Independência Hacker Enquete

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Cleber Gouvêa

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Jul 3, 2011, 3:35:23 AM7/3/11
to thac...@googlegroups.com
Só eu q estou impressionado com a ingenuidade aqui ? Grandes porcarias o ministro se mostrar acessível, obrigação dele, parece q a quase idolatração dele por parte de alguns ñ leva em conta q ele é um servidor, lembram da democracia representativa ?

Nunca, jamais qualquer entidade vai ser imparcial, agir como deve agir se receber algum tipo de apoio governamental, 150 milhões de pessoas no Brasil dependem total ou parcialmente do governo (me impressonei com esse número) no Brasil (segundo programa Painel da Globo News agora), pacto social dos brabos de mediocridade (2% apenas de investimento, 36% dos ganhos dos Brasileiros de imposto, gastos com inativos e pensionistas da Previdência (3 milhões) maior que todo investimento no ensino fundamental (37 milhões de crianças)). Iremos corroborar esse pacto social?

Aqui o programa: http://g1.globo.com/videos/globo-news/globo-news-painel/

O irrevogável ministro, em pleno resurgimento de escândalo de aloprados, tem credibilidade pra bater fotinho com um bando de hackers ingênuos. Tinha q ter ficado muito claro que ñ admitiremos apoio financeiro do governo, e que queremos o melhor pro Brasil, fiscalizando, doa a quem doer, e q somos apolíticos, ñ precisamos de apoio estatal pra eventos, apenas queremos q façam sua parte, mais transparência, governo eficiente, etc, cobrar tb como pretendem investir em segurança,  guardar a privacidade dos cidadãos, evitar invasões.

O q to vendo é uma inversão de papéis, muitos estãos deslumbrados com a boa-vontade do ministro e ñ vislumbram os problemas dessa influência estatal e a importância da independência do grupo. Fiscalização sem independência não traz autonomia e iremos ficar reféns do governo da vez!

Na realidade seria bom ser feito uma enquete pq se a maioria concorda com esse absurdo estou perdendo meu tempo aqui. Na realidade vai dar muito espaço para criação de um thackday mais independente.

Cleber

2011/7/2 Diego Rabatone <dir...@diraol.eng.br>
Eu também gostei da proposta.

E acho que o Estado só será transparente no dia em que tivermos pessoas que defendam e trabalhem por transparência lá (seja em cargo eletivo, seja em cargo comissionado, seja em cargo concursado).

Abraços,

--------------------------------
Diego Rabatone Oliveira


2011/7/2 Haydee Svab <hayde...@gmail.com>
Fiquei pensando: E agora, será que é melhor deixar o espaço vazio só p/ poder postar-se de independente e atacar os políticos / governo ou ocupar os espaços e tentar produzir algo que seja incorporado como política pública?
Bem, eu achei boa a proposta do ministro.

Em 27 de junho de 2011 18:08, Pedro Rocha <pedrogo...@gmail.com> escreveu:

Estraga o papo entrando em partidos políticos não ;)
São todos imundos e cheios de gente imunda.

abs,
Pedro Rocha

-------------
skype: pedrorocha.net - Drupal Services



2011/6/27 Fabricio C Zuardi <fabr...@fabricio.org>


On 27/06/2011, at 17:36, Gustavo Jordan <gustavo...@gmail.com> wrote:

> Estranho quer trabalhar com que atacaram?;  que ética estes tais "hackers" têm?

Ética é uma palavra que não existe no dicionário do PT, ou se existe tem seu sentido deturpado, como o “irrevogável” do vocabulário deste pulha.


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Haydée Svab
http://blog.hsvab.eng.br/

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Marcelo Castañeda

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Jul 3, 2011, 8:23:34 AM7/3/11
to thac...@googlegroups.com
Concordo com tua colocação, Cleber!
Além do que, onde estava o Ministro das Comunicações enquanto o Mercadante ficava tratando os hackers como um grupo tradicional que barganha espaços no governo? Estava fechando o acordão com Oi e Telefonica.
Aliás, quem deveria se pronunciar sobre os "ataques" (se é que o foram) deveria ser o Paulo Bernardo, Ministro das Comunicações, não?
Um abraço!
--
Marcelo Castañeda, 
Skype: marcastaneda

Emerson da Rocha Luiz

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Jul 3, 2011, 10:44:26 AM7/3/11
to thac...@googlegroups.com
[3] por independencia aka autonomia.

