![]() |
|

Caros,
Nas últimas semanas, o Ecad tem sido vítima de inúmeros ataques da imprensa com denúncias de fraudes contra a instituição, além de críticas à sua gestão. O jornal O Globo, na sua edição de sábado, dia 21 de maio, publicou notícias inverídicas envolvendo o corpo executivo e ex-funcionários com questões éticas e de má conduta.
Apesar de termos concedido entrevista durante cerca de duas horas ao jornal, acreditamos que o mesmo destinou pouco espaço às nossas considerações, seguindo a linha sensacionalista que têm pautado o tom das reportagens. Com o objetivo de fazer com que a verdade seja amplamente divulgada, criamos um hot site com todos as respostas para as acusações que foram maldosamente veiculadas.
O Ecad é uma conquista dos compositores e artistas, que precisavam ver seus direitos autorais defendidos e respeitados pela sociedade. Hoje, muitos artistas vivem dos direitos autorais de execução pública. A instituição cresceu, se desenvolveu e para alguns, se tornou "poderosa" demais. Na verdade, o Ecad se profissionalizou e se tornou referência internacional no segmento de direitos autorais.
Veja no link http://respostadoecad.ecad.org.br tudo o que O GLOBO não disse.
Barbara Bezerra
Approach
(21) 3461-4616 - r.149
(11) 3846-5787
(61) 3322-0082
Acompanhe a Approach'
--
Você está recebendo esta mensagem porque se inscreveu no grupo "Transparência Hacker" dos Grupos do Google.
Para postar neste grupo, envie um e-mail para thac...@googlegroups.com.
Para cancelar a inscrição nesse grupo, envie um e-mail para thackday+u...@googlegroups.com.
Para obter mais opções, visite esse grupo em http://groups.google.com/group/thackday?hl=pt-BR.
--
> Opa!
>
> Particularmente acho sensacional ver o ECAD se movimentando para garantir mais transparência nos seus processos. Mesmo que seja de forma reativa.
>
> Já que o espaço esta aberto, sugiro que a gente encaminhe duvidas legitimas, como essa do Jean ai embaixo, pra eles =)
>
Encaminhar via que canal? E-mail?
O site não tem caixa de comentários até onde vi. Este site reativo surgiu pq as acusações foram públicas, minha suspeita é que se as duvidas e perguntas legitimas forem via email não haverá pressão para que respondam....
Agora uma idéia: E se usássemos o Google Sidewiki para "incrementar" este site estático do ecad com discussões? Existe um bookmarklet para postar[1] e uma API[2] para exibirmos / embedarmos o conteúdo das discussões de cada página em outros sites.
1: http://www.google.com/support/toolbar/bin/answer.py?hl=en&answer=164493
2: http://code.google.com/apis/sidewiki/
[]s
Fabricio
Diego,Eu trabalho com direitos autorais, marcas e patentes,Você não cobro pelo convite da festa, mas teve a divulgação para o bairro etc .. com musicas bebidas .. uma confraternização.Agora vejamos pelo lado do compositor, o cara demora meses, até anos, para fazer uma musica e só porque vc ta fazendo uma confraternização do seu bairro, empresa, etc.. aquele trabalho dele não deve ser reconhecido ? você ou alguem não pagou pela pipoca ? pelo leite quente ? pelo bolo de milho ?Não estou discutindo o que eles fazem com o dinheiro depois, mas sim o porque dessa cobrança.Dai pedir um orgão federal para vistoriar o ECAD .. MEU DEUS EM ...
Se quiser fico a disposição para explicar como funciona ou como deveria não sei .. a arrecadação e distribuição desses direitos ok ?
-----
Jean Dantas
Skype: jeanmdg
Linux user # 508548
Ubuntu user # 30891
só porque vc ta fazendo uma confraternização do seu bairro, empresa, etc.. aquele trabalho dele não deve ser reconhecido ?
só porque vc ta fazendo uma confraternização do seu bairro, empresa, etc.. aquele trabalho dele não deve ser remunerado?
Jean,boa parte das discussões sobre direito autoral nesse novo contexto que a gente vive (internet, digital, 0s e 1s, commons e a riqueza dos bens não rivais) mora nessa sua frase:só porque vc ta fazendo uma confraternização do seu bairro, empresa, etc.. aquele trabalho dele não deve ser reconhecido ?Com a qual eu até concordo, mas isso porque palavras são sempre complicadas e perigosas... acho que eu trocaria por:só porque vc ta fazendo uma confraternização do seu bairro, empresa, etc.. aquele trabalho dele não deve ser remunerado?E a resposta simples é: Isso, eu acho que um autor não precisa ser remunerado por sua obra simplesmente porque estou tocando ela para os meus amigos/alunos/vizinhos em uma confraternização que vende pipoca.Eu sei que a primeira vista (isso é, se você ignorar por completo todas as práticas culturais em curso) parece estranho dizer que o autor não precisa ganhar por aquilo que ele criou. Mas vale lembrar que nem sempre foi assim e que esse autor é uma invenção recente.Ninguém ganhava com contação de histórias. Ou melhor, muitos ganhavam com a contação... ninguém ganhava mais por ter contado a primeira vez. E a história é bastante clara... quando começam a cobrar por esse 'autor original', foi basicamente porque o rei queria saber quem era, pra poder cobrar imposto.E veja bem, isso não é argumento para justificar as mudanças que queremos atualmente. Só para justificar que as coisas não precisam ser *necessariamente* do jeito que são hoje, que autoria, direito autoral e remuneração por obras simbólicas são construções históricas e não verdades universais.Por fim, você acha mesmo que a Cecilia Tanaka devia pagar uma taxa ao ECRC (Escritório de Arrecadação de Receitas Culinarias) toda vez que fizesse um bolo de chocolate? E que o 'autor original' do bolo de chocolate deveria receber uma parte desse dinheiro? E que seus filhos, por sua vez, deveriam continuar recebendo e cobrando essa taxa por 70 anos depois da morte do autor? Com cobrança variável dependendo de quantos THackers comeram o bolo?
