Mais uma entidade ? De que tipo ?

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Martin Brückmann

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Mar 8, 2013, 10:48:51 PM3/8/13
to tradutore...@googlegroups.com

Bom dia a tod@s,

É bom ver que afinal a comunidade de tradutores e afins tem algum espírito de equipa e sabe mobilizar-se e lutar, quando é preciso, pelos seus direitos e pela sua dignidade e pelos seus interesses, não só individuais mas comuns também, pelo que temos de saudar a iniciativa da Paula Ribeiro em bater na mesa e dizer em alto e bom som o que muitos já comentavam faz tempo nos corredores : a nossa profissão está com dificuldades e falta de reconhecimento, e não há entidade nenhuma que a defenda como deve ser, ou melhor, como gostávamos que o fizesse.

Mas entidades que poderiam defender esses interesses comuns já existem, quer a gente queira quer não :

APT - Associação Portuguesa de Tradutores
APET - Associação Portuguesa de Empresas de Tradução
SNATTI - Sindicato Nacional das Actividades do Turismo, Tradutores e Intérpretes
e o mais recentemente criado
CNT - Concelho Nacional da Tradução
...
(Há e já houve mais, apenas cito aqui aqueles que conheço)

Em relação à APT, que é aquela da qual a gente se queixa aqui mais e é aquela que, aparentemente, se pretende aqui substituir, se calhar estamos a ser um pouco injustos em lhe mandar tantas pedras, até porque também nos representa e defende, de alguma forma, e que muitos de nós (aliás, provavelmente todos que até aqui intervieram e que receberam o primeiro e-mail da Paula, já que foi a lista de membros ou pelo menos de divulgação dessa mesma entidade que foi usada para lançar este apelo à mobilização) fazemos ou fizemos parte da mesma.

Numa altura em que se deve a todo custo alcançar aumento de eficiência e produtividade, numa altura na qual necessitamos  precisamente de solidariedade, cooperação, unidade, representatividade e poder de negociação, não seria melhor unir-nos em vez de nos dividir, ou seja reforçar a capacidade de influência da APT em vez de criar mais uma associação dissidente ?  
Para ver discórdia e intrigas basta-nos ver o noticiário ou o canal ARtv, não precisamos disso entre nós, antes pelo contrário.

É pena esta súbita mobilização acontecer agora, já depois das eleições da direcção da APT, pois a ter sido um mês ou dois mais cedo poderia ter sido a oportunidade ideal para quem se sentir incomodado com a forma como a APT está a ser gerida apresentar uma lista de candidatos, e assim aproveitar esta onda de boas vontades e de empenho em fazer mudar as coisas, onda que pelos vistos tinha deixado de existir, ao ver a fraca frequentação nas reuniões e assim o aparente completo desinteresse pelos assuntos da associação.

Mas mesmo assim, este pontapé de saída poderá servir de aviso, para chamar a actual direcção da APT à responsabilidade, ou aos que se meteram nos órgãos sociais da associação sem grande motivação - porque é preciso alguém - deixarem o cargo a outros que se sentirem mesmo com motivação, com boa vontade, e sobretudo com disponibilidade real para pôr em prática as boas intenções (que é o que mais falta faz, muitas vezes...).


Agora, e já que há tanta motivação e fazer algo mais em prol da comunidade de tradutores e afins, sempre se pode montar uma entidade nova e complementar para completar o panorama, mas de forma a contribuir pela positiva e sem entrar em conflito com as entidades já existentes, antes de fazer mais uma SPT ao lado da APT com funções e encargos em duplicado mas universo de membros por partilhar (ou seja com proporcionalmente menos representatividade face aos interlocutores institucionais que iriam assim beneficiar do "dividir para reinar"), porque não montar, como também sugeriu a Paula, uma Cooperativa de tradutores e afins ?

