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Prezadas(os),
Está claro e concordamos que os ataques criminosos não podem ficar impunes e que já existe legislação para a maioria dos casos.
Nestes 22 anos que tenho acompanhado as notícias de crimes na internet, percebo claramente que está em vias de acontecer um grande concluio mundial para que se justifiquem fortes ações menos democráticas para o uso da web e das telecomunicações, (deixando de lado as teorias conspiratórias...rs).
Este controle que já existe da internet e das pessoas que lá estão, está se intensificando demais nos últimos meses, está saindo do padrão.
Temos que ficar atentos a estas manobras e descobrir quem quer se beneficiar com isso e quais os seus objetivos.
Como sabem, atualmente, um cracker não é aquele indivíduo dos anos 90 que estamos acostumados. O cracker de hoje que faz grandes ataques e conseguem se esconder, podem estar dentro dos governos, das grandes empresas econômicas e não se limitam a trocar a página inicial do sítio web ou roubar algumas senhas.
Últimas notícias para moldar a opinião pública a favor de leis e ações mais duras: "Hackers tiram do ar Presidência e Receita Federal, no maior ataque já registrado por autoridades brasileiras. Ataques recentes a empresas de videogame como Sony e Nintendo, às redes de televisão americanas Fox e PBS e a órgãos governamentais americanos como a CIA (agência de inteligência americana) e o FBI (polícia federal), além do serviço público de saúde britânico, o NHS."
Não dá para ser ingênuo a ponto de acreditar que somente pessoas de fora da CIA, FBI, pentágono entre outros.. estejam atacando.
E se aceitarmos leis mais duras para os "ladrões de galinhas e bêbados virtuais" estaremos tirando o foco dos grandes criminosos, que em sua maioria não usam chinelo e camiseta.
Pensem nisso e se puderem me retornar com a sua visão sobre o assunto, agradeço.
abraços
andré luiz
Grupo de hackers que atacou sites do governo
Atualizado em 22 de junho, 2011 - 18:23 (Brasília) 21:23 GMT
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/06/110622_lulzsec_perfil_cc.shtmlSÃO PAULO - Os sites do governo brasileiro voltaram a sofrer com instabilidades nesta quinta-feira, 22. Durante à tarde, os portais da Presidência da República, do Senado e Portal Brasil não carregavam e apresentavam mensagens de erro. A página do Ministério dos Esportes também foi retirada do ar, um dia após o grupo LulzSecBrazil deixar vários outros sites indisponíveis.
Veja também:
Ataque virtual foi o maior neste ano, diz Serpro

Desta vez, o grupo não havia assumido até o meio da tarde, pelo Twitter - como fez ontem -, a autoria de possíveis ataques para deixar os sites fora do ar. Contatada, a Presidência da República ainda verificava o motivo da indisponibilidade dos sites do governo.
Já uma assessora de imprensa de Esportes confirmou à agência Reuters que foram ataques que provocaram o erro do site do ministério. A funcionária informou, porém, que após uma primeira varredura, a invasão foi considerada periférica, "sem afetar dados e o coração do sistema, sem maiores consequências."
Mais cedo, o grupo de hackers afirmou ter copiado dados protegidos no site do Ministério dos Esportes, mostrando supostas diferenças entre contribuições e recebimentos de dinheiro do governo federal em Estados que sediarão jogos da Copa do Mundo.
Nos dados, os montantes recebidos por Estados do Nordeste são muito maiores do que os contribuídos. Já no Sul e Sudeste, de acordo com as informações dos hackers, os valores enviados para a União foram superiores aos repassados do governo federal aos Estados.
Além disso, o grupo divulgou dados pessoais da presidente Dilma Rousseff e do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, como número de CPF, telefones e e-mails pessoais.

Na quarta-feira, o mesmo grupo reivindicou a autoria de um ataque ao site da Petrobras, depois de ter tentando invadir sem sucesso, durante a madrugada, os sites da Presidência da República, da Receita Federal e do Portal Brasil.
De acordo com a BBC, o LulzSecBrazil é o braço brasileiro do grupo coletivo internacional Lulz Security, que vem ganhando notoriedade por ataques recentes aos servidores da CIA (agência de inteligência americana), do FBI (polícia federal americana), do serviço público de saúde britânico, o NHS, da empresa Sony e das TV americanas Fox e PBS.