2011/5/25 Pedro Markun <pe...@esfera.mobi>Jean,boa parte das discussões sobre direito autoral nesse novo contexto que a gente vive (internet, digital, 0s e 1s, commons e a riqueza dos bens não rivais) mora nessa sua frase:só porque vc ta fazendo uma confraternização do seu bairro, empresa, etc.. aquele trabalho dele não deve ser reconhecido ?Com a qual eu até concordo, mas isso porque palavras são sempre complicadas e perigosas... acho que eu trocaria por:só porque vc ta fazendo uma confraternização do seu bairro, empresa, etc.. aquele trabalho dele não deve ser remunerado?E a resposta simples é: Isso, eu acho que um autor não precisa ser remunerado por sua obra simplesmente porque estou tocando ela para os meus amigos/alunos/vizinhos em uma confraternização que vende pipoca.Eu sei que a primeira vista (isso é, se você ignorar por completo todas as práticas culturais em curso) parece estranho dizer que o autor não precisa ganhar por aquilo que ele criou. Mas vale lembrar que nem sempre foi assim e que esse autor é uma invenção recente.Ninguém ganhava com contação de histórias. Ou melhor, muitos ganhavam com a contação... ninguém ganhava mais por ter contado a primeira vez. E a história é bastante clara... quando começam a cobrar por esse 'autor original', foi basicamente porque o rei queria saber quem era, pra poder cobrar imposto.E veja bem, isso não é argumento para justificar as mudanças que queremos atualmente. Só para justificar que as coisas não precisam ser *necessariamente* do jeito que são hoje, que autoria, direito autoral e remuneração por obras simbólicas são construções históricas e não verdades universais.Por fim, você acha mesmo que a Cecilia Tanaka devia pagar uma taxa ao ECRC (Escritório de Arrecadação de Receitas Culinarias) toda vez que fizesse um bolo de chocolate? E que o 'autor original' do bolo de chocolate deveria receber uma parte desse dinheiro? E que seus filhos, por sua vez, deveriam continuar recebendo e cobrando essa taxa por 70 anos depois da morte do autor? Com cobrança variável dependendo de quantos THackers comeram o bolo?Taí uma visão horrível do que poderia ser o mundo. #freecake
> Pedro,
>
> Você sabe que a maioria dos compositores não fazem shows e gravam cds, apenas escreve a letra e compõe a musica, e depois passa para algum cantor.
> E o direito autoral é o meio de receber por esse trabalho.
>
Existem meios alternativos para se receber por este trabalho, como por exemplo: as pessoas que apoiam/gostam do compositor podem *pagar para ele compor* ao invés de pagar depois que ele compôs e pela vida toda dele, dos bisnetos e tataranetos.
Defender o direito de alguém que fez algo de valor cobrar por isso é uma coisa, defender o monopólio por tempo indeterminado sobre a exploração de algo imaterial é outra bem diferente.
> Agora se esses diretos começarem a ser recolhidos e distribuídos pelo governo .. ou pior como disse o Pedro eles não devem receber por isso ... hahahaha ai sim é bom os compositores começarem a distribuir currículo.
>
Eu não me importaria se os compositores começassem a distribuir currículo, todas as outras profissões não artísticas tiram seu sustento do trabalho diário. Por que uma classe de privilegiados(as gravadoras/distribuidoras no caso, não o coitado do compositor que se sujeita a elas e estas sociedades coletoras tipo o ECAD) pode se apropriar de algo que não é só dele mas sim de dominio público(escalas musicais por exemplo), adaptar um pouco, botar o carimbo dele e exigir monopólio eterno sobre esta micro-variação que eles adicionaram?
> e vamos nós acostumar a ouvir as belas musicas dos varios BONDES que tem por ai ...
Mozart é de algum destes bondes?
Por que até onde sei no tempo dele este monopólio ainda nao era concedido aos autores e o mundo ainda assim tinha músicos.
[]s
Fabricio C Zuardi
http://fabricio.org
--
Você está recebendo esta mensagem porque se inscreveu no grupo "Transparência Hacker" dos Grupos do Google.
Para postar neste grupo, envie um e-mail para thac...@googlegroups.com.
Para cancelar a inscrição nesse grupo, envie um e-mail para thackday+u...@googlegroups.com.
Para obter mais opções, visite esse grupo em http://groups.google.com/group/thackday?hl=pt-BR.
Um dia a Humanidade vai ver como se cresce, individual e coletivamente,ao passar conhecimento de maneira viral...
--