Ônibus Hacker na Brasilândia

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Liane Lira

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Jan 31, 2012, 2:19:12 PM1/31/12
to thac...@googlegroups.com
Gente,

Nessa última viagem do Ônibus Hacker, tive uma conversa muito legal com a Juliana Queiroz, que faz parte do Coletivo Cultural Esperança Garcia (http://www.esperanca-garcia.blogspot.com) e vários outros movimentos sociais e culturais na região da Brasilândia e que me contou algumas questões que eles andam enfrentando que envolvem uso de informações públicas.

Algumas por conta da Copa, como desapropriações a alteração de linhas de ônibus (para chegar na Barra Funda levavam 40 min, agora 1h30). Outras se referem a serviços públicos mal prestados, como um centro cultural que, apesar de receber mensalmente uma boa quantia, sequer tem cadeiras, ou Telecentros com computadores bichados, etc.

Mas a galera não espera cair do céu: promovem saraus literários, teatros de rua, biblioteca comunitária, debates e oficinas sobre temas sociais e políticos. Muita coisa num trabalho interessante com o corpo, os sentidos, a relação com o "outro".

Eis que surgiram diversos pontos de diálogo entre as práticas de compartilhamento e colaboração de cada comunidade - a Thacker e a Brasilândia. Aqui vão algumas trocas que imaginei com uma ida do Ônibus Hacker pra lá:

Dificuldades:

  • obtenção e utilização de informações do poder público (ex: alterações de linhas de ônibus, desapropriações, aplicação de recursos);

  • divulgação dos problemas – e de soluções – já que o Datena fala dos casos de violência, mas não sobre as falhas nas prestações do Estado nem sobre o autosuprimento criativo da galera;

  • gestão econômica dos projetos que envolvem mais infra-estrutura,

  • obtenção e reaproveitamenteo de equipamentos (computadores, multimídia, etc.);


Oficinas e projetos que podemos levar:

  • informação pública e dados abertos - manipulação de dados: visualização, georeferenciamento, cruzamento, etc.;

  • articulação política nas redes sociais;

  • recursos educacionais abertos (eles estão digitalizando livros da biblioteca comunitária que organizaram num bar - o pessoal se vira mesmo!);

  • crowdfunding para captação de recursos;

  • Metareciclagem;

  • rádio comunitária.


Conhecimentos que podemos receber - falei sobre eles nos darem oficinas também:

  • experiência de articulação "presencial" entre diversos projetos na comunidade local;

  • suprimento criativo de diversas necessidades sociais e falhas de serviços públicos;

  • envolvimento de expressões corporais e sensoriais na proposta de transformação social e política;

  • estreitamento das relações pessoais pela apuração da atenção no outro.


Explicando os dois últimos (e sentir que tenho que explicar me convence mais dessa carência): trabalhar áreas do cérebro mais lúdicas e que andam esquecidas contribui para novas sinapses, levando a ideias melhores e evitando mal de Alzheimer. Além disso, a Tatiana Cobbert (minha nova musa inspiradora) falou com muita propriedade sobre a nossa postura social, nós que sentamos curvados para mergulhar em nossos computadores e perdemos um pouco da sensibilidade sobre quem está ao lado.

É isso.

Que acham?

Diego Rabatone

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Jan 31, 2012, 2:23:00 PM1/31/12
to thac...@googlegroups.com
ANIMAL Liane!!! 100% de acordo =)




--
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Daniela B. Silva

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Jan 31, 2012, 2:39:32 PM1/31/12
to thac...@googlegroups.com
Arrasou, Li. Bora armar isso daí!

Acho que vale construir com a Juliana quando e como seria legal ter o Busão Hacker por lá... já existe alguma ideia?

2012/1/31 Diego Rabatone <dir...@diraol.eng.br>

Liane Lira

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Feb 1, 2012, 7:57:12 AM2/1/12
to thac...@googlegroups.com, julia...@gmail.com
Colocando a Juliana em cópia. Ju, dá uma olhada lá embaixo o esquema que mandei por e-mail do nosso papo.

Dani, achamos interessante fazer um bate-papo preparatório dos detalhes do movimento por lá. Ela disse que seria legal visitarmos um Sarau da Brasa (http://brasasarau.blogspot.com) no dia 11 de fevereiro (eu quero muito!). Mas acho que o papo já podia rolar antes.

Nesse dia já podía ir levar gente da Metareciclagem (alguém na escuta?). Quem mais quer ir?

Hudson

unread,
Feb 2, 2012, 5:35:19 AM2/2/12
to Transparência Hacker
Metareciclagem na escuta e já repassada para a lista para ver quem
topa ir

