Mário:Concordo plenamente com você: enquanto cada um de nós não tiver condições de comprovar as informações através de nossos próprios recursos, teremos confiar (ou não) em informações passadas pelos outros.
Acho que isto vale para tudo na vida, inclusive para coisas simples. Se dissermos para uma criança que mesmo já alfabetizada, mas ainda não tiver estudado a potenciação na matemética, que 2 ao quadrado é 4, ela só vai ter certeza, se conseguir entender o raciocínio. Caso contrário, ficará entre acreditar em quem falou ou desacretar. Ou ainda, deixar a questão em suspenso até ter condições de compreender.
Sepre gostei de música como hobby e agora, após ter me aponsentado, dou umas aulas de vêz em quando. Costumo dizer para os meus alunos: o professor é apenas o facilitador, mas quem aprende é o aluno.
Claro que o professor tem também o papel estimular e despetar o ineresse do aluno, mostrando a eles coisas que ele ainda não viram. Mas o respeito entre o facilitador e o aluno é fundamental.
Quando os assuntos transcendem o plano físico, as possibilidades de constatação ficam ainda mais difíceis. Não há dúvida.
Mas ainda assim, acho importante estudar sobre coisas que ainda não temos condições de constatar, poque não deixa de se uma maneira de começarmos a abrir nossas mentes para informações outras.
Se considerarmos que temos 7 corpos astrais e que o grau de consciência de cada um é sempre maior que o anterior, na ordem de 1 a 7, podemos dizer que no Sétimo Corpo Astral está registrado tudo que já aconteceu conosco, do momento em que entramos para o reino humano até agora. Denro desta ótica, podemos dizer que Sétimo Corpo Asrtal tem Consciência praticamente Cósmica, em comparação com os corpos astrais abaixo do Sétimo.
Assim, teoricamente todos temos em nós mesmos, condições de constatar praticamente tudo que nos é dito/ensinado por grandes mestres, que a rigor, acaba sendo tentativa de nos lembrar de coisas que já sabíamos mas estão esquecidas. Creio que a diferença fundamental entre as divirsas pessoas acaba sendo a capacidade maior ou menor de cada um, principalmente enquando ainda encarnados de "levantar véu de Isis". E esta capacidade tem muito a ver com exercícios, crenças (acreditar nesta possibilidade) e também como carma da presente encarnação. As pessoas que tem o hábito de negar tudo a priori, acabam desperdiçando a maioria das opornidades que a vida lhe oferece. Não crendo em nada, acham que tudo é bobagem e perda de tempo. Daí continuam sempre na mesma. As vêzes até depois de desencarnadas contuam não acreditando em espíritos. Sem a abetura mental, fica muito ficíl convencer ao um desencarnado sobre sua situação. Trabalho há muitos anos como doutrinador (de meia tigela...) e vejo isto com muita frequencia.
A intuição sob a forma de vagas lembranças costuma ser muito útil para crermos (ou não) em coisas que nos são passadas. Lembro que certa vez, na aula de religião quando ainda no ginásio (mais ou menos na sétima série do primeiro grau), surgiu o assunto de que somente o homem teria alma e que os macacos não. Lembro-me como se fosse agora e falei com a maior convição: ou todos tem alma (homem e macaco) ou então ninguém tem. Mas achar que um tem e o outro não, não faz sentido.
Quando alguém levantava dúvidas sobre a existência da alma, também falava de modo intutitivo: se a alma não existir, as religiões não fazem o menor sentido.
Quando li os primeiros livros espíritas (Nosso Lar e Motoqueiros do Além), achei muito interessante e pensei logo e ler obras psicografadas por outros médiuns, inclusive por médiuns de outros extrageiros para se estavam falando mais ou menos as mesmas coisas. Ou seja, na ausência de recursos próprios, a "estatística" pode nos ajudar.
Um abraço
Antônio Célio