Ética e Legislação - O que é Ética - de Valls, Álvaro.

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Thiago Ulisses Sperandio Nascimento

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Mar 30, 2010, 7:18:27 PM3/30/10
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Dois resumos, abaixo:


Trabalho realizado por:

 Hilda Thiare Souza da Silva

Contato: thia...@hotmail.com ouh.thia...@gmail.com

Graduada em Enfermagem pela Faculdade São Francisco de Barreiras – FASB

O QUE É ÉTICA - VALLS, Álvaro L. M.O que é Ética. 9. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994. (Coleção primeiros passos: 177)


Nascido em 1947, em Porto Alegre, onde passou a maior parte de sua vida e onde trabalha como professor na Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, Álvaro Valls cursou o segundo grau no Colégio Anchieta também em Porto Alegre, e graduação em Filosofia na Faculdade Medianeira, em São Paulo, para ingressar em 1973 no Departamento de Filosofia da UFRGS, onde atualmente é professor-adjunto. Tendo feito seus estudos de pós-graduação na Alemanha dedicou o trabalho de mestrado a Adorno e o de doutorado ao conceito de história em Kierkegaard. E mais tarde publicou vários artigos sobre temas filosóficos e educacionais.

A obra “O que é Ética” aborda as origens e a estruturação da ética aliada a aspectos e conceitos existentes desde os tempos remotos aos dias atuais buscando assim, retratar sua configuração histórica, política, religiosa, social, comportamental e filosófica frente à sociedade e aos indivíduos que a compõem. Dessa forma, o livro encontra-se organizado em sete capítulos, acrescidos por uma parte voltada às Indicações para Leitura, a qual sugere possibilidades e fornece dicas ao leitor, de como aprofundar-se em temas que foram anteriormente tratados na obra e, principalmente na questão da ética, indicando ao interessado um leque imenso de estudos para a expansão dos conhecimentos.

No primeiro capítulo denominado “Os problemas da Ética”, o autor inicia sua abordagem sobre a ética problematizando-a na vida do ser humano, tanto individualmente quanto coletivamente, e em suas atitudes, uma vez que a ética também é analisada como sendo o estudo das ações ou costumes e a realização comportamental de um ser . Segundo o capítulo, a ética assume vertentes distintas que terminam por si unir para compô-la. Vertentes estas comportamentais, teológicas, descritivas, referenciais históricos e culturais de determinadas épocas. Diante de indagações e exposição de idéias e fatos, o autor corrobora que a questão ética esteja ligada aos costumes e às mudanças que a cultura de um local sofre, demonstrando as diferenças acentuadas e a constante transformação de um dado meio social. Na ética, a variação dos costumes e dos valores éticos diferem em termos normativos, ideológicos e concretos de uma sociedade para outra, sendo assim caracterizada pela variabilidade do tempo e do espaço, e pela universalidade por estar incorporada e compreendida em diversas áreas do conhecimento. Então, os valores éticos podem acompanhar o ritmo das transformações ocorridas em uma sociedade. Faz-se presente na retratação da ética nomes como: Sócrates, filósofo grego (470 a 399 a.C.) conhecido como o “fundador da moral” por basear seu princípio ético tanto nos costumes do povo, dos ancestrais, em leis exteriores, quanto principalmente na sua convicção pessoal, ocupando-se exclusivamente consigo mesmo e com o seu agir; além de ser identificado como o questionador das leis e da justiça vigentes na época. E Kant, pensador racionalista alemão (1724-1804), cuja reflexão se firma na ética universal, apoiada na igualdade entre os homens, tendo sua filosofia como centro, o homem, e onde a questão da moral é igual para todos.