On 1 fev, 10:57, Liane Lira <lianel...@gmail.com> wrote:
> Colocando a Juliana em cópia. Ju, dá uma olhada lá embaixo o esquema que
> mandei por e-mail do nosso papo.
>
> Dani, achamos interessante fazer um bate-papo preparatório dos detalhes do
> movimento por lá. Ela disse que seria legal visitarmos um Sarau da Brasa (http://brasasarau.blogspot.com) no dia 11 de fevereiro (eu quero muito!).
> Mas acho que o papo já podia rolar antes.
>
> Nesse dia já podía ir levar gente da Metareciclagem (alguém na escuta?).
> Quem mais quer ir?
>
> Em 31 de janeiro de 2012 17:39, Daniela B. Silva
> <danielabsi...@gmail.com>escreveu:
>
>
>
>
>
>
>
> > Arrasou, Li. Bora armar isso daí!
>
> > Acho que vale construir com a Juliana quando e como seria legal ter o
> > Busão Hacker por lá... já existe alguma ideia?
>
> > 2012/1/31 Diego Rabatone <dir...@diraol.eng.br>
>
> >> ANIMAL Liane!!! 100% de acordo =)
>
> >> Em 31 de janeiro de 2012 17:19, Liane Lira <lianel...@gmail.com>escreveu:
>
> >> Gente,
>
> >>> Nessa última viagem do Ônibus Hacker, tive uma conversa muito legal com
> >>> a Juliana Queiroz, que faz parte do Coletivo Cultural Esperança Garcia (
> >>>http://www.esperanca-garcia.blogspot.com) e vários outros movimentos
> >>> sociais e culturais na região da Brasilândia e que me contou algumas
> >>> questões que eles andam enfrentando que envolvem uso de informações
> >>> públicas.
>
> >>> Algumas por conta da Copa, como desapropriações a alteração de linhas de
> >>> ônibus (para chegar na Barra Funda levavam 40 min, agora 1h30). Outras se
> >>> referem a serviços públicos mal prestados, como um centro cultural que,
> >>> apesar de receber mensalmente uma boa quantia, sequer tem cadeiras, ou
> >>> Telecentros com computadores bichados, etc.
>
> >>> Mas a galera não espera cair do céu: promovem saraus literários, teatros
> >>> de rua, biblioteca comunitária, debates e oficinas sobre temas sociais e
> >>> políticos. Muita coisa num trabalho interessante com o corpo, os sentidos,
> >>> a relação com o "outro".
>
> >>> Eis que surgiram diversos pontos de diálogo entre as práticas de
> >>> compartilhamento e colaboração de cada comunidade - a Thacker e a
> >>> Brasilândia. Aqui vão algumas trocas que imaginei com uma ida do Ônibus
> >>> Hacker pra lá:
>
> >>>  Dificuldades:
>
> >>>    -
>
> >>>    obtenção e utilização de informações do poder público (ex:
> >>>    alterações de linhas de ônibus, desapropriações, aplicação de recursos);
> >>>    -
>
> >>>    divulgação dos problemas – e de soluções – já que o Datena fala dos
> >>>    casos de violência, mas não sobre as falhas nas prestações do Estado nem
> >>>    sobre o autosuprimento criativo da galera;
> >>>    -
>
> >>>    gestão econômica dos projetos que envolvem mais infra-estrutura,
> >>>    -
>
> >>>    obtenção e reaproveitamenteo de equipamentos (computadores,
> >>>    multimídia, etc.);
>
> >>>   Oficinas e projetos que podemos levar:
>
> >>>    -
>
> >>>    informação pública e dados abertos - manipulação de dados:
> >>>    visualização, georeferenciamento, cruzamento, etc.;
> >>>    -
>
> >>>    articulação política nas redes sociais;
> >>>    -
>
> >>>    recursos educacionais abertos (eles estão digitalizando livros da
> >>>    biblioteca comunitária que organizaram num bar - o pessoal se vira mesmo!);
> >>>    -
>
> >>>    crowdfunding para captação de recursos;
> >>>    -
>
> >>>    Metareciclagem;
> >>>    -
>
> >>>    rádio comunitária.
>
> >>> Conhecimentos que podemos receber - falei sobre eles nos darem oficinas
> >>> também:
>
> >>>    -
>
> >>>    experiência de articulação "presencial" entre diversos projetos na
> >>>    comunidade local;
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>
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>
> >>>    envolvimento de expressões corporais e sensoriais na proposta de
> >>>    transformação social e política;
> >>>    -
>
> >>>    estreitamento das relações pessoais pela apuração da atenção no
> >>>    outro.
>
> >>> Explicando os dois últimos (e sentir que tenho que explicar me convence
> >>> mais dessa carência): trabalhar áreas do cérebro mais lúdicas e que andam
> >>> esquecidas contribui para novas sinapses, levando a ideias melhores e
> >>> evitando mal de Alzheimer. Além disso, a Tatiana Cobbert (minha nova musa
> >>> inspiradora) falou com muita propriedade sobre a nossa postura social, nós
> >>> que sentamos curvados para mergulhar em nossos computadores e perdemos um
> >>> pouco da sensibilidade sobre quem está ao lado.
>
> >>> É isso.
>
> >>> Que acham?
>
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> >>> Você recebeu esta mensagem porque está cadastrado no grupo
> >>> "Transparência Hacker"
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> >>> Para mais informações, ou para ler mensagens arquivadas deste grupo,
> >>> visitehttp://groups.google.com/group/thackday?hl=pt-BR
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> >> Você recebeu esta mensagem porque está cadastrado no grupo "Transparência
> >> Hacker"
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Pedro Markun

unread,
Feb 2, 2012, 6:01:48 AM2/2/12
to thac...@googlegroups.com
Li,

acho foda. Contem comigo :)

abs,
Pedro Markun

2012/1/31 Liane Lira <lian...@gmail.com>

--

Liane Lira

unread,
Feb 6, 2012, 4:15:44 PM2/6/12
to thac...@googlegroups.com
Gente, não posso ir no dia 11/02. Posso ir no Sarau Elo da Corrente, dia 09 (quinta), às 20h30 - bar do Santista, R. Jurubim, 778 - Pirituba, São Paulo (http://www.elo-da-corrente.blogspot.com/).

Mas não adianta eu ir sozinha, uma vez que eu mesma já conversei. O legal era ter outras pessoas interessadas em participar de alguma forma da ideia para planejarmos juntos.

Quem topa? :)

Abs!

Bru Bernacchio

unread,
Feb 7, 2012, 1:28:36 PM2/7/12
to Transparência Hacker
Olá, pessoal!

Não participo muito da rede, mas sempre quis ver de perto o trabalho
do Ônibus, e achei que agora seria uma boa oportunidade de unir
forças!

Sou de um projeto chamado "Células de Transformação", que atua entre
outras, em duas comunidades da Brasilândia, Pery Alto e Guarani. A
gente trabalha simplesmente oferecendo mão-de-obra e amor pra realizar
os sonhos das pessoas das próprias comunidades ou agir em ações
específicas que ficamos sabendo. Além disso, também frequento como
comunicadora a Rádio Comunitária Cantareira, da Associação Cantareira,
que é bem articulada lá dentro.

Será que podemos ajudar??


