Torpedo denuncia camelô no metrô
Passageiros enviam 2.100 mensagens pelo celular em 23 dias; ambulantes
e pedintes lideram as queixas
GIBA BERGAMIM JR.
"Homem passa mal na linha azul", "Ambulante no trem perto da estação
Sé", "Passageiros ouvem som alto na estação São Judas". Mensagens
assim saem de celulares e caem nos computadores da central de
operações do Metrô. São textos enviados por alguns dos 3,5 milhões de
"olheiros" que viajam sobre trilhos todos os dias, já que, desde 26 de
janeiro, é possível fazer denúncias anônimas, via celular, para o
setor de segurança da companhia.
O alvo dos delatores são os camelôs e os pedintes, revela balanço das
três primeiras semanas do programa "SMS Denúncia" ao qual a sãopaulo
teve acesso. O modelo existe na CPTM (Companhia Paulista de Trens
Metropolitanos) desde 2008 -já são mais de 13.486 mensagens. Começou a
funcionar nos trens subterrâneos só no mês passado, depois que a
maioria das empresas de telefonia passou a operar nas linhas de metrô.
O serviço, porém, não é gratuito. Dos 2.100 torpedos recebidos até a
última quinta-feira (17), 56% se referem a ambulantes a pedintes.
Quando flagram os vendedores nos vagões, os seguranças apreendem a
mercadoria. A prática é proibida nos trens e estações e incomoda os
passageiros, de acordo com Rubens Cirilo Menezes, chefe de segurança
do Metrô.
As demais mensagens são variadas -incluem vandalismo e pessoas que
passam mal nos trens. Menezes afirma que a denúncia via SMS facilita a
vida dos 1.100 homens da segurança.
"Antes, o passageiro descia do trem, avisava um funcionário, que
comunicava a central de controle, que acionava a dupla de seguranças
mais próxima. Até chegar lá, a gente não encontrava o infrator. Com o
SMS, tudo é feito em sete minutos", diz.
Todos os dias, três passageiros são vítimas de um crime no metrô.
Furtos são os delitos mais comuns e também podem ser denunciados via
torpedo.
Jogo de gato e rato
Os mesmos celulares que enviam torpedos podem se tornar motivo de
reclamação. Um passageiro mandou quatro mensagens por causa de um
grupo de jovens que ouvia música num volume alto -o que também não é
permitido- emitida por um celular na altura da estação São Judas.
Funcionários chegavam ao trem, mas o grupo diminuía o volume. No
terceiro SMS, na estação Tiradentes, foram flagrados. O último torpedo
dizia: "Parabéns, eles desligaram".
digite 7333 2252 Para denunciar
O que colocar na mensagem
Características da pessoa denunciada, o número do vagão, a linha e o
sentido do trem
Onde ver a numeração do trem
O número de cada vagão está gravado em cima das portas de entrada. Já
o do trem está nas duas extremidades
Como age o Metrô
1 Passageiro envia o torpedo
2 A mensagem chega aos computadores da sala de operações
3 Agente aciona uma dupla de seguranças por rádio
4 Seguranças vão ao trem indicado para deter infratores
A ação, entre o envio do torpedo e a chegada dos seguranças, dura em
média sete minutos
3,5 milhões é o número de passageiros transportados diariamente
3 crimes/dia
são registrados na Delegacia do Metrô
150
é a quantidade de trens nas quatro linhas do Metrô
--
Lilian Starobinas
http://discursocitado.blogspot.com
@liliansta
--
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2011/2/21 Daniela B. Silva <daniel...@gmail.com>:
É algo que eu pensei em fazer com o @alagamentos_sp e o @emergencia_spEnquanto a prefeitura está cadastrando moradores para só começar a enviar alertas ano que vem (será?) qualquer um com um pouco de $ pode montar uma infra e fazer algo legal (vide http://www.sms2blog.com.br/ )Dani, sobre esta proposta de micro-bolsa, não entendi se a pessoa pretende desenvolver algum sistema ou usar algo como um FrontlineSMS.abs,
Maurício Maia
http://mmaia.tumblr.com
http://twitter.com/mauricio
2011/2/22 Júlio Boaro <julio...@gmail.com>
A pessoa pode receber uma ligação desse número como "emergência",
podendo cadastrar o próprio celular com a região de interesse,
recebendo ligações em caso de alagamentos próximos a área.
