Clipping : E-mail de compilação para clipping-do-arthur@googlegroups.com - 17 mensagens em 17 tópicos

1 view
Skip to first unread message

clipping-...@googlegroups.com

unread,
Feb 21, 2012, 10:05:55 PM2/21/12
to Destinatários de e-mail de compilação

Grupo: http://groups.google.com/group/clipping-do-arthur/topics

    Samuel Gomes <professo...@gmail.com> Feb 22 12:29AM -0200  

    É correto, Flávio. Como diz a Procuradoria Geral da República, as
    concessionárias fazem suas escolhas livremente, o que resulta numa captura
    do interesse público pelo interesse privado. Sobre o assunto que você
    acertadamente traz, anexo um trabalho esclarecedor. Talvez caiba mesmo um
    parágrafo.
     
    Abraço.
     
    Samuwl
     
    Em 21 de fevereiro de 2012 23:41, Flavio Tavares de Lyra <
    > Notícias, Informações e Debates
    > sobre o Desenvolvimento do Brasil:
     
    > www.desenvolvimentistas.com.br
     
    --
     
     
     
     
    Samuel Gomes
    Mercosul - Parlasul
    +55 61 9909 3839 VIVO
    +55 61 8142 5359 TIM
    +55 61 9366 5346
    Skype: samuel_gomes_
    Facebook: Samuel Gomes
    Twitter: @_samuelgomes
     
    --
    Notícias, Informações e Debates
    sobre o Desenvolvimento do Brasil:
     
    www.desenvolvimentistas.com.br

     

    clipping-d...@googlegroups.com Feb 22 12:17AM  

    =============================================================================
    Resumo do tópico de hoje
    =============================================================================
     
    Grupo: clipping-d...@googlegroups.com
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/topics
     
    - FORUM PERMANENTE TVC A revolução não será televisionada - O golpe na Venezuela - Documentário - [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/325703ea75f05990
    - Prof. Michel Chussudpsky analisa o militanrismo do Governo do Estados unidos. Diario Info. Portugal, 20 de fev 12 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/7863494e1f39da94
    - A SEMANA COM CARNAVAL E TUDO – “AI QUE SAPUCA!” [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/87e5a23d7ffdb256
    - No sacrifício dos servidores mais uma de bandeja para o sistema financeiro [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/d8007c36ca88c8d1
    - A polícia espanhola brutaliza manifestantes estudantis em Valência: Ter 21/02/12 12:24 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/508d00414cd45367
    - BRASIL! BRASIL!: Ter 21/02/12 11:18 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/e10db608a7fa329b
    - Museu nos EUA cancela mostra com desenhos de crianças palestinas: Ter 21/02/12 17:53 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/117c993d541a9ef9
    - Blog do Planalto: Ter 21/02/12 17:43 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/d53727734cf2ad6e
    - Occupy e os repolhos da esquerda: Ter 21/02/12 12:49 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/e43b4d4044662071
    - FORUM PERMANENTE TVC CONSELHOS DE COMUNICAÇÃO Quem está censurando quem? Por Marlos Mello em 21/02/2012 na edição 682 [3 atualizações]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/cd7f71c30b2572c
    - FORUM PERMANENTE TVC Enc: ESTOU DE ACORDO E REPASSO - [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/7dcf47871b0f2ce0
    - FORUM PERMANENTE TVC PAINEL DA FOLHA DE HOJE EXPOE BRIGA DAS TVS COMUNITARIAS COM DILMA [2 atualizações]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/acb222e9eb66ad0a
    - FORUM PERMANENTE TVC IRANEWS: Jornalista morta na Líbia. Cadê a mídia? [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/36c675486c21aefd
    - FORUM PERMANENTE TVC PÁTRIA LATINA: Jornalista morta na Líbia. Cadê a mídia? [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/f41bc82d76322ca2
    - Paul Krugman critica estratégia de saída da crise (em economias deprimidas) em base a políticas de austeridade : são crenças ilusórias [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/de2a4c1791149c33
    - Anular o voto ou não [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/90531655577b0cee
    - O que há de errado no Carnaval ? [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/4d3dccfdc5eea930
    - Octopus: Ter 21/02/12 05:36 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/2d28ffb33a7c0b31
    - "Correio do Brasil" : Notícias do CdB em destaque nesta Terça-Feira, 21/02/12 03:03 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/5ef519a8d1c66c7d
    - Notícias do Vermelho: Ter 21/02/12 10:01 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/ce8ac7843503951e
    - CONSELHOS DECOMUNICAÇÃO Quemestá censurando quem? Por Marlos Mello em 20/02/2012 na edição 682: Ter 21/02/12 01:39 [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/286282b4aa32b9a1
    - VITAL AGENDA GLOBAL (Parte uno) [1 atualização]
    http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/4e4ad655e58a0bd5
     
     
    =============================================================================
    Tópico: FORUM PERMANENTE TVC A revolução não será televisionada - O golpe na Venezuela - Documentário -
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/325703ea75f05990
    =============================================================================
     
    ---------- 1 de 1 ----------
    De: "MVMeireles" <mvmei...@uol.com.br>
    Data: Feb 21 06:16PM -0200
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/7792cff8aecebbe
     
    Documentário histórico. Vale assistir e guardar.
     