Uma coisa é fazerem um serviço que já deveriam fazer, como apoiar medidas que visem uma transparencia melhor nas atividades do governo, outra é usar isso ou ações obscuras como moeda de troca. E eu sou chato sim quando bato na tecla de querer saber quem propõem algo que tende a ser mais 'pro governista' e anti-autonomia para pelo menos ter o direito de imaginar se essa é uma opinião que não vai trazer problemas, e, se considerar que possa, pelo menos pedir para que a pessoa justifique muito bem sua ideia.

Att. Emerson

--
Emerson da Rocha Luiz
+55 51 9881-9146  | MSN: emerson at webdesign.eng.br | GTalk: fititnt at Gmail | Skype: fititnt | http://www.fititnt.org | Twitter: @fititnt
Membro do JUGRS | Membro do JCoderBR
Palestra Joomla como plataforma de desenvolvimento de soluções próprias no FISL12:
Sexta  01/Jul, 13h, Sala '41-D FISL4': http://fisl.org.br/12/papers_ng/activity/view?activity_id=542




2011/7/3 Marcelo Castañeda <celoca...@gmail.com>

Diego B. M.

unread,
Jul 3, 2011, 12:05:12 PM7/3/11
to Transparência Hacker
Prezados, a experiência dos coletivos ou movimentos AUTÔNOMOS
demonstra que não dá pra ser antiautoritário e utilizar enquete de
"maioria proporcional". O voto pode ser representativo, mas não muito
democrático.

Consequentemente, um sistema consensual é o ideal, mas isso só é
possível na medida em que seja respeitada a alteridade e o direito de
dissenso de qualquer membro. Há um consenso quanto aos objetivos da
THacker, mas os meios... Os mais diferentes meios são a razão de tanta
troca de informações neste grupo!

Resumindo: ainda que alguém não queira atirar pra todas as direções,
não adianta convidar todo o batalhão pra atirar somente no mesmo alvo.
Isso vale tanto pros autônomos como para os colaborativos (com o
governo).

Por fim, só queria traçar uma distinção na fala do Cleber sobre o
grupo ser “apolítico”. Acho que você queria dizer “apartidário”.
Também sou apartidário, mas todos nós somos animais políticos por
essência (cf. Aristóteles), sempre muito mais pragmáticos do que
teóricos, conforme se demonstra pela própria preocupação do colega.

Abraços


On Jul 3, 11:44 am, Emerson da Rocha Luiz <emer...@webdesign.eng.br>
wrote:
> [3] por independencia aka autonomia.
>
> Uma coisa é fazerem um serviço que já deveriam fazer, como apoiar medidas
> que visem uma transparencia melhor nas atividades do governo, outra é usar
> isso ou ações obscuras como moeda de troca. E eu sou chato sim quando bato
> na tecla de querer saber quem propõem algo que tende a ser mais 'pro
> governista' e anti-autonomia para pelo menos ter o direito de imaginar se
> essa é uma opinião que não vai trazer problemas, e, se considerar que possa,
> pelo menos pedir para que a pessoa justifique muito bem sua ideia.
>
> Att. Emerson
>
> --
> Emerson da Rocha Luiz
> +55 51 9881-9146  | MSN: emerson at webdesign.eng.br | GTalk: fititnt at
> Gmail | Skype: fititnt |http://www.fititnt.org| Twitter:
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> Membro do JCoderBR <https://github.com/JCBR/JCoderBR/wiki/Sobre-o-JCoderBR>
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>
> 2011/7/3 Marcelo Castañeda <celocastan...@gmail.com>
>
>
>
>
>
>
>
> > Concordo com tua colocação, Cleber!
> > Além do que, onde estava o Ministro das Comunicações enquanto o Mercadante
> > ficava tratando os hackers como um grupo tradicional que barganha espaços no
> > governo? Estava fechando o acordão com Oi e Telefonica.
> > Aliás, quem deveria se pronunciar sobre os "ataques" (se é que o foram)
> > deveria ser o Paulo Bernardo, Ministro das Comunicações, não?
> > Um abraço!
> > --
> > Marcelo Castañeda,
> > *Skype:* marcastaneda
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> > *Twitter:*http://twitter.com/#!/celocastaneda
> > *Blog:*www.lidadiaria.posterous.com<http://www.lidadiaria.blogspot.com/>
> >>> 2011/7/2 Haydee Svab <haydee.s...@gmail.com>
>
> >>>> Fiquei pensando: E agora, será que é melhor deixar o espaço vazio só p/
> >>>> poder postar-se de independente e atacar os políticos / governo ou ocupar os
> >>>> espaços e tentar produzir algo que seja incorporado como política pública?
> >>>> Bem, eu achei boa a proposta do ministro.
>
> >>>> Em 27 de junho de 2011 18:08, Pedro Rocha <pedrogomesro...@gmail.com>escreveu:
>
> >>>> Estraga o papo entrando em partidos políticos não ;)
> >>>>> São todos imundos e cheios de gente imunda.
>
> >>>>> abs,
> >>>>> Pedro Rocha
>
> >>>>> -------------
> >>>>>http://twitter.com/pedrogomesrocha
> >>>>> skype: pedrorocha.net - Drupal Services
>
> >>>>> 2011/6/27 Fabricio C Zuardi <fabri...@fabricio.org>
>
> >>>>>> On 27/06/2011, at 17:36, Gustavo Jordan <gustavojcbra...@gmail.com>

