Fwd: como funciona a nova geração do chip de celular

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Valdenito Pereira de Souza

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Nov 9, 2018, 7:50:23 PM11/9/18
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-------- Mensagem encaminhada --------
Assunto: como funciona a nova geração do chip de celular
Data: 9 Nov 2018 20:19:17 -0300
De: JoaquimPinto <quimp...@yahoo.com.br>
Para: valdenit...@gmail.com


Saudações,


eSIM: como funciona a nova geração do chip de celular

Há muito tempo que se discute o futuro do SIM Card, aquele chip de 
operadora que você coloca dentro do celular. O futuro será um mundo sem 
chips, ou melhor, sem chips removíveis: o eSIM é um padrão que já existe 
e começou a dar as caras no Brasil. Descubra como o chip virtual 
funciona, quais operadoras utilizam e suas vantagens e desvantagens.
O chip é primordial para a conexão do dispositivo com a operadora: entre 
menus, espaço para contatos e mecanismos de segurança está o IMSI 
(International Mobile Subscriber Identity), uma identidade que contém as 
informações necessárias para que o celular funcione com o seu número, 
com o seu plano e para que ele se conecte à rede de telefonia. É uma das 
principais vantagens do padrão GSM, porque facilita a troca entre um 
aparelho e outro: ao comprar um novo celular, basta colocar o chip; seu 
número e plano já estarão prontos para uso.
Só que, a cada ano, as fabricantes de smartphones precisam de mais 
espaço no celular para colocar componentes como sensores, processadores 
e mais bateria. O chip removível ocupa bastante espaço, mas era 
obrigatório para o funcionamento do celular. Além disso, o tamanho do 
SIM Card e todo o mecanismo para inseri-lo é uma barreira para adicionar 
conectividade a dispositivos menores, como relógios e módulos de 
comunicação para a Internet das Coisas.
A grande verdade é que o chip não vai acabar, e sim deixará de ser 
removível. O eSIM nada mais é do que uma espécie de SIM Card embutido no 
dispositivo e que não poderá ser trocado com facilidade.
Como funciona o eSIM no iPhone
Por ser uma tecnologia relativamente nova no mercado de consumo, o eSIM 
ainda está restrito a pouquíssimas operadoras e dispositivos. Os 
primeiros smartphones de uma grande fabricante a embarcar com uma 
solução de eSIM são o iPhone XR, XS e XS Max, que também possuem a 
bandeja para um SIM Card convencional. Isso permite que o celular opere 
com duas linhas celulares ao mesmo tempo, sem a necessidade de uma 
bandeja para dois chips.
É possível configurar o eSIM de duas maneiras: através de um aplicativo, 
ou inserindo informações fornecidas pela operadora. A primeira opção é 
feita seguindo o caminho Ajustes > Celular > Adicionar Plano Celular. 
Isso permite que o cliente contrate o serviço de uma operadora sem ter 
que se dirigir até uma loja, e sem procurar um chip.
Já a segunda opção envolve escanear um QR Code ou digitar o endereço 
SM-DP+, o código de ativação e um código de confirmação, quando 
aplicável. O SM-DP+ é um padrão estabelecido pela GSMA que adiciona ao 
eSIM as informações do IMSI, que é exatamente a mesma identidade 
presente nos SIM Cards convencionais. Feito isso, o dispositivo já 
provisiona a linha da operadora e permite ao cliente utilizar o serviço.
O eSIM também está disponível no iPad Pro de 11 polegadas e no iPad Pro 
de 12,9 polegadas (3ª geração) lançados recentemente, na versão Wi-Fi + 
Cellular.
Vantagens e desvantagens
O eSIM pode parecer uma tecnologia ingrata ao olhar pela primeira vez: a 
flexibilidade de trocar de operadora a qualquer momento é uma das 
maiores vantagens do SIM Card convencional. No entanto, existem algumas 
vantagens que podem se sobressair:
• a tecnologia permite contratar planos e mudanças de operadoras 
diretamente no dispositivo, sem a necessidade de se dirigir a uma loja 
ou comprar um chip pela internet;
• durante viagens internacionais, será possível contratar planos de uma 
operadora local, evitando tarifas caras de roaming;
• caso você tenha seu celular perdido ou roubado, outra pessoa não 
conseguirá remover o chip para inibir o localizador.
Quais operadoras já usam o eSIM no iPhone?
A tecnologia ainda é novidade, e por isso ainda é pouco utilizada no 
mundo. De acordo com a Apple, o serviço já está disponível em algumas 
operadoras da Alemanha, Áustria, Canadá, Croácia, Hungria, Índia, Reino 
Unido e República Tcheca, e chegará em breve aos Estados Unidos e Espanha.
O Tecnoblog entrou em contato com as principais operadoras brasileiras 
logo após o lançamento dos iPhones XS, XS Max e XR:
• a Vivo foi a primeira a se manifestar e prometeu a adoção da 
tecnologia: “a Vivo é guiada pela constante inovação e alta qualidade 
dos seus serviços e já está trabalhando para oferecer a funcionalidade 
do eSIM para seus clientes†.
• a TIM nos disse que “irá garantir o funcionamento dos novos iPhones 
homologados pela Anatel e vendidos pela Apple no Brasil com o SIMCard 4G 
TIM. Ainda não temos informações a respeito do funcionamento da 
tecnologia eSIM dos novos produtos e como será empregado o uso do Dual 
SIM nesses modelos†. No entanto, ela respondeu ao Teletime nessa semana 
que “em breve teremos compatibilidade não só com essa solução, mas 
também com o Apple Watch que já está sendo vendido no Brasil†.
• a Claro não respondeu ao e-mail do Tecnoblog, mas disse ao Teletime 
que está trabalhando para oferecer a tecnologia aos seus clientes. A 
verdade é que, no Brasil, a Claro é a pioneira no eSIM, mas funciona 
apenas no Apple Watch, com funcionamento diferente de uma linha 
convencional, uma vez que se trata de uma extensão de um número já 
utilizado no iPhone.
• A Oi preferiu não responder aos questionamentos do Tecnoblog, mas 
disse ao Teletime que “tem realizado estudos sobre a tecnologia eSIM 
para avaliar a melhor forma de disponibilizá-la a seus clientes†.
Você pode usar o eSIM com a operadora virtual Truphone
Se você já possui um iPhone XS, XS Max ou XR, já pode aproveitar a 
tecnologia. Embora nenhuma companhia brasileira ainda ofereça suporte, a 
operadora virtual Truphone permite contratar planos que funcionam em 80 
diferentes países, incluindo Estados Unidos, Europa, Ásia, Oceania e boa 
parte da América Latina.
O serviço comercializa apenas planos de dados, ou seja, não é possível 
fazer ligações com o Truphone. Existem três planos:
• 300 MB, válidos por 1 dia: US$ 7
• 1 GB, válidos por 30 dias: US$ 18
• 3 GB, válidos por 30 dias: US$ 49
O MacMagazine utilizou o serviço, que no Brasil funcionou com a 
operadora Oi. O Truphone também está disponível para quem possui um iPad 
com eSIM ou com Apple SIM. O único porém é que não está disponível na 
App Store brasileira, mas é fácil criar uma conta americana ou europeia 
para baixar o aplicativo.

https://tecnoblog.net/266412/esim-como-funciona-chip-celular/


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ODENILTON JÚNIOR FERREIRA DOS SANTOS

Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Pós-Graduado em Gestão Pública e Gerenciamento de Projetos


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"Porque a tecnologia também deve ser acessível para deficientes visuais."

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