Date: Wed, 13 Jun 2012 16:28:23 -0300
From:
rube...@ufba.brTo:
ppg...@listas.ufba.br;
colarq...@listas.ufba.br;
ic...@listas.ufba.br;
colbi...@listas.ufba.brSubject: Re: [Colarquivo-l] Em Assembléia histórica, estudantes deflagram greve na UFBa
Olá, Bruno,
Não há sutileza em minhas mensagens, permita-me discordar
de
você. Não sou muito de sutilezas, os que me conhecem já sabem disso, exercito
sim a transparência e o compromisso público com muita avidez. E creio que não
haja dirigente que sempre responda a todas as mensagens que recebe, sem
dissimulação, de forma direta, posicionando-me claramente, como venho fazendo
desde que assumi a Diretoria do ICI. Faço isso não como um diferencial que eu
gostaria de imprimir à atual gestão, mas como exercício dialético materialista,
como forma de construção de conhecimento e como uma postura de vida.
Creio que as duas mensagens que enviei sejam bem claras, à
primeira leitura, por isso não comentarei o conteúdo das mesmas, já que lá está
o que julguei importante responder. Comentarei, no entanto, pontos de sua
mensagem que entendo não poder furtar-me de fazê-lo.
Eu também tenho ojeriza ao fascismo, e ao nazismo. Eu, de
fato, não disse que tal ou tal sejam fascistas. Não disse que alguém é isso ou
aquilo. É só ler com atenção o que está escrito, embora as incompreensões sejam
passíveis de muitas interpretações, sempre...
[Uma sugestão: atenção para não confundir fascismo com
nazismo e com integralismo. É preciso estudar mais, ter mais atenção em suas
leituras, e talvez complementá-las com outras fontes.]
Eu não autorizo ou desautorizo o que penso. Eu apenas
penso.
E sempre visando um conhecimento que vise à ação. Conhecer só faz sentido se
for para agir por transformações humanistas.
Penso que se um texto tem características quase fascistas,
não
se pode concluir que ele seja fascista, diferentemente de seu entendimento ou
da condução que dá ao seu raciocínio. Uma raposa, ou um lobo, têm
características
de cachorro, mas são exatamente uma raposa, ou um lobo, e não um cachorro...
Não uso métodos de desconstrução,
como você parece ver em minha mensagem. Não uso porque não sou adepto de uma
certa pós-modernidade da desconstrução. Construo textos, entendimentos,
teorias, conceitos, às vezes até me arrisco na construção de grandes categorias,
mas nada desconstruo. Não incorporo essa noção em meu discurso epistemológico,
que tem características materialistas históricas.
Não entrei em combate,
como você parece pensar. Respondi uma mensagem. Não mandei meia mensagem,
como você acredita. Enviei mensagem clara. E sugerir
que estudem o fascismo é o mínimo que um docente pode fazer no nível superior.
Não dá para dar uma aula, ou proferir uma palestra, ou redigir um pequeno texto
sobre o fascismo em um email. E não estou aqui, com mais de 50 anos de idade, e
não me tornei docente, pesquisador, para, como você desejaria, explicar
logo...o tempo é senhor da razão,
Bruno...você ainda entenderá, mesmo que não receba uma explicação logo...mesmo
que ela precise de décadas para ser percebida e assimilada...estamos sempre
aprendendo, e os melhores e mais duradouros aprendizados são aqueles que não são
explicados logo...Entendo o mito e a
ideologia da velocidade que assola as mentalidades twitter apressadas e
menos atentas de hoje em dia...Mas sempre haverá
coisas que não poderão ser explicadas logo, com no máximo 140 caracteres, uma
herança, digamos, estética, dos telegramas...
Em minha formação e em minha postura dialética
materialista,
a contradição e o conflito são constantes, pois não há transformação humanista
materialista
sem que as contradições estejam expostas. E como já disse importante pensador,
eliminar o conflito é eliminar a possibilidade da política. Ou seja, o contrário
é fundamental para meu exercício de vida e de ciência. Lamento que veja
grosseria
em minha forma de expressar-me. Vejo grosserias de um outro jeito. Ainda bem
que vemos as coisas de forma diferente, assim teremos sempre a aprender, um com
o outro...
