meditação e cérebro

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Luciana Fontenele

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Mar 12, 2013, 9:06:54 AM3/12/13
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Queridos,


    Um pouquinho sobre pensamento positivo!
    Beijos de paz! Luciana












Meditação e cérebro: Como o yoga explica o efeito do pensamento positivo
por Nicole Witek



Com a tecnologia moderna tornou-se possível “ver” a atividade do cérebro enquanto ele está “ativo”. Isso nos leva a constatações que me deixam mais uma vez muito feliz, pois ratificam as descobertas dos antigos sábios da Índia.

Temos a prova científica para aquilo que os sábios antigos já diziam: o pensamento positivo faz bem para a saúde! Não se trata de uma afirmação intelectual.
Equipado de um cérebro composto de dois hemisférios, cada um de nós interpreta a realidade de um modo específico.
Cérebro esquerdo e direito 

Sabemos hoje que o cérebro esquerdo é especialista na análise racional, lógica e detalhista. Enquanto o cérebro direto enxerga o mundo de maneira global, metafórica, analógica e... Intuitiva!
O pensamento Ocidental tem como alicerce a razão e o estudo da realidade a partir da sua fragmentação em minúsculas partículas a serem estudas. Hoje a neuro-psico-endocrino-imunologia nos permite chegar à conclusão de que não é a parte fragmentada que importa, mas sim, o relacionamento global das partes do todo entre si. Podemos resumir dizendo que a ciência está descobrindo os mecanismos que unem o visível ao invisível.
Podemos ir além e questionar também, unindo o corpo à alma?
Essa ciência estuda as relações entre o pensamento positivo ou negativo, emoções positivas ou geradoras de conflito e a ativação do sistema nervoso (relaxamento ou estresse) versus a produção dos hormônios e a qualidade das defesas do sistema imunológico.
A informação circula dentro do organismo de várias formas. Cada hormônio, por exemplo, é o mensageiro de um comportamento. O ser humano reflete o estado biológico desencadeado pelos pensamentos, ou pelas emoções e que são transmitidos à corrente sanguínea pelos hormônios. Esta é apenas uma das diferentes formas de circulação da informação.
A informação, como por exemplo, uma noticia ruim, vai induzir o corpo a produzir substâncias que vão inundar a circulação sanguínea.

Daria para se atrever dizer que: O pensamento virou matéria?
Podemos até formular essa afirmação: a energia e a matéria são unidas nessa situação, como em todas as circunstâncias da vida.
Hoje é comprovado que: quando nós pensamos de maneira positiva; o cérebro relaxa!
Duas aéreas especificas do cérebro estão em atividade intensiva.

Dentro do hemisfério esquerdo, uma parte especial do “córtex cingular anterior” traduz o pensamento positivo em emoção agradável. A amígdala (região do cérebro) irá proceder ao gerenciamento da emoção, mandando ordem para que o cérebro passe para o “modo de funcionamento = relaxamento”.
- o corpo relaxa
Já que o hemisfério esquerdo gerencia o sistema nervoso parassimpático (responsável pela volta ao equilíbrio), a produção do hormônio serotonina (hormônio do bem-estar) aumenta. Assim o corpo relaxa, os mecanismos que consertam o organismo aceleram os processos, as defesas do sistema imunológico são reforçadas.
Há milênios que os sábios e os yogis da India vasculham as diferentes facetas e profundidades do ser humano. Qual é a ferramenta para essas experiências? As sensações, a intuição, o hemisfério direito do cérebro. Assim eles sempre tiveram a visão globalizada, que faltou à nossa ciência ocidental.
A partir do conceito de “energia vital” ou prana, eles chegaram ao nosso conceito de “informação”.
Prana
Como nós já falamos, prana não representa a força elétrica ou eletromagnética, e sim um meio de ligação entre a matéria e o pensamento. Um não funciona sem o outro, e isso vale em todos os planos, do físico ao psíquico, da matéria grossa a mais sutil do universo.
O prana anima dois circuitos energéticos:

- Ida: passivo e pingala: ativo. O prana tem as mesmas polaridades que o fluxo nervoso dentro dos sistemas parassimpático (responsável pela volta ao equilíbrio) e simpático (preparando o organismo para a luta ou a fuga, o estresse).

Podemos ficar abalados pela exatidão da observação e nos perguntar até onde vai a precisão da observação desses sábios?
A precisão da observação vai até o conceito de chakra ou centro energético ou informacional.
Cada centro energético descrito pelos antigos sábios, atrela-se a uma dimensão hormonal (uma glândula ou um centro nervoso), emocional, de realização pessoal, até uma dimensão sutil. E por que não? Divina!
Por exemplo, o centro da base da coluna vertebral – muladhara – liga o ser humano à dimensão material da existência. Esse centro “é o comando” para as glândulas supra-renais, que gerenciam a produção de adrenalina e de cortisol: os dois hormônios que garantem nossa sobrevivência!
Outro exemplo, o plexo solar – manipura chakra – é relacionado ao intelecto e a definição do ego. Esse centro gerencia a atividade dos hormônios digestivos, que participam na assimilação dos alimentos e das situações que nos “constroem”.
Podemos encontrar analogias com cada centro descoberto pela tradição antiga do yoga. Podemos também chegar à conclusão de que – apesar das percepções diferentes do universo -, “nossos cérebros que seja o dirieto – usado pelos sábios na descoberta do universo, ou que seja o esquerdo – usado por nossos cientistas, descrevem a mesma realidade*(”), onde o conceito de prana ou energia vital significa informação.
O pensamento positivo faz bem a saúde sim!
Seja na tradição do yoga, seja à luz da ciência moderna: a informação é transmitida de forma hormonal entre outras, para o corpo.
Resumindo = circulação de prâna = circulação de informação dentro das estruturas.
As pesquisas incentivadas pelo cérebro direito do Oriente levaram as mesmas conclusões que as pesquisas incentivadas pelo cérebro esquerdo do Ocidente:

- A descoberta de informações e sua rede de transmissão.
Está faltando um passo para chegar tão longe quanto os yogis: a rede de informações é atrelada a força do pensamento.
Medite!
Numa situação de estresse o cérebro direito não deixa o cérebro esquerdo controlar. 

Ao lado o o conjunto: amigdala, hipocampo, hipotálamo, tálamo e a rede das reações emocionais.
(*) extrato do livro : La solution interieure – Thierry Janssen – O autor é medico, cirurgião e psicoterapeuta.


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