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Re: Mais esquemas de corrupçao do Governador José Serra

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Fábio

unread,
Feb 20, 2010, 8:49:47 AM2/20/10
to
Que moral tem você para falar de corrupção? Esqueceu do mensalão? Esqueceu
do dólar na cueca? Esqueceu dos cartões corporativos?


Hegelly wrote:

> Ou, se funcionar,o governador José Serra poderia começar explicar um
> grande esquema de corrupção em su governo. Denúncias mostram que a
> Alston, uma multinacional francesa atua nos setores de transportes e
> energia elétrica, pagou propina a integrantes do governo de São Paulo
> para garantir contratos na gestão Mário Covas (PSDB) e depois na
> gestão José Serra.
>
> A empresa realizou contratos com o Estado sem licitação e pagou
> propinas de mais de US$ 1 milhão para pagar políticos Tucanos. O caso
> está sendo abafado pelo governo Serra imprensa. Um expediente também
> usado para “resolver” outros grande escândalos recente.Caro qu tem
> muit mais escânlos e CPIs abafadas
>
> Serra pode pedir para a corregedoria, intalar a CPI da cratera do
> metrô paulista, 7 mortes, mulhões de prejuizo parao contribuinte,
> empreiteiras suspeitas, prefeitura conivente, contratoadministrativo
> mal celebrado. Tucanos impediram instalação de CPI naassembléia
> paulista
>
> -CPI da Editora Abril-Veja / TVA que patrocinam e protegem os tucanos.
> Irregularidades mais irregularidade senvolvendo mais R$ 1 bilhão.
> Grupo estrangeiro não pode controlar mídia, mas a editora abril deu
> seu jeito para sócio estrangeiro. A revista Veja e o PSDB abafaram a
> CPI com lobbies e chantagem no congresso.
>
> -Investigação contra os tucanos que armaram uma tentativa de golpe
> antes das eleições presidenciais, em comluio com a rede Globo não saiu
> do papel. A tal mala de dinheiro para compra de dossiê foi pura
> armação tucana. O tal dossiê era verdadeiro, e foi prolatado como
> falso pois envolvia os tucanos Barjas Negri e José Serra com a máfia
> das ambulância-sanguessugas de Vedoim. Lula foi reeleito, tucanos e
> sua mídia golpista calaram.
>
> -João Arcanjo Ribeiro, chefão do crime organizado no Mato Grosso,
> conhecido pelo apelido de Comendador, prestou depoimento e implicou o
> ex-governador Dante de Oliveira, do PSDB, como receptor de dinheiro
> sujo para financiamento eleitoral. Confessou também que já fianciara
> campanha de FHC. Tudo abado pela mídia e PSDB.
>
> - CPI da publicidade na Nossa Caixa-SP, abafada por Geraldo Alckmin,
> Serra e imprensa
>
> -CPI da violência em SP - Bandidos PCC mandam em SP. Abafada.
>
> - Sem falar em mais de 65 CPIs contra gestão tucana abafadas na
> assemblía de SP, tais como da Febem, do Rodoanel, da Sabesp, etc
>
> Quem não deve não teme...Se adoram instalar CPI contra o PT, porque
> não se deixam investigar? E a mídia a serviço deles taxam o povo de
> burro, pensando que vamos esquecer estes escãndalos tucanos
> abafados...

Hegelly

unread,
Feb 20, 2010, 8:59:50 AM2/20/10
to
Corrupçoes de José Serra abafadas pelos Demos-Tucanos e Partido da
Imprensa Golpista (PiG)


1-Corrupção José Serra e sua Alston


Denúncias mostram que a Alston, uma multinacional francesa atua nos
setores de transportes e energia elétrica, pagou propina a integrantes
do governo de São Paulo para garantir contratos na gestão Mário Covas
(PSDB) e depois na gestão José Serra.

