Por isso que se dizia antigamente "cheguei em casa de Mãe Joana"?
SCNR... (Esta tirada do nosso amigo João...)
Bruno
À guisa de esclarecimento, _a crase é facultativa nos seguintes casos
principais_:[1]
a) antes de pronome possessivo com substantivo feminino claro:
Dirigiu-se _à_ ou _a_ minha casa, e não à sua.
No português moderno dá-se preferência ao emprego do possessivo com
artigo e, nestes casos, ao _a_ acentuado.
b) antes de nome próprio feminino:
As alusões era feitas _à_ ou _a_ Ângela.
c) antes da palavra _casa_ quando acompanhada de expressão que denota o
dono ou morador, ou qualquer qualificação:
Irei _à_ ou _a_ casa de meus pais.
[1] Bechara, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. Ed. Lucerna: Rio de
Janeiro, 1999, p 310.
"Todos os verbos, nomes e expressões que dão idéia de movimento usam-se
de preferência com a preposição _a_. [. . .]" [2]
[2] Sacconi, Luiz Antonio. NÃO ERRE MAIS! Ed. Ática: São Paulo, 1986,
8a. edição. Sob "Vou no cinema ou Vou ao cinema?", p. 105.
Aos estudiosos do idioma pátrio, consultem também www.ciberduvidas.com.
m
Pela unificação do português.
Sent via Deja.com http://www.deja.com/
Before you buy.
Tema "Cheguei a casa"
Pergunta/Resposta
Meu nome é Marta Strambi, moro em Curitiba, cidade no sul do Brasil.
Sou formada em Arquitetura e Urbanismo, e trabalho no desenvolvimento
de Sistemas de Informações Geográficas. E sou uma apaixonada por
línguas, especialmente a portuguesa.
Ouvi dizer que é errado usar a preposição «em» com o
verbo «chegar»: "cheguei em casa". A forma correta seria com a
preposição «a»: "cheguei à casa". Sempre usei as duas formas, limitando
minha atenção ao fato do verbo ser transitivo indireto e necessitar de
uma preposição para ligá-lo ao objeto. A pessoa que me expôs a
necessidade de usar o verbo apenasmente com a preposição «a»,
justificou sua colocação dizendo que o verbo «chegar» não é estático,
mas dinâmico, indicando uma mudança de lugar.
Agradeço quaisquer esclarecimentos que possam me dar sobre o assunto.
Muito obrigada.
Marta Hager Strambi
Brasil
De facto, devemos dizer «cheguei a casa», visto que o verbo chegar é
dinâmico, e não estático. Em Portugal, diz-se cheguei a casa, e não à
casa.
Respeitosamente peço licença para fazer as seguintes observações sobre
a redacção da nossa consulente:
a) Não é correcto escrevermos «ao facto do verbo ser intransitivo», mas
sim «ao facto de o verbo ser intransitivo», porque a preposição de não
está ligada ao artigo definido o, mas sim ao infinitivo ser: «ao facto
de (...) ser intransitivo».
b) Em Portugal, não se diz apenasmente, mas sim apenas. Não encontrei
tal advérbio em dois dicionários brasileiros consultados, entre eles o
Aurélio.
Os meus parabéns por ser apaixonada pela Língua Portuguesa. E ela
precisa tanto de nós!
José Neves Henriques
9/12/98
Fonte: www.ciberduvidas.com
m
> `A casa e' com crase. "Chegar em casa" se diz quando se chega `a sua
> propria casa.
Respeitavelmente, onde encontraremos elucidação comprobatória, dando a
sentença "Chegar em casa" por definitiva e incontestavelmente correta,
sem nos desviarmos um milímetro sequer dos moldes de seu valioso
esclarecimento?
> "Chegar `a casa" se diz quando se chega `a casa de
> alguem. "`A" e' o feminino de "ao" ("chegar ao carro")
>
Correto. De qualquer maneira, incontestavelmente correto e perfeito. Se
juntarmos à preposição _a_ o artigo _o_, obteremos uma combinação (_a_
+ _o_ = _ao_; _a_ + _os_ = _aos_); se à mesma preposição juntarmos o
artigos _a_ ou _as_, uma contração.
