The Alliance to Keep U.S. Jobs, which includes agricultural interests
such as the American Feed Industry Association and manufacturers who
export to Mexico, is pleading with the Obama Administration to remedy
the $2.6 billion in tariffs that Mexico imposed under the terms of the
North American Free Trade Agreement this year after Congress ended the
pilot program and failed to establish a cross-border trucking program.
Let Mexicans raise their on cattle feed. Who the fuck cares?
(Mestizos are just slightly behind negroes re: obesity in the USA.)
climber
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The remedy would be 2.6 billion in tariffs on products made or grown in
Mexico.
Um discursou logo após o outro no plenário da Conferência do Clima de
Copenhague, na Dinamarca, mas os resultados das falas dos presidentes
Lula e Barack Obama foram diametralmente opostos nos corredores do
Bella Center, onde acontece o evento. Enquanto Lula entusiasmou,
Obama foi alvo de críticas e decepcionou os que esperavam que ele
pudesse mudar o rumo das negociações na reta final.
As diferenças já puderam ser vistas durante os pronunciamentos: Lula
teve quatro vezes o discurso interrompido por aplausos, enquanto Obama
nenhuma vez - apesar de as palavras do americano serem as mais
aguardado de todo o evento. Ao final dos discursos, mais uma vez as
palmas enfáticas para oPresidente Lula se distanciaram dos aplausos
meramente protocolares dispensados a Barack Obama.
"O Lula mandou muito bem e abriu a porta para quem sabe as negociações
tomarem outro rumo", disse Paulo Adário, um dos coordenadores do
Greenpeace Brasil. Adário elogiou a postura de vanguarda que o Brasil
assumiu, ao oferecer contribuição financeira para o Fundo Global de
Mudanças Climáticas para os países pobres. "A gente sabe que o Brasil
não é mais nenhum Haiti e vínhamos cobrando isso há anos do
presidente. Ele fez o que a gente esperava dele."
O coordenador da ONG Vitae Civilis, Rubens Harry Born, destacou que a
fala improvisada de Lula fez toda a diferença. "Ele foi ele mesmo,
falou com o coração e passou uma mensagem muito legal de
comprometimento. Acho que essa postura pode ter efeitos nas
negociações", afirmou Born.
O francês Fabrice Bourger, membro da delegaçãoda França, disse que o
Brasil deu um exemplo "sem precedentes" e que o discurso de Lula o
aproxima ainda mais dos europeus. "Foi constrangedor para os outros
países. Mas, sinceramente, nós não esperávamos outra coisa de Lula",
afirmou Bourger. "Ele se destaca de todos os outros líderes com essa
posição aberta ao diálogo, sem perder a firmeza e a determinação."
Obama: "mico da história"
Já as palavras em relação a Obama foram bem diferentes. "Arrogante",
"estúpido", "burocrático" e autor de um "mico histórico" são apenas
algumas das definições empregadas nos corredores da COP-15.
"Uma parte, foi de palavras da boca para a fora (como a frase de que
"não se pode mais perder tempo" para salvar planeta). E a outra, um
verdadeiro absurdo. Foi um mico histórico", disse Born. Para o
coordenador da Vitae Civilis, Obama só reforçou o discurso
intransigente que os Estados Unidos vinham defendendo na Cúpula do
Clima e não trouxe nenhuma novidade. E ainda usou como desculpa para a
falta de ação um argumento que todos os países democráticos poderiam
utilizar, se quisessem: o de que não pode fazer nada sem a aprovação
prévia do Congresso de seu país.
Adário, do Greenpeace, foi ainda mais duro. "A postura do Obama
naquele púlpito foi socialmente arrogante e politicamente estúpida.
Não está nem perto de assumir a posição de liderança que as pessoas
esperavam dele", afirmou, destacando que as três condições impostas
pelo americano para que assine um acordo - transparência, verificação
das ações e metas de redução baixas - devem manter as negociações
travadas.
Também a ausência de especificações sobre quanto os Estados Unidos
estarão dispostos a contribuir para fundo internacional de
financiamento decepcionaram. Obama garantiu apenas que o país vai
entrar com recursos, mas não detalhou nem quanto, nem quando. Bourger,
negociador francês, preferiu não se estender nos comentários, mas não
escondeu a decepção. "Acho que os esforços da Europa não foram
suficientes para mudar nem um milímetro da posição americana."
Também o ministro brasileiro do Meio Ambiente, Carlos Minc, criticou o
presidente americano e disse que o seu discurso "foi uma desgraça". "O
Obama foi muito frustrante. Parecia até que o Lula tinha mais
responsabilidades do que ele no plano climático mundial, de tanto que
o Obama falou mal.