"Combate a AIDS ou Irresponsabildade criminosa?"

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Luiz Postal

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Dec 3, 2011, 6:49:47 AM12/3/11
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Amigos.

Paz com todos.

Segua abaixo o texto COMBATE À AIDS OU IRRESPONSABILIDADE CRIMINOSA do Diácono Roberto Kerber, Assessor Religioso do Escotismo Católico e Chefe Escoteiro IM.

      Sempre Alerta/Shalom
             Luiz Postal
       Twitter: @CNEBrasil
www.escoteiros-catolicos.blogspot.com
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O Escotismo Católico, na forma dos Documentos Regulamentadores
do CNE-Brasil, é reconhecido
pela Igreja Católica Apostólica Romana
no Brasil
como Movimento de Apostolado Leigo.






Indignado diante da falácia do "sexo seguro" divulgada aos quatro ventos nestes últimos dias sobre prevenção contra AIDS e sabendo-se por relatório do Min. da Saúde que Porto Alegre é a Capital brasileira da AIDS, como membro da igreja e pai de dois jovens e amigo de outros tantos, sinto-me na obrigação de expressar uma opinião mais apurada sobre o assunto sobre o assunto, embora sabendo que provavelmente vou desagradar a uns poucos, mas a verdade nem sempre é boa e confortável, mas é a verdade de Cristo e por um mínimo de coerência, como creio em Cristo Jesus, logo creio em seus ensinamentos como ponto fundamental da verdade.

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COMBATE A AIDS OU IRRESPONSABILIDADE CRIMINOSA?

 

O que o Ministério da Saúde NÃO adverte – é sobre a verdade a respeito da prevenção contra a AIDS, ao contrário.

Estamos chegando às vésperas do Carnaval e todo ano é a mesma coisa.  Milhões de reais são gastos em publicidade para estimular as pessoas a se “divertirem à vontade”, desde que não deixem de usar camisinha

No dia 28 de novembro de 2011, o Ministério da Saúde por seu Departamento de DST (doenças sexualmente transmissíveis), Aids e Hepatites Virais divulgou relatório epidemiológico onde destaca o seguinte: “entre os gays na  faixa de 15 a 24 anos houve aumento de 10,1%. No ano passado, para cada 16 homossexuais dessa faixa etária vivendo com aids, havia 10 heterossexuais. Essa relação, em 1998, era de 12 para 10”. Não é difícil de acreditar e nem é de impressionar este aumento, uma vez que o próprio governo federal vem promovendo ações que incentivam o homossexualismo e justo nesta faixa etária da adolescência. Lembram do “kit gay” que andam querendo impingir nas escolas? Não pensem que desistiram da ideia.

Ainda do mesmo relatório, temos o seguinte dado que refere à condição de contaminados em relação ao nível educacional: “a proporção maior dos casos de aids (26,3%) está entre as pessoas que têm entre 4 e7 anos de estudo. Em 1998, a maior proporção de casos de aids era maior entre pessoas com menor escolaridade, uma vez que 29,3% dos registros eram em pessoas que tinham de 1 a 3 anos de estudo.

E aqui impõe-se-nos algumas dúvidas: os contaminados por AIDS estão estudando mais?  A qualidade do ensino no Brasil “melhorou consideravelmente” nestes últimos 12 anos? O estudo aumenta a contaminação? Ou estão se deixando contaminar por acreditar na falácia do “sexo seguro”?

A AIDS é uma doença essencialmente de cunho moral (uso de drogas injetáveis com seringas compartilhadas e relações sexuais promíscuas ou anômalas) associado ao baixo rendimento educacional e a intromissão do Estado no processo educativo tradicional, familiar e religioso. E, este mesmo Estado por seu Governo eivado por atos imorais tenta condicionar e induzir a sociedade brasileira ao erro. Haja vista a quantidade de escândalos que o envolvem. Como não atingir índices de contaminação idênticos aos de 12 anos atrás e depois de milhões gastos com uma prevenção ilusória?

Até porque, ninguém dá o que não tem, já diz o sábio ditado.

Não é de impressionar que o próprio Ministério da Saúde se vanglorie de que em todos estes anos conseguiram manter “estável” a epidemia de AIDS no Brasil ao invés de reduzirem. Conforme o próprio título da nota de divulgação do seu relatório.