Mermão, eu quero me lombrar também, cara. Me dá o bagulho, mermão. :)
I00II0II0 wrote:
> >`A casa e' com crase. "Chegar em casa" se diz quando se chega `a sua
> > propria casa. "Chegar `a casa" se diz quando se chega `a casa de
> : alguem. "`A" e' o feminino de "ao" ("chegar ao carro")
>
> Tirou as palavras da minha boca!
> Quando se diz "cheguei em casa"
> da'-se um sentido de posse 'a casa.
>
O negócio é de base num baseado, mermão. :)
Yeah(g), Mother Joan's shithouse. This is what this whole fucking
subject is coming to.
> SCNR... (Esta tirada do nosso amigo João...)
>
Damned if I'll ever post anything on fucking port. again, Bruno. You
guys don't (or won't for the lives of yourselves) give the matter your
devotion any straighter than you would to comfortably holding your
cocks at pissing.
Grammar-minded m.
Faca isso por ai' nao mermao,...so' se voce tiver...em casa!
Praises to the holy Brazilian anarchy, good friend o'mine!
>> SCNR... (Esta tirada do nosso amigo João...)
>>
>Damned if I'll ever post anything on fucking port. again, Bruno.
Don't you mangle the good Queen's English my man! Portuguese should the
graphed properly with its capital "P," as a good noun taken from those lands
lying East of former Queen's Aragon, may fair Catherine be with God
almighty.
> You
>guys don't (or won't for the lives of yourselves) give the matter your
>devotion any straighter than you would to comfortably holding your
>cocks at pissing.
That is undoubtedly the truth, my man. It only displays the amount of care
folks around here shed to their own's inner pieces of garment, and nothing
more and else.
My prayers are with you (if nothing else),
Bruno
[]'s
************
<<<DePaula>>>
m
Aconselho a fumar o baseado "em casa", mas antes disso voce precisa ir "`a
casa" do fornecedor para comprar um saco de maconha da boa.
"DePaula" <e_de...@ieg.com.br> wrote in message
news:8bai1u$mbt$1...@srv4-poa.zaz.com.br...
> Amigos DePaula e Márcio, também achei meio fajuta essa história de
> verbo de movimento exigir "a". Ninguém cai estaticamente e sempre
> dizemos que caímos em algo e não que caímos a algo.
>
> Não sei quanto a regras mas me parece soar melhor ir a algum lugar e
> chegar em algum lugar. Quanto às contestações do José Neves Henriques,
> ( Não é correcto escrevermos «ao facto do verbo ser intransitivo»,
> mas sim «ao facto de o verbo ser intransitivo», porque a preposição
> de não está ligada ao artigo definido o, mas sim ao infinitivo ser:
> «ao facto de (...) ser intransitivo), me parece que contrações são
> recursos fonéticos e não gramaticais. Estou errado?
Roger, no país de Mãe Joana fala-se e escreve-se como bonito lhe parece.
Não é à toa que vemos tantas gramáticas empilhadas nas livrarias, em
detrimento das revistas de putaria que logo somem das prateleiras.
m
> DePaula wrote:
> > Discussão sobre gramática dá "pano pra manga", hein!
> > [. . .]
Márcio, meu caro, esqueceu de tomar o remédio hoje? Vamos lá, eu te pago uma
cerveja com cabidela no Bar da Tripa.
Bruno
Outra coisa, ultimamente não tenho andado caro -- estou barato, mais
duro do que pau de noivo em lua-de-mel.
Você tá morando em Chicago?
m
Quando falamos: "vou ao Para'", nos referimos ao estado do Para'. Entao, eu
falo que "vou `a Sergipe". Parece que me refiro ao nome "Sergipe" que deveria
ser feminino. Tambem, quando eu falo, "estou no Para'", isso se refere ao
estado. Mas entao eu digo que "estou em Pernambuco", ou "estou na Paraiba". Ai'
a coisa complica. Sei como dizer correto, mas nao sei explicar porque.
Esse problemas com a gramatica ou vocabulario portugues seriam facilmente
resolvidos se os governos lusofonos tomassem vergonha na cara. Basta um
orgao oficial e ponto final, assim de facil, que a Academia Brasileira de
Letras deixe de politicagens e trate de zelar pelo idioma, com um dicionario
oficial, um livro de gramatica oficial e ate um livro de duvidas.
