Trabalho escravo - imagens

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Fabricio Muriana

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Aug 16, 2011, 11:46:56 PM8/16/11
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Gente

Tema antigo, mas agora de noite tá rolando trending topics da Zara, por conta da denúncia de trabalho escravo que saiu no programa A Liga.
Entre os muitos links compartilhados, veio esse aqui:
Não sei ainda se a Repórter Brasil está fazendo a atualização. Depois posso apurar.

Mas achei que essa tabela é muito útil, porém pouco visual.
Ou seja, seria massa se tivéssemos um sistema em que houvesse um trabalho compartilhado de atualização dos logos e das fotos dos donos da empresas. Se a lista fosse atualizada, seria retirado o registro completo.
Ou então formaríamos um histórico com todos que já passaram pela lista e qual foi o resultado.

O que vocês acham do tema?
Que outras ideias poderíamos desenvolver?

Abraços

Fabrício

Bruno Freitas

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Aug 17, 2011, 9:05:23 AM8/17/11
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Pessoal,

Uma dúvida que me ocorreu aqui: além do trabalho de fazer os cruzamentos e tentar sempre contactar as mídias para fazer reverberar as informações que ninguém disponibiliza, entendo que é importante termos ações de boicote a empresas como essas listadas pelo Fabrício. Mas isso acaba por ser uma iniciativa de cada um, e o máximo que podemos fazer é alardear ao máximo a informação para tentar causar algum impacto.

Porém, dei uma olhada na lista rapidamente e vi que não conheço NENHUMA dessas empresas que estão aí. Provavelmente porque eu mesmo não compro diretamente de nenhuma delas. É possível que eu consuma seus produtos, mas comprando no supermercado. Meu ponto é que quando você compra no mercado, você perde a rastreabilidade. Mesmo que eu quisesse fazer boicote, eu não conseguiria, porque não tenho a informação da procedência. A não ser que eu leia rótulo por rótulo, compare com a lista enviada pelo Fabricio, e escolha qual produto comprar (isso se no rótulo aparecer o nome dessas empresas).

Daí vem a dúvida: como fazer para prover ao grande público a informação de locais onde são comercializados os produtos dessas empresas, ou ainda se existe algum grande varejista que compra deles, dá aquela maqueada, e coloca o produto com seu nome nas prateleiras. De maneira simples e rápida. Para que, caso uma ação de boicote seja aventada, fique fácil implementá-la.

O que vocês acham?

Abraço,

Bruno.

2011/8/17 Fabricio Muriana <fmur...@gmail.com>
--
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--
A covardia coloca a questão: 'É seguro?'
O comodismo coloca a questão: 'É popular?'
A etiqueta coloca a questão: 'é elegante?'
Mas a consciência coloca a questão, 'É correto?'
E chega uma altura em que temos de tomar uma posição que não é segura, não é elegante, não é popular, mas temos de fazer porque a nossa consciência nos diz que é essa a atitude correta.

****************************
Bruno Marçal de Freitas

Diego Casaes

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Aug 18, 2011, 6:29:58 PM8/18/11
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Compartilho de sua preocupação, Bruno. 

Já houve várias denúncias de várias ONGs sobre o trabalho escravo no Brasil em fábricas. E a maioria dos alvos dos criminosos são os bolivianos, que vêm pra cá com a promessa de oportunidades de trabalho.

Uma amiga minha foi bem incisiva quando disse que de fato há muito mais obras de trabalho escravo do que a gente imagina em São Paulo, e na real, talvez a maior preocupação é se há de verdade a preocupação da população a respeito do tema. 

Anyway, se for criar um aplicativo, seria legal algo que fosse mobile, principalmente pra Android e iPhone, afinal o público que estamos querendo atingir principalmente são os consumidores dessas corporações de confecção, que cobram valores absurdos pelas suas roupas finais.

erico dias

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Aug 18, 2011, 6:50:05 PM8/18/11
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Diego não vamos esquecer do javaME q tem um market share bem maior

Demian

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Aug 18, 2011, 8:35:23 PM8/18/11
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Gente, não seria interessante geolocalizar essas fábricas e criar aplicativos que tornassem visíveis esses trabalhdores escravos, principalmente os Bolivianos? Um mapa tanto em São Paulo quanto no Brasil sobre aonde está o trabalho escravo? Criar uma base de dados online do trabalho escravo que onde não só aparecessem as empresas dessa e de outras listas que venham a surgir, mas onde seja possível cruzar dados e saber quem é quem, pra quais empresas essas outras fornecem e outras relações, como por exemplo as contribuições eleitorais que essas empresas fazem, por exemplo. Tudo apresentado de forma dinâmica.

