
“ É evidente que a música cristã moderna, via de regra, é bem inferior
aos hinos clássicos que eram escritos 200 anos atrás. Isto não é uma
reclamação do estilo, no qual as músicas são escritas, na maioria das
vezes. Ao invés, as letras são o que revelam mais nitidamente quão
baixo nossos padrões caíram. Os hinos do passado eram ferramentas
didáticas maravilhosas, cheias da Palavra e de doutrina(ensinamento)
sólida, um meio de ensinar e admoestar uns aos outros, como nos é
ordenado em Colossenses 3.16 [A palavra de Cristo habite em vós
abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns
aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao
Senhor com graça em vosso coração.]. Mais de cem anos atrás, a música de
igreja tomou uma direção diferente e o seu foco se tornou mais
subjetivo. As músicas passaram a enfatizar a experiência pessoal e os
sentimentos do adorador. Os músicos modernos têm promovido essa
tendência ainda mais e o que semeamos por várias gerações estamos
colhendo agora em abundância assustadora. A igreja moderna, alimentada
por letras insípidas, tem pouco apetite pela Palavra e pela doutrina
bíblica sólida. Nós também corremos o perigo de perder a rica herança da
hinologia, visto que alguns dos melhores hinos da nossa fé caem na
negligência, sendo trocados por letras banais dentro de melodiazinhas
que não saem da cabeça. É uma crise, e a igreja está sofrendo
espiritualmente. A diferença principal é que a maioria das músicas
gospel são expressões de testemunho pessoal visando tocar uma audiência
formada de pessoas, enquanto a maioria dos hinos clássicos eram músicas
de louvor dirigidas direta e exclusivamente a Deus. O estilo e a forma
da música gospel foram pegos emprestado diretamente dos estilos musicais
populares do final do século XIX. O homem geralmente considerado o pai
da música gospel é Ira Sankey, um cantor e compositor dotado, que
galgou fama agarrado em D. L Moody, um dos maiores evangelistas da era
moderna da igreja. Sankey era o solista e líder de música para as
campanhas evangelísticas de Moody na América do Norte e Inglaterra.
Sankey queria uma música mais simples, mais popular e que se prestasse
mais ao evangelismo que os hinos clássicos. Então ele escreveu músicas
gospel – na maioria mais curtas, cantigas simples com refrãos, no estilo
das músicas populares da sua época. Sankey cantava cada verso como um
solo e a congregação juntava-se a ele em cada refrão. Embora a música de
Sankey tenha provocado alguma controvérsia no início, logo a forma
pegou no mundo inteiro. Já no início do século XX a maioria das novas
obras eram músicas gospel no gênero que o Sankey inventou. As letras
dessas músicas não falam nada de substância real, e o que elas falam
realmente não é particularmente cristão. É uma pequena rima
sentimentalista sobre a experiência e sentimentos pessoais de alguém.
Enquanto os hinos clássicos procuravam glorificar a Deus, as músicas
gospel glorificavam o sentimentalismo puro e simples. Várias músicas
gospel sofrem dessas fraquezas… Antes de Sankey, os hinos eram
propositadamente compostos com um objetivo didático. Eram escritos para
ensinar e reforçar conceitos bíblicos e doutrinários no contexto do
louvor direcionado a Deus. Esses hinos visavam à adoração a Deus,
proclamando sua verdade de maneira a aumentar a compreensão da verdade
pelo adorador. Eles criaram um padrão de adoração, que era tão racional
quanto emocional. E isso era perfeitamente bíblico. Afinal de contas, o
primeiro e maior mandamento nos ensina a amar a Deus do todo o nosso
coração, alma e mente (Mateus 22.37).
Nunca teria passado pela cabeça dos nossos ancestrais espirituais que o
louvor era algo feito com o intelecto subjugado. A adoração que Deus
procura é a adoração em espírito e em verdade (João 4.23,24).