Abraços,
Bruna


On 6 fev, 19:15, Liane Lira <lianel...@gmail.com> wrote:
> Gente, não posso ir no dia 11/02. Posso ir no Sarau Elo da Corrente, dia 09
> (quinta), às 20h30 - bar do Santista, R. Jurubim, 778 - Pirituba, São Paulo
> (http://www.elo-da-corrente.blogspot.com/).
>
> Mas não adianta eu ir sozinha, uma vez que eu mesma já conversei. O legal
> era ter outras pessoas interessadas em participar de alguma forma da ideia
> para planejarmos juntos.
>
> Quem topa? :)
>
> Abs!
>
> Em 2 de fevereiro de 2012 09:01, Pedro Markun <pe...@esfera.mobi> escreveu:
>
>
>
>
>
>
>
> > Li,
>
> > acho foda. Contem comigo :)
>
> > abs,
> > Pedro Markun
>
> > 2012/1/31 Liane Lira <lianel...@gmail.com>
>
> >> Gente,
>
> >> Nessa última viagem do Ônibus Hacker, tive uma conversa muito legal com a
> >> Juliana Queiroz, que faz parte do Coletivo Cultural Esperança Garcia (
> >>http://www.esperanca-garcia.blogspot.com) e vários outros movimentos
> >> sociais e culturais na região da Brasilândia e que me contou algumas
> >> questões que eles andam enfrentando que envolvem uso de informações
> >> públicas.
>
> >> Algumas por conta da Copa, como desapropriações a alteração de linhas de
> >> ônibus (para chegar na Barra Funda levavam 40 min, agora 1h30). Outras se
> >> referem a serviços públicos mal prestados, como um centro cultural que,
> >> apesar de receber mensalmente uma boa quantia, sequer tem cadeiras, ou
> >> Telecentros com computadores bichados, etc.
>
> >> Mas a galera não espera cair do céu: promovem saraus literários, teatros
> >> de rua, biblioteca comunitária, debates e oficinas sobre temas sociais e
> >> políticos. Muita coisa num trabalho interessante com o corpo, os sentidos,
> >> a relação com o "outro".
>
> >> Eis que surgiram diversos pontos de diálogo entre as práticas de
> >> compartilhamento e colaboração de cada comunidade - a Thacker e a
> >> Brasilândia. Aqui vão algumas trocas que imaginei com uma ida do Ônibus
> >> Hacker pra lá:
>
> >>  Dificuldades:
>
> >>    -
>
> >>    obtenção e utilização de informações do poder público (ex: alterações
> >>    de linhas de ônibus, desapropriações, aplicação de recursos);
> >>    -
>
> >>    divulgação dos problemas – e de soluções – já que o Datena fala dos
> >>    casos de violência, mas não sobre as falhas nas prestações do Estado nem
> >>    sobre o autosuprimento criativo da galera;
> >>    -
>
> >>    gestão econômica dos projetos que envolvem mais infra-estrutura,
> >>    -
>
> >>    obtenção e reaproveitamenteo de equipamentos (computadores,
> >>    multimídia, etc.);
>
> >>   Oficinas e projetos que podemos levar:
>
> >>    -
>
> >>    informação pública e dados abertos - manipulação de dados:
> >>    visualização, georeferenciamento, cruzamento, etc.;
> >>    -
>
> >>    articulação política nas redes sociais;
> >>    -
>
> >>    recursos educacionais abertos (eles estão digitalizando livros da
> >>    biblioteca comunitária que organizaram num bar - o pessoal se vira mesmo!);
> >>    -
>
> >>    crowdfunding para captação de recursos;
> >>    -
>
> >>    Metareciclagem;
> >>    -
>
> >>    rádio comunitária.
>
> >> Conhecimentos que podemos receber - falei sobre eles nos darem oficinas
> >> também:
>
> >>    -
>
> >>    experiência de articulação "presencial" entre diversos projetos na
> >>    comunidade local;
> >>    -
>
> >>    suprimento criativo de diversas necessidades sociais e falhas de
> >>    serviços públicos;
> >>    -
>
> >>    envolvimento de expressões corporais e sensoriais na proposta de
> >>    transformação social e política;
> >>    -
>
> >>    estreitamento das relações pessoais pela apuração da atenção no outro.
>
> >> Explicando os dois últimos (e sentir que tenho que explicar me convence
> >> mais dessa carência): trabalhar áreas do cérebro mais lúdicas e que andam
> >> esquecidas contribui para novas sinapses, levando a ideias melhores e
> >> evitando mal de Alzheimer. Além disso, a Tatiana Cobbert (minha nova musa
> >> inspiradora) falou com muita propriedade sobre a nossa postura social, nós
> >> que sentamos curvados para mergulhar em nossos computadores e perdemos um
> >> pouco da sensibilidade sobre quem está ao lado.
>
> >> É isso.
>
> >> Que acham?
>
> >>  --
> >> Você recebeu esta mensagem porque está cadastrado no grupo "Transparência
> >> Hacker"
> >> Para enviar uma mensagem a todo o grupo, escreva para
> >> thac...@googlegroups.com
> >> Para não receber mais mensagens, envie um email para
> >> thackday+u...@googlegroups.com
> >> Para mais informações, ou para ler mensagens arquivadas deste grupo,
> >> visitehttp://groups.google.com/group/thackday?hl=pt-BR

Liane Lira

unread,
Feb 7, 2012, 2:30:59 PM2/7/12
to thac...@googlegroups.com
Oi Bruna!

Chega mais! Só esclarecendo uma coisa: não existe "o trabalho do Ônibus". Isso é algo que todos nós estamos construindo e tudo indica que será uma constante reconstrução. A proposta é que ele seja um instrumento para as ideias ;)

Você tem disponibilidade de ir comigo lá no sarau dia 9?

Alguém mais?

Abraços!

Bru Bernacchio

unread,
Feb 8, 2012, 10:40:33 AM2/8/12
to Transparência Hacker
Oi Liane!

Obrigada pela abertura! Bem legal!

Então, amanhã, dia 9, eu tenho uma reunião no final da tarde/começo da
noite... Mas o sarau não é dia 11? Como você iria? Pq dia 11 também
estou um pouco corrida, mas talvez dê...

Abraço,
Bruna

On 7 fev, 17:30, Liane Lira <lianel...@gmail.com> wrote:
> Oi Bruna!
>
> Chega mais! Só esclarecendo uma coisa: não existe "o trabalho do Ônibus".
> Isso é algo que todos nós estamos construindo e tudo indica que será uma
> constante reconstrução. A proposta é que ele seja um instrumento para as
> ideias ;)
>
> Você tem disponibilidade de ir comigo lá no sarau dia 9?
>
> Alguém mais?
>
> Abraços!
>
> Em 7 de fevereiro de 2012 16:28, Bru Bernacchio
> <brubernacc...@gmail.com>escreveu:

Maisa

unread,
Feb 9, 2012, 7:45:28 AM2/9/12
to Transparência Hacker
Seria interessante também se comunicar com o comitê popular da copa,
que está funcionando no Brasil inteiro.

(By Maisa, que meio que acabou de entrar no grupo de e-mail)

Liane Lira

unread,
Feb 9, 2012, 1:07:03 PM2/9/12
to thac...@googlegroups.com, Juliana Queiroz
Opa, bem vinda Maisa!

