Ação Educativa abre código-fonte de infográfico sobre conselho de educação

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Fernanda Campagnucci

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May 30, 2012, 4:19:12 PM5/30/12
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Carxs,


Estamos abrindo o código-fonte de um trabalho de visualização de dados que fizemos no Observatório da Educação. É a primeira vez que fazemos algo do gênero (esperamos seguir fazendo!), então agradeço muito os comentários, observações e sugestões que vocês porventura tiverem!


Abraços,

Fernanda


Ação Educativa abre código-fonte de infográfico sobre conselho de educação


Aplicação desenvolvida pelo Observatório da Educação e dados do levantamento em formato aberto podem ser baixados livremente para reutilização


A ONG Ação Educativa disponibiliza para download o código-fonte de aplicação desenvolvida para reportagem sobre o Conselho Estadual de Educação.


O infográfico é resultado de uma investigação de seu Observatório sobre a composição do Conselho Estadual de Educação de São Paulo, primeira de uma série sobre controle social e conselhos de políticas públicas. Nos próximos meses, reportagens sobre o Conselho Nacional de Educação e o Conselho Municipal de Educação também serão lançadas.


Todo o material (projeto, arte e código-fonte) está disponível para download em um repositório. Além disso, a base de dados em formato aberto também pode ser obtida para livre consulta e reutilização.


A ideia é que, de posse do material, outras organizações da sociedade civil e cidadãos interessados possam montar gráficos semelhantes para visualizar a composição de conselhos de políticas públicas de sua localidade.


O trabalho está licenciado em Creative Commons BY-NC-SA, o que significa que pode ser utilizado livremente para fins não comerciais e modificado, desde que seja compartilhado sob a mesma licença.


Sobre o Observatório da Educação


Desde que foi criado, há 10 anos, o Observatório da Educação da Ação Educativa elabora informações e dissemina análises sobre políticas educacionais. Também organiza bases de dados e promove debates sobre temáticas emergentes relativas à educação básica.


Esta é a primeira iniciativa de visualização de dados do Observatório, que pretende fortalecer em suas linhas de ação as noções de jornalismo de dados, de dados abertos e de software livre.


Mais informações: fernanda.c...@acaoeducativa.org/ (11)3151-2333, r. 185 – Fernanda

Pedro Markun

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May 30, 2012, 4:25:41 PM5/30/12
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muito legal :)

vou olhar por aqui!

2012/5/30 Fernanda Campagnucci <campa...@gmail.com>

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Haydee Svab

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May 30, 2012, 4:55:01 PM5/30/12
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Que ótimo!!!
Espero que abrir código fonte manter dados abertos seja cada vez mais um hábito - atitudes como essa da Ação Educativa fortalecem e estimulam essa postura :-)

2012/5/30 Pedro Markun <pe...@esfera.mobi>



--
Haydée Svab
http://blog.hsvab.eng.br/

Leandro Salvador

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May 30, 2012, 5:31:06 PM5/30/12
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Espetacular!!! A Ação Educativa mais uma vez na vanguarda de movimentos críticos revolucionários!!! :D

Parabéns pela iniciativa! Se toda Organização disponibilizasse o fonte desses infográficos como software livre, e a base de dados em formato aberto, certamente a humanidade avançaria muito! Especialmente no que se refere à compreensão crítica de processos sociais que, de outro modo, seriam de difícil visualização e compreensão!

Saudações Entusiasmadas!

Patrícia Cornils

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May 31, 2012, 12:16:41 PM5/31/12
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Será que dá para fazer a visualização dos PMs nas subprefeituras de SP? Alguém anima? Eu ajudo!

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Patrícia Cornils
11 8372-7473

Pedro Markun

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May 31, 2012, 12:20:12 PM5/31/12
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pati,

meus conhecimentos de flash são inexistentes... mas acho que se a gente conseguir montar uma estrutura parecida com a da tabela... da jogo :)

abs,
pedro markun

2012/5/31 Patrícia Cornils <patrici...@gmail.com>
CEE_Dados_Abertos.csv

Caio Cardoso Lucena

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May 31, 2012, 7:11:54 PM5/31/12
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desculpem a ignorancia , mas como altero e faço deploy disso?

2012/5/31 Pedro Markun <pe...@esfera.mobi>

Fernanda Campagnucci

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May 31, 2012, 8:09:21 PM5/31/12
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Gente, valeu pelo apoio... saibam que a entrada nesta lista foi inspiradora :)

Caio, boa pergunta. Este foi 'encomendado', não temos ninguém que saiba fazer em nossa equipe. Eu ia mesmo ter que descobrir para poder fazer os próximos rs.. Se alguém souber indicar os caminhos...