O capítulo seguinte retorna à Grécia Antiga para analisar as características e particularidades que a ética assumia na época em questão, onde três pensadores influenciaram nas formulações subseqüentes. Sócrates foi um deles (este já citado e comentado anteriormente) e logo depois seu discípulo, Platão (427 a 347 a.C.), partindo da idéias de que os homens estão em busca da felicidade refletida na imortalidade da alma, na idéia do Sumo Bem, nas virtudes como uma purificação do ser, na vida divina e na contemplação das idéias filosóficas buscando dessa forma a assimilação a Deus. Já a Ética Aristotélica (384 a 322 a.C.) pregava a variedade dos seres e respectivamente dos bens, conforme a natureza e a essência de cada ser, pautada no “viver racionalmente” ou simplesmente na razão, e valorizando a virtude - vista como a segunda natureza e adquirida pela razão livre - a vontade humana e a liberdade de escolha.

“Ética e Religião”, o terceiro capítulo discorre sobre a influência e colaboração da religião grega na construção das raízes éticas e no agir do ser humano, o qual passava a agir não mais de acordo com a natureza, mas conforme a vontade do seu Deus; estando o pensamento ético co-relacionado à religião. É fundamental mencionar de um lado, a moral revolucionária marxista, tendência que buscou a união entre a ética religiosa e a filosófica; e do outro, as práticas e teorias que ignoravam as contribuições religiosas, tais como: as concepções determinista e racionalista, o formalismo kantiano, o utilitarismo, o pragmatismo e etc. Sendo assim, o judaísmo (o homem deveria buscar sua vontade) e o cristianismo (o homem vive para conhecer, amar e servir a Deus) vieram para interagir e atrelar seus princípios aos ideais éticos pregados na época. 

O quarto capítulo trata do diferentes enfoques dos ideais éticos e da variabilidade que estes podem assumir. O que vai garantir esta variação são os aspectos históricos, sociopolíticos, culturais e intelectuais de determinadas sociedades, podendo estes ideais se basearem na harmonia cósmica, na prática do Bem, na vida espiritual, na liberdade pessoal e social, no agir moralmente, no Estado livre e igualitário, entre outros. O homem vai agir conforme a razão e a liberdade seguindo o princípio da moralidade. A questão da liberdade pessoal / autonomia individual será pregada e estimulada no contexto sociopolítico e econômico renascentista e iluminista. Logo mais na Revolução Francesa, Hegel induz à reflexão da abstração da liberdade representada pelo Estado, pela harmonia entre consciência moral e leis de direito, e pelo próprio direito. A Era Moderna é marcada pela busca restrita da ética racional, pelo pensamento ético-filosófico e pela doutrina da Revelação advinda do cristianismo. E no século XX a liberdade é analisada como um ideal ético, evidenciando o pessoal, o poder da opção e da escolha.

No quinto capítulo, Álvaro Valls induz o leitor a “enxergar” a ética extremamente ligada à liberdade, isto é, a ética nos remete à normas e responsabilidades sobre as quais o homem é livre o suficiente para segui-las ou não. Referindo-se às ações humanas, se elas são estabelecidas de fora pra dentro não há liberdade nem autodeterminação, mas sim determinismo e objetividade dominando o homem e impedindo-o de ter seu espaço para expressar suas opiniões / posições, e conseqüentemente sua liberdade. E de nada adianta a liberdade do pensamento, se esta também não é concreta, praticada, questionada e colocada no campo do “agir livremente”, levando sim dessa forma à uma liberdade abstrata. Hegel, então fundamenta e expressa que a liberdade não pode ser apenas exterior, nem interior, entretanto deve se desenvolver conscientemente e nas estruturas, de modo a compor a consciência de liberdade. A partir daí pode-se dizer que a ética se movimenta entre o determinismo absoluto e o libertarismo absoluto. Karl Marx vai afirmar que a liberdade está sempre condicionada pelas possibilidades técnicas e pelas formações econômico-sociais, estando o agir ético interferido acentuadamente pelas relações econômicas. Já Kierkegaard, pensador dinamarquês vai relacionar a angústia com a experiência humana de ser livre, de poder optar e de ter de optar. Duas alas do pensamento ético totalmente diferentes e distanciadas a primeiro momento, mas que quando analisadas conjuntamente constituem uma o complemento da outra, especialmente por que o homem como portador do direito do livre arbítrio, se vê muitas vezes em impasses oportunizados pelas condições de vida e de trabalho submetidas pela sociedade. Sendo assim, o homem tem consciência ao preferir o Bem ou Mal, uma vez que ele conhece e sabe o melhor a seguir: agir bem ou agir mal.
Em “Comportamento Moral: o bem e o mal”, o sexto capítulo, o autor relata que o indivíduo procura agir de acordo com a sua razão natural, consultando sua consciência individual - a qual se organiza mediante à consciência e valores universais e válidos a todos - quando a ética mostra uma preocupação com a autonomia moral do indivíduo. Para o comportamento moral agir eticamente é agir de acordo com o bem, porém nem sempre é possível se distinguir o que é o Bem. Cabe ao homem identificar e escolher entre o verdadeiro caminho do bem ou mal. Mediante a isso, a moral se configura como ciência prática, cujo objeto é o estudo e direção dos atos humanos tanto coletivamente quanto particularmente.