Duke

unread,
Jul 3, 2011, 12:47:03 PM7/3/11
to thac...@googlegroups.com
Cleber se eu estivesse em qualquer outra lista eu concordaria com você, mas acho que não faz sentido aqui, eu tenho certeza que muitas pessoas concorda com você e muitas outras não, então sem enquete ou não acredito que você deveria analisar o quanto pode estar perdendo de tempo ao participar de um grupo que prefere não se apresentar como defensor de X ou Y, por que exatamente por isso eu não entendi seu email, dado que estamos em grupo que tem interesse nos fim e, por causa de diversos tipo de pessoas, não nos meios.

Sent from iPhone

Emerson Vinicius (Duke)
11 7030-9216

Alberto Fabiano

unread,
Jul 3, 2011, 1:26:47 PM7/3/11
to thac...@googlegroups.com
Marcelo,

   O responsável pelo tratamento de incidentes e coordenação geral de segurança dos sites do governo é o DSIC (Departamento de Segurança da Informação e Comunicações) do GSI. Hoje o diretor do DSIC é o Rafael Mandarino e o ministro do GSI é o José Elito Siqueira. http://dsic.planalto.gov.br/ Tudo bem que se todos os orgãos do governo seguissem suas recomendações parte dos ataques não teriam sucesso, mas no caso de DoS e/ou DDoS o cenário muda de figura e o tratamento pende mesmo é para o lado de Comunicações.

    Mas, além do SERPRO, eles é quem deveriam realizar algum pronunciamento sobre o assunto, até porque outro órgão envolvido no tratamento dos incidentes, a ABIN e também são subordinados a eles.Porém sendo necessário pronunciamento ministerial, como o SERPRO é da Fazenda...

   Por outro lado, o CDCiber , que também estão envolvidos na investigação, é subordinado ao Ministério da Defesa, do Nelson Jobin e a PF é subordinada ao Ministério de Justiça, do José Eduardo Cardozo.

   Então, o que seria mais apropriado? Uma comitiva com os 5 ministros? Sim, aqui eu incluo o Paulo Bernardo, mas ele isoladamente estaria fora do contexto. 

Cleber,

   Concordo que o comportamento do governo não foi dos melhores quanto aos episódios desta série de ataques iniciados pela LulzSecBrasil, que o governo nem sempre é transparente como deveria ser. Mas discordo que não é correto realizar um approach com o Mercadante, do MCT. Ele pode até ter jogado uma bomba de fumaça, que pode ter surtido algum efeito. Acredito que deve-se ser cético, mas que deve-se caminhar para se tentar conquistar algo de bom desta iniciativa, que favoreçam os hackers como agentes transformadores da realidade nas ações da hacking de construção e inovação.

    Porém, a partir do momento que for detecado que o objetivo era conquistar massa de manobra o ideal é se afastar e denunciar o oportunismo, sem piedade, mas diante do desconhecido entendo que o ideal não é refutar sem argumentos sólidos mas sim explorar este novo cenário.

[&]s++; // Abraços

-- 
@AlbertoFabiano

k'bɪt 1> "The best way to predict the future is to invent it." --Alan Kay 
k'bɪt X> "Chance favors the prepared mind."   --Louis Pasteur  
k'bɪt Z> "The world is full of fascinating problems waiting to be solved" --Eric S.Raymond 


2011/7/3 Diego B. M. <die...@gmail.com>



--


Pedro Rocha

unread,
Jul 3, 2011, 11:59:22 PM7/3/11
to thac...@googlegroups.com
Cleber, repare que discordar de uma opinião não é necessariamente ser ingênuo.

