On 19 fev, 23:30, Tipoalgo <
tipoa...@gmail.com> wrote:
> Farei então um oscilador com controle de frequência com o 555. Agora fiquei
> em dúvida se é no simulador CM ou no protoboard.
Eu pensei, a princípio, no CM, mas poderia ter sua utilidade na
bancada para ensaios sem o motor girando. Mas na bancada você poderia
dispensar a parte ótica
ao deixar o motor de fora. Bastaria usar uma porta cmos para oscilar e
conectar a entrada da porta que está no seu circuito (pós opto) na
saída desse oscilador.
> Decidi tirar a polia para facilitar a confecção do sensor. Apesar de já ter
> feito a prova de conceito com as chaves (você chegou a ver as fotos e o
> vídeo?), nesta versão a coisa seria mais simples e estava doido para ver a
Vi várias coisas mas não tenho na mente a cronologica, mas isso talvez
não seja importante agora.
> velocidade final. Esta velocidade de 7000 rpm não estava nas minhas
> previsões mais otimistas, pois o motor tem 12 polos. Se tudo corresse bem
> iria embutir os sensores e recolocar a polia para fazer os testes de torque.
> Pode ter certeza que não pensei em usar o alternomotor ainda para algo
> diferente de testes.
Ocorreu-me sobre a peça refrigeradora do alternador:
Há uma relação inteira entre seu número de pás e o número de polos do
alternador?
> Já sim, estávamos pensando em usar sensores hall, foi quando o nosso amigo
> Renasom fez alguns testes e percebeu que os sensores sofriam interferência
> do campo do rotor e bagunçava o sinal. Quando ele trouxe esta informação e
Não tenho a menor noção da resolução desses sensores, mas se eles
tiverem um sinal de saída de muita qualidade, eventualmente poderia
ser possível separar a parte desejada do sinal da não desejada, talvez
em função de componentes no dominio da frequencia.
> o uso de sensores óticos já havia sido mencionado aqui, decidi fazer com
> sensor ótico e do lado externo, para facilitar a montagem. Mas estou
> percebendo os inconvenientes dos sensores óticos. É como você falou é a
> mecânica controlando a eletrônica. Estive pensando em usar apenas um sensor
> e de alguma forma gerar os 3 sinais defasados baseado na frequência do
> sensor único. A cada pequeno giro do rotor vários pulsos no sensor, tipo
> sensor de mouse de PC.
Acho que seriam nesse caso necessários no mínimo dois sensores um de
arco e outro de frequencia, a menos que introduza duas informações em
um para separar depois, mas isso complicaria a eletrônica, o que vai
contra os principios do itm. Assim seria melhor um único marcador
algular com uma saída por revolução e processamento no tempo baseado
no período da última revolução, mas esse processamento agridiria o m
do it. Considere ainda os espaço embaixo da peça refrigeradora como um
possível local. E se acha que terá de substituir com frequencia os
foto sensores, considere a facilidade para isso também.
> Não entendi o 51% e se entendi o 49% é para sobrar 1% entre o 1 e 0 e entre
> 0 e 1, é isto?
O ciclo é 100%. Cada semi deveria ser a metade, mas por certo não será
pois existe a mecanica, a ótica e a eletrônica. Explico, dificilmente
seu disco terá aletas e intervalos absolutamente iguais e quanto menor
o raio do disco maior o erro, por corte e por sensibilidade angular
dos sensores óticos e, na parte eletrônica nem todos os sensores são
iguais e o sinal tem velocidades diferentes na ascendência e na
descendência e entre os dispositivos, eletrica e oticamente.
Falar aqui em 51 e 49 até não faz muito sentido pois tanto o sinal
alto como baixo são ativos na carga, diria que o que interessa mesmo é
o erro em relação à simetria absoluta.
Visualizando seu sinal no scope (no video), a olho, a simetria pareceu
boa. Aliás onde é aquele sinal com transições quase invisíveis. Se for
nos gatilhos pareceu uma melhora extremamente expressiva em relação a
outra imagem que vi anteriormente. Mas mesmo que seja nesse ponto eu
não me impressiono pois o que conta são as curvas de corrente e tensão
na carga e nos terminais de saída dos transistores.
Número de rpm tem sua importância e se quer usá-lo acho que uma razão
que deveria ser registrada é rpm/W. Se quiser considerar o número de
Watts na etapa de saída faz sentido, mas ao final das contas o que
valerá é a potência total subtraída da fonte.
Pareceu-me também que você usa o disjuntor para ligar e desligar o
motor. É devido à carga inicial do capacitor? Acredito que os mosfets
tenham diodos de proteção entre dreno e supridouro que agiriam no
desligamento.
Espero que nâo tenha queimado nada. :) Video bem esclarecedor, só não
consegui ter certeza onde estava o scope.
Depois dos tempos de transição interessam os valores de saturação dos
mosfets, claro, tudo sempre à saída.
>
> O alternomotor aqueceu bastante depois de alguns minutos de funcionamento e
> os mosfets aqueceram bem pouco.
Qual a comparação com a última situação avaliada?
> A velocidade chegou a 7700 rpm em alguns testes e depois começava a cair
> vagarosamente.
Isso pode ter muitas origens, eletrônicas, elétricas, magnéticas e
mecânicas.
Lembre que o motor está sem carga, então ele é a própria carga de si
próprio e uma simples alteração da viscosidade da graxa dos
rolamentos, por exemplo, já faz diferença e, como você disse que o
motor aquece bastante e o cobre tem coeficiente positivo de
temperatura em relação à sua resistência, e ...
Aliás uma boa oportunidade para medir o nível DC no motor. Ele deverá
ser da ordem de miliVolts, talvez centenas deles. Poderá chegar a
unidades de Volts, dependendo da assimetria no tempo e da diversidade
das tensões de saturação dos mosfets e tempos de transição. Cuide
então para não prejudicar seu instrumento ao usar escalas baixas. Pode
usar um filtro RC com uma constante de 10s, por exemplo, para garantia
de precisão e maior segurança.
Considerando que o multimetro tem impedância de entrada de 10MOhm pode
usar um resitor de 10kOhm em série com um capacitor de 1 microFarad. O
multimetro deverá medir a tensão DC no capacitor e os extremos do RC
(1 terminal do R e 1terminal do C) são ligados aos pontos desejados.