Introdução
Marcos Silva, Paloma Xavier e Thiago Andrade ....................................................................................... pg
Capítulo 1: Da Soberania Gramatical, Bootstrapping Inferencial e Aquilombamento Normativo
1.1 Inferencialismo semântico, expressivismo lógico e usos conceituais
1.2 Aplicações estendidas do inferencialismo e expressivismo: uso, explicitação e assenhoramento gramatical pelo bootstrapping inferencial
1.3 Da soberania gramatical e aquilombamento normativo: assenhorar-se das regras, reverter encantamentos coloniais
Marcos Silva ..............................................................................................................................................pg
Capítulo 2: Quem joga o jogo? Da dimensão corporificada de spielen e da variedade normativa de habilidades
2.1. Representacionalismo e Anti-representacionalismo: Jogo, Significado e Xadrez
2.2. Xadrez ou Futebol? Sobre os Limites Da Metáfora De Xadrez
2.3. Sobre A Variedade Normativa De Habilidades De Uma Partida De Futebol
Pedro Pennycook e Marcos Silva ...............................................................................................................pg
Capítulo 3: Jogando o jogo da identidade: inferencialismo e expressivismo na luta e resistência normativa
3.1. (Des)articulação de disputas normativas
3.2. Deflacionamento ontológico, desengajamento político?
3.3. “Sou sim, e daí?”: jogando o jogo da identidade como manejo pragmático e estratégico das identidades
Pedro Pennycook e Marcos Silva ...............................................................................................................pg
Capítulo 4: Dos Jogos de Linguagem à Luta de Classes: Inferencialismo e Expressivismo como Ferramentas para uma Crítica ao Liberalismo
4.1. A Naturalização Do Jogo De Linguagem Liberal: Entre Neutralidade, Universalidade e Normatividade
4.2. Agitação E Propaganda Como Prática Linguística Normativa
4.3. Expressivismo Lógico, Agitprop e soberania gramatical
Araken Ypiranga e Marcos Silva ...............................................................................................................pg
Capítulo 5: “Eu sou homem” é uma certeza-dobradiça? Sobre gênero, antifundacionalismo, e a possibilidade de mudança de uma Weltbild
5.1. O papel das metáforas de Da Certeza na interpretação de dobradiças
5.2. Performatividade de gênero e enação normativa
5.3. Como podemos revisar certezas-dobradiça e por quê?
Pedro Pennycook, Juliany Tôrres e Marcos Silva .......................................................................................pg
Capítulo 6: Gaslighting Como Violência Gramatical: uma leitura baseada na epistemologia wittgensteiniana
6.1. Sobre a lógica da dúvida: Gaslighting e o colapso das hinges
6.2. Além da Injustiça Epistêmica: Gaslighting como Violência Gramatical
Fábio Praxedes, Toma Georghe e Marcos Silva ...................................................................................pg
Capítulo 7: Sobre democracia racial, violência gramatical e certezas fulcrais: como um mito se torna regra no imaginário brasileiro
7.1. Colonização e mistificação de imagens de mundo: uma violência gramatical
7.2. O epistemicídio enquanto reafirmação da gramática colonial
7.3. Miscigenação e democracia racial: o branqueamento enquanto dobradiça
Jefferson Santana e Marcos Silva ...............................................................................................................pg
Capítulo 8: Alavancando as certezas fulcrais: Contra o quietismo e o pessimismo em desacordos profundos
8.1. Certezas fulcrais inferencialmente articuladas: contra o quietismo e contra o pessimismo
8.2. Desacordos profundos e inferencialismo periférico: expansões anticoloniais e quilombolas do expressivismo
8.3. Violência gramatical e a alavancagem das dobradiças
Paloma Xavier e Marcos Silva ...................................................................................................................pg
Capítulo 9: Sobre o Trilema de Agripa normativo e a soberania gramatical em desacordos profundos
9.1. Certezas fulcrais, formas de vida e desacordos profundos
9.2. Cinco cenários da tentativa de convencimento entre Moore e o rei
9.3. Ceticismo, materialismo e os limites do convencimento
Paloma Xavier e Marcos Silva ...................................................................................................................pg
10.1. Sobre a radicalidade inacabada da dúvida cartesiana
10.2. Entre certeza e colapso: Wittgenstein diante do gênio maligno
10.3. Do Apocalipse Gramatical: A Hipótese do Gênio Maligno Semântico
Bruno Luize e Marcos Silva………………………………………………………………….…..………..pg
Para ver esta conversa, acesse https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/CAO6j_LgE568va0gTVvDA_6bruUXNV9X1oUWwkr4XXd2DZfMf3g%40mail.gmail.com.
Para ver esta conversa, acesse https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/CAO6j_LgE568va0gTVvDA_6bruUXNV9X1oUWwkr4XXd2DZfMf3g%40mail.gmail.com.