e tem de fazer todas as outras.
    Agora tem que fazer com que as outras etapas aconteçam“.
     
    Deve ter passado a noite em claro sonhando acordada com os instrumentos
    medievais de tortura que gostaria de usar em Wagner Bittencourt, o
    Secretário de Aviação Civil da Presidência da República que a enfiou nessa
    enrascada.
     

     
    <http://fernaslm.files.wordpress.com/2012/02/aer8.jpg>
    http://fernaslm.files.wordpress.com/2012/02/aer8.jpg?w=480
     
    São 30% dos passageiros e 57% da carga do transporte aéreo nacional
    entregues a uma empresa africana de credenciais duvidosas que ficou com nada
    mais nada menos que Guarulhos; um trambiqueiro argentino de extensa folha
    corrida que, muito adequadamente, ficou com Brasília; e uma operadorazinha
    francesa especializada em negociar com genocidas africanos que levou
    Viracopos.
     
    Se os dois outros vencedores são duvidosos, o argentino que levou Brasília é
    explícito. Daqueles que não regula mixaria. “Pagou” nada menos que 673,39%
    de ágio! R$ 4,5 bi pela outorga mais compromissos contratuais de R$ 2,8 bi
    de investimentos.
     
    Andou fazendo coisa parecida na Argentina, onde opera aeroportozinhos
    regionais. Prometeu mundos e fundos. Quando as contas começaram a indicar
    que seria mais caro para o governo retomar os aeroportos que renegociar o
    contrato com o espertalhão, ele começou a cutucar o palácio.
     

     
    <http://fernaslm.files.wordpress.com/2012/02/aer6.jpg>
    http://fernaslm.files.wordpress.com/2012/02/aer6.jpg?w=480
     
    Tentou com Duhalde em 2003. Não conseguiu. Empurra daqui, empurra dali,
    acabou arrancando uma renegociação de Nestor Kirshner.
     
    Em vez dos royalties anuais devidos (equivalentes às nossas prestações pela
    outorga), devolveu ao governo 15% das receitas, quaisquer que fossem elas. E
    evidentemente elas são muito menores do que os royalties devidos. Repactuou
    também os planos de investimentos e emitiu títulos para pagar com papéis o
    resto do que devia.
     
    Ainda assim, continua devendo US$ 104 milhões para a Casa Rosada, segundo o
    jornal Valor. Como um tipo desses leva o aeroporto da capital do Brasil com
    a simples promessa de pagar quase sete vezes o que foi pedido pela concessão
    é coisa que o PT terá de explicar logo logo à Nação…
     

     
    <http://fernaslm.files.wordpress.com/2012/02/aer4.jpg>
    http://fernaslm.files.wordpress.com/2012/02/aer4.jpg?w=480
     
    Já Guarulhos, o maior aeroporto do país, fica para uma obscura companhia da
    África do Sul que se apresenta à frente dos – adivinhem? – fundos de pensão
    das estatais (leia-se, o próprio PT). Esse consórcio Invepar é da
    onipresente Previ, que tem 38% do capital, da Funcef e da Petros, seus fiéis
    escudeiros representando os funcionários da “nossa” Caixa e do “nosso”
    petróleo (o Brasil bem que merece!), e ainda da OAS (19,4%), aquela
    empreiteira da família do finado Antônio Carlos Magalhães que andou
    encolhendo desde que ele se foi deste mundo.
     
    Pois é. O dinheiro tem o condão de enterrar ideologias…
     
    O governo não esperava obter por Guarulhos mais que R$ 6 bi. Quando o leilão
    chegou aos R$ 12 bi, um adviser das companhias mais sérias e experientes do
    mundo na administração de aeroportos já garantia aos presentes que “essa
    conta não fecha“. Pois depois disso ela aumentou mais um terço. Foi a R$
    16,2 bi, mais R$ 4,6 bi em reformas contratuais para a Copa de 2014 e a
    Olimpíada de 2016!
     
    A receita total do aeroporto de Guarulhos calculada pelo governo para os 20
    anos da concessão é de R$ 17 bi, apenas 5% a mais do que os fundos do PT
    pagaram só pela outorga.
     

     
    <http://fernaslm.files.wordpress.com/2012/02/aer2.jpg>
    http://fernaslm.files.wordpress.com/2012/02/aer2.jpg?w=480
     
    As prestações por essa outorga, posto esse número, sobem a R$ 800 milhões
    por ano. Hoje o faturamento total de Guarulhos é de R$ 500 milhões…
     
    Como fechar a conta se o contrato diz que as tarifas aeroportuárias não
    podem subir?
     
    “Com receitas não tarifárias como estacionamentos e restaurantes“, diz
    candidamente Gustavo Rocha, presidente da Invepar . (E com financiamentos do
    BNDES, é claro).
     
    Nada, enfim, como fazer contas com dinheiro “nosso”…
     
    Ao fim e ao cabo, a proposta mais “pé no chão” foi a do endividado Grupo
    Triunfo com seus franceses misteriosos, que pagou “apenas” 159% de ágio por
    Viracopos. É o mesmo grupo que, em 2008, “levou” as rodovias Ayrton Senna e
    Carvalho Pinto, em São Paulo, mas acabou sendo desabilitado porque não
    conseguiu cumprir o que prometeu. Pelo menos ele devolveu o que não
    conseguiu pagar.
     

     
    <http://fernaslm.files.wordpress.com/2012/02/aer5.jpg>
    http://fernaslm.files.wordpress.com/2012/02/aer5.jpg?w=480
     

     

     
    De: desenvolv...@googlegroups.com
    [mailto:desenvolv...@googlegroups.com] Em nome de Rodrigo Medeiros
    Enviada em: segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012 08:29
    Para: desenvolv...@googlegroups.com
    Assunto: envolvi] Maldição dos recursos naturais
     

     

     
    http://infopetro.wordpress.com/2012/02/13/maldicao-dos-recursos-naturais-ii-
    o-erro-de-comparar-alhos-com-bugalhos/
     

     

     
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