Poderemos em mensagens posteriores entrar em pormenores e exemplificar como é que uma Cooperativa de tradutores e afins poderia funcionar, e quais seriam os benefícios da mesma face ao funcionamento clássico de empresa, mas basicamente serviria para nos ajudar a colaborar e trabalhar em grupo, ter um maior poder de negociação na compra de produtos e serviços para todos, partilhar recursos comuns, etc... etc... tal como acontece nas Cooperativas de produtores agrícolas e não só.

Deixo aqui esta sugestão da Cooperativa, alguma matéria para reflexão durante o fim de semana, e aguardo os vossos comentários sobre o assunto.

E também não se esqueçam que a APT não tem de ser o mau da fita aqui, que tem nome na praça a nível nacional e internacional, que não é uma entidade abstracta por si só mas é composta de pessoas que também podem melhorar e mudar de atitude e fazer coisas boas, se lhes dermos o nosso apoio e a nossa ajuda, quando é preciso.


Atenciosamente,


Martin Brückmann

Margarida Vale de Gato

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Mar 9, 2013, 3:36:44 AM3/9/13
to tradutore...@googlegroups.com
Bom dia Martin,

Obrigada pela sua reflexão.
Queria só esclarecer que pelo menos da minha parte, que iniciei esta lista, não foi usada a rede de contactos da APT, até porque eu a desconheço. Antes, a lista começou a partir de contactos de email recolhidos durante uma reunião do CNT em que nos foi comunicado que os tradutores não tinham nenhuma associação que os representasse no CNT, pois a APT se desvinculara. Essa reunião aconteceu realmente a uma semana das eleições e portanto não havia qualquer oportunidade sequer de criar uma alternativa no seio da APT.

O propósito de iniciar esta lista, que me pareceu poder ser demasiado para eu abarcar sozinha e por isso desde logo a Paula aceitou gerir comigo este impulso inicial, foi abrangente. Eu pela minha parte ainda não tenho uma solução ideal na manga, e aceito que na nossa reunião geral, em princípio a 6 de Abril, haja discussão e decisão sobre as vantagens de não se formar nenhuma lista e antes integrar e reforçar a APT. Mas, para já, iremos elaborar uma proposta, em reunião preparatória aberta a quem se disponha a meter mãos na massa, a 20 de Março às 14h30, do que possa ser uma associação credível para responder às nossas necessidades reais, e, se possível, ideais.

A ideia da cooperativa até me agrada, mas, no desconhecimento de estatutos, não sei se uma cooperativa tem certas capacidades ou objectivos, como o de entidade certificadora de tradutores, e não me parece que possa ser amplamente agregadora e representativa.

Mas sim, vamos continuando a ponderar no fim de semana e nos próximos dias. Saudações solidárias,
Margarida

2013/3/9 Martin Brückmann <martin.b...@gmail.com>

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Crossingwords

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Mar 9, 2013, 4:45:17 AM3/9/13
to tradutore...@googlegroups.com, tradutore...@googlegroups.com
Bom dia Martin, bom dia a todos
Tal como já dito pela Margarida, esta movimentação e vontade nasceu na reunião do CNT e pela iniciativa da Margarida em recolher os contactos de todos os que se encontravam na mesma. Nasce pela constatação da não participação da APT até no próprio CNT, onde deveria representar a todos.
O envio do e-mail aos colegas que fazem parte da APT (tal como eu) foi iniciativa minha. Para o fazer, aproveitei a lista de contactos que me foi fornecida pela própria APT durante a troca de piropos e ramalhetes que as duas listas trocaram com todos nós. Pedi desculpa a todos pelo abuso e ousadia da utilização do contacto e informei das nossas intenções.
Acredito, tal como diz a Margarida, que podemos tentar fazer alguma coisa para o bem de todos e que devemos aproveitar esta vontade para a tornar realidade!
Abraço e bom fim de semana a todos

Paula Ribeiro

Manuel SANT'IAGO RIBEIRO

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Mar 9, 2013, 7:12:45 AM3/9/13
to tradutore...@googlegroups.com
... em boa hora a reflexão deste thread :-), não porque não possa ser necessário e/ou haja mérito em criar algo ab ovo mas porque muitas vezes, além de se subestimar a valia do que existe, se subestima o esforço e dispêndio necessário para deitar mãos à obra, como talvez a comparação entre as "adesões" FB e Google e os números de pré-inscritos nas duas reuniões previstas demonstre - e ainda só estamos a falar de falar em trabalhar!