No último capítulo é exposta a temática e o posicionamento da ética atualmente, considerando que a mesma foi rotulada como algo privado, estando a problematização da ética concentrada na família, na sociedade civil e no Estado, e nos acontecimentos e correlações acerca desses três momentos da eticidade e seus reflexos para com o meio social e principalmente na vida individual de cada ser humano.

Em aspectos gerais, a obra comporta alta especificidade por remontar peculiaridades, características, ensejos históricos, informações políticas, fundamentações religiosas e intelectuais, e temáticas sociológicas relacionadas às diversas questões da ética nos mais variados momentos cronológicos, as quais irão contribuir para a constituição da teorização acerca da ética em si e de suas condutas e questionamentos. Mesmo caracterizado por possuir um conteúdo de fácil entendimento expresso em uma linguagem bem facilitada, e estruturado gramaticalmente de forma adequada ao tipo de abordagem, o livro trata de um tema sério e polêmico, o qual requer dedicação e uma certa “malícia” para a compreensão dos pensamentos e reflexões explicitadas. Discorrendo assim, sobre a Ética desde a Grécia Antiga aos dias atuais, e com isso demonstrando a presença desta ciência em todas as sociedades, das mais distintas formas.

De modo implícito e discreto, o autor expressa suas reflexões e indagações sobre o tema tratado ao evidenciar os pontos principais e contributivos para a sistematização da Ética, e ao expor as contradições existentes neste campo em meio à sociedades muitas vezes incomuns, diferenciadas e até corrompidas, quanto ao modo de se pensar a respeito das mais variadas questões. Em suma, o autor enfatiza a extrema importância de se entender a Ética como algo próximo a nós, cuja prática nos respalda a respeito da nossa própria valorização quanto seres humanos, uma vez que ao agir conscientemente e moralmente para com alguém, agimos para conosco, e conseqüentemente essa atitude recai sobre a sociedade e sobre as pessoas que nos cercam e que a compõe. A importância da abordagem desse assunto se centra também no exercício do conhecimento em relação às origens éticas, sua seqüência e análise ao longo dos anos, aos pensadores e filósofos, e à sua configuração nos dias de hoje.

Ao reportar a Ética para a Assistência da Saúde em Enfermagem evidencia-se que esta não é meramente teórica nem se resume apenas à atitudes normativas incorporadas às leis e normas constantes no Código de Ética Profissional. É, portanto, pensada e considerada como sendo uma temática compromissada com o cotidiano humano e profissional, em que o exercício da saúde voltada para a qualificação da vida e justiça social é preconizado. Responsabilidade e competência no cuidado à saúde é dever ético de todo e qualquer profissional, e principalmente daquele ligado a área da saúde, uma vez que este zela pela vida do ser humano através da promoção e preservação da saúde.