Por isso e sempre um tema que "da pano pra manga", cada linguista defende o
que ele acha correto a assim temos dicionarios e livros de gramatica do
aurelio, do zezinho, pedro, do joaquim, etc.
Essa e a grande vantagem do frances e espanhol, ha alguma duvida e so checar
no dicionario da academia de letras e ponto final, se esta e e se nao nao e,
um verdadeiro tribunal supremo do idioma.
isto nao parece estar relacionado com o genero dos substantivos
geograficos, mas sim se eles fazem uso ou nao do artigo.
Estou olhando a minha "biblia" da gramatica, o "Cegalla", e ele diz:
"Dentre os nomes proprios geograficos , a lingua atual distingue os que
repelem o artigo (Portugal , Atenas, Curitiba, Copacabana, etc) e os que
exigem o artigo (a Bahia, o Porto, o Rio de Janeiro, os Acores, etc). E
indiferentemente, "Recife" ou "o Recife".
Entao:
o Para -> Vou ao Para'.
Sergipe -> Vou a Sergipe (sem crase)
A Paraiba -> Vou `a Paraiba (com crase), ou Estou na Paraiba.
Sao Paulo -> Estou em Sao Paulo
O Rio de Janeiro, Houston -> Gostaria de estar no Rio de Janeiro, mas
estou em Houston.
A questao que resta eh a razao da diferenca. Tenho uma leve lembramca
que a diferenca deve-se a origem da palavra, variando conforme a origem:
topografias originarias de nomes proprios nao levariam o artigo; os
originarios de substantivos comuns levariam.
Ex.
Sao Paulo: nome proprio, sem artigo
Rio de Janeiro: comum (rio), com artigo
Brasil : comum, com artigo
Joao Pessoa: proprio, com artigo
mas ai enroscamos nas topografias de origem tupi (acho q a grande
maioria) e a teoria entra em parafuso... enfim, esses sao meus 2
centavos
Marcelo
Exatamente. Pensei uma coisa , escrevi outra, e fiquei com cara de
bundao. Topografias derivadas de nomes proprios, conforme a regrinha
dissertada anteriormente, NAO levam o artigo.
Marcelo
> Ioio,
>
> Isto nao parece estar relacionado com o genero dos substantivos
> geograficos, mas sim se eles fazem uso ou nao do artigo.
>
> Estou olhando a minha "biblia" da gramatica, o "Cegalla", e ele diz:
> "Dentre os nomes proprios geograficos , a lingua atual distingue os
> que repelem o artigo (Portugal , Atenas, Curitiba, Copacabana, etc) e
> os que exigem o artigo (a Bahia, o Porto, o Rio de Janeiro, os Acores,
> etc). E indiferentemente, "Recife" ou "o Recife".
Parabenizo-o efusiva e salivadamente pela maravilhosa explanação.
Como residente de Pernambuco há 34 anos, prefiro dizer "o Recife" a
"Recife". E, assim, parece-me fazem-no os estados circunvizinhos a
Pernambuco, i.e., Paraíba, Piauí, Alagoas e, possivelmente, Ceará.
Di-lo-ão sem o artigo outros estados da federação, toponimicamente
falando.
> [. . .]
> Joao Pessoa: proprio, com artigo
Como topônimo, não seria apenas "João Pessoa" (desacompanhado do
artigo)? (Estive em João Pessoa, veio de João Pessoa etc)?
> mas ai enroscamos nas topografias de origem tupi (acho q a grande
> maioria) e a teoria entra em parafuso... enfim, esses sao meus 2
> centavos
>
Uma explanação dessas vale por um seminário inteiro. Poderíamos abrir
uma cadereneta de poupança só com esses seus dois centavos. :)
m
> I00II0II0 wrote:
> >
> > Eu tenho uma duvida que nunca ninguem consegui me explicar (ou
> > talvez seja eu que nunca tenha entendido).
> >
> > [. . .]
> Márcio Osório wrote:
> >
> > Marcelo L. Meira escreveu:
> >
> Exatamente. Pensei uma coisa , escrevi outra, e fiquei com cara de
> bundao. [. . .]