Diego Rabatone

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May 31, 2012, 8:30:51 PM5/31/12
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Fernanda,

primeiramente parabéns a vocês da Ação Educativa pela iniciativa! =)
Não vejo a hora dos movimentos sociais entenderem de fato a importância da emancipação e da colaboração tecnológica, o poder gigantesco que essa cultura da liberdade e da colaboração pode trazer para as pessoas, para a sociedade. E esse passo que vocês deram é fundamental, não só para vocês e para nós (do mundo tec), como para todos os movimentos sociais enquanto exemplo!

Algumas dicas para vocês, que estão adentrando agora nesse universo...

1) Tentem sempre utilizar recursos e tecnologias livres, isso facilita e garante a liberdade de fato daquilo que foi produzido.
Por exemplo, o site foi feito em flash. Para alguém editá-lo, por mais que esteja sob uma licença livre, a pessoa precisa ter o flash instalado, o que vai requerer tanto o flash (que é proprietário) quanto um sistema operacional que rode o flash (também só tem proprietário).

2) Ainda meio que na pegada do primeiro item, tentem sempre utilizar padrões abertos. Seguir padrões abertos é a melhor forma de trocarmos e nos comunicarmos no mundo digital.

3) Adicionem o texto da licença ao código fonte, inclusive citando quem é o/a autor/a. A citação de autoria do código é importantíssima, pois isso remete ao reconhecimento de quem fez aquele trabalho. Inclusive a licença escolhida por vocês leva isso em consideração (Vocês utilizam uma licença CC-BY-NC-SA, no qual o by diz que o autor original deve ser citado... por isso da importância da referência constar no código disponibilizado).

4) Para códigos e programas existem algumas licenças que são melhor formatadas que as Creative Commons (mais voltadas para conteúdos). Alguns exemplos são: GPL, AGPL, MIT, BSD, etc..... outra hora explicitamos melhor, inclusive vamos (PoliGNU) fazer um material sobre isso no segundo semestre.

5) Mesmo usando creative commons, evitem ao máximo utilizar a restrição "nc", a maior parte dos militantes dos movimentos de software e cultura livre não consideram licenças com esse tipo de restrição efetivamente livres. Assim como as restrições de "nd" das creative commons.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Licen%C3%A7a_livre#Licen.C3.A7as_n.C3.A3o_livres

Espero não ter sido chato e/ou inoportuno, minha intenção não é desestimular!!!! E esses meus comentários são só comentários, minha opinião, e não se aprofundam nos temas.... só levantei algumas bolas, que com o tempo talvez vocês percebam e, quem sabe, concordem! =)

Abraços,

--------------------------------
Diego Rabatone Oliveira

Fernanda Campagnucci

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May 31, 2012, 8:56:44 PM5/31/12
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Olá, Diego! Muito obrigada pelos comentários! Sim, temos consciência da importância dessa emancipação tecnológica... Paulo Freire nos ensina =) Mas é difícil dar os primeiros passos, é toda uma cultura institucional que precisa ser recriada. Estamos caminhando para isso! Contamos com a ajuda desta comunidade, esses intercâmbios são fundamentais!

Vou fazer algumas perguntas sobre suas observações, que não sei se entendi bem. Lá vão:


1) Tentem sempre utilizar recursos e tecnologias livres, isso facilita e garante a liberdade de fato daquilo que foi produzido.
Por exemplo, o site foi feito em flash. Para alguém editá-lo, por mais que esteja sob uma licença livre, a pessoa precisa ter o flash instalado, o que vai requerer tanto o flash (que é proprietário) quanto um sistema operacional que rode o flash (também só tem proprietário).

Qual é (ou quais são) a(s) alternativa(s) ao Flash?

 

2) Ainda meio que na pegada do primeiro item, tentem sempre utilizar padrões abertos. Seguir padrões abertos é a melhor forma de trocarmos e nos comunicarmos no mundo digital.

Você pode dar um exemplo do que deveria estar em padrão aberto e não está? (pergunto para entender o que seria, mesmo).


3) Adicionem o texto da licença ao código fonte, inclusive citando quem é o/a autor/a. A citação de autoria do código é importantíssima, pois isso remete ao reconhecimento de quem fez aquele trabalho. Inclusive a licença escolhida por vocês leva isso em consideração (Vocês utilizam uma licença CC-BY-NC-SA, no qual o by diz que o autor original deve ser citado... por isso da importância da referência constar no código disponibilizado).

Certo, a licença ao código-fonte podemos acrescentar. Sobre a autoria, foi escolha do programador, que quis se manter no anonimato (por medo de represália, por sua relação de trabalho). Não sabia que esse BY queria dizer isso. Acho que, no caso, a autoria tem que ser assumida pela instituição, como Observatório da Educação, não?
 