A empresa realizou contratos com o Estado sem licitação e pagou
propinas de mais de US$ 1 milhão para pagar políticos Tucanos. O caso
está sendo abafado pelo governo Serra imprensa. Um expediente também

usado para “resolver” outros grande escândalos recente.Claro que tem
muito mais escândalos e CPIs abafadas

A multinacional francesa Alstom está sob suspeita de pagar propinas a
tucanos para obter contratos com o Metrô, a Companhia Paulista de
Trens Metropolitanos (CPTM) e a área de energia. O quadro tucano é o
principal envolvido no Caso Alstom. Além do Brasil, a França e a Suíça
também investigam os indícios de pagamento de propinas pela
multinacional francesa para conseguir obras públicas nos governos
Covas, Alckmin e Serra. O Ministério Público paulista considera que a
principal prova contra o conselheiro é o bloqueio feito na Suíça de
uma conta bancária cuja titularidade é atribuída a Marinho, braço
direito do ex-governador tucano Covas. Mídia deu pouca importância a
este caso.

2-Corrupção José Serra e sua Cratera do Metrö paulista

O desmoronamento criou uma gigantesca cratera na construção do metrô
paulista, 7 mortes, milhões de prejuizo para o contribuinte,


empreiteiras suspeitas, prefeitura conivente, contrato administrativo
mal celebrado. Tucanos impediram instalação de CPI na assembléia
paulista

Sete pessoas morrem na cratera, um quarteirão todo afetado, várias
residências destruídas e comprometidas. O Ministério Público desprezou
o laudo pericial produzido pelo Instituto de Criminalística paulista.
Promotores não utilizaram nem uma linha sequer do documento. O laudo
foi desprezado porque parece ter sido feito sob encomenda para os
investigados. Ninguém ainda punido. Empreiteiras com contratos sob
suspeição continuam as obras.

Este acidente na Estação Pinheiros da Linha 4 do Metrô, no qual
morreram sete pessoas completou dois anos, mas pouca coisa foi feita
desde então. Ainda há indenizações a serem pagas, casas que permanecem
danificadas em conseqüência das obras, além de dezenas de pessoas que
permanecem clamando por justiça. Ou seja, para combater a corrupção,
o desperdício e o descontrole em São Paulo deve-se primeiro começar a
investigar. A iniciativa de combater a corrupção deveria partir do
próprio governador. Mas, ele não faz. Uma das suas primeiras
iniciativas como governador foi VETAR uma lei de Transparência
pública. Ele quer que tudo fique escondido, sem investigação, sem
transparência..

3-Corrupção José Serra e sua Editora Abril / TVA

-CPI da Editora Abril-Veja / TVA que patrocinam e protegem os tucanos.
Irregularidades mais irregularidade senvolvendo mais R$ 1 bilhão.
Grupo estrangeiro não pode controlar mídia, mas a editora abril deu
seu jeito para sócio estrangeiro. A revista Veja e o PSDB abafaram a

CPI com lobbies e chantagem no congresso. as relações entre o Governo
Serra e a Editora Abril. Só um contrato com o governo paulista
representa quase 25% da tiragem total da revista e garante fartos
recursos para o caixa da Fundação Civita, R$ 3,7 milhões.

Mas este não é o único compromisso comercial existente entre a
Secretaria de Educação e o Grupo Abril, que cada vez mais ocupa espaço
nas escolas tendo até mesmo publicações adotadas como material
didático, totalizando quase R$ 10 milhões de recursos públicos
destinados a esta instituição privada só no segundo semestre de 2008.
Outro absurdo, que merece uma ação urgente, é a “proposta” curricular
que reduz o número de aulas de história, geografia e artes do Ensino
Médio e obriga a inclusão de aulas baseadas em edições encalhadas do
Guia do Estudante, também da Abril, que mais uma vez se favorece os
negócios editoriais deste grupo. As publicações do Grupo Abril não são
as únicas existentes, mas, as que têm a preferência do governo, uma
preferência que não se explica ao não ser pela prática recorrente de
favorecimento. É isto que os deputados do PSOL querem investigar.