Hoje em dia, a adoração é freqüentemente caracterizada como algo que
acontece bem longe do domínio do nosso intelecto. Essa noção destrutiva
tem criado vários movimentos perigosos na igreja contemporânea. Talvez
tenha chegado ao ápice no fenômeno conhecido como a Bênção de Toronto,
onde risos irracionais e outras emoções selvagens eram considerados a
mais pura forma de adoração e uma prova visível da bênção divina.
Essa noção moderna de adoração como um exercício irracional tem causado
muito prejuízo às igrejas, implicando em um declínio na ênfase da
pregação e do ensino dando mais ênfase em entreter a congregação e em
fazer as pessoas se sentirem bem. Tudo isso deixa o crente no banco da
igreja destreinado e incapaz de discernir, e muitas vezes jubilosamente
ignorante dos perigos ao redor dele ou dela…”
MacArthur foi realmente inspirado pelo altíssimo ao abordar um tema pouco discutido na igreja: a musica! Como se não bastasse toda a alteração por que passou a musica cristã descrita pelo irmão, uma cultura de mercado se apossou da musica da igreja nesses últimos anos. Para quem se converteu há mais ou menos vinte anos há traz, terá mais dificuldade em compreender que há algo errado com a musica chamada evangélica por já ter pego o bonde em movimento, mas para quem conheceu Cristo antes desse período, certamente notará a mudança que ocorreu no mundo da musica cristã. Antigamente o cantor crente era uma pessoa comum, humilde, simples, de quem nós na igreja não víamos nada de especial, enxergando apenas que o irmão tinha recebido um dom como qualquer outro da parte de Deus. Nesse tempo ainda não existia a visão comercial e obviamente ninguém pensava em fazer uma musica para ganhar dinheiro, portanto não existia irmão rico ás custas de louvor. Jamais pensaríamos em chamar o dito irmão de artista muito menos em pedir seu autógrafo. Qualquer um que se atrevesse a cobrar 1 centavo que fosse para louvar ao Senhor seria imediatamente desqualificado e despedido como mundano e necessitado de conversão. Tempos bons… onde por mais que o irmão obtivesse êxito em compor e dispusesse de uma voz privilegiada, jamais tinha esses talentos como sendo seus, mas os via como ferramentas dadas por Deus para servi-lo como um dever, jamais aceitando elogio, honra e glória por isso. ” Como o crisol é para a prata, e o forno para o ouro, assim o homem é provado pelos louvores que recebe.” Provérbios 27:21 Mas ai veio a apostasia que nos arrebatou e nos transportou para o caos que nos encontramos hoje. O irmãozinho que outrora, humildemente, usava sua voz para num coro, nos ajudar a oferecer uma oração sublime a Deus em forma de musica, agora se transformou numa “estrela” pop-gospel. O que isso significa? Significa que ele passou de irmão para ser um artista, uma celebridade, um “profissional” da musica como qualquer outro segundo os moldes do mundo. O que era uma santa obrigação passou a ser profissão, e muitíssimo bem remunerada; agora o irmãozinho não é mais uma pessoa simples e comum, a humildade foi para a estratosfera, hoje ele é o “cara”. Seguindo a orientação do seu empresário, o diabo, ele tem fã-clube onde o primeiro sócio é o próprio inimigo; se vestindo de forma diferenciada, anda por ai em carrões importados, mora em mansões e produz clips de proporções hollywoodianas, seguindo os padrões do mundo e despertando em outros milhares de irmãos a o seguirem nesse sonho dourado. Antigamente nós dizia-mós que o irmão tal iria louvar hoje a noite, hoje se diz que o cantor vai “se apresentar”, fazer um show hoje à noite; e em vez da igreja, agora ele “louva” nas casas de espetáculo do mundo porque o negócio todo é feito em louvor do dinheiro e é lá onde ele pode faturar mais sob os gritinhos frenéticos dos seus ex-irmãos, agora fãs. O próprio termo “show” já revela por si mesmo quem está