Livro Sobreviver Crescer E Perpetuar Em Pdf 14l

0 views
Skip to first unread message
Message has been deleted

Myong Killings

unread,
Jul 14, 2024, 6:56:52 PM7/14/24
to thelacata

A ideia desse post justamente ensinar como o empreendedor precisa encarar e superar seus desafios. Para isso, vamos passar pela ideia do empreendedor forte, resiliente e que supera qualquer tipo de crise: o empreendedor antifrgil. Quer se tornar antifrgil e se destacar no mercado? s continuar lendo:

Livro Sobreviver Crescer E Perpetuar Em Pdf 14l


Download ->>->>->> https://ckonti.com/2yLO7T



Esse cenrio bastante positivo de forma geral, pois incentiva a inovao e o desenvolvimento da economia. Ao mesmo tempo, mais empreendedores significa uma maior competitividade no mercado, isso extremamente positivo, por exigir uma maior preparao desses empreendedores para sobreviver, crescer e se perpetuar no mercado. Em contrapartida, os empreendedores que no se preparam rapidamente so engolidos pela concorrncia.

Quais so os impactos? Primeiro, como dito acima, uma competitividade grande no mercado. Com muitos empreendedores competindo direta ou indiretamente, quem quer sair na frente precisa mostrar competncia. preciso inovar, ser um lder melhor e oferecer valor real aos consumidores e sociedade.

O conceito de empreendedor antifrgil foi criado pelo autor libans Nassim Taleb no livro Antifrgil: coisas que se beneficiam com o caos. Para explorar melhor essa ideia, primeiro vamos retomar o que significa ser frgil, ou seja, algo que facilmente quebrado, prejudicado, corrompido quando submetido a presso. A partir desse conceito, j conseguimos comear a traar um paralelo com a ideia de antifragilidade e como isso se aplica aos negcios.

Quem frgil vive com medo e cede s inseguranas facilmente, foge dos desafios e dos problemas sem encar-los de frente. Enquanto empreendedor, ter essa caracterstica significa perder oportunidades pelo simples receio de enfrentar os obstculos, sem aproveitar as chances que aparecem a partir das dificuldades.

O empreendedor antifrgil, por outro lado, resiliente e encara a presso sem se deixar derrubar. Ser antifrgil abraar a desordem que permeia o mundo dos negcios tirar o melhor dela. Antifragilidade significa agir diante do caos e da incerteza, com flexibilidade e agilidade. O empreendedor deve encontrar nesse cenrio as melhores alternativas para inovar e se destacar.

Os lderes que querem se tornar antifrgeis tm um caminho a percorrer que, mesmo no sendo o mais fcil, o que leva para o sucesso. Quem quer inovar, ser um lder disruptivo e produzir mais e melhor pode seguir as dicas a seguir para percorrer mais facilmente esse caminho:

A obra de Nassim Taleb aponta que vivemos numa poca em que fcil se acomodar enquanto empreendedor. Os frgeis fazem justamente isso. Se acostumam com o caminho mais fcil, se acomodam e fogem dos problemas. Quando no esto escapando das adversidades, pelo menos esto evitando lidar com elas.

O antifrgil faz o contrrio: ele no deixa nenhum problema para depois. Seja um problema de gesto de pessoas, uma crise financeira ou at mesmo um e-mail no lido que precisa de soluo. O importante enfrentar para resolver logo. Nem preciso dizer que os resultados de quem age assim sero sempre melhores.

No d para falar de encarar obstculos sem passar pela concorrncia no mercado. O empreendedor antifrgil enfrenta sem medo a concorrncia. Ele a entende, compete, faz alianas estratgicas, se reinventa para passar frente de forma inteligente e estratgica.

Se o cenrio de mudanas rpidas, de volatilidade, claro que uma dose de caos vai fazer parte dos negcios. E a ideia do antifrgil proposta por Taleb justamente aceitar esse caos e aprender a conviver com ele. E como qualquer fator inerente do mercado, sempre existiro oportunidades para o empreendedor antifrgil usar para diferenciar-se no mercado.