Mas será que o público consumidor da Zara vai realmente consultar sua app anti trabalho escravo ou só vai mostrar pros amigos que é consciente?

--
"Quem não compreende um olhar, tampouco
compreenderá uma longa explicação."
Mário Quintana



Dani Matielo

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Aug 19, 2011, 7:17:41 PM8/19/11
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Gente, 

acho que a ideia de geolozalizar as fazendas e os pontos é muito interessante. 

Só para contextualizar, a lista das empresas autuadas com trabalho escravo, também chamada de "Lista suja" é um dado público, disponibilizado pelo governo federal pela portaria 540 de 15/10/2004. A Repórter Brasil desenvolveu um sistema de consulta a esses dados, aqui:


O objetivo é tornar o acesso aos dados mais fácil. Outra ação que a Repórter Brasil encabeçou, nessa área, que tem a ver com a questão de como atuar, foi propor, junto com o Ethos e a OIT o Pacto Nacional Pela Erradicação do trabalho escravo - e as empresas signatárias se comprometem a não trabalhar nem com os nomes ou intermediários que trabalham com as pessoas nessa lista.

A partir do que tem aí, acho que dá pra pensar em várias coisas interessantes que poderiam ser feitas e que poderiam ajudar a dar mais visibilidade ao tema. 

Tenho certeza que o Leo Sakamoto também ia gostar muito da ideia e curtir conversar com quem estivesse interessado em explorar essa área para trocar ideias sobre o que é possível fazer. 

Bjs

Dani

Diego Casaes

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Aug 20, 2011, 6:34:36 PM8/20/11
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Eu também tenho essa preocupação sobre se os usuários da Zara vão mesmo checar seus apps anti-trabalho escravo antes de comprar roupas.

Ao mesmo tempo, uma coisa que sempre quis fazer era subir um sistema usando o http://www.freedomfone.org/ e trabalhar com movimentos sociais pra receber relatos de áudio dos bolivianos e peruanos (e o restante da comunidade falante de espanhol que sofre trabalho escravo). 

Demian

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Aug 20, 2011, 11:19:03 PM8/20/11
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Pois é Diego, será que não era mais efetivo criar uma rede de solidariedade e auxílio emprego aos trabalhadores Bolivianos e de outras nacionalidades? Alguma forma de rastrear esses trabalhadores desde quando eles entram no país até o momento em que conseguem emprego, pra evitar que eles "sumam" em algumas dessas fábricas. OU ao menos para que eles fiquem visíveis novamente.



2011/8/20 Diego Casaes <di...@esfera.mobi>

Diego Casaes

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Aug 21, 2011, 10:24:15 AM8/21/11
to thac...@googlegroups.com
Bom, aí é também com o Ministério de Relações Exteriores e Polícia Federal, que falham em:

1. uma política correta pra imigrantes, que lhes garanta emprego e dignidade no país 
2. law enforcement e inteligência para quebrar essa cadeia que deixa impune empresas como a Zara por um bom tempo.

O problema de rastrear os trabalhadores é que deixamos assim de ser um país livre. Um estrangeiro tem de ter a mesma liberdade de ir pra qualquer lugar que eu enquanto brasileiro. Eu apoio essa ideia. 

Enfim, é uma questão muito sensível, por que se por um lado pode virar baderna, por outro pode virar uma política de exclusão aos povos latino-americanos indígenas, maiores alvos desse tipo de trabalho escravo.

Amanda Rossi

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Aug 21, 2011, 10:27:15 AM8/21/11
to Transparência Hacker
Oi, galera,

Muito legal a discussão que está rolando sobre como visualizar dados
de trabalho escravo. Algumas pessoas falaram da Repórter Brasil, que
tem vários dados interessantes e vontade de visualizá-los. Começamos a
trabalhar com dados de trabalho escravo e logo deve aparecer alguma
coisa. Com relação à ideia de criar uma cadeia, a RB começou a fazer
isso com o projeto Conexões Sustentáveis (não relacionado ao trabalho
escravo): http://conexoessustentaveis.org.br/estudo2011/.

Sobre a comunidade de bolivianos, eu, o Everton Alvarenga (vulgo Tom)
e a própria RB submetemos em 2009 um projeto para o Knigh News
Challenge chamado "Integrating Bolivians in Sao Paulo through mobile
and community radios to the Web and social media" (os projetos não
estão mais disponíveis online, mas ainda tenho o texto, pra quem se
interessar). Na época, fizemos algumas conversas com representantes
dos bolivianos, mas como o projeto não foi aceito, não demos
continuidade à ideia. Em 2010, no Fórum da Cultura Digital, conhecemos
a zimbabueana Upenyo, que trabalha com o pessoal da Kubatana (Freedom
Phone) e começamos uma conversa sobre atualizarmos o projeto usando a
ferramenta. Novamente, ficou parado. Alguém se interessa?