Há pessoas que querem ser fascistas, e não vêem nenhuma
ofensa nisso, pelo contrário...Outros optam pelo nazismo, outros pelo
comunismo, outros pelo socialismo, outros pelo capitalismo. No mundo de hoje há
livre opção para estas expressões sócio-político-econômicas, ainda que muitos
de nós, eu entre todos estes, tenhamos ojeriza por algumas das
formas/sistemas/regimes
que listo aqui. De minha parte, procuro aliar a formação marxiana/engeliana ao
pensamento libertário/anarquista, de forma a exercitar um pensamento sobre o
mundo e os humanos mais em linha com um humanismo que acredito ser possível, e
pelo qual tenho empenhado minhas mais nobres energias. Uma das características
desse humanismo, para mim, é a absoluta transparência, sem o silêncio que
muitas vezes esconde não o som do que se poderia ouvir, mas que esconde a
dissimulação, um dos piores movimentos interiores, em minha opinião, na formação
de alguns humanos. Bem difícil essa escolha...mas foi e é a que fiz...
Acho fundamental que o diálogo seja sempre franco, direto,
transparente, mesmo que comporte equívocos, mesmo quando ocupa o precioso tempo
de todos nós, o precioso tempo de um gestor que atua na Diretoria de uma
Unidade Universitária de uma instituição federal de ensino superior, cujo
cotidiano é sempre muito atribulado, como você deve imaginar. No entanto, não
deixarei de estar no debate. Transparente.
Há tempos aprendi que quando se ama não haverá porque pedir
desculpas, porque não haverá culpas a se extinguir. A culpa, segundo a entendo,
e aqui só posso ser superficial, é um sentimento de caráter muito
ideológico-religioso,
na sociedade em que vivemos, mas que não está em minha formação materialista,
libertária, dialética, anarquista. Não tenho culpa. Ainda assim, sempre haverá
quem pense que alguém deve ser o culpado. Não estou entre esses, não quero
culpar,
nem serei culpado. Minha consciência é minha liberdade. A ela dedico o exercício
da vida, em prol de um humanismo que ainda precisamos inventar.
Rubens Ribeiro Gonçalves da Silva, Dr. Ci.Info.
Diretor
Instituto de Ciência da Informação
Universidade Federal da Bahia
(71) 3283-7746
(71) 8707-1014
rube...@ufba.brCitando Bruno Negreiros
<
negreir...@hotmail.com>:
>
>
>
> Não sei o que mais me desagradou ao ler estes emails. O que
> aponta "sutilmente" estar lidando com fascista (talvez não tenha
medido o
> alcance de suas palavras, mas só de ouvir o termo "fascista" já
me causa
> ojeriza) ou aquele que vai beber em fontes retrógradas para justificar
seus
> ideais (apenas divergência de pensamentos, mas que respeito e não me
impõe
> ofensa alguma). No primeiro caso, interessante
> como primeiro aponta: "que reproduzo abaixo distorce os fatos,
manipula a
> verdade, é tendenciosa, com características quase fascista";
"Repúdio absoluto
> ao fascismo entre estudantes universitários"; "ou serão
confundidos com
> fascistas." Depois tenta suavizar suas
> declarações de modo que, autoriza e desautoriza seus pensamentos: "Não
disse
> que esse ou aquele indivíduo ou grupo sejam fascistas. Leia com atrenção
a
> mensagem que enviei. O que disse é que o texto tinha características
fascistas
> de construção do texto, e os tem de fato," hora, se o texto tem tais
características, como
> posso distanciar o que acho do seu autor,
> quando afirmo que seu texto o "é"?. Não vamos imaginar que o
"QUASE"
