Cara Jocilene,
A meu ver a proposta apresentada é um retrocesso.
Irei abordar, nesse momento, apenas duas questões e aguardo posição dos demais discentes desse Programa.
· todos os doutorandos bolsistas arcarão com passagens e diárias dos examinadores externos (qualificação e defesa). Considerando os valores médios apresentados acima, estes custos seriam da ordem de R$ 4.000,00 (2 passagens ida e volta e 8 diárias a R$190,00) para um total de R$19.200,00 de taxa de bancada nos 4 anos regulamentares de bolsa; Ressalto que o CNPq, por exemplo, não permite a utilização do recurso da taxa de bancada para pagamento de passagens aéreas e não acho prudente que um Programa de Pós-Graduação proponha "artifícios" para driblar uma norma do Conselho Nacional de Pesquisa que, diga-se de passagem (no termo literal da palavra) tem sua razão de ser como, por exemplo: a taxa de bancada deve ser utilizada para compra de material bibliográfico, viagens de estudo, visitas técnicas, participação em congresso http://vega.cnpq.br/pub/forms/pq/rn007-03.pdf , tendo em vista que não há como desenvolver um trabalho original, se formar enquanto liderança (objetivos apresentados na página do Programa acesse: http://www.smarh.eng.ufmg.br/regul.php) sem investimento que, no caso, é mínimo e aproveito para solicitar verificação no valor que não é de R$400,00 e sim de R$394,00 e, principalmente, não é de R$19.200,00 já que a maioria de nós não inicia seu doutoramento recebendo bolsa. Outra questão de ordem acadêmica: caso o doutorando não possua recurso, a composição da banca ficará comprometida? Ou seja: a razão de ser desse Programa ficará comprometida? Já que a defesa é um momento fundamental em uma tese. Quanto a justificativa apresentada: · Igualar as condições de TODOS os doutorandos bolsistas. Eu penso que a lógica é: DIVIDIR A RIQUEZA NÃO SOCIALIZAR A POBREZA Por aqui me despeço com uma enorme desolação. Uende
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Prezados Colegas estamos aguardando propostas e opinioes sobre o documento Taxa de Bancada.
Assim como a Uende fez sua proposta , gostaríamos de receber de outros discentes também.
Uende, esqueci te te dizer, nao fique desolada, pois estamos juntos para lutarmos por aquilo que será melhor para todos, já foi um gde passo o colegiado apresentar o balanco das taxas com a proposta para acolher nossas opinioes, entao temos que aproveitar a oportunidade.
Obrigada
Abracos
Jocilene
Mensagem original
De: Uende Aparecida Figueiredo Gomes Figueiredo < uendefi...@yahoo.com.br >
Para: smarh...@googlegroups.com < smarh...@googlegroups.com >,jocil...@bol.com.br
Assunto: {SMARH-UFMG} Absurdo taxa de bancada -leiam com aten ção
Enviada: 22/01/2010 12:14
Cara Jocilene,A meu ver a proposta apresentada é um retrocesso.Irei abordar, nesse momento, apenas duas questões e aguardo posição dos demais discentes desse Programa.· todos os doutorandos bolsistas arcarão com passagens e diárias dos examinadores externos (qualificação e defesa). Considerando os valores médios apresentados acima, estes custos seriam da ordem de R$ 4.000,00 (2 passagens ida e volta e 8 diárias a R$190,00) para um total de R$19.200,00 de taxa de bancada nos 4 anos regulamentares de bolsa;
Ressalto que o CNPq, por exemplo, não permite a utilização do recurso da taxa de bancada para pagamento de passagens aéreas e não acho prudente que um Programa de Pós-Graduação proponha "artifícios" para driblar uma norma do Conselho Nacional de Pesquisa que, diga-se de passagem (no termo literal da palavra) tem sua razão de ser como, por exemplo: a taxa de bancada deve ser utilizada para compra de material bibliográfico, viagens de estudo, visitas técnicas, participação em congresso http://vega.cnpq.br/pub/forms/pq/rn007-03.pdf , tendo em vista que não há como desenvolver um trabalho original, se formar enquanto liderança (objetivos apresentados na página do Programa acesse: http://www.smarh.eng.ufmg.br/regul.php) sem investimento que, no caso, é mínimo e aproveito para solicitar verificação no valor que não é de R$400,00 e sim de R$394,00 e, principalmente, não é de R$19.200,00 já que a maioria de nós não inicia seu doutoramento recebendo bolsa.
Outra questão de ordem acadêmica: caso o doutorando não possua recurso, a composição da banca ficará comprometida? Ou seja: a razão de ser desse Programa ficará comprometida? Já que a defesa é um momento fundamental em uma tese.
Quanto a justificativa apresentada:
· Igualar as condições de TODOS os doutorandos bolsistas.
Eu penso que a lógica é: DIVIDIR A RIQUEZA NÃO SOCIALIZAR A POBREZA
Por aqui me despeço com uma enorme desolação.
Uende
--- Em sex, 15/1/10, jocilenefc escreveu:
Camila e demais colegas,
O meu questionamento quanto ao valor estimado refere-se a consideração de que os doutorandos recebem sua bolsa a partir do momento que iniciam o doutorado, conforme considerado em seu cálculo: 12x4x400, esse 4 está equivocado, porque muitos de nós inicia seu doutorado sem receber bolsa situação que permanece até por dois semestres.
Por outro lado, sou favorável de que todos devem receber a taxa de bancada, no entanto, você deve ter observado na proposta que encaminhei ao grupo, não são só os alunos que recebem taxa de bancada, os professores também recebem. Logo, se os professores pensam que nós, estudantes, podemos destinar parte da taxa do bancada para tal fim concluo que eles concordam também em destinar parte de sua taxa de bancada para o mesmo fim. Sendo assim, pelo bem do Programa, proponho uma divisão proporcional entre estudantes e professores.
Atenciosamente,
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