Atualizado às 16h36
E de novo eu fico pensando na possibilidade de um grid público para armazenar e processas informações públicas =)
Mais de 500 sites de prefeituras continuam fora do ar:
http://www.sabaranet.com.br/rss/gov.txt
http://twitter.com/#!/fatalerrorcrew
Moleza no feriado dá nisso, serve pra mostrar o quão vulnerável são os servidores que guardam grande parte de informações públicas e o quão responsáveis são os administradores que não se prestaram ainda a dar um bot.
Cleber
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+1 pro grid.
E lembrando que é muito importante que as pessoas (todas) estejam cientes das fragilidades e dos limites da infraestrutura que nos possibilita acessar (parcamente) as informações de governo.
E que é muito importante que os governos mudem a chave pra entender a tecnologia da informação como uma área estratégica e importante da gestão pública.
Acho os ataques legítimos, tanto quanto qualquer ação pra garantir a redundância desses dados em outros espaços.
Sugiro às pessoas da comunidade que "comuniquem um erro na reportagem", no próprio site.
http://www1.folha.uol.com.br/poder/934073-grupos-de-ativistas-atacam-sites-do-governo-na-internet.shtml
"Existe um erro gravíssimo conceitual nesta reportagem que é associar o termo Hacker a "criminoso". A definição ""Hackers são pessoas que invadem computadores para protestar ou furtar informações" está completamente errada.
Como pode ser visto nestas outras reportagens desde próprio jornal:
http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocasts/917392-hackers-de-brasilia-fiscalizam-gastos-do-governo-em-site.shtml
http://www1.folha.uol.com.br/folhateen/860702-hackers-do-bem-armam-guerrilha-digital-pelo-acesso-descomplicado-aos-dados-do-governo.shtml
Peço que seja reconsiderada a utilização do termo para que o mesmo não denigra a imagem de outras pessoas e grupos que não cometem nenhum tipo de crime, muito pelo contrário, como é o caso da comunidade brasileira Transparência Hacker:
http://catarse.me/pt/projects/167-onibus-hacker
Grato,
Diego Rabatone Oliveira"
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Acho os ataques legítimos, tanto quanto qualquer ação pra garantir a redundância desses dados em outros espaços.
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24/06/2011 04h03 - Atualizado em 24/06/2011 08h31
Do G1, em São Paulo
Hackers se identificam como grupo nacionalistaO site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi invadido por hackers na madrugada desta sexta-feira (24). No topo da página na internet, está escrito "IBGE Hackeado - Fail Shell", e uma imagem com um olho representando a bandeira do Brasil vem logo abaixo.
O IBGE confirmou a invasão por meio de sua assessoria de imprensa, por volta das 8h, mas alegou que o banco de dados não foi afetado. A equipe técnica da Diretoria de Informática avalia se houve algum outro tipo de consequência. Alguns minutos depois, o site foi tirado do ar.
Ao pé da página, os hackers ainda negam ter relações com os grupos LulzSec ou Anonymous no Brasil, que seriam "grupos sem qualquer ideologia", segundo a mensagem deixada pelos hackers.
Site do IBGE foi tirado do ar após ataqueO LulzSecBrazil é apontado como o responsável pelos ataques que derrubaram sites do governo na madrugada de quarta-feira (22). Foi o maior ataque sofrido pelo governo, com mais de 2 bilhões de tentativas de acesso em um curto período de tempo, segundo o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). O órgão informou que o ataque não causou danos às informações disponíveis nas páginas e partiu de servidores localizados na Itália.
O canal de comunicação usado pelo LulzsecBrazil foi fechado por volta das 22h desta quinta (23). A decisão foi tomada pelos administradores da rede que também hospeda o canal usado pela operação do Lulzsec original.
Antes, o grupo divulgou na internet arquivos com supostos dados de políticos, como a presidente Dilma Rousseff, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, o ministro da Educação, Fernando Haddad, e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes.
Um possível indício do surgimento de um grupo de piratas contrários ao LulzSecBrazil é a divulgação de um documento que acusa um hacker de ser líder do movimento brasileiro. Ele seria Al3XG0, um conhecido criminoso digital envolvido com o roubo de senhas bancárias e cartões de crédito e que mantinha um site que pegava informações de brasileiros usando uma falha no site do Ministério do Trabalho. O documento indica também nome, RG e CPF de uma pessoa que, segundo o texto, seria o hacker Al3XG0. Há ainda um link para uma fotografia, supostamente do hacker.
