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Bom dia, a todos:
E, pela minha parte, Martin seja muito bem-vindo às nossas discussões.
Concordo consigo e com o Manuel quando afirmam que há muito trabalho já feito e que já há associações em Portugal de tradutores. Infelizmente, enquanto tradutora, não me revejo nem nunca fui defendida pelo SNATTI nem pela APT (em nenhuma das suas direcções) e preciso de uma associação em Portugal na qual me reveja e que me defenda. Estou cansada de ter de olhar para fora para me sentir representada. Concordo consigo que – se calhar – a melhor forma, teria sido apresentar uma lista para as eleições da APT. E se me disser que não merece a pena nos queixarmos e temos é de apresentar trabalho, somos amigos para a vida toda.
Agora devo dizer, que não quero mais uma associação e não quero mesmo uma cooperativa. Quero sim uma associação que defenda os objectivos já enumerados pela Paula Ribeiro anteriormente:
• Agregue
profissionais – com ou sem diploma, mas com experiência comprovada na área em que
trabalham.
• Certifique esses mesmos profissionais e que, à imagem de outras entidades
(ATA, ITI. IoL, IAPTI, e ASETRAD), faça com que os seus membros certificados
sejam reconhecidos e considerados internacionalmente pelo facto de serem
certificados por essa instituição; Exemplos: ATA-certified corporate and
financial translator (German>English); A member of IoL, Associate of ITI,
member of IAPTI and ASETRAD, que são usados por colegas nossos e que lhe dão
alguma primazia sobre os seus pares no momento de serem selecionados para algum
projeto.
• Trabalhe, em conjunto com o CNT, para que a legislação portuguesa passe a
juramentar tradutores;
• Promova conferências, seminários, formações em Portugal para os seus membros;
• Estabeleça protocolos com fornecedores de equipamentos, softwares, etc para
os seus membros;
• Trabalhe no sentido de regulamentar a profissão e os respetivos profissionais
para que sejam reconhecidos e para que a profissão, por exemplo de tradutor,
passe a existir;
• A constituição de um apoio legal para defender tradutores lesados por más
práticas empresariais e, claro, o incumprimento de pagamentos.
• Oferecer fóruns de discussão, elenco de ferramentas, notícias de formação ou
ações organizadas pela entidade, etc.
• Elaboração de protocolos com representantes sectoriais, que ponderem o que
mais poderá reforçar a sua união.
E, como consequência natural de todas estas acções, se promova a imagem e o estatuto do tradutor em Portugal.
Infelizmente, não conheço nenhuma associação portuguesa que almeje objectivos similares, nem os queira pôr em prática.
Continuação de boas discussões,
Susana Valdez
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• Certifique esses mesmos profissionais e que, à imagem de outras entidades (ATA, ITI. IoL, IAPTI, e ASETRAD), faça com que os seus membros certificados sejam reconhecidos e considerados internacionalmente pelo facto de serem certificados por essa instituição; Exemplos: ATA-certified corporate and financial translator (German>English); A member of IoL, Associate of ITI, member of IAPTI and ASETRAD, que são usados por colegas nossos e que lhe dão alguma primazia sobre os seus pares no momento de serem selecionados para algum projeto.
• Trabalhe no sentido de regulamentar a profissão e os respetivos profissionais para que sejam reconhecidos e para que a profissão, por exemplo de tradutor, passe a existir;