Acho a provocação do artigo extremamente relevante, ainda que não
tenha comprovado as premissas e hipóteses (que no texto, alias, são
pouco ou quase nada comprovadas). Estudar redes definitivamente não é
estudar só tecnologia, é estudar a apropriação social dessa tecnologia
que, claro, sempre é um processo de mão dupla...a tecnologia
reorganiza/ressignifica a organização social ao mesmo tempo em que
apropriação social também condiciona o próprio desenvolvimento da
tecnologia, mas ambas são necessariamente produtos humanos.
E por que é importante frisar a obviedade de que a tecnologia é um
produto humano? Simplesmente porque o frenesi em torno das mídias
sociais tem ignorado essa dimensão sociologica do fenomeno. O Pierre
Levy dizia que nenhuma tecnologia é boa, ruim ou neutra a priori. Tô
com ele. Não dá para pensar redes sociais sem olhar com profundidade
para o comportamento social.
On 2 jun, 16:26, Maick William <
mai...@gmail.com> wrote:
> Quando eu li o texto do Granovetter sobre laços fortes e laços fracos, na hora fiz a relação com as redes sociais na internet, twitter, facebook e afins. Realmente, na vida online, os laços são fracos. Não que eles não sejam importantes. São, muito! Já li textos sobre as pessoas conseguirem mais empregos via laços fracos.
>
> Criar laços fracos é transitar por várias organizações, seja ela um pequeno grupo de discussão online sobre um tema, uma hashtag no twitter, uma discussão no facebook. Criar um networking. Mas através dos laços fracos é que é possível conhecer outras pessoas, outras ideias, debater com um público muito maior. E, na minha opinião, é possível que a partir de um laço fraco faça-se um laço forte.
>
> A discussão é longa, mas as ferramentas online para redes sociais tem sim, seu grande papel.
>
> Maick William Oliveira Costa
> Mestrando em Administração de Empresas
> EAESP - FGV/SP
> Linkedin:
http://br.linkedin.com/in/maickcosta
> Twitter: @maickw
> Skype: maickw
>
> On 02/06/2011, at 14:51, Diego Casaes wrote:
>
> > concordo, e concordo, tom e yaso.
>
> > só acho que também não dá pra descreditar o potencial das tecnologias em canalizar as manifestações e mudança.
>
> > Enfim, a discussão é longa pra caramba... :P
>
> > 2011/5/28 Yasodara Cordova <
yasodara.cord...@gmail.com>
> > "(...) pois são as pessoas
>
> > que vão fazer a diferença."
>
> > =
>
> > "Tecnologia é mato, bla bla bla..."
>
> > =D
>
> > 2011/5/28 Everton Zanella Alvarenga <
everton...@gmail.com>
> > Muito legal mesmo o texto, Liane. Obrigado por compartilhar. Me
> > incomoda um pouco o demasiado frenesi pelos novos meios de
> > comunicação, que para mim são apenas ferramentas que facilitam algumas
> > coisas, mas não são uma condição sem a qual não.
>
> > O texto me lembrou os comentários do professor Glaucius Oliva num
> > debate sobre o futuro da USP e que me parece resumir bem algumas
> > idéias do post acima (é a partir dos 11m10s):
>
> >
http://www.youtube.com/watch?v=qRrqjqMuUeo&t=11m10s
>
> > A fala do professor Glaucius foi transcrita aqui
>
> >
http://blogdotom.wordpress.com/2009/04/29/usp-2034-planejando-o-futur...
>
> > Um trechinho: "É importante que as lideranças tenham essa consciência
> > e que nós vamos precisar transformar as pessoas, pois são as pessoas
> > que vão fazer a diferença."
>
> > Para obter mais opções, visite esse grupo emhttp://
groups.google.com/group/thackday?hl=pt-BR.
>
> > --
> > __
>
> > ∞
ingraxa.eu
> > ∞
yaso.in
>
> > "Tecnologia é mato, o que importa são as pessoas - Dpádua"
> > "Un bon croquis vaut mieux qu'un long discours - Napoleon Bonaparte"
>
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> > Você está recebendo esta mensagem porque se inscreveu no grupo "Transparência Hacker" dos Grupos do Google.
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> > Para obter mais opções, visite esse grupo emhttp://
groups.google.com/group/thackday?hl=pt-BR.