Caros Irmãos,
No intuito de enriquecer os debates deste grupo de estudos espiritualistas, compartilho uma experiência recente com um tema bastante polêmico no meio espírita.
Em recente sessão de apometria atendemos um caso de um jovem de 14 anos totalmente desvitalizado, esquelético e apático. Na abertura da frequência foi visto que ele tinha nas costas um aparelho que parecia um aspirador, com um cone invertido na ponta e uma mangueira se afastando para longe. A função deste “aspirador” era sugar os fluidos vitais do rapaz.
Quando o médium conseguiu sintonizar-se, manifestou-se a entidade responsável não somente pela colocação do aparelho, e sim, pelo laboratório central onde todos os frutos desta “colheita” sistemática são recebidos e processados. Não é a primeira vez que encontramos este tipo laboratório ou similares, e normalmente os fluidos são usados para a manutenção das cidades astrais dos agrupamentos trevosos. Mas desta vez seria diferente.
Após o típico deboche inicial, a conversa seguiu bastante educada, em alto nivel técnico-intelectual, o que é comum com os cientistas das trevas. O que lhes sobra de intelecto, lhes falta de coração. Eles são capazes de entreter discussões filosóficas de altíssimo nível, tudo em renegando o Cristo e seus próprios sentimentos. Mas isso é tema para outro momento. Lá pras tantas, ele soltou, “en passant” e sem querer, que os fluidos vitais captados eram destinados à manutenção de “agêneres”! Não aprofundamos este tema com ele, por não ter sido o objeto do atendimento. Ele foi esclarecido e encaminhado, junto com seus colegas, para a continuação de seu atendimento no astral e o laboratório destruído, liberando todas as vítimas (centenas) ligadas ao mesmo.
Apesar de ja termos estudo a assunto em várias ocasiões, foi a primeira vez que tivemos contato direto com um cientista ligado a este tipo de trabalho, e foi necessário nivelar o conhecimento com todos os integrantes do grupo. Aproveito o ensejo para compartilhar este pequeno estudo, que esboça mas não tem a pretensão de esgotar o tema, principalmente diante das aplicações destas técnicas que nos são reveladas e de suas implicações.
Agênere (do grego: a, privativo, e géiné, géinomai, gerar – não gerado) – Variedade de aparição tangível. Estado de certos Espíritos que podem revestir momentaneamente as formas de uma pessoa viva, a ponto de produzir completa ilusão.
Na prática é um corpo etérico que é usado por um espírito desencarnado para se manifestar no mundo físico, normalmente oriundo de uma pessoa recém desencarnado. Em várias fontes já encontramos menções à respeito da capturação de corpos etéricos, os chamados cascões, realizada por espíritos especializados neste processo criminoso, que rondam os cemitérios. É um processo extremamente complexo e somente magos altamente especializados são capazes e sustentar esta operação por um tempo considerável.
Na idade média eram conhecidos os Incubus ou Sucubus, respectivamente as versões masculinas e femininas de elementais artificiais que eram usadas por espíritos das trevas para se manifestarem no mundo para terem relações sexuais com encarnados. Estes elementais podiam ser criados usando fluidos vitais concentrados pela força mental, sem necessariamente precisar de corpo etérico de um encarnado ou recém desencarnado. J.W.Rochester descreve um processo destes, não lembro em qual livro (Naema , a Bruxa?)
Até aí pode ser assustador para o leigo e provocar descrença nos espíritas ortodoxos, mas nada que surpreenda o estudioso da espiritualidade. Recentes revelações, porém, elevaram a preocupação dos trabalhadores de luz a um novo patamar: a capturação de corpos etéricos de pessoas encarnadas que atuam em organizações de importância mundial, com o objetivo de substituí-los por espíritos trevosos do mais alto escalão com o objetivo de influir diretamente nos destinos das nações, provocando conflitos e atraso espiritual em escala global. Os processos descritos por Ângelo Inácio, pelo médium Robson Pinheiro, no livro A marca da Besta, (2010), por mais polêmicos que sejam, até onde são descritos, parecem tecnicamente consistentes e plausíveis. Ora, na ocasião as personalidades insinuadas eram todas de países do hemisfério norte. Portanto, de uma realidade distante, mesmo que suas ações tenham implicações diretas no mundo inteiro.
