Pré di-box valvulado

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Celso Bobbio

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Jul 6, 2008, 1:03:41 AM7/6/08
to sommaranata
Prezados irmãos, APDSJ!

Ouvi falar superficialmente sobre um equipamento chamado Ultragain
(pela Behringer), que além de pré-amplificador valvulado tem um
"emulador" ajustável que realça o timbre característico (macio,
quente, rico em harmônicos) dos sons valvulados.
O mais simples, o MIC200 funciona também como direct-box para ligarmos
instrumentos, casando corretamente conexões P-10 desbalanceadas, que
normalmente possuem alta impedância (tensão alta com baixa capacidade
de fornecer corrente), com a baixa impedância das conexões XLR
(balanceados, tensão baixa porém com correntes mais elevadas).
Descasamentos na prática dão ruídos excessivos, excesso ou perdas no
volume do som e podem alterar a curva da resposta de frequência
principalmente de instrumentos passivos ou que utilizam capacitores em
série na saída.
O mais elaborado destes dois, o MIC2200 já é tipo rack e possui
ajustes finos.
Os manuais em português estão nos links abaixo:
www.behringerdownload.de/MIC200/MIC200_POR_Rev_A.pdf
www.behringerdownload.de/MIC2200/MIC2200_POR_Rev_B.pdf
Algum dos irmãos já ouviu o som de um aparelho destes em funcionamento
com o microfone de pulpito e instrumentos? Já ouviram dizer se a
válvula quebra fácil ou o filamento rebenta fácil ou dá mal contato no
soquete (já estou imaginando que para viagens não é bom levar). E a
durabilidade da válvula? A mesma normalmente queima o filamento na
hora de ligar, como as lâmpadas incandescentes ou no meio da palavra?
E o pior, quando o filamento está se apagando o som apenas vai
abaixando ou corro o risco do pastor ir ficando com a voz do pato
Donald ou do Adi?
Obs: A válvula 12AX7 custa em média 55,00 + frete

Rafael Gonçalves da Penha

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Jul 29, 2008, 2:27:37 PM7/29/08
to somma...@googlegroups.com
APDSJ!

Olá Celso,

Pela demora em responder, penso que ninguém testou esse aparelho ainda.

Como você mesmo disse, este aparelho passa uma fragilidade grande. Os produtos da behringer não aguentam estrada, tem que ser para estruturas fixas.

Pra que você precisa de um pré amp valvulado???
Acho mais negócio investir numa boa mesa do que usar prés externos. A chance de problemas é bem menor.

No caso do DI, eles realmente são indispensáveis, mas temo DI's bem acessíveis, feitos especificamente para isso, como no caso do DI 100 e DI 800(versão de rack) da behringer.

Sinceramente não vejo real necessidade em adquirir um aparelhinho desse.
Mas cada caso é um caso....

Abraços,
--
Rafael G. da Penha
27-9929-8322

Eu sou Deus; também de hoje em diante, eu o sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; operando eu, quem impedirá? Isaías 43:13

Ruben Louback

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Jul 30, 2008, 9:04:49 AM7/30/08
to somma...@googlegroups.com
AMIGOS APDS!
 
     Para aquecer nosso grupo gostaria de colocar uma questão e gostaria que todos colaborassem, pois é uma situação que creio, todos nós vivemos:
 
     Gostaria de saber as soluções e experiências alcançadas pelos irmãos quanto a microfonação eficiente do Pregador. Favor trazer informações como modelos de microfones, problemas e soluções e também criações próprias e personalizadas utilizadas para este fim.
 
Dou o primeiro passo contando duas experiências:
 
1 - Compramos o microfone auricular para sistema sem fio da Karsect modelo HT3, criamos um pré amplificador com bateria 9V e utilizamos ele com fio.
Resultado: Captação excelente em relação ao lapela, quase eliminação das microfonias (quase pois o fator "operador" é muito determinante), mas, com algumas regulagens e com a falta de cuidado dos usuários e ainda não adaptação de alguns tivemos algumas reclamações e rejeições que incomodaram.
 
2 - Compramos um microfone, também da karsect, sem fio, mas agora de lapela. Usando preso à gravata, tem se mostrado muito bom, diminuiu a reclamação por desconforto, mas vemos que o fio do microfone é frágil e já sofreu a primeira intervenção técnica, e as velhas microfonias aparcem com operador menos experiente e a equalização, devido ao posicionamento e distância, exige maior atenção.
 
Abraços.
 
Ruben Louback
 


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Calebe Lobo

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Jul 31, 2008, 10:01:23 AM7/31/08
to sommaranata
Olá Ruben,

A paz do Senhor!