Mediante às informações citadas e descritas na obra, a necessidade de se conhecer e se aprofundar no tema em discussão é notável, principalmente devido à possibilidade de cada vez mais se expandir o conhecimento e aplicá-lo diariamente na vida individual e social. Apesar da temática de fácil compreensão, “O que é Ética” se mantém voltada a um público familiarizado com as questões éticas, filosóficas e históricas, e principalmente àqueles que desejarem incluir a Ética e a Moral na vida cotidiana pessoal, profissional e social, unindo informações teóricas às atitudes comuns e diárias do homem, visando essencialmente o valor e o respeito ao ser humano.
 

Obs.:
- Todo crédito e responsabilidade do conteúdo é de seu autor.
- Publicado em 26/06/2008







Texto extraído do site http://www.webartigos.com/articles/18100/1/RESUMO---O-QUE-E-ETICA/pagina1.html

RESUMO - O QUE É ÉTICA
Álvaro L. M. VALLS

O esboço do tema relacionado à ética, esboçado por Álvaro Valls, vem de forma clara mostrar quanta complexidade é encontrada para discorrer sobre o mesmo, mas não descarta a grande necessidade e ao mesmo tempo a obrigatoriedade da constante vivência e atualização, pois ele é evidente e se observado afundo é quase impossível a sua definição, trançado um paralelo de comparação, vê-se que em todos os lugares e culturas e pertinentes seus valores, crenças, costumes, modos de vida, e acima de tudo verifica-se as normas expostas – um poder maior que está acima de todos, conforme a época, eles vêm se modificado até mesmo pelas constantes mudanças sociais e tecnológicas criadas e organizadas pelo próprio homem; embora para cada “homem” as realidades venham contextualizar realidades diferentes – assim sendo, Ética é tudo aquilo que consideramos correto, que vivemos e defendemos e, tem como referencial o respeito ao outro, o que ele vive, cada um deve pensar de certa forma em conviver e trocar experiências, participando ativamente do processo social envolvendo indivíduos de diferentes lugares. Ainda neste ponto de vista torna-se essencial ressaltar que a ética está em cada um, em todos os lugares e a todos os momentos se exige ética de todas as pessoas – concernentes ao modo de falar, como falar, quando falar.

Existem muitas teorias que argumentam e discutem sobre a ética; expondo a todos os momentos situações que tragam profundas reflexões a fim de se estabelecer um conceito, mas cada um a define, neste sentido se a filosofia, a psicologia, a teologia, diante de pensadores de acordo com sua compreensão de mundo, reprimidos e, somente mais tarde é que estes irão conseguir a verdadeira compreensão das suas formas de expressão, por conta da evolução social e cultural que agora se manifestará, estes pensadores por sua vez já buscavam relacionar teoria e pratica na tentativa de alcançar quem sabe, a verdade absoluta sobre determinados assuntos, sempre esbarrando num pressuposto maior, numa fundamentação além, ditos do próprio Jesus cristo, induz neste momento a uma questão primordial que deve ser considerada entre os homens: “sede perfeitos (...)como Jesus cristo. A bíblia relata que Jesus aqui na terra foi: amoroso, paciente, fiel, justo, reto (...) é possível ser perfeito ?. a ética pela sua abrangência, revela que seus próprios argumentos tornam-se vazios para tão ampla abrangência; o espaço físico e mental não consegue comportar discussões tão vastas.

As reflexões agora se voltam para as atitudes e as concentrações de vários saberes, em busca do principio absoluto da conduta, fundamentados especificamente na religião: logo, pensamentos de grandes teóricos como, Sócrates, Aristóteles e Platão; no sentido de levar as divisões ética e sua compreensão tendo relevância a teologia: de um lado a infidelidade da vida humana é cultuar a Deus; no segundo aspecto o prazer não é um bem nem um mal,
“(...) este é o fim mais nobre e a nossa norma mais segura de conduta.”