Então, tá difícil mesmo encontrar uma data, rs. De fato, seria legal ir num dia em que tem eventos rolando lá, pra gente conhecer, mas acho que vai ser o caso de marcarmos uma conversa independente.

Essa semana ficou complicada pra mim e pra muita gente, o jeito vai ser retomar os planos depois do carnaval.

Abraços!

Juliana Queiroz

unread,
Feb 9, 2012, 9:29:09 PM2/9/12
to Liane Lira, thac...@googlegroups.com
Salve a tod@s...

O Sarau na região da zona Norte Brasilândia - Sarau Poesia na Brasa ocorre sábados quinzenalmente... o Sarau Elo da Corrente -Zona Oeste Pirituba - ocorre todas as quintas feiras-exceto a ultima do mês...alem disso podemos nós organizar para um bate papo fora as atividades, porem Eu (Juliana Queiroz), proponho que vc´s possam vir em dias que ocorram as atividades de Sarau que é um momento de atividade plena, onde ocorre  a participação de diversos coletivos participam, entre esses o Coletivo Cultural Esperança Garcia, Quilombaque ...


beijus no coração

Ase pra Nós
--
Juliana Queiroz
(011) 2589-2499
"Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, ou por sua origem, ou sua religião.
Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se elas aprendem a odiar, podem ser ensinadas a amar,
pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto.
A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta"     Nelson Mandela 
_________________________________

Liane Lira

unread,
Feb 10, 2012, 1:23:13 PM2/10/12
to Juliana Queiroz, thac...@googlegroups.com
Oi Ju!

Estamos organizando um encontro sobre o Ônibus (Bus Camp) para depois do carnaval, no fim de semana do dia 25. Ainda não há local certo, é bem provável que seja no Parque da Juventude.

Acho que uma visita às atividade que você falou (que eu faço questão de ir) vai ficar pra depois disso, mas seria bem legal vir gente desses coletivos no dia 25 aproveitar esse ambiente de troca de ideias :)

Confirmo o local assim que soubermos!

Beijos

Bru Bernacchio

unread,
Feb 15, 2012, 3:12:29 PM2/15/12
to Transparência Hacker
Poxa, legal, Liane!

Dia 25 estarei pela Brasilândia na parte da tarde! Eu mais alguns do
Células estaremos lá, visitando um morador, pretendemos caminhar pela
região, fazendo um mapeamento, procurando entender um pouco mais como
funcionam as coisas por lá. Vai ser ótimo encontrar com vocês!

Vou ficar de olho por aqui pra combinarmos!

Beijos!

On 10 fev, 15:23, Liane Lira <lianel...@gmail.com> wrote:
> Oi Ju!
>
> Estamos organizando um encontro sobre o Ônibus (Bus Camp) para depois do
> carnaval, no fim de semana do dia 25. Ainda não há local certo, é bem
> provável que seja no Parque da Juventude.
>
> Acho que uma visita às atividade que você falou (que eu faço questão de ir)
> vai ficar pra depois disso, mas seria bem legal vir gente desses coletivos
> no dia 25 aproveitar esse ambiente de troca de ideias :)
>
> Confirmo o local assim que soubermos!
>
> Beijos
>
> Em 10 de fevereiro de 2012 00:29, Juliana Queiroz
> <juliana....@gmail.com>escreveu:
>
>
>
>
>
>
>
> > Salve a tod@s...
>
> > O Sarau na região da zona Norte Brasilândia - *Sarau Poesia na Brasa*ocorre sábados quinzenalmente... o
> > *Sarau Elo da Corrente* -Zona Oeste Pirituba - ocorre todas as quintas
> > feiras-exceto a ultima do mês...alem disso podemos nós organizar para um
> > bate papo fora as atividades, porem Eu (Juliana Queiroz), proponho que
> > vc´s possam vir em dias que ocorram as atividades de Sarau que é um momento
> > de atividade plena, onde ocorre  a participação de diversos coletivos
> > participam, entre esses o* Coletivo Cultural Esperança Garcia,
> > Quilombaque *...
>
> > beijus no coração
>
> > Ase pra Nós
>
> > Em 9 de fevereiro de 2012 16:07, Liane Lira <lianel...@gmail.com>escreveu:
>
> > Opa, bem vinda Maisa!
>
> >> Então, tá difícil mesmo encontrar uma data, rs. De fato, seria legal ir
> >> num dia em que tem eventos rolando lá, pra gente conhecer, mas acho que vai
> >> ser o caso de marcarmos uma conversa independente.
>
> >> Essa semana ficou complicada pra mim e pra muita gente, o jeito vai ser
> >> retomar os planos depois do carnaval.
>
> >> Abraços!
>
> ...
>
> mais »

Daniela Mattern

unread,
Feb 15, 2012, 4:06:12 PM2/15/12
to thac...@googlegroups.com
Olá Bruna e Juliana,

li que estão atuando na Brasilândia e você - Bruna - escreveu que no dia 25 estão pretendendo fazer um tipo de mapeamento lá.

Interesse-me por isso, porque o nosso Instituto atualmente está desenvolvendo um software para apoiar o mapeamento de comunidades locais, seus recursos, necessidades e organizações.

Vejam as telas nesse link.

Estaremos interessados em apoiar vocês com o mapeamento da Brasilândia, se vocês toparem.

Futuramente queremos acrescentar outros recursos à ferramenta, por exemplo, informações sócio-economicas sobre o local e o que for interessar para vocês.
A ferramenta deve apoiar o desenvolvimento local colaborativo.

Grande abraço

Daniela



2012/2/15 Bru Bernacchio <bruber...@gmail.com>



--
Daniela Mattern
Coordenadora Geral
IT3S - Instituto de Fomento à Tecnologia do Terceiro Setor
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Bru Bernacchio

unread,
Feb 16, 2012, 10:29:40 AM2/16/12
to Transparência Hacker, Bruna Bernacchio
Oi Daniela!

Incrível esse software que vocês estão desenvolvendo! Tudo a ver com o
trabalho do Células (muito resumidamente, visamos o desenvolvimento
local sustentável através do empoderamento comunitário). A gente atua
focando nas regiões do Jd.Guarani e Jd.Peri Alto, pq a Brasilândia é
super grande, mas acho que podemos trabalhar juntos sim! Vou
encaminhar esse e-mail pro grupo e conversamos melhor no dia 25! Vocês
estarão lá mesmo, né?!

Abraço! Muito feliz com a sinergia!