4-Corrupção José Serra Sanguessuga e suas Ambulâncias

Em a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Sanguessuga para
desarticular o esquema de fraudes em licitações na área de saúde.

Segundo a Polícia Federal, a organização negociou o fornecimento de
mais de mil ambulâncias em todo o País. A movimentação financeira
total do esquema seria de cerca de R$ 110 milhões, tendo iniciado em
2001. Na operação foram presos assessores de deputados, os ex-
deputados Ronivon Santiago e Carlos Rodrigues, funcionários da Planam
(empresa acusada de montar o esquema de superfaturamento e pagamento
de propinas) e a ex-assessora do Ministério da Saúde Maria da Penha
Lino. O grupo ficou conhecido como a "máfia das ambulâncias" ou também
"máfia dos sanguessugas".

A "máfia das ambulâncias" teve sua origem na gestão do então Ministro
José Serra e permaneceu em atividade nas gestões de Barjas Negri
(ambos do governo FHC), Saraiva Felipe e Humberto Costa (ambos do
governo Lula) quando este foi alertado pela CGU em 30 de novembro de
2004. As especulações sobre as responsabilidades dos ministros no
episódio tornaram-se importante componente da disputa eleitoral de
2006, em função das candidaturas a governador de José Serra, em São
Paulo, e Humberto Costa, em Pernambuco. Especulações e ataques foram
desferidos contra ambos e têm tido constante presença nos debates
políticos destas eleições.

Fotos de José Serra com sanguessugas circularam no Congresso. Era
José Serra participando de uma cerimônia de entrega de ambulâncias em
Mato Grosso, em maio 2001, ao lado de deputados ora acusados de
participarem do esquema dos sanguessugas. Nas fotos, estavam: Serra e
os deputados Lino Rossi (PP-MT), Pedro Henry (PP-MT) e Ricarte de
Freitas (PTB-MT). José Serra, como se sabe, foi ministro da Saúde de
março de 98 a fevereiro de 2002. O esquema das vendas superfaturadas
de ambulâncias começou em algum momento no início da década. Após
surgirem as evidência de envolvimento de Serra, a CPI dos Sanguessugas
apagou-se e mídia abafou

Provas contundentes são estes vídeos e fotos em que Serra aparece
junto com vários deputados incriminados no esquema distribuindo
pessoalmente as ambulâncias e agradecendo o empenho destes nas
emendas. Tem ainda uma reportagem da IstoÉ com depoimento dos Vedoin,
fotos diversas e reportagens do Correio Brasiliense mostrando um
ofício do Secretário Executivo do Ministério da Saúde, na gestão
Serra, determinando ao Fundo Nacional de Saúde para “providenciar o
empenho e elaboração do convênio”, além da ligação de Serra com
"Platão Fischer Pühler" figura central de outro escândalo, o dos
vampiros.

Investigação contra os tucanos que armaram uma tentativa de golpe

antes das eleições presidenciais de 2006, em comluio com a rede Globo
não saiu do papel. A tal mala de dinheiro para compra de um pseudo-
falso dossiê foi pura armação tucana. O tal dossiê era verdadeiro, e


foi prolatado como falso pois envolvia os tucanos Barjas Negri e José

Serra com a máfia das ambulâncias dos Vedoim. Lula foi reeleito,


tucanos e sua mídia golpista calaram. -João Arcanjo Ribeiro, chefão
do crime organizado no Mato Grosso, conhecido pelo apelido de
Comendador, prestou depoimento e implicou o ex-governador Dante de
Oliveira, do PSDB, como receptor de dinheiro sujo para financiamento

eleitoral. Confessou também que já financiara campanha de FHC. Tudo


abado pela mídia e PSDB.