     
    Sent: terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
     
    Subject: A revolução não será televisionada - O golpe na Venezuela
     
     
     
    A revolução não será televisionada - O golpe na Venezuela
     
     

     
     
     
    Em abril de 2002, na Venezuela, após uma série de ataques da mídia local, o presidente Hugo Chávez sofre um golpe e é sequestrado. Uma equipe de TV da Irlanda estava no país desde setembro de 2001, para realizar um documentário sobre o presidente e sua administração popular. Kim Bartley e Donnacha O’Briain, ao perceberem a movimentação política do país, registraram as manifestações, pró e contra, que culminaram no golpe. Esses registros, com imagens inclusive do interior do palácio, se tornaram o documentário “A Revolução não será televisionada”, lançado em 2003.
     
    A elite venezuelana estava insatisfeita com a administração de Chávez, pois essa reduziu as suas regalias. A mídia, principalmente televisiva, noticiava, mentirosamente, fatos contra o presidente, inclusive que Chavistas teriam assassinado várias pessoas em um protesto. Nos dias do golpe, foi divulgado que presidente renunciou, o que era mentira. A TV omitiu o fato de que Chávez não assinou a renúncia e que ele somente se entregou aos golpistas sob a ameaça de o palácio presidencial ser bombardeado por militares contrários ao regime Bolivariano. Naquele momento era impossível que a verdade chegasse ao povo, pois os canais que apoiavam Chávez sofreram sabotagem técnica e ficaram fora do ar. Assumiu, com o apoio da mídia e com toda a arrogância, Pedro Carmona, destituindo os poderes até então constituídos.
     
    Chama a atenção, também, uma transmissão de TV, nas primeiras horas pós-golpe, em que, imaginando já terem ganhado a “guerra”, uma pessoa agradece as cinco redes de TV comerciais, nome por nome, que ajudaram na conquista daquele “final feliz”, para as elites, claro. Quanto ao destino de Chávez e os movimentos populares em apoio ao presidente, as emissoras literalmente se calaram. Ao contrário, elas insistiam no sucesso do golpe a “vendiam” a imagem da paz a partir daquele momento.
     
    Porém, algumas pessoas tiveram acesso às notícias de outros países e descobriram que o que aconteceu de verdade, é que o presidente foi sequestrado. A informação logo se espalhou e o povo saiu em protesto até o palácio presidencial. Milhares de manifestantes pressionaram e, após uma reação dos militares Chavistas que guardavam o palácio, os golpistas foram presos. Em seguida, o canal estatal voltou ao ar e, como Chávez não chegou a assinar a renúncia, foi transmitida a posse do seu sucessor, segundo a Constituição Federal, o presidente da Câmara dos Deputados.
     
    O documentário aborda esses fatos com muita maestria. Ele mostra os acontecimentos de forma cronológica e aborda o poder manipulante da mídia, desmentindo as montagens e edições feitas nas filmagens da TV comercial. São apresentadas as declarações de jornalistas contra Chávez, que se provaram mentirosas. Claramente, fica demonstrada a relação da imprensa local com a elite econômica do país. “A revolução não será televisionada” usa, inclusive, ironia comparando o que os oposicionistas afirmavam, com a verdade. Percebe-se, com as declarações transmitidas pelas cinco redes comerciais, que Hugo Chávez não censurava a imprensa, pelo contrário, eram faladas coisas terríveis, agressivas e mentirosas.
     
    O vídeo incluiu entrevistas com a população, tanto favoráveis ao presidente, como contra. Essa abordagem das entrevistas, sem dúvidas, conferiu maior credibilidade ao documentário. É mostrada, também, uma cena que chega a ser cômica: A equipe de Carmona, antes arrogante, presa no interior do palácio Miraflores. Demonstrando os ideais obscuros dos golpistas, o documentário mostra o cofre do palácio esvaziado.
     
    Fica explicado no vídeo, porque Hugo Chávez passou a se preocupar com as comunicações, criando emissoras estatais e não renovando a concessão da RCTV (Comparativamente a Rede Globo da Venezuela, à época), após a apresentação da fala de seu Ministro do Desenvolvimento: “os adversários eram muito poderosos e não deu tempo... Não organizamos uma política de comunicações”. Em meio ao desânimo de sua equipe de governo, Chávez aparenta acreditar realmente que voltaria ao governo. A força do povo fez com que ele realmente voltasse ainda mais fortalecido.
     