Bruna

On 15 fev, 18:06, Daniela Mattern <daniela.matt...@it3s.org> wrote:
> Olá Bruna e Juliana,
>
> li que estão atuando na Brasilândia e você - Bruna - escreveu que no dia 25
> estão pretendendo fazer um tipo de mapeamento lá.
>
> Interesse-me por isso, porque o nosso Instituto atualmente está
> desenvolvendo um software para apoiar o mapeamento de comunidades locais,
> seus recursos, necessidades e organizações.
>
> Vejam as telas nesse
> link<http://dev.mootiro.org/projects/needs/wiki/Mapa_de_necessidades>
> .
>
> Estaremos interessados em apoiar vocês com o mapeamento da Brasilândia, se
> vocês toparem.
>
> Futuramente queremos acrescentar outros recursos à ferramenta, por exemplo,
> informações sócio-economicas sobre o local e o que for interessar para
> vocês.
> A ferramenta deve apoiar o desenvolvimento local colaborativo.
>
> Grande abraço
>
> Daniela
>
> 2012/2/15 Bru Bernacchio <brubernacc...@gmail.com>
> ...
>
> mais »

Daniela Mattern

unread,
Feb 16, 2012, 10:46:34 AM2/16/12
to thac...@googlegroups.com
Olá Bruna, 

no dia 25 posso estar na Brasilândia até 13hrs - às 15hrs preciso estar em Guarulhos.
Não sei, que horas começa o sarau/que horas estará lá.
Então posso chegar na Brasilândia umas 10 hrs da manhã ou então a gente se encontra qualquer outro dia que seja bom pra vocês. 

Atualmente, queremos encontrar grupos que querem fazer um uso piloto da ferramenta. Acho muito bom, que vocês já tem um grupo formado e uma metodologia de empoderamento. acho que isso tem tudo a ver!

Um abraço e me escreva, quando é bom nosso encontro!

Daniela




2012/2/16 Bru Bernacchio <bruber...@gmail.com>
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Daniela Mattern

unread,
Feb 16, 2012, 10:52:53 AM2/16/12
to thac...@googlegroups.com
Olá Liane, 

li sobre sua visita na Brasilândia e gosto muito das sugestões.

Você sugeriu oficinas sobre a visualização de dados e acesso à informação.

Quais dados você acha que prinicipalmente interessam para comunidades como a Brasilândia? Não sei se você viu o site BrasilHoje

Ele apresenta certos dados mas somente ao nível do município. O que me interessa é de onde podem ser conseguidos dados públicos referente comunidades específicas. Eu sei que o IBGE passa nas comunidades também, de repente podemos obter dados de lá. é sobre as políticas públicas?

Um abraço

Daniela

2012/1/31 Liane Lira <lian...@gmail.com>

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Liane Lira

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Feb 23, 2012, 5:29:09 PM2/23/12
to thac...@googlegroups.com, Juliana Queiroz
Oi Daniela, desculpe a demora na resposta.

Acho que o que mais importa é passar a ideia do que são e o que se pode fazer com dados abertos, abrindo caminhos para futuras buscas independentes :)

Já sei de algumas informações públicas de interesse local mais imediato, que tem que ser buscadas, como as decisões sobre desvio de linhas de ônibus e a destinação da receita do centro de cultura de lá. Vou pedir esses dados no Queremos Saber.

Você chegou a pedir esses dados do IBGE no Queremos Saber? Seria bem legal, bora juntar material!

A data pro Ônibus ir até lá ainda está indefinida. Temos uma oportunidade de planejar isso no Bus Camp II, que será nos dias 3 e 4 de março, provavelmente no Parque da Juventude.

Juliana, vocês topam bater um papo lá?

Abraço a todos!

Bru Bernacchio

unread,
Feb 23, 2012, 6:19:35 PM2/23/12
to Transparência Hacker
Oi Daniela,

estaremos dia 25 lá pelo Jd. Guarani, na Brasilândia mesmo, mas também
iremos no Limão. Agora fiquei em dúvida nos horários de cada um, mas
vou confirmar com o grupo e te aviso! Acho que se você estiver
disponível por volta de umas 13h a gente consegue te encontrar... Mas
melhor eu ver direitinho e te aviso aqui! Me passa seu número pra caso
fique um pouco em cima da hora... O meu é 9222-5490.

