Revolução no Egito começou no Facebook

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Laercio Elias Pereira

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Feb 8, 2011, 5:38:11 AM2/8/11
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Pessoal,
    Pra quem não viu o Link ontem. Descupe que viu.

A revolução no Egito depende necessariamente da internet

Offline por cinco dias

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Laercio Elias Pereira
http://cev.org.br/qq/laercio

Diego Casaes

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Feb 8, 2011, 5:51:19 AM2/8/11
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Nossa, eu acho terrível atribuir uma causa a um serviço. Não acho que a causa da revolução depende do Facebook.

2011/2/8 Laercio Elias Pereira <lae...@cev.org.br>

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Sergio Rosa

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Feb 8, 2011, 7:01:42 AM2/8/11
to thac...@googlegroups.com
Yes, services such as Twitter and Facebook give activists the means to organize as never before. But the more dependent on them we become, the more subservient we are to the corporations and governments that control them.

Some of us might like to believe that the genie is out of the bottle and that we all have access to an unstoppable decentralized network. In reality, the internet is entirely controlled by central authorities.

Old media, such as terrestrial radio and television, were as distributed as the thousands of stations and antennae from which broadcast signals emanated, but all internet traffic must pass through government and corporate-owned choke points.

That's why President Hosni Mubarak's regime had so little trouble shutting down his citizens' networks when he wanted to. One phone call to each of the four internet service providers in his country was all it took. And while we might like to believe that couldn't happen in the United States, we should remember that all it took was a call from Sen. Joseph Lieberman, I-Connecticut, to Amazon for the corporation to shut down WikiLeaks' website recently.

[...]

Until we choose to develop such alternative networks, our insistence on seeing the likes of Facebook and Twitter as the path toward freedom for all people will only serve to increase our dependence on corporations and government for the right to assemble and communicate.



Sérgio

Diego Casaes

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Feb 8, 2011, 7:10:20 AM2/8/11
to thac...@googlegroups.com
O título do artigo diz tudo: "Internet is easy prey for governments". E muita gente não tem consciência disso...

Nunca antes houve tanta liberdade em se dizer coisas online, em se organizar, em articular redes e promover movimentos, mas também nunca foi tão fácil pra governos simplesmente desligarem a internet se este for o desejo dos ditadores. Não é diferente com serviços como Twitter e Facebook: por mais que a gente acredite que eles são bonzinhos e querem ajudar a mudar o mundo, há de se observar os interesses das próprias organizações e avaliar que eles tambéme estão sujeitos a governos, inclusive no que toca os contratos e atuação dentro desses países.

Eu acho que devemos sempre ter cautela e bom senso na hora de avaliar essas situações e o uso dessas ferramentas em revoluções. Assim foi no caso do Irã, quando pensaram que o Twitter foi o único e exclusivo responsável pela revolução verde. Grande balela.

Pelo que tenho percebido, acho que as pessoas estão esquecendo de verdade o que são revoluções, e o peso que existe ao se encher as ruas de gente. A Internet ajuda? Claro, sim. Mas é simplesmente parte de um contexto maior ;-)

Pelo menos isso que acho e tenho visto até agora. Pode ser que esteja errado, mas não consigo simplesmente doar toda a credibilidade aos meios e não às pessoas...

Abraços,

2011/2/8 Sergio Rosa <sergiov...@gmail.com>
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