Uma caracterstica do empreendedor antifrgil que ele inquieto e inconformado. Por isso, ele desafia-se o tempo todo. Algo no funciona nos negcios? Busque e proponha mudanas. Algo funciona bem? Pense em formas de melhor ainda mais o processo. O importante buscar constantemente inovao e disrupo, tornando melhor qualquer aspecto do negcio. D adeus para a inrcia e mos obra!

Por fim, o empreendedor no deve ser antifrgil sozinho. Na sua posio de lder, ele precisa inspirar os mesmos comportamentos no seu time. Assim, a empresa conseguir resultados melhores e mais consistentes.

Esta pesquisa conduz um estudo de caso de uma empresa de construo pesada Odebrecht para responder questo: Como um indivduo racionaliza o crime em uma organizao corrupta? Este estudo baseado nos conceitos de organizao corrupta, contnuo da destrutividade, desengajamento moral e racionalizao. Ns analisamos quatro livros que so artefatos da cultura da Odebrecht e vdeos de 49 executivos que colaboraram na investigao da Lava Jato. Os resultados descrevem os caminhos que os funcionrios trilham dentro da organizao, adquirindo seus sistemas de valores, crenas e pressupostos. Estes caminhos levam a racionalizao da corrupo. Este estudo de caso mostra que o contnuo da destrutividade comea quando empregados encontram comportamentos antiticos dentro da organizao e que os mecanismos de racionalizao se modificam com o tempo dentro da cultura corrupta. A qualquer momento executivos podem pedir demisso ou denunciar; no entanto, com o tempo se torna difcil exercer qualquer uma dessas opes. Ao aplicar e refinar o contnuo, esta pesquisa prove um entendimento sobre como desengajamento moral e racionalizao incentivam funcionrios a seguir adiante no contnuo.

Usando este framework para entender a perspectiva dos colaboradores, podemos determinar se h um ponto de deciso ou se, durante suas carreiras, os executivos foram levados por mecanismos como racionalizao e desengajamento moral que lhes permitiram racionalizar suas aes imorais. Esta investigao se baseia na seguinte pergunta de pesquisa: como um indivduo racionaliza o crime em uma organizao corrupta? Essa pergunta pode ser dividida nos seguintes trs objetivos de pesquisa:

A prxima seo faz uma reviso da literatura para explicar as definies de organizaes corruptas e do continuum da destrutividade. Tambm explica os conceitos de desengajamento moral e racionalizao observados na trajetria dos executivos da Odebrecht. Depois disso, discutimos a coleta de dados e os mtodos usados para analisar os dados. Finalmente, analisamos os dados, discutimos os resultados e as consideraes finais com as contribuies de observar empiricamente o continuum da destrutividade.

Em um ambiente onde a corrupo a norma, mecanismos e processos organizacionais podem facilitar comportamentos ilcitos. Isso separa uma Organizao de Indivduos Corruptos (OIC) de uma Organizao Corrupta (OC). Enquanto seria mais fcil remover indivduos corruptos de uma OIC, a remoo de indivduos corruptos pode no ser suficiente para acabar com a corrupo em uma OC. As normas e mecanismos de uma OC so modificados para gerenciar atividades ilegais. Isso cria um processo de pagamentos ilegais, sistemas de informao alternativos para ocultar atividades ilegais e, em ltima instncia, uma cultura leniente em relao corrupo (Pinto, Leana, & Pil, 2008Pinto, J., Leana, C. R., & Pil, F. K. (2008). Corrupt organizations or organizations of corrupt individuals? Two types of organizational-level corruption. Academy of Management Review, 33(3), 685-709. Retrieved from
).

Este estudo descreve uma organizao corrupta sob a perspectiva de agentes corruptos. Nesse sentido, ele se concentra no impacto da cultura organizacional no comportamento individual. A cultura organizacional pode ser definida como:

Um padro de suposies bsicas compartilhadas que foi aprendido por um grupo enquanto resolvia seus problemas de adaptao externa e integrao interna, que funcionou bem o suficiente para ser considerado vlido e, portanto, ser ensinado aos novos membros como a maneira correta de perceber, pensar e sentir em relao a esses problemas (Schein, 2004Schein, E. H. (2004). Organizational culture and leadership (3a ed.). San Francisco, CA: Jossey-bass., p.17).

