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O que o Ministério da Saúde NÃO adverte – é sobre a verdade a respeito da prevenção contra a AIDS, ao contrário.
Estamos chegando às vésperas do Carnaval e todo ano é a mesma coisa. Milhões de reais são gastos em publicidade para estimular as pessoas a se “divertirem à vontade”, desde que não deixem de usar camisinha
No
dia 28 de novembro de 2011, o Ministério da Saúde por seu Departamento
de DST (doenças sexualmente transmissíveis), Aids e Hepatites Virais divulgou
relatório epidemiológico onde destaca o seguinte: “entre os gays na faixa de 15 a 24 anos houve aumento de 10,1%. No ano passado, para cada
16 homossexuais dessa faixa etária vivendo com aids, havia 10 heterossexuais.
Essa relação, em 1998, era de 12 para 10”. Não é difícil de acreditar e nem
é de impressionar este aumento, uma vez que o próprio governo federal vem
promovendo ações que incentivam o homossexualismo e justo nesta faixa etária da adolescência.
Lembram do “kit gay” que andam querendo impingir nas escolas? Não pensem que desistiram da ideia.
Ainda do mesmo relatório, temos o seguinte dado que refere à condição de contaminados em relação ao nível educacional: “a proporção maior dos casos de aids (26,3%) está entre as pessoas que têm entre 4 e7 anos de estudo. Em 1998, a maior proporção de casos de aids era maior entre pessoas com menor escolaridade, uma vez que 29,3% dos registros eram em pessoas que tinham de 1 a 3 anos de estudo.
E aqui impõe-se-nos algumas dúvidas: os contaminados por AIDS estão estudando mais? A qualidade do ensino no Brasil “melhorou consideravelmente” nestes últimos 12 anos? O estudo aumenta a contaminação? Ou estão se deixando contaminar por acreditar na falácia do “sexo seguro”?
A AIDS é uma doença essencialmente de cunho moral (uso de drogas injetáveis com seringas compartilhadas e relações sexuais promíscuas ou anômalas) associado ao baixo rendimento educacional e a intromissão do Estado no processo educativo tradicional, familiar e religioso. E, este mesmo Estado por seu Governo eivado por atos imorais tenta condicionar e induzir a sociedade brasileira ao erro. Haja vista a quantidade de escândalos que o envolvem. Como não atingir índices de contaminação idênticos aos de 12 anos atrás e depois de milhões gastos com uma prevenção ilusória?
Até porque, ninguém dá o que não tem, já diz o sábio ditado.
Não é de impressionar que o próprio Ministério da Saúde se vanglorie de que em todos estes anos conseguiram manter “estável” a epidemia de AIDS no Brasil ao invés de reduzirem. Conforme o próprio título da nota de divulgação do seu relatório.
O Estado ao querer intervir contra a educação tradicional familiar e religiosa, estimula e leva uma precocidade pedófila, ao investir contra crianças nas escolas ofertando o famigerado “kit gay”, ou com suas campanhas de uso e distribuição indiscriminados de camisinhas em detrimento da vontade dos pais, antes mesmo de se preocuparem com um bom nível de educação formal, esta sim direito de todos e obrigação do Estado. E quando se diz que a sociedade é pedófila, isso não aceitam. Vociferam contra a Igreja dizendo que o Estado é laico. Por pressuposto que sim, entretanto, esquecem-se de que as pessoas têm princípios morais e éticos com fortes bases religiosas independentemente da confissão de fé. Onde formam o alicerce para viver as virtudes.
A deficiência do sistema educacional formal associado aos ataques que o próprio Estado promove contra a estrutura familiar tradicional, e contra os valores morais e éticos próprios da família. Só faz distorcer tais valores com proposições anômalas.
Povo bem educado é um povo que pensa e desenvolve uma massa crítica própria, ao ponto de poder decidir por si e optar actus personae por comportamentos orientados por virtudes. Povo inteligente não admite ser tratado por um sistema assistencialista em troca de meros votos como querem nossos governantes e nem se deixa conduzir por propagandas enganosas e insidiosas. É um povo que vai refletir sobre verdades e mentiras. E é isto exatamente que o mercado e os políticos não querem, pois atrapalha a ambos quando isto leva o povo a pensar antes de consumir e de votar.