5-Mensalão José Serra e a SABESP:


SABESP é a maior estatal paulista, empresa estadual de água e esgoto
do Estado de São Paulo, sob comando do governador José Serra. tem o
monopólio, sob forma de área de concessão. Oficialmente a SABESP paga
para fazer propaganda da empresa, irrigando agências de publicidade e
marketeiros com verbas. Nos bastidores, os valores são combinados com
as agências de publicidade, de forma a fechar um pacote, que inclui os
serviços dos marketeiros para a próxima campanha eleitoral, repasse de
dinheiro para caixinhas de campanhas de outros candidatos e coisas do
gênero. Contabilmente, nas aparências, ficaria tudo dentro da lei, mas
nos bastidores tem um monstruoso esquema de corrupção, desviando
dinheiro público de estatais para financiar campanhas, empresas
privadas de mídia e comunicação, pagamento a institutos de pesquisa de
opinião, e todo o staff que faz serviços em torno das campanhas
eleitorais, inclusive com enriquecimento ilícito daqueles que desviam
dinheiro da campanha, que já havia sido desviado de estatais, para o
próprio bolso. Oficialmente a SABESP paga para fazer propaganda da
empresa, irrigando agências de publicidade e marketeiros com verbas.
Agência Nova S/B faz a propaganda da SABESP é José Roberto Vieira da
Costa, conhecido como Bob pelos colegas.

Em 2002 foi ministro de FHC, para o cargo de secretário de
Comunicação (com status de Ministro), cuja tarefa principal era a de
exibir a melhor imagem do governo federal. Não é preciso lembrar que
2002 foi o ano em que Serra foi candidato à presidente pelos tucanos.
Serra assumiu o Ministério da Saúde e manteve Bob à frente da área de
comunicação do Ministério, em linha direta com as editorias do PIG e
com as agências de publicidade. Em 2002, durante a campanha
eleitoral, quando Serra estava ameaçado de ficar fora do segundo
turno, polarizado entre Lula e Ciro Gomes, Bob licenciou-se do
governo, para assumir a coordenação de comunicação da campanha de
Serra. Bob tem todo um histórico de serviços prestados ao lado de
Serra. Ele pode tornar-se sócio de uma agência de publicidade
privada. Essa agência ganhar a conta da SABESP quando Serra é
governador, já é esquisito, mas ainda daria para engolir, dentro da
legalidade e das prerrogativas do governo paulista, mesmo que a
moralidade seja pra lá de duvidosa. Mas, quando aparece uma campanha
da SABESP na TV em rede nacional, sem qualquer sentido de atender ao
interesse público dos paulistas, nem ao interesse comercial da
empresa, aí já é demais. O Ministério Público Estadual de São Paulo
tem obrigação cívica e moral de abrir procedimento para investigar a
fundo o que há por trás disso tudo, porque os indícios são fortes
demais para serem ignorados


6- Corrupção José Serra e o RODOANEL também conhecido como
ROUBOANEL :


Na era Alckimin, um trecho desta obra foi investigado e apurou-se
absurdamente caro. Foram vários BILHÕES de reais para construir
poucas dezenas de quilômetros. O Serra resolveu construir mais um
trecho da obra polêmica. São pouco mais de 60 quilômetros. O preço da
obra, porém, é muito mais alto que o do Alckmin. A oposição quis fazer
CPI da obra, mas náo conseguiu o número necessário de assinaturas de
deputados estaduais, maioria governistas. O ministério público
estadual e o tribunal de contas do estado simplesmente nada fizeram
para combater esta corrupção escancarada.

Quando o ministério público federal agiu, apareceram milhões de reais
de prejuízos aos brasileiros (já que grande parte do dinheiro é o Lula
que manda). O Ministério Público Federal chegou a evitar rombo de R$
235 milhões no Rodoanel de Serra visto acordo que estipulava R$ 264,8
mi valor a ser pago a mais por trecho do Rodoanel. As obras do
complexo de viadutos sobre a Rodovia Régis Bittencourt do Trecho Sul
do Rodoanel, que caiu recentemente, já foram quase que totalmente
pagas pelo governo estadual, antes mesmo de serem concluídas. Foi
realizado pagamento adiantado, com base em medições de obra que foram
superdimensionadas.