O Estado ao querer intervir contra a educação tradicional familiar e religiosa, estimula e leva uma precocidade pedófila, ao investir contra crianças nas escolas ofertando o famigerado “kit gay”, ou com suas campanhas de uso e distribuição indiscriminados de camisinhas em detrimento da vontade dos pais, antes mesmo de se preocuparem com um bom nível de educação formal, esta sim direito de todos e obrigação do Estado. E quando se diz que a sociedade é pedófila, isso não aceitam. Vociferam contra a Igreja dizendo que o Estado é laico. Por pressuposto que sim, entretanto, esquecem-se de que as pessoas têm princípios morais e éticos com fortes bases religiosas independentemente da confissão de fé.  Onde formam o alicerce para viver as virtudes.

A deficiência do sistema educacional formal associado aos ataques que o próprio Estado promove contra a estrutura familiar tradicional, e contra os valores morais e éticos próprios da família. Só faz distorcer tais valores com proposições anômalas.

Povo bem educado é um povo que pensa e desenvolve uma massa crítica própria, ao ponto de poder decidir por si e optar actus personae por comportamentos orientados por virtudes.  Povo inteligente não admite ser tratado por um sistema assistencialista em troca de meros votos como querem nossos governantes e nem se deixa conduzir por propagandas enganosas e insidiosas.  É um povo que vai refletir sobre verdades e mentiras. E é isto exatamente que o mercado e os políticos não querem, pois atrapalha a ambos quando isto leva o povo a pensar antes de consumir e de votar.

De forma criminosamente irresponsável o Governo Federal, ao divulgar que existe “sexo seguro” só faz estimular a promiscuidade, o principal fator de transmissão da AIDS, da hepatite, que também mata, e outras doenças sexualmente transmissíveis.

Haveria então algum interesse escuso por trás da enganosa propaganda promovida pelo Governo Federal quando diz sem ficar vermelho que o importante é fazer “sexo seguro”? E que para ser seguro devem sempre usar camisinha? Haveria interesses econômicos? Quem ganha?  Laboratórios, fabricantes de camisinhas, anunciantes, como as grandes redes de TV que propagam a mentira paga com dinheiro público e a própria vida dos contribuintes?

Seria interessante saber o quanto o governo gasta por ano comprando camisinhas e distribuído-as e com os respectivos contratos de publicidade.  Ou será que alguém estaria levando algum por fora nos bastidores do governo nestas contratações publicitárias e compras de preservativos? 

Não é possível que se aceite mais, um engodo desta ordem.

Alguns pesquisadores sérios já vêm alertando há mais de uma década sobre a ilusão da prevenção da AIDS por uso de camisinhas.

Vejamos alguns apenas.

A Dra. Susan C. Weller, em 1993 afirma em artigo sobre a duvidosa eficácia do uso de camisinha como método de sexo seguro, na revista Social Science and Medicine: “Presta desserviço à população quem estimula a crença de que o condom (camisinha) evitará a transmissão sexual do HIV. O condom não elimina o risco da transmissão sexual;”

E ainda, diz que a camisinha é 87% eficiente na prevenção da gravidez. Quanto à transmissão do HIV, apenas diminui o risco de contágio em aproximadamente 69%, o que é bem menos do que o que o Governo induz a pensar. Isto significa que, em média, três relações sexuais com camisinha têm o risco equivalente a uma relação sem camisinha. Ou seja, é uma verdadeira “roleta russa”.

O Catholic Family and Human Rights Institut (um grupo em Nova York que controla os temas da ONU em relação à família e à vida), informa que cerca de 10.000 médicos americanos acusam o (CDC) - “Center for Disease Control”– (Centro de Controle de Doenças) – nos Estados Unidos de ocultar a pesquisa do próprio governo, a qual mostra a “ineficácia dos preservativos para prevenir a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis e manifesta, além disso, que a rejeição do CDC de reconhecer este fato contribuiu para a epidemia de doenças sexualmente transmissíveis”.  Não estariam fazendo o mesmo por aqui?

Pesquisas realizadas pelo Dr. Richard Smith do Public Education Commitee, Seattle, EUA, um epidemiologista especialista na transmissão da AIDS, detecta grandes falhas do preservativo. E afirma: “O tamanho do vírus HIV é 450 vezes menor que o espermatozóide. Estes pequenos vírus podem passar entre os poros do látex facilmente em um bom preservativo”. (The Condom: Is it really safe saxe?, Public Education Commitee, Seattle, EUA).  Na mesma perspectiva temos a declaração da Rubler Chemistry Technology, de Washington, em junh 1992, que afirma: “Todos os preservativos têm poros 50 a 500 vezes maiores que o vírus da AIDS”.

