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Olá de novo,
Daquilo que percebi dos regulamentos para atribuição de nome de uma associação (presentes no site da Associação na Hora), não me parece que haja nenhum impedimento.
Concordo também com a Paula. Para além do mais, acho que precisamos de nos distinguir da APT de uma forma clara.
De qualquer das formas, esta é apenas uma sugestão. J
Abraço,
Susana Valdez
ITI – Instituto de Profissionais de Tradução ou Instituto Profissional de Tradução ou, ainda, Instituto Profissional de Tradutores é um bom nome e fica na língua.
De: tradutore...@googlegroups.com [mailto:tradutore...@googlegroups.com] Em nome de Maria João dos Santos Ivo
Enviada: 5 de março de 2013 11:36
Para: tradutore...@googlegroups.com
Assunto: Re: Nome para associação
Bom dia de novo,
Perfeito!
--
Olá Maria,
A questão do site é essencial a meu ver. Se optarmos por constituir a associação através da Associação na Hora, é nos dado um URL grátis por um ano. Nesta questão, parece-me muito importante, para nos diferenciarmos de outras associações, que seja criado um site claro e semelhante à ITI ou à ATA. Não estou com isto a promover a cópia, mas acho que nos devemos inspirar nas associações de renome. Daí, apesar concordar com a criação de um blogue – wordpress, blogger, ou outro – defendo a criação de um site. Aqui surge também a questão do logótipo.
Quanto à sede, a solução da Paula é prática e provavelmente a única solução possível para os primeiros meses. Só podemos agradecer a sua generosidade em ceder o local para a sede. Ainda assim, quero sublinhar que não pode ser permanente. Mais uma vez, acho que ninguém quer que esta associação seja uma réplica das más práticas de outras associações. Se calhar estou a “wishful thinking”, mas será que a Católica não nos pode ajudar aqui? Ou será que uma outra universidade ou centro de investigação não nos pode dar uma mão?
Abraço!
Susana
De: tradutore...@googlegroups.com [mailto:tradutore...@googlegroups.com] Em nome de Maria João dos Santos Ivo
Enviada: quarta-feira, 6 de Março de 2013 10:17
Para: tradutore...@googlegroups.com
Assunto: Re: Nome para associação
Olá Paula,

Olá bom dia a todos,
Em primeiro lugar, e tal como outros colegas, não tenho participado mais porque estou um bocado aflita de trabalho. No entanto, encontro-me à vossa disposição para trabalhar nisto com afinco o mais possível – nem que seja de madrugada.
Comentei isto com o meu marido, que é Financeiro, que me chamou a atenção para a história da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas. De facto, os técnicos confrontaram-se com os mesmos problemas que nós, no passado. Havia muita gente sem habilitações a fazer contabilidades e muita gente bom profissional e mau profissional (os chamados curiosos) que podiam fazer as contabilidades. Andei à procura no site: http://www.otoc.pt/pt/a-ordem/historia/. Eles começaram primeiro por ser uma Associação e passaram posteriormente a Ordem. Mais ideias…
Quanto à sede social e apoio administrativo, disponho-me a fazê-lo, ou seja, a minha ideia é a seguinte: formalmente, claro que temos que ter sede em qualquer parte e agradeço desde já a disponibilidade demonstrada. Na prática, o que podemos fazer é “rodar” o atendimento, existindo um número de telefone fixo e um email fixo igualmente, que periodicamente seja dirigido para um dos colegas. Colega esse que, durante o seu tempo de atendimento, terá que ter a disponibilidade para responder e atender os pedidos. Disponibilizo-me desde já para ser a primeira.
Estou à vossa disposição para o que entenderem. Finalmente, acho que o meu sonho vai ser cumprido!
Tenham um bom dia!
Lígia Dias Costa
Portuguese Translator
E-mail: ligia...@hotmail.com
Tel.: (351) 96 821 25 18
Skype: ligiapinho
Website: http://www.proz.com/profile/31332
http://pt.linkedin.com/in/ligiadiascosta
De: tradutore...@googlegroups.com [mailto:tradutore...@googlegroups.com] Em nome de Teresa Ribeiro
Enviada: quarta-feira, 6 de Março de 2013 10:40
Para: tradutore...@googlegroups.com
Assunto: Re: Nome para associação
Viva!



Viva!Tenho estado atenta a toda a troca de opiniões e, relativamente ao nome para a associação, até agora os que mais me agradam são os propostos pela Margarida.