Beijos,

Amanda

Sérgio Storch

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Aug 21, 2011, 5:56:19 PM8/21/11
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Galera, vou livrepensar, saindo do escopo do que dá para fazer com apenas dados

Acho que a informação por si só ajuda a inibir mas não é suficiente.  A causa raiz disso está evidentemente na estrutura de mercado, que faz que na ponta do consumo a competição seja muito predatória, transmitindo a pressão para trás na cadeia produtiva.

Para se contrapor a essa pressão,
só a pressão social funciona. Tem que ter campanha. Não há lei que segure sozinha as forças de mercado, ainda mais com o Estado quebrado que nem pode pagar salários decentes para fiscais e policiais. Me fez pensar na história bonita da Underground Railroad que contrabandeava escravos do Sul para a liberdade do Norte nos Estados Unidos. Com certeza isso aconteceu aqui também, mas no meu tempo os livros didáticos de História não falavam disso: o mérito era todo da Princesa Isabel. Vocês, mais jovens, sabem se isso mudou? Tô curioso. Pode ter mudado em algumas escolas e outras não. Botar a garotada para discutir o assunto pode induzir os pais a ajudarem a fiscalização.

Há semanas saiu no NYTimes e no Estadão notícia de mulheres israelenses contrabandeando mulheres palestinas da Cisjordânia para tomar banho de mar em Telaviv.






Demian

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Aug 24, 2011, 10:30:24 PM8/24/11
to thac...@googlegroups.com
Diego, neste momento a liberdade de ir e vir desses imigrantes já está cerceada, o Brasil, na experiência deles, não tem nada de livre. Muito pelo contrário, as opções são muito limitadas para as vítimas de trabalho escravo.

Não estava falando em algo como colocar pulseiras eletrônicas nos imigrantes andinos que entram no país. No festival de idéias, que foi mencionado em outro tópico da lista, tem gente imaginando sistemas de alertas SMS para encontrar vítimas de enchentes e outros desastres naturais. O trabalho escravo é um desastre social que engole as pessoas e elas precisam ser resgatadas dele, pois na maioria das vezes não tem condições de sair sozinhas dessa situação. 

Por isso a necessidade de rastrear essas pessoas, saber seu paradeiro, tentar reestabelecer os laços entre ela e sua família, amigos e integra-la à sociedade. Uma rede baseada no projeto do freedomphone é uma ótima idéia. Mas eu fico curioso em saber se não há mais dados disponíveis, seja na PF seja nas prefeituras ou mesmo nos países de origem que nos permitam entender melhor todo o processo da exclusão dos imigrantes e seu trajeto até uma vida de exploração em uma megalópole estrangeira.

Acho que a política de exclusão aos povos latino americanos indígenas já existe, a notícia da Zara é um indicador disso. A exclusão já está acontecendo e uma coisa que ajuda muito é que o fato de que ninguém sabe quem são essas pessoas, ninguém viu. E esta política inclusive usar do discurso da liberdade de ir e vir. Podemos dizer que a escolha foi deles e lavar as mãos. Acho que se o Brasil implanta uma política de exclusão aos imigrantes andinos em sua fronteira, ao menos ela fica mais visível, dado o contra senso com o discurso do estado e pode ser mais efetivamente combatida do que a atual política de exclusão do silêncio e da invisibilidade.

Amanda, porque os representantes dos Bolivianos não aceitaram o projeto que você citou, quais foram os argumentos?
E porque a retomada ficou para, falta de interesse, de apoio?


Maurício Hashizume

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Aug 25, 2011, 2:11:09 PM8/25/11
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Olá!

Acompanhei com atenção as manifestações aqui colocadas e gostaria de propor uma espécie de Hack Day sobre trabalho escravo, que poderia ser inclusive na sede da Repórter Brasil (Rua Bruxelas, 169, no bairro do Sumaré, perto da Padaria Real/MTV).

Já chegamos a cogitar proposta semelhante em conversas passadas, mas o interesse manifestado por várias pessoas revela que essa ideia tem potencial para se viabilizar.

Creio que um encontro presencial poderia facilitar as discussões e o desenvolvimento de iniciativas relacionadas ao tema.

Diego, como anda a agenda de Hack Days até o final deste ano?