Nós fizemos exatamente a mesma coisa com o HT-3 da Karsect, porém,
simplesmente cortamos o fio de um ML-70 da Le Son, inserimos um jack
P2 no lugar do microfone e fixamos tudo embaixo do púlpito, sendo que
o irmão do louvor já sobe no púlpito com um HT-3 corretamente
posicionado na cabeça e só pluga o mic. no jack embaixo do púlpito,
quando for sair, ele despluga o mic dele e o pregador já sobe com
outro HT-3 na cabeça e faz a mesma coisa, isto é possível devido ao
baixo custo do equipamento(+/- R$ 60,00 cada) e facilita tudo, pois se
alguém tiver dúvidas ao colocar o microfone, um membro da equipe de
som pode ajudar, sem atrapalhar a comunhão do culto.

Outros dois detalhes importantes são:

- Este modelo HT-3 da Karsect é desbalanceado, logo o ideal seria usá-
lo com DI;

- Este microfone foi desenvolvido originalmente para ser ligado à
sistema própio sem fio, sendo que seu transmissor usa duas pilhas AA,
totalizando 3V, ou seja 1,5V para fazer funcionar o transmissor e 1,5V
para alimentar a cápsula do microfone.Sendo assim, eu creio(mas posso
estar errado) que se você usar uma bateria de 9V para alimentá-lo,
você estará diminuindo drasticamente a vida útil da cápsula.

Abraços!

Ruben Louback

unread,
Jul 31, 2008, 11:38:46 AM7/31/08
to somma...@googlegroups.com
Calebe APDS,
 
Obrigado por responder, somente duas observações:
 
1- Estamos procurando soluções e o seu projeto é muito bom, mas a utilização de uma DI eleva o custa em cerca de R$60,00, e não se aplicaria a maioria de nossas igrejas, de qualquer forma, parabéns pelo projeto e iniciativa.
 
2 - Sobre a utilização de uma Bateria 9V, não ligamos simplesmente a bateria no sistema com um diodo ou capacitor como é o caso do ML-70 que você reaproveitou, criamos um circuito pré-amplificador em placa impressa com entrada "P2 Mono" para o microfone, saída que pode ser balanceada ou desbalanceada, chave liga/desliga e botão de "mute".
A utilização da Bateria 9V ao invés da tradicional pilha de 1,5V ocorreu porque utilizando a bateria conseguimos uma maior faixa dinâmica de resposta do circuito e consequentemente do microfone mais ampla, melhorando a definições de graves e agudos na curva de resposta de frequências. Tal melhoria não seria possível em um circuito de 1,5 ou 3V. Além do que uma bateria 9V alcalina me dá cerca de 100horas contínuas de utilização de vida útil. e o custo do projeto é de R$20,00 sem o microfone.
 
Abraço a todos.
 
Ruben Louback

 
Em 31/07/08, Calebe Lobo <tca...@yahoo.com.br> escreveu:

Celso Bobbio

unread,
Jul 31, 2008, 12:09:04 PM7/31/08
to sommaranata
Rafael, A Paz do Senhor Jesus, tudo bem?
Como nós não temos uma mesa digital no Maanaim de nossa cidade, e as
analógicas não possuem processamento como gate, compressor e expansor
muito menos multibandas (rsrsrs) por canal, então o desafio é melhorar
a qualidade do som com o menor custo possível (por aqui ainda estamos
em fase de construção). A idéia em usar um dibox valvulado foi
compensar a falta de processadores individuais por canal, que tornam a
banda de áudio mais rica, uma vez que suprimindo os picos percebemos
melhor frequências "adjascentes" de menor volume, além de amenizar um
pouco a baixa qualidade de som das caixas acústicas. Pena não ter
gate, que limpa conversas, ruídos indesejáveis e reverberação tornando
o som mais intelegível. Se algum irmão conhecer algum modelo que tenha
gate por favor avise. Em breve compraremos um para testar, se der bom
resultado iremos comprando mais um ou outro, já que precisamos do
efeito 'limiter' no baixo e o som da guitarra está muito sem vida.
Estou preocupado de o limiter ser do tipo ceifador ao invés de
compressor, que ao invés de reduzir o volume nos picos pode apenas
podar a forma de onda, fazendo com que tenhamos um segundo naipe de
guitarra ao invés de contrabaixo. Postarei um parecer sobre ele quando
comprarmos.

Um abraço,
Celso Bobbio
Juiz de Fora - MG

Ruben Louback

unread,
Jul 31, 2008, 3:32:02 PM7/31/08
to somma...@googlegroups.com
Celso, APDS
 
Tenho uma sugestão para você. E acredito que assim todos poderemos te ajudar e será um bom exercício para o grupo.
 
Vamos simular uma consultoria, você nos envia  sua relação de equipamento e a configuração do seu grupo e a forma como você está trabalhando hoje.
 