Contudo, acho que ninguém ainda se lembrou de União. Ou seja, por exemplo, UPPT-União Portuguesa dos Profissionais de Tradução. Acho que retrará melhor o que realmente se pretende: a união de todos nós. É só mais uma sugestão. :)
Abraço e continuação de boas ideias.Teresa Silva Ribeiro
From: Ligia Pinho <ligia...@hotmail.com>
To: "tradutore...@googlegroups.com" <tradutore...@googlegroups.com>
Cc: "tradutore...@googlegroups.com" <tradutore...@googlegroups.com>
Sent: Tuesday, March 5, 2013 11:34 PM
Subject: Re: Nome para associação

Olá bom dia,
Concordo com a Margarida… o que se pretende é uma agregação de profissionais da área e não de curiosos. Eu continuo a gostar de Instituto de Profissionais de Tradução (IPT), simples, claro e que engloba tudo o que se pretende e um pouco mais. União a mim soa-me a sindicato, mais punho no ar, não sendo isso que se pretende!
Pretende-se uma entidade que:
· Agregue profissionais – com ou sem diploma, mas com experiência comprovada na área em que trabalham.
· Certifique esses mesmos profissionais e que, à imagem de outras entidades (ATA, ITI. IoL, IAPTI, e ASETRAD), faça com que os seus membros certificados sejam reconhecidos e considerados internacionalmente pelo facto de serem certificados por essa instituição; Exemplos: ATA-certified corporate and financial translator (German>English); A member of IoL, Associate of ITI, member of IAPTI and ASETRAD, que são usados por colegas nossos e que lhe dão alguma primazia sobre os seus pares no momento de serem selecionados para algum projeto.
· Trabalhe, em conjunto com o CNT, para que a legislação portuguesa passe a juramentar tradutores;
· Promova conferências, seminários, formações em Portugal para os seus membros;
· Estabeleça protocolos com fornecedores de equipamentos, softwares, etc para os seus membros;
· Trabalhe no sentido de regulamentar a profissão e os respetivos profissionais para que sejam reconhecidos e para que a profissão, por exemplo de tradutor, passe a existir;
· Etc.. Etc.
Proponho, desde já a tal reunião de trabalho no dia 20 de março a partir das 14h00 – Universidade Católica??? – para elaboração da proposta base de criação da entidade (nome a votar), com sede (provisória) no meu endereço, telefone móvel para que o atendimento do mesmo possa circular entre os membros dos órgãos administrativos da mesma entidade em escala a elaborar (quinzenalmente, por ex.).
A criação do site, do logo e afins, pode ficar à minha responsabilidade (opções a apresentar aos membros para escolha). No entanto, este passo só poderá ser dado quando a entidade for aprovada e registada, ou seja, quando existir!
Permitam-me que solicite a todos os que possam estar presentes na mesa de trabalho que analisem a documentação que a Susana Valdez nos enviou para que a discussão no dia 20 seja objetiva e de forma a criar resultados palpáveis.
Abraço
Paula Ribeiro

Translation & Interpretation Atelier
Phone: +351 224 056 693
Mobile: +351 918 337 436
E-mail: paula....@crossingwords.com
Organizer of the 2013 ProZ.com European Internacional Conference in Porto, Portugal. More informations at: http://www.proz.com/conference/388

O termo "profissionais" abrange todos os carolos e curiosos que levam a profissão a sério. Daí achar que se deve manter o termo na designação. Seja tradução literária ou técnica, aquilo que devemos almejar é que o cliente perceba a diferença entre um "profissional" (com ou sem canudo) e uma pessoa que "vai fazendo umas coisitas e que até é mais barata". Enfim, gostava de ver esta posição demarcada nesta associação, organização, união, instituto, whatever :)
Sou mais a favor dos protocolos de cooperação!

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De: tradutore...@googlegroups.com [mailto:tradutore...@googlegroups.com] Em nome de margarida lopes
Enviada: 06 Março 2013 14:42
Para: tradutore...@googlegroups.com
Assunto: Re: Re: Nome para associação
Concordo.
Relativamente aos subgrupos, uma vez que não serão profissionais do sector, mas profissionais ligados à área jurídica, etc., porque não estabelecer protocolos de cooperação em vez de os integrar nesta nossa "associação"? Seria viável?
Em 6 de março de 2013 14:01, Margarida Vale de Gato <mvg...@gmail.com> escreveu:
Ok, Margarida Lopes :)
Além do enunciado pela Paula, há outra coisa que acho que deve ser prioridade para o grupo que estamos a formar:
- a constituição de um apoio legal para defender tradutores lesados por más práticas empresariais e, claro, o incumprimento de pagamentos.