    O documentário não é amplamente distribuído e foi exibido no Brasil pela TV Câmara.
    Ficha técnica
     
    Gênero: Documentário
    Data: 2003
    País: Irlanda
    Filmado e dirigido por: Kim Bartley e Donnacha O'Briain
    Produzido por: Power Picture associada à Agencia de Cinema da Irlanda.
    Edição: Angel H. Zoido
    Produtor Executivo: Rod Stonemann
    Produzido por: David Power
    Duração:74 minutos
     
    http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=MTui69j4XvQ#!
     
     
     
     
     
    Pesquisa no youtube
     
     
     
    De: http://contextolivre.blogspot.com/2012/02/revolucao-nao-sera-televisionada-o.html?spref=tw
     
     
     
    =============================================================================
    Tópico: Prof. Michel Chussudpsky analisa o militanrismo do Governo do Estados unidos. Diario Info. Portugal, 20 de fev 12
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/t/7863494e1f39da94
    =============================================================================
     
    ---------- 1 de 1 ----------
    De: Castor Filho <casto...@gmail.com>
    Data: Feb 21 09:43PM -0200
    URL: http://groups.google.com/group/clipping-de-esquerda/msg/c3f4de6fa9a0b327
     
    De: Vanderley
     
     
     
     
     
     
    *Entrevista*
     
    *Michel Chossudovsky: EUA são piores do que a inquisição espanhola*
    <http://www.patrialatina.com.br/fotos/20-02-2012_17_51_55_.jpg> **
     
     
    Presidente e diretor do Centro de Pesquisa em Globalização (Centre for
    Research on Globalization), Michel Chossudovsky conversou com o
    ODiário.Info sobre a discussão de uma possível terceira guerra mundial, de
    que fala no seu livro “Towards a World War III Scenario: The Dangers of
    Nuclear War”.
     
     
    *Por Sara Sanz Pinto* *
     
     
    Crítico da fortificação militar que os Estados Unidos estão construindo em
    torno da China, o professor canadiano da Universidade de Otava defende que
    a opinião pública é fundamental para evitar uma guerra nuclear.
     
    *ODiário.Info:** Diz no seu livro que a guerra com o Irã já começou e que
    os Estados Unidos estão apenas à espera de um rosto humano para lhe dar.
    Acredita que os objetivos políticos e geoestratégicos de Washington podem
    levar-nos a uma guerra nuclear com consequências para toda a humanidade?*
    *Michel Chossudovsky:* Não quero fazer previsões e ir além do que
    aconteceu. Tudo o que posso dizer, e tenho vindo a dizê-lo de forma
    repetida, é que a preparação para a guerra está a um nível muito elevado.
    Se será levada a cabo ou não é outro patamar, e ainda não o podemos
    afirmar. Esperemos que não. Mas temos de considerar seriamente o fato de
    que este destacamento de tropas é o maior da história mundial. Estamos
    assistindo o envio de forças navais, homens, sistemas de armamento de
    ponta, controlados através do comando estratégico norte-americano em Omaha,
    Nebrasca, e que envolve uma coordenação entre EUA, Otan e forças
    israelitas, além de outros aliados no golfo Pérsico (Arábia Saudita e
    estados do Golfo).
    Estas forças estão a postos. Isto não significa necessariamente que vamos
    entrar num cenário de terceira guerra mundial, mas os planos militares no
    Pentágono, nas bases da Otan, em Bruxelas e em Israel, estão a ser feitos.
    E temos de levá-los muito a sério. Tudo pode acontecer, estamos numa
    encruzilhada muito perigosa e infelizmente a opinião pública está mal
    informada. Dão espaço a Hollywood, aos crimes e a todo o tipo de
    acontecimentos banais, mas, no que toca a este destacamento militar que
    poderá levar-nos a uma terceira guerra mundial, ninguém diz nada. Isso é um
    dos problemas, porque a opinião pública é muito importante para evitar esta
    guerra.
    E isso não está a acontecer, as pessoas não estão se organizando para se
    oporem à guerra. Isto não é uma questão política, é um problema muito
    maior, e tenho de dizer que os meios de comunicação ocidentais estão
    envolvidos em atos de camuflagem absolutamente criminosos. Só o fato de
    alinharem com a agenda militar, como estão a fazer na Síria, onde sabemos
    que os rebeldes são apoiados pela Otan, na Arábia Saudita e em Israel, e
    como fizeram na Líbia, é chocante do meu ponto de vista, porque as mentiras
    que se criam servem para justificar uma intervenção humanitária. Em vez de
    uma guerra nuclear, não podemos assistir a um cenário semelhante à Guerra
    Fria, com os EUA, a União Europeia e Israel de um lado e a China, a Rússia
    e o Irã do outro?
    Esse cenário já é visível. A Otan e os EUA militarizaram a sua fronteira
    com a Rússia e a Europa de Leste, com os chamados escudos de defesa
    antimíssil – todos esses mísseis estão apontados a cidades russas. Obama
    sublinhou em declarações recentes que a China é uma ameaça no Pacífico –
    uma ameaça a quê? A China é um país que nunca saiu das suas fronteiras em 2
    mil anos. E eu sei, porque investigo este tema há muito tempo, que está
    sendo construída toda uma fortaleza militar em volta da China, no mar, na
    península da Coreia, e o país está cercado, pelo menos na sua fronteira a
    sul. Por isso a China não é a ameaça. Os EUA são a ameaça à segurança da
    China. E estamos numa situação de Guerra Fria. Devo mencionar, porque é
    importante para a UE, que, no limite, os EUA, no que toca à sua postura
    financeira, bancária, militar e petrolífera, também estão a ameaçar a UE.
    Estão por trás da destabilização do sistema bancário europeu.
     