> usado na primeira frase, desconstrói o
> fato de que o autor da frase pensa, que a quem ele se refere seja sim um
> fascista. Já que ele endereçou o seu texto diretamente a personalidade de
quem escreveu o texto, e que ele visou
> combater. Bem, é simples para ambos os lados citar, apontar e no final
não
> explicar, ao invés de mandar pesquisar, por que não para como essa meia
> mensagem e tenta explicar logo? Acho
> muito estranhas palavras desta grandeza, para tratar do referido
> tema, imagino,
> me corrija posteriormente se não entendi corretamente, mas o diretor do
> instituto entende que o outro usou de propaganda ao melhor estilo
> "Goebbels" quando afirma que: "Esta
> mensagem do estudante Leandro Coutinho, que reproduzo abaixo
> distorce os fatos,
> manipula a verdade" já que esta foi a arma mais importante utilizada
durante
> todo regime fascista, incluindo no seu nascimento. O que seria de
> Hitler, sem o auxilio de "Hess" ou "
> Goebbels", propaganda, distorção da realidade e manipulação dos fatos,
já que
> essas foram de vital importância para surgimento e ascensão do regime. Mas
vale
> lembrar que Hitler ( maior destaque do regime ao qual foi citado aqui)
não
> tomou poder, o ofereceram, quando seu poder de voto estava em declínio, ele
foi
> eleito, e Hindenburg nada mais podia fazer, o parlamento já estava cheio
de cadeiras
> ocupadas por membros do partido do nacional-socialismo (fascismo).
> Posteriormente
> o Chanceler legal adotou o papel de Ditador legal. Como na Itália IL Duce,
também utilizou de mecanismos escusos para
> legalmente chegar ao poder. E todos, por mais que não se aprofundem no
tema
> sabem das consequências e destinos que tais figuras levaram a humanidade.
Logo, tal comentário se torna por demais depreciativo para
> ser aceito e encarado com naturalidade. A visão diferente dos fatos, o
> entendimento em contrario do mesmo assunto, a divergência de pensamentos,
não autoriza
> o outro a querer classificar o seu "contrario" ou seus
pensamentos de forma tão
> grosseira. Assim seria muito mais fácil apenas descaracterizar o outro a
ter q
> desconstruir ideias. "Repúdio absoluto ao facismo entre estudantes
> universitários." Concordo em absoluto, não seria nada construtivo
ter
> estudantes na UFBA saindo pelas ruas gritando ANAUÊ ou adorando Plínio
Salgado por exemplo.
>
> Não adoto postura deste ou aquele lado, só peço lucidez ao usar termos
de
> tamanha magnitude, que a mim soa como ofensa
> descabida e de enorme gravidade. Propaganda é arma de qualquer regime,
governo,
> sociedade ou pessoa. Pontos divergentes idem, enxergar mesmo assunto com
> parcialidade idem, então, vamos ao cavalheirismo e bons modos. Não diga que
O
> OUTRO é apenas por achar que ele pode ser, não diga que ele É, apenas
por
> supostamente você leitor achar que ELE usa modelos que outros usaram. Não
diga
> que o texto pode ser fascista, quando não diz que quem os escreve é
fascista,
> pois isto é o que eu pensei ao ler o texto. E sim vamos debater e entender
o
> que é FASCISMO, antes de apontar que tal texto ou pessoa seja
"UMA" (ainda que
> você imagine, não ter apontado que este ou aquele seja). Não leve para o
lado
> pessoal minhas "linhas", mas imagino que alguém aqui merece ouvir
um pedido de
> desculpas, pois o calor do assunto excedeu limites que devem ser
preservados,
> ou podem levar a consequências ainda mais desagradáveis.
