Prezado Gabriel, fico feliz com vosso retorno.
Pois é Grabriel, o dodecafonismo foi algo que balançou o mundo da música "clássica", "erudita" (também classificada de música artística, música de cultura e etc). Principalmente compositores jovens, não somente em terras de Europa com nas Américas; Léo Brouwer (Cuba), Juan Carlos Paz (argentina), César Guerra Peixe (Brasil) e etc. Seja como for, vejo a escola com um momento de grande importância que simplesmente passou e deu sua devida contribuição. Com sua idade (acho que você tem 23 ou 24 anos (?)), o Grande Mestre era o centro musical para mim. Como tudo na vida, o tempo passa e a nossa visão das coisas também muda, é algo normal, acontece com todos nós.Hoje vejo a segunda Escola de Viena com um grande respeito, porém, consideravelmente distante. Atualmente estou mais interessado com a realidade musical do meu país, do meu continente, da possibilidade real de um músico ganhar a vida com tal em terras tropicais, coisa que não é fácil.
No segundo e-mail lhe enviarei o link para você ter contato com o meu livro "YES - Uma Rara Música de Quinteto", são 208 páginas inteiramente destinadas ao YES e o seu som progressivo. Atualmente completei 51 anos em julho. Portanto, em 1973 eu tinha 15 aninhos e vi o rock progressivo de perto.
No meu e-mail você receberá o link, como já foi dito, porém, são trechos da obra e não o livro completo. Também peço que você não confunda os trechos do meu livro com as letras traduzidas pelos fãs, a opinião dos leitores e etc...
Meu caro Gabriel, qualquer dúvida, favor perguntar.
Abração !