2009/8/20 rodrigo s gidra <rgi...@gmail.com>:
> Segundo o Martin Fowler a MDA vai substituir nossa forma atual de
> desenvolvimento.
Na verdade é exatamente o contrário:
"Some people think that Model Driven Architecture (MDA) will be
biggest shift in software development since the move from assembler to
the first high level languages. Others think that it's nothing more
than Night of the Living Case Tools. I'm in the latter camp but feel
the need for more than a slick saying."
-- `http://martinfowler.com/bliki/ModelDrivenArchitecture.html
> Na MS ja existe uma arquitetura comercial MDA, chamada
> Oslo, a qual enfrentou uma longa briga sobre INCORPORAR UML ou EXTINGUIR a
> UML (é só procurar por noticias do oslo no google, da pra remontar a
> historia do MDA na MS), no final incorporaram mesmo. Mais uma coisa, a ideia
> original do Agile era descontinuar a UML e gerar aplicacoes sem modelagem
> (vide varios agilistas que criaram o manifesto).
Oslo é MDD mas não é MDA. MDA é uma série de padrões definidos pelo
OMG e o produto da Microsoft não adere à eles.
[]s
--
Phillip Calçado
http://fragmental.tw
http://www.fragmental.com.br
So vi agora esse mail... depois da biblia que eu escrevi rsrs. mas concordo com o Giovanni e o Renato... Ninguem conseguiu ainda criar uma silver-bullet para modelagem de sistema. Alias, por enquanto ainda nao acredito que algum dia alguem va conseguir criar uma.
Giovanni, concordo em partes quando vc diz que o problema volta a ser da metodologia, uma vez que ela é complexa e difícil de implementar. Realmente, se ela é muito complexa, dá margem para várias interpretações e isso pode gerar algo distorcido do que deveria.
Porém, por outro lado, vejo que esse tipo de coisa não se aplica só às metodologias. Já até comentamos sobre isso em outras threads. Por exemplo: muita gente desenvolve aplicações web, em Web Forms, da mesma forma que uma aplicação Win Form. No meu modo de ver, um dos principais motivos que leva isso a acontecer é porque a própria IDE do Visual Studio nos leva a programar de uma maneira “parecida”. Com isso, temos margem para fazer aplicações Web ruins, mal estruturadas, difíceis de manter e por aí vai.
Neste caso, o problema é a tecnologia do Web Forms, que permite fazer isso? Ou o problema são alguns maus programadores que não entendem os conceitos e os aplicam de modo errado? Talvez seja um problema híbrido, mas acho complicado colocar a culpa só na tecnologia. Na minha opinião, isso vai muito de encontro com o que o Fábio disse, que é um ponto chave: o principal de todo o processo são as pessoas. Se a metodologia / ferramenta / tecnologia é complexa para a equipe e não está agregando valor, escolha outra.
Estava conversando com o Fábio ontem justamente sobre isso. De que adianta ter um processo definido, se as pessoas que farão o projeto só sabem programar o evento Click de um botão!
E acredito que toda essa movimentação sobre agilidade e revisão de conceitos é um processo natural de evolução. 100% saudável.
Interessante o post do Jacobson citado pelo Fábio. Daqui a alguns anos, estaremos discutindo o valor dos métodos ágeis em relação às novas abordagens da época.
A única coisa que não vejo como saudável, é o fato de muitas pessoas discutirem isso de forma religiosa, agressiva. Alguns têm suas crenças e opiniões e acham que todo o resto é balela. Isso eu acho que não agrega em nada para a evolução.
[]’s,
Renato Duran
<br
Bom dia André!
Legal, desculpe não me lembrar de vc de primeira... Acabo passando por muitos lugares com muitas pessoas diferentes, fica difícil lembrar de todo mundo...
Então, o que existe de oficial são alguns exemplos da própria Sparx. Já passei por diversas empresas que usam o EA e cada um acaba customizando seu modo de uso... O que vc está precisando? Se tiver dúvidas sobre como usar algo ou precisar de alguma orientação, pode me escrever!
Pessoal, se acharem que está ficando off, a gente continua o bate-papo no email particular...
[]’s,
Renato Duran