Também acho que devíamos zelar por oferecer fóruns de discussão, elenco de ferramentas, notícias de formação ou ações organizadas por nós, etc. É por isso que defendo, dentro do grupo, a presença de representantes sectoriais, formando subgrupos que ponderem o que mais poderá reforçar a sua união.
Um abraço,
Margarida
2013/3/6 margarida lopes <maria....@gmail.com>
O termo "profissionais" abrange todos os carolos e curiosos que levam a profissão a sério. Daí achar que se deve manter o termo na designação. Seja tradução literária ou técnica, aquilo que devemos almejar é que o cliente perceba a diferença entre um "profissional" (com ou sem canudo) e uma pessoa que "vai fazendo umas coisitas e que até é mais barata". Enfim, gostava de ver esta posição demarcada nesta associação, organização, união, instituto, whatever :)
Em 6 de março de 2013 13:21, Barros Traduções <barro...@gmail.com> escreveu:
Concordo com a Margarida. Apesar do tom leve da organização, acho que não deve ser banalizado com demasiada brincadeira. O nome, quanto a mim, deve ser leve sem ser leviano e confiante sem ser presunçoso. Há dias em que me apetece levar as traduções para a brincadeira porque há verdadeiras anedotas neste sector, mas se levamos para a brincadeira já sabemos que ninguém nos vai levar a sério.
Estou a gostar do brain storming, mas estou curiosa... não há representantes do género masculino nesta União? Só por curiosidade, já que não me lembro de ver nomes masculinos na conversa.
Até já!
Mariana de Barros
Olá a todos:
Pensando bem, TRÁS! não resulta, porque não soa nada bem dizer:
— Onde é que vais, Maria?
— Vou à TRÁS, Manuel.
Esqueçam, portanto.
Um abraço,
Paulo Faria
De: tradutore...@googlegroups.com [mailto:tradutore...@googlegroups.com] Em nome de Paula Ribeiro
Enviada: quarta-feira, 6 de Março de 2013 15:17
Para: tradutore...@googlegroups.com
Assunto: RE: Re: Nome para associação
Contratada!!!! (sem salário, claro!)
Olá bom dia,
Concordo com a Margarida… o que se pretende é uma agregação de profissionais da área e não de curiosos. Eu continuo a gostar de Instituto de Profissionais de Tradução (IPT), simples, claro e que engloba tudo o que se pretende e um pouco mais. União a mim soa-me a sindicato, mais punho no ar, não sendo isso que se pretende!
Pretende-se uma entidade que:
· Agregue profissionais – com ou sem diploma, mas com experiência comprovada na área em que trabalham.
· Certifique esses mesmos profissionais e que, à imagem de outras entidades (ATA, ITI. IoL, IAPTI, e ASETRAD), faça com que os seus membros certificados sejam reconhecidos e considerados internacionalmente pelo facto de serem certificados por essa instituição; Exemplos: ATA-certified corporate and financial translator (German>English); A member of IoL, Associate of ITI, member of IAPTI and ASETRAD, que são usados por colegas nossos e que lhe dão alguma primazia sobre os seus pares no momento de serem selecionados para algum projeto.
· Trabalhe, em conjunto com o CNT, para que a legislação portuguesa passe a juramentar tradutores;
· Promova conferências, seminários, formações em Portugal para os seus membros;
· Estabeleça protocolos com fornecedores de equipamentos, softwares, etc para os seus membros;
· Trabalhe no sentido de regulamentar a profissão e os respetivos profissionais para que sejam reconhecidos e para que a profissão, por exemplo de tradutor, passe a existir;
· Etc.. Etc.
Proponho, desde já a tal reunião de trabalho no dia 20 de março a partir das 14h00 – Universidade Católica??? – para elaboração da proposta base de criação da entidade (nome a votar), com sede (provisória) no meu endereço, telefone móvel para que o atendimento do mesmo possa circular entre os membros dos órgãos administrativos da mesma entidade em escala a elaborar (quinzenalmente, por ex.).
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Abraço
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2013/3/5 Susana Valdez <valdez...@gmail.com>
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Margarida Lopes
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Ref.: TAIA- tradução ajuramentada e interpretação ajuramentada/Directiva 2010/64/UE
Em MAR04 a DGAJ remeteu ao Gabinete o resultado do trabalho de um grupo a que presidia, em funções apenas desde 2000 pois só nessa altura foram sanadas as imprecisões subjacentes ao despacho original do então Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Justiça, proferido em ‘96, que haviam até aí impedido a constituição do grupo em questão.