A distncia tica a distncia entre a atividade antitica e suas consequncias, o que implica a dissociao da ao de suas implicaes morais. No caso da distncia tica estrutural, os agentes permanecem inconscientes de que sua posio na empresa pode desempenhar um papel relevante na alterao da atividade antitica que observam ou empreendem. Frequentemente, esses indivduos podem no participar ativamente da ao, mas podem testemunhar a participao de seus superiores em atividades ilegais. No caso da distncia tica temporal, os agentes permanecem inconscientes das futuras consequncias negativas de sua atividade antitica. Isso ocorre no caso de crimes de corrupo, uma vez que o suborno a autoridades polticas ou a execuo de contratos superfaturados no exerce efeitos negativos diretos ou, pelo menos, imediatamente visveis sobre as comunidades (Zyglidopoulos & Fleming, 2008Zyglidopoulos, S. C., & Fleming, P. J. (2008). Ethical distance in corrupt firms: how do innocent bystanders become guilty perpetrators? Journal of Business Ethics, 78(1-2), 265-274. Retrieved from -007-9378-4
-007-9378-... ).

Nem todos os membros organizacionais podem ser submetidos ao continuum. Especialmente em grandes organizaes, os funcionrios podem no estar cientes do esquema de corrupo, no so participantes ativos do esquema, nem esto envolvidos em um trabalho que promova ou esteja relacionado s atividades ilegais. Esses funcionrios mantm uma distncia tica estrutural da atividade ilegal ao ponto de no estarem cientes dela. Os funcionrios se tornam espectadores organizacionais quando tomam conhecimento dos esquemas de corrupo de sua organizao. Assim, o processo do continuum da destrutividade afetar indivduos que esto cientes de prticas ilegais em sua organizao, at certo ponto.

Os funcionrios se tornam espectadores organizacionais quando veem a necessidade de ao, mas no participam diretamente da atividade. De uma perspectiva geral, e no do ponto de vista de OCs, os espectadores organizacionais podem ser definidos da seguinte forma:

Os participantes inocentes esto envolvidos em situaes que levam ao comportamento incorreto, mas no so diretamente responsveis por ele. Apesar de as sanes morais de autoavaliao dos funcionrios serem ativadas com mais facilidade quando pensam em repercusses futuras (Agerstrm & Bjrklund, 2009Agerstrm, J., & Bjrklund, F. (2009). Temporal distance and moral concerns: future morally questionable behavior is perceived as more wrong and evokes stronger prosocial intentions. Basic and Applied Social Psychology, 31(1), 49-59. Retrieved from
), os participantes inocentes no conseguem prever os impactos morais de suas aes ou inaes, ou seja, no conseguem visualizar as consequncias das aes antiticas. Isso pode ser atribudo sua distncia temporal, especialmente em uma cultura que exige resultados a curto prazo. A distncia temporal a distncia entre o fato e suas consequncias, o que acelera o processo de converso de um participante inocente em um racionalizador (Zyglidopoulos & Fleming, 2008Zyglidopoulos, S. C., & Fleming, P. J. (2008). Ethical distance in corrupt firms: how do innocent bystanders become guilty perpetrators? Journal of Business Ethics, 78(1-2), 265-274. Retrieved from -007-9378-4
-007-9378-... ). Devido distncia estrutural, os participantes inocentes percebem seus papis como irrelevantes para a perpetuao da corrupo, tornando-se assim racionalizadores que no enfrentam acusaes, apesar de serem responsveis pelos resultados da ao corrupta. A separao entre esses rtulos analtica e usada apenas para fins de compreenso (Zyglidopoulos & Fleming, 2008Zyglidopoulos, S. C., & Fleming, P. J. (2008). Ethical distance in corrupt firms: how do innocent bystanders become guilty perpetrators? Journal of Business Ethics, 78(1-2), 265-274. Retrieved from -007-9378-4
-007-9378-... ).

7fc3f7cf58
Reply all
Reply to author
Forward
0 new messages