Anexo segue um PDF que nos permite comparar, com alguma facilidade, três diferentes modos de organizar-se o PPA: Minas Gerais, São Paulo, e Governo Federal... em relação a um programa semelhante aos três (escolhido +- aleatoriamente). O que se procurou comparar aqui foi a forma ("metodológica") com que o planejamento de quatro anos é organizado/explicitado no PPA, e não os conteúdos dos Programas/Ações propriamente ditos.
São Paulo, aparentemente, tem muitas oportunidades de melhoria em potencial:
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1. Alinhar explicitamente o Programa a um Objetivo Estratégico e a Resultados Finalísticos (todos de longo prazo);
2. Garantir que o(s) (i) Indicador(es) do Programa e o (ii) Indicador da Ação tenham qualidades próprias a seus respectivos níveis de abstração:
2.1. Programas deveriam ser comparáveis espaço-temporalmente (sendo, no mínimo, uma razão simples, um índice, ou uma média composta "consagrada");
2.2. Ações deveriam ser verificáveis muito facilmente "de perto" (sendo, no máximo, um indicador direto (dado bruto) ou um percentual);
3. Tornar mais claro/explícito que o
Indicador do Programa tem (i) unidade de medida, (ii) situação atual com data, (iii) meta (ao final do plano) - (de modo que este Indicador seja "
benchmarkable"), (iv) explícitos os dados que o constituem;
4. Garantir que a Meta de uma Ação seja apresentada tanto nas dimensões (i) regional e (ii) temporal, como que seja qualitativamente diferenciada em (iii) metas físicas e em (iv) metas financeiras;
5. Diferenciar, em uma Ação, (i) seu produto, (ii) o indicador propriamente dito, e sua (do indicador) respectiva (iii) unidade de medida;
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Provavelmente há mais inovações no PPA-SP que poderiam ser produzidas, mas estas aparentemente são as mais elementares e que já estão em boa medida nos PPAs mineiro e federal (não se tratam de revolucionárias inovações, portanto).
Ideias?
Abraços!
#ppa