De forma criminosamente irresponsável o Governo Federal, ao divulgar que existe “sexo seguro” só faz estimular a promiscuidade, o principal fator de transmissão da AIDS, da hepatite, que também mata, e outras doenças sexualmente transmissíveis.
Haveria então algum interesse escuso por trás da enganosa propaganda promovida pelo Governo Federal quando diz sem ficar vermelho que o importante é fazer “sexo seguro”? E que para ser seguro devem sempre usar camisinha? Haveria interesses econômicos? Quem ganha? Laboratórios, fabricantes de camisinhas, anunciantes, como as grandes redes de TV que propagam a mentira paga com dinheiro público e a própria vida dos contribuintes?
Seria interessante saber o quanto o governo gasta por ano comprando camisinhas e distribuído-as e com os respectivos contratos de publicidade. Ou será que alguém estaria levando algum por fora nos bastidores do governo nestas contratações publicitárias e compras de preservativos?
Não é possível que se aceite mais, um engodo desta ordem.
Alguns pesquisadores sérios já vêm alertando há mais de uma década sobre a ilusão da prevenção da AIDS por uso de camisinhas.
Vejamos alguns apenas.
A Dra. Susan C. Weller, em 1993 afirma em artigo sobre a duvidosa eficácia do uso de camisinha como método de sexo seguro, na revista Social Science and Medicine: “Presta desserviço à população quem estimula a crença de que o condom (camisinha) evitará a transmissão sexual do HIV. O condom não elimina o risco da transmissão sexual;”
E ainda, diz que a camisinha é 87% eficiente na prevenção da gravidez. Quanto à transmissão do HIV, apenas diminui o risco de contágio em aproximadamente 69%, o que é bem menos do que o que o Governo induz a pensar. Isto significa que, em média, três relações sexuais com camisinha têm o risco equivalente a uma relação sem camisinha. Ou seja, é uma verdadeira “roleta russa”.
O Catholic Family and Human Rights Institut (um grupo em Nova York que controla os temas da ONU em relação à família e à vida), informa que cerca de 10.000 médicos americanos acusam o (CDC) - “Center for Disease Control”– (Centro de Controle de Doenças) – nos Estados Unidos de ocultar a pesquisa do próprio governo, a qual mostra a “ineficácia dos preservativos para prevenir a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis e manifesta, além disso, que a rejeição do CDC de reconhecer este fato contribuiu para a epidemia de doenças sexualmente transmissíveis”. Não estariam fazendo o mesmo por aqui?
Pesquisas realizadas pelo Dr. Richard Smith do Public Education Commitee, Seattle, EUA, um epidemiologista especialista na transmissão da AIDS, detecta grandes falhas do preservativo. E afirma: “O tamanho do vírus HIV é 450 vezes menor que o espermatozóide. Estes pequenos vírus podem passar entre os poros do látex facilmente em um bom preservativo”. (The Condom: Is it really safe saxe?, Public Education Commitee, Seattle, EUA). Na mesma perspectiva temos a declaração da Rubler Chemistry Technology, de Washington, em junh 1992, que afirma: “Todos os preservativos têm poros 50 a 500 vezes maiores que o vírus da AIDS”.
Dr. Robert C. Noble, professor de infectologia declara em artigo da conceituada Newsweek de Nova Iorque, em abril de 1991, após, diz ele, assistir a um programa de televisão onde havia uma discussão sobre distribuição de camisinhas para crianças nas escolas. E manifesta como é ilusória a crença no tal “sexo seguro” com a camisinha, pois, segundo ele é uma ilusão e uma irresponsabilidade afirmar isto. Assim como, O Dr. Leopoldo Salmaso, médico epidemiologista no Hospital de Pádua, na Itália, afirma que: “O preservativo pode retardar o contágio, mas não acabar com ele”.