Eu sempre opto por pensar que existem muitos pontos de vista, sobre qualquer situação. E sendo assim, devemos sempre buscar extrair a parte boa.

Política é algo muito complexo, onde não podemos esperar que tudo seja bonitinho e funcione "como deveria". É ótimo ter o apoio, oportunista ou não, de um ministro ao movimento hacker por uma maior transparência. Se é assim que podemos conseguir espaço e visibilidade para mostrar as coisas boas que podemos fazer, ÓTIMO!

Sempre vejo a Globo com as manipulações dela e fico pensando em como tem coisas interessantes que surgem dentro de sua grade de programação, muitas vezes nas novelas até, em relação a informações para a sociedade em geral. Nem tudo é 100% ruim, nem tudo é 100% bom.

Devemos saber nos aproveitar das partes positivas das situações, mantendo a sobriedade e discernimento quanto às partes ruins.

abs,
Pedro Rocha

-------------
skype: pedrorocha.net - Drupal Services



2011/7/3 Alberto Fabiano <alb...@g-hc.org>

Evandro Oliveira

unread,
Jul 4, 2011, 12:12:02 AM7/4/11
to thac...@googlegroups.com
Marcelo,

Só para eu tentar entender...

> 2011/7/3 Marcelo Castañeda <celocastan...@gmail.com>
...

> > Aliás, quem deveria se pronunciar sobre os "ataques" (se é que o foram)
> > deveria ser o Paulo Bernardo, Ministro das Comunicações, não?
> > Um abraço!
> > --
> > Marcelo Castañeda,

O que o leva a acreditar que ataques a sites do Governo (Executivo Federal)
- sim foram ataques comprovados, quanto a serem penetrações ou invasões pode
haver dúvida - 
deva ter pronunciamento do Ministro das Comunicações?????



--
abs,

Evandro Oliveira
Beagá - MG
(31) 9982-0221
Brasília - DF
(61) 9299-6229

Cleber Gouvêa

unread,
Jul 4, 2011, 12:40:17 AM7/4/11
to thac...@googlegroups.com
Acho q ñ expliquei direito, embora alguns acho q tenham entendido. O ponto ñ é achar ruim ou bom o apoio do ministro, pessoalmente acho bom, mas ñ é nada mais que obrigação dele tb.

O que quis focar é que é muito ruim a subserviência apresentada, pelo q vi o encontro ñ foi de cobrança, foi de parceria, temos q saber diferenciar isso, o papel do governo é atender nossas exigências, ñ pode ter ingerência sobre o movimento, to vendo q pelo andar da carruagem ou melhor do Ônibus Hacker em breve ele estará estampando o logo do Governo Federal ou algo do tipo. Vai trocar o governo e ficaremos como? Do lado da oposição ? Hehe

Temos q saber diferenciar cobrança (exigimos o q queremos para hackear os dados públicos) de parceria (governo financiando eventos, etc). Bom, como o movimento é anárquico é idiota querer enquete, basta sair e criar outro movimento q prime pela independência, autonomia, etc.

Temos q exigir uma política pública para transparência e ñ deixar que o governo coopte o movimento para propaganda estatal, q foi o q aconteceu com a fotinho com os hackers (ingênuos sim pq ñ vi cobrança nenhuma, apenas auto-promoção).

Cleber

2011/7/4 Pedro Rocha <pedrogo...@gmail.com>

Marcelo Castañeda

unread,
Jul 4, 2011, 7:07:45 AM7/4/11
to thac...@googlegroups.com
Oi Evandro, bom dia!

Vou tentar explicitar a lógica que me levou a chamar atenção para o Ministro das Comunicações. Certamente, não sei se conseguirei, mas vamos lá!

Primeiro, destaco esta fala de Ronaldo Lemos na qual estou me baseando para tentar entender o sentido do termo "ataque", o que para mim ainda não está tão claro quanto parece estar para ti. A fala me ajudou um pouco a entender este universo do qual me aproximo de forma recente: http://direitorio.fgv.br/node/1666

Segundo, por conta de um trabalho do que você mesmo (Evandro) participou e divulgou aqui (PANORAMA DA INTEROPERABILIDADE NO BRASIL: http://www.slideshare.net/govbr/livro-panorama-da-interoperabilidade-no-brasil), pelo qual demonstrei muito interesse, inclusive divulgando-o nas redes das quais participo. Este trabalho foi desenvolvido sob a coordenação do Ministério do Planejamento, cujo Ministro na época era o mesmo que ocupa a "cabeça" do Ministério das Comunicações.