    *ODiário.Info:** E a colocação de mais tropas em torno da China vai trazer
    mais tensão à região.*
    *MC:* Quanto a isso não tenho dúvidas, porque os EUA estão aumentando a sua
    presença militar no Pacífico, no oceano Índico e estão tentando ter o apoio
    das Filipinas e de outros países no Sudeste Asiático, como o Japão, a
    Coreia, Singapura, a Malásia (que durante muitos anos esteve reticente a
    juntar-se a esta aliança). Portanto, Washington está formando uma extensão
    da Otan na região da Ásia-Pacífico, direcionada contra a China. Não há
    dúvidas quanto a isto. E não se vence uma guerra contra a China. É um país
    com uma população de 1,4 bilhões de pessoas, com um número significativo de
    forças, tanto convencionais como estratégicas. Por isso, com este confronto
    entre a Otan e os EUA, de um lado, e a China, do outro, estamos num cenário
    de terceira guerra mundial. E toda a gente vai perder esta guerra. Qualquer
    pessoa com um entendimento mínimo de planejamento militar sabe que este
    tipo de confronto entre superpotências – incluindo o Irã, que é uma
    potência regional no Médio Oriente, com uma população de 80 milhões de
    pessoas – poderá levar-nos a uma guerra nuclear. E digo isto porque os EUA
    e os seus aliados implementaram as chamadas armas nucleares tácticas –
    mudaram o nome das bombas e dizem que são inofensivas para os civis, o

     

    arthur garbayo <arthur...@gmail.com> Feb 21 07:18PM -0200  

    Korea Economic Trends
    Highlights*Weekly Magazine with Feature Stories, News Summaries, Stats, and
    More.* Terms of Trade Worsen on Higher Commodities Prices
    Korean Economy Creates 536,000 Jobs in JanuaryNO.713, Feb. 20, 2012
     
     
     
     
     
    *Terms of Trade Worsen on Higher Commodities Prices*
     
    Korea's terms of trade continued to worsen last year on steadily rising
    commodities prices. According to the Bank of Korea (BOK), the country's net
    barter terms of trade index tumbled 8.9% year-on-year to reach 76.6 in the
    fourth quarter of last year, the lowest in three years. The index measures
    imports purchased with a single unit of exports relative to the year 2005
    baseline of 100. For the full year of 2011, the index fell 8.3% to 78.9.
     
    The series of falls in the trade index is because of the unit value of
    imports rising at a faster pace than that of exports. In the fourth
    quarter, Korea's import unit value spiked 17% mainly due to commodities and
    consumer goods. The import unit value of commodities jumped 21.7% with that
    of crude oil in particular surging 34.4%. That of consumer goods and
    capital goods rose 16.3% and 3.5%, respectively during the same
    period.<http://www.seriworld.org/03/wldKetV.html?mn=E&mncd=0302&sectno=1&key=db20120220003>
     
    <http://www.seriworld.org/03/wldKetV.html?mn=E&mncd=0302&sectno=1&key=db20120220003>
    <Click the image for a larger view>
     
    On the other hand, the export unit value gained just 6.7% year-on-year over
    the same period. Specifically, the export unit value of semiconductors
    plunged 40.9%, but that of oil products, automobiles and blasting agents
    rose 29.8%, 8.6% and 6.3%, respectively. For all of 2011, the country's
    export and import unit value indices advanced 8.5% and 18.4%, respectively.
     
    The effect of worsened terms of trade can be offset by more exports.
    However, this was not the case in Korea in the fourth quarter of last year.
     
    The country's income terms of trade index, measuring imports purchased with
    total exports with the 2005 baseline of 100, fell 3.7% year-on-year to
    138.8. This marked the first drop since the first quarter of 2009 when the
    index lost 9.1% from the previous year. The index stood at 136.9 for the
    full year of 2011.
     
