Eu também gostei da proposta.
E acho que o Estado só será transparente no dia em que tivermos pessoas que defendam e trabalhem por transparência lá (seja em cargo eletivo, seja em cargo comissionado, seja em cargo concursado).
Abraços,
--------------------------------
Diego Rabatone Oliveira--2011/7/2 Haydee Svab <hayde...@gmail.com>
Fiquei pensando: E agora, será que é melhor deixar o espaço vazio só p/ poder postar-se de independente e atacar os políticos / governo ou ocupar os espaços e tentar produzir algo que seja incorporado como política pública?
Bem, eu achei boa a proposta do ministro.Em 27 de junho de 2011 18:08, Pedro Rocha <pedrogo...@gmail.com> escreveu:
Estraga o papo entrando em partidos políticos não ;)São todos imundos e cheios de gente imunda.
abs,
Pedro Rocha-------------skype: pedrorocha.net - Drupal Services
2011/6/27 Fabricio C Zuardi <fabr...@fabricio.org>Ética é uma palavra que não existe no dicionário do PT, ou se existe tem seu sentido deturpado, como o “irrevogável” do vocabulário deste pulha.
On 27/06/2011, at 17:36, Gustavo Jordan <gustavo...@gmail.com> wrote:
> Estranho quer trabalhar com que atacaram?; que ética estes tais "hackers" têm?
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> > Aliás, quem deveria se pronunciar sobre os "ataques" (se é que o foram)
> > deveria ser o Paulo Bernardo, Ministro das Comunicações, não?
> > Um abraço!
> > --
> > Marcelo Castañeda,
--
Oi Evandro, bom dia!Vou tentar explicitar a lógica que me levou a chamar atenção para o Ministro das Comunicações. Certamente, não sei se conseguirei, mas vamos lá!Primeiro, destaco esta fala de Ronaldo Lemos na qual estou me baseando para tentar entender o sentido do termo "ataque", o que para mim ainda não está tão claro quanto parece estar para ti. A fala me ajudou um pouco a entender este universo do qual me aproximo de forma recente: http://direitorio.fgv.br/node/1666Segundo, por conta de um trabalho do que você mesmo (Evandro) participou e divulgou aqui (PANORAMA DA INTEROPERABILIDADE NO BRASIL: http://www.slideshare.net/govbr/livro-panorama-da-interoperabilidade-no-brasil), pelo qual demonstrei muito interesse, inclusive divulgando-o nas redes das quais participo. Este trabalho foi desenvolvido sob a coordenação do Ministério do Planejamento, cujo Ministro na época era o mesmo que ocupa a "cabeça" do Ministério das Comunicações.
Não acredito que O Paulo Bernardo seja O responsável, único e exclusivo, por declarações acerca de "ataques", mas creio que, pela posição atual e trajetória em quase 9 anos de governo (entre Planejamento e Comunicações) trata-se de um ator que não poderia ficar de fora. Entendo também que não tenho como saber de tudo, nem de todo o panorama governamental, logo minha visão (e acredito que a de qualquer um, até a sua, Evandro, que está dentro do MCT o seja...) é e será sempre parcial e particular, ainda que compartilhada com outras pessoas.
Assim, se o Ministro das Comunicações não deve se posicionar enquanto sites do governo são "atacados" (ou "invadidos"), fico imaginando, então, por que o Ministro da Ciência & Tecnologia é que deve se posicionar?
Poderia até levantar a suspeita que me vem a mente agora: ora, o Paulo Bernardo não se candidatou a nada nestes 9 anos, foi ministro em duas pastas. Já o Mercadante...
Agora, se você puder/quiser, queria entender porque o estranhaste tanto o fato de eu acreditar que o Paulo Bernardo deveria se pronunciar, bem como porque acredita que seja o Mercadante, e apenas ele, o interlocutor mais adequado.Ah! E me parece que você não quer entender ou discutir toda minha mensagem, apenas aquela parte que te interessa (o que entendo e respeito...), logo, pra não dar trabalho ao pessoal, reproduzo abaixo a mensagem por inteiro:
"Concordo com tua colocação, Cleber!
Além do que, onde estava o Ministro das Comunicações enquanto o Mercadante ficava tratando os hackers como um grupo tradicional que barganha espaços no governo? Estava fechando o acordão com Oi e Telefonica.Aliás, quem deveria se pronunciar sobre os "ataques" (se é que o foram) deveria ser o Paulo Bernardo, Ministro das Comunicações, não?"Como percebes acima, fiz perguntas, que induzem uma posição, mas acima de tudo são perguntas (e acredito que elas te dão um indício de resposta para teu questionamento...) que visam alimentar um debate a fim de entender a situação, que me parece bem mais complexa do que apenas discutir se deve ser o Mercadante ou Paulo Bernardo que devem se pronunciar. Mas que é estranho que o segundo fique quieto, isso é...
No mais, sigamos com o debate, um abraço!--Marcelo Castañeda,
--
os dois casos partem do príncipio que se deve ter política, pode ser
do executivo, legislativo ou judiciário é preciso ter política para
apresentar e discutir.
a maioria simples é prima irmã do personalismo, se queremos ter uma
posição pública sobre o que é público esse é o caminho a ser evitado.
[1]http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9todo_de_Condorcet
[2]http://www.espacoacademico.com.br/032/32ctoni.htm