Não acredito que O Paulo Bernardo seja O responsável, único e exclusivo, por declarações acerca de "ataques", mas creio que, pela posição atual e trajetória em quase 9 anos de governo (entre Planejamento e Comunicações) trata-se de um ator que não poderia ficar de fora. Entendo também que não tenho como saber de tudo, nem de todo o panorama governamental, logo minha visão (e acredito que a de qualquer um, até a sua, Evandro, que está dentro do MCT o seja...) é e será sempre parcial e particular, ainda que compartilhada com outras pessoas.

Assim, se o Ministro das Comunicações não deve se posicionar enquanto sites do governo são "atacados" (ou "invadidos"), fico imaginando, então, por que o Ministro da Ciência & Tecnologia é que deve se posicionar?

Poderia até levantar a suspeita que me vem a mente agora: ora, o Paulo Bernardo não se candidatou a nada nestes 9 anos, foi ministro em duas pastas. Já o Mercadante...

Agora, se você puder/quiser, queria entender porque o estranhaste tanto o fato de eu acreditar que o Paulo Bernardo deveria se pronunciar, bem como porque acredita que seja o Mercadante, e apenas ele, o interlocutor mais adequado.

Ah! E me parece que você não quer entender ou discutir toda minha mensagem, apenas aquela parte que te interessa (o que entendo e respeito...), logo, pra não dar trabalho ao pessoal, reproduzo abaixo a mensagem por inteiro:

"Concordo com tua colocação, Cleber!
Além do que, onde estava o Ministro das Comunicações enquanto o Mercadante ficava tratando os hackers como um grupo tradicional que barganha espaços no governo? Estava fechando o acordão com Oi e Telefonica.
Aliás, quem deveria se pronunciar sobre os "ataques" (se é que o foram) deveria ser o Paulo Bernardo, Ministro das Comunicações, não?"

Como percebes acima, fiz perguntas, que induzem uma posição, mas acima de tudo são perguntas (e acredito que elas te dão um indício de resposta para teu questionamento...) que visam alimentar um debate a fim de entender a situação, que me parece bem mais complexa do que apenas discutir se deve ser o Mercadante ou Paulo Bernardo que devem se pronunciar. Mas que é estranho que o segundo fique quieto, isso é...

No mais, sigamos com o debate, um abraço!
--
Marcelo Castañeda, 
Skype: marcastaneda


--

Evandro Oliveira

unread,
Jul 4, 2011, 9:30:46 AM7/4/11
to thac...@googlegroups.com
Marcelo,

Em 4 de julho de 2011 08:07, Marcelo Castañeda <celoca...@gmail.com> escreveu:
Oi Evandro, bom dia!

Vou tentar explicitar a lógica que me levou a chamar atenção para o Ministro das Comunicações. Certamente, não sei se conseguirei, mas vamos lá!

Primeiro, destaco esta fala de Ronaldo Lemos na qual estou me baseando para tentar entender o sentido do termo "ataque", o que para mim ainda não está tão claro quanto parece estar para ti. A fala me ajudou um pouco a entender este universo do qual me aproximo de forma recente: http://direitorio.fgv.br/node/1666

Segundo, por conta de um trabalho do que você mesmo (Evandro) participou e divulgou aqui (PANORAMA DA INTEROPERABILIDADE NO BRASIL: http://www.slideshare.net/govbr/livro-panorama-da-interoperabilidade-no-brasil), pelo qual demonstrei muito interesse, inclusive divulgando-o nas redes das quais participo. Este trabalho foi desenvolvido sob a coordenação do Ministério do Planejamento, cujo Ministro na época era o mesmo que ocupa a "cabeça" do Ministério das Comunicações.


Bom. Ele era Ministro do Planejamento mas a iniciativa do "Panorama da Interoperabilidade"
era de uma Secretaria (a SLTI) dentro do Ministério do Planejamento.
A proposito, esta Secretaria, tem uma Diretoria de Governo Eletrônico que teria muito
mais a declarar sobre o assunto e não disse nada.
 
Não acredito que O Paulo Bernardo seja O responsável, único e exclusivo, por declarações acerca de "ataques", mas creio que, pela posição atual e trajetória em quase 9 anos de governo (entre Planejamento e Comunicações) trata-se de um ator que não poderia ficar de fora. Entendo também que não tenho como saber de tudo, nem de todo o panorama governamental, logo minha visão (e acredito que a de qualquer um, até a sua, Evandro, que está dentro do MCT o seja...) é e será sempre parcial e particular, ainda que compartilhada com outras pessoas.


