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Caros,
na semana que vem vai rolar o Baixo Centro, um festival de cultura aberto, independnete e descentralizado aqui no centro de Sampa. Tem 108 atividades planejadas e vai ser foda :)
Já sugiro que todo mundo reserve agenda. É um festival de ocupação do espaço público, afinal de contas:
http://baixocentro.org/
Uma das atividades que estamos propondo é uma espécie de 'Banco Imobiliário ao revés'.
A ideia é criar uns lambes (é, to viciado) como se fossem cartas do Banco Imobiliario:
http://www.kadu.com.br/wp-content/uploads/2009/10/6a00d83452063e69e20120a4f0c2ec970b800wi.jpg
Expondo o valor do locação naquela rua (scrapeado provavelmente do Zap móveis) e com um pequeno gráfico mostrando a valorização da região (contrastando com uma média geral? brainstormando aqui!).
Além disso a carta vai ter um QR code que quando ativado faz uma espécie de 'checkin' no site do jogo. A ideia é que as pessoas possam ir 'comprando', simplesmente por estar lá, aquela rua de novo para o público... é um ARG de ocupação de espaço.
No final do festival a gente vai ter um mapa dessa ocupação.
Enfim, ainda estou pensando... mas o tempo urge. Vou dedilhar umas ideias aqui: http://okfnpad.org/thacker-baixoimobiliario
O que precisamos:
- Bolar o roteiro. Quais ruas? Todas?
- Montar o scraper
- Montar o mapa com os pontos.
- AppEngine? Luis Leão?
> Pq fazer o mapeamento: Zé for pra ocupar algum Imovel, melhor os desabrigados ocuparem esses imoveis. Até ng reivindicar, e o estado conseguir formalizar o bem, já deu prazo de usucapião. E qd nao, seriam inúmeras desapropriacoes como interessado o estado (o q pegaria mt mal)
>
Até onde sei não existe usucapião para terrenos públicos, mas não sou advogado… ouvi isso de um advogado lá em Ribeirão nesta visita do ônibus. Ele estava comentando de um escritório grande de advocacia lá perto do novo shopping foi construído em terreno público na cara de pau e ficou por isso mesmo pq o cara é influente / politicagem.
Não sei até onde esta historia do escritorio de advocacia construido em terreno público confere, mas quando perguntei sobre um possível usucapião dos caras ele me afirmou que não tinha dessas para propriedade pública.
[]s
Fabricio
Só é depois de algumas condições atendidas. Até por isso chama "vacante": o proprietário morreu, ng se postou como herdeiro, e o judiciário só administra esse bem até consumar-se como publico. Até lá, ele "vaga" sem lastro proprietário.
Ou seja, enquanto estiver "vagando", ng fiscaliza de há ocupantes. Depois q consuma-se em "publico": poder já ter-se consumado o período para usucapião ou; ainda q antes disso torne-se publico, as pessoas já estariam estabelecidas. E de num determinado período houvessem muitas ocupações destes imoveis, qd o órgão publico fosse reintegrar a posse, teria q fazer com muitas famílias sem moradia, o q seria um fato político mt danoso (p.e., nao seria a "massa falida de nao sei qm", mas a própria prefeitura)....
Tiago Duarte Cardieri
Skype: tcardieri
Tem esse jogo aqui, o LandLord que mistura os elementos de card com
especulação, e acho que pode ser uma boa base para a nossa versão.
Eu piro no desafio de propor uma alternativa ao jogo, onde o proposito
seria equilibrar o mercado, de repente
Expandindo um pouco, acho legal a gente fazer um protótipo em papel
desse jogo durante o festival, o que acham?
Acho que poderia ser uma experiência legal.
Abraço.
2012/3/20 Lívia Ascava <lias...@gmail.com>:
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Pedro Belasco
-11 8108 4565
sorry, perifa.
2012/3/20 Lívia Ascava <lias...@gmail.com>:
<osm-lambes.png>
Eu não manjo propriamente, mas posso fazer a vez :P
Amanhã, quando eu chegar em Sampa, falamos
Bjs