Dr. Robert C. Noble, professor de infectologia declara em artigo da conceituada Newsweek de Nova Iorque, em abril de 1991, após, diz ele, assistir a um programa de televisão onde havia uma discussão sobre distribuição de camisinhas para crianças nas escolas.  E manifesta como é ilusória a crença no tal “sexo seguro” com a camisinha, pois, segundo ele é uma ilusão e uma irresponsabilidade afirmar isto. Assim como, O Dr. Leopoldo Salmaso, médico epidemiologista no Hospital de Pádua, na Itália, afirma que: “O preservativo pode retardar o contágio, mas não acabar com ele”.

Os Estados Unidos quadruplicou o orçamento para promover a abstinência em detrimento de ilusórias campanhas de conscientização para o uso de camisinhas e já excluiu dos programas dos centros médicos e de educação toda menção ao preservativo como contraceptivo. A razão que levou a tomar essas medidas é que os contatos sexuais precoces e pré-matrimoniais têm conseqüências negativas, tanto físicas como psicológicas.  E os gestores da saúde no Brasil ainda dizem que estão no caminho certo, promovendo a promiscuidade e o homosexualismo.

Segundo o Departamento de Saúde e Serviços Humanos do Center for Devices and Radiological Health, pertencente ao poderoso FDA - Food and Drug Administration, órgão do governo americano que regula medicamentos e alimentos, publicou em seu folheto informativo "Condoms and Sexually Trasmitted Diseases... specially AIDS" o seguinte: “A maneira mais segura de evitar estas doenças (sexualmente transmissíveis) é não praticar o sexo (abstinência). Outra maneira é limitar o sexo a somente um parceiro que também se compromete a fazer o mesmo (monogamia). As camisinhas não são 100% seguras, mas se usadas devidamente, irão reduzir o risco de doenças sexualmente transmissíveis, especialmente AIDS”.

Os responsáveis pela Saúde de Moscou estão promovendo uma campanha em favor da “abstinência total antes do casamento” porque segundo a Presidente da Comissão de Saúde, Ludmila Stebenkova: “Na Rússia as pessoas começaram a pensar que poderiam se proteger de qualquer doença com ‘sexo seguro’ mas os dados demonstram que aumentaram em 50% as infecções pelo vírus do Papiloma humano e outras doenças de transmissão sexual”.

Moscou gastará novecentos mil dólares em educação sexual, porém sem ensinar o uso do preservativo. A publicidade na TV, cinemas e colégios serão feitas com o slogan “Família sã, defesa contra a AIDS”.

Reparem que todas estas declarações, e há muitas mais, são da década passada, dos anos 90.  Quantos mais vão enganar e matar até se darem conta de que é mais necesário preservar a vida de milhares do que conquistar uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU ou promover a corrupção em larga escala por uma Copa do Mundo.

Até quando vamos suportar que o Estado interfira de modo arbitrário e errado no processo educativo e bases morais e religiosas e que conduzem as famílias brasileiras há séculos a uma sã conduta de seus filhos?  Até quando vamos permitir que se orgulhem de há 12 anos manterem o mesmo índice, “estável”, de contaminações e mortes?

Uma família sã é a base de uma de uma sociedade sã e tem o direito e a cima de tudo o devre sim de definir a sua consciência – “geradora de responsabilidade” – como a capacidade que a inteligência humana tem de julgar acerca do valor moral dos próprios atos. Pois tende a perguntar-se em cada situação concreta qual é a forma de “agir” correta, o que “deve” fazer aqui e agora; toda a sua ação é, portanto, uma resposta ao sentido que consiga captar naquela situação.

Para uma família espiritualizada, quando vem a julgar cada circunstância de vida e cada ato à luz da lei moral, essa busca de sentido lhe é facilitada e concretamente realizável.

A declaração Dignitatis Humanae, do Concílio Vaticano II, confirma: “Aos olhos de quem considera que a norma suprema da vida humana é a própria lei divina, eterna, objetiva, e universal, tem o dever e, por conseguinte, o direito de procurar a verdade em matéria religiosa, a fim de chegar por meios adequados a formar prudentemente juízos retos e verdadeiros de consciência". Daí que o ser espiritualmente desenvolvido torna-se um diferencial em seu ambiente ou em qualquer ambiente em que esteja, pois vai causar influência positiva, ativa e criadora a partir do sentido que vai encontrar em cada situação e pela construção de juízos retos a partir de uma consciência bem formada.

sejamos ou, ao menos tentemos, ser esta família sã para que sã, seja a nossa sociedade. Sal da terra e luz do mundo, é para isso que buscamos viver os conselhos e os valores evangelicos como verdades deixadas por Cristo.


  

ROBERTO KERBER

Diácono da Arquidiocese de Porto Alegre

 
Diác. Roberto Kerber
Skype: roberto_kerber

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