Abraço,
Bruna

On 23 fev, 19:29, Liane Lira <lianel...@gmail.com> wrote:
> Oi Daniela, desculpe a demora na resposta.
>
> Acho que o que mais importa é passar a ideia do que são e o que se pode
> fazer com dados abertos, abrindo caminhos para futuras buscas independentes
> :)
>
> Já sei de algumas informações públicas de interesse local mais imediato,
> que tem que ser buscadas, como as decisões sobre desvio de linhas de ônibus
> e a destinação da receita do centro de cultura de lá. Vou pedir esses dados
> no Queremos Saber.
>
> Você chegou a pedir esses dados do IBGE no Queremos Saber? Seria bem legal,
> bora juntar material!
>
> A data pro Ônibus ir até lá ainda está indefinida. Temos uma oportunidade
> de planejar isso no Bus Camp II, que será nos dias 3 e 4 de março,
> provavelmente no Parque da Juventude.
>
> Juliana, vocês topam bater um papo lá?
>
> Abraço a todos!
>
> Em 16 de fevereiro de 2012 13:52, Daniela Mattern
> <daniela.matt...@it3s.org>escreveu:
>
>
>
>
>
>
>
> > Olá Liane,
>
> > li sobre sua visita na Brasilândia e gosto muito das sugestões.
>
> > Você sugeriu oficinas sobre a visualização de dados e acesso à informação.
>
> > Quais dados você acha que prinicipalmente interessam para comunidades como
> > a Brasilândia? Não sei se você viu o site BrasilHoje<http://www.brasilhoje.org.br/>
> > .
>
> > Ele apresenta certos dados mas somente ao nível do município. O que me
> > interessa é de onde podem ser conseguidos dados públicos referente
> > comunidades específicas. Eu sei que o IBGE passa nas comunidades também, de
> > repente podemos obter dados de lá. é sobre as políticas públicas?
>
> > Um abraço
>
> > Daniela
>
> > 2012/1/31 Liane Lira <lianel...@gmail.com>
>
> >> Gente,
>
> >> Nessa última viagem do Ônibus Hacker, tive uma conversa muito legal com a
> >> Juliana Queiroz, que faz parte do Coletivo Cultural Esperança Garcia (
> >>http://www.esperanca-garcia.blogspot.com) e vários outros movimentos
> >> sociais e culturais na região da Brasilândia e que me contou algumas
> >> questões que eles andam enfrentando que envolvem uso de informações
> >> públicas.
>
> >> Algumas por conta da Copa, como desapropriações a alteração de linhas de
> >> ônibus (para chegar na Barra Funda levavam 40 min, agora 1h30). Outras se
> >> referem a serviços públicos mal prestados, como um centro cultural que,
> >> apesar de receber mensalmente uma boa quantia, sequer tem cadeiras, ou
> >> Telecentros com computadores bichados, etc.
>
> >> Mas a galera não espera cair do céu: promovem saraus literários, teatros
> >> de rua, biblioteca comunitária, debates e oficinas sobre temas sociais e
> >> políticos. Muita coisa num trabalho interessante com o corpo, os sentidos,
> >> a relação com o "outro".
>
> >> Eis que surgiram diversos pontos de diálogo entre as práticas de
> >> compartilhamento e colaboração de cada comunidade - a Thacker e a
> >> Brasilândia. Aqui vão algumas trocas que imaginei com uma ida do Ônibus
> >> Hacker pra lá:
>
> >>  Dificuldades:
>
> >>    -
>
> >>    obtenção e utilização de informações do poder público (ex: alterações
> >>    de linhas de ônibus, desapropriações, aplicação de recursos);
> >>    -
>
> >>    divulgação dos problemas – e de soluções – já que o Datena fala dos
> >>    casos de violência, mas não sobre as falhas nas prestações do Estado nem
> >>    sobre o autosuprimento criativo da galera;
> >>    -
>
> >>    gestão econômica dos projetos que envolvem mais infra-estrutura,
> >>    -
>
> >>    obtenção e reaproveitamenteo de equipamentos (computadores,
> >>    multimídia, etc.);
>
> >>   Oficinas e projetos que podemos levar:
>
> >>    -
>
> >>    informação pública e dados abertos - manipulação de dados:
> >>    visualização, georeferenciamento, cruzamento, etc.;
> >>    -
>
> >>    articulação política nas redes sociais;
> >>    -
>
> >>    recursos educacionais abertos (eles estão digitalizando livros da
> >>    biblioteca comunitária que organizaram num bar - o pessoal se vira mesmo!);
> >>    -
>
> >>    crowdfunding para captação de recursos;
> >>    -
>
> >>    Metareciclagem;
> >>    -
>
> >>    rádio comunitária.
>
> >> Conhecimentos que podemos receber - falei sobre eles nos darem oficinas
> >> também:
>
> >>    -
>
> >>    experiência de articulação "presencial" entre diversos projetos na
> >>    comunidade local;
> >>    -
>
> >>    suprimento criativo de diversas necessidades sociais e falhas de
> >>    serviços públicos;
> >>    -
>
> >>    envolvimento de expressões corporais e sensoriais na proposta de
> >>    transformação social e política;
> >>    -
>
> >>    estreitamento das relações pessoais pela apuração da atenção no outro.
>
> >> Explicando os dois últimos (e sentir que tenho que explicar me convence
> >> mais dessa carência): trabalhar áreas do cérebro mais lúdicas e que andam
> >> esquecidas contribui para novas sinapses, levando a ideias melhores e
> >> evitando mal de Alzheimer. Além disso, a Tatiana Cobbert (minha nova musa
> >> inspiradora) falou com muita propriedade sobre a nossa postura social, nós
> >> que sentamos curvados para mergulhar em nossos computadores e perdemos um
> >> pouco da sensibilidade sobre quem está ao lado.
>
> >> É isso.
>
> >> Que acham?
>
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> >> Hacker"
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Juliana Queiroz

unread,
Jul 3, 2013, 11:51:14 AM7/3/13
to Liane Lira, thac...@googlegroups.com
Salve Liane, Salve a tod@s do projeto.

Gostaria de conversar com vocês sobre um projeto que está em construção coletiva, "formiguinha". POLO DE PRODUÇÃO CULTURAL E DESENVOLVIMENTO SOCIAL(MONTE ZION). Acredito que podemos nos organizar e articular juntos, para realizações das nossas ações.


Quero dar as boas vindas ao grupo que se forma sempre com a eficácia da internet que nos aproxima e estreita novos laços de trabalho em campos distintos.

É exatamente a jogada em questão, que determina um grupo social na atuação social de todas as praticas de ensino e cultura.

E dentro do aspecto que nos cabe, na militância o numero de pessoas importa!

O fundamento esta sendo trabalhado a mais de 20 anos na cena independente e há mais de 10 anos na pratica solidária. A economia solidária é o que nos dá base de diálogo e determina culturalmente o marketing em que alavanca cooperados dentro de um sistema criado de forma economicamente social e criativamente artístico. 

Dividindo poderes igualitários mais sistematicamente organizados e distribuídos por funções estratégicas que cada grupo ou pessoa pode desenvolver, mapeando áreas da cultura e do movimento de militância para o desenvolvimento social.

Economicamente o fluxo de produções se amplia devida a pequena abertura de novas leis de incentivo e redes de patrocinadores e apoios, como também se amplia o acesso ao conhecimento para a captação de recursos. 

E ai que o absurdo começa. De que leis estamos falando? 

O acesso as leis de incentivos e a participação de inúmeros programas existe na capital de São Paulo, mas ela só existe na esfera municipal de forma centralizada como neste exemplo ;

"VAI continua transformando idéias em projetos culturais
O Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais (VAI) tem se destacado como grande incentivador das expressões culturais de jovens de baixa renda que, até então, não tinham acesso a quaisquer recursos públicos."

Fonte:http://www.prefeitura.sp.gov.br/

Analisando todo o Alto-Tiete que abastece São Paulo a realidade é outra, a esfera passa ser mais estadual, mas difere-se em que? Se você viaja para a Bahia a realidade é também vista por outro anglo. 

Coletivos, propostas e realidades já existem e deixo claro que a opinião esta no que ainda há de se construir, e que há sim já um trabalho sendo realizado por todo brasil de perfeita relevância no assunto em que falamos. 

Mas trata-se de alavancar a questão para um nível nacional em que apenas e no minimo devemos estar. Vou lhe dizer o Porque puxando um link em debate no Ministério da Cultura sobre a nova Lei Rouanet.

