Olá Alfredo e todos.
Eu consigo parar o alternomotor com a mão porque limitei a corrente
usando resistores de fios de 1 ohm (esqueci de desenhar estes
resistores no esquema, vou oportunamente fazer essa correção).
Fiz isso para não danificar as chaves e para usar apenas uma fonte de
PC alimentando as bobinas do estator.
Este circuito com chaves de 1 polo por 2 posições é autosincronizado,
ou seja, como os ressaltos estão fixos ao rotor não há como perder o
sincronismo, é semelhante ao motor DC com escovas.
O ITM é realmente para motores assíncronos, pois não recebe nenhuma
informação quanto a posição do rotor.
O alternador funcionando como motor assíncrono não deu muito certo. O
núcleo não é laminado, as perdas são muito grande. Girar até gira, mas
com pouquíssimo torque.
A vocação do alternador se for usado como motor (alternomotor) é como
motor síncrono, ou seja, com campo próprio no rotor, seja com bobina
ou com ímãs permanentes.
O novo comutador eletromecânico para o alternomotor já está projetado,
vou passar à fase de implementação. A dificuldade maior é que estou
com dois projetos em andamento; o outro é uma bomba dágua feita a
partir de um cubo de roda de moto, para ser usada no sistema de
utilização de água da chuva. Este está na frente da fila de
prioridades, porque começou antes.
Sempre leio os e-mails do grupo, as vezes não escrevo nada por pura
falta de tempo (escrever leva mais tempo que ler!).
Aproveito para agradecer ao Cassio pelo comentário positivo que ele
teceu a mim, muito obrigado.
Abraços
Tipoalgo