[]'s
Luís
@luisleao
@sms2blog
2011/2/22 Mauricio Maia <mauric...@gmail.com>:
> É algo que eu pensei em fazer com o @alagamentos_sp e o @emergencia_sp
> Enquanto a prefeitura está cadastrando moradores para só começar a enviar
> alertas ano que vem (será?) qualquer um com um pouco de $ pode montar uma
> infra e fazer algo legal (vide http://www.sms2blog.com.br/ )
> Dani, sobre esta proposta de micro-bolsa, não entendi se a pessoa pretende
> desenvolver algum sistema ou usar algo como um FrontlineSMS.
> abs,
>
> Maurício Maia
> http://mmaia.tumblr.com
> http://twitter.com/mauricio
>
>
> 2011/2/22 Júlio Boaro <julio...@gmail.com>
>>
Se precisarem de alguma coisa do sms2blog me falem. O serviço está a disposição.
Não entendi direito, precisam de algo que notifique o sistema ou o
contrário (o sistema notifica as pessoas)?
[]'s
Luís
2011/2/22 Diego Rabatone <dir...@diraol.eng.br>:
Compartilhando cartaz que tem dentro do metrô, sobre o serviço.
Depois disso, código fonte do site e smartphones liberados em CC-BY, GPL ou (coloque aqui sua licença livre).
--
do jeito certo: tenho um acordo com uma integradora (Takenet) para
receber mensagens que serão enviadas para canais de notícia, o
importante deste caso é que toda vez que a Takenet recebe das
operadoras algum sms começando com "sms2blog" ela repassa para meu
servidor que processa e encaminha para o Twitter via API.
do jeito errado: tenho 4 smartphones (windows mobile, sim é Microsoft,
mas fazer o quê?) e eles fazem o mesmo papel da integradora: receber o
sms e encaminhar para o servidor.
O problema do primeiro caso é custo e burocracia: ativar o sistema na
integradora é super simples, mas aprovar isso nas operadoras é um saco
e hoje o sms2blog não está "oficialmente" com o serviço.
No segundo caso você tem 4 filhos para cuidar, dar alimento (baterias)
e atenção e ver se está tudo funcionando direito (o que nem sempre é o
caso) e tomam mais tempo. Para um projeto pequeno e de curta duração
esse sistema resolve bem, mas para algo grande e de longo prazo é
fundamental conseguir o primeiro esquema.
Há outra opção, similar ao segundo caso, que seria usar modems GSM
para receber as mensagens, o problema é que você precisa de hardware
dedicado para fazer isso (um servidor que ficasse com os modems
espetados e recebendo as mensagens). É um pouco mais profissional que
o caso dos smartphones, mas prefiro eles por causa de infra local que
teria que ter a disposição.
Estou vendo também um jeito de usar arduino e uma placa GSM para
receber as mensagens. Já fiz alguns testes e aparentemente deve
funcionar. Tive problemas para decodificar as mensagens recebidas
quando chegavam no formato PDU ou codificadas em UTF-16 quando deixava
em modo texto (chega de tecniquês). Se alguém puder ajudar nisso, rola
de fazermos algo nesse sentido e vai ficar como se fosse esse servidor
com os modems espetados.
Uma geral sobre a arquitetura:
receptor de sms (smartphones/integradora) > servidor do sms2blog com
banco de dados > API do Twitter
Vamos dizer que a gente faça um esquema para localização de carros do TJ.
O usuário envia um sms com a placa do carro e o cep da rua (que
geralmente tem nas placas com o nome da rua) para um número de São
Paulo (ou através da integradora).
O receptor de sms recebe essa mensagem e encaminha para o servidor.
O servidor processa a mensagem recebida (valida o formato dos dados) e
insere no banco de dados.