>
Não seja por isso. De uns tempos para cá, eu passei a usar cuecas
faciais.
m
Eu acho que entendi, mas continua complicado. Salvei esse texto para que eu
possa consulotar caso esqueca. De qualquer forma, muito obrigado mesmo.
Levemente errado.
Contrações são recursos fonéticos sim, mas...
No mar de exceções gramaticais, existe uma regra que dita que o sujeito
nunca deve ser preposicionado, embora o português arcaico registre algumas
ocorrências. Assim, analizando essa oração, temos um verbo de ligação no
infinitivo pessoal (ser) cujo sujeito é o termo _verbo_ antecedido de seu
artigo definido _o_, se a ele juntamos a preposição _de_, formando _do_
infringiríamos a regra referida.
[]'s
*************
<<<DePaula>>>
Apenas ocorre que alguns substantivos são neutros em português, e
essa neutralidade é expressa pela ausência de artigo definido, e
todos os substantivos neutros englobam apenas nomes de países, es-
tados e cidades, independente de terminarem em 'a' ou 'o': Portugal,
Malta, Mônaco, Angola, Moçambique, Timor, Cabo Verde, São Tomé e
Príncipe (estranha a tendência à neutralidade dos nomes das colônias
portuguesas), Singapura, Luxemburgo, Liechtenstein, Uganda, Ruanda,
Gana, Israel , Omã, Cuba e mais uns.
Praticamente todos os nomes de cidades são neutros, com pouquíssimas
exceções: o Rio de Janeiro, o Porto, o Cairo, o Havre, a Cidade do
Cabo, a Cidade do México.
Alguns variam conforme preferências regionais: 'o' Recife no nordeste,
Recife no resto do Brasil, idem 'as' Alagoas e Alagoas. E em Portugal
se diz "em França, em Espanha, de Holanda ..."
Nomes de estados acho que não têm regras definidas:
- neutros: Minas Gerais, São Paulo, Pernambuco, Roraima, Goiás,
Minnesota, Michigan, Nova Iorque, Corrientes, Missiones, ...
- ou não: o Amapá, o Paraná, a Bahia, o Rio Grande do Sul, o
Texas, a Flórida, a Califórnia, a Patagônia, ...
Acidentes geográficos levam o artigo referente ao acidente, por
exemplo um rio é sempre masculino singular, mesmo que seu nome
seja feminino plural como o Amazonas ou o Velhas; ou o (monte)
Santa Helena, o Aconcágua, o (pico das) Agulhas Negras etc.
Da mesma forma, quando usados "subjetivamente", os nomes de cidades,
neutros na forma original, recebem 'em geral' o artigo feminino,
mesmo que não concorde em gênero ou número com o nome em si: a Belo
Horizonte da minha infância, a São Paulo dos barões do café, a
Salvador dos livros de Jorge Amado, a Porto Alegre de Érico
Veríssimo ...
> A questao que resta eh a razao da diferenca. Tenho uma leve lembramca
> que a diferenca deve-se a origem da palavra, variando conforme a origem:
> topografias originarias de nomes proprios nao levariam o artigo; os
> originarios de substantivos comuns levariam.
>
> Ex.
>
> Sao Paulo: nome proprio, sem artigo
> Rio de Janeiro: comum (rio), com artigo
> Brasil : comum, com artigo
Mas as cidades com nomes derivados de substantivos comuns ou
adjetivos permanecem neutras: Ouro Preto, Diadema, Rio Branco
(se bem que aqui eu acho que vem do barão), Campos, Diamantina,
Cabo Frio, Fortaleza etc.
E 'o' Espírito Santo é derivado também de um nome próprio.
Os estados cujo nome foi derivado de um acidente geográfico levam
esse artigo: a Bahia, o RJ, o RN, o RS, o (rio) Paraná, o (rio)
Amazonas, o (rio) Tocantins.
'O' Mato Grosso dá para entender, mas eu não conseguiria explicar
'a' Paraíba nem 'o' Acre.
> mas ai enroscamos nas topografias de origem tupi (acho q a grande
> maioria) e a teoria entra em parafuso... enfim, esses sao meus 2
> centavos
São todos neutros, quando nomes de cidades: Manhuaçu, Manhumirim,
Itacoatiara, Jacarepaguá, Pindamonhangaba, Itaquaquecetuba.
