Obrigado...
Jocimar
Abraço a todos e desculpem pela extensão do texto..
Fabiano Köhler Silva
Porto Alegre-RS
Abraço Clayton,
Atenciosamente...
Jocimar
Oi Jocimar.
Há uns meses atrás nós (do grupo) estávamos cogitando a
possibilidade de se usar o motor GPA da Bosch. Então eu fui
pessoalmente até a Casa Ferreira e eles me disseram que o motor GPA de
24v era vendido somente para uma única empresa que faz cadeiras de
rodas motorizadas e que para a venda em geral, eles dispõe o GPA de
12v.
Rubens.
Eu vi as fotos das scooters Evader no site deles mas não vi detalhe da
transmissão. Na verdade, se vc não dissesse que o motor está dentro
do cubo da roda eu não saberia. Eu teria que conhecer melhor o projeto
da Evader para poder comentar.
Entretanto, posso te falar de minha experiência com motor no cubo
porque o meu primeiro projeto de veículo elétrico foi um caminhão de
29 toneladas para aplicação militar com 4 motores DC brushless de 50
HP (cada) nas rodas. O motor que desenvolvemos tinha a parte girante
externa e ia acoplado a uma redução tipo planetária na roda. Um
segundo projeto que desenvolvi foi um triciclo para deficientes
físicos andarem na praia, fazenda, etc. com opção de tração em 1,
2 ou nas 3 rodas e os motores (CC de 3 HP cada) vão dentro da roda
também com uma redução tipo planetária. Se vc tiver curiosidade,
tenho uma foto deste triciclo no orkut. Por último, comprei um motor
brushless DC de 1 HP que a HONDA desenvolveu para um quadriciclo
conceitual (nada parecido com aqueles quadriciclos usados em fazendas).
O quadriciclo da Honda usava 4 motores e eu comprei só um para colocar
em uma scooter mas o desempenho foi muito fraco porque não tinha
redução e não conseguia vencer rampas superiores a 10%.
Abraços,
Carlos Tanaka
A grande vantagem que vejo em colocar o motor na roda é economizar
espaço. No caso da scooter da Evader eu tenho a impressão que não
há o utilissimo espaço para capacete embaixo do banco porque deve
estar tomado pelas baterias. Tentei fazer isso no meu projeto para
aumentar a autonomia mas o centro de gravidade ficou muito alto e não
gostamos da estabilidade (ou instabilidade) resultante.
>
> Abraços,
>
> Carlos Tanaka
Eu estava lendo um comentário seu para o Fabiano, acima, a respeito de
colocar disjuntores para limitar a corrente (e proteger o motor de
sobrecargas) e lembrei que em um de meus primeiro projetos pensei em
algo semelhante mas descartei a idéia por questão de segurança (foi
mantido um contator como chave geral e um fusível para proteção em
caso de pane ou curto-circuito). Só para ilustrar, imagine aquela sua
vizinha de sessenta e tantos anos que toda vez que vai tirar ou guardar
o carro na garagem dá uma ralada no paralama e quando vai engatar a
ré engata a primeira... Agora imagina ela parada em um semáforo numa
rampa e na hora de sair o disjuntor abre, por atuação do magnético
ou mesmo térmica, e o carro perde toda a tração e começa a voltar
de ré...
Seria tragicômico mas é sério. E o pior é que não só a velhinha
da sua vizinha mas todos nós estamos sujeitos a reações desastrosas
em situações que nos pegam de surpresa.
Não entenda como crítica porque tenho a impressão que quando vc
sugeriu o disjuntor, foi mais para exemplificar uma forma de limitar a
corrente e proteger o motor. Eu tenho sempre colocado limitação de
corrente eletrônica e em alguns casos, o limite de corrente vai caindo
gradativamente até cortar a corrente totalmente para evitar qualquer
surpresa e proteger efetivamente o motor, baterias, fiação, etc.
Abraços
Carlos Tanaka