>
>
>
> Date: Tue, 12 Jun 2012 13:09:44 -0300
> From:
rube...@ufba.br
> To:
leandrocou...@gmail.com
> CC:
ppg...@listas.ufba.br;
colarq...@listas.ufba.br;
>
ic...@listas.ufba.br;
oestop...@yahoogrupos.com.br;
>
cmir...@ufba.br;
colbi...@listas.ufba.br
> Subject: Re: [Colarquivo-l] Em Assembléia histórica, estudantes
deflagram greve na UFBa
>
> Leandro,Não estou aqui para influenciar nada nem ninguém. Sou um
> pesquisador que atua também no ensino. Sou docente. Se ainda não sabe o que
é o
> fascismo, procure fontes, boas fontes, não tendenciosas, para isso. Há
muitas
> fontes sobre o assunto, que de fato é complexo. Não há conjunturas para
os
> diversos fascismos, eles surgem nos momentos mais diferentes, e não são
sempre a
> mesma coisa, porque nada nesse mundo é a mesma coisa sempre, e nem a
história se
> repete. Estudar e compreender o fascismo é urgente no mundo de hoje, mas
com
> olhos de hoje... Não disse que esse ou aquele indivíduo ou grupo sejam
> fascistas. Leia com atrenção a mensagem que enviei. O que disse é que o
texto
> tinha características fascistas de construção do texto, e os tem de fato,
basta
> ler e conhecer a história do movimento dos professores, especialmente os
da
> Bahia.Sobre a nova acentuação, ainda não é vigente obrigatoriamente o
> novo modelo, mas se sua intenção, ainda que dissimulada, era a de
corrigir-me,
> agradeço...Assembléias (ainda posso usar o acento) são legítimas, e
podem
> ser realizadas até numa praça... O Estatuto aprovado por mais de mil
docentes
> também. E se no Estatuto estiver previsto (como está) que a declaração de
greve
> por mais de dois dias deve ser submetida ao referendo, isso é legítimo. Não
me
> venham com essa ação de viés fascista de querer anular o estatuto de uma
> categoria profissional, especialkenmte se ela não for a sua categoria
> progfissional... Eu tenho todo o tempo da vida, especialmente para
> debater com estudantes que precisam conhecer mais mais sobre a história e
a
> formação profissional que escolheram no ICI...E para seu conhecimento:
eu
> votei no nome de Francisco Perez, com quem mantive uma relação muito
agradável
> no pouco tempo em que pude estasr com ele em reuniões e outros encontros...
Se o
> nome de Perez está lá, vivo, nomeando a residência universitária, foi
também com
> meu desejo de vê-lo lá, vivo !Saudações trotskistas ?!? Quem são os
> conservaores?!?Saudações libertárias !Rubens Ribeiro Gonçalves da
> Silva, Dr. Ci.Info.
>
> Diretor
>
> Instituto de Ciência da Informação
>
> Universidade Federal da Bahia
>
> (71) 3283-7746
>
> (71) 8707-1014
>
> rube...@ufba.brCitando Leandro Coutinho
> <
leandrocou...@gmail.com>:
>
>
>
>> Caros assinantes,
>
>>
>
>>
>
>>
>
>> É preciso que entendamos o que é Fascismo, o que ele representa e em
que
>
>> conjuntura ele foi constituído. Acredito que é isso que está
faltando.
>
>> Apresentar conceitos estranhos para alguns só para tentar influenciar
as
>
>> pessoas não é a melhor das opções. O Fascismo é uma doutrina de
>
>> extrema-direita, e tanto o DCE quanto a aposição à direção da APUB
todos
>
>> nós sabemos de que lado eles sambam.
>
>>
>
>> Bom, e quanto à "Assembleia histórica" (não tenho nível
> intelectual para
>
>> debater nessa lista, mas, penso que o termo Assembleia, devido à
reforma
>
>> ortográfica teve o assento suprimido), foi realizada no auditório da
>
>> Faculdade de Arquitetura porque a nossa reitoria estava (e ainda
está)
>
>> sendo usada para os rotineiros cerimoniais que perpassam por todo o
>
>> semestre. Não existe um espaço em nossa Universidade que comporte
>
>> aproximadamente duas mil pessoas para além de nossa reitoria.
>
>>
>
>> Essa Assembleia teve sim quorum. Incrivelmente, das 25 listas que
foram
>
>> passadas durante a reunião, muitas foram devolvidas com assinaturas
até
>
>> atrás, porém, algumas sumiram misteriosamente (o que não acontecerá
na
>
>> próxima, pois pessoas nossas ficaram com as listas sempre em mãos).
