Amigos, esse coeficiente K é da fórmula, é uma constante empirica. A
potencia que a fórmula fornece é a necessária na roda, em função da
velocidade e do peso, logo, se o calculo fornecer o valor 10 CV na
roda, por exemplo, e se estiver usando uma transmissão com rendimento
de 80%, então o motor tem de entregar 12 CV para a transmissão, e se
esse motor tiver um rendimento de 80% também, então a potencia
eletrica de entrada será 13,2 CV. Entenderam? A área da seção reta é a
área de um corte longitudinal do veiculo. Para poderem estimar os
calculos, de uma forma aproximada, seria a área de um retangulo com a
altura igual a altura do carro, e a largura igual a largura dele. Para
uma moto, teria a altura igual a altura do piloto sentado no banco e a
largura igual a largura dos ombros. Isso para uma estimativa está
ótimo, pois se na realidade for menos, melhor, a potencia necessária
será na realidade menor também. para motos e bicletas, a bitola é
igual a zero, o que simplifica muito a conta (e diminui a potencia
necessária). O peso é dividido por mil mesmo, foi cochilo meu...
Qualquer outra dúvida é só perguntar.
Um abraço.
Iverson
On 10 out, 08:04, "Flavio Alexandre" <
fla...@gmail.com> wrote:
> Pois é, não estou entendendo muito bem esse K.
> Eu não sei sobre as perdas na redução, só sei que se perde muito num carro.
> Procure na internet medidas de potência no mesmo carro, no motor e na roda.
> Assim dá pra ter uma idéia das perdas.
>
> Flávio Alexandre
>
> 2008/10/9 cassio_vicosa <
cassio_vic...@yahoo.com.br>