Abração,

Maurício Hashizume
Editor - Jornalismo
::. Repórter Brasil .::
www.reporterbrasil.org.br
(11) 2506-6570 ramal 13
(11) 8609-0544

Diego Casaes

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Aug 25, 2011, 6:36:18 PM8/25/11
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Demian,

Acho que não fui muito claro no email anterior. O que disse é que o Brasil alimenta o sonho de muitos imigrantes, e quando chegam aqui a realidade é totalmente diferente. Óbvio que as vítimas de trabalho escravo têm as opções limitadas, mas a "sedução" pelo país acontece anterior à isso. Lembro de ter lido uma matéria sobre a crise na Espanha, e como uma boliviana que morava em Madrid já estava com passagem comprada para São Paulo porque lhe ofereceram emprego em uma fábrica; e pelo que temos visto as fábricas de costura costuma ser os lugares onde a maioria dos povos andinos são escravizados no Brasil, não é mesmo?

Gosto da ideia do sistema de alertas, e em nenhum momento sugeri colocar pulseiras eletrônicas nessas pessoas -- não sei as estatísticas, mas acho que a maioria das pessoas que sofrem do trabalho escravo são imigrantes ilegais no país, portanto seria impossível rastreá-las e colocar pulseiras ou o que quer que seja nelas, nem que a PF tenha esses dados (e se tem, já tá aí um erro porque eles não fazem nada para solucionar a questão). Concordo com isso ser um desastre social, e daí a urgência, mas é muito difícil (e simplista demais) tentar achar a solução do problema aqui na lista, enquanto que as pessoas estão lá fora sofrendo com salários e condições de trabalho indecentes.

E discordo quando fala que o discurso da liberdade de ir e vir é usada para a política de exclusão. Esse tem de ser um dos nossos bens mais preciosos na democracia brasileira. Se não lutarmos por isso, nunca a democracia que temos vai amadurecer e alcançar um nível civilizatório que garante a plenitude dos direitos das pessoas que estão no país, não acha? Acredito realmente que se lutarmos para que esse direito seja garantido não haverá exclusão de imigrantes andinos na fronteira, principalmente porque reclamamos quando brasileiros são barrados ou deportados em outros países, ou trabalham em condições indecentes, embora não alcance níveis semelhantes à escravidão.

Bom, são só algumas ideias!

Diego Casaes

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Aug 25, 2011, 6:37:11 PM8/25/11
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Well, não tem uma agenda na verdade :P Basta sugerir!

Pedro Markun

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Aug 25, 2011, 6:41:20 PM8/25/11
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Mauricio,

acho foda. Bora desenrolar isso?

Bota uma data ai. A Casa de Cultura Digital esta a disposição!

abs,
Pedro Markun

2011/8/25 Maurício Hashizume <maur...@gmail.com>

Vítor Baptista

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Aug 25, 2011, 8:18:07 PM8/25/11
to thac...@googlegroups.com
Eu adoraria participar, mas estou em Porto Alegre. Dependendo da data, pode ser uma desculpa para eu dar um pulo em São Paulo. Ou então talvez fosse legal viabilizar um streaming...

2011/8/25 Pedro Markun <pe...@esfera.mobi>



--
Vítor Baptista

Demian

unread,
Aug 25, 2011, 9:06:16 PM8/25/11
to thac...@googlegroups.com
 Olá Diego, 

Quanto ao argumento do discurso da liberdade de ir e vir ser usado para a política de exclusão, é justamente porque me pareceu muito simplista tomar a palavra rastrear de forma abrangente e em um viés coercitivo, como se a intenção fosse tornar a vida dos imigrantes ainda pior do que está. Eu justamente fiquei surpreso com a reviravolta, pois não imaginava que a liberdade e a democracia brasileiras estariam ameaçadas pela palavra rastrear a ponto de levantar fantasmas da repressão democrática. Como se fosse um tabu que não deve ser discutido e por não discutir isso, se contribui passivamente para a política de exclusão.

Mas entendi seu ponto de vista. Só expondo meus questionamentos aqui, sem expectativa de soluções mágicas.

Abraço


2011/8/25 Pedro Markun <pe...@esfera.mobi>

erico dias

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Aug 27, 2011, 9:58:52 AM8/27/11
to thac...@googlegroups.com
só divulgando....hj o sakamoto do reportér brasil estará no tedxveropeso.com.br

Daniela B. Silva

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Aug 27, 2011, 12:12:55 PM8/27/11
to thac...@googlegroups.com
E o Pedro Markun também, só não estou conseguindo ver streaming de jeito nenhum :|

2011/8/27 erico dias <eri...@gmail.com>
só divulgando....hj o sakamoto do reportér brasil estará no tedxveropeso.com.br

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