>
>> Levando-nos a concluir que os conservadores, que moderadamente
estiveram
>
>> presentes no espaço, tentaram sabotar vergonhosamente a Assembleia,
não
>
>> conseguindo.
>
>>
>
>> E em relação à APUB, quem tem a mínima noção de Movimentos Sociais
sabe
> que
>
>> qualquer entidade tem na sua Assembleia Geral o espaço máximo de
>
>> deliberação. Então, referendo para legitimar uma decisão que foi
> acordada
>
>> em Assembleia é no mínimo estranho. Mas enfim, é a vida.
>
>>
>
>> E finalizo nessa mensagem esse debate por minha parte. Assim como
grande
>
>> parte dos estudantes de nosso curso, não tenho tempo para extensas
>
>> discussões. Minha vida é corrida demais e tenho muito o que fazer.
>
>>
>
>>
>
>>
>
>> Saudações Trotskistas,
>
>>
>
>>
>
>>
>
>> Frederico Perez VIVE!!!
>
>>
>
>>
>
>> Em 12 de junho de 2012 08:37, Rubens Ribeiro Gonçalves da Silva <
>
>>
rube...@ufba.br> escreveu:
>
>>
>
>>> Esta mensagem do estudante Leandro Coutinho, que reproduzo
abaixo
> distorce
>
>>> os fatos, manipula a verdade, é tendenciosa, com características
> quase
>
>>> fascistas de construção do texto, e desrespeita o Estatuto do
Sindicato
> dos
>
>>> docentes da UFBA, a APUB. A dita Assembléia histórica não reuniu
nem 5%
> dos
>
>>> estudantes da UFBA. Além disso o local era absolutamente
impróprio
> (de
>
>>> propósito?) para um número previsto em regimentos (5%). para
> aconvocação de
>
>>> uma Assembléia e suas decisões serem válidas.
>
>>>
>
>>> No caso dos profesores, 814 docentes votaram no referendo (algo
em
> torno
>
>>> de 70% dos filiados à APUB), previsto no Estatuto, aprovado por
mais de
> mil
>
>>> professores, e a declaração de greve da Assembléia do dia 29 não
foi
>
>>> aprovada no referendo, que é um instrumento dos mais
democráticos,
> embora
>
>>> os maus perdedores estejam querendo convencer o contrário. Não
> interessa se
>
>>> o resultado foi de um , dois ou 25 votos de diferença. Isso é
> democracia
>
>>> representativa.Quem votou decidiu.
>
>>>
>
>>> Estudantes são estudantes, têm seus foros próprios. Docentes são
>
>>> profissionais sindicalizados. Respeitem a APUB, os docentes e o
> nosso
>
>>> referendo. Há uma luta por espaços políticos, normais na
democracia, e
> a
>
>>> ANDES, estreitamente comandada por partidos políticos de oposição
ao
> atual
>
>>> governo federal, está em disputa com a APUB (e perdeu) e com
todos
> que
>
>>> forem contra seus interesses de retomar espaços perdidos no
> movimento
>
>>> docente. Não se deixem enganar pelo discurso pretensioso de quem
se
> julga
>
>>> acima dos acordos democráticos e dos estatutos que regem
> profissionais
>
>>> organizados, que os modificam e deles fazem uso somente quando lhe
for
> de
>
>>> interesse direto. É preciso saber perder numa votação
democrática.
> Qualquer
>
>>> outra ação contrária à decisão dos docentes filiados à APUB é
fascismo.
> O
>
>>> dito *comando* (termo militar, não?!?) de greve dos docentes não
> existe
>
>>> legalmente pelo simples fato de que a greve não foi confirmada
pelo
>
>>> referendo. Nós, docentes filiados à APUB, votamos e decidimos.
> Respeitem a
>
>>> democracia. Quem forja a confusão é quem acusa o refendo de
> pretencioso. Há
>
>>> falácia e pretensão sim, mas nos basta um pouco de atenção para
> perceber
>
>>> onde elas estão.