    "Korea did not have a trade deficit in the fourth quarter of last year, but
    suffered real trade losses because imports that can be purchased with its
    total exports shrank," said Kim Young-Bae, director general of the central
    bank's economic statistics division.
     
    <http://www.seriworld.org/03/wldKetV.html?mn=E&mncd=0302&sectno=1&key=db20120220003>
    <Click the image for a larger view>
     
    With terms of trade continuing to deteriorate, a Ministry of Strategy and
    Finance official recently expressed concerns about February's trade
    balance. "We are closely watching (trade balance) updates, which are not
    favorable at the moment. We hope for a result slightly above the balance
    point, but the situation is not easy," he said. In January, Korea ran its
    first trade deficit in 24 months.
     
     
     
    *Korean Economy Creates 536,000 Jobs in January*
     
    The Korean economy added jobs at the fastest pace in 20 months in January
    and the unemployment rate also went down from a year earlier. Statistics
    Korea said the economy added 536,000 new jobs in January from a year ago,
    higher than the increase of 441,000 jobs in December last year. January
    marked the fourth straight month that the year-on-year increase in jobs
    topped 400,000. The employment rate rose 0.6 percentage point year-on-year
    to 57.4%, through edging down 1.1 percentage points from a month earlier.
     
    <http://www.seriworld.org/03/wldKetV.html?mn=E&mncd=0302&sectno=1&key=db20120220003>
    <Click the image for a larger view>
     
    The Ministry of Strategy and Finance said solid job growth in the service
    industry and rebounding construction job market boosted January's
    employment growth. The service industry hired 543,000 new employees from a
    year earlier, with the wholesale and retail sales sector adding 104,000 new
    workers and healthcare and social welfare services employing 86,000.
    Employment in the construction sector rose 86,000. However, manufacturing
    sector employment fell 114,000 due to a slowdown in exports, posting the
    sixth consecutive month of decline.
     
    <http://www.seriworld.org/03/wldKetV.html?mn=E&mncd=0302&sectno=1&key=db20120220003>
    <Click the image for a larger view>
     
    The relatively fast pace of job growth was also partially due to a low base
    effect of January last year when cold weather and the spread of
    foot-and-mouth disease had pulled down employment in the agricultural,
    forestry and fisheries industry, the statistical agency said.
     
    The agricultural, forestry and fisheries sector hired 36,000 new workers in
    January whereas it had lost 104,000 a year earlier. It is the first time
    that the sector saw an increase in jobs since May last year.
     
    January also brought more elderly people into the job market. The number of
    employed in their 50s jumped 376,600 year-on-year and those in their 60s
    and over rose 213,000. In contrast, the number of employed in their 20s and
    30s shrank 2,000 and 48,000, respectively.
     
    The number of self-employed people jumped 190,000 year-on-year, also
    boosting January job growth. The statistics agency said the low base effect
    last year pushed up the number of self-employed people in the agricultural,
    forestry and fisheries sector this year. Among wage-earners, the number of
    regular workers increased 465,000 year-on-year while that of daily workers
    dropped 133,000.
     
    The number of unemployed fell 65,000 year-on-year to 853,000, registering a
    jobless rate of 3.5%. The unemployment rate was down from 3.8% a year
    earlier but up from 3% a month earlier. The jobless rate of people between
    15 and 29 dropped 0.5 percentage point year-on-year to 8%, though up from
    7.7% in December last year.
     
    The economy will continue to add jobs in February helped by favorable
    private-sector hiring conditions, the ministry said. But it also said
    February's job growth may be smaller than the 536,000 added in January due
    to a higher base effect a year earlier.
     
    --
     
    *Para ter mais informação acesse estes portais:
    www.desenvolvimentistas.com.br e http://www.joserobertoafonso.ecn.br/*

     

    arthur garbayo <arthur...@gmail.com> Feb 21 06:48PM -0200  

    [image: Economist Intelligence Unit] <http://eiu.com/>
    Sign up for e-mail
    updates<http://gfs.eiu.com/StandardModal.aspx?ModalPage=AlertSubscription.aspx&ModalTitle=Global+Forecasting+Service+alerts>
     
    | My account <http://www.eiu.com/MyAccount/Info> | Log
    out<http://portal.eiu.com/logoutGFS.asp?returnTo=http%3a%2f%2fgfs.eiu.com%2fsessionTransfer.aspx%3flogout%3dtrue>
    All sectionsLaunch charting tool<http://gfs.eiu.com/InteractiveChartModal.aspx>
    *GLOBAL FORECASTING SERVICE
    *Sanctions response
    February 21st 2012*Tensions between the West and Iran over its nuclear
    programme have escalated since late last year. EU leaders have agreed to an
    embargo on Iranian oil to be phased in over six months; the US has imposed
    sanctions on the Iranian central bank. In response to tighter sanctions,
    Iran is threatening to block the Strait of Hormuz, through which about
    one-sixth of the world's oil and large quantities of natural gas liquids
    pass. In a further escalation, on February 15th Iran reportedly threatened
    to cut off oil supplies to six European countries (France, Greece, Italy,
    the Netherlands, Portugal and Spain). Subsequently, Iran's oil ministry
    said that Iran had ceased sales to "British and French companies". How will
    global oil markets react?*
     