7- Mensalão José Serra e o BANESPA:


Ex-sócio de Serra foi responsável por operações fraudulentas em
parceria com Ricardo Sérgio. A Operação Banespa que ajudou Ricardo
Sérgio a internar dinheiro de paraísos fiscais foi aprovada pelo então
vice-presidente de operações do Banespa Vladimir Antônio Rioli. Na
época, o senador José Serra (PSDB-SP) era sócio de Rioli. De acordo
com o contrato social, Serra tinha 10% das cotas da empresa
Consultoria Econômica e Financeira Ltda. Rioli foi companheiro de
militância de Serra e do falecido ministro das Comunicações Sérgio
Motta na Ação Popular (AP), movimento de esquerda da década de 60 – e
arrecadador de recursos para campanhas do PSDB juntamente com Ricardo
Sérgio.


8- Mensalão José Serra e a TELEFONIA


Ex-tesoureiro de Serra tem empresa em paraíso fiscal foi acusado de
receber propina durante a privatização do sistema de telefonia para
favorecer o consórcio que comprou a Telemar, ex-diretor do BB
comandava empresa com sede nas Ilhas Virgens. Na era FHC toda
investigação ou solicitação de investigação era arquivado pelo
procurador, digo, engavetador geral Brindeiro. Ninguém desconfia que
Serra atuou fortemente no esquema escandaloso que foi a privataria das
Teles na era caótica do desgoverno FHC


9 – Corrupção José Serra com os VAMPIROS:


O inquérito sigiloso da Operação Vampiro mostra como a quadrilha agiu
livremente na gestão de José Serra, sem ser investigada. E prova que
Serra sabia do esquema. O então candidato a governador de São Paulo
José Serra tinha assuntos pendentes em Brasília. Entre março de 1998 e
fevereiro de 2002, quando ocupou o cargo de ministro da Saúde, seis
subordinados dele se juntaram à máfia dos “vampiros” para comprar
derivados de sangue com dinheiro público – e a preços superfaturados.
Todos foram indiciados; cinco deles, por formação de quadrilha.

O relatório sigiloso da Operação Vampiro, que a Polícia Federal
finalizou em agosto, concluiu que existia uma “organização criminosa”
controlando as compras de hemoderivados na gestão Serra. Em suas
investigações, a Polícia Federal descobriu que, em 2001, chegou uma
denúncia anônima encaminhada diretamente a José Serra e protocolada no
Ministério da Saúde. Segundo o relatório da PF, a denúncia “dá conta
da prática de diversos crimes”. Havia dois acusados. Um deles era
Platão Fischer Puhler, diretor do Departamento de Programas
Estratégicos e um dos homens de confiança do ministro. O outro era o
empresário Jaisler Jabour, que mais tarde se descobriu ser o chefe do
braço na iniciativa privada dos vampiros.

Segundo a denúncia, Platão estava cometendo “as maiores barbaridades”
no milionário setor de compras, em parceria com Jabour. Ele dizia que
a preferência dos envolvidos era por compras internacionais, que
facilitariam depósitos em contas bancárias estrangeiras. “O que está
ocorrendo nesta área é um escândalo”, dizia a denúncia. A polícia
constatou que Serra recebeu o documento. E leu. O que fez Serra? Em
vez de protocolar um ofício formal na PF, mandou o próprio Platão, o
acusado, ir lá para denunciar a si mesmo. Curiosamente, nada
aconteceu. O caso dos vampiros só estourou três anos depois, durante
o governo Lula. Com Serra no esquema, oposição e mídia abafaram o
caso.


