KRAKA - O DOMÍNIO DA CLASSE RAPINANTE

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Basildes Santos Martins

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Oct 15, 2010, 5:04:17 PM10/15/10
to Athos Moreira, Maria Angela Pellin de Molnar, Rochelle Martins Alvorcem, AHM consultoria, Carmen Conte Assumpção, newton burmeister, Lucia Brito, Clea J.P. Sandri, Pedro C. Lacerda, Eng. Marcelo Neubauer da Costa, Inscritos na compilação de vilaassuncao, Daniel Sukster, SADI JORGE-SARTURI-DE-OLIVEIRA, Dep. Manuela D'Ávila, docarmo...@uol.com.br, eduardo...@terra.com.br, Gilce Fagundes Hoffmeister, flavi...@terra.com.br, floraa...@terra.com.br, José Ruy Henz Henz, Ina Lovato, Jacira, jbasil...@gmail.com, Nelson Maltz, Sergio Olive, ROSELI PANTA, ROTH MÁQUINAS, rgu...@terra.com.br, SEC, Athos Stern, vivian...@terra.com.br, vab...@rieder.net.py, Vera Rodrigues da Silva

Basildes Santos Martins

 

convida para o lançamento do livro

 

KRAKA - O DOMÍNIO DA CLASSE RAPINANTE

 

a realizar-se às 14:30h do dia 06 de novembro

 

no Pavilhão de Autógrafos da

 

56  a FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE

 

Basildes bem que poderia fazer o que fez Thomas Morus. Tecer uma estória ambientada em um país livre dos KRAKAS.              

            Mas, Basildes não está aí para utopias. Nem quis, aqui, contar estória. Prefere as lições da História. Insiste em recontá-la, identificando em muitos de seus episódios e em alguns de seus protagonistas, um esforço imenso na busca de um objetivo viável: levar a sociedade a romper com a condição KRAKAL e, definitivamente, deixar de ser uma KRAKÔNIA.           

            A KRAKA e a KRAKÔNIA – assim mesmo, grafadas sempre em maiúsculo, porque identificadas nominal e topicamente – foram, antes, denunciadas com veemência por personagens que têm muito em comum, embora ela, a KRAKA, nos faça crer sejam antagônicos: Jesus de Nazaré e Karl Marx, Adam Smith e Lênin, Mao-Tsé-Tung e Bill Gates. Movimentos como a Revolução Industrial, a Revolução Francesa, o Manifesto Comunista e a Revolução Cultural Chinesa fizeram ecoar apelos de: “Fora a KRAKA”. Ela não tem lugar nem no verdadeiro capitalismo, muito menos no autêntico socialismo. Mas, no Terceiro Mundo, o Poder, manipulado pela KRAKA, segue provocando a entropia do Estado. Basildes vê isso com clareza, mas, se nega a crer seja isso definitivo. E, com Vinicius, permite-se sonhar: “Ai quem me dera ver morrer a fera/Ver nascer um anjo/Ver brotar a flor”. A flor que já brotou alhures, pode - por que não? – nascer também aqui sobre o estrume da KRAKA.

                                   Milton R. Medran Moreira

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