por traz da coisa toda, e para esse “show” o irmão hoje cobra um troço vergonhoso e infame chamado “cachê”, que obviamente deve ser “santo”, e que muitas vezes corresponde ao salário de anos de trabalho de um assalariado comum. Me parece que o versículo de Mateus 10:8, “De graça recebestes, de graça daí.”, não está mais vindo impresso nas bíblias e por isso não é mais pregado nos púlpitos de hoje em dia. O resultado é que esses menestréis que posam de cristãos, estão fazendo verdadeiras fortunas ás custas de gente tola e míope, que não se importam em pagar por diversão travestido de louvor, que se fosse verdadeiro não teria preço, ou no mínimo lucro, para levá-las no embalo de suas emoções ao mundo de um céu imaginário e efêmero, fruto de suas ilusões religiosas humanas aprendidas de púlpitos estéreis e escritores evangélicos de quinta categoria. Fica racionalmente evidente que esse “ser” que a musica gospel moderna finge cultuar não é o Deus da bíblia, porque se for, em vês de culto, isso na verdade é um insulto a “inteligência” de Cristo. O Senhor acusou Israel de tentar, sem sucesso, viver ao seu bel prazer e ao mesmo tempo, através de rituais vazios, apaziguá-lo. O Senhor disse: “Afasta de mim o estrépito (ruído, som, ostentação, pompa) dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias das tuas violas.” Amós 5:23, “ Odeio, desprezo as vossas festas(eventos religiosos), e as vossas assembléias(cultos) solenes não me exalarão bom cheiro.” Amós 5:21, “ Quando vindes para comparecer perante mim, quem requereu isto de vossas mãos, que viésseis a pisar os meus átrios(templo)? Não continueis a trazer ofertas vãs(sem valor); o incenso é para mim abominação, e as luas novas, e os sábados, e a convocação das assembléias(reuniões); não posso suportar iniqüidade, nem mesmo a reunião solene. As vossas luas novas, e as vossas solenidades, A MINHA ALMA AS ODEIA; JÁ ME SÃO PESADAS; JÁ ESTOU CANSADO DE AS SOFRER. Por isso, quando levantam as vossas mãos, escondo de vós os meus olhos.” Isaias 1:12-15 Esse mesmo erro a igreja evangélica emergente está repetindo acreditando que nesse caso o fim será diferente do de Israel. Deus adverte na sua palavra que será o mesmo. Um certo homem de Deus dizia que o momento onde os crentes mais mentem é na hora do louvor; o que infelizmente tenho que concordar. A leviandade está impregnada na maior parte do louvor de vanguarda que se faz hoje em dia, e como no tempo de Israel, é impossível que tamanho disparate passe despercebido pelo altíssimo porque, apesar de a grande maioria dos crentes não tomar conhecimento, Deus tem o poder de ler os corações. É 100% impossível dizer uma vírgula que não seja verdade, sem que Ele o saiba. Seria bom parar de brincar de louvar, porque essa brincadeira custou caro aos Israelitas, para alguns deles a própria vida, e não tem porque acontecer diferente agora. Cada palavra que sair de nossas bocas tem que corresponder a mais absoluta verdade de nossa vida prática, ou então esperemos para pronunciá-las no tempo em que os nossos atos permitam que elas sejam proferidas sem prejuízo a verdade. Negociar declarações de amor, de agradecimento, e de adoração ao Altíssimo prova que essas declarações são no mínimo falsas e atesta uma ignorância fora de qualquer parâmetro por tentar ludibriar o autor da inteligência.
“ Pois Deus é o Rei de toda a terra, cantai louvores com inteligência. “ Salmos 47:7
Que só Deus nos influencie.
Roberto Aguiar
Fonte:
Parte de um artigo chamado “With Hearts and Minds and Voices”, publicado
no volume 23, número 2 da revista Christian Research Journal, do pastor
John MacArthur; tradução do irmão G. Frederico, enviado pela irmã
Mary. (O artigo completo do irmão MacArthur poderá ser lido em
http://SolaScriptura-TT.org/LiturgiaMusicaLouvorCulto/
ComCoracoesMentesVozes-MacArthur.htm).