Os Estados
Unidos quadruplicou o orçamento para promover a abstinência em detrimento de
ilusórias campanhas de conscientização para o uso de camisinhas e já excluiu
dos programas dos centros médicos e de educação toda menção ao preservativo
como contraceptivo. A razão que levou a tomar essas medidas é que os contatos
sexuais precoces e pré-matrimoniais têm conseqüências negativas, tanto físicas
como psicológicas. E os gestores da
saúde no Brasil ainda dizem que estão no caminho certo, promovendo a
promiscuidade e o homosexualismo.
Segundo o Departamento de Saúde e Serviços Humanos do Center for Devices and Radiological Health, pertencente ao poderoso FDA - Food and Drug Administration, órgão do governo americano que regula medicamentos e alimentos, publicou em seu folheto informativo "Condoms and Sexually Trasmitted Diseases... specially AIDS" o seguinte: “A maneira mais segura de evitar estas doenças (sexualmente transmissíveis) é não praticar o sexo (abstinência). Outra maneira é limitar o sexo a somente um parceiro que também se compromete a fazer o mesmo (monogamia). As camisinhas não são 100% seguras, mas se usadas devidamente, irão reduzir o risco de doenças sexualmente transmissíveis, especialmente AIDS”.
Os responsáveis pela Saúde de Moscou estão promovendo uma campanha em favor da “abstinência total antes do casamento” porque segundo a Presidente da Comissão de Saúde, Ludmila Stebenkova: “Na Rússia as pessoas começaram a pensar que poderiam se proteger de qualquer doença com ‘sexo seguro’ mas os dados demonstram que aumentaram em 50% as infecções pelo vírus do Papiloma humano e outras doenças de transmissão sexual”.
Moscou gastará novecentos mil dólares em educação sexual, porém sem ensinar o uso do preservativo. A publicidade na TV, cinemas e colégios serão feitas com o slogan “Família sã, defesa contra a AIDS”.
Reparem que todas estas declarações, e há muitas mais, são da década passada, dos anos 90. Quantos mais vão enganar e matar até se darem conta de que é mais necesário preservar a vida de milhares do que conquistar uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU ou promover a corrupção em larga escala por uma Copa do Mundo.
Até quando vamos suportar que o Estado interfira de modo arbitrário e errado no processo educativo e bases morais e religiosas e que conduzem as famílias brasileiras há séculos a uma sã conduta de seus filhos? Até quando vamos permitir que se orgulhem de há 12 anos manterem o mesmo índice, “estável”, de contaminações e mortes?
Uma família sã é a base de uma de uma sociedade sã e tem o direito e a cima de tudo o devre sim de definir a sua consciência – “geradora de responsabilidade” – como a capacidade que a inteligência humana tem de julgar acerca do valor moral dos próprios atos. Pois tende a perguntar-se em cada situação concreta qual é a forma de “agir” correta, o que “deve” fazer aqui e agora; toda a sua ação é, portanto, uma resposta ao sentido que consiga captar naquela situação.
Para uma família espiritualizada, quando vem a julgar cada circunstância de vida e cada ato à luz da lei moral, essa busca de sentido lhe é facilitada e concretamente realizável.
A declaração Dignitatis Humanae, do Concílio Vaticano II, confirma: “Aos olhos de quem considera que a norma suprema da vida humana é a própria lei divina, eterna, objetiva, e universal, tem o dever e, por conseguinte, o direito de procurar a verdade em matéria religiosa, a fim de chegar por meios adequados a formar prudentemente juízos retos e verdadeiros de consciência". Daí que o ser espiritualmente desenvolvido torna-se um diferencial em seu ambiente ou em qualquer ambiente em que esteja, pois vai causar influência positiva, ativa e criadora a partir do sentido que vai encontrar em cada situação e pela construção de juízos retos a partir de uma consciência bem formada.
sejamos ou, ao menos tentemos, ser esta família sã para que sã, seja a nossa sociedade. Sal da terra e luz do mundo, é para isso que buscamos viver os conselhos e os valores evangelicos como verdades deixadas por Cristo.
ROBERTO KERBER
Diácono da Arquidiocese de Porto Alegre