O título do artigo diz tudo: "Internet is easy prey for governments". E muita gente não tem consciência disso...
Nunca antes houve tanta liberdade em se dizer coisas online, em se organizar, em articular redes e promover movimentos, mas também nunca foi tão fácil pra governos simplesmente desligarem a internet se este for o desejo dos ditadores. Não é diferente com serviços como Twitter e Facebook: por mais que a gente acredite que eles são bonzinhos e querem ajudar a mudar o mundo, há de se observar os interesses das próprias organizações e avaliar que eles tambéme estão sujeitos a governos, inclusive no que toca os contratos e atuação dentro desses países.
Eu acho que devemos sempre ter cautela e bom senso na hora de avaliar essas situações e o uso dessas ferramentas em revoluções. Assim foi no caso do Irã, quando pensaram que o Twitter foi o único e exclusivo responsável pela revolução verde. Grande balela.
Pelo que tenho percebido, acho que as pessoas estão esquecendo de verdade o que são revoluções, e o peso que existe ao se encher as ruas de gente. A Internet ajuda? Claro, sim. Mas é simplesmente parte de um contexto maior ;-)
Pelo menos isso que acho e tenho visto até agora. Pode ser que esteja errado, mas não consigo simplesmente doar toda a credibilidade aos meios e não às pessoas...
Abraços,