=?utf-8?Q?=ADza?=
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Se houvesse representa=C3=A7=C3=A3o da ju=C3=ADza =C3=A0 Ordem, qual seria =
a san=C3=A7=C3=A3o
aplic=C3=A1vel?
Eduardo Domingues
De: murilo s=C3=A9rgio
Enviada em: 29/06/2012 09:29
Para:
unirio-direito-c...@googlegroups.com
Assunto: Re: Audi=C3=AAncias - Advogado advertido verbalmente pela ju=C3=AD=
za
Bom dia a todos
O fato serve para refor=C3=A7ar. A ideia de q as palavras se perdem..mas o =
q se escreve nao, o que nos indica uma leitura muito atenta do que se assin=
a , do que se escreve
Att
S=C3=A9rgio Murilo
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Em sex, 29 de jun de 2012 09:05 BRT Guilherme Guerra escreveu:
>Interessante mesmo, Leandro.
>
>Realmente passou um pouquinho do n=C3=ADvel de barraco de uma audi=C3=AAnc=
ia de
>fam=C3=ADlia, hehe.
>
>Em 29 de junho de 2012 06:56, Leandro Silva
><
leandro...@yahoo.com.br>escreveu:
>
>> Prezados colegas e professor,
>>
>> Em minha pen=C3=BAltima audi=C3=AAncia realizada na 5=C2=AA Vara de Fam=
=C3=ADlia, um fato
>> muito interessante ocorreu e serve como exemplo aos futuros advogados.
>>
>> Tratava-se de uma a=C3=A7=C3=A3o de Revis=C3=A3o de Alimentos em que o p=
ai do
>> menor (autor da a=C3=A7=C3=A3o) pleiteava a redu=C3=A7=C3=A3o do valor p=
ago, algo torno de R$
>> 311,00 pois al=C3=A9m de n=C3=A3o conseguir arcar com tal d=C3=ADvida po=
r n=C3=A3o possuir
>> emprego fixo, alegava que a m=C3=A3e usava o dinheiro para pagar o sal=
=C3=A3o de
>> beleza e outras coisas que n=C3=A3o geravam benef=C3=ADcio ao menor.
>>
>> At=C3=A9 ent=C3=A3o t=C3=ADnhamos uma audi=C3=AAncia normal no =C3=A2mbi=
to da vara de fam=C3=ADlia
>> (bate-boca, choros, etc).
>>
>> Por=C3=A9m, algo chamava a minha aten=C3=A7=C3=A3o. O pai do menor prati=
camente falava
>> por si, sem que sua advogada intervisse. Ele gritava e tentava persuadir=
a
>> ju=C3=ADza sobre seu ponto de vista. Foi ent=C3=A3o que a merit=C3=ADssi=
ma come=C3=A7ou a ler a
>> peti=C3=A7=C3=A3o inicial e encontrou termos PEJORATIVOS contra a parte =
R=C3=A9, ou seja,
>> a m=C3=A3e. A advogada foi ent=C3=A3o advertida pela ju=C3=ADza de que n=
=C3=A3o poderia usar
>> termos que difamassem a outra parte. Em contrapartida, a advogada na mes=
ma
>> hora informou que na verdade quem havia escrito a dita pe=C3=A7a tinha s=
ido o
>> pr=C3=B3prio pai da crian=C3=A7a (que segundo ele era bacharel em direit=
o) e ela
>> tinha apenas assinado e colocado seu N=C2=BA OAB. A ju=C3=ADza ficou su=
rpresa pela
>> confiss=C3=A3o e novamente advertiu a advogada, informando-a que naquele=
momento
>> poderia represent=C3=A1-la na Ordem do Advogados pelo fato em quest=C3=
=A3o. Disse
>> tamb=C3=A9m que por mais que ele fosse =C3=ADntimo ou colega de faculdad=
e dela,
>> jamais poderia ter assinado um documento escrito por outra pessoa, ou pe=
lo
>> menos deveria ter lido e corrigido.
>> Interessante foi que a advogada come=C3=A7ou a discutir com o pai dizend=
o que
>> sabia que aquilo iria dar problema e quase iniciou uma crise de choro. F=
oi
>> ent=C3=A3o que a Ju=C3=ADza pediu calma informando que iria relevar o fa=
to, mas que
>> serviria como ensinamento para a advogada.
>>
>> --
>> Att.,
>>
>> *Leandro* Andre Pedroso da Silva
>>
>>