Como viram pela correspondência que citei a pedido da Susana, há trabalho - muito! - feito... e se não houve mais tb terá sido por as forças dos poucos disponíveis não serem ilimitadas...

Ainda tenho lembrança suficientemente fresca do ardor juvenil para compreender esse fogo... mas partilho já de suficientes decénios de recordações para o temperar com a convicção de que da negociação entre a visão do que se quer mudar e a experiência do que se construiu poderá resultar menos difícil continuar a erguer o edifício comum, do que demolindo e recomeçando de novo... o que aliás passaria sempre pela pouco edificante convivência de dois estaleiros, um a crescer e o outro a cair.

As n/ profissões estão em manifesta mudança de paradigma, o que aliás não é só visível nelas nem só em PT, só por si justificando a reflexão e mobilização de esforços colectivos... espero por isso grandes coisas desta maré! :-)




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Susana Valdez

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Mar 11, 2013, 6:16:20 AM3/11/13
to tradutore...@googlegroups.com

Bom dia, a todos:

E, pela minha parte, Martin seja muito bem-vindo às nossas discussões.

Concordo consigo e com o Manuel quando afirmam que há muito trabalho já feito e que já há associações em Portugal de tradutores. Infelizmente, enquanto tradutora, não me revejo nem nunca fui defendida pelo SNATTI nem pela APT (em nenhuma das suas direcções) e preciso de uma associação em Portugal na qual me reveja e que me defenda. Estou cansada de ter de olhar para fora para me sentir representada. Concordo consigo que – se calhar – a melhor forma, teria sido apresentar uma lista para as eleições da APT. E se me disser que não merece a pena nos queixarmos e temos é de apresentar trabalho, somos amigos para a vida toda.

Agora devo dizer, que não quero mais uma associação e não quero mesmo uma cooperativa. Quero sim uma associação que defenda os objectivos já enumerados pela Paula Ribeiro anteriormente:

• Agregue profissionais – com ou sem diploma, mas com experiência comprovada na área em que trabalham.
• Certifique esses mesmos profissionais e que, à imagem de outras entidades (ATA, ITI. IoL, IAPTI, e ASETRAD), faça com que os seus membros certificados sejam reconhecidos e considerados internacionalmente pelo facto de serem certificados por essa instituição; Exemplos: ATA-certified corporate and financial translator (German>English); A member of IoL, Associate of ITI, member of IAPTI and ASETRAD, que são usados por colegas nossos e que lhe dão alguma primazia sobre os seus pares no momento de serem selecionados para algum projeto.
• Trabalhe, em conjunto com o CNT, para que a legislação portuguesa passe a juramentar tradutores;
• Promova conferências, seminários, formações em Portugal para os seus membros;
• Estabeleça protocolos com fornecedores de equipamentos, softwares, etc para os seus membros;
• Trabalhe no sentido de regulamentar a profissão e os respetivos profissionais para que sejam reconhecidos e para que a profissão, por exemplo de tradutor, passe a existir;
• A constituição de um apoio legal para defender tradutores lesados por más práticas empresariais e, claro, o incumprimento de pagamentos.
• Oferecer fóruns de discussão, elenco de ferramentas, notícias de formação ou ações organizadas pela entidade, etc.
• Elaboração de protocolos com representantes sectoriais, que ponderem o que mais poderá reforçar a sua união.

E, como consequência natural de todas estas acções, se promova a imagem e o estatuto do tradutor em Portugal.

Infelizmente, não conheço nenhuma associação portuguesa que almeje objectivos similares, nem os queira pôr em prática.