"...
Apesar de preocupada com a extinção dos 100% de renúncia, a produtora Marisa Mello, que realiza exposições de artes, também elogia a gradação, exigindo que mais cidadãos tenham acesso a um produto cultural quando há mais dinheiro público envolvido - evitando distorções como os 100% de renúncia fiscal conseguidos em 2006 pelo Cirque du Soleil, que, mesmo com o patrocínio de R$ 9 milhões, manteve os ingressos a preços exorbitantes.

Marisa elogia o objetivo de que, com o FNC, o governo possa promover uma descentralização dos patrocínios, que geralmente ficam concentrados no SUDESTE. Mas critica a decisão de que cada região do país receba pelo menos 10% da renúncia fiscal das empresas..."

Fonte:http://www.cultura.gov.br/leis

Os patrocinadores estão concentrados na região sudeste e isso cria a desigual distribuição de renda como também reafirmo que esta é a maior das justificativas para nos organizar na busca da resolução desses problemas de gestão cultural.

A nível nacional o coletivo pode se organizar por leis como; a Lei Rouanet a Lei de Audiovisual são bons exemplos como também exemplificarei Lei de Incentivo a educação e acesso.

"...
CGU debate avanços do primeiro ano da Lei de Acesso, desafios futuros e impactos no Executivo Federal
Seminário de comemoração de um ano da LAI contou com dois painéis de debates. Evento reuniu mais de 500 participantes na última quinta-feira (16), em Brasília.

A Controladoria-Geral da União (CGU) realizou, na tarde da última quinta-feira (16/05), como parte do “Seminário de 1 ano da Lei de Acesso à Informação”, um painel sobre a visão da sociedade civil acerca dos avanços da LAI e os desafios para o futuro. A mesa de debates foi composta por Fernando Rodrigues, jornalista do Grupo Folha/UOL; Caio Magri, secretário-executivo do Instituto Ethos; Daniela Bezerra, representante da organização Transparência Hacker; e teve como moderador o servidor Hamilton Cruz, diretor da Secretaria de Prevenção da Corrupção e Informações Estratégicas (SPCI)..."

Fonte:http://www.acessoainformacao.gov.br/

Destaca-se uma Lei que também deve ser meio para fins coletivos como descreve-se no artigo 3 da LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO;

"...
Art. 3o Os procedimentos previstos nesta Lei destinam-se a assegurar o direito fundamental de acesso à informação e devem ser executados em conformidade com os princípios básicos da administração pública e com as seguintes diretrizes: 

I - observância da publicidade como preceito geral e do sigilo como exceção; 

II - divulgação de informações de interesse público, independentemente de solicitações; 

III - utilização de meios de comunicação viabilizados pela tecnologia da informação; 

IV - fomento ao desenvolvimento da cultura de transparência na administração pública; 

V - desenvolvimento do controle social da administração pública. 

Art. 4o Para os efeitos desta Lei, considera-se: 

I - informação: dados, processados ou não, que podem ser utilizados para produção e transmissão de conhecimento, contidos em qualquer meio, suporte ou formato; 

II - documento: unidade de registro de informações, qualquer que seja o suporte ou formato; 

III - informação sigilosa: aquela submetida temporariamente à restrição de acesso público em razão de sua imprescindibilidade para a segurança da sociedade e do Estado; 

IV - informação pessoal: aquela relacionada à pessoa natural identificada ou identificável; 

V - tratamento da informação: conjunto de ações referentes à produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transporte, transmissão, distribuição, arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação, destinação ou controle da informação; 

VI - disponibilidade: qualidade da informação que pode ser conhecida e utilizada por indivíduos, equipamentos ou sistemas autorizados; 

VII - autenticidade: qualidade da informação que tenha sido produzida, expedida, recebida ou modificada por determinado indivíduo, equipamento ou sistema; 

VIII - integridade: qualidade da informação não modificada, inclusive quanto à origem, trânsito e destino; 

IX - primariedade: qualidade da informação coletada na fonte, com o máximo de detalhamento possível, sem modificações. 

Art. 5o É dever do Estado garantir o direito de acesso à informação, que será franqueada, mediante procedimentos objetivos e ágeis, de forma transparente, clara e em linguagem de fácil compreensão..."

Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12527.htm

Como também corresponde a própria Constituição no artigo 216.

"...
Art. 216-A. O Sistema Nacional de Cultura, organizado em regime de colaboração, de forma descentralizada e participativa, institui um processo de gestão e promoção conjunta de políticas públicas de cultura, democráticas e permanentes, pactuadas entre os entes da Federação e a sociedade, tendo por objetivo promover o desenvolvimento humano, social e econômico com pleno exercício dos direitos culturais. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012)

§ 1º O Sistema Nacional de Cultura fundamenta-se na política nacional de cultura e nas suas diretrizes, estabelecidas no Plano Nacional de Cultura, e rege-se pelos seguintes princípios: Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

I - diversidade das expressões culturais; Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

II - universalização do acesso aos bens e serviços culturais; Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

III - fomento à produção, difusão e circulação de conhecimento e bens culturais; Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

IV - cooperação entre os entes federados, os agentes públicos e privados atuantes na área cultural; Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

V - integração e interação na execução das políticas, programas, projetos e ações desenvolvidas; Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

VI - complementaridade nos papéis dos agentes culturais; Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

VII - transversalidade das políticas culturais; Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

VIII - autonomia dos entes federados e das instituições da sociedade civil; Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

IX - transparência e compartilhamento das informações; Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

X - democratização dos processos decisórios com participação e controle social; Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

XI - descentralização articulada e pactuada da gestão, dos recursos e das ações; Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

XII - ampliação progressiva dos recursos contidos nos orçamentos públicos para a cultura. Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

§ 2º Constitui a estrutura do Sistema Nacional de Cultura, nas respectivas esferas da Federação: Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

I - órgãos gestores da cultura; Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

II - conselhos de política cultural; Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

III - conferências de cultura; Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

IV - comissões intergestores; Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

V - planos de cultura; Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

VI - sistemas de financiamento à cultura; Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

VII - sistemas de informações e indicadores culturais; Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

VIII - programas de formação na área da cultura; e Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

IX - sistemas setoriais de cultura. Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

§ 3º Lei federal disporá sobre a regulamentação do Sistema Nacional de Cultura, bem como de sua articulação com os demais sistemas nacionais ou políticas setoriais de governo. Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012

§ 4º Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão seus respectivos sistemas de cultura em leis próprias. Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012
..."
Fonte:http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art216§2

Através desses exemplos podemos perceber muitas formas de trabalhar com nossos projetos. Mas agora peço sua reflexão nesta proposta.