Assim podemos ter uma melhor idéia de onde investir, pois poderemos medir onde está o elo mais fraco do seu sistema de sonorização, pois com a DI você conseguira uma melhor no sinal na fonte, mas tudo pode estar perdido se você não tiver cabos, mesa, periféricos, amplificadores e caixas a altura .
Digamos que utilizando a DI você perceba a diferença no fone ou em um cubo, mas se suas caixas forem modelos Work...bem, te adianto que com 90% de certeza o resultado não vai chegar aos ouvidos do seu público, entende?
 
Então, diga-nos o seu "setup", o seu "cast" (elenco) e as necessidades que você já identificou e vamos exercitar nosso conhecimento em uma solução para você.
 
Abraços.
 
Ruben Louback
Subcomissão de Sonorização - CLBH

 
Em 31/07/08, Celso Bobbio <celso.bobbio.mg@gmail.com> escreveu:

fernando pinheiro

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Jul 31, 2008, 5:42:01 PM7/31/08
to somma...@googlegroups.com
Já usei lapela (só funciona bem se preso na gravata, logo abaixo do nó), Karsect HT-3 (bonzinho, bem bonzinho), um earset fornecido pelo Presbitério, sorvetão com e sem fio. Enfim, acho que já usei quase tudo!
 
Mas o que realmente deu certo e gosto muito são os microfones Gooseneck da TSI, modelo MMF (ou MMS, nunca lembro) 102, 202, 302 ou 303. Preços de 130,00 a 250,00.
 
São cardióides, de alta sensibilidade. Sonoridade muito boa. São pequenos e discretos. Funcionam com pilhas (2 x AA, duram um mês aproximadamente) ou com Phantom Power (com cabo balanceado).
 
Bastante resistentes, são difíceis de dar problemas. Só vi um com defeito, foi trocado em garantia. O nosso já tem 4 anos, sem problemas.
 
Eles tem área de captação bem grande. Você pode deixar um bem no meio do púlpito, e capta uma pessoa mesmo com ela se deslocando para os lados (dentro da largura do púlpito). 
 
Na hora de ajoelhar, só abaixar o "pescoço". Mesmo se esquecer de abaixar, ele capta legal, desde que a pessoa ore para cima, em direção ao microfone. O movimento do pescoço não faz barulho algum.
 
Mesmo com mesa MXS, muito menos problema de microfonia que o lapela. 
 
Os modelos 202 e 302 tem uma luzinha vermelha junto da cápsula, fica fácil ver quando o mic está ligado ou desligado. Recomendo. E não fica feio. Nos primeiros dias, o pessoal estranha, uma semana depois sentem até falta da luz. As próprias senhoras da igreja que me falaram isso.
 
Eu tenho um MMF-102 só para emprestar. Empresto por uma semana, e convenço o pastor a comprar (não vendo nada, antes que vocês pensem algo). Já coloquei os goosenecks em mais de 25 igrejas, todas com sucesso. Muito melhor que o lapela.
 
Só tive um problema com eles: em uma igreja, havia uma pessoa muito alta, 1,90 de altura e que falava muito baixo. Nesse caso, o mic fica muito longe da boca, tem que aumentar muito o volume e aí microfonia. Mas o modelo 303 tem uma haste de 60 cm (os outros entre 40 e 45cm), então foi esse que compraram e estão satisfeitos.
 
Mas não quero dar a idéia que ele precisa estar grudado na boca. Na verdade, longe disso: ele capta bem a 1 metro de distância.
 
Depois de alguns anos de uso (isso mesmo, anos), o movimento do pescoço (abaixar e levantar na hora de ficar de joelhos) começa a fazer barulho na cápsula (ccccrrrrreeeecccc). Nos casos, foi só lubrificar as juntas com graxa de silicone que o problema resolveu perfeitamente. 
 
Ah, cuidado com marca. Goosenecks da LeSon não prestam (baixa sensibilidade), nem o TSI MMF-100 (mesmo problema), nem o da Novik (mesmo problema). Todos só captam com a boca colada. Em muitos casos, vi comprarem dois goosenecks para o púlpito, coisa que não precisa fazer com esses modelos. Tem um da Yoga com boa captação, mas qualidade sonora ruim.
 
Por último, não gosto de mics sem fio no púlpito. Ainda mais se com baterias de 9V. Quem acaba tendo que comprar a pilha é a gente, porque caso contrário ninguém compra.
 
Ufa, tudo o que eu queria falar. 
 
Um abraço,
 
Fernando
Anfiteatro de Carapina
Serra/ES

 
Em 30/07/08, Ruben Louback <rubenl...@hotmail.com> escreveu:

Ruben Louback

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Aug 1, 2008, 9:01:15 AM8/1/08
to somma...@googlegroups.com
Fernando, estou entrando em contato hoje com a Serenata, loja referência aqui em BH, para pegar um desse emprestado, e testar.
 