    Firstly, let us look at our core scenario: a situation in which an EU ban
    goes ahead in steps until imports are cut off by July 1st, as European
    leaders have agreed. This will erase supply of about 450,000 barrels/day
    (b/d) to Europe, forcing Iran to seek buyers elsewhere. The EU accounts for
    just 18% of its oil shipments (January-June 2011), while the most important
    markets for Iranian oil lie in Asia. China alone buys 22% of Iran's oil
    exports and is Iran's biggest customer. We anticipate that Iran's crude
    exports will flow eastward in greater quantities, possibly at a discount,
    although this will not be uncomplicated. We also expect that Iranian output
    will fall by 300,000 b/d this year and 400,000-500,000 b/d in 2013.
    Meanwhile, as is widely assumed, the job of making up for the shortfall of
    supplies to European refineries will fall to Saudi Arabia.
     
    This is in part because for refiners to change the type and quality of the
    crude oil that they process takes time and costs money. To use different
    feedstocks, they would need to reconfigure their plants. Different types of
    crudes are suited to producing different kinds of oil products, so
    switching oil types complicates refineries' efforts to deliver specific
    products that they are contracted to supply. Even if they can sell a
    different set of end products, their profits could therefore dip. Thus, it
    is likely that customers deprived of Iran's oil by sanctions (or in the
    improbable event of a blockade of the Hormuz Strait) will seek to replace
    its heavy and sour oil with similar grades.
     
    This is where it gets technical. The main factors that refineries look at
    in selecting oil types are American Petroleum Institute (API) gravity (a
    measure of its heaviness relative to water), and sulphur content. Iran's
    main crude exports, Iran Light and Iran Heavy, have API gravity values of
    34.2 °API and 30.9 °API respectively and sulphur contents of 1.38% and
    1.68%, by some measures. Iran Light's nearest relations are Arab Light,
    produced by Saudi Arabia, and Oman crude; Iran Heavy is similar to Arab
    Medium, from Saudi Arabia, and Dubai crude (supplies of which have nearly
    dried up). Iraq's main oil grades, Basra Light and Kirkuk, are also a good
    match. Russia's oils compare less handily, with the notable exception of
    Urals crude.
     
    Not only does Saudi Arabia produce decent substitutes for its regional
    rival's oil; it also has most of the world's spare oil-production capacity.
    The US Energy Information Administration, a government agency, estimates
    that total spare capacity in oil output stands at around 3m b/d. In
    mid-January, Saudi Arabia's oil minister, Ali al-Naimi, asserted that his
    country would be able to fill any gap left by Iran in the event of
    sanctions. Saudi Arabia can lift production from around 10m b/d to as high
    as 11.8m b/d within days, he said, and hit 12.5m b/d within three months.
    (The world's remaining spare oil-production capacity is spread around the
    Arab Gulf.) So long as the effect of sanctions on Iranian oil is limited
    mainly to Europe, however, Saudi Arabia will only need to tap around a
    quarter of its spare capacity.
     
    *Easy to say…*
     
    This is not to suggest that oil markets will adjust seamlessly to
    sanctions, which will inevitably be very disruptive to oil markets.
    Stepping into the breach will not be straightforward for Saudi Arabia. For
    one thing, the Saudis could find it difficult to judge how big a gap in
    supply must be filled. If Saudi Arabia floods the market with too much oil
    suddenly, prices will drop. Downward pressure could also come,
    simultaneously, from Iranian efforts to sell oil on the cheap. Sagging
    prices would harm the export takings of not just Saudi Arabia, but others
    in OPEC. The Saudis will be keen to avoid triggering this effect.
     
    On top of this, Russia's Urals oil could give the Saudis pause for thought
    as it releases supplies for Europe. It is possible that Europe might turn
    to Russia for more oil to cope with sanctions on Iran, especially since
    Russian supplies do not need to pass through the Strait of Hormuz. On the
    other hand, Europe, already uncomfortably dependent on Russia for gas, will
    be reluctant to become more reliant on Russia for yet more hydrocarbons. It
    could also look to African countries such as Angola and Nigeria for oil
    (although this would be a poor match for European refineries). If, as a
    consequence, Saudi Arabia found that not all its extra output was required
    in Europe, it would be forced to try to sell some of this to Asia. But this
    would bring it into competition with potentially discounted Iranian oil.
     