4) Para códigos e programas existem algumas licenças que são melhor formatadas que as Creative Commons (mais voltadas para conteúdos). Alguns exemplos são: GPL, AGPL, MIT, BSD, etc..... outra hora explicitamos melhor, inclusive vamos (PoliGNU) fazer um material sobre isso no segundo semestre.

Oh, nem imaginava:) Aguardo o material então para sacar isso. Utilizamos Creative Commons pela afinidade política.
 

5) Mesmo usando creative commons, evitem ao máximo utilizar a restrição "nc", a maior parte dos militantes dos movimentos de software e cultura livre não consideram licenças com esse tipo de restrição efetivamente livres. Assim como as restrições de "nd" das creative commons.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Licen%C3%A7a_livre#Licen.C3.A7as_n.C3.A3o_livres

É, já ouvi falar sobre essa questão muito superficialmente e confesso que refleti pouco sobre isso. Pelo fato de sermos uma ONG, e portanto sem fins lucrativos, talvez não faça sentido que algo gerado aqui seja utilizado para fins comerciais. Maaaas... de fato, costumamos licenciar conteúdos sem a restrição NC porque entendemos que em alguns casos, a comercialização é a única forma de viabilizar uma produção derivada (uma tradução em Braille, por exemplo...). Mas está longe de ser um consenso lá dentro!

Espero não ter sido chato e/ou inoportuno, minha intenção não é desestimular!!!! E esses meus comentários são só comentários, minha opinião, e não se aprofundam nos temas.... só levantei algumas bolas, que com o tempo talvez vocês percebam e, quem sabe, concordem! =)

Não foi, não =) Obrigada pela ajuda! Abraços!
 

Diego Rabatone

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May 31, 2012, 9:22:36 PM5/31/12
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Oi Fernanda!
Várias vezes fico refletindo e tento imaginar como seria conversar com o Paulo Freire hoje, sobre todo esse novo universo que está crescendo da cultura livre, do software livre e tudo mais..... concordo totalmente que essas culturas dialogam diretamente com ele, e me inspiro bastante nele também! =)
Com certeza são os primeiros passos, de muitos, e a comunidade está aqui para auxiliar no que for possível! E aprender muito também com as dúvidas e outra cultura de vocês, que possuem uma "origem de militância" um pouco diferente.

Vamos às respostas abaixo!

Em 31 de maio de 2012 21:56, Fernanda Campagnucci <campa...@gmail.com> escreveu:
Olá, Diego! Muito obrigada pelos comentários! Sim, temos consciência da importância dessa emancipação tecnológica... Paulo Freire nos ensina =) Mas é difícil dar os primeiros passos, é toda uma cultura institucional que precisa ser recriada. Estamos caminhando para isso! Contamos com a ajuda desta comunidade, esses intercâmbios são fundamentais!

Vou fazer algumas perguntas sobre suas observações, que não sei se entendi bem. Lá vão:


1) Tentem sempre utilizar recursos e tecnologias livres, isso facilita e garante a liberdade de fato daquilo que foi produzido.
Por exemplo, o site foi feito em flash. Para alguém editá-lo, por mais que esteja sob uma licença livre, a pessoa precisa ter o flash instalado, o que vai requerer tanto o flash (que é proprietário) quanto um sistema operacional que rode o flash (também só tem proprietário).

Qual é (ou quais são) a(s) alternativa(s) ao Flash?

Do ponto de vista de desenvolvimento web o que se recomenda, no lugar do flash, é a utilização "do padrão HTML5". Coloquei entre aspas porque existem diversas tecnologias envolvidas como, por exemplo, CSS3, SVG, Canvas, JavaScript, WebGL, etc. Acho que praticamente tudo que era feito com Flash já pode ser feito utilizando essas tecnologias e padrões abertos.
 

2) Ainda meio que na pegada do primeiro item, tentem sempre utilizar padrões abertos. Seguir padrões abertos é a melhor forma de trocarmos e nos comunicarmos no mundo digital.

Você pode dar um exemplo do que deveria estar em padrão aberto e não está? (pergunto para entender o que seria, mesmo).

No caso específico desse projeto, o próprio formato do flash é proprietário. Para além disso, não encontrei outras coisas mais. Vocês mandaram bem distribuindo os dados em formato CSV e não numa planilha eletrônica "xls", por exemplo. =)

3) Adicionem o texto da licença ao código fonte, inclusive citando quem é o/a autor/a. A citação de autoria do código é importantíssima, pois isso remete ao reconhecimento de quem fez aquele trabalho. Inclusive a licença escolhida por vocês leva isso em consideração (Vocês utilizam uma licença CC-BY-NC-SA, no qual o by diz que o autor original deve ser citado... por isso da importância da referência constar no código disponibilizado).

