FDTE propõe integração dos bancos de dados da Administração Pública de SP

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andre luiz

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Jul 2, 2010, 2:51:12 PM7/2/10
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FDTE propõe integração dos bancos de dados da Administração Pública de SP  
Por Redação   
02 de julho de 2010


Fundação afirma que medida vai tornar o sistema de auditorias públicas mais eficaz, com a utilização de tecnologias de inteligência artificial.

A FDTE, Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia realizou, este mês, palestras com tema principal envolto das novas tecnologias junto ao poder municipal. O evento contou com a participação de especialistas do setor, como Patrícia Pessi, assessora da Corregedoria Geral da administração do Governo do Estado de São Paulo, e Antonio Celso Albuquerque Filho, gerente de TIC da Fundação Prefeito Faria Lima.
 
Segundo a fundação, os governos de todo o mundo convivem hoje com o desafio de promover a inovação na construção de uma gestão mais eficiente, e o uso de Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC) está no centro deste processo.
 
O projeto desenvolvido na Corregedoria Geral da Administração busca tornar o sistema de auditorias públicas mais eficaz e eficiente, com a utilização de tecnologias de inteligência artificial e cruzamento dos vários bancos de dados já existentes nos diversos órgãos da Administração Pública.
 
Segundo o professor Norberto Torres, superintendente de processos e tecnologia para governo da fundação, o Estado possui bases de dados detalhadas elaboradas há muitos anos e muitos bons sistemas de informações, mas o fato dos sistemas estarem pulverizados dificulta que essa informação seja agrupada e analisada de forma consolidada.
 
O principal resultado de todo o esforço empreendido foi a elaboração do Modelo de Interoperabilidade para o Estado e municípios e o desenvolvimento de diversos projetos-piloto do que pode vir a ser uma visão integrada de governo.
 
Para Torres, sob esse processo podem agora ser conectados quaisquer sistemas pré-existentes, ou novos componentes, com um poder de ampliação de funcionalidades e de racionalização impossível de ser alcançado com as abordagens tradicionais, ainda em uso no Estado.
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