Fwd: Aberta a temporada GTP

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Diego Rabatone

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Nov 9, 2009, 11:41:46 AM11/9/09
to computacao_poli_usp, Projeto Lego, PoliElétrica 2009, thac...@googlegroups.com
Caros,

segue email de divulgação do Grupo de Teatro da Poli, com as peças que entraram em cartaz.

Abraços,

Diego R. O.

obs.: quando forem encaminhar este e-mail, apaguem os e-mails do corpo do texto, assim evita-se que spammers montem suas listas de spam!

---------- Forwarded message ----------

Aberta a Temporada de apresentações do GTP

(ou deveríamos dizer GTemporadaP?)

É com muito orgulho que anunciamos mais uma série de espetáculos. Esperamos vocês!

Local: Laboratório Dramático Antonio Januzelli, prédio do Biênio da Escola Politécnica da USP - Avenida Prof. Luciano Gualberto, Travessa 3, nº 380 - Cidade Universitária
Entrada Gratuíta.
Mais informações: www.gtp.art.br

Sobre o GTP

O Grupo de Teatro da Poli existe há mais de 55 anos. Em 2003, passou por uma processo de revitalização e, desde então, vem crescendo e ganhando reconhecimento no meio teatral. Alicerçado pelo Teatro da Pessoalidade e conceitos do Teatro Contemporâneo, o grupo criou uma linha própria de pesquisa e atualmente possui mais de 80 atores, reunidos em 6 núcleos. Em 2009, o GTP apresentou o espetáculo "Bodenlos - Sem Chão" na 11ª edição do Festival Internacional Apostrof, em Praga (Rep. Tcheca), e também no Arquivo de Vilém Flusser, na Alemanha, a convite de Marcel Marburger, supervisor científico do arquivo.

Em cartaz


Lisístrata

Lisístrata (a que dissolve exércitos, em grego), é uma das 11 peças de Aristófanes que chegaram até nós. Foi encenada pela primeira vez em 411 a.C., quando a guerra entre Atenas e Esparta completava 20 anos. Lisístrata é também o nome da protagonista, uma ateniense insatisfeita com a guerra, com o marido, com a sociedade e com o lugar que a mulher ocupava nesta. As mulheres não eram consideradas cidadãs, tinham relevância unicamente como administradoras do lar e procriadoras. Não havia nenhuma participação efetiva da mulher em questões políticas, por exemplo. Aristófanes se aproveita deste cenário para fazer sua crítica, na verdade, um apelo pela paz. Acaba tocando em outros temas ao trazer como protagonista uma mulher ateniense disposta a mudar a realidade. A arma: uma greve geral de sexo. A partir daí está criado o conflito e situações divertidíssimas conduzem toda a trama. Muitos podem se perguntar: por que encenar uma peça escrita há 25 séculos? A julgar pelas discussões riquíssimas que o texto nos proporcionou, não tenho dúvidas de que Lisístrata é atual, tratando de temas universais, ainda hoje relevantes.

Direção: Lu Pasquarelli
Duração: 110 minutos
Baseado no texto homônimo de Aristófanes

Apresentações:
    Quartas, 11, 18 e 25 de novembro, sempre às 20h30.
    Sábados, 14 e 21 de novembro, sempre às 18h30.






Terror e miséria no terceiro Reich

O Grupo de Teatro da Poli está em cartaz com Terror e Miséria no Terceiro Reich, de Bertolt Brecht. Na Alemanha de Adolf Hitler, a crueldade e o medo corroem almas e corpos, rasgando abismos entre as pessoas e estabelecendo a ditadura da sobrevivência por todo o território alemão. Quando nos tornamos lacaios de monstros, dispostos a tudo, quanto de humanidade ainda nos resta?

Escrita entre 1935-38, enquanto Brecht estava no exílio, Furcht und Elend des Dritten Reiches - seu título original - é um panorama da sociedade alemã sob o domínio nazista. Uma coleção de instantâneos saída de casas operárias e cortes judiciais, de trabalhadores socialistas e comunidades judaicas, de campos de concentração e aulas da juventude hitlerista. Mais do que retratar uma década mergulhada em equívocos, Brecht nos força a enxergar a decadência de toda uma sociedade, sufocada pelo terror.

Resultado de pesquisas sobre regimes totalitários e as formas de repressão existentes na sociedade contemporânea, a montagem do Núcleo Amarelo do GTP resignifica os ambientes da Escola Politécnica da USP, conduzindo o público, tal qual uma procissão, pelos cantos escuros e fétidos do Grande Império Alemão.

Direção: Bia Szvat
Duração: 110 minutos
Classificação: Livre
Texto: Bertolt Brecht
De 9 de novembro à 14 de dezembro. Sempre às segundas-feiras, às 20h30. Recomenda-se calçados confortáveis.





Perdoe-nos por traí-lo

Perdoe-nos por traí-lo, baseado na peça “Perdoa-me por me traíres” de Nelson Rodrigues, é um espetáculo divertido e estimulante que tem como tema central as relações sociais reforçadas pela família. O público poderá ver o embate entre Nelson Rodrigues, desesperado com a desconstrução de sua peça, o observador Brecht e as contradições dos tipos sociais retratados.

Direção Amanda Freire
Apresentações:
    Terças, de 10 de novembro a 15 de dezembro, às 20h30
     Sábados, 5 de dezembro e 12 de dezembro, às 18h30


Logo logo anunciaremos mais um espetáculo! Vocês não perdem por esperar...   =)

Fabricio Zuardi

unread,
Nov 9, 2009, 3:26:37 PM11/9/09
to thac...@googlegroups.com
Que??
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