Nestas perspectivas, são firmadas doutrinas que colocam a felicidade no centro das preocupações éticas, apontando fatores ideais sem, contudo esquecer-se de que sempre há a necessidade de observação da realidade circundamente a nossa volta; revelando por intermédio do bem as atitudes louváveis perante a sociedade, que através do próprio homem integralmente, se bem agir terá a fidelidade de convencer outros mediante que apresentar, logo em seguida, o autor apresenta a sabedoria naquele alguém cujo potencial lhe orienta para decidir sobre determinados assuntos tendo em vista a lógica, a razão. Para Platão este é o sumo bem; já para Aristóteles o empírico vem determinar e envolver todos os demais aspectos da vida. No contexto da religiosidade e ética tem havido confusões, vários pensadores buscam ainda universalizar os conceitos que se relacionam ao assunto, acreditando que os princípios devem ser os mesmo para todos ao mesmo tempo; por outro lado apresentam que a tendência da modernidade valoriza sim; os prazeres em detrimento da razão e do bom senso; a praticidade aos valores morais e éticos até então considerados, sufocando a moral e, ao mesmo tempo causando preocupação concernente a ética neste sentido. Onde começa e até onde vai a ética; em termos éticos a religião volta-se para a educação e o aperfeiçoamento do homem que busca a santidade de Deus. É notório que ela, a religião, tenha, trazido um grande progresso moral para a humanidade; pois os seus conceitos teológicos reforçam a sua interpretação.

Os ideais éticos por sua vez, refazem a idéia de viver em harmonia com a natureza atentando para os critérios da moralidade e a razão e a liberdade, que consiste na preservação dos direitos do homem como um agente no processo de organização, não estando ele, portanto isento do cumprimento dos seus deveres nem alheio aos seus direitos para a igualdade entre todos, almejando uma vida social mais justa e mais humana, uma verdadeira preocupação com o futuro. Todavia, uma reflexão ético-social dos nossos dias caracteriza o momento alarmante em que todo o avanço tornou-se moral, pois não há participação; assim sendo a ética torna-se impossível diante da liberdade e da fatalidade, mas, não há o que não acabe esbarrando na ética, que aqui está voltada para o Deus dominador. No texto apresentado apontam-se vários filósofos cuja preocupação com a ética e o de resolver as contradições entre: necessidade x possibilidade; tempo x eternidade: individual x social; econômico x moral; corporal x psíquico; natural x cultural; inteligência x vontade.

Mark e kierkegaard apresentam duas contribuições para estes tempos: para mark a ação humana está definida em trabalho e técnica, não aceitando o domínio do homem pelo próprio homem, na segunda o presente deve ser compreendido como o instante da decisão; o bem e o mal vem agora descrever o comportamento moral que ainda se define em consciência moral; sua autonomia por intermédio sabendo-se que para cada uma situação existe atitudes a serem tomadas e, cada uma delas leva em conta a linguagem ética. Agir eticamente é agir bem e não mal, não devendo, portanto estar distraído quanto a esta escolha; sim agir normalmente, para atitudes aponta três em que uma ética concreta não ignora:

• A família: demonstrando a grande e latente necessidade de reformulação no que se dirigem ao relacionamento pais x filhos; direitos e os deveres de todos os componentes.

• A sociedade civil: aparece retratando o quadro gritante da injustiça social: onde há riqueza de poucos e pobreza de muitos; domínio, poder e privilegio, o trabalho e a propriedade são fatores pertinentes.

• Estado: apresenta grandes problemas de desigualdade entre as classes sociais; exploração. Pois os meios de comunicação contribuem para a passividade do cidadão quando apenas ouve não tendo a oportunidade de interagir e de participar, assim sente-se cada vez mais impotente. Portanto, jamais descarta as vertentes possibilidades de uma conscientização que será ampliada por meio da educação escolarizada, que será a abertura aos novos horizontes e a chegada a uma tão almejada sociedade com atos de participação e o pleno exercício da cidadania palavra-chave: ética – sociedade – culturas – valores –moralidade - ser ético – religião – consciências – liberdade – deveres – realidade – tendências. 


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Thiago Ulisses Sperandio Nascimento
  Técnico em Informática - Cefet-ES
  Técnico em Administração - F.C.S.

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