Agora, uma pequena dúvida e que é unanime na equipe aqui de BH.
 
Como se comporta este microfone em situação de estudos, onde há slides e o Pregador fica " de lado", a fim de ver os slides enquanto fala com a igreja?
 
Abraços.
 
Ruben Louback. 

 
Em 31/07/08, fernando pinheiro <bersanp...@gmail.com> escreveu:

fernando pinheiro

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Aug 5, 2008, 6:32:26 AM8/5/08
to somma...@googlegroups.com
Desculpem a demora em responder. Ando muito ocupado no serviço.

Eu quero pedir desculpas, mas errei. Achei que vocês estavam falando de microfone para igrejas, situação onde acredito ser o gooseneck imbatível, a não ser em algumas igrejas nossa de péssima acústica - graças a Deus que são raras.

Para usar nos Anfiteatros, não dá para usar goosenecks! Exatamente por esse problema citado pelo Ruben. Virou para trás, acabou a captação. De lado ele ainda pega, mas para trás, já era. E na hora da projeção, eles vão virar para trás sim.

Mas fica a dica: se um dia alguém quiser um excelente mic para usar nas igrejas, os TSI MMS-102, 202, 302 ou 303 são excelentes. 

Para Anfiteatros, o de mão (sorvetão) é sempre ótima escolha, mas tem que ser usado certo e na mão, não em pedestais. Mas venhamos e convenhamos, pregadores de longas mensagens não são muito chegados a eles.

Lapela não é uma opção ruim, mas tem que ser um lapela cardióide, e não esses ominidirecionais da Leson. Já fiz bons eventos com lapelas cardióides da Shure/AKG cardióides, sempre preso na gravata.  Esse é um tremendo segredo, inclusive para as igrejas: o lapela precisa ficar na gravata, logo abaixo do nó.

Um macete: com lapela cardióide, o retorno tem que ficar no chão, praticamente no pé do pregador. É a melhor posição para o retorno, e dá pouquíssima (ou nenhuma) microfonia.

Já usei um headset AKG C444L. Cardióide, fica grudado na boca, e é o microfone mais difícil de microfonar que já vi. Você tem volume de sobra, e o pregador pode andar o palco todo sem o menor problema. Foi o melhor som que já consegui com um certo pastor, médico, que fala baixo e "pra dentro" e prega por horas.

O único problema do C444L é que é um pouco grande (para quem não conhece, é semelhante ao mic do apresentador Leão, da Bandeirantes) e pesado. Após algumas horas de uso, ele fica bastante incômodo. Aliás, no caso do pastor acima foi até lucro! A Shure e outras também tem modelos parecidos, e inegavelmente são as melhores opções para locais onde a acústica é sofrível.

Já os earsets são inegavelmente a melhor opção em conforto. Quem não quer um microfone que pesa 3g? Todo mundo quer! Mas ninguém quer saber que ele é fragilíssimo e caríssimo. E quando quebra, a culpa é de quem? Do som! Aí, uma faca de 2 gumes.

E apesar de serem bons, eles não são tão bons assim. Eles são ominidirecionais, o que é problema, pode acarretar microfonia. Cuidado com o volume do retorno, e se for de chão, sempre usar no lado contrário ao do microfone.

Eles tem a vantagem de estarem sempre próximos da boca, mas é necessário outro cuidado aqui. É para ser usado no canto da boca! Em algumas pessoas, ou se coloca errado ou o earset solta e cai mesmo. Sempre pegamos Band-Aid com o pessoal da equipe médica antes do evento, para segurar o mic no lugar.

Ah, uma dica: recentemente vi um JTS earset de 250,00 reais, de boa qualidade e que resiste a grandes SPL (130dB). Só procurar no MercadoLivre. Para quem precisa fazer reposição, muito melhor que um Countryman de 1.500,00.

Uma opção barata é o Karsect HT-3, que é um headset (2 orelhas) tão fininho quanto os earsets, barato (60 a 70,00 reais) com qualidade razoável. Ele dá para usar e fica bom, mas tem que ter o cuidado de ajustá-lo bem na cabeça da pessoa. Aliás, não serve em quem tem "cabeção" (fica soltando da orelha)!

Mas o grande problema desse Karsect é que, se a pessoa falar mais alto, ele distorce! Aí complica. Com pregadores que dão seus gritos, não tem a menor condição. Já para quem fala sempre no mesmo volume, tudo bem. Mas em Anfiteatro a gente nunca sabe quem vai pregar, logo.

São minhas opiniões.

A paz do Senhor a todos,

Fernando
Anfiteatro de Carapina




2008/8/1 Ruben Louback <rubenl...@gmail.com>
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