O LulzSecBrazil teria ligações com o LulzSec, responsável por ataques recentes a empresas de videogame como Sony e Nintendo, às redes de televisão americanas Fox e PBS e a órgãos governamentais americanos como a CIA (agência de inteligência americana) e o FBI (polícia federal), além do serviço público de saúde britânico, o NHS.
O aumento desta prática não deve ser atribuído à melhor qualidade das aulas de computação nas escolas ou ao maior emprenho de jovens interessados em tecnologia.
"Se a confusão durar bastante, ela vai acabar se transformando em um novo tipo de sociedade - ainda o mesmo jogo de história, mas com novos jogadores, novas regras."
Mais invasões nessa madrugada, agora no site do IBGE. Acho interessante o barulho que estão fazendo no sistema, mas o que me preocupa ao ver essas ações é que tipo de ideologia estão guiando esses hackers, que pode beirar para o fundamentalismo, extremismo, conforme coloquei em outra lista. No caso do IBGE, foi um grupo identificado como "Nacionalista". Em entrevista ao Uol, um deles identificado como do grupo "Lulz Sec" trouxe a seguinte frase "Acreditamos que em nossas investidas iremos mobilizar milhares de pessoas no Brasil e fazer com que elas acordem para nossa realidade e tomem alguma atitude. Seja com manifestações, ataques – seja como for, os brasileiros não podem ficar parados diante disso." As pessoas não protestam porque não querem, são movidos por outros interesses, não porque estão "cegos". Marxismo bastante ingenuo esse.
Fica aí a minha provocação, reflexão...
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A segurança pelo que EU vi foi atingida em partes sim, lembro de um release ontem a tarde com varios passwords do esporte.gov.br, nao cheguei a testar nenhum, mas se funcionavam acho que é ja um pouco mais que apenas o DDoS...
A segurança pelo que EU vi foi atingida em partes sim, lembro de um release ontem a tarde com varios passwords do esporte.gov.br, nao cheguei a testar nenhum, mas se funcionavam acho que é ja um pouco mais que apenas o DDoS...
On Jun 23, 2011, at 11:55 PM, Cleber Gouvêa wrote:
> Derrubar sites governamentais por derrubar, serviu pra demonstrar que a escalabilidade está fraca, a segurança pelo q vi ñ foi atingida.
Diólia,eu não estou no cerne de coisa alguma... estou aqui na minha jangada como todo mundo =)Acho que é a soma das nossas percepções (por vezes antagônicas) é que fazem o grupo da Transparência Hacker.A história da carta de principios volta e meia (re)aparece... eu acho que se gente suficiente quiser tentar rabiscar algo, bora pra frente... eu mesmo não gasto uma linha no piratepad =P
abs,Pedro Markunps: Mas concordo que um artigo da Dani ia ser show :Pps2: Escreve ai, Dani!
2011/6/24 ✿◠‿◠)♥ Diólia de Carvalho Graziano <dio...@gmail.com>
Oi Pedro. Me parece que este é um momento eminentemente político. Somente você, que está no cerne da situação, pode afirmar se esta minha percepção está correta. Em caso afirmativo creio que seria importânte um posicionamento político, tipo uma aproximação, mesmo que remota, com uma ideologia, se possível democrática. Sabe, começar com algo tipo posicionamentos. A nossa linha ideológica é independente, mas tem vertente democráica. Nossa revolução é por padrão de vida, honesto e descente, horizontalizada, mas essencialmente democrática, alicerçada no bem e nas boas ações construtivas-sociais.
Oi Pedro. Me parece que este é um momento eminentemente político. Somente você, que está no cerne da situação, pode afirmar se esta minha percepção está correta. Em caso afirmativo creio que seria importânte um posicionamento político, tipo uma aproximação, mesmo que remota, com uma ideologia, se possível democrática. Sabe, começar com algo tipo posicionamentos. A nossa linha ideológica é independente, mas tem vertente democráica. Nossa revolução é por padrão de vida, honesto e descente, horizontalizada, mas essencialmente democrática, alicerçada no bem e nas boas ações construtivas-sociais.
Oi, pessoal!