Não estou "dentro do MCT". Aliás, estou muito fora do MCT, embora saiba como a
banda toca lá e em outros lugares.

 
Assim, se o Ministro das Comunicações não deve se posicionar enquanto sites do governo são "atacados" (ou "invadidos"), fico imaginando, então, por que o Ministro da Ciência & Tecnologia é que deve se posicionar?


O Ministério das COmunicações, cujo titular é Paulo Bernardo, até pela separação
de atribuições, não deve nem se meter no assunto.
Já o Ministro do MCT viu uma oportunidade de falar sobre algo que o MCT deveria
estar falando há muito tempo.
Não concordo com a forma de abordagem e muito menos tenho noção dos
propósitos do Ministro Mercadante.

 
Poderia até levantar a suspeita que me vem a mente agora: ora, o Paulo Bernardo não se candidatou a nada nestes 9 anos, foi ministro em duas pastas. Já o Mercadante...


Ilação pura que nada tem a ver com o caso e/ou com suas suspeitas.
 
Agora, se você puder/quiser, queria entender porque o estranhaste tanto o fato de eu acreditar que o Paulo Bernardo deveria se pronunciar, bem como porque acredita que seja o Mercadante, e apenas ele, o interlocutor mais adequado.

Ah! E me parece que você não quer entender ou discutir toda minha mensagem, apenas aquela parte que te interessa (o que entendo e respeito...), logo, pra não dar trabalho ao pessoal, reproduzo abaixo a mensagem por inteiro:
 
"Concordo com tua colocação, Cleber!
Além do que, onde estava o Ministro das Comunicações enquanto o Mercadante ficava tratando os hackers como um grupo tradicional que barganha espaços no governo? Estava fechando o acordão com Oi e Telefonica.
Aliás, quem deveria se pronunciar sobre os "ataques" (se é que o foram) deveria ser o Paulo Bernardo, Ministro das Comunicações, não?"

Como percebes acima, fiz perguntas, que induzem uma posição, mas acima de tudo são perguntas (e acredito que elas te dão um indício de resposta para teu questionamento...) que visam alimentar um debate a fim de entender a situação, que me parece bem mais complexa do que apenas discutir se deve ser o Mercadante ou Paulo Bernardo que devem se pronunciar. Mas que é estranho que o segundo fique quieto, isso é...


Tenho por hábito editar e separar aquilo que estou tentando entender para não ampliar
mensagens que se tornarão discussões mais do que estéreis.
Você me deixou curioso por tentar envolver o Ministro das Comunicações em algo
que não tem nada a ver com as "invasões". 
Suas perguntas, você deve saber as respostas.
Minha curiosidade era no sentido de o que motiva a citação de Ministro que
não tem a ver com o caso e com referência adjetivada a "um acordão com 
OI e Telefônica".
O que Paulo Bernardo, Ministério das Comunicações, Oi e Telefônica tem a ver
com as "invasões"?????
Talvez você tivesse informações que ninguém (inclusive mídia) ainda percebeu
ou tem para este "caso da vez".
Mas creio que não existe este tipo de ligação.


No mais, sigamos com o debate, um abraço!
--
Marcelo Castañeda, 


Da minha parte, não creio que seja necessário seguir com debate, pelo
menos por enquanto e neste tópico, que envolva Comunicações, Oi,
Telefônica, Paulo Bernardo. 

Marcelo Castañeda

unread,
Jul 4, 2011, 9:34:26 AM7/4/11
to thac...@googlegroups.com
Ok, Evandro, você me ensina muito! Continue assim!
--
Marcelo Castañeda, 
Skype: marcastaneda
 
 



--

erico dias

unread,
Jul 4, 2011, 12:25:47 PM7/4/11
to thac...@googlegroups.com
a comunidade debian usa o método condorcet[1] para escolha do líder e
outras cositas, também há o método pés(planejamento estratégico
situacional)[2] que tamém inclui processos de votação.

os dois casos partem do príncipio que se deve ter política, pode ser
do executivo, legislativo ou judiciário é preciso ter política para
apresentar e discutir.

a maioria simples é prima irmã do personalismo, se queremos ter uma
posição pública sobre o que é público esse é o caminho a ser evitado.


[1]http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9todo_de_Condorcet
[2]http://www.espacoacademico.com.br/032/32ctoni.htm

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