    *Strait closed*
     
    In the highly unlikely event of a closure of the Strait of Hormuz or a
    Western bombardment of Iranian oil facilities, the situation would become
    far more complicated. Blocking the Strait of Hormuz would prevent 15m b/d
    from reaching buyers, mainly in the Asia-Pacific region. Saudi Arabia would
    struggle to help fill this gap: it would not be able to transport most of
    its own exports to buyers, since alternative routes are scarce. On the
    brighter side, although nobody would be able to tell how long the Strait
    would be closed, it is safe to assume that Western powers would try to
    force this route open again as quickly as possible.
     
    If, on the other hand, Western bombardment took all of Iran's oil
    facilities out of action, Saudi Arabia could be asked to plug the gap. Yet
    it would be reluctant to pump into the market all the extra oil that it
    claims to be capable of producing (2.5m b/d) for fear of being unable to
    respond to further disruptions. Despite Mr al-Naimi's calming words, Saudi
    Arabia will be loath to tap all its spare capacity as it wants to keep its
    status as the global "swing producer" of oil. Using even half of its spare
    capacity could be too much for it to countenance.
     
    In fact, no matter how generously Saudi Arabia acted, global spare capacity
    would be inadequate to make up the shortfall from lost Iranian production.
    The International Energy Agency would thus come under pressure to release
    strategic stockpiles onto the market.
     
    *More sound than fury*
     
    Such calamitous scenarios are, in any case, extremely improbable. Iran's
    unilateral closure of the Strait of Hormuz would cut off a crucial lifeline
    for its own economy, which is already in desperately poor shape. Western
    powers, themselves struggling with economic turbulence, will be extremely
    reluctant to bomb Iran's oilfields and unleash havoc on oil markets. Both
    sides have ample incentives to stay away from the brink.
     
    Nonetheless, uncertainty over the threatened closure of Hormuz, no matter
    how unlikely, and worries about the mechanics by which Saudi supply would
    replace Iranian oil in Europe, will keep upward pressure on oil prices. We
    have therefore raised our monthly forecast for average Brent oil prices in
    2012 from US$100/barrel to US$110/b. Despite current tensions, however, it
    is important not to overstate the risks in the current situation.
     
    So far as Iran's unconfirmed announcement that it will cease oil sales to
    six European countries is concerned, it is questionable how quickly it can
    effect this, and the countries in question will in any case be preparing to
    conform with the EU embargo. In announcing that it had stopped exports to
    British and French firms, moreover, Iran's oil ministry neglected to
    mention that France's Total had already stopped buying Iranian oil, and
    Royal Dutch Shell has also reportedly cut back greatly on purchases.
     
    In the final analysis, in response to EU sanctions Saudi Arabia would be
    likely to be able to redirect to Europe supplies that would normally be
    destined for Asia, even as Iranian oil flowed east in greater volumes.
    Saudi Arabia might also have to raise output somewhat, but perhaps not for
    long. Iran is likely to be more inconvenienced by sanctions than the rest
    of the world.
     
    Source: Industry Briefing
     
    --
     
    *Para ter mais informação acesse estes portais:
    www.desenvolvimentistas.com.br e http://www.joserobertoafonso.ecn.br/*

     

    arthur garbayo <arthur...@gmail.com> Feb 21 01:18PM -0200  

    [image: Logo Observatório da Imprensa]
    JORNALISMO ECONÔMICOCobertura entre o crítico e o cricri
     
    Por Rolf Kuntz em 21/02/2012 na edição 682
     
     
     
    O governo anunciou um corte de R$ 55 bilhões nas despesas previstas na lei
    orçamentária de 2012. Os meios de comunicação trataram do assunto com
    reservas, sem aceitar passivamente a versão oficial do programa de
    austeridade. Louvável, mas editores, repórteres e comentaristas podem ter
    voltado a lente crítica para alvos errados. O mais notório, nesse caso, é o
    orçamento do Ministério da Saúde. O governo, segundo acentuaram algumas
    coberturas, podou os recursos previstos para o setor e com isso traiu uma
    de suas promessas. Mas essa versão é um tanto forçada e indica um trabalho
    mais birrento do que atento.
     
    Parece ter faltado uma leitura mais cuidadosa da tabela de gastos
    discricionários distribuída pelo Ministério do Planejamento. O quadro
    contém os números da Proposta de Lei Orçamentária enviada pelo Executivo ao
    Congresso, a Lei Orçamentária aprovada pelos congressistas e os novos
    limites definidos pelo governo. Como de costume, os parlamentares inflaram
    os números contidos na proposta original, aumentando a projeção de receita
    para acomodar as despesas de seu interesse. Para neutralizar essa manobra,
    o pessoal dos ministérios do Planejamento e da Fazenda reviu as contas e
    eliminou R$ 29,5 bilhões da arrecadação estimada. A revisão das despesas
    veio em seguida.
     