9- Corrupção nojenta de José Serra e o acordo com a facção criminosa
PCC


Ex-secretário Saulo de Castro Abreu da SSP/SP nega acordo entre PCC e
a POLÍCIA, mas saiu o acordo até no Discovery Channel sobre a
violência em SP. Os ataques comandados pelo Primeiro Comando da
Capital (PCC) em São Paulo, em maio de 2006, só terminaram porque o
governo estadual fez um acordo com a facção. A versão da história,
noticiada pela imprensa na ocasião e confirmada em depoimento no
Congresso pelo líder da facção, Marcos Herbas Camacho, o Marcola, é
negada pelo secretário da Segurança Pública do estado na época do
conflito, Saulo de Castro Abreu Filho. “Isso não aconteceu, não houve
negociação”, disse o ex-secretário ao DIÁRIO. Entre 12 e 21 de maio de
2006, quando ocorreram os ataques, 564 pessoas morreram vítimas de
arma de fogo, sendo 59 policiais ou agentes penitenciários, e outros
505 civis. Mais de 50 ônibus foram incendiados, bases policiais e
bancos foram atacados e a capital

10 – KD a CPI da publicidade na Nossa Caixa-SP, abafada por Geraldo
Alckmin, Serra e imprensa.

O banco Nossa Caixa, por um tempo de um ano e seis meses operou com
contratos vencidos com duas agencias de publicidade, a Colucci &
Associados Propaganda Ltda. e a Full Jazz Comunicação e Propaganda
Ltda., no valor de R$ 28 milhões. A denúncia acabou por dar inicio a
uma sindicância interna no banco, sob ordens de Carlos Eduardo
Monteiro, então presidente da Nossa Caixa, para investigar “o erro
administrativo”. Em uma circular para a diretoria do banco, Carlos
Monteiro informa que em 29 de junho de 2005 foi procurado por Jaime de
Castro Júnior, então gerente de marketing da Nossa Caixa, que lhe
informou de falhas na prorrogação dos contratos em tempo hábil por
conta da burocracia legal. O resultado foi o afastamento de Castro e
de uma funcionaria e a convocação de um novo edital no valor de R$40
milhões. A denúncia passou a ganhar caráter político após a obtenção
de documentos pela Folha de S. Paulo, onde haviam indícios que o
governo do estado havia interferido no Banco Nossa Caixa em favor de
deputados aliados ao governo na Assembléia Legislativa paulista. O
então deputado da oposição, Renato Simões, do PT, e seus aliados
políticos , minoria, passaram a insistir em uma CPI, mas náo
conseguiram. Em dezembro de 2005, o PT tentou impugnar no Supremo a
norma que dificulta a criação de comissões de investigação na
Assembléia, também sem . Durante o governo de José Serra, o PT
conseguiu a aprovação da anulação de alguns dispositivos do Regimento
Interno da Assembléia Legislativa paulista, que dificultavam a criação
de CPIs. Mas a CPI ainda náo foi instalada.


- Sem falar em mais de 65 CPIs contra gestão tucana abafadas na

assembléia de SP, tais como da Febem, do Rodoanel, da Sabesp, etc

Hegel

unread,
Feb 20, 2010, 9:16:25 AM2/20/10
to
só para contrariar...

Fábio

unread,
Feb 20, 2010, 10:47:51 AM2/20/10
to
É para ser palhaço mesmo.

Hegel wrote:

> só para contrariar...

Hegê

unread,
Feb 20, 2010, 12:16:36 PM2/20/10
to
Caramba, e só postei 10 dos principais casos de corrupçao de José
Serra. Mais para frente vou relacionando o resto, para esquentar a
campanha. Aguarde calminho aÍ...

Hegel

unread,
Feb 21, 2010, 11:55:36 AM2/21/10
to
E A facçao criminosa PCC continua fazendo acordo com Serra, senáo a
coisa vai pegar...

Hegel

unread,
Feb 21, 2010, 2:06:21 PM2/21/10
to
ops

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