Certo, a licença ao código-fonte podemos acrescentar. Sobre a autoria, foi escolha do programador, que quis se manter no anonimato (por medo de represália, por sua relação de trabalho). Não sabia que esse BY queria dizer isso. Acho que, no caso, a autoria tem que ser assumida pela instituição, como Observatório da Educação, não?
 
 Exatamente, se o programador não quiser os créditos, sem problema, mas certamente o da instituição caberia ali.


4) Para códigos e programas existem algumas licenças que são melhor formatadas que as Creative Commons (mais voltadas para conteúdos). Alguns exemplos são: GPL, AGPL, MIT, BSD, etc..... outra hora explicitamos melhor, inclusive vamos (PoliGNU) fazer um material sobre isso no segundo semestre.

Oh, nem imaginava:) Aguardo o material então para sacar isso. Utilizamos Creative Commons pela afinidade política.
 
Tranquilo, é normal as pessoas começarem pela creative commons! Devemos ter o material para meados de agosto, quando o tivermos pronto enviaremos aqui na lista também, com certeza!
 
5) Mesmo usando creative commons, evitem ao máximo utilizar a restrição "nc", a maior parte dos militantes dos movimentos de software e cultura livre não consideram licenças com esse tipo de restrição efetivamente livres. Assim como as restrições de "nd" das creative commons.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Licen%C3%A7a_livre#Licen.C3.A7as_n.C3.A3o_livres

É, já ouvi falar sobre essa questão muito superficialmente e confesso que refleti pouco sobre isso. Pelo fato de sermos uma ONG, e portanto sem fins lucrativos, talvez não faça sentido que algo gerado aqui seja utilizado para fins comerciais. Maaaas... de fato, costumamos licenciar conteúdos sem a restrição NC porque entendemos que em alguns casos, a comercialização é a única forma de viabilizar uma produção derivada (uma tradução em Braille, por exemplo...). Mas está longe de ser um consenso lá dentro!

Sim, vocês são uma instituição sem fins lucrativos, mas isso não implica a produção de vocês não poder ser "vendida". A coerência seria vocês não venderem esse "produto", mas isso é diferente de impedir que outras pessoas o façam! Vocês dão a liberdade às pessoas para que elas avaliem a situação e optem ou não pela comercialização do produto (que, muitas vezes, pode nem ter um fim comercial de fato, pode ser apenas para cobrir os custos da "ação", mas por ser algo comercial pode ser inviabilizado. Por exemplo a cobrança, a preço de custo, de alguma publicação por parte de uma entidade sem financiamento.)
 
Espero não ter sido chato e/ou inoportuno, minha intenção não é desestimular!!!! E esses meus comentários são só comentários, minha opinião, e não se aprofundam nos temas.... só levantei algumas bolas, que com o tempo talvez vocês percebam e, quem sabe, concordem! =)

Não foi, não =) Obrigada pela ajuda! Abraços!
Abraços,

Diego
 

Fernanda Campagnucci

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May 31, 2012, 10:09:34 PM5/31/12
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Esclarecido, Diego, tks!

Sobre essa questão do Paulo Freire... você me lembrou da pesquisa de um colega que conheci na rede pela reforma da LDA, o Alencar (não estará nesta lista?). Ele fez esse diálogo! =) Conhece?

O mestrado dele na FEUSP foi sobre o processo de migração para o software livre numa perspectiva freiriana (tendo como estudo de caso a experiência de migração do próprio Instituto Paulo Freire).

Ele diz que
Freire, como homem, amante dos homens e das mulheres, das plantas, das águas, das terras, sempre realizou esforços para acompanhar as inovações tecnológicas de cada tempo que viveu. Ele discute em suas obras (entendido aqui somente como seus livros) sua prática tecnológica, o uso que fez das diversas tecnologias, do projetor ao fax, passando pela televisão e o rádio; reflete sobre a necessidade do desvelamento das verdades ocultas (ideologia) por trás da tecnologia e de seu uso; disserta sobre a urgência de uma práxis tecnológica para o uso dessas mesmas tecnologias na prática cotidiana e pedagógica; apresenta sua concepção de tecnologia; pondera sobre as potencialidades e os limites dessas tecnologias; tece considerações sobre para quais fins se faz uso e a que/quem deve servir a tecnologia; e ainda, é possível elucidar em sua obra as suas iniciativas para a infoinclusão.
www.teses.usp.br/teses/.../48/.../DissertacaoAndersonAlencar.pdf

Abraços!  

Diego Rabatone

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May 31, 2012, 10:56:22 PM5/31/12
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Não conhecia o trabalho dele não Fernanda, muito legal! =) Muito obrigado pela referência, vou ver com atenção!!

Abraços,

Diego
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