Mas agora apareceu um caso prático aqui no Brasil. O que significa isso para nosso trabalho?
Mais material de estudo:
ALLAN KARDEC ainda, na revista espírita consulta o espírito São Luis à respeito: (no final o link para o texto completo)
Pedimos ao Espírito São Luís que nos esclarecessesobre esses diferentes pontos,dignando-se responder às nossasperguntas:
1.O Espírito do louquinho de Bayonne poderiamostrar-se corporalmente em outros locais e a outras pessoas alémda sua família?
Resp.
– Sim,sem dúvida.
2.Isto depende de sua vontade?
Resp.
– Não exatamente.O poder dos Espíritos élimitado;só fazem o que lhes é permitido fazer.
3.O que aconteceria se ele se apresentasse a umapessoa desconhecida?
Resp.
– Teria sido tomado por uma criança comum.Dir-vos-ei,porém,uma coisa:por vezes existem na Terra Espíritosque revestiram essa aparência,e que são tomados por homens.
4.Esses seres pertencem à classe dos Espíritosinferiores ou superiores?
Resp.
– Podem pertencer às duas;são fatos raros.Delestendes exemplos na Bíblia.
5.Raros ou não,basta a sua possibilidade paramerecer a nossa atenção.O que aconteceria se,tomandosemelhante ser por um homem comum,lhe fizessem umferimento mortal? Seria morto?
Resp.
–Desapareceria subitamente,como o jovem deLondres.[Ver o número de dezembro de 1858 – Fenômenos debicorporeidade.]
6.Eles têm paixões?
Resp.
– Sim;como Espíritos têm as paixões dosEspíritos,conforme sua inferioridade.Se algumas vezes tomam umcorpo aparente é para fruir as paixões humanas;se são elevados,écom um fim útil que o fazem.
7.Podem procriar?
Resp.
– Deus não o permitiria.Seria contrário às leisque estabeleceu na Terra e elas não podem ser derrogadas.
8.Se um ser semelhante se nos apresentasse,haveriaum meio de o reconhecer?
Resp.
– Não,a não ser que o seu desaparecimento sefizesse de modo inesperado.Seria o mesmo que o transporte demóveis de um para outro andar,fatos que lestes anteriormente.
Observação
– Alusão a um fato dessa natureza relatadono início da sessão.
9.Qual o objetivo que pode levar certos Espíritos atomar esse estado corporal? É antes o mal do que o bem?
Resp.
– Freqüentemente o mal;os Espíritos bons têma seu favor a inspiração;agem pela alma e pelo coração.Como o
sabeis,as manifestações físicas são produzidas por Espíritosinferiores,e aquelas são desse número.Entretanto,como disse,osEspíritos bons podem igualmente tomar essa aparência corporalcom um fim útil.Falei de maneira geral.
10.Nesse estado podem eles tornar-se visíveis ouinvisíveis à vontade?
Resp.
– Sim,pois que podem desaparecer quando bementenderem.
11.Têm eles um poder oculto superior ao dos demaishomens?
Resp.
– Só têm o poder que lhes faculta a sua posiçãocomo Espírito.
12.Têm necessidade real de alimento?
Resp.
– Não;o corpo não é real.
13.Entretanto,embora não tivesse um corpo real,ojovem de Londres almoçava com seus amigos e apertou-lhes a mão.Em que se teria transformado o alimento absorvido?
Resp.
– Antes de apertar a mão,onde estavam os dedosque apertavam? Compreendeis que o corpo desapareça? Por quenão quereis compreender que a matéria também desapareça? Ocorpo do rapaz de Londres não era uma realidade,visto estar emBoulogne.Era,pois,uma aparência;o mesmo ocorre com anutrição que ele parecia absorver.
14.Se tivéssemos entre nós um ser semelhante,seriaum bem ou um mal?
Resp.
– Seria antes um mal.Aliás,não se pode adquirirgrandes conhecimentos com esses seres.Não vos podemos dizermuita coisa;tais fatos são excessivamente raros e jamais têm umcaráter de permanência,notadamente as aparições instantâneas,como a de Bayonne.
Mais fontes de estudo:
http://pt.scribd.com/doc/54156114/Revista-Espirita-1859
A Marca da Besta, Autor espiritual: Ângelo Inácio – Médium: Robson Pinheiro; cap. 7 e 8.
Johann Schneider
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