Oi Patrícia e Higor,
conhecemos bem esse aplicativo.
Referente às comunidades, mais importante do que os polígonos me parecem os
cadastros das comunidades e
as listagens. Também contém a área e podemos fazer um acompanhamento desses dados.
Referentes aos shapes - há várias dúvidas referente à qualidade esses dados - devemos solicitar esses shapes via lei de acesso à informação, mas o que me parece mais curiosos é que áreas de várias comunidades são menores do que são na real. Então acho importante um questionamento sobre isso para a Secretaria de Habitação.
Precisamos entender, como eles definem o perímetro das áreas.
Também o número de imóveis está errado. Por exemplo, consta na comunidade
São Remo que tem 2000 imóveis. Nos contamos com alunos de nossa organização essas casas em 2006 e eram 2600. De lá pra cá foram construídas mais casas.
Não vejo como tão importante extrair com pressa esses dados - o Habisp foi financiado com recursos do banco mundial e eu conheço o sistema há dois anos e ele tá lá sem mudanças perceptíveis - sei que podemos sempre ter dúvidas sobre a permanência dos dados, mas não vejo um risco imediato dos dados sumirem de hoje pra amanhã.
O Habisp segundo o que a ONG Cities Alliance (que apoiou o desenvolvimento do software) me contou é um mashup de vários dados de órgãos da prefeitura. Ou seja, esses dados existem em vários bancos de dados e podem ser solicitados. Acho importante, entender, quais são as bases de dados que alimentam a visualização no Habisp e pedir os dados na fonte.
O que me parece também importante é pensarmos sobre como podemos ter uma ação de comparação desses dados do Habisp com a realidade. Já que vejo que o sistema apresenta vários dados falsos.
Um abraço
Daniela
--
Daniela Mattern
Coordenadora Geral
IT3S - Instituto de Fomento à Tecnologia do Terceiro Setor
Rua Emiliano Cardoso de Mello, 34
Vila Butantã
CEP: 05360-000
São Paulo - SP
Brasil
Fone: 0055-11-34768025
Celular: 0055-11-987 356 563
Siga nosso
Twitter | Acompanhe nosso
Facebook
mootiro.org