>
>>>
>
>>> Repúdio absoluto ao facismo entre estudantes universitários.
Respeitem
> os
>
>>> acordos, Deixem os docentes fazerem o seu próprio movimento. Não
se
>
>>> entreguem como massa de manobra, ou serão confundidos com
fascistas.
>
>>>
>
>>> Rubens Ribeiro Gonçalves da Silva, Dr. Ci.Info.
>
>>> Diretor
>
>>> Instituto de Ciência da Informação
>
>>> Universidade Federal da Bahia
>
>>> (71) 3283-7746
>
>>> (71) 8707-1014
>
>>>
rube...@ufba.br
>
>>> Citando Leandro Coutinho <
leandrocou...@gmail.com>:
>
>>>
>
>>>
>
>>> > A Faculdade de Arquitetura foi pequena para a assembléia
> estudantil
>
>>> > realizada na ultima quarta-feira (06-04) que tinha como ponto
de
> pauta a
>
>>> > greve dos estudantes. Nas ultimas semanas, os professores
> Universitários
>
>>> da
>
>>> > UFBa deflagraram greve por ampla maioria se somando as mais
de
> 40
>
>>> > Universidades por todo país.
>
>>> >
>
>>> > <
>
>>>
http://4.bp.blogspot.com/-a0ZMc72iKrw/T9KUxCeVtxI/AAAAAAAAAkI/hcTZqITybrU/s1600/577646_313215175432259_1539081799_n.jpg
>
>>> >
>
>>>
>
>>> >
>
>>> >
>
>>> > Ainda na quarta-feira, à noite, a direção da APUB
(Associação
> dos
>
>>> docentes)
>
>>> > divulgou o resultado de um pretenso plebiscito, que consultou
a
> base dos
>
>>> > docentes e a opinião de não greve venceu de forma apertada. A
ação
> da
>
>>> > direção dos docentes tenha a nítida intenção de confundir o
> conjunto da
>
>>> > Universidade e desmobilizar a organização dos segmentos.
>
>>> >
>
>>> > Cabe agora os comandos de greve, docente e estudantil,
discutirem
> as
>
>>> > estratégias de mobilização para superar a confusão
> propositalmente
>
>>> causada.
>
>>> > A reunião do comando de greve estudantil aconteceu hoje,
> sexta-feira (8),
>
>>> > na sede do DCE.
>
>>> >
>
>>> > Fonte:
>
>>> >
>
>>>
http://www.oestopimba.blogspot.com.br/2012/06/em-assembleia-historica-estudantes.html
>
>>> >
>
>>> > --
>
>>> > Leandro Coutinho
>
>>> >
>
>>> > *Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho
dos
> olhos,
>
>>> sempre
>
>>> > haverá guerra. (Bob Marley)*
>
>>> >
>
>>>
>
>>>
>
>>>
>
>>> ----------------------------------------------------------------
>
>>> Universidade Federal da Bahia -
http://www.portal.ufba.br
>
>>>
>
>>> _______________________________________________
>
>>> Colarquivo-l mailing list
>
>>>
Colarq...@listas.ufba.br
>
>>>
https://listas.ufba.br/cgi-bin/mailman/listinfo/colarquivo-l
>
>>>
>
>>>
>
>>
>
>>
>
>> --
>
>> Leandro Coutinho
>
>>
>
>> *Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos,
> sempre
>
>> haverá guerra. (Bob Marley)*
>
>>
>
>
>
>
>
>
>
>
> ----------------------------------------------------------------
>
> Universidade Federal da Bahia -
http://www.portal.ufba.br
>
>
> _______________________________________________
> Colarquivo-l mailing list
>
Colarq...@listas.ufba.br
>
https://listas.ufba.br/cgi-bin/mailman/listinfo/colarquivo-l
----------------------------------------------------------------
Universidade Federal da Bahia -
http://www.portal.ufba.br
_______________________________________________
Colarquivo-l mailing list
Colarq...@listas.ufba.br
https://listas.ufba.br/cgi-bin/mailman/listinfo/colarquivo-l