Alguns recebem o artigo pela concordância com o nome do acidente
geográfico que se referem: o Anhangabaú (o rio Anhangabaú, em SP),
o Itacolomi (o pico do Itacolomi, em MG). [Claro que a concordância
com o acidente em *Português*, já que p.ex. 'manhu' e 'ita' querem
dizer 'rio' e 'pedra/monte' em Tupi-guarani, mas as cidades com
'manhu' e 'ita' são todas neutras.]
JL
> Não seja por isso. De uns tempos para cá, eu passei a usar cuecas
> faciais.
Por isso aquela tal operação, para que as cuecas parassem de feder? :-9
JL
>Alguns variam conforme preferências regionais: 'o' Recife no nordeste,
>Recife no resto do Brasil, idem 'as' Alagoas e Alagoas. E em Portugal
>se diz "em França, em Espanha, de Holanda ..."
Pequenissima correccao: em Portugal se diz "a Holanda". Penso que a
neutralidade dos outros se deve 'a sua utilizacao mais frequente; assim, nao
e' de admirar que paises proximos e ex-colonias sejam, em geral, neutros.
Um abraco,
Alexandre
_________________________________________
De onde eu te olho tu nao me ves
(J. Lacan)
> Pequenissima correccao: em Portugal se diz "a Holanda". Penso que a
> neutralidade dos outros se deve 'a sua utilizacao mais frequente; assim, nao
> e' de admirar que paises proximos e ex-colonias sejam, em geral, neutros.
A memória deve ter-me pregado uma peça. Eu podia jurar que tinha
escutado isso em Lisboa. Inglaterra vocês dizem com ou sem artigo?
Já não me lembro mais, exceto que vocês traduzem os nomes da fa-
mília real para o Português (rainha Isabel, princesa Margarida,
prícipe Carlos). Era interessante ler isso nos jornais.
Percebi pelo seu endereço que você estuda no IST. O que é que
você faz aí? Estive por um total de 2 meses no IST, na Secção
de Tecnologia Mecânica do DEM.
JL
> Inglaterra vocês dizem com ou sem artigo?
Hi, pa'... E' conforme o caso ("caso" como em latim -- nominativo; locativo;
et c.)!: "Estive em Inglaterra". Mas tambem: "A Inglaterra e' uma monarquia".
O caso tambem existe em portugues so' que ao contrario do alemao e outras
linguas a declinacao esta' "escondida".
>Já não me lembro mais, exceto que vocês traduzem os nomes da fa-
>mília real para o Português (rainha Isabel, princesa Margarida,
>prícipe Carlos). Era interessante ler isso nos jornais.
Por tradicao traduzem-se nomes de monarcas europeus.
Mas vai-se perdendo esse habito. Ja' ha' quem diga "principe William".
>Percebi pelo seu endereço que você estuda no IST. O que é que
>você faz aí? Estive por um total de 2 meses no IST, na Secção
>de Tecnologia Mecânica do DEM.
>JL
Fantastico! E isso foi ha' quanto tempo? Tenho amigos no DEM, talvez algum te
conheca...
Eu trabalho no Centro de Fusao Nuclear (CFN) em interaccao laser-plasma, entre
outras coisas no Diagnostico de Dispersao de Thomson (medida da temperatura e
densidade electronicas do plasma do reactor).
Márcio Osório <marcio_...@my-deja.com> escreveu nas notícias de
mensagem:8bfugj$oeo$1...@nnrp1.deja.com...
Descuram-se as porno editoras, no mais das vezes, da língua, mas
mostram-na, acintosamente, ora encaracolada, ora estirada, ora a
escancarar-se por entre os lábios da concupiscência a que gramática
nenhuma dar-se-ão, jamais, ao trabalho de aprender.
As porno editoras, por outro lado, poderiam dar-se ao trabalho de
publicar gramáticas porno-eróticas, com a certeza de que sempre teriam
compradores certos.
Foi em 1996. Fiquei com os Prof. José Ferreira, da área de fundição, e
Silvestre Antunes, da metrologia.
JL