Tinha este Sindicato Nacional da Actividade Turística, Tradutores e Intérpretes-SNATTI apoiado a exposição que a APT- Associação Portuguesa de Tradutores havia dirigido em ’95 ao então Ministro da Justiça, na decorrência da qual foi formulado o parecer objecto do despacho referido, sendo assim nomeado para integrar o dito Grupo de Trabalho, conjuntamente com a APT e as duas associações de intérpretes de conferência existentes em Portugal (a aiicPT- região Portugal da Associação Internacional dos Intérpretes de Conferência - na altura sob a designação APROFIC, associação de direito português que a representava e foi entretanto extinta - e a APIC-Associação Portuguesa de Intérpretes de Conferência) além da PGR e DGRN.
Pretendia-se um projecto de diploma capaz de sanear a lamentável situação que vigorava em Portugal nessa matéria - com ajuramentação ad-hoc não apoiada em qualquer certificação de competências - e elaborámos assim uma proposta que consubstanciava um regime de validação e certificação de competências e ainda registo e publicitação das actividades TAIA, esboçando ainda mas deixando para um segundo momento a pormenorização dos aspectos formativos e de exercício profissional, incluindo inevitavelmente negociação tabelar.
Uma vez que a proposta entregue nunca teve seguimento tal situação persiste, infelizmente agravada, no que respeita à tradução, pela legislação superveniente que alargou a advogados, solicitadores, conservadores e oficiais de registo a “competência" para fazer e certificar traduções, alargada ainda a câmaras de comércio e indústria - estas corporizando uma inovadora atribuição, a uma pessoa colectiva, de competências necessariamente individuais e singulares. Foi também atribuída aos notários -- por uma pouco explícita via “tabelar” - a “competência” de certificar a sua exactidão, o que faz ainda menos sentido, nomeadamente para línguas exóticas.
A jusante da entrega do projecto de diploma referido, o SNATTI promoveu uma reunião pública para divulgar junto dos interessados, nomeadamente Tradutores e Intérpretes, o resultado dos trabalhos do dito GT, tendo ainda fundado uma lista electrónica de difusão de informações profissionais relevantes, que continua a gerir, continuando até hoje a receber, nomeadamente dos Tribunais e Ministério Público, constantes pedidos de inexistentes listas, normas e tabelas, a que vamos respondendo da melhor forma possível.
Todas as associações referidas e ainda a AILGP- Associação de Intérpretes de Língua Gestual Portuguesa integram o CCT&I-Conselho Consultivo para a Tradução e Interpretação deste Sindicato, fundado em 1936 e filiado na UGT, com cerca de 500 associados; acresce ainda a mais recente APTIJUR- Associação Portuguesa de Tradutores e Intérpretes Jurídicos, que integra especificamente também as actividades de Tradução Ajuramentada e Interpretação Ajuramentada.
Temos evidentemente continuado a acompanhar a evolução da situação, nomeadamente a nível europeu onde Portugal, na sequência de um anterior projecto abortado da Comissão, conjuntamente com outros Estados-Membros da UE tomou uma feliz iniciativa
http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:C:2010:069:0001:0004:PT:PDF
objecto do parecer anexo da Assembleia da República e que culminou na Directiva 2010/64/UE, relativa ao direito à interpretação e tradução em processo penal
http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2010:280:0001:0007:PT:PDF
devendo também Portugal "por em vigor as disposições legislativas, regulamentares e administrativas necessárias para dar cumprimento à presente directiva até 27 de Outubro de 2013", do que deverá ser submetido relatório à Comissão Europeia até um ano depois.
Não obstante os recentes desenvolvimentos em sede de acesso e regulamentação de profissões (DL 92/2011) aliás porque não contraditórios com as obrigações assumidas no tema que ora nos ocupa, estamos convictos de que o Governo de Portugal quererá consistente, tempestiva e adequadamente honrar, no plano nacional, a iniciativa que em boa hora também tomou na UE.
Vimos assim, em n/ nome e no das Associações referidas e na senda do processo acima descrito, manifestar junto de S.Exª a Ministra da Justiça de Portugal a n/ disponibilidade para desta vez sermos previamente ouvidos ou da melhor forma colaborarmos na preparação de tais disposições, para assim se fazer final e materialmente jus às reais necessidades há muito sentidas - certamente ao arrepio da atribuição legislativa de "competências" profissionais, linguísticas/traductológicas de realização/certificação e atestação de exactidão (!) a categorias profissionais de cuja formação estão substancialmente ausentes e em cuja prática substancialmente inexistem.
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Esta carta teve resposta, ie a transmissão de um parecer dos serviços sobre a transposição da Directiva... mas até à data ainda não foi a mesma desencadeada; já fiz contactos preliminares para em Abril voltar à carga...
msr