No caso de integração com a operadora é possível ter um sms de retorno
com uma mensagem. Assim o servidor pode responder que o carro foi
inserido com sucesso ou retornar alguma mensagem de erro ou outro
aviso.
O resto é visualização do banco de dados.
Ah, para enviar mensagens, hoje é possível usar o canal de notícias da
Takenet pelo sms2blog, mas há custos para quem assina ($0,31+imp para
Tim e $0,10 para as outras operadoras) e a integração aqui é moleza.
Mas nesse caso é distribuição em massa (todos os assinantes de um
determinado canal recebem o mesmo sms). Daria para fazer algo
vinculado a uma região no caso de alagamentos. Não há custos para quem
envia as mensagens.
[]'s
Luís
@luisleao
@sms2blog
2011/2/23 Leandro Salvador <leandro...@gmail.com>:
--
2011/2/22 Luis Leao <luis...@gmail.com>
A regra dos prefixos ainda vale de certa forma. O que é feito com a
portabilidade é: a Anatel disponibiliza a base de solicitação de
mudança de operadoras. Então o sistema consulta essa base pelo número
e se não encontra nada ele valida a operadora pelo prefixo.
E você sabe onde conseguir essa base? Há um tempo eu fiz o
http://qualeaoperadora.de, onde quebrei o captcha da ABR Telecom e
tinha posto uma APIzinha REST. Mas o pessoal da ABR bloqueou o IP do
meu servidor, aí não rola mais. Se conseguir pegar um BD local fica
perfeito...
--
Vítor Baptista
Comissão Organizadora
IV Encontro de Software Livre da Paraíba
6, 7, 8 e 9 de Maio de 2010
Estação Ciência, Cultura e Artes Cabo Branco
João Pessoa, PB.
--
Vítor Baptista
Comissão Organizadora
IV Encontro de Software Livre da Paraíba
6, 7, 8 e 9 de Maio de 2010
Estação Ciência, Cultura e Artes Cabo Branco
João Pessoa, PB.
Quanto funcionário público mais espertinho não deve ver o tanto de
sujeiro e ficam quietos? O sistema deveria garantir o anonimato.
Já pensou os SMS:
* Sarney agora se encontra com líder da oposição.
* Deputado do mensalão reeleito marca jantar com novo deputado que vai
entrar no esquema.
Isso no mais macro, pois o que deve haver em questões do dia-a-dia
nesses locais...
Sou muito mais denunciar esses caras que um coitado que está ganhando
a vida vendendo chocolate.
O Noel Rocha tem acesso a base (não sei como). Então seria uma forma,
mas com custo (acho que era em torno de uns R$300,00 por mês).
Nesse sentido, se a pessoa cadastra para receber os avisos, ela pode
também informar a operadora (e não gerar custos).
Acho que na integração com a Takenet pelo shortnumber vem também a
operadora de origem (vou confirmar isso).
[]'s
Luís Leão
(31) 9222-7897
@luisleao
@sms2blog
Em 24 de fevereiro de 2011 10:57, Everton Zanella Alvarenga
<evert...@gmail.com> escreveu:
Provavelmente eles utilizando um shortnumber compartilhado.
O importante no caso deles é que eles pedem a chave (2VIA, RELIGA ou
LUZ) e o número de instalação (que na base de dados deles contém os
dados importantes (endereço, etc.). Ah, o sms é gratuito para o MO
(mas provavelmente pago no MT, neste caso a própria Eletropaulo). Com
base no que tenho aqui com a Takenet, o custos por mensagem devem
ficar em torno de R$0,19.
Seria possível utilizarmos algo parecido, mas com CEP para fazer a
geolocalização do usuário que enviou a mensagem. O problema é que, no
caso de uso de SMS, o remetente precisa ser identificado
(pré-cadastrado) de alguma forma para evitar informações falsas.
Vamos detalhar esse projeto e ver como podemos dar andamento. E se for
o caso bater na porta de uma telecom.
[]'s
Luís
2011/2/24 Mauricio Maia <mauric...@gmail.com>:
[]'s
2011/2/24 Antonio Graeff <antonio...@gmail.com>: