Compilado Por Israel Reis
"Admiro-me de que tão breve vos desviates daquele que vos chamou para Graça de Cristo para um outro evangelho, o qual não é um outro; entretanto, há alguns que vos perturbam, e querem perverter o EVANGELHO de Cristo. Porém, ainda que alguém, nós ou um anjo do céu, vos pregasse algum outro EVANGELHO além do que vos pregamos, que seja ele anátema" (Gálatas 1.6-8 BKJ)
● O termo judaizante vem do verbo grego 'ioudaizō', “viver como judeu”, e aparece apenas uma vez no Novo Testamento (Gl 2.14). O vocábulo surgiu em decorrência de os cristãos de origem hebréia, mesmo depois do Concílio de Jerusalém (At 15), continuarem insistindo na necessidade de os convertidos gentios viverem como judeus. Infelizmente, os judaizantes ainda estão por aí defendendo a guarda do sábado, as leis dietéticas prescritas por Moisés e os ritos judaicos.
Há uma verdade que precisamos nos recordar constantemente: “nada há de novo debaixo do sol” (Ec 1.9) – apesar de que as circunstâncias atuais não nos tem deixado esquecê-la. Esta verdade antiga deve estar cravada em nossas mentes de tal forma que nos lembremos dela em cada texto lido e em cada mensagem pregada, pois nos ajudará a combater as falsas doutrinas, que falsos mestres têm ensinado na Igreja de Deus. Ao olhar uma doutrina surgindo no meio da Igreja, saiba: “já sucedeu nos séculos passados, que foram antes de nós” (Ec 1.10).
O Diabo é sagaz. Desde o Éden ele age sempre da mesma maneira: deturpando a Palavra de Deus. A sua sagacidade, porém, não está em fazer sempre a mesma coisa; mas sim em dar uma embalagem nova às velhas mentiras. E a datar do nascimento da Igreja, há uma heresia terrível (dentre muitas outras) que, vez ou outra, resolve aparecer para nos assolar: a tentativa de judaização da Igreja. Esta é a mentira contada por Satanás, através de seus servos, de que precisamos resgatar os elementos cerimoniais do culto judeu do Antigo Testamento, prescrito na Lei de Moisés.
Já nos dias do Novo Testamento, o apóstolo Paulo lutou bravamente contra homens que insistiam em levar o culto veterotestamentário para dentro do seio da igreja cristã. Dentre muitas outras coisas, aqueles homens queriam estabelecer na igreja o calendário judaico, o cardápio deles e a circuncisão (Cl 2.11-16). Paulo sempre ergueu sua voz contra estes homens (Gl 2; Tt 1.10,11). Não há razão para restabelecer estas coisas na Igreja, pois elas mesmas são sombras daquelas que já vieram (Cl 2.17; cf. Hb 8.5; Hb. 10.1). Estes homens, o apóstolo conclui para Tito, afirmam conhecer a Deus, mas são abomináveis, desobedientes e réprobos em toda boa obra (Tt 1.16).
Os judaizantes, como são chamados os adeptos desta heresia, tentam sempre resgatar de alguma maneira os objetos de culto prescritos na Lei e introduzi-los no culto cristão. A arca da aliança, a pia de bronze, o incenso de ouro e o candelabro, por exemplo, são todos objetos do culto judaico que tais homens tentam reviver e trazer para a Igreja. Apesar da aparência de piedade, estas coisas são vazias de poder (2Tm 2.5). Paulo trata estes homens com muita firmeza, ordenando a Tito novamente que os repreendesse “severamente, para que sejam sãos na fé, não dando ouvidos a fábulas judaicas, nem a mandamentos de homens que se desviam da verdade” cf. (Tt 1.14).
"Não dando ouvidos às fábulas judaicas, nem aos mandamentos de homens que se desviam da verdade" (Tito 1:14 ACF)
O grande e verdadeiro objetivo dos judaizantes é sepultar a Nova Aliança, mesmo que isto seja totalmente reprovado pela Palavra de Deus – tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. Isto se torna claro pelo fato de o Antigo Testamento clamar o tempo todo por uma nova aliança, superior àquela (Jr 31.31-34; Ez 36.22-30). Assim, a tentativa de reconstrução de um templo terreno ou a restauração do ofício de um sumo sacerdote em uma igreja dita cristã é realmente uma blasfêmia diante do Senhor. Uma análise mais profunda de todo o Novo Testamento nos permite perceber que estas ações são deturpações de homens insubordinados, faladores vãos, enganadores e cheios de torpe ganancia (Tt 1.10,11).
No Antigo Testamento, uma vez por ano, o sumo sacerdote adentrava o Santo dos Santos, ou Santíssimo Lugar, para fazer expiação pelo pecado do povo (Lv 16.34). O Santo dos Santos ficava separado do restante do Templo por um espesso e alto véu (Lv 16.2,12,15). Dentro do Santíssimo Lugar, estava a Arca da Aliança, que representava a presença de Deus com o povo (Nm 10.33-36; cf. Hb 9.4). Já no Santo dos Santos, com o sangue de um novilho e de um bode sacrificado, o sumo sacerdote espargia o sangue sobre a tampa da Arca da Aliança, que se chamava propiciatório, para expiar os seus próprios pecados e os pecados que o povo cometera durante aquele ano (Lv 16. 6.14, 15, 16, 34).
Muitos séculos passaram desde a instituição destes sacrifícios. Milhares de animais haviam sido oferecidos no Templo como oferta pelos pecados do povo. Então, na plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, sob a Lei, para resgatar aqueles que viviam debaixo da Lei (Gl 4.4). Em outras palavras, Jesus veio para fazer aquilo que a antiga Lei não tinha poder para fazer: salvar pecadores (Hb 7.19; cf. Rm 3.20; Rm 7.7, Gl 3.23,24). Se a Lei tivesse poder para salvar pecadores e os sacrifícios de outrora fossem de fato eficazes não haveria a necessidade de Deus enviar Seu único Filho para nos salvar (Hb 7.11).
● Na cruz, então, Jesus é o sumo sacerdote que oferece a si mesmo como oferta pelo pecado do povo. Ele é o sumo sacerdote que adentra o Santo dos Santos com seu próprio sangue, expiando os pecados do Seu povo de uma vez por todas (Hb 7.27). Não há mais necessidade de outro sumo sacerdote na Igreja, pois o sacrifício oferecido por Cristo é eterno em Seu poder. O véu do templo se rasgou de alto a baixo (Mt 27.51), simbolizando que aquele antigo sistema de sacrifícios perdera sua eficácia e que agora podemos nos achegar com confiança ao trono de Deus, sem a intercessão de nenhum outro homem, pois Jesus Cristo é o nosso grande sumo sacerdote (Hb 4.14, 16).
● O autor aos Hebreus, aliás, é cirúrgico na sua explicação deste ofício para a Igreja. Ao longo de sua carta, ele faz uma correta conexão entre aquilo que é sombra e o seu cumprimento, entre o tipo e o seu antítipo (Hb 8.5; 10.1). Sua análise começa pela comparação do ofício sacerdotal da linhagem de Levi e o sacerdócio da ordem de Melquisedeque, que não tem princípio de dias, nem fim de vida, semelhante ao Filho de Deus (Hb 7.3). A conclusão óbvia que o autor da carta aos Hebreus chega é que o sacerdócio segundo Melquisedeque é infinitamente superior ao sacerdócio levítico (Hb 7.15,16,22). E Jesus, complementa o autor, é “sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque” (Hb 7.17).
É evidente, então, que diante de tamanho sacrifício oferecido por Jesus, que é sumo sacerdote para sempre segundo a ordem de Melquisedeque, “o mandamento anterior”, isto é, do sacerdócio levítico, “é ab-rogado por causa da sua fraqueza e inutilidade” (Hb 7.18), pois a antiga lei não aperfeiçoou a nada, mas o Filho é para sempre aperfeiçoado (Hb 7.19,28). Ademais, o autor tece mais uma comparação fatal ao antigo sistema de sacrifícios: um sumo sacerdote segundo a Lei tem seu sacerdócio limitado, pois a morte o impede de continuar; mas Aquele que não tem fim de dias tem seu sacerdócio perpetuamente e intercede por seu povo para sempre (Hb 7.23-25).
A nossa salvação, portanto, só está segura se o nosso sumo sacerdote vive para sempre, pois só assim Ele pode nos salvar perfeitamente, intercedendo diante de Deus (Hb 7.25). Qualquer sumo sacerdote eleito no meio da Igreja hoje não tem poder para interceder por nós, muito menos para nos salvar. Nenhum homem pode tomar este ofício hoje (1Tm 2.5). O nosso sumo sacerdote é Jesus Cristo “santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, e feito mais sublime que os céus” (Hb 7.26). Toda tentativa de representação de um sumo sacerdote hoje é querer viver pela Lei que foi ab-rogada devido à sua fraqueza e inutilidade.
A Igreja de Jesus tem “um sumo sacerdote tal, que se assentou nos céus à direita do trono da Majestade, ministro do santuário, e do verdadeiro Templo, que o Senhor fundou, e não o homem” (Hb 8.1,2). Só mesmo mentes diabólicas, como a dos judaizantes, tentariam anular o sumo sacerdócio de Alguém que está à direita do Pai no Templo celestial, a fim de instaurar o sumo sacerdócio de um pecador miserável aqui na Terra. Voltar a viver pela Antiga Aliança depois de tamanha revelação de Deus, adverte o autor da carta aos Hebreus, é crucificar novamente o Filho de Deus, expondo-O ao vitupério, e para estes já não há mais esperança (Hb 6.4-6).
“Porque se voluntariamente continuarmos no pecado, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados, mas uma expectação terrível de juízo, e um ardor de fogo que há de devorar os adversários” (Hb 10.26,27). Desprezar a Nova Aliança é pisar o Filho de Deus, e ter por profano o sangue do pacto e ultrajar o Espírito da graça. Em outras palavras, desprezar o sumo sacerdócio de Jesus é um pecado contra o Pai, que enviou a Jesus, contra Jesus, que morreu por nós, e contra o Espírito Santo (Hb 10.29). Certamente, tais pessoas não escaparão do juízo vindouro, pois Deus é vingador do mal e, por isso, “horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo” (Hb 10.30,31).
A Igreja não pode se calar. Não podemos tratar tais coisas com leviandade. Diante de tal afronta a Deus, nossa obrigação como cristãos é levantar a nossa voz e denunciar tal blasfêmia. “E quando alguma pessoa pecar, ouvindo uma voz de blasfêmia, de que for testemunha, seja porque viu, ou porque soube, se o não denunciar, então levará a sua iniquidade” (Lv 5.1). Que Ele use esta denúncia para trazer arrependimento e quebrantamento sobre a Igreja Brasileira. Que Deus tenha misericórdia de nós!
(Rafael Almeida)
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"Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão. Eis que eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. E de novo protesto a todo o homem, que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei. Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído. Porque nós pelo Espírito da fé aguardamos a esperança da justiça. Porque em Jesus Cristo nem a circuncisão nem a incircuncisão tem valor algum; mas sim a fé que opera pelo amor. Corríeis bem; quem vos impediu, para que não obedeçais à verdade? Esta persuasão não vem daquele que vos chamou. Um pouco de fermento leveda toda a massa. Confio de vós, no Senhor, que nenhuma outra coisa sentireis; mas aquele que vos inquieta, seja ele quem for, sofrerá a condenação" (Gálatas 5:1-10 ACF)
Na sua Epístola aos Gálatas, Paulo nos informa que até mesmo o Apóstolo Pedro se deixou dissimular, temendo um grupo de judeus convertidos quando este comia com os gentios cristãos. Até mesmo Barnabé estava sendo influenciado. A reação de Paulo foi enérgica. O Apóstolo repreendeu a Pedro, afirmando que o homem não é justificado por obra da lei, e, sim, mediante a fé em Cristo Jesus (Gl 2.11-14). - (Pr. Luiz César Nunes de Araújo)
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A igreja primitiva se viu livre da persuasão dos judaizantes apenas a partir do ano 70, quando o general romano Tito destruiu o templo e dispersou os judeus, inclusive os judeus cristãos. Os pais da igreja deixam de pregar nas sinagogas e o judaísmo deixa de ter influências na fé cristã. No Concílio de Nicéia, em 325 A. D, a igreja afirmou que não queria nenhum relacionamento comum com o judaísmo.
● Hoje, quase 20 séculos depois do Concílio de Jerusalém (At 15), a Igreja Universal inaugura o Templo de Salomão e adota práticas e costumes judaicos. A diferença hoje é que a pressão não é de fora para dentro, isto é, não vem dos judeus convertidos, mas é de dentro para fora. Judaizar a Igreja é negar a obra de Cristo.
Para estarmos perto de Deus não necessitamos de um Templo feito por mãos de homens, muito menos rituais religiosos e indumentários judaicos. Adotar o judaísmo é abandonar a fé.
(Pr. Joaquim de Andrade)
● "Espanto-me de que tão depressa sois removidos para longe dAquele (o Deus) vos havendo chamado dentro da graça de o Cristo, para dentro de um diferente evangelho (as boas novas); ("heteros": "outro, de tipo bastante diferente."). O qual (evangelho) não é um outro e semelhante evangelho, mas alguns (varões) há vos inquietando e querendo perverter o evangelho (as boas novas) de o Cristo. "allos": "outro, de tipo (aparentemente) semelhante" (todavia, sendo parecido mas sendo outro, é impossível que salve). Mas, mesmo se *nós mesmos* ou um anjo proveniente de dentro do céu vos pregue um evangelho (as boas novas) vizinho ao lado daquele que já desde antes vos anunciamos, então um colocado no alto para condenação seja ele" (Gálatas 1.6-8 LTT)
Os judaizantes chegavam às igrejas com o Velho Testamento "nas mãos". Isso se apresentava como um grande impacto para os cristãos. O próprio Paulo ensinava a valorização das Sagradas Escrituras. Como responder a um judeu que mostrava no Velho Testamento a obrigatoriedade da circuncisão e da obediência à lei? Além disso, apresentavam Abraão como o modelo para os servos de Deus.
Os judaizantes ensinavam que a salvação dependia também da lei, principalmente da circuncisão. Segundo eles, para ser cristão, a pessoa precisava antes ser judeu (não por descendência, mas por religião). Foi para combater as heresias judaizantes que Paulo escreveu aos gálatas e mostrou àqueles irmãos que voltar as práticas e aos cerimoniais da Lei era cair da graça cf. (Gálatas 5:1-10)
Algo parecido tem acontecido na Igreja brasileira nos dias atuais. Os judaizantes modernos ensinam que devemos guardar as festas judaicas, ler a Torah nos cultos, etc.
É muito comum vermos cristãos usando kipás (bonezinho usado pelos judeus), buscando ligações genealógicas com o povo israelita para que possam obter nacionalidade judia, entre outras coisas. Até mesmo nos cultos de algumas igrejas, músicas e danças judaicas foram inseridas.
Em nome do amor a Israel a bandeira da nação é colocada na igreja (será que um árabe desejoso por conhecer Cristo entraria nesta igreja?), o shofar é tocado e promovem-se as festas com a promessa de uma nova unção sobre a vida de quem participa de tais celebrações.
Há igrejas onde as pessoas não podem adentrar ao templo de sandálias ou sapatos e são orientadas a tirar os calçados, pois, segundo ensinam, irão pisar terra santa.
Há notícias de denominações no Brasil onde os assentos foram retirados dos templos e os crentes ficam de joelhos em posição semelhante à usada pelos judeus nas sinagogas.
Uma famosa “apóstola” apregoa inclusive a necessidade da Igreja Evangélica brasileira guardar o sábado. Em uma entrevista a antiga revista Vinde, ela declarou: "Meu contato com Israel me mostrou várias coisas, como os dias proféticos, as alianças: seis dias trabalharás e ao sétimo descansarás. Êxodo 31 declara que o sábado é o sinal de uma aliança perpétua e da volta de Cristo”.
Afinal, devemos ter a preocupação de celebrar as festas judaicas, usar kipá, colocar pano de saco, banhar-se de cinzas? O cristão tem essas obrigações? O que diz a Palavra sobre o assunto?
● Sobre a idéia da guarda do sábado e a sugestão da pastora de que isso faz parte de uma aliança perpétua, verifiquemos o seguinte:
Usar a expressão "aliança perpétua" para referir-se à aliança feita entre Deus e Israel é desconhecer a transitoriedade dessa aliança apontada pela Bíblia. Se não, vejamos. A Bíblia menciona a existência de duas alianças. A primeira foi firmada entre Deus e o povo de Israel (Êxodo 19.1-8), logo que saiu da terra do Egito e se acampou junto ao Monte Sinai. A aliança foi ratificada com o sangue de animais como se lê em (Êxodo 24.1-8). Na Epístola aos Hebreus, o escritor se reporta a esta aliança, dizendo: "É por isso que nem a primeira aliança foi consagrada sem sangue. Havendo Moisés anunciado a todo o povo todos os mandamentos segundo a lei, tomou o sangue dos bezerros e dos bodes, com água, lã púrpura e hissopo, e aspergiu tanto o próprio livro como todo o povo dizendo: ‘Este é o sangue da aliança que Deus ordenou para vós’" (Hebreus 9.18-20).
Essa aliança não integrava o povo gentio (Salmo 147.19 e 20): "Mostra a sua palavra a Jacó, os seus estatutos e os seus juízos a Israel. Não fez assim a nenhuma outra nação; e, quanto aos seus juízos, não os conhecem”.
Embora o povo de Israel tivesse prontidão em responder que observaria essa aliança, na verdade, não a cumpriu, de modo que Deus prometeu nova aliança. Essa promessa foi registrada por Jeremias: "Vêm dias, diz o Senhor, em que farei uma aliança nova com a casa de Israel e com a casa de Judá. Não conforme a aliança que fiz para com seus pais, no dia em que os tomei pela mão para os tirar da terra do Egito, porque eles invalidaram a minha aliança, apesar de eu os haver desposado, diz o Senhor" (Jeremias 31.31 a 34).
Novamente, o escritor a Epístola aos Hebreus se reporta a essa nova aliança, afirmando que ela já tinha sido estabelecida por Jesus Cristo: "Mas agora alcançou Ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de superior aliança, que está firmada em melhores promessas. Pois se aquela primeira aliança tivesse sido sem defeito, nunca se teria buscado lugar para a segunda", (Hebreus 8.6 e 7). Ainda Paulo, falando sobre a antiga aliança, declara: "Ele nos fez também capazes de ser ministros de uma nova aliança, não de letra, mas do Espírito; pois a letra mata, mas o Espírito vivifica" (2 Coríntios 3.6). Logo, não se pode falar em "aliança perpétua", referindo-se à primeira aliança entre Deus e Israel.
O que talvez a apóstola quisesse, mas não o fez, era dizer que o sábado é um mandamento perpétuo, como se lê em (Êxodo 31.16 e 17). Todavia, ainda assim, ela estaria incorreta. Não procede dizer que a guarda do sábado deva ser observada pelos cristãos hoje. Isto porque a palavra perpétuo não se aplica só ao sábado, mas também a vários outros preceitos que os guardadores do sábado nunca se dispuseram a cumprir, como, por exemplo, a circuncisão pois Gênesis 17.13-14 diz o seguinte: “Com efeito, será circuncidado o nascido em tua casa e o comprado por teu dinheiro; a minha aliança estará na vossa carne e será aliança perpétua. O incircunciso, que não for circuncidado na carne do prepúcio, essa vida será eliminada do seu povo; quebrou a minha aliança”. E agora, teremos que nos circuncidar também? Ou não seria mais coerente guardar o significado espiritual de tais ordenanças e não o seu aspecto cerimonial?
Um outro argumento da “apóstola” é a de que o domingo tem origem pagã, ela diz: "Roma teve um imperador que adorava o sol. Daí Sunday (dia do sol) [do inglês, domingo]. Por essa questão pagã, a tradição chegou até nossos dias...”.
● Entretanto, esse é um argumento pueril, freqüentemente citado por eles para imprimir a idéia de que a guarda de outro dia que não o sábado é de origem estritamente pagã. Tão pagã quanto a palavra Sunday é Saturday (dia de Saturno), sábado, em inglês. O dia era dedicado ao deus Saturno e prestava-se culto com orgias e muita bebida. Os dias da semana levavam nomes pagãos e não só o domingo.
● Quanto ao uso do Kipá, atente para o significado desta indumentária judaica segundo judeus messiânicos:
“Kipá - Simboliza que há alguém acima de você - O significado da palavra kipá é "arco", que fica compreensível quando pensamos em seu formato. A kipá é um lembrete constante da presença de Deus. Relembra o homem de que existe alguém acima dele, de que há Alguém Maior que o está acompanhando em todos os lugares e está sempre o protegendo, como o arco, e o guiando. Onde quer que vá, o judeu estará sempre acompanhado de Deus”.
“É costume judaico desde os primórdios um homem manter sua cabeça coberta o tempo todo, demonstrando com isso humildade perante Deus. É expressamente proibido entrar numa sinagoga, mencionar o nome Divino, recitar uma prece ou bênção, estudar Torá ou realizar qualquer ato religioso de cabeça descoberta”.
● Fica o questionamento: é necessário para um cristão usar um kipá para lhe lembrar a presença de Deus? É preciso usar esse gorrinho para não esquecer de que Deus é Soberano e está acima de todos?
● Não basta para o verdadeiro cristão o fato de que o próprio Deus habita em nós por meio do Seu Espírito? Fica o questionamento de Paulo aos coríntios: (1 Coríntios 3:16) “Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?”.
(Clériston Andrade)
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A carta aos Hebreus deveria estar sendo estudada detalhadamente em nossos dias. Pois, sua mensagem é extremamente necessária em muitos círculos eclesiásticos.
Do jeito que vocês estão, namorando com o judaísmo, namorando com o sistema de culto do Antigo Testamento; isso é coisa de criança, isso é coisa de quem quer lançar o fundamento novamente e isso é o mesmo que rejeitar a Jesus Cristo.
● Parafraseando o Pastor Isaltino Gomes Coelho sobre a rejudaização da Igreja:
[A rejudaização do evangelho tem um lado comercial e outro teológico. O comercial se vê nas propagandas para visita à "Terra Santa". O judaísmo girava ao redor de três grandes verdades: um povo, uma terra e um Deus. No cristianismo há um povo, mas não mais como etnia. A Igreja é o novo povo de Deus, herdeira e sucessora de Israel, composta de "homens de toda tribo, e língua e povo e nação" (Ap 5.9). Há também um Deus, que se revelou em Jesus Cristo, sua palavra final (Hb 1.1-2). Mas não há uma terra santa. No cristianismo não há lugares e objetos santos. O prédio onde a Igreja se reúne e que alguns chamam, na linguagem do Antigo Testamento, de "santuário", não é santuário nem morada de Deus. É salão de cultos. O Eterno não mora em prédios, mas em pessoas. Elas são o santuário (At 17.24, 1Co 3.16, 6.19 e Hb 3.6). Deus não está mais perto de alguém em Jerusalém que na floresta amazônica, nos condomínios, favelas e cortiços das grandes cidades. No cristianismo, santo não é o lugar. São as pessoas. Não é o chão. É o crente. E Deus pode ser encontrado em qualquer lugar. Não temos terra santa, e sim gente santa.
A propaganda gera uma teologia defeituosa. Pessoas vão à Israel para se batizar nas águas onde Jesus se batizou. Ora, o batismo é único, singular e sem repetição. Ele segue a conversão e mostra o engajamento da pessoa no propósito eterno de Deus. Uma pessoa que foi batizada, após conversão e profissão de fé, numa igreja bíblica, não se batiza no rio Jordão. Apenas toma um banho. E, sem o sentido filosófico do ser e do vir a ser de Heráclito, aquele não é o Jordão onde Jesus foi batizado porque as águas são outras. As moléculas de hidrogênio e oxigênio que compunham aquele Jordão podem estar hoje em alguma nuvem. Ou na bacia amazônica. Ou no mar. Até no Tietê. É mero sentimentalismo e não identificação com Jesus. É lamentável que pastores conservadores em teologia "batizem" crentes já batizados no Jordão. Isto é vulgarizar o batismo, tirando seu valor teológico.
● Não sou contra turismo. Faça-o quem puder e regozije-se com a oportunidade. Sou contra o entortamento da teologia como apelo turístico. Temos visto pastores com sal do mar Morto, azeite do monte das Oliveiras (há alguma usina de beneficiamento de azeitonas lá?) e até crucifixos feitos da cruz de Jesus (pastores evangélicos, sim!). Há um fetichismo com terra santa, areia santa, água santa, sal santo, folha de oliveira santa, etc. No cristianismo as pessoas são santas, mas as coisas não. A rejudaização caminha paralelamente com a superstição e feitiçaria. É parente da paganização. Não estou tecendo uma colcha de retalhos. Tudo isto é produto de uma hermenêutica defeituosa, que não compreende as distinções entre os dois Testamentos, os critérios diferentes para interpretá-los, a pompa e liturgia do judaísmo em contraposição à desburocratização do cristianismo e que a palavra final de Deus foi dada em Jesus Cristo. É o NT que interpreta o AT e não o AT que interpreta o NT]. - (Pastor Isaltino Gomes Coelho Filho)
Uma das mais novas crenças dos denominados evangélicos é o cristianismo judaizante. Na verdade, este movimento religioso e herético é a nova febre da atualidade. Isto porque, alguns dos evangélicos têm introduzido praticas vetero-testamentárias nos cultos e liturgias de suas igrejas. Na verdade, tais pessoas têm declarado que o resgate dos valores judaicos é uma revelação de Deus a igreja contemporânea, cujo slogan é “Sair de Roma e voltar para Jerusalém”.
Outro dia fiquei sabendo de um pastor que resolveu pesquisar a sua árvore genealógica visando descobrir se possuía ascendentes judaicos. Pois é, o pastor em questão, gastou uma grana na expectativa de se descobrir judeu. Se não bastasse isso, o pastor-judeu-cristão, não come carne de porco, odeia camarão e obriga com que os filhos usem o kipá na escola onde estudam. Isso sem falar que o dito-cujo não menciona o nome de Deus, chama Jesus de Yeshua e incentiva a circuncisão.
1°) Tocar de costas para a congregação, por considerar os ministros de musica “levitas de Deus”.
2°) Usar o Shofar, para liberar unção ou invocar a presença divina.
3°) Guardar o sábado fezendo dele o dia do Senhor.
4°) Observar TODAS as festas Judaicas.
5°) Usar o Kipá e o Talit, que são as vestimentas que os judeus praticantes usam para ir a sinagoga.
6°) Usar excessivamente símbolos judaicos tais como, a bandeira de Israel, o Menorah ou a Estrela de Davi dentre tantos outros mais.
7°) Construir protótipos da Arca da Aliança a fim de simbolizar entre os cristãos a presença de Deus.
8°) Mudar os nomes e as nomenclauras bíblicas judaizando tudo, a ponto de chamar Paulo de Rabino.
Caro leitor, não existem pressupostos bíblicos para que a igreja de Cristo, queira “recosturar” o véu do templo. Entretanto, alguns dos crentes atuais teimam em transformar em realidade aquilo que deveria ser uma simples sombra. Foi o Apostolo Paulo quem afirmou: "Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados. Estas são sombras das coisas futuras; a realidade, porém, encontra-se em Cristo" (Colossences 2.16-17).
As leis cerimoniais judaicas, os ritos sacrificiais, as festas anuais, foram abolidas definitivamente por Cristo na cruz do calvário(o significado de cada uma delas se cumpriu em nosso Senhor). Por esse motivo, mesmo os judeus que se convertem hoje ao cristianismo estão dispensados das leis cerimoniais judaicas. É por esta razão que crentes em Jesus, não fazem sacrifícios de animais, não guardam o sábado, não celebram as festas judaicas, não se prostram diante a Arca da Aliança e nem tampouco fazem uso do shofar.
Nossa mensagem, vida e testemunho deve ser Cristo, o Evangelho pregado deve ser o evangelho de Cristo, nossa mensagem central deve ser para a gloria e o engrandecimento do nome de Cristo.
(Renato Vargens)
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VI. Pense nisso!
"Mas os seus sentidos foram endurecidos; porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do velho testamento, o qual foi por Cristo abolido;" (2 Coríntios 3:14)
"De maneira que a lei nos serviu de tutor, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados. Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo de tutor" (Gálatas 3:24-25 ACF)
Servir de aio (3.24,25). O aio, ou paidagōgos, “tutor”, não era mestre, mas o guia e guardião que disciplinava a criança. No mundo romano, um escravo de confiança da família era encarregado de tomar conta do menino entre 6 e 16 anos; levá-lo à escola e trazê-lo de volta para casa, supervisionando sua conduta. Semelhantemente, a lei exercia apenas um papel disciplinar, servindo de aio para conduzir-nos a Cristo. Isso mostra a sua inferioridade em relação ao evangelho. Sua função terminou com a vinda do Messias (Gl 3.25). Agora, somos livres da lei, mas dependentes da graça de Deus.
● O cristianismo judaizante é remendo novo em vestidos velhos (Mt 9.16). A salvação é pela fé em Jesus (Gl 2.16; Ef 2.2-10; Tt 3.5). O cristianismo é religião de liberdade no Espírito e não um conjunto de regras. O verdadeiro cristianismo enfatiza o nosso relacionamento com o Cristo ressuscitado (Gl 2.20), e isto é suficiente para crescermos na graça e no conhecimento de Deus.
Perigoso desvio tem levado alguns irmãos a uma postura para com Israel que chega à idolatria. Não é um toque de shofar (instrumento musical) ou a presença de uma menorah (candelabro de sete lâmpadas) que torna uma igreja judaizante. Também as festas, quando tomadas como recurso que possa propiciar ao povo um ensino da simbologia veterotestamentária e sua aplicação à experiência cristã, não constituem um problema em si mesmas. Ainda parece melhor realizar uma celebração sob inspiração bíblica, seja uma ‘Festa da grande pesca’ ou ‘Festa do filho pródigo’, do que adotar costumes pagãos, transportando-os para o seio da igreja. O cuidado especial que se deve ter é jamais desviar o foco das verdadeiras e mais significativas de nossas celebrações: o Batismo e a Ceia do Senhor.
a) Ritual religioso. O problema do uso de objetos como kippar (cobertura para a cabeça) e o talid (manto para oração), além das festas judaicas, é que, por trás do uso, se esconde a substituição da graça pelo ritual religioso. A ênfase cerimonial do culto disfarça a prevalência da forma. A forma tende a substituir a essência, principalmente quando se alcança status salvífico.
b) Festas judaicas. Grupos há que iniciaram por estabelecer as festas judaicas como eventos isolados, como eventos estratégicos para o ensino e a evangelização. A prática, quando não administrada com sabedoria, leva ao que aconteceu com tais grupos: o que era eventual tornou-se calendário eclesiástico; outras práticas foram acrescentadas; chegaram à obrigatoriedade da circuncisão. Existem mesmo os que julgam que para invocar Deus é mister fazer uso de seus nomes em hebraico. Proíbem o uso do nome de Jesus, exigindo sua forma hebraica Yeshua.
c) Coisas procedentes de Israel. Ainda é necessário dizer que as águas do Jordão não lavam pecados e que o óleo vindo de Israel não tem mais poder do que um óleo de outra procedência, sendo um símbolo da unção de Deus, derramada do alto. O apego à forma era a prática farisaica nos dias de Jesus. Mesmo entre os nascidos de novo houve aqueles que se apegaram às antigas práticas e deram trabalho a Paulo em seu ministério aos gentios. O grupo de judaizantes, desde então, tem provocado polêmica. Pior do que isso, tem despertado no coração de líderes zelosos aversão por tudo que diga respeito aos judeus, com prejuízo do que se poderia adquirir num contato equilibrado e firme com a sua ortodoxia.
● Quer no anti-semitismo, quer na idolatria aos costumes judeus, percebe-se a ação das trevas. Desvia-se do amor e caem no ódio aos judeus, desviados da prática sucumbem aos costumes que não salvam.
Talvez alguém defenda a aproximação às práticas judaicas como prova de amor a Sião. E o que ocorre é que dificilmente aquele que diz que ama aos judeus sabe que a ação desse amor é a evangelização mundial. Uma igreja que ama os judeus não pretende ser uma igreja judaica. Ela evangeliza, faz missões, para que o tempo dos gentios se cumpra, e o Senhor nos arrebate e volte a tratar diretamente com a nação de Israel.
(CAVALCANTI, S. A. O anti-semita e o judaizante - CPAD).
● Cristo bradou na Cruz: Está consumado.
Os Falsos líderes gritam: ainda existe um preço pra você pagar. "O véu se rasgou, porém a religiosidade com seus fardos e hipocrisia a todo custo tenta novamente costurar."
● Até hoje ainda cada vez mais hipócritamente os religiosos insistem costurar o VÉU de baixo pro alto...
● "Confiar na Lei é a tentativa humana de costurar o Véu que foi rasgado" - (Josemar Bessa)
● "Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei. De tanto melhor aliança Jesus foi feito fiador. Mas este, porque permanece eternamente, tem um sacerdócio perpétuo. Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles" (Hebreus 7:12, 22,24,25 ACF)
● "Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de uma melhor aliança que está confirmada em melhores promessas. Porque, se aquela primeira fora irrepreensível, nunca se teria buscado lugar para a segunda. Dizendo Nova aliança, envelheceu a primeira. Ora, o que foi tornado velho, e se envelhece, perto está de acabar" (Hebreus 8:6-7,13 ACF)
● "Mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação, Nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção. E por isso é Mediador de um novo testamento, para que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia debaixo do primeiro testamento, os chamados recebam a promessa da herança eterna. Porque onde há testamento, é necessário que intervenha a morte do testador. Porque um testamento tem força onde houve morte; ou terá ele algum valor enquanto o testador vive?" (Hebreus 9:11-12, 15,16,17ACF)
● "Porque Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus; Nem também para a si mesmo se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote cada ano entra no santuário com sangue alheio; De outra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo. Mas agora na consumação dos séculos uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo. E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo, Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para levar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação" (Hebreus 9:24-28 ACF)
● "Porque tendo a lei a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas, nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem cada ano, pode aperfeiçoar os que a eles se chegam. Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado à destra de Deus, Daqui em diante esperando até que os seus inimigos sejam postos por escabelo de seus pés. Ora, onde há remissão destes, não há mais oblação pelo pecado.Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus" (Hebreus 10:1,12,13,18,19 ACF)
Solus Christus!
Compilado Por Israel Reis
[Hélio de M.S. lembra que, como sempre, ao citar qualquer autor, concorda com a argumentação principal da citação, mas não necessariamente com tudo dela, nem com todos os artigos do autor.]
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Tradicional (aquele
perfeitamente preservado por Deus em ininterrupto uso por fieis): LTT (Bíblia
Literal do Texto Tradicional, com notas para estudo,
na www.bvloja.com.br), BKJ-1611, ou ACF.
Oro que vás crescendo em conhecer- entender- seguir a Bíblia, em crer e servir a Jesus como teu Salvador- Senhor- Deus, e, em consequência disso, em gozar das graça e paz dEle.
(assinatura-rodapé) ****************
Hélio de Menezes Silva
"Estas coisas escrevi a vós outros (os que [estais] crendo para dentro do nome de o Filho de Deus) a fim de que TENHAIS SABIDO que [a] vida ETERNA vós TENDES, e a fim de que creiais para- dentro- do nome de o Filho de Deus." 1Jo 5:13 (LTT)
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.. Ser traduzida com MÁXIMA literalidade e precisão, e somente da absolutamente perfeita palavra original de Deus, que foi e é perfeitamente preservada exclusivamente nos Textos Massorético + Receptus;
.. Ter >2000 extensas notas de rodapé, e >10.000 notinhas de 3 a 7 palavras ao final de versículos. Tudo isso de linha ao máximo literalista, bíblica e precisa, sem concessões para se adaptarem a denominações criadas por homens.
A LTT já é módulo do Bible-software www.TheWord.net (Windows). Baixe e instale.
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