Professor hacker

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andre luiz

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Jul 4, 2013, 2:03:22 PM7/4/13
to Transparência Hacker

“Professor tem que ter um jeito hacker de ser”, defende Nelson Pretto

Leonardo Foletto, FISL1403/07/2013 - Um dos destaques da programação do 1º dia FISL14 foi a palestra de Nelson Pretto, professor da UFBA, chamada "Professor: um jeito hacker de ser". Para ele, o primeiro passo é discutir o estado atual das coisas, das pessoas e da educação. “Tudo está mudando e temos visto isso com as manifestações ao redor do mundo, inclusive no Brasil”, disse.A educação, para ele, também passa por momentos importantes de transformação. Essa mudança se deve ao trabalho dedicado do professor. “O nosso trabalho é árduo. O desafio é consequência da conectividade – que está em todos os lugares e nos exige muito mais”, explica.O foco dos educadores precisa estar na necessidade de se tornar um hacker. “Hacker não apenas do ponto de visto da programação, mas como compartilhamento de informação, descentralização e tecnologia”, conta. Mas, para o professor, não basta compartilhar. “Isso só tem sentido se gerar resultado, fatos concretos e políticas públicas que atendam as demandas da sociedade”, complementa.Outra questão debatida foi a “Ética Hacker”, que tem a generosidade como um dos pilares básicos. “Precisamos pensar esse processo em todas as áreas. Precisamos de uma sociedade aberta de dados, informações e acessos”, diz. Sobre os desafios da educação, Pretto é objetivo. “A educação parece um funil que transforma o outro no eu. O que falta nas escolas é criar abridor de garrafas com pedaços de pau e amplificadores com garrafas pet”, diz sobre a criação artesanal de ideias e inovações.Para tudo isso acontecer é preciso algumas ferramentas importantes. “Só se muda uma rede escolar com Software Livre, programas abertos para educação, além de um professor ativista, fortalecido e hacker nos seu jeito de ser”, conclui. 

Fonte Arede

Abs
andré

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