Continuação de boas discussões,


Susana Valdez

André Tiago Pereira

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Mar 11, 2013, 6:20:57 AM3/11/13
to tradutore...@googlegroups.com
Bom dia a todos/todas,

Agora vou dar parte de ignorante. De facto, passados alguns anos de actividade, só conheço a APT e nem sabia dessas outras entidades. Terá sido falha minha ou da parte das mesmas? Porque se é falha das organizações, então não estão a fazer um bom trabalho a representar-me se nem sei da sua existência.
E como a Susana diz, preciso de algo com me identifique e algo que se identifique comigo e com o meu propósito.

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Manuel SANT'IAGO RIBEIRO

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Mar 11, 2013, 5:46:30 PM3/11/13
to tradutore...@googlegroups.com

alguns comentários a duas passagens do que tinha escrito a Paula e citou agora a Susana:

 
• Certifique esses mesmos profissionais e que, à imagem de outras entidades (ATA, ITI. IoL, IAPTI, e ASETRAD), faça com que os seus membros certificados sejam reconhecidos e considerados internacionalmente pelo facto de serem certificados por essa instituição; Exemplos: ATA-certified corporate and financial translator (German>English); A member of IoL, Associate of ITI, member of IAPTI and ASETRAD, que são usados por colegas nossos e que lhe dão alguma primazia sobre os seus pares no momento de serem selecionados para algum projeto.


...como já tinha escrito, convém atentar no significado dos termos... ainda por cima quando, a este respeito, não é infrequente/inocente alguma imprecisão quanto ao seu exacto significado e alguma liberdade artística na sua utilização, contra um pano de fundo de ausência de legislação específica; assim, sem pretensões de exaustividade ou absoluto rigor

- experiência: na actividade/profissão em questão, ie antiguidade na práctica, ambas reconhecidas

- formação: aprendizagem mais ou menos escolar de um saber ou saber-fazer, se bem que os títulos que dela resultam nem sempre sejam claros...; anyway, tal título - ie grau, a haver, pois há formações que o não dão - não é profissional mas "académico": quem tem uma licenciatura em arquitectura, por exemplo, é... licenciado em arquitectura:-), arquitectos são  SÓ os membros da ordem respectiva cuja admissão depende, além neste caso do título académico, da satisfação de outros requisitos

- associado, membro, filiado etc. em x, não sendo x uma associação profissional de drtº público: terá o prestígio que tiver a entidade em questão, acrescido ou abatido da eventual triagem/falta dela que exista à entrada/na permanência; algumas entidades, ie sindicatos, estão impedidas por lei de fazer seja que triagem for além da verificação da real pertença à actividade em questão, comprovada só por formação (para quem começa) ou por experiência se não for principiante

- acreditação: termo muito abusado, deveria apenas querer dizer que a entidade (pública ou privada) que assina o instrumento de acreditação faz saber que o seu portador é por ela reconhecido como detentor da qualidade que tal instrumento patenteia, por ex. acreditação de segurança/proteção (security), regra geral a título de corolário de algum mecanismo de verificação

- certificação: não se deveria confundir com a mera  pertença a uma colectividade, como descrito na entrada anterior e aqui sim, há uma validação de competências profissionais, cuja modalidade pode ser uma de várias ou ser mista, entre documental/curricular e/ou por provas/exames/trabalhos etc, regra geral por um júri de pares... pode ser pública ou privada, ie por uma agremiação, com ou sem delegação de poder público... esta etapa "equivale" à admissão numa associação profissional de drtº público (câmara, ordem, etc)

> a este respeito,deixem-me citar o caso sui generis dos PIT: no final da formação, além e depois do exame final da dita, havendo-o, há/havia uma dita "finalíssima" (onde o SNATTI tem/tinha assento obrigatório, além da entidade oficial competente cujo nome tem variado + jurados académicos) cuja passagem era indispensável para a obtenção da carteira profissional, emitida por essa entidade ou pelo SNATTI