A Produtora Fora do Eixo foi um dos contatos que participei em Cuiabá no Festival Grito Rock 4 e há uns 10 anos a proposta de unificar grupos e produtores rendeu uma passagem de mais 10.000 artísticas pelo Brasil todo, criando uma rede de cultura que trabalha simultaneamente em cidades e estados do Brasil.

Agora analise que do Centro- Oeste consegue organizar em Estados com menor numero de produtores uma rede que; na grande São Paulo tem em uma unica cidade.

"... 
Virada Cultural de São Paulo espera 4 milhões de pessoas em 24 horas de atrações
Na nona edição, evento gratuito ocupará diversos pontos da região central da capital; Raça Negra, Daniela Mercury, Lobão, Emicida, Criolo e Racionais MC's estarão presentes.

A Prefeitura de São Paulo investiu R$ 10 milhões de reais na realização da Virada Cultural deste ano, que acontece entre as 18h de sábado (dia 18) e as 18h de domingo (19), em São Paulo. O evento gratuito ocupará diversos pontos da região central da capital com atrações musicais, cortejos de manifestações populares, espetáculos de dança, números de humor, oficina de grafite e gastronomia com o projeto Chef na Rua, entre outras atrações..."

Fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/

A Prefeitura quando realiza um evento como esse utiliza-se do nosso dinheiro de impostos e diz que faz bem feito. Ok eles não fazem favor algum é o cumprimento de suas obrigações.

Mais voltando na reflexão acontece porque quiseram e se moveram para isso.

Quando há uma soma de artistas e produtores lutando por uma causa, fica muito mais fácil ter acesso aos fundos nas Secretarias e suas esferas sociais.

E é esta a proposta fazer disso uma iniciativa para ainda mais profissionalizarmos em nossas areas e em conjunto trabalhar para que os programas e atividades se desenvolvam.

Iniciaremos essa proposta com um objetivo grande e ousado de Fundar um Polo de Produção Cultural e Desenvolvimento Social.

E nos tornar donos de todos os meios de todas as tecnologias possíveis de produção para dar base estrutural em um único local, onde todos os coletivos possam trabalhar, se apresentar, e garantir distribuição de renda anualmente para cada área especifica como para todos os colaboradores.

Pensando sistematicamente em uma rede economicamente solidária de credito.

Pessoas diferentes de localidades diferentes mais todos com propósitos e áreas em comum acordo e alguns sofrendo pelas mesmos problemas.

Por essa razão um programa de captação estará no projeto trabalhando só pra isso, e o artista não precisa se preocupar com renda e sim apenas com seu trabalho artístico.

Os coletivos podem refletir essa proposta que juntos podemos nos ajudar e ajudar outros que precisam.

E aqui em São Paulo teremos maior possibilidade de possuir todos os meios para isso e movimentar a luta pela democratização em todos os Municípios Estados e como também a luta pela Reforma Educacional. 

Como um Excelente exemplo que a UneAfro Brasil realiza e trabalha coletivamente em cidades diferentes através de mais de 42 núcleos:

"...
CONSELHO GERAL UNEAFRO: 

Como o nosso movimento propõe uma relação horizontal entre os participantes e que eleve os núcleos de base à principal forma de ação militante, a prática cotidiana será dada pelas atividades dos núcleos e GT´s. Esses serão a nossa maior ferramenta de transformação, o foco maior de nossas mobilizações nas periferias. A vocação de cada um de nós da UNEAFRO para o trabalho de base é uma marca que não temos como diminuir. Nossas história pessoais e coletivas, em pré-vestibular comunitário, núcleos de educação popular, movimento estudantil e entidades de luta do movimento negro, nos permite dizer que a UNEAFRO se faz através de seus núcleos. 

Um movimento que busca inserção na periferia, com intensão de mobilizações populares, precisa ter formas de participação e deliberações para questões maiores, como definições de planos estratégicos e campo de atuação política. 

Para estas questões macros, e para eventual deliberação de assuntos cruciais para o movimento, foi criado o Conselho Geral, um órgão político, de deliberação, consultas e orientação, que atuará como um defensor de nossa linha social e política (hoje traçada no Manifesto de fundação de 05/03/2009). 

O Conselho terá o papel de reunir forças, convocar campanhas de mobilizações, ser o ponto de encontro dos GT´s para partilhas, auto-crítica, solidariedades, demandas regionais, formação de núcleos e lideranças. 

Questões de extrema relevância, cuja prática cotidiana não permitir encaminhamentos por parte dos núcleos e GT´s serão levadas para conhecimento e definição pelo Conselho Geral. 

O Conselho Geral será formado por dois membros indicados por cada núcleo. Na indicação o núcleo deverá observar perfil de liderança comunitária e militância social. Deverá atender igualdade de gênero e raça/etnia, ou seja, a indicação será de um homem e uma mulher por núcleo, sendo pelo menos um/a dos dois negro/a. Se confirmarmos 42 núcleos e GT´s, o Conselho terá 84 pessoas em sua formação inicial. 

De forma extraordinária, a primeira composição do Conselho terá indicados/as dos núcleos e também dos GT´s. 

A participação no Conselho poderá ser renovada após um ano. Os encontros ordinários do Conselho serão bimestrais, podendo ser convocados encontros eventuais. A construção ainda terá contribuições, tanto de companheiros/as da Grande São Paulo, como do Interior do Estado..."

Fonte:http://www.uneafrobrasil.org/ 

São todas razões para debatermos e discutirmos abertamente proposta de CONSTRUÇÃO COLETIVA das ações do Polo.

Espero em breve ter a oportunidade de conversar pessoalmente com todos.
Trabalhamos como formiguinhas construindo e estreitando novas ações de Politicas Publicas para que a sustentabilidade possa trazer a todos mais qualidade de vida para o trabalho artístico e principalmente pela luta pelo Desenvolvimento Social nas regiões mais carentes.

“Repatriação do Brasil Agora!”

Juliana Queiroz e Rafael torres




Fico no aguardo...
Grata...

Juliana

2589-2499 / 9.6179-6599 / 9.4243-0563
--
Juliana Queiroz
(011) 2589-2499 / (011) 6179-6599 claro
Coletivo Cultural Esperança Garcia
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