Esta entrada foi publicada em 15/12/2008 às 18:51 e está arquivada como Musica . Você pode acompanhar qualquer resposta para esta entrada através do feed RSS 2.0 Você pode deixar uma resposta, ou trackback do seu próprio site.
Caro pastor, é realmente triste que muitos “levitas” tenham sido alçados a posição de super astros.
Tive
a oportunidade de num evento, conhecer alguns. Os gritos histéricos das
jovens em nada são diferentes dos mesmos observados num “show”. Até
mesmo um dos cantores ficou constrangido e tentava (sem resultado)
lembrar o foco principal, ou seja, Jesus.
Hoje existe “louvor” em
praticamente qualquer ritmo, numa tentativa de adaptar ao mundo o que
deveria ser sagrado. Existe “louvor” pop, rock, pagode, samba, reggae,
sertanejo, etc.
Inclusive em muitas igrejas grande parte do culto é
dedicado ao “louvor”, (que minha vó do alto de seus 82 anos de vida,
sendo que mais de vinte dedicados a Deus, chama de mera “cantoria”.
Os clássicos da harpa cristã, onde foram parar?
Esquecidos e empoeirados, não são “comerciais”, soam antiquados…
Afetuoso abraço,
Cintia Dissenha
Eu semprei achei que essas músicas cantadas nas igrejas tinham alguns dendos de falsidades .. eu nunca concordei, agradeco a Deus por essa verdade postada! AMém!!!
CANTAR PARA “JESUS” E CANTAR PARA “GEZUZ”
ADORAR+AÇÃO
Em nenhum outro ponto podemos ver a diferença entre as gerações evangélicas tanto quanto nas divergências musicais. Encontramos hoje discrepâncias absurdas entre o louvor que busca adorar a Deus e cantar para agradar e atrair multidões. JESUS merece o melhor sim, mas que seja feito com DECENCIA e ORDEM não da forma como andam fazendo, buscando exclusivamente a exaltação do eu, numa competição absurda para ver quem leva os prêmios das “Academias Musicais do Brasil”. O que temos hoje, para a vergonha nossa, é que convivemos pacificamente com um som importado do inferno sem nos sentirmos incomodados pelos estragos por ele patrocinados. Lamentavelmente, a maioria absoluta de nossas igrejas são culpadas deste esnobismo e destas distorções introduzidas na musica religiosa. Não é porque devemos dar o melhor ao Mestre que temos que permitir que se toque qualquer ritmo nos nossos templos, pelo contrário, temos que filtrar com os filtros da razão e da sensibilidade espiritual de nossos músicos aquilo que queremos ouvir.
Em nenhum momento da história do cristianismo o inimigo teve tanto acesso as programações de nossas igrejas como agora, ele estruturou e arquitetou planos para confundir e distrair os cristãos com um modelo musical que todos acreditassem ser inspiração Divina, mas que poucos conseguem perceber que tudo não passa de armação para derrotar e demover as pessoas da verdadeira adoração. É com pesar e com tristeza que constatamos que as musicas são feitas para vender e não para ADORAR, o mercado está de olho no sucesso e nos lucros pouco se importando se há ou não verdade naquilo que se executa ou se canta. No passado, os HINOS tinham história e fatos ligados às suas composições, hoje não passam de meras repetições na sua quase totalidade, são frases sem nexo ou sem efeitos espirituais que possam levar quem escuta ou quem canta a uma aproximação maior com Deus. Vivemos a era dos festivais dos “ENLATADOS MUSICAIS”, o artista monta a trilha de um “CD” ou de um “DVD” pensando apenas no sucesso, a idéia fixa é arrastar multidões e conquistar o cobiçado “DISCO DE OURO” ou o “GREMILIN” da musica evangélica. Literalmente o louvor foi banalizado, com composições, letras e ritmos que beiram ao ridículo espiritual.