    *Diferença abissal*
     
    Para alguns ministérios, foram simplesmente restabelecidos os valores
    previstos na proposta inicial do Executivo. Para outros, foram atribuídos,
    na revisão, valores menores que os originais. Para um terceiro grupo, as
    novas cifras são inferiores às contidas na lei aprovada pelo Congresso, mas
    superiores aos da primeira versão. Este é o caso dos ministérios da
    Educação e da Saúde.
     
    Para a Educação, o governo propôs no projeto inicial despesas
    discricionárias de R$ 33,3 bilhões. Os congressistas elevaram o valor para
    R$ 35,3 bilhões. O novo limite é R$ 33,4 bilhões – superior, portanto, à
    dotação original. Para a Saúde, a proposta original foi de R$ 71,7 bilhões,
    elevada para R$ 77,6 bilhões pelos parlamentares. O novo número é R$ 72,1
    bilhões. Houve corte, sim, mas só em relação à verba aprovada pelos
    congressistas. Em relação ao projeto do Executivo houve aumento. Pode
    parecer um detalhe irrelevante, mas não é. Há uma distância considerável
    entre cobertura birrenta e cobertura crítica.
     
    Mas a cobertura birrenta, ou cricri, pode voltar-se também para
    detalhezinhos, estes, sim, de relevância nula ou discutível. Na
    quinta-feira (16/2), o Banco Central divulgou seu Índice de Atividade
    Econômica ((IBC-Br), considerado uma prévia do cálculo do Produto Interno
    Bruto (PIB) divulgado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de
    Geografia e Estatística (IBGE). Uma emissora de rádio apresentou na mesma
    quinta-feira, à noite, a primeira pérola da cobertura. Segundo a notícia, a
    estimativa do BC havia ficado abaixo do crescimento de 2,8% estimado pelos
    economistas do mercado financeiro. De fato, o BC calculou para o ano
    passado um crescimento econômico menor que aquele: 2,79%. Enorme diferença:
    0,01 ponto porcentual.
     
    *Boas perspectivas*
     
    Parte do noticiário chamou a atenção para outro aspecto, um crescimento
    abaixo de 3%, antes mesmo de mencionar os 2,79%. Nesse caso, a referência
    foi às previsões de outras áreas do governo. Comparações com as estimativas
    de várias fontes podem ser importantes, mas uma leitura cuidadosa do
    material poderia ter sugerido a exploração de outros pontos.
     
    Por exemplo: o crescimento de 0,57% de novembro para dezembro foi um dado
    claramente positivo – um bom indício de reativação econômica, depois de uma
    parada em outubro. Além disso, o número-índice de dezembro foi o maior do
    ano e apontou um nível de atividade superior ao de março, quando se esgotou
    o forte empuxo de 2010.
     
    Um dia depois do IBC-Br, dois outros dados positivos foram divulgados. O
    desemprego em janeiro – 5,5% – foi o menor para o mês desde o início da
    série atual, em 2002, segundo o IBGE. No mesmo dia, a Confederação Nacional
    da Indústria (CNI) informou o resultado de sua pesquisa sobre o Índice de
    Confiança do Empresário Industrial (ICEI). Embora continue menor que o de
    um ano antes, o índice cresceu em fevereiro pelo segundo mês consecutivo em
    quatro das cinco regiões cobertas pela sondagem e nos três segmentos de
    tamanho – pequena indústria, média e grande. Houve melhora tanto na
    avaliação das condições atuais da economia quanto nas perspectivas dos
    próximos seis meses.
     
    Parece haver mais que mera casualidade nessa sequência de informações.
     
    ***
     
    [Rolf Kuntz é jornalista]
     
    --
     
    *Para ter mais informação acesse estes portais:
    www.desenvolvimentistas.com.br e http://www.joserobertoafonso.ecn.br/*

     

Você recebeu esta mensagem porque está inscrito no Grupo do Google clipping-do-arthur.
Você pode postar por e-mail.
Para cancelar a inscrição neste grupo, envie uma mensagem vazia.
Para obter mais opções, visite este grupo.

--
Notícias, Debates e Opiniões sobre o Brasil:
leia:
www.desenvolvimentistas.com.br
 
WWW.DESENVOLVIMENTISTAS.COM.BR
 
WWW.DESENVOLVIMENTISTAS.COM.BR
 
WWW.DESENVOLVIMENTISTAS.COM.BR
 
WWW.DESENVOLVIMENTISTAS.COM.BR
Reply all
Reply to author
Forward
0 new messages