- finalmente, revalidação: como o nome indica - mas trata-se de uma práctica recente - uma vez obtida a certificação ela não deverá ficar adquirida, dependo antes a sua subsistência/renovação da observância validada de uma série de requisitos, que podem abranger ulterior formação, investigação, ensino,  participação em actividades, publicações, ie CPD

 
• Trabalhe no sentido de regulamentar a profissão e os respetivos profissionais para que sejam reconhecidos e para que a profissão, por exemplo de tradutor, passe a existir; 


...pois, aqui dois casos se podem dar: ou tentar avançar pela via do reconhecimento/tutela/regulamentação/proteção oficiais, com os constrangimentos sabidos (e o indispensável reconhecimento prévio de interesse público) o que é exequível pela entidade profissional, graças a uma delegação de competências... ou pelas próprias autoridades públicas, para as profissões não tidas como idóneas para o fazerem ao abrigo de tal delegação.... ou - muito embora sem a força da autoridade - pela produção associativa de um corpo de regras que se imponha ao reconhecimento mais ou menos universal...

Hoy por hoy, como dizem aqui ao lado, as coisas não estão fáceis para seja o que for que cheire a "regulamentação" oficial, pois o actual Zeitgeist vai no sentido contrário...

...e pronto, espero ter contribuído para a reflexão :-)

Ah, a colecta fiscal/contribuição para a Segurança Social enquanto profissional disto ou daquilo não tem nada a ver com tudo isto, qualquer se pode colectar/declarar como entende :-(... assim como a ajuramentação ad-hoc enquanto TA ou IA tb não!...

Martin Brückmann

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Mar 20, 2013, 9:09:14 PM3/20/13
to tradutore...@googlegroups.com

Olá a todas e todos,

Peço desculpa por este longo silêncio, depois de ter iniciado este foco de discórdia ;-)

Como disse e bem o Manuel (peço desculpa a falta de respeito, mas parece que é desta forma que todos se citam os uns aos outros...), é muito bonito ter boa vontade, mas depois no dia de passar aos actos a coisa é diferente...

Não querendo pôr em dúvida a capacidade de empenho e motivação de todos e todas que aqui as manifestaram, permito-me chamar à atenção de que para fazer coisas em grande é preciso muita gente por um longo período de tempo e com muita disponibilidade, o que não é coisa fácil em nenhuma organização de tipo associativa, baseada em voluntariado.

A APT não fez todo o trabalho que se esperava dela, pronto, já todos chegámos a essa conclusão. Mas eu tenho a convicção firme de que essa falta de sei-lá-o-que tem precisamente a ver com a dificuldade em juntar a massa crítica de gente motivada e com disponibilidade para pôr em prática a enorme quantidade de projectos que se poderia ter para melhorar, no fundo, as condições de exercício da profissão de tradutor e afins.

Volto a dizer : não era bem melhor e mais proveitoso para todos, de em vez de nos dividirmos em inúmeras associações parecidas e com propósitos comuns, de nos unir e de unir esforços, de propor ajuda e colaboração à actual APT, em "comissões de isso e de aquilo", para fazer avançar estes projectos ?

Relembro que numa associação há uma direcção porque tem de ser, mas a actividade da associação não se deveria limitar à actividade dessa direcção, antes pelo contrário. De que serve uma associação se no fundo tudo o que se faz é o fruto do trabalho único e exclusivo da direcção ?

Agora, claro, nada poderá ser feito neste sentido sem que a direcção da APT (a actual ou uma futura, caso haja "golpe" dos membros e novas eleições, antecipadas ;-) ) o permita, mas espero que haja boa vontade de todas as partes e que esta junção de forças possa acontecer.

Isto é portanto uma proposta de mão estendida à APT para que aceite de tomar as devidas medidas para que a sua base de associados se possa, finalmente, sentir protegida e representada devidamente pela APT.

Atenciosamente,

Martin



 


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