Mto bom fernando!
Nas publicas ou nas particulares, na minha opiniao, o ponto eh
possibilitar q todos participem "dos bastidores", ou seja,
democratizar os dados da instituicao e impor pressao para inevitaveis
transformacoes estruturais. Os dados abertos sao a tomada de
consciencia social. Como jah foi dito em outros topicos aqui, nao
adianta somente os dados pelos dados, eh preciso subjetiva-los,
contextualiza-los perante nosso cotidiano.
Me lembro qnd era estudante de uma grande universidade aqui no RJ,
fizemos uma greve que soh havia acontecido 30 anos antes na epoca da
ditadura, e essa paralizacao aconteceu simplesmente porque abrimos
para os estudantes informacoes ateh entao sigilosas, relativas ao
aumento da mensalidade. Isso foi em 94, nao existia web como
conhecemos.
Sempre q mexe no bolso das pessoas elas se mobilizam, ainda mais num
Estado onde a democracia do capital preside.
Paulo Duarte.
On Oct 3, 12:59 am, Luiz Paulo Colombiano <
lpcolombi...@gmail.com>
wrote:
> Trampo legal velho, muito legal mesmo.
>
> Realmente nas Eng's o número de mulheres é sempre pequeno. Eu acho que isso
> é consequência das duas coisas que tu apontou, bem como outras.
>
> Interessante :
>
>
http://reporting.journalism.ku.edu/fall08/adler-noland/2008/12/electr...
>
>
http://translate.google.com/translate?sl=en&tl=pt&js=n&prev=_t&hl=pt-...
> no translate pq achei esse artigo bem interessante, apesar de ser
> de 96)
>
> Inteh,
>
> Em 2 de outubro de 2011 23:07, Daniela B. Silva
> <
danielabsi...@gmail.com>escreveu:
>
>
>
>
>
> > Oi, Fernando!
>
> > Muito interessante seu projeto, parabéns pelo site.
>
> > Estou aqui pirando nas proporções de homens e mulheres em cursos
> > universitários -- muito se fala sobre como a estrutura das carreiras (e até
> > mesmo as provas de vestibular) acabam privilegiando candidatos de
> > determinado sexo na seleção (foi com você que conversei sobre isso uma vez,
> > Haydee?). Seria interessante comparar as proporções de candidatos e de
> > aprovados de cada sexo pra saber se de fato essas diferenças estão na prova
> > ou simplesmente no interesse das pessoas, por exemplo.
>
> > Outra coisa: faz tempo que eu e Pedro ficamos bolando alguma coisa em torno
> > não apenas da publicação de dados abertos das universidades, mas também do
> > uso de dados governamentais como recursos educacionais abertos para a
> > educação -- as informações oficiais estruturadas que poderiam ser muito bem
> > utilizadas como forma de construir conhecimento.
>
> > Acho que vale muito a pena e vale seguir nesse papo. Se quiser trocar umas
> > ideias, conta mais do que você tem em mente, estamos por aqui ;)
>
> > Abraço,
>
> > Daniela
>
> > 2011/10/2 Fernando Brito <
fernando...@gmail.com>
>
> >> Olá pessoas,
>
> >> Sou estudante de Ciência da Computação na UFPB e estou cursando a
> >> disciplina Metodologia do Trabalho Científico. Uma das formas de avaliação
> >> dos alunos é a elaboração de um pré-projeto de pesquisa. Estive pensando em
> >> fazer uma pesquisa relacionada ao uso de políticas de dados abertos em
> >> universidades.
>
> >> Alguém teria algum material (reportagem, casos de universidades, artigos
> >> científicos) a respeito do tema?
>
> >> Meu interesse pelo assunto começou no ano passado, quando desenvolvi o
> >> sitehttp://
www.aprovadosufpb.com.br/