As gravadoras, por sua vez, só enxergam as cifras, os lucros e o que poderão ganhar na disputa deste mercado que está em franca expansão e a briga por artistas é acirrada. Quem, em sã consciência, imaginaria uma “SOM LIVRE”, ligada à Rede Globo, contratando alguém para gravar em seus estúdios, músicas evangélicas? Muitos dizem ser benção, para mim é maldição e estratégia do inimigo para furar o bloqueio e infiltrar os seus soldados nos campos musicais de nossas igrejas e a prova está aí com os “Reges Daneses” da vida! O campo favorito de Satanás hoje, se pudéssemos entender isto, são as musicas religiosas, e como ele tem avançado! O “GOSPEL” é moda celebrada em todos os palcos e em todas as emissoras de rádio e televisão e até o catolicismo embarcou nesta canoa…
Louvar não está desassociado de adorar, a mesma sublimidade que existe na palavra adoração está presente também em louvar, ambas devem ser consideradas como fundamentos essenciais no culto prestado a Deus, assim cantar para JESUS exige muito mais do que subir em um palco e entreter por algumas horas uma multidão que está ansiosa para externar as suas energias no ritmo das musicas que serão executadas e cantadas para GEZUS nos shows e nos espetáculos patrocinados no mundo GOSPEL. Adorar a Deus na beleza da sua santidade é sentir o coração saltar para um plano diferente, onde tudo é pureza e luz. Poucas pessoas sabem que não é no barulho e nas confusões que aconteceram as grandes manifestações de Deus e eu lembro os “Profetas de Baal” que gritaram e fizeram todo o tipo de barulho e nem por isto tiveram êxito nas suas intenções. Já Elias apenas orou, sem fazer qualquer alarde e Deus agiu de forma sobrenatural, o resultado está registrado em I Reis 18.
Enquanto ensinamos as crianças de nossas igrejas a cantarem: “Sim, Jesus me ama…”, uma inspiração satânica está injetando os ritmos das discotecas e das boates para dentro de nossas igrejas e seja o que Deus quiser! O que diria Martinho Lutero sobre o nosso caos musical evangélico hoje? Autor de “CASTELO FORTE”, para ele a musica está inseparavelmente ligada à beleza moral, e espiritual. Para ele, uma pessoa só será um verdadeiro musico se possuir qualidades como a lealdade a Deus, temperança, e a comunhão continua com Deus. Hoje temos verdadeiras linhas de produção, e a música religiosa está sendo vendida com a música secular, de maneira que fica difícil fazer uma distinção entre elas. Basta uma lida rápida e desprovida de conceitos pessoais no livro dos Salmos para conhecer com profundidade o segredo e o sentido da perfeita adoração, o Salmista é especialista no assunto e não deixa brechas para divagações ou concessões ao inimigo.
Celebrar com jubilo não significa que temos que abrir mão de conceitos que nos conduzem ao altar da verdadeira adoração, não implica em fazer barulho ou ser levado pelas ondas da badalação e do agito musical inconseqüente. A celebração com jubilo vai além daquilo que pensamos ou imaginamos quando o assunto é adorar a Deus, é preciso antes de tudo, “REVERÊNCIA”, pois estamos tratando com a Majestade do Criador e sustentador do universo e não com um objeto ou com um ser inferior. É preciso entender que a superioridade pertence a Ele e por esta razão o adoramos e o louvamos na beleza de sua santidade. Louvor não se vende, não se compra e não se negocia, se PRESTA a Deus e não a artistas que invadem o mercado na busca gananciosa apenas dos resultados financeiros que ele oferece, já que a lucratividade é certa. Lembre-se “CANTAR PARA JESUS” não é o mesmo que “CANTAR PARA GEZUS”, fique atento ao que você está oferecendo na sua adoração e na sua relação com Deus.
Carlos Roberto Martins de Souza
crms...@hotmail.com
Eu entendo que não existe uma geraçao superior a outra, entendo que
sentimentos inerente ao ser humano existem tanto numa quanto em outra
geraçao, com isso não podemos dizer que este ou outro louvor é o que
Deus aceita, concordo que hà ganancia de parte dos cantores e que